Somos 5 hermanas, Mamá y Manuel. Parte 5

Olá, Comunidade.
A verdade é que sempre fico devendo em agradecer todo o apoio que vocês tão dando pra essa série.
É realmente incrível, sempre quis escrever e, honestamente, nunca tive coragem, e graças a vocês isso tá ficando divertido e me dá vontade de continuar trazendo mais capítulos pra essa história.
Muito obrigado, de verdade.
Pra todo mundo que deixa seus pontos, comenta, adiciona aos favoritos, me manda presentes e mensagens privadas.



Deixo aqui os links dos primeiros capítulos pra quem tá chegando agora. Essa é uma história cheia de personagens, então é bom começar do começo — vocês não vão se arrepender.

http://www.poringa.net/posts/relatos/3637808/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-1.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/3643079/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-2.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/3652762/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-3.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/3660843/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-4.html





Bom, chega de enrolação, vamos ao que realmente interessa pra vocês.



Foi um momento realmente constrangedor pra todo mundo, sinceramente.
Manu e Romi ficaram paralisados. Aos poucos, a realidade batia na mente delas, mas de forma contundente. As duas perceberam que se deixaram levar pela vontade e não pensaram que estavam fazendo tudo no meio da cozinha da família, talvez o lugar mais movimentado da casa.
Por um breve momento, aqueles segundos eternos em que ninguém falou nada, pareceu que a Delfina ia ser a carrasca que acabaria com tudo o que até um instante atrás era puro prazer, mas, para surpresa dos dois mais novos, a irmã sorriu e disse pra eles:
—Tentem não deixar tudo bagunçado, acho que nem a mamãe nem a Estefi vão achar graça em encontrar um cuspe de porra no chão.
Dito isso, ela se virou para ir embora, deixando Manu e Romi pasmos.
Ela tinha acabado de sair da cozinha, quando Delfi voltou atrás, entrou de novo na cozinha e, sem dar tempo pra ninguém falar nada, enfiou a mão por baixo da saia, tirou a calcinha, uma fio dental de renda preta, e jogou ela em cima da pica do Manu, na mesma hora em que dizia
—Ia deixar no banheiro pra você fazer suas coisas, mas vejo que já terminou. No fim, usa ela pra se limpar ou o que quiser — e saiu da cozinha de novo.
Se já por si só a situação não fosse complicada o suficiente, agora a mente da Manu tinha mais uma coisa pra se preocupar. Não passou despercebido que a voz da irmã dela tinha um tom de raiva, tipo ciúme ou até tristeza.
— "Será que ela ficou com ciúmes de me ver com a Romi?", pensou o jovem.
Tanta reflexão foi interrompida pela Romina, que na velocidade de um raio tinha se levantado e se limpado o máximo que pôde com um guardanapo de papel. Já estando mais apresentável, colocou juízo na situação e disse pro irmão dela.
Você percebeu o que acabou de acontecer? Juro que não tô entendendo nada. Por que ela não falou nada pra gente? Por que ela te deu a tanga dela? Você faz a mesma coisa com ela? Que porra tá rolando aqui? Me explica, porque não tô entendendo.
Manuel percebeu que na exasperação da Romi também estavam escondidos alguns ciúmes, afinal, além de serem irmãos, ele era o primeiro homem com quem ela tinha feito algo assim.
Tentando acalmar a irmã, Manu contou tintim por tintim tudo o que tinha rolado desde o aniversário dela, até admitiu que mexeu nas gavetas de calcinha, o que não fez a menor graça pra Romi, mas ele quis contar tudo, na esperança de que ela pudesse se colocar no lugar dele e entender tudo o que tava rolando e por quê.
Depois que Manu terminou de contar os acontecimentos, Romina se mostrou compreensiva e disse que entendia, que era normal um cara reagir daquele jeito diante da cara de pau e da putaria da Delfi, que achava que vivia sozinha e dentro de um filme pornô.
Os dois se olhavam, sorrindo. Se sentiram mais irmãos e mais unidos do que nunca, sensação que culminou num abraço. Ao se separarem, Manu disse pra irmã:
Tem cum nas sobrancelhas e no cabelo, hahahaha. Vai ter que tomar um banho.
Romina riu junto com o irmão e respondeu pra ele.
Chega, tarado, a culpa é sua. Como eu ia saber que você tinha tanta porra dentro? Já tô avisