Como descobri que minha irmã adora meu pau (parte II)

Fala, galera! Valeu demais pelos pontos e comentários. A história tá seguindo e espero que vocês curtam o rumo que ela tá tomando.

Pra quem não leu a primeira parte, vou deixar o link aqui: http://www.poringa.net/posts/relatos/3664815/Como-descubri-que-mi-hermana-adora-mi-cock-parte-I.html

Agora sim, vou deixar a segunda parte pra vocês se divertirem.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Capítulo 2

—Ei, o aniversário do Charly é na outra sexta à noite. Você vai vir, né? — me perguntou a Clara do outro lado da mesa. A gente tinha acabado de almoçar na casa dos meus pais, como era de costume quase todo domingo.

O Charly era um amigo em comum que a gente tinha, ele cresceu com a gente no mesmo bairro antes de se mudar pra outra área uns cinco anos atrás. Mas no ano passado ele se mudou pra perto de onde meus pais e minha irmã moravam, e a gente conseguiu retomar o contato. Agora ele tava namorando e parecia bem, nada a ver com o cara que costumava transar com a primeira que desse mole pra ele numa balada.

— Sei lá, acho que sim. — respondi, pensando que teria que avisar a Erica que naquela noite ela não poderia contar comigo. Era uma situação complicada, já que nos fins de semana quase sempre tinha alguma cliente esperando me encontrar disponível. Ou encontrar meu pau disponível, melhor dizendo. — Mas na real não conheço quase ninguém. — completei, pra me justificar um pouco caso a Erica não desse o OK.

— Qualé, o Charly tá te esperando. — insistiu minha irmã. — Olha que a gente vai com as meninas.

— Ah, é mesmo? — comentei de passagem, como quem não quer nada. A Jessica e a Betty eu conhecia desde sempre. As duas tinham a mesma idade da minha irmã e eram inseparáveis desde o jardim de infância. Eram filhas únicas das suas famílias, então eu era o mais próximo de um irmão mais novo que elas tinham. Se elas fossem, era quase garantia de que eu ia me divertir. — Beleza, depois te confirmo.

— Ah, ele... Se fazendo de difícil... — começou a me provocar. — Aposto que no final você vai dizer que sim. — encerrou com um sorriso.

— Como você é chata, maninha.

— Maninha? Sou mais velha que você, muleque. Tenho quase dois anos a mais. — respondeu indignada.

— Eu tenho duas cabeças a mais que você. — rebati com um sorriso. Ela sempre reclamou do fato de eu ser tão alto enquanto ela mal tinha crescido alguns centímetros durante sua adolescência.
- Um grandão inútil. – Respondeu em voz baixa, mas não tão baixa que ninguém ouvisse.
- Bom, não vamos começar uma discussão agora. – Meu velho me cortou quando eu estava prestes a responder pra Clara. - Como é que você tá indo com os estudos? – Era uma tentativa clara do meu velho de mudar de assunto, e Clara já tinha se levantado, o que significava que ela ficou com a última palavra.
- Bem, dentro do possível. – A verdade é que eu tava na faculdade na base do sufoco. O trampo tinha horários muito variados, e isso não ajudava nada pra assistir às aulas. De qualquer forma, também não perdia o sono por causa disso; com o que eu ganhava no meu serviço, não tinha chance de um diploma universitário me abrir portas pra um salário melhor, mas preferia manter as aparências pra meus pais não encherem o saco com esse assunto.
- Ainda falta muito? – A maldita pergunta de sempre. Não tinha um domingo que meu velho não me perguntasse isso.
- Falta o que falta, velho. Não sei quanto tempo pode levar. – Minha resposta era automática, quase como se tivesse uma gravação que tocava sozinha assim que eu ouvia essa pergunta. – Bom, vou pro meu quarto um pouquinho – Falei, me levantando pra não ter que aguentar mais um dos sermões do meu velho sobre a importância de terminar uma faculdade, de como minha irmã finalmente tinha se formado no fim do ano passado, de que ela tinha um bom emprego no centro, e as mesmas coisas de sempre.

Minha irmã tinha conseguido um trampo num escritório grande da cidade e ganhava bem, mas eu tinha certeza de que ganhava melhor. Uma pena não poder falar isso na cara dela, porque ninguém sabia o que eu realmente fazia. De acordo com a história que eu tinha inventado pra eles, trabalhava como assistente num escritório de contabilidade pequeno, e tinha que ir de um lado pro outro da cidade. Isso me dava uma boa desculpa pros meus horários tão variados no gloryhole.

De qualquer forma, eles também não sabiam exatamente quanto eu ganhava, porque não tinha como um Um emprego que pagasse tão bem, e eu não tava a fim de ver a cara de choque dos meus velhos se descobrissem de onde vinha a grana de verdade. Subi a escada pro meu quarto no primeiro andar pensando nisso tudo, e em como ia lidar com a Erica sobre a possibilidade de folgar na sexta à noite, quando passei pelo corredor e vi a porta aberta do quarto da minha irmã, que naquele momento tava se trocando de costas pra mim.

