Era um sábado meio ensolarado, graças ao meu relógio biológico acordei às 9h, me espreguicei um pouco antes de sair da cama e fui pra sala destrancar a porta e dar aquela mijada matinal. Voltei pra cozinha pegar uma banana e fui me jogar na cama pra ver uns vídeos. Depois de um tempo resolvi ir tomar café, preparei uns panquecas e comi até me entupir. Aí voltei pro quarto continuar na minha.
Enquanto via uns vídeos deitado na cama, ouvi uns barulhos na sala, tirei o fone e fui ver o que era, mas quando cheguei na sala não vi nada, tão vazia e sem graça quanto tinha deixado. Voltei ao banheiro e quando tava voltando pro quarto, me deparei com uma gostosa me esperando. Daniela tava deitada na minha cama com a bunda pra cima, mexendo no celular. Quando percebeu que eu tava ali, me cumprimentou.
— Oi, gato, cê gostou? — falou se levantando, mostrando o que tava vestindo.
Tava usando umas leggings pretas bem justinhas que marcavam a rabeta linda dela e deixavam ver a calcinha fio-dental por baixo, além disso tava com uma blusa cropped meio decotada, mostrando um par de peitos sexy e (na minha opinião) a barriguinha linda dela.
— Tô amando!!! — falei quase de boca aberta.
Ela deu uma voltinha enquanto sorria e depois se jogou de novo na cama.
— Como cê entrou? — perguntei quando cheguei perto da cama.
— Ué? Cê esqueceu que me deu a chave?
— Claro que não, tô falando que não te vi quando saí pra ver a sala.
— Ahhh!!! Fiz barulho na cozinha, corri pro banheiro e enquanto cê tava olhando, vim me deitar. — contou sorrindo, orgulhosa da façanha.
Me joguei na cama do lado dela e a gente se beijou um tempão, os lábios dela eram tão macios e molhados como eu lembrava, e a língua dela, mesmo meio inexperiente, procurava a minha com vontade em cada beijo.
Depois de uns minutos, ela subiu montando em cima de mim, e eu senti que ela se mexia mas não conseguia ver nada. mas deixa a bolsa dela no criado-mudo do lado da minha cama, depois de um tempo ela colou na minha orelha e pediu pra eu me despir, disse que voltava num instante.
Eu simplesmente me virei, tirei a camisa e depois a calça junto com a cueca que eu tava usando, me virei na cama até chegar no criado-mudo e peguei as camisinhas que tinha comprado, notei que ela tinha colocado o celular pra carregar e deixou ali, aí peguei as camisinhas e coloquei debaixo do travesseiro pra ter na mão. Depois de alguns minutos ela voltou só usando os cacheter e um sutiã combinando. Eram diferentes dos de ontem, esses eram cor de água-marinha (eu pensei que fossem azuis). Nas mãos ela trazia um prato com 4 panquecas, um copo de leite e muitos morangos.
Eu estava completamente pelado na cama, olhando pra ela sem entender o que tava rolando.
— Bateu uma fome. — Ela disse enquanto dava uma mordida num hot cake.
Esperei ela terminar um hot cake e aí a gente deitou de novo. Ela montou em mim e esfregava a pélvis contra meu pau meio duro sem tirar os lábios dos meus. Ficamos uns 15 minutos só na pegação, eu puxava a calcinha dela pra enfiar minha ereção entre os lábios da buceta, mas ela segurava meus braços.
Quando ela descolou os lábios do meu pau e os outros dos meus lábios, foi até o prato e pegou um pedaço de hot cake e um morango. Mordeu o morango e depois me deu o pedaço que mordeu, passando com a língua. Quando acabamos, ela comeu o pedaço de hot cake, e aí voltou pra pegar mais comida. Aproveitei a deixa pra tirar ela de cima de mim e admirar aquele cuzão gostoso de quatro com a calcinha enfiada. Ela comia enquanto rebolava a bunda, e eu me masturbava vendo aquela vista linda.
— Tira isso e se diverte... Sou sua, gostoso. — Ela disse enquanto continuava comendo e bebendo.
Segurei ela pela cintura e dei uns tapas na bunda dela. Baixei a calcinha o máximo que deu e bati de novo, depois beijei cada nadega.
