A água caía nos meus ombros, minha mente não parava de pensar: o que eu fiz!!!!! Eu tinha acabado de casar, essa lua de mel era pra ser como a de todo mundo, sexo sem limites e diversão, e o sexo sem limites eu tive com meu vizinho de quarto, um colombiano que conheci há dois dias. E foi maravilhoso.
Eu amava o Carlos, disso tinha certeza, ele era o homem da minha vida, anos de namoro, conhecíamos todos os segredos um do outro, achava que minha vida sexual ao lado dele era o ápice, até aquela noite, noite louca que vivi, novos sentimentos, novas sensações afloraram em mim.
Descemos pra tomar café sempre no limite do horário, aproveitávamos e era café da manhã e almoço juntos. Entramos no salão, ainda cheio de gente, nos sentamos numa mesa que já estava pronta, deixamos nossas coisas e fomos nos servir. Quando volto e me sento, na mesa paralela à nossa e de frente pra mim, lá estava ele, meu adorável voyeur, Angel, com um chapéu, por isso não o reconheci de cara. Ele estava lindo, aquele gorro caía super bem nele. Comi a fruta que peguei, já nervosa, porque ele sabia que eu estava sentada perto, me olhava e sorria. Me levantei de novo e ele atrás de mim. Tô me servindo, esperando umas torradas, e sinto ele de novo atrás. Tanto o Carlos quanto a esposa dele ficaram nas mesas... "Vão pra praia?" Sim, e vocês? "Também. Quando puder, entra na água sozinha." De novo loucura, não bastou o que aconteceu ontem à noite??? "Não pra mim, minha princesa, lembra que é meu último dia, e quero ficar com você." Nãooo, vamos fazer uma loucura, Angel... "Te espero na água."
E ele foi embora, sem me dar chance de responder. O tempo todo que ficamos no café da manhã, ele não tirou os olhos de mim, me olhava e sorria. Ele é tão gostoso...
Quando chegamos na praia, eles já estavam nas espreguiçadeiras, então eu procurei umas o mais longe possível, tava apavorada que o Carlos percebesse alguma coisa. O dia estava espetacular. Na hora em que estávamos, vejo o Angel indo pro mar sozinho. perguntei pro Carlos se ele queria vir nadar, ele me disse "daqui a pouco", beleeeza, entrei na água, cheguei a uns dez metros dele e fiquei brincando com as ondas. uma me derrubou porque tava mal equilibrada e quando vou voltar, sinto umas mãos tocando minhas pernas, era eleee, olhei assustada pra praia e nossos respectivos, por sorte, estavam tomando sol.
O que cê tá fazendo, é louco?? "...que pele macia" .. a gente tá se arriscando demais... "às três da tarde eu sempre subo pra descansar uma hora, a Elena sempre fica tomando sol, te espero nessa hora no meu quarto" nem louca, o que eu falo pro Carlos..."só um momento, fala que vem no banheiro, te espero".
E sai da água, sem esperar minha resposta de novo. eu fico ali pensando como fazer, vontade eu tinha e muita, ia ver como......
Deram três horas, Carlos tava dormindo depois das duas cervejas que tomou com alguma coisa que comemos, vejo o Angel indo pro hotel e quando ele tá chegando na rua pra atravessar, ele me olha, a gente se olha e eu já sabia o que tinha que fazer, sentei do lado do Carlos e falo, vou ali no hotel Carly, vou no banheiro. cê tá mal? não, não, tô mais confortável no banheiro do quarto, já volto.
Atravesso, subo e bato na porta e lá estava meu colombiano lindo me sorrindo "você veio, linda" tão louca quanto você, e a gente se fundiu no seu abraço e de novo nossas línguas se procuraram, se roçavam, já tava sentindo falta disso, essa calientura nova, nunca tinha sentido com Carlos,
Me deitei e ele do meu lado. Não dizia nada, mas me encostei no ombro dele e acariciava o peito dele sem saber o que fazer ou dizer. Ele acariciava meu cabelo. Beijei ele. Ele respondeu. O beijo se prolongou e minha mão acariciou ele. A gente não se soltava. De novo ele tava duro. Não queria parar de beijar ele. Cada vez mais apaixonado.