Uma cascata ruiva caía até a metade das costas dela, então não dava pra ver muito da camiseta branca. Mas não foi isso que me chamou a atenção, e sim o espetáculo que rolava uns centímetros mais embaixo: a Clara tava abaixando até os tornozelos a calça jeans que ela usou no almoço.

Eu sempre soube que minha irmã tinha um corpinho bom, mas ver a bunda dela quase nua, só coberta por uma fio dental branca, enquanto ela vestia um shortinho preto de algodão, era uma parada completamente diferente. Foram só uns segundos, mas deu pra sentir uma certa reação no meu meio das pernas. Será que ela sempre teve uma bunda tão gostosa? Dava pra ver que era bem trabalhada, aquela raba parecia esculpida de tão bonita que era. A fio dental se enfiava bem no meio das nádegas, e agora ela tava começando a tirar a camiseta.

— Tá olhando o quê? — A pergunta me tirou do transe. Minha irmã percebeu que eu tava no corredor. Ela ficou completamente vermelha, mas ao mesmo tempo a raiva não demorou a aparecer na cara dela. Ela veio correndo até a porta e bateu ela, gritando: — SEU IDIOTA!

— E não seria melhor se você deixasse a porta fechada? — Falei alto pela porta enquanto me afastava.

— ESTÚPIDO! — Ainda ouvi a resposta dela, mesmo já abrindo a porta do meu quarto.

Finalmente entrei no meu quarto e me joguei na cama pra tentar acalmar a cabeça. Olhei em volta, encontrando algumas lembranças dos anos que passei ali. Fazia um tempo que eu tinha me mudado, mas sempre era Foi e seria meu quarto. Mas minha pica parecia decidida a não esquecer a bunda da Clara e como a tanga se enfiava nela. Que porra tava acontecendo comigo? Era minha irmã!
Algo não tava certo comigo, não podia ser que eu tivesse ficado excitado com minha irmã. Era minha irmãzinha, por mais que ela fosse a mais velha, não dava pra ver ela de outro jeito. Sim, ela era gostosa, não tinha como negar, mas daí a realmente pensar nela como mulher era um passo que eu nunca tinha cogitado.
— Mas a puta da mãe... — Falei baixinho, enquanto sentia minha ereção seguir seu caminho até me deixar de pau duro.
Resolvi mandar uma mensagem pra Erica pra tirar a imagem da bunda da minha irmã da cabeça. Sempre era complicado negociar com minha chefe, mas depois de tanto tempo eu tinha ganhado uma certa confiança com ela. Diferente de alguns dos meus colegas de lá, eu nunca tinha gerado nenhuma reclamação. As clientas iam embora sempre satisfeitas e eu cumpria com minhas análises e com os conselhos que a médica do grupo me dava. Nesse sentido, minha dedicação ao trabalho era exemplar e me dava uma certa margem pra algumas exceções.
—Fala, chefia. Queria te pedir um favor.
-O que você precisa?– Respondeu uns segundos depois. Ela sempre tinha o celular à mão, como toda empresária que queria controlar o próprio negócio 100%.—Teria algum problema se eu pedir a sexta à noite? Posso ficar o resto do fim de semana disponível se precisar de mim pra cobrir algum turno.
—Aconteceu alguma coisa?
—Nada que você precise se preocupar, mas preciso pedir a sexta à noite.
—Ok. Mas mais te vale não foder com tudo. Se cair no fim de semana, mais te vale estar pronto. Já sabe o que rola se uma cliente não sair satisfeita.
—Fechou, muito obrigado.
Uma pessoa que não saísse satisfeita significava um corte no salário. Assim era a Erica: você podia ganhar muito bem se seguisse as regras dela, mas quebrá-las fodia bem o seu bolso. De qualquer forma, eu ganhava bem e tinha o suficiente guardado pra poder arriscar deixar a clientela insatisfeita. Pelo menos sabia que não corria o risco de levar um chute no rabo. Ela já tinha ganhado grana suficiente comigo pra me mandar embora por um deslize.

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A semana passou rápido e o aniversário do Charly chegou quase sem eu perceber. O trampo me deixou uma boa lembrança, especialmente na quarta ao meio-dia, onde minhas três fãs se mandaram bem me fazendo ver estrelas mais uma vez. Não sei como elas faziam, mas cada vez que vinham era como se fizessem algo novo e que conseguia me fazer gemer mais do que com qualquer outra que vinha regularmente no negócio.