Como não dava pra tirar a calcinha de vez, virei ela de lado pra ficar de barriga pra cima. Só ouvi um resmunguinho e percebi que ela tava com um pedaço de pão na boca, parecia tão fofa. Terminei de arrancar a calcinha, e ela tava com as pernas cruzadas. Quando descruzou, vi a coisa mais sexy e gostosa que já tinha visto na minha vida até aquele momento. Ela tinha depilado tudo, não tinha um único pelo na pélvis, nos lábios ou no cu. Tava toda molhada, babando.
Assim que vi aquela paisagem linda, me ajoelhei e comecei a beber daquele néctar. Ela pegou meu travesseiro e colocou no rosto dela. Enquanto eu chupava a buceta dela, ela me masturbava. Em 1 minuto já tava pronto. Deixei meu pau no clitóris dela e comecei a esfregar.
— Me passa os preservativos que estavam debaixo do travesseiro que você pegou. — Falei enquanto esfregava meu pau.
Ela, sem tirar o travesseiro, moveu uma das mãos até pegar a caixa e jogou pra mim enquanto segurava o travesseiro.
— Não tão forte, lembra que é minha primeira vez. — Peguei meu pau e coloquei a camisinha, a sensação era estranha, até achei que apertava. Segurei meu pau pela base e coloquei na buceta dela, esfreguei um pouco antes de entrar e empurrei devagar. Só dava pra ver ela apertando o travesseiro contra o rosto e gemendo baixinho enquanto meu pau sumia dentro dela.
— Pronta? — Empurrei e entrei, senti como se fosse fundo e passasse por uma curvinha que apertava a parte de baixo do meu pau. Ela tirou o travesseiro, levantou o rosto e me olhou com os olhos arregalados, não disse nada, só abriu bem a boca e na hora se deixou cair e se cobriu de novo. Eu entendi aquilo como um "Continua". Saí dela e entrei de novo, pra sentir aquela buceta apertada de novo. Era meu momento e comecei a repetir aquele movimento, empurrar e tirar cada vez mais rápido e mais rápido.
Num momento peguei as pernas dela e coloquei na minha cintura, tirei o pau e coloquei na vulva dela. Dava pra ver que a respiração dela tava ofegante, mesmo sem ver o rosto, a barriga dela se mexia num ritmo acelerado.
— Como você tá? Continuo? — Ela só balançou a cabeça dizendo que sim.
Entrei de novo, mas dessa vez fui até o fundo e senti ela me apertar tanto que parecia que tava me ordenhando. Tirei o travesseiro e ela tava de olhos fechados, boca aberta e lambendo os lábios enquanto gemia. Eu só entrava e saía dela, às vezes ficava parado lá dentro e mudava o ritmo das minhas estocadas. Ficamos assim por um bom tempo. enquanto eu metia nela, ela gemia cada vez mais rápido e mais alto, e eu aumentava a força e o ritmo.
Tava quase gozando dentro dela, quando ouvimos o celular dela vibrar, nós dois focamos no celular.
– O celular!! – Saí de dentro dela e ela tentou se levantar, mas não sentia as pernas e ainda tava ofegante, na hora percebi meu pulso, tava super acelerado.
Depois de um tempo, ela recuperou um pouco a sensação nas pernas e foi até o celular, se inclinou um pouco pra ver umas chamadas perdidas.
– Tenho 2 chamadas perdidas, uma da minha mãe e outra do trabalho... já deve ser 1 hora.
Ela se deitou na cama, com a bunda pra cima, e eu não resisti. Segurei ela pelos quadris, esfreguei um pouco e entrei, devagar, fundo, molhado... Eu tinha uma coisa na cabeça: foder ela até gozar, então continuei no meu ritmo lento, mas pesado.
Ela arqueou as costas e ajeitou um travesseiro no peito e no rosto, enquanto eu metia, ela continuava mordendo o travesseiro. Não disse uma palavra, só gemia cada vez mais alto, e isso me excitava ainda mais. Continuei assim por uns 15 minutos, aumentando o ritmo cada vez mais, até explodir dentro dela...
Me senti tão extasiado que, depois de terminar, continuei dentro dela e me deitei. Ela também desabou na cama.
