Passei cedo pra buscar meu amigo Carlos na casa dele, ele veio me receber e subimos pra casa dele, uma propriedade com 6 moradias. Fui cumprimentando cada pessoa pelo corredor, até que finalmente chegamos na escada dele, uma mina bem gostosa tava bloqueando a passagem. —Minha esposa.. —Ele disse...
Não consegui evitar notar o quão fantástica era a aparência dela, óbvio que ela percebeu, embora eu imagine que já devia estar acostumada com os olhares do Carlos... Depois que entramos, Carlos me serviu um café e disse que ia tomar um banho rápido, então fiquei sentado olhando pra fora pela porta, quando de repente entrou o Sol, a Yesênia entrou com um balde d'água, e eu me apressei pra ajudar, perguntei se tinha mais um e ela disse que só mais um par... Desci pra pegar, subindo tudo ao mesmo tempo, assim que entrei ela soltou um "uau" vendo meus braços, e gritou pro Carlos que já tinha "ajudante" pra semana... Fiquei sem graça com o que ela disse, e voltei a sentar, logo ela se serviu e fez companhia pra mim... Conversando, ela me disse que tavam há 4 meses com esse problema de água, me ofereci pra dar uma olhada, e foi aí que vi um vazamento fácil de consertar, mas só daria pra fazer no fim de semana... Depois o Carlos saiu, e disse pra Yesênia que se ela quisesse, podíamos deixar ela no supermercado, então ela entrou no quarto e se trocou rápido, a porta do quarto dela não fechou direito e do meu lugar pude ver demais sem conseguir evitar...
Que peitos enormes, pensei. Depois ela saiu e eu fingi demência... Fazendo de conta que não vi nada. •Chegou o sábado, fui pra casa do meu amigo levando minha ferramenta, chamei umas vezes, e saiu a Yesênia, ela tinha acabado de levantar da cama, me disse que o Carlos tinha saído bem cedo, tomamos um café e batemos um papo, fui pro local do cano, e mãos à obra. Enquanto isso, ela tomou um banho e, toda gostosa, começou a arrumar a casa. É natural ficar imaginando novela na cabeça quando se está a sós com uma mulher, ainda mais depois de já ter visto um pouco dela, maaas tinha que apagar esses desejos, pelo nosso bem... •Quando terminei, testei o fluxo da água, e não passava. Intrigado, comentei com a Yesênia, ela disse que precisava abrir o registro que ficava na entrada dos apartamentos, e então desci pra ver isso. Os olhares safados das vizinhas eram um elogio, não faltou aquela que falou alto: — Quando terminar, vem ver meu cano... Haha, muito divertido isso. Voltei e vi que pelo menos não vazava nem uma gota. Yesênia, contente, me agradeceu e pediu pra eu ficar pra almoçar, fazendo companhia pra eles. •Me ofereci pra preparar o ensopado junto com ela, ela insistia que eu fazia ou sabia mais que um homem comum. Bom, a resposta é fácil: — Tô há 10 anos morando sozinho, então sou prático, senão não como... •Depois ela disse que ia trocar de roupa pra receber o Carlos, foi pro quarto, e de novo a porta não ficou totalmente fechada, e eu fiquei olhando.
Espectacular vista do corpo nu, meu pau também agradeceu, foram só minutos, com intenção ou não da parte dela, que importava, que mulher tão gostosa... Pouco depois o Carlos chegou e juntos comemos e conversamos.. surgiu o assunto de "reconstruir a casa", fazer reformas e tal, puxa, achei curioso o Carlos não fazer isso.. Chegou a tarde e eu me despedi, falei que teria que alugar uma casa por um mês, minha casa ia ser dedetizada e eu não podia ficar lá.. os dois falaram ao mesmo tempo: -Fica aqui... -Nãoooo.. respondi, e completei.. -tenho hábitos muito estranhos, haha, tentando recusar a oferta dos dois.. Mas então, comecei a morar com eles.. •Passaram os primeiros 15 dias, pelo menos em 6 ocasiões tive a sorte de ver a Yesênia nua ou seminua, sem querer já sonhava com ela, tinha ereções a maior parte do tempo, e resolvi falar pro Carlos que seria melhor eu procurar outro lugar, diante da insistência dos "Não" dele, acabei confessando o que sentia... Ele me olhou fixo, e perguntou sério: -Isso te incomoda de verdade? E fechou o papo com um sonoro NÃO... •Bom, tinha que aceitar que era um convite delicioso, me senti lisonjeado, então.... era só me deixar seduzir pela Yesênia... Passaram 3 dias da conversa com o Carlos, naquela noite cheguei um pouco tarde, vi luz no quarto deles, a porta estava meio aberta, fui cumprimentar, e puta merda, a Yesênia se masturbava gostosamente fechando os olhos a três dedos....
Fiquei olhando com atenção praquela buceta aberta, cheia de sucos. Quando dei ré, ela abriu os olhos, acenei todo bobo, e ela se ofereceu pra me dar um lanche... Fui no banheiro e lavei o rosto, queria tomar um banho de água gelada. Quando saí, ela já tava no fogão com a janta pronta, e com dois pratos foi pra mesa. Era tão difícil ficar tranquilo, dava pra perceber de longe, e ela se divertia com isso... principalmente por causa da roupinha minúscula e leve que ela tava usando. Me perguntou qual filme a gente ia ver aquela noite, respondi que tava morto de cansaço, ela sorriu e se ofereceu pra me massagear — Ah não, obrigado, Yesênia, só vou tomar banho e dormir... Peguei minhas coisas e dei uns beijinhos no rosto dela... •Depois do banho, peguei um livro de leitura erótica, e desde as primeiras linhas, foi um fracasso total pra minha mente, em cada página eu via a Yesênia de pernas abertas, e exausto, caí no travesseiro... Sonhei que ela acariciava meu pau, chupava ele, que eu virava ela e a gente fazia um 69 mega delicioso... Ela pedia pra eu penetrar ela, e quando eu levantei e coloquei ela de quatro... Um movimento estranho me fez acordar..
É verdade, tava rolando... ela tava em cima de mim chupando meu pau, naquele momento, nem a presença do meu amigo faria eu tirar ela dali.. fechei meus olhos acariciando ela por todos os cantos do corpo dela, ela devorou meu pau até a base, num mar de saliva, fui me movendo entre vai e vem bem suaves pra não machucar a boca linda dela, enquanto ela segurava meu quadril e me fazia bombear devagarzinho... Pegou minhas bolas e puxava elas pela base, e fazia como se estivesse masturbando elas, acariciou também meu períneo, entre as bolas e o cu, começou a acariciar esse último, e enfiou um dedo... o prazer foi pras nuvens, deixei ela fazer a santa vontade dela, me fez uma punheta com a boca, tão rápido, que gozei um leite brabo, ela continuou agarrada no meu pau mole incentivando minha bunda... E me recuperar foi fantástico, não esperava tão rápido hahaha.. Subiu e arqueando as pernas, montou em cima cavalgando, enfiou meu pau de uma vez, e era real como ela tava curtindo e do mesmo jeito me levava a curtir também..
Segurei a bunda linda e enorme dela, enfiei os dedos de cada mão e abri suas nádegas. Conforme ela se mexia, a pele branca dela ganhava um tom vermelho, de tanto prazer que transbordava ao se sentir tão exposta, com a buceta aberta. Adorei descobrir que a bunda dela era o portal do desejo e da luxúria dela... E foi aí que me dediquei por inteiro a superestimular ela por trás... Ela suava gotas grossas pra caralho, mais do que gemer, ela gritava, se agarrava na minha pele com a força das unhas dela. Tive medo de que as outras percebessem, tentei fazer com que ela não fosse tão escandalosa assim, e ela me disse quase gritando, mas bem docemente: — Cala a boca e me dá logo o teu gozo... Então segurei ela pelos quadris e comecei a bombear, fazendo círculos bem pequenos. Senti pela enésima vez os orgasmos dela, o jeito que os anéis vaginais dela se apertavam quando isso acontecia. E naquele momento, soltei uma quantidade de gozo que achei que nunca ia me recuperar... E ela também gozou, descarregando uma grande multiorgasmia. Ficamos descansando assim por um bom tempo, meu pau ficou preso dentro da buceta dela, acho que não estava nos planos dela me soltar. Depois, por sorte, ela se soltou pra ir ao banheiro e voltou com mais gás. Ela sentou perto da minha cabeça, e eu entendi o recado. Comecei a chupar a buceta dela, e ela mexia os quadris, esfregando o clitóris no meu rosto. Virei ela, colocando o corpo dela de quatro, e continuei na buceta dela. Passei pro cu dela, e ela soltou gritinhos de excitação. Isso eletrizou meus desejos, e lubrifiquei meu pau com a mistura dos sucos dos dois. Me acomodei e, depois de esfregar meu pau, apontei pra entrada do cu dela. Enquanto ela soltava uma série de palavrões, se empurrando pra trás, fui penetrando bem suave e devagar. Ficava fascinado com o jeito que ela mexia os esfíncteres, à vontade, conforme eu entrava nela...
•E se eu penetrasse ela vaginalmente era uma loucura como ela se mexia, analmente era uma experiência total, ela mexia tanto os quadris, quase dando giros como pneu de carro, eu me agarrei forte nas nádegas dela abrindo elas de par em par, e com empurrões comecei a bombear ela, a cama retumbava batendo contra a parede, e ela dando gritos espetaculares, já pouco me importava se ouvissem ou não... E quando eu joguei minha descarga de porra nela, ela contraiu os esfíncteres tanto, que senti como se estivesse espremendo até a última gota... •Passamos uma noite sem igual nos conhecendo, em algum momento cochilamos e com o sol eu a acompanhei até o quarto dela, •Em breve chegou Carlos, eu o recebi com um café, conversando eu confessei a ele sobre a Yesênia, ele me olhou muito sério... esperava a porrada, no entanto ele me pegou pelas mãos, e com um sorriso meio estranho pra mim, me agradeceu, Surpresa Extrema, ele me confessou que a amava, mas ter sexo anal... de jeito nenhum... Poxa, isso sim era realmente complexo pra eu explicar pra ele... Não que ele não soubesse "como fazer".... era só que ele tinha nojo por ser uma zona suja.. •Por sorte, ele entendeu, junto com Amar uma pessoa, não tem nada de errado nisso... E eu decidi me afastar dali levando o passo de um enorme e inexplorado temperamento.
Não consegui evitar notar o quão fantástica era a aparência dela, óbvio que ela percebeu, embora eu imagine que já devia estar acostumada com os olhares do Carlos... Depois que entramos, Carlos me serviu um café e disse que ia tomar um banho rápido, então fiquei sentado olhando pra fora pela porta, quando de repente entrou o Sol, a Yesênia entrou com um balde d'água, e eu me apressei pra ajudar, perguntei se tinha mais um e ela disse que só mais um par... Desci pra pegar, subindo tudo ao mesmo tempo, assim que entrei ela soltou um "uau" vendo meus braços, e gritou pro Carlos que já tinha "ajudante" pra semana... Fiquei sem graça com o que ela disse, e voltei a sentar, logo ela se serviu e fez companhia pra mim... Conversando, ela me disse que tavam há 4 meses com esse problema de água, me ofereci pra dar uma olhada, e foi aí que vi um vazamento fácil de consertar, mas só daria pra fazer no fim de semana... Depois o Carlos saiu, e disse pra Yesênia que se ela quisesse, podíamos deixar ela no supermercado, então ela entrou no quarto e se trocou rápido, a porta do quarto dela não fechou direito e do meu lugar pude ver demais sem conseguir evitar...
Que peitos enormes, pensei. Depois ela saiu e eu fingi demência... Fazendo de conta que não vi nada. •Chegou o sábado, fui pra casa do meu amigo levando minha ferramenta, chamei umas vezes, e saiu a Yesênia, ela tinha acabado de levantar da cama, me disse que o Carlos tinha saído bem cedo, tomamos um café e batemos um papo, fui pro local do cano, e mãos à obra. Enquanto isso, ela tomou um banho e, toda gostosa, começou a arrumar a casa. É natural ficar imaginando novela na cabeça quando se está a sós com uma mulher, ainda mais depois de já ter visto um pouco dela, maaas tinha que apagar esses desejos, pelo nosso bem... •Quando terminei, testei o fluxo da água, e não passava. Intrigado, comentei com a Yesênia, ela disse que precisava abrir o registro que ficava na entrada dos apartamentos, e então desci pra ver isso. Os olhares safados das vizinhas eram um elogio, não faltou aquela que falou alto: — Quando terminar, vem ver meu cano... Haha, muito divertido isso. Voltei e vi que pelo menos não vazava nem uma gota. Yesênia, contente, me agradeceu e pediu pra eu ficar pra almoçar, fazendo companhia pra eles. •Me ofereci pra preparar o ensopado junto com ela, ela insistia que eu fazia ou sabia mais que um homem comum. Bom, a resposta é fácil: — Tô há 10 anos morando sozinho, então sou prático, senão não como... •Depois ela disse que ia trocar de roupa pra receber o Carlos, foi pro quarto, e de novo a porta não ficou totalmente fechada, e eu fiquei olhando.
Espectacular vista do corpo nu, meu pau também agradeceu, foram só minutos, com intenção ou não da parte dela, que importava, que mulher tão gostosa... Pouco depois o Carlos chegou e juntos comemos e conversamos.. surgiu o assunto de "reconstruir a casa", fazer reformas e tal, puxa, achei curioso o Carlos não fazer isso.. Chegou a tarde e eu me despedi, falei que teria que alugar uma casa por um mês, minha casa ia ser dedetizada e eu não podia ficar lá.. os dois falaram ao mesmo tempo: -Fica aqui... -Nãoooo.. respondi, e completei.. -tenho hábitos muito estranhos, haha, tentando recusar a oferta dos dois.. Mas então, comecei a morar com eles.. •Passaram os primeiros 15 dias, pelo menos em 6 ocasiões tive a sorte de ver a Yesênia nua ou seminua, sem querer já sonhava com ela, tinha ereções a maior parte do tempo, e resolvi falar pro Carlos que seria melhor eu procurar outro lugar, diante da insistência dos "Não" dele, acabei confessando o que sentia... Ele me olhou fixo, e perguntou sério: -Isso te incomoda de verdade? E fechou o papo com um sonoro NÃO... •Bom, tinha que aceitar que era um convite delicioso, me senti lisonjeado, então.... era só me deixar seduzir pela Yesênia... Passaram 3 dias da conversa com o Carlos, naquela noite cheguei um pouco tarde, vi luz no quarto deles, a porta estava meio aberta, fui cumprimentar, e puta merda, a Yesênia se masturbava gostosamente fechando os olhos a três dedos....
Fiquei olhando com atenção praquela buceta aberta, cheia de sucos. Quando dei ré, ela abriu os olhos, acenei todo bobo, e ela se ofereceu pra me dar um lanche... Fui no banheiro e lavei o rosto, queria tomar um banho de água gelada. Quando saí, ela já tava no fogão com a janta pronta, e com dois pratos foi pra mesa. Era tão difícil ficar tranquilo, dava pra perceber de longe, e ela se divertia com isso... principalmente por causa da roupinha minúscula e leve que ela tava usando. Me perguntou qual filme a gente ia ver aquela noite, respondi que tava morto de cansaço, ela sorriu e se ofereceu pra me massagear — Ah não, obrigado, Yesênia, só vou tomar banho e dormir... Peguei minhas coisas e dei uns beijinhos no rosto dela... •Depois do banho, peguei um livro de leitura erótica, e desde as primeiras linhas, foi um fracasso total pra minha mente, em cada página eu via a Yesênia de pernas abertas, e exausto, caí no travesseiro... Sonhei que ela acariciava meu pau, chupava ele, que eu virava ela e a gente fazia um 69 mega delicioso... Ela pedia pra eu penetrar ela, e quando eu levantei e coloquei ela de quatro... Um movimento estranho me fez acordar..