Cheguei com o carro e buzinei na calçada de casa. Esperei uns segundos e vi que uma das amigas da minha irmã fazia sinal pra eu entrar. Já sabendo como era a parada, desliguei o motor, tranquei tudo e entrei na casa.
-Oi, Pedrito! – Senti uns braços rodeando minha cintura e uma cabeça se apoiando no meu peito assim que entrei na sala. – Quanto tempo sem se ver!
-Oi, Jessi. – Falei amigavelmente, enquanto retribuía o abraço e levantava ela uns centímetros.
Jessica não tinha perdido tempo em me abraçar como fazia desde que me lembro. Um pouco mais alta que minha irmã, com uma cortina de cabelo preto liso que chegava praticamente na cintura, olhos grandes e pretos e uma pele clara, o que mais chamava a atenção era a cara de menina boazinha dela. Embora eu soubesse de algumas histórias que ela tinha aprontado, e ela era tudo menos um anjinho.
-Oi, Pedrito! – Agora era a vez da Betty de ser rodeada pelos meus braços e levantada também uns centímetros.
Betty (na verdade se chamava Beatriz, mas todo mundo chamava de Betty) também era um pouco mais alta que minha irmã, com a pele igualmente Clara, a da minha irmã e a Jessica, e seus olhos cor de mel que a caracterizavam. Ela e a Jessica se pareciam bastante, a ponto de sempre zoarmos dizendo que elas duas eram mais irmãs do que a Clara e eu.
A Betty sempre foi de fazer coisas no cabelo, mas desde que tinha conseguido um emprego mais estável num escritório de advocacia que ficava perto da empresa onde minha irmã trabalhava, tinha largado esse costume. Dessa vez, tinha deixado o cabelo preto cair em ondas nos ombros, o que era uma visão muito estranha pra quem a conhecia.
De qualquer jeito, tinha algo nela que fazia qualquer coisa que fizesse na cabeça ficar bem, incluindo a vez que decidiu deixar o cabelo tão curto que quase ficou careca.

Como sempre que a abraçava, pude sentir os peitos da Betty se apertarem contra mim. Os decotes dela eram lendários e chamavam atenção pra onde quer que ela fosse. Essa noite não era exceção e ela tava usando uma camiseta decotada branca com detalhes dourados e um decote que terminava um pouco acima do umbigo. O clima tava meio fresco, mas tanto ela quanto a Jessi estavam usando uns shortinhos pretos bem justinhos que deixavam à mostra as pernas torneadas delas, fruto das sessões de treino com a minha irmãzinha.

— Bom, já deixou de ser Pedrinho faz tempo. — Comentou a Jessica, me varrendo com o olhar. Eu tava bem normal, com uma jeans meio usada e uma camisa solta. A gente tinha um trajeto curto de carro, mas eu gostava de ir confortável sempre que dirigia. — Agora já é Pedrão! — Completou com uma risadinha.

— Como é que tão, gurias? — Perguntei, sentando numa poltrona na frente do sofá que elas ocupavam.

— Esperando a Clara. — Respondeu a Betty. — Faz uma hora que ela tá se arrumando. — Completou, revirando os olhos.

— E desde quando a minha irmãzinha não demora pra se arrumar pra sair? — Perguntei numa voz alta o suficiente pra minha irmã me ouvir do quarto dela.

— Clarita... SEMPRE demora. – Acrescentou Jéssica, entrando na provocação.
– Já tô descendo! Parem de encher o saco que já tô descendo! – Foi a resposta da minha irmã, meio abafada pela porta do quarto, o que arrancou risadas de nós três sentados na sala.
Mal tinha conseguido servir um copo de refrigerante quando ouvi lá de cima o som da porta abrindo e fechando de novo, e um barulho de passos na escada. Minha irmã finalmente tinha feito sua entrada triunfal.
Fazia um tempo desde a última vez que saí com ela, então não tava acostumado a vê-la tão produzida. Dizer que ela tava arrasando era pouco, tranquilamente podia rachar a Cordilheira dos Andes no meio do jeito que tava. Ela tava com o cabelo solto, aquelas ondas longas características, maquiada com sombra azul e os lábios pintados de um vermelho foda. Vestia uma camisa de seda azul elétrico bem colada no corpo, com alguns botões abertos deixando um baita decote à mostra, e uma legging preta justa que parecia pintura corporal. Finalizava o visual com uns saltos azuis também, que aumentavam pelo menos uns 10 centímetros na altura dela.
– Finalmente desceu, gostosa! – Disse Jéssica assim que Clara entrou na sala. – Por que você sempre demora tanto pra se arrumar?
– Ah, é que não conseguia me decidir! – Se desculpou minha irmã. – Como eu tô? – Perguntou, dando uma volta na nossa frente.
No instante em que ficou de costas pra mim, senti aquele formigamento na entreperna de novo. Aquela bunda devia ser ilegal. No meu cérebro apareceu a vontade de virar aquela legging pra nunca mais parar de ter contato com aquele tesouro. Apesar de tão justa que tava, não pude deixar de notar que não tinha nenhuma marca de calcinha, o que significava que ela tava usando algo que já tinha se perdido no meio daquele rabão ou, pior ainda pra mim... imaginação, ela não tava usando nada por baixo da legging.
—Uma puta, como sempre. — respondeu Betty, soltando uma gargalhada. — Já vamos?
—Sim, bora, que já tá tarde. O Charly falou pra gente estar lá pras 22h. — Clara olhou a hora no celular. — Já são dez e meia? Puta que pariu! — Na mesma hora, pegou a bolsa e foi pra porta, seguida pelas amigas, enquanto eu fechava o comboio tentando não olhar pra bunda da minha irmã, algo que parecia tão difícil quanto apagar o sol soprando da rua.

No fim, entramos no carro e fomos pra casa do Charly. Clara tava sentada no banho do carona, enquanto Jessi e Betty se acomodaram atrás. O caminho foi rápido e em dez minutos eu já tava estacionando na frente da casa do aniversariante.
—Finalmente chegaram! — Charly nos recebeu com a voz trovejante. Era um urso, não tinha outro jeito de descrever. Tinha quase um metro e noventa e passava de cem quilos fácil, todo peludo e com uma barba que chegava quase no peito. Era o Juan Pablo Sorín com quarenta quilos e vinte centímetros a mais. — Já tava achando que vocês tinham se perdido no caminho. — Nos convidou pra entrar com um sorriso de orelha a orelha.

Na hora, ele nos levou pro fundo da casa, que tinha um quintal bem grande e um churrasqueiro onde dava pra ver que a maioria do pessoal tava conversando, bebendo, e uns ou outros dançando no ritmo de umas cumbias dos anos 80 e 90.
—Diana! — A voz do Charly se fez ouvir por cima da música. — Vem cumprimentar a galera!

Eu ainda não tinha conhecido a Diana, e por um momento fiquei surpreso. Alta, cabelo loiro, olhos claros, corpo escultural, era como encontrar a Erica mas vinte anos atrás. Ela tava usando um vestido vermelho justo que chegava até a metade das coxas, e com um decote infernal. Dava vontade de colocar um capacete e mergulhar naqueles melões.
—Oi, galera. Prazer em conhecer todo mundo. — Diana nos cumprimentou com um sorriso. tão grande quanto a do namorado dela. Na hora percebi que ela só parecia com a minha chefe fisicamente, porque exalava uma simpatia que eu nunca tinha visto naquela empresária que, de vez em quando, se mostrava fria e calculista demais. –Então você é o famoso Pedrito que o Charly tanto falou!
–Prazer. –Falei, enquanto recebia o abraço dela e sentia os peitos dela por baixo do tecido do vestido. –Espero que ele tenha guardado as partes ilegais, senão depois te acusam de ser cúmplice. –Falei brincando.
–Fica tranquilo, ninguém sabe do cadáver no rio –Completou o Charly, seguindo a piada.
Todo mundo riu, e o Charly nos deixou pra ir com a Diana de volta pra porta da frente receber outras pessoas que tinham acabado de chegar na festa.

A noite tinha sido tranquila pra mim, só bebendo refrigerante e água porque depois eu tinha que dirigir de volta. Minha irmã e as amigas dela, porém, tinham bebido por mim e já estavam um pouco mais animadas que o normal.

Eu tinha ido até a mesa onde o Charly deixou as bebidas e peguei algo gelado. A gente tinha dançado um bom tempo com a minha irmã e as amigas dela, mas tentando evitar contato com a Clara. Não me sentia forte o suficiente pra me controlar se ficasse perto demais dela, e não tinha nenhuma desculpa preparada se minha virilha me traísse de novo. Dizer que ela e a bunda perfeita dela eram as responsáveis pela minha ereção não era a melhor frase pra falar pra minha irmãzinha naquela noite, nem em nenhuma outra.