Aproveitando o momento, ele se encaixou entre minhas pernas. Sentia o pau dele duro me apertando. Meu nível de tesão também subia. Ele se levantou e baixou a cueca e com habilidade empurrou minha calcinha fio dental me penetrando. Senti ele macio, duro e quente.¡¡Não usei camisinha!!
Mas eu gostava de sentir ela assim. Falei pra ela. Ela respondeu que tava no controle e começou a me foder devagar. Como eu gostava. Já tinha esquecido dos nossos maridos.
Começou com investidas suaves mas profundas, arrancando um gemido meu a cada uma. A respiração dela no meu ouvido e o ombro dela na minha boca enquanto minhas mãos apertavam a bunda dela e arranhavam suas costas. Logo acelerou. Queria que eu gozasse. Eu queria mais.
Parei ela e fiz ela deitar de barriga pra cima. Queria controlar eu. Comecei a mexer meus quadris sem subir e descer, apertando a pica dela contra minha pélvis. Ela gostou. Soltei os braços dela e me apoiei no peito dela. Senti o coração batendo. As mãos dela procuraram minha bunda e minhas coxas. Comecei a cavalgar ela, me deixando cair com força. Soltava o ar dos meus pulmões a cada descida e ela também, numa sinfonia de respirações e gemidos abafados. Pedi pra ela avisar se fosse gozar. Ela não falou nada e continuei minha cavalgada. Já tava perto. Esqueci da camisinha. Só sentia a pica dela. Em instantes vieram as primeiras contrações, me deixando cair pesadamente no peito dela enquanto ela mexia os quadris pra não parar de friccionar dentro de mim. Mordi o ombro dela pra não fazer barulho. Assim que terminei, desmontei. Ela queria mais, embora tivesse perto. Deitei e falei: "O que cê tá esperando pra me dar meu gozo?"
Ela se posicionou com as pernas dos lados da minha cintura e começou a bater punheta me olhando enquanto eu acariciava a perna e a bunda dela. Mas ela tava impaciente e não chegava lá. Eu sabia como fazer. Empurrei a bunda dela pra aproximar a pica da minha boca e ela entendeu o recado. Começou a foder minha boca. Nunca tinha provado um gosto tão forte de mim. Acariciei as bolas dela e em instantes, sem avisar, ela começou a gozar na minha boca com gemidos abafados até se esvaziar e deitar do meu lado. Engoli tudo e rápido, como na primeira noite na sacada, ela me beijou apaixonadamente, misturando nossas salivas e restos do gozo gostoso dela.
Não dava mais tempo, me arrumei e Tinha que descer, já tinha passado mais de meia hora e tava com medo do Carlos voltar. "... calma, vem espiar e a gente vê eles" e a gente se espiou na varanda e procurou eles no meio da praia, coisa que foi fácil por causa da localização dos guarda-sóis do hotel, todos amarelos, e lá estavam os dois largados nas espreguiçadeiras. Ele me abraçou pela cintura e ficou acariciando minha bunda... "isso você não vai me dar????" "cê é louco, nunca fiz isso por aí e já te falei que seria pro meu marido..." "olha como eu tô, só deixa eu acariciar" fiquei apoiada na varanda olhando pros nossos cônjuges, ele beijava meu ombro, meu pescoço, me virei e nossas línguas se encontraram de novo. Esse garoto tava me deixando louca, a gente tinha acabado de terminar e ele já tava duro de novo. Ele se afasta, vai até a mesa de cabeceira, eu olhando pra baixo, ele se abaixa e começa a chupar minha buceta, eu empinei a raba pra fora pra facilitar o trabalho, tudo era fogo. Do nada ele enfia um dedo como na noite anterior, na bunda, "nãooo" eu falo "aí nãoooo..." "só um pouquinho, só o dedo" mas senti que aquele dedo tava muito escorregadio, "o que você colocou?", "um creminho pra não doer", o dedo nada mais. Ele começou a brincar com o dedinho e eu tava gostando e ele não parava de me chupar, tava louca e tesuda. De repente sinto o pau dele na minha bunda, "nãooo, isso não", "só a pontinha, assim eu levo uma lembrança", "nãooo, Angel, não seja malvado, vai doer, isso é muito grosso", "só a pontinha, se doer eu tiro e pronto". Calma, meu amor... relaxa... você vai gozar.