Fechei um pouco os olhos e logo saí dela. Vi a camisinha meio cheia, depois olhei o rosto da Daniela, e ela ainda estava de olhos fechados. Ajeitei ela na cama, cobri, e fui direto ao banheiro mijar e verificar a camisinha. Tudo certo. Enxuguei o suor e, pela segunda vez, notei meu pulso.
Quando voltei pro quarto, a Daniela estava apoiada nos cotovelos, com a cabeça erguida, me olhando.
— Vem! Dorme comigo. — Entrei na cama com ela, e ela dormiu agarrada no meu braço. Não sei o que aconteceu depois, porque eu também apaguei.
Umas 2 da tarde, acordei e notei que a Daniela estava do outro lado da cama, coberta com o lençol, deixando à mostra a bunda linda dela, as costas e as pernas sexy. Beijei o ombro dela e fui pra cozinha. Tava morrendo de fome, e quando ela acordasse, também ia comer alguma coisa.
Sopa de arroz e ovos cozidos formavam o prato de comida que esperava a Daniela na mesa.
Ela apareceu radiante, com todas as coisas dela.
— Porra! Você tá maravilhosa, vem comer. — Falei enquanto servia um pouco de água pra ela.
— Desculpa, Gato, tenho que ir.
— Quê? Vamos, juro que ficou uma delícia. — Ela chegou perto de mim e me beijou.
— Preciso ir, amanhã eu venho, tá?
— Claro, mas a que horas?
— É segredo. — Me beijou de novo. — Te amo, acho que já tinha te falado que sou sua... mas hoje isso se concretizou. Realidade, agora tenho que correr ou vou morrer.
Passei a tarde vendo filmes e trocando mensagens com colegas do ensino médio e do cursinho. A Daniela tinha me dado a primeira vez dela e eu me sentia como se fosse a minha por uma razão estranha. A Alondra já não tinha mais chance nenhuma contra a Daniela, então deixei as mensagens dela pra depois.
Aqui termina essa história... Obrigado por esperar pacientemente, isso tá me tomando mais do que eu aguento. Espero que vocês curtam, e qualquer dúvida, comentário, apoio ou crítica, é só usar os comentários ou mandar mensagem no privado. Se cuidem e comam bem. Até mais, tchau.
Enquanto via uns vídeos deitado na cama, ouvi uns barulhos na sala, tirei o fone e fui ver o que era, mas quando cheguei na sala não vi nada, tão vazia e sem graça quanto tinha deixado. Voltei ao banheiro e quando tava voltando pro quarto, me deparei com uma gostosa me esperando. Daniela tava deitada na minha cama com a bunda pra cima, mexendo no celular. Quando percebeu que eu tava ali, me cumprimentou.
— Oi, gato, cê gostou? — falou se levantando, mostrando o que tava vestindo.
Tava usando umas leggings pretas bem justinhas que marcavam a rabeta linda dela e deixavam ver a calcinha fio-dental por baixo, além disso tava com uma blusa cropped meio decotada, mostrando um par de peitos sexy e (na minha opinião) a barriguinha linda dela.
— Tô amando!!! — falei quase de boca aberta.
Ela deu uma voltinha enquanto sorria e depois se jogou de novo na cama.
— Como cê entrou? — perguntei quando cheguei perto da cama.
— Ué? Cê esqueceu que me deu a chave?
— Claro que não, tô falando que não te vi quando saí pra ver a sala.
— Ahhh!!! Fiz barulho na cozinha, corri pro banheiro e enquanto cê tava olhando, vim me deitar. — contou sorrindo, orgulhosa da façanha.
Me joguei na cama do lado dela e a gente se beijou um tempão, os lábios dela eram tão macios e molhados como eu lembrava, e a língua dela, mesmo meio inexperiente, procurava a minha com vontade em cada beijo.
Depois de uns minutos, ela subiu montando em cima de mim, e eu senti que ela se mexia mas não conseguia ver nada. mas deixa a bolsa dela no criado-mudo do lado da minha cama, depois de um tempo ela colou na minha orelha e pediu pra eu me despir, disse que voltava num instante.