No meio de tudo, eu tinha sobrevivido até aquele momento, até começarem a tocar os reggaetons. Que jeito de rebolar a bunda que essas três tinham! Depois de alguns minutos, elas saíram da pista e eu vi que se juntaram num canto, cochichando no ouvido uma da outra enquanto riam. De vez em quando olhavam pro meu lado e riam de novo, o que me fez desconfiar que estavam falando de mim. Minhas suspeitas se confirmaram quando vi elas atravessarem a pista de dança improvisada pra chegar até mim.
— Puf… Que calorzinho! — Disse a Betty enquanto se apoiava na mesa do meu lado depois de servir um copo de fernet com coca. Mesmo com a pouca luz que tinha naquela área, dava pra perceber que ela tava meio vermelha, mas se era de tanto dançar ou por causa do álcool, não dava pra saber.
— Não tá tanto calor assim — comentei por cima da música. — É que vocês não pararam de rebolar desde que a gente chegou. — Sempre tivemos essa intimidade com a Jéssica e a Betty, não precisávamos ficar nos policiando com as palavras que a gente usava.
— Bom, vamos ver se VOCÊ — ela apertou meu peito com um dos dedos pra reforçar o recado — mexe um pouco essa bunda, porque já faz meia hora que você tá aí num canto olhando pro nada. — A Jéssica tinha virado o copo dela e agora segurava minha mão pra me arrastar pra pista e me fazer dançar de novo com elas.
Era uma batalha perdida. As poucas vezes que saí com minha irmã e as amigas dela era sempre a mesma coisa. Elas acabavam me arrastando pra todo lado e eu deixava. Resistir só servia pra elas insistirem ainda mais.
A música tava rolando e elas se mexiam ao meu redor, mas eu sentia que algo estranho tava rolando naquele momento. Era sutil, mas eu tinha a impressão de que elas estavam mais coladas do que de costume. Um roçar de mão, um quadril que esbarrava de leve no meu, de repente uma delas (não dava pra saber direito, mas quase certeza que era a Jéssica) ficou na minha frente, virou de costas e começou a encostar a raba dela na minha virilha, ainda rebolando no ritmo da música.
Só durou uns segundos, e elas continuaram dançando como se nada tivesse acontecido. Achei que ouvi uma risada atrás de mim, mas com a música tão alta não dava pra ter certeza. Aos poucos, eu começava a entender o sentido daqueles olhares que elas me mandavam há um tempo do outro lado. Bom, se elas queriam jogar com essas regras, a gente ia jogar com essas regras. Agora era minha vez de começar a brincar um pouco com os roçados. Uma mão na cintura da Jessica, ou na cintura da Betty, de repente puxava a Clara pra perto de mim e minhas mãos passeavam suavemente por alguns segundos na nuca dela (não tinha intimidade pra colocar as mãos mais pra baixo naquele momento, porque com certeza iam parar na bunda da minha irmã) pra depois soltar e dançar como se fosse a coisa mais normal do mundo.

Chegou a hora, já tinham mandado as sutilezas pra puta que pariu. Pelo menos a Jessica parecia decidida a me fazer esquentar de verdade. Se em vez de uma calça, ela tivesse usado um pano na bunda, ela teria lustrado minha virilha sem problema nenhum, de tão colada que estava em mim.

E o óbvio aconteceu. A filha da puta tinha me deixado completamente duro e parecia que a Jessica tinha percebido, porque mais uma vez encostou a bunda em mim e o que sentiu fez ela esquecer de continuar rebolando como até então.

— Achou algo interessante? — Falei no ouvido dela, alto o suficiente pra ela me ouvir por cima da música, mas não pra as outras ouvirem.

Envolvi ela com meus braços e empurrei minha virilha pra frente, pra não deixar dúvidas do que ela estava sentindo. Segundos depois soltei ela e me desculpei, dizendo que precisava ir ao banheiro. Quando estava chegando na porta de casa, me virei e vi ela junto com minha irmã e a Betty. Estavam afastadas da pista, e parecia que a Jessica estava contando pra elas o que a bunda dela tinha sentido. Parecia que aquela rodada eu tinha vencido.

— Ia pra algum lugar? — Ouvi uma voz atrás de mim. A Diana também vinha do fundo e estava entrando em casa.

— Tava procurando o banheiro. — Falei, dando de ombros. — Aliás, cadê o Charly? — perguntei. Fazia um tempo que meu amigo tinha saído do quincho e eu não tinha visto ele desde então.

— No quarto, comendo a minha amiga Natália. — Respondeu a loira com toda naturalidade, como se tivesse me dito que tinha ido comprar pão num domingo ao meio-dia.
—Fala sério, to perguntando de verdade. — Meu cérebro se recusava a aceitar o que a Diana tinha dito como se fosse verdade.
—Não acredita em mim? — Ela levantou uma sobrancelha cuidadosamente desenhada. — Vem aqui um minuto, vai ver que não tô mentindo.

Diana pegou na minha mão e me guiou até uma escada que levava ao primeiro andar. Não tinha reparado muito na decoração, mas agora que prestava atenção, percebia que eles não estavam passando nada mal financeiramente.
— Não te falei antes, mas a verdade é que a casa é muito gostosa. — Comentei de passagem enquanto subíamos a escada.
— É, na verdade é do meu pai, mas ele deixou pra gente. Agora abaixa a voz — Ela acrescentou, se aproximando de uma porta no fim do corredor. Dava pra ouvir uns gemidos do outro lado da porta.
— Assim que você gosta? — A voz do Charly era inconfundível, mesmo que ele estivesse ofegante.
— Fala agora se eu tô mentindo. — Ela sussurrou, me desafiando a chamá-la de mentirosa. Os gemidos da amiga dela tinham ficado mais intensos. Parecia que ela tinha tentado responder ao Charly, mas a voz saía abafada. — Aposto que ele acabou de enfiar até a garganta. — Comentou a Diana em voz baixa, enquanto pegava na minha mão de novo pra me guiar de volta.
— Que porra o Charly tá fazendo comendo sua amiga hoje? — Perguntei enquanto descíamos as escadas pro térreo.