Senti a língua dele entrar no meu cu, tava gostando, tava gostando... depois senti um dos dedos dele que suavemente acariciava meu buraquinho, tentando se enfiar, dei um pulinho quando ele venceu a resistência do meu esfíncter e se enfiou, ali ficou parado um instante até eu me acostumar com ele e começou um vai e vem suave que eu amava, sentia algo muito diferente, como é que eu nunca tinha provado isso antes? Estiquei minha mão procurando o pau dele e quando encontrei, Senti ela firme entre minhas mãos, estava pronta de novo.
—Me dá… quero agora…
Foi tudo que eu disse e levantei minha bunda, ficando de quatro ou “de cachorrinho”, como tinha lido uma vez.
Ele se aproximou por trás de mim e começou a percorrer toda a minha buceta com o pau dele, percebi que era pra lubrificar, com os sucos que escorriam e o sêmen do encontro anterior.
Depois começou bem devagar, senti a ponta do pau dele encostando no meu buraco, ele só falou:
—Relaxa, meu amor… assim você vai gozar…
Obedeci e senti ele entrando, primeiro a cabeça, doeu porque era a primeira vez.
—Ai… Anjo… tá doendo— falei e ele parou.
Depois de uns instantes, continuou empurrando, enquanto acariciava minha vulva pra molhar a mão e com ela lubrificar o pau dele.
Devagar e com muita paciência, foi se enfiando, sentia dor, mas era uma dor diferente, uma sensação totalmente distinta, uma dor na entrada e outra bem diferente lá dentro, aquela cabeçona grande que dilatava todo o meu interior, a dor se espalhava pelo meu corpo e eu sentia ela percorrer minhas costas e chegar até a raiz dos meus cabelos.
—Ai… tá doendo, meu amor… tá doendo, Anjo… mas continua… continua… quero tudo… tudo…
—Você gosta de dar o cu pra puta mais puta de todas as mulheres?— eu quase gritava.
—Siiim… adoro o cu dessa puta…— ele gritou— Meu… meu… meu…
Já tinha ele todo dentro, sentia os ovos dele encostados na minha vulva.
Ele fez um movimento pra tirar… —Ai… meu macho…— foi meu gemido.
Ele meteu de novo até o fundo e já não doeu tanto.
Devagar, começou a aumentar a velocidade… um vai e vem que me fazia gemer, gritar de dor, mas pedir mais e mais.
Ele entrava e saía com uma facilidade que me surpreendia e um prazer que me levava ao auge.
Eu enfiava a mão na minha buceta, amassava meu clitóris, ele com as mãos na minha cintura me comia com violência dessa vez.
De novo senti o tremor em todo o meu ser… invadiu até o fundo do meu ser e eu senti também seus gemidos e bufadas de prazer… senti o cum quente dele se espalhando e enchendo toda a minha bunda… eu tinha entregado o último que me faltava… a última barreira tinha caído.
Ficamos deitados um do lado do outro, sentia minha buceta ardendo.
Angel passou um creme pra aliviar a ardência, mas mais do que aliviar, me excitava sentir o dedo dele com creme no meu cu. Continuamos nos acariciando, até que vi Carlos se levantar da espreguiçadeira e vir em direção ao hotel.
Meu marido está vindo, mas ele não só se levantou e andou pela areia pra depois ir pro mar, eu tinha mais tempo pra ficar com ele.
Você conseguiu o que queria… "gostou da sua menina?" sim, mas tô nervosa se eles subirem, mas amei. Você me desvirginou. Nos beijamos de novo, e eu falei isso é ruim porque vou sentir sua falta "e eu a sua, pena que estamos tão longe" deixamos como uma lembrança linda, Angel, com algo que vai estar sempre ali e você será inesquecível pra mim… "a vida nem sempre é justa" e ele me beijou de novo, não queríamos nos separar, eu tinha me apaixonado como uma menina, como ele dizia. Temos que nos despedir agora… "não, hoje às 3 a gente se despede, ok?" é que não sei se vou conseguir sair hoje à noite, então melhor a gente se despedir agora. Me dá seu telefone e a gente se fala pelo WhatsApp, ok?? " passei meu telefone, que ele já salvou no dele, e depois outro beijo apaixonado, como se fosse o último. Prometemos sair na sacada pra nos despedir.