Eu simplesmente me virei, tirei a camisa e depois a calça junto com a cueca que eu tava usando, me virei na cama até chegar no criado-mudo e peguei as camisinhas que tinha comprado, notei que ela tinha colocado o celular pra carregar e deixou ali, aí peguei as camisinhas e coloquei debaixo do travesseiro pra ter na mão. Depois de alguns minutos ela voltou só usando os cacheter e um sutiã combinando. Eram diferentes dos de ontem, esses eram cor de água-marinha (eu pensei que fossem azuis). Nas mãos ela trazia um prato com 4 panquecas, um copo de leite e muitos morangos.
Eu estava completamente pelado na cama, olhando pra ela sem entender o que tava rolando.— Bateu uma fome. — Ela disse enquanto dava uma mordida num hot cake.
Esperei ela terminar um hot cake e aí a gente deitou de novo. Ela montou em mim e esfregava a pélvis contra meu pau meio duro sem tirar os lábios dos meus. Ficamos uns 15 minutos só na pegação, eu puxava a calcinha dela pra enfiar minha ereção entre os lábios da buceta, mas ela segurava meus braços.
Quando ela descolou os lábios do meu pau e os outros dos meus lábios, foi até o prato e pegou um pedaço de hot cake e um morango. Mordeu o morango e depois me deu o pedaço que mordeu, passando com a língua. Quando acabamos, ela comeu o pedaço de hot cake, e aí voltou pra pegar mais comida. Aproveitei a deixa pra tirar ela de cima de mim e admirar aquele cuzão gostoso de quatro com a calcinha enfiada. Ela comia enquanto rebolava a bunda, e eu me masturbava vendo aquela vista linda.
— Tira isso e se diverte... Sou sua, gostoso. — Ela disse enquanto continuava comendo e bebendo.
Segurei ela pela cintura e dei uns tapas na bunda dela. Baixei a calcinha o máximo que deu e bati de novo, depois beijei cada nadega.
Como não dava pra tirar a calcinha de vez, virei ela de lado pra ficar de barriga pra cima. Só ouvi um resmunguinho e percebi que ela tava com um pedaço de pão na boca, parecia tão fofa. Terminei de arrancar a calcinha, e ela tava com as pernas cruzadas. Quando descruzou, vi a coisa mais sexy e gostosa que já tinha visto na minha vida até aquele momento. Ela tinha depilado tudo, não tinha um único pelo na pélvis, nos lábios ou no cu. Tava toda molhada, babando.
Assim que vi aquela paisagem linda, me ajoelhei e comecei a beber daquele néctar. Ela pegou meu travesseiro e colocou no rosto dela. Enquanto eu chupava a buceta dela, ela me masturbava. Em 1 minuto já tava pronto. Deixei meu pau no clitóris dela e comecei a esfregar.— Me passa os preservativos que estavam debaixo do travesseiro que você pegou. — Falei enquanto esfregava meu pau.
Ela, sem tirar o travesseiro, moveu uma das mãos até pegar a caixa e jogou pra mim enquanto segurava o travesseiro.
— Não tão forte, lembra que é minha primeira vez. — Peguei meu pau e coloquei a camisinha, a sensação era estranha, até achei que apertava. Segurei meu pau pela base e coloquei na buceta dela, esfreguei um pouco antes de entrar e empurrei devagar. Só dava pra ver ela apertando o travesseiro contra o rosto e gemendo baixinho enquanto meu pau sumia dentro dela.
— Pronta? — Empurrei e entrei, senti como se fosse fundo e passasse por uma curvinha que apertava a parte de baixo do meu pau. Ela tirou o travesseiro, levantou o rosto e me olhou com os olhos arregalados, não disse nada, só abriu bem a boca e na hora se deixou cair e se cobriu de novo. Eu entendi aquilo como um "Continua". Saí dela e entrei de novo, pra sentir aquela buceta apertada de novo. Era meu momento e comecei a repetir aquele movimento, empurrar e tirar cada vez mais rápido e mais rápido.
Num momento peguei as pernas dela e coloquei na minha cintura, tirei o pau e coloquei na vulva dela. Dava pra ver que a respiração dela tava ofegante, mesmo sem ver o rosto, a barriga dela se mexia num ritmo acelerado.