Não tava entendendo nada do que tava rolando. Não tinha certeza se o Charly tinha finalmente sentado a cabeça, mas daí a Diana levar tão na boa o fato do namorado dela estar metendo chifre nela enquanto conversava comigo não fazia o menor sentido.
— É o presente de aniversário dela. — Respondeu, como se aquilo já resolvesse tudo e não precisasse falar mais nada.
— Ah, é? Então pode me dar um presente assim no meu próximo aniversário também? — A situação era tão ridícula pra mim que eu só conseguia levar na brincadeira tudo que ela tinha acabado de me falar.
— Pensei que você fosse um pouco mais mente aberta. de mente. –Ela disse, como se estivesse um pouco decepcionada com minha atitude.
–Não quis te ofender, é que fiquei surpreso. –Eu era honesto no que dizia, realmente não conseguia processar tudo aquilo.
–Calma aí... Charly nunca te contou? –Diana arregalou os olhos quando me viu balançar a cabeça negando.
–Ah... Então é por isso! –Ela deu um tapinha leve na própria testa com a palma da mão. –Agora entendi. –Disse, como se tivesse ligado os pontos sozinha. –Charly é um idiota! Pensei que já tivesse te falado. –Falou entre risadas. –Vem, senta aqui. Agora vou te explicar. –Em vez de me levar de volta ao quincho ou me indicar onde ficava o banheiro, Diana me levou para a sala.
–Que já tinha me falado o quê? Não tô entendendo porra nenhuma. Dá pra me explicar o que tá rolando? –Eu estava ansioso pra saber que tipo de explicação ela poderia me dar.
–Nada de outro mundo. É que temos um relacionamento aberto. –Ela se sentou num sofá na minha frente, cruzando as pernas longas com calma, me dando um belo espetáculo.
Aí sim caiu a ficha! Por isso Diana estava tão tranquila... Mas ainda assim algo não batia.
–Mas então o que tem de especial eu estar com sua amiga? –Se eles tinham esse tipo de relação, então Charly estar com a Natália não deveria ser considerado um presente.
–É que é uma exceção às nossas regras. –Agora a loira usava um tom didático, me sentia como se estivesse na frente de uma professora do colégio. –Salvo uma ou outra exceção, a gente não costuma envolver as amizades no nosso relacionamento. Se não tiver um nível de confiança bem forte, pode acabar destruindo algum casal, e não queremos nos sentir responsáveis por isso. Então hoje é o aniversário dele, já tínhamos conversado com a Nati, e ela topou a ideia. Ela e eu sempre fomos muito próximas e, sinceramente, ela tem tesão no Charly, então era a pessoa ideal pra isso.
–E você, o que vai fazer enquanto tanto? – Já ia me levantar pra perguntar pra minha irmã se ela sabia do Charly e da Diana quando a resposta dela me surpreendeu de novo.
– Bom, tava pensando em te perguntar se você queria me dar uma boa fodida com esse baita volume que o Charly tanto comentou. – Os olhos dela tinham se cravado na minha virilha e a expressão dela tinha mudado completamente. Agora parecia uma loba faminta que tinha acabado de encontrar uma presa totalmente entregue pra ser devorada.
– O-Quê? – Mais uma vez as palavras chegavam aos meus ouvidos, mas meu cérebro se recusava a entender o que tava rolando.
– É a minha parte do presente de aniversário. – Diana descruzou as pernas e sentou do meu lado. – A gente sempre faz a mesma coisa em cada aniversário, tanto meu quanto dele. – Ela me olhava nos olhos enquanto a mão dela agora pousava na minha coxa, perigosamente perto do volume que tinha chamado a atenção dela uns minutos atrás. – Vai, não se faz de otário, que eu te vi olhando pras minhas tetas assim que você entrou na casa – Ela sussurrou, com a boca colada na minha orelha.
– Não sei o que te dizer… – Aquela proposta tinha me pegado de surpresa, e eu ainda tava tentando chegar a uma decisão. – Uffff... – Soltei todo o ar que tinha nos meus pulmões. A mão dela tinha pousado agora no meu pau e começou a acariciar ele de leve. Ela ser tão parecida com a minha chefe só alimentava mais minha tesão. Depois da nossa “entrevista”, nunca mais tinha encostado um dedo na Erica, e a velha era uma gostosa, mas pros funcionários era literalmente um objeto proibido se a gente quisesse manter nossos empregos.
– Fala que sim e pronto. – Agora Diana começava a soltar o cinto da minha calça enquanto a outra mão dela acariciava minha nuca.
– P-Preciso ir no banheiro primeiro. – Ainda não tava pronto pra falar que sim, e por mais excitado que eu tivesse ficado, não ia me arriscar a minha irmã ou as amigas dela me encontrarem na sala da casa do Charly comendo a mulher do anfitrião.
– Vai no do primeiro andar, é o da direita. Segunda porta – Ela me indicou, abandonando a tentativa de tirar minha calça por enquanto.
Aproveitei a chance e subi as escadas correndo. Quando finalmente cheguei ao banheiro, me coloquei na frente do espelho e lavei o rosto com água bem gelada. Primeiro minha irmã e as amigas dela quiseram me zuar enquanto a gente dançava, depois a Jessica se encostou toda em mim e me deixou de pau duro, e agora a namorada de um velho amigo me dizia que tava morrendo de vontade de transar comigo. Era demais pra uma noite só, precisava me acalmar.
Já que tava ali, aproveitei pra afrouxar um pouco a calça e deixar meu pau respirar. Tanto tempo duro tava me incomodando pra caralho. A ideia de bater uma naquele exato momento veio na minha cabeça. Pelo menos isso ia ajudar a baixar a tesão e pensar com um pouco mais de clareza.
Tava quase começando, quando a porta do banheiro abriu e entrou a Diana com os olhos brilhando de excitação ao ver meu pau duro em todo o seu esplendor e praticamente pronto pra ação.
– Tô interrompendo alguma coisa? – Ela entrou e fechou a porta atrás de si – Parece que seu amigão já tomou uma decisão por você – A loira se aproximou e pegou meu membro com a mão enquanto encostava os lábios suavemente nos meus. – O que você acha?
Já que tava no jogo, foda-se tudo. Feliz aniversário, Charly! A gente começou a se beijar com desespero ali dentro do banheiro, nossas mãos iam e vinham percorrendo nossos corpos, embora as minhas não conseguissem evitar de ir de vez em quando pros peitões dela, e as dela não paravam de me estimular lá embaixo.
Finalmente a loira abaixou o zíper do vestido pra deixar aqueles melões à mostra, que eu comecei a beijar na hora, pra depois me concentrar nos bicos dos peitos dela, que já estavam bem duros. Um braço me rodeou a cabeça, deixando bem claro que ela não queria que eu abandonasse minha tarefa, que eu cumpria com muito prazer, especialmente incentivado pelos gemidos da Diana, que tava curtindo pra caralho. Quando finalmente O braço dela me soltou, eu sentei no vaso e abri as pernas, como quem diz que agora era a vez dela usar a boca pra me dar prazer.
A Diana olhava pra minha rola do mesmo jeito que eu tinha olhado pros peitos dela, como uma iguaria que tava ali pra ela aproveitar ao máximo. Sem perder tempo, ela se ajoelhou e começou a chupar com maestria.