Naquela noite, eu tinha que cumprir com meu marido, mas a bunda ardia pra caralho, apesar da pomadinha que o Angel tinha passado. Tinha sido minha primeira vez, e eu tinha amado. Transei com o Carlos do jeito de sempre, na rotina, e a gente dormiu. Eu não, esperava nossa hora pra dar tchau pro amor da minha vida.
Mesmo de fio dental pra sair na sacada, tirei igual na primeira noite, e lá estava ele me esperando. Rápido, fez sinal com a mão pra eu chegar a cadeira, e em um minuto tava do meu lado. Foram carinhos, abraços, beijos, mordidas, paixão. Eu tinha me apaixonado perdidamente por alguém que nunca mais ia ver, foram só dois dias... meu adorado voyeur.
Não transamos de novo naquela noite, apesar de estarmos com muito tesão, mas ficamos abraçados, falando da gente. Prometemos nos ver de novo, contamos um monte de coisa que não sabíamos um do outro. Ele trabalhava num banco em Bogotá, a esposa era colega de trabalho, tavam namorando há mais de 4 anos e morando juntos há 2. E enquanto isso, a gente se beijava sem separar a boca um minuto. Um barulho no meu quarto nos alertou, espiei rápido e o Carlos só tinha virado de lado. Senti um pânico danado, e só deu tempo de nos despedirmos, sem querer soltar as mãos de sacada pra sacada.
No dia seguinte, no café da manhã, ele já não estava mais. Uma tristeza infinita me tomou. O Carlos me perguntou o que eu tinha, falei que algo me fez mal e tava com o estômago enjoado. Nunca mais vi o Angel, só nos escrevemos de vez em quando. Sempre lembramos das nossas noites em San Andrés, naquela sacada maravilhosa. A gente tem a promessa de que um dia vai se encontrar de novo... Deus dirá.
Eu amava o Carlos, disso tinha certeza, ele era o homem da minha vida, anos de namoro, conhecíamos todos os segredos um do outro, achava que minha vida sexual ao lado dele era o ápice, até aquela noite, noite louca que vivi, novos sentimentos, novas sensações afloraram em mim.
Descemos pra tomar café sempre no limite do horário, aproveitávamos e era café da manhã e almoço juntos. Entramos no salão, ainda cheio de gente, nos sentamos numa mesa que já estava pronta, deixamos nossas coisas e fomos nos servir. Quando volto e me sento, na mesa paralela à nossa e de frente pra mim, lá estava ele, meu adorável voyeur, Angel, com um chapéu, por isso não o reconheci de cara. Ele estava lindo, aquele gorro caía super bem nele. Comi a fruta que peguei, já nervosa, porque ele sabia que eu estava sentada perto, me olhava e sorria. Me levantei de novo e ele atrás de mim. Tô me servindo, esperando umas torradas, e sinto ele de novo atrás. Tanto o Carlos quanto a esposa dele ficaram nas mesas... "Vão pra praia?" Sim, e vocês? "Também. Quando puder, entra na água sozinha." De novo loucura, não bastou o que aconteceu ontem à noite??? "Não pra mim, minha princesa, lembra que é meu último dia, e quero ficar com você." Nãooo, vamos fazer uma loucura, Angel... "Te espero na água."
E ele foi embora, sem me dar chance de responder. O tempo todo que ficamos no café da manhã, ele não tirou os olhos de mim, me olhava e sorria. Ele é tão gostoso...
Quando chegamos na praia, eles já estavam nas espreguiçadeiras, então eu procurei umas o mais longe possível, tava apavorada que o Carlos percebesse alguma coisa. O dia estava espetacular. Na hora em que estávamos, vejo o Angel indo pro mar sozinho. perguntei pro Carlos se ele queria vir nadar, ele me disse "daqui a pouco", beleeeza, entrei na água, cheguei a uns dez metros dele e fiquei brincando com as ondas. uma me derrubou porque tava mal equilibrada e quando vou voltar, sinto umas mãos tocando minhas pernas, era eleee, olhei assustada pra praia e nossos respectivos, por sorte, estavam tomando sol.