É verdade, tava rolando... ela tava em cima de mim chupando meu pau, naquele momento, nem a presença do meu amigo faria eu tirar ela dali.. fechei meus olhos acariciando ela por todos os cantos do corpo dela, ela devorou meu pau até a base, num mar de saliva, fui me movendo entre vai e vem bem suaves pra não machucar a boca linda dela, enquanto ela segurava meu quadril e me fazia bombear devagarzinho... Pegou minhas bolas e puxava elas pela base, e fazia como se estivesse masturbando elas, acariciou também meu períneo, entre as bolas e o cu, começou a acariciar esse último, e enfiou um dedo... o prazer foi pras nuvens, deixei ela fazer a santa vontade dela, me fez uma punheta com a boca, tão rápido, que gozei um leite brabo, ela continuou agarrada no meu pau mole incentivando minha bunda... E me recuperar foi fantástico, não esperava tão rápido hahaha.. Subiu e arqueando as pernas, montou em cima cavalgando, enfiou meu pau de uma vez, e era real como ela tava curtindo e do mesmo jeito me levava a curtir também..
Segurei a bunda linda e enorme dela, enfiei os dedos de cada mão e abri suas nádegas. Conforme ela se mexia, a pele branca dela ganhava um tom vermelho, de tanto prazer que transbordava ao se sentir tão exposta, com a buceta aberta. Adorei descobrir que a bunda dela era o portal do desejo e da luxúria dela... E foi aí que me dediquei por inteiro a superestimular ela por trás... Ela suava gotas grossas pra caralho, mais do que gemer, ela gritava, se agarrava na minha pele com a força das unhas dela. Tive medo de que as outras percebessem, tentei fazer com que ela não fosse tão escandalosa assim, e ela me disse quase gritando, mas bem docemente: — Cala a boca e me dá logo o teu gozo... Então segurei ela pelos quadris e comecei a bombear, fazendo círculos bem pequenos. Senti pela enésima vez os orgasmos dela, o jeito que os anéis vaginais dela se apertavam quando isso acontecia. E naquele momento, soltei uma quantidade de gozo que achei que nunca ia me recuperar... E ela também gozou, descarregando uma grande multiorgasmia. Ficamos descansando assim por um bom tempo, meu pau ficou preso dentro da buceta dela, acho que não estava nos planos dela me soltar. Depois, por sorte, ela se soltou pra ir ao banheiro e voltou com mais gás. Ela sentou perto da minha cabeça, e eu entendi o recado. Comecei a chupar a buceta dela, e ela mexia os quadris, esfregando o clitóris no meu rosto. Virei ela, colocando o corpo dela de quatro, e continuei na buceta dela. Passei pro cu dela, e ela soltou gritinhos de excitação. Isso eletrizou meus desejos, e lubrifiquei meu pau com a mistura dos sucos dos dois. Me acomodei e, depois de esfregar meu pau, apontei pra entrada do cu dela. Enquanto ela soltava uma série de palavrões, se empurrando pra trás, fui penetrando bem suave e devagar. Ficava fascinado com o jeito que ela mexia os esfíncteres, à vontade, conforme eu entrava nela...
•E se eu penetrasse ela vaginalmente era uma loucura como ela se mexia, analmente era uma experiência total, ela mexia tanto os quadris, quase dando giros como pneu de carro, eu me agarrei forte nas nádegas dela abrindo elas de par em par, e com empurrões comecei a bombear ela, a cama retumbava batendo contra a parede, e ela dando gritos espetaculares, já pouco me importava se ouvissem ou não... E quando eu joguei minha descarga de porra nela, ela contraiu os esfíncteres tanto, que senti como se estivesse espremendo até a última gota... •Passamos uma noite sem igual nos conhecendo, em algum momento cochilamos e com o sol eu a acompanhei até o quarto dela, •Em breve chegou Carlos, eu o recebi com um café, conversando eu confessei a ele sobre a Yesênia, ele me olhou muito sério... esperava a porrada, no entanto ele me pegou pelas mãos, e com um sorriso meio estranho pra mim, me agradeceu, Surpresa Extrema, ele me confessou que a amava, mas ter sexo anal... de jeito nenhum... Poxa, isso sim era realmente complexo pra eu explicar pra ele... Não que ele não soubesse "como fazer".... era só que ele tinha nojo por ser uma zona suja.. •Por sorte, ele entendeu, junto com Amar uma pessoa, não tem nada de errado nisso... E eu decidi me afastar dali levando o passo de um enorme e inexplorado temperamento.
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