Não queria me achar o expert no assunto, mas depois de uns dois anos recebendo boquetes de todo tipo, eu podia garantir que ela era muito boa nisso. Coloquei a mão na nuca dela e parece que ela curtiu, porque se deixou guiar um pouco por mim, pedindo que aumentasse a intensidade do movimento.

Finalmente, me levantei, segurei a cabeça da Diana com as duas mãos e comecei a fazer pressão de leve, ligado em qualquer sinal que ela desse pra parar. Em vez de reclamar, ela relaxou a garganta e deixou mais uns centímetros entrarem pela boca dela. Foi aí que comecei a me mexer um pouco, com movimentos curtos mas rápidos, como se tivesse metendo. Uns segundos depois, a Diana me deu uns tapinhas na perna. Entendendo na hora o gesto, tirei o pau da boca dela e deixei ela respirar.

— Caralho, que rola é essa! — Ela disse, depois de pegar um ar. — Não aguento mais, enfia logo. — Em seguida, ela se levantou e me empurrou pra sentar no vaso. Aí, ela levantou o vestido e ficou de costas pra mim, usando uma mão pra puxar a minúscula calcinha preta que tava usando na hora e deixando a buceta completamente depilada à mostra.

Passei a mão na virilha dela e tava toda molhada. Aproveitei pra aproximar o rosto e saborear aqueles sucos brilhantes que pediam pra ser lambidos.

— Vai, por favorrrrr! Quero ela dentro de mim!