O que cê tá fazendo, é louco?? "...que pele macia" .. a gente tá se arriscando demais... "às três da tarde eu sempre subo pra descansar uma hora, a Elena sempre fica tomando sol, te espero nessa hora no meu quarto" nem louca, o que eu falo pro Carlos..."só um momento, fala que vem no banheiro, te espero".
E sai da água, sem esperar minha resposta de novo. eu fico ali pensando como fazer, vontade eu tinha e muita, ia ver como......
Deram três horas, Carlos tava dormindo depois das duas cervejas que tomou com alguma coisa que comemos, vejo o Angel indo pro hotel e quando ele tá chegando na rua pra atravessar, ele me olha, a gente se olha e eu já sabia o que tinha que fazer, sentei do lado do Carlos e falo, vou ali no hotel Carly, vou no banheiro. cê tá mal? não, não, tô mais confortável no banheiro do quarto, já volto.
Atravesso, subo e bato na porta e lá estava meu colombiano lindo me sorrindo "você veio, linda" tão louca quanto você, e a gente se fundiu no seu abraço e de novo nossas línguas se procuraram, se roçavam, já tava sentindo falta disso, essa calientura nova, nunca tinha sentido com Carlos,
Me deitei e ele do meu lado. Não dizia nada, mas me encostei no ombro dele e acariciava o peito dele sem saber o que fazer ou dizer. Ele acariciava meu cabelo. Beijei ele. Ele respondeu. O beijo se prolongou e minha mão acariciou ele. A gente não se soltava. De novo ele tava duro. Não queria parar de beijar ele. Cada vez mais apaixonado.
Aproveitando o momento, ele se encaixou entre minhas pernas. Sentia o pau dele duro me apertando. Meu nível de tesão também subia. Ele se levantou e baixou a cueca e com habilidade empurrou minha calcinha fio dental me penetrando. Senti ele macio, duro e quente.¡¡Não usei camisinha!!
Mas eu gostava de sentir ela assim. Falei pra ela. Ela respondeu que tava no controle e começou a me foder devagar. Como eu gostava. Já tinha esquecido dos nossos maridos.
Começou com investidas suaves mas profundas, arrancando um gemido meu a cada uma. A respiração dela no meu ouvido e o ombro dela na minha boca enquanto minhas mãos apertavam a bunda dela e arranhavam suas costas. Logo acelerou. Queria que eu gozasse. Eu queria mais.
Parei ela e fiz ela deitar de barriga pra cima. Queria controlar eu. Comecei a mexer meus quadris sem subir e descer, apertando a pica dela contra minha pélvis. Ela gostou. Soltei os braços dela e me apoiei no peito dela. Senti o coração batendo. As mãos dela procuraram minha bunda e minhas coxas. Comecei a cavalgar ela, me deixando cair com força. Soltava o ar dos meus pulmões a cada descida e ela também, numa sinfonia de respirações e gemidos abafados. Pedi pra ela avisar se fosse gozar. Ela não falou nada e continuei minha cavalgada. Já tava perto. Esqueci da camisinha. Só sentia a pica dela. Em instantes vieram as primeiras contrações, me deixando cair pesadamente no peito dela enquanto ela mexia os quadris pra não parar de friccionar dentro de mim. Mordi o ombro dela pra não fazer barulho. Assim que terminei, desmontei. Ela queria mais, embora tivesse perto. Deitei e falei: "O que cê tá esperando pra me dar meu gozo?"
Ela se posicionou com as pernas dos lados da minha cintura e começou a bater punheta me olhando enquanto eu acariciava a perna e a bunda dela. Mas ela tava impaciente e não chegava lá. Eu sabia como fazer. Empurrei a bunda dela pra aproximar a pica da minha boca e ela entendeu o recado. Começou a foder minha boca. Nunca tinha provado um gosto tão forte de mim. Acariciei as bolas dela e em instantes, sem avisar, ela começou a gozar na minha boca com gemidos abafados até se esvaziar e deitar do meu lado. Engoli tudo e rápido, como na primeira noite na sacada, ela me beijou apaixonadamente, misturando nossas salivas e restos do gozo gostoso dela.