— Como você tá? Continuo? — Ela só balançou a cabeça dizendo que sim.
Entrei de novo, mas dessa vez fui até o fundo e senti ela me apertar tanto que parecia que tava me ordenhando. Tirei o travesseiro e ela tava de olhos fechados, boca aberta e lambendo os lábios enquanto gemia. Eu só entrava e saía dela, às vezes ficava parado lá dentro e mudava o ritmo das minhas estocadas. Ficamos assim por um bom tempo. enquanto eu metia nela, ela gemia cada vez mais rápido e mais alto, e eu aumentava a força e o ritmo.
Tava quase gozando dentro dela, quando ouvimos o celular dela vibrar, nós dois focamos no celular.
– O celular!! – Saí de dentro dela e ela tentou se levantar, mas não sentia as pernas e ainda tava ofegante, na hora percebi meu pulso, tava super acelerado.
Depois de um tempo, ela recuperou um pouco a sensação nas pernas e foi até o celular, se inclinou um pouco pra ver umas chamadas perdidas.
– Tenho 2 chamadas perdidas, uma da minha mãe e outra do trabalho... já deve ser 1 hora.
Ela se deitou na cama, com a bunda pra cima, e eu não resisti. Segurei ela pelos quadris, esfreguei um pouco e entrei, devagar, fundo, molhado... Eu tinha uma coisa na cabeça: foder ela até gozar, então continuei no meu ritmo lento, mas pesado.Ela arqueou as costas e ajeitou um travesseiro no peito e no rosto, enquanto eu metia, ela continuava mordendo o travesseiro. Não disse uma palavra, só gemia cada vez mais alto, e isso me excitava ainda mais. Continuei assim por uns 15 minutos, aumentando o ritmo cada vez mais, até explodir dentro dela...
Me senti tão extasiado que, depois de terminar, continuei dentro dela e me deitei. Ela também desabou na cama.
Fechei um pouco os olhos e logo saí dela. Vi a camisinha meio cheia, depois olhei o rosto da Daniela, e ela ainda estava de olhos fechados. Ajeitei ela na cama, cobri, e fui direto ao banheiro mijar e verificar a camisinha. Tudo certo. Enxuguei o suor e, pela segunda vez, notei meu pulso.
Quando voltei pro quarto, a Daniela estava apoiada nos cotovelos, com a cabeça erguida, me olhando.
— Vem! Dorme comigo. — Entrei na cama com ela, e ela dormiu agarrada no meu braço. Não sei o que aconteceu depois, porque eu também apaguei.
Umas 2 da tarde, acordei e notei que a Daniela estava do outro lado da cama, coberta com o lençol, deixando à mostra a bunda linda dela, as costas e as pernas sexy. Beijei o ombro dela e fui pra cozinha. Tava morrendo de fome, e quando ela acordasse, também ia comer alguma coisa.
Sopa de arroz e ovos cozidos formavam o prato de comida que esperava a Daniela na mesa.
Ela apareceu radiante, com todas as coisas dela.
— Porra! Você tá maravilhosa, vem comer. — Falei enquanto servia um pouco de água pra ela.
— Desculpa, Gato, tenho que ir.
— Quê? Vamos, juro que ficou uma delícia. — Ela chegou perto de mim e me beijou.
— Preciso ir, amanhã eu venho, tá?
— Claro, mas a que horas?
— É segredo. — Me beijou de novo. — Te amo, acho que já tinha te falado que sou sua... mas hoje isso se concretizou. Realidade, agora tenho que correr ou vou morrer.
Passei a tarde vendo filmes e trocando mensagens com colegas do ensino médio e do cursinho. A Daniela tinha me dado a primeira vez dela e eu me sentia como se fosse a minha por uma razão estranha. A Alondra já não tinha mais chance nenhuma contra a Daniela, então deixei as mensagens dela pra depois.
Aqui termina essa história... Obrigado por esperar pacientemente, isso tá me tomando mais do que eu aguento. Espero que vocês curtam, e qualquer dúvida, comentário, apoio ou crítica, é só usar os comentários ou mandar mensagem no privado. Se cuidem e comam bem. Até mais, tchau.
1 comentários - Daniela: Fim de Semana Esperado (Sábado)