A Diana já tava implorando, mas eu não liguei. Deixei ela mais uns segundos ali parada, com as pernas ligeiramente separadas enquanto eu retribuía a gentileza e me dedicava a provocar prazer com minha língua tanto na buceta quanto na entrada do cu.
Já começavam a tremer um pouco as pernas dela e as coxas brilhavam de tanto fluxo que ela soltava, quando finalmente dei por encerrado meu trabalho e me inclinei de novo para trás, pegando sua cintura e guiando-a em direção ao manjar que sua pussy desejava devorar com tanta vontade.
—Essa coisa vai me partir ao meio —suspirou enquanto começava a introduzir minha glande lentamente.
Assim que minha cabeça abriu caminho, comecei a empurrar enquanto ela fazia força para descer. Só Erica tinha sido capaz de aguentar meu membro com facilidade, mas ela era claramente uma expert no assunto, com certeza de tantas “entrevistas” que tinha feito antes de estar comigo.
Quando finalmente terminou de entrar por completo, minha mão direita se aproximou da entreperna dela e comecei a esfregar com suavidade, arrancando vários gemidos enquanto ela começava a me cavalgar devagar.
Deixava que ela levasse as rédeas, e ela curtia o movimento lento e todo o comprimento do meu pau. Depois colou as costas no meu peito, me oferecendo os peitos para eu me divertir com as mãos, que começaram a massageá-los com gosto. De vez em quando apertava um pouco os bicos, o que fazia ela soltar um gemido suave, enquanto um espasmo percorria o corpo todo dela até eu sentir como aquele interior tão quente me apertava um pouco mais.
Depois de um tempo assim, ela se levantou e se apoiou na pia, levantando bem a bunda. A mensagem não podia ser mais clara, só faltava uma faixa pendurada no teto do banheiro dizendo “manda ver”.
Se a loira pedia… Levantei e me aproximei por trás, peguei a cintura dela com uma das mãos e com a outra segurei meu pau até deixar encostado na entreperna dela. Em seguida, comecei a passar a ponta devagar, curtindo os gemidos que provocava e a expectativa de voltar a entrar nessa cavidade tão molhada.
-Filho da puta... – dizia entre gemidos a loira – Manda uma dessa de uma vez.
Apoiei a glande na entrada da buceta dela e penetrei até que as nádegas dela batessem no meu corpo.
-Ai, sim... assim... Dá porrada! Me parte no meio!
Via o rosto dela refletido no espelho e mais uma vez notei a grande semelhança que tinha com a minha chefe. Isso me deixou mais pilhado e comecei a aumentar o ritmo das minhas estocadas. Diana começou a gemer forte, dava pra ver ela de boca aberta, ofegando de prazer, embaçando o espelho de tão perto que tinha encostado o rosto.
Era demais pra me segurar, a tesão era total e decidi meter com tudo.
-Tá gostando? – perguntei enquanto também já tinha começado a ofegar pelo esforço.
-Por deeeeeus... Siiiiiiim – era tudo o que conseguia me responder. Parecia que tinha entrado em transe, as pernas tremiam violentamente e ela praticamente se mantinha em pé porque eu segurava ela pela cintura.
De repente, ela se separou de mim e quando meu pau terminou de sair daquele inferno, Diana soltou um grito forte enquanto gozava de forma violenta. O chão do banheiro começou a ficar molhado de tanto fluido que saía de Diana. Era um squirt de verdade. Ela se apoiou como pôde na pia, o rosto dela era a expressão do puro prazer, ainda lutando pra não cair no chão enquanto ofegava pra recuperar o ar.
-Agora é sua vez de levar a porra. – falei, indicando que ela se ajoelhasse pra receber.
Obediente, Diana se ajoelhou de novo, agora com um sorriso que parecia que não ia sair do rosto por um tempo, colocando o rosto à disposição e abrindo ligeiramente a boca enquanto via como eu me masturbava pra receber meu sêmen que estava prestes a sair a qualquer momento.
Finalmente alcancei o êxtase e um jato potente atravessou o rosto dela. A noite toda eu tinha ficado duro e acumulado bastante, Diana tinha levado o prêmio máximo. Ela sorriu, recolheu parte da porra Gozou nos dedos e lambeu com gosto, depois se aproximou e mais uma vez enfiou meu pau na boca dela, decidida a beber até a última gota que eu pudesse dar.
— O que houve? Tá todo mundo bem? — A porta do banheiro se abriu de repente, sem aviso. — A gente pensou que… — A voz da Clara cortou na hora quando entendeu o que tava rolando. Ela arregalou os olhos como se tivesse visto um dinossauro. A Jéssica e a Betty espiaram a cena por cima do ombro da minha irmãzinha, com os olhos igualmente arregalados de susto.
Bom, por aqui fica a segunda parte. Espero que tenham curtido.
Com um pouco de sorte, vou ter a terceira parte pronta em uns dias, mas peço paciência se eu demorar um pouco mais. A ideia é sempre escrever a melhor história possível e, muitas vezes, tem coisas que não convencem e precisam ser corrigidas.
A gente se lê em alguns dias.

16 comentários - Como descobri que minha irmã adora meu pau (parte II)

Genial...me encanta...ya quiero la tercer parte
Al palo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Van 10!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
lumer +1
Buenaa!! Ësta vino mejor que la anterior!
Rodr23
👍🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼
Exelente! morí con el parecido de Charly con Juan Pablo Sorin jaja