Não dava mais tempo, me arrumei e Tinha que descer, já tinha passado mais de meia hora e tava com medo do Carlos voltar. "... calma, vem espiar e a gente vê eles" e a gente se espiou na varanda e procurou eles no meio da praia, coisa que foi fácil por causa da localização dos guarda-sóis do hotel, todos amarelos, e lá estavam os dois largados nas espreguiçadeiras. Ele me abraçou pela cintura e ficou acariciando minha bunda... "isso você não vai me dar????" "cê é louco, nunca fiz isso por aí e já te falei que seria pro meu marido..." "olha como eu tô, só deixa eu acariciar" fiquei apoiada na varanda olhando pros nossos cônjuges, ele beijava meu ombro, meu pescoço, me virei e nossas línguas se encontraram de novo. Esse garoto tava me deixando louca, a gente tinha acabado de terminar e ele já tava duro de novo. Ele se afasta, vai até a mesa de cabeceira, eu olhando pra baixo, ele se abaixa e começa a chupar minha buceta, eu empinei a raba pra fora pra facilitar o trabalho, tudo era fogo. Do nada ele enfia um dedo como na noite anterior, na bunda, "nãooo" eu falo "aí nãoooo..." "só um pouquinho, só o dedo" mas senti que aquele dedo tava muito escorregadio, "o que você colocou?", "um creminho pra não doer", o dedo nada mais. Ele começou a brincar com o dedinho e eu tava gostando e ele não parava de me chupar, tava louca e tesuda. De repente sinto o pau dele na minha bunda, "nãooo, isso não", "só a pontinha, assim eu levo uma lembrança", "nãooo, Angel, não seja malvado, vai doer, isso é muito grosso", "só a pontinha, se doer eu tiro e pronto". Calma, meu amor... relaxa... você vai gozar.
Senti a língua dele entrar no meu cu, tava gostando, tava gostando... depois senti um dos dedos dele que suavemente acariciava meu buraquinho, tentando se enfiar, dei um pulinho quando ele venceu a resistência do meu esfíncter e se enfiou, ali ficou parado um instante até eu me acostumar com ele e começou um vai e vem suave que eu amava, sentia algo muito diferente, como é que eu nunca tinha provado isso antes? Estiquei minha mão procurando o pau dele e quando encontrei, Senti ela firme entre minhas mãos, estava pronta de novo.
—Me dá… quero agora…
Foi tudo que eu disse e levantei minha bunda, ficando de quatro ou “de cachorrinho”, como tinha lido uma vez.
Ele se aproximou por trás de mim e começou a percorrer toda a minha buceta com o pau dele, percebi que era pra lubrificar, com os sucos que escorriam e o sêmen do encontro anterior.
Depois começou bem devagar, senti a ponta do pau dele encostando no meu buraco, ele só falou:
—Relaxa, meu amor… assim você vai gozar…
Obedeci e senti ele entrando, primeiro a cabeça, doeu porque era a primeira vez.
—Ai… Anjo… tá doendo— falei e ele parou.
Depois de uns instantes, continuou empurrando, enquanto acariciava minha vulva pra molhar a mão e com ela lubrificar o pau dele.
Devagar e com muita paciência, foi se enfiando, sentia dor, mas era uma dor diferente, uma sensação totalmente distinta, uma dor na entrada e outra bem diferente lá dentro, aquela cabeçona grande que dilatava todo o meu interior, a dor se espalhava pelo meu corpo e eu sentia ela percorrer minhas costas e chegar até a raiz dos meus cabelos.
—Ai… tá doendo, meu amor… tá doendo, Anjo… mas continua… continua… quero tudo… tudo…
—Você gosta de dar o cu pra puta mais puta de todas as mulheres?— eu quase gritava.
—Siiim… adoro o cu dessa puta…— ele gritou— Meu… meu… meu…
Já tinha ele todo dentro, sentia os ovos dele encostados na minha vulva.
Ele fez um movimento pra tirar… —Ai… meu macho…— foi meu gemido.
Ele meteu de novo até o fundo e já não doeu tanto.
Devagar, começou a aumentar a velocidade… um vai e vem que me fazia gemer, gritar de dor, mas pedir mais e mais.
Ele entrava e saía com uma facilidade que me surpreendia e um prazer que me levava ao auge.
Eu enfiava a mão na minha buceta, amassava meu clitóris, ele com as mãos na minha cintura me comia com violência dessa vez.
De novo senti o tremor em todo o meu ser… invadiu até o fundo do meu ser e eu senti também seus gemidos e bufadas de prazer… senti o cum quente dele se espalhando e enchendo toda a minha bunda… eu tinha entregado o último que me faltava… a última barreira tinha caído.
Ficamos deitados um do lado do outro, sentia minha buceta ardendo.
Angel passou um creme pra aliviar a ardência, mas mais do que aliviar, me excitava sentir o dedo dele com creme no meu cu. Continuamos nos acariciando, até que vi Carlos se levantar da espreguiçadeira e vir em direção ao hotel.
Meu marido está vindo, mas ele não só se levantou e andou pela areia pra depois ir pro mar, eu tinha mais tempo pra ficar com ele.
Você conseguiu o que queria… "gostou da sua menina?" sim, mas tô nervosa se eles subirem, mas amei. Você me desvirginou. Nos beijamos de novo, e eu falei isso é ruim porque vou sentir sua falta "e eu a sua, pena que estamos tão longe" deixamos como uma lembrança linda, Angel, com algo que vai estar sempre ali e você será inesquecível pra mim… "a vida nem sempre é justa" e ele me beijou de novo, não queríamos nos separar, eu tinha me apaixonado como uma menina, como ele dizia. Temos que nos despedir agora… "não, hoje às 3 a gente se despede, ok?" é que não sei se vou conseguir sair hoje à noite, então melhor a gente se despedir agora. Me dá seu telefone e a gente se fala pelo WhatsApp, ok?? " passei meu telefone, que ele já salvou no dele, e depois outro beijo apaixonado, como se fosse o último. Prometemos sair na sacada pra nos despedir.
Naquela noite, eu tinha que cumprir com meu marido, mas a bunda ardia pra caralho, apesar da pomadinha que o Angel tinha passado. Tinha sido minha primeira vez, e eu tinha amado. Transei com o Carlos do jeito de sempre, na rotina, e a gente dormiu. Eu não, esperava nossa hora pra dar tchau pro amor da minha vida.Mesmo de fio dental pra sair na sacada, tirei igual na primeira noite, e lá estava ele me esperando. Rápido, fez sinal com a mão pra eu chegar a cadeira, e em um minuto tava do meu lado. Foram carinhos, abraços, beijos, mordidas, paixão. Eu tinha me apaixonado perdidamente por alguém que nunca mais ia ver, foram só dois dias... meu adorado voyeur.
Não transamos de novo naquela noite, apesar de estarmos com muito tesão, mas ficamos abraçados, falando da gente. Prometemos nos ver de novo, contamos um monte de coisa que não sabíamos um do outro. Ele trabalhava num banco em Bogotá, a esposa era colega de trabalho, tavam namorando há mais de 4 anos e morando juntos há 2. E enquanto isso, a gente se beijava sem separar a boca um minuto. Um barulho no meu quarto nos alertou, espiei rápido e o Carlos só tinha virado de lado. Senti um pânico danado, e só deu tempo de nos despedirmos, sem querer soltar as mãos de sacada pra sacada.
No dia seguinte, no café da manhã, ele já não estava mais. Uma tristeza infinita me tomou. O Carlos me perguntou o que eu tinha, falei que algo me fez mal e tava com o estômago enjoado. Nunca mais vi o Angel, só nos escrevemos de vez em quando. Sempre lembramos das nossas noites em San Andrés, naquela sacada maravilhosa. A gente tem a promessa de que um dia vai se encontrar de novo... Deus dirá.
3 comentários - Lua de Mel IV (final)
Pregunta que paso con la zaga que comenso en Florianolpolis? ......nos dejaste en cambio..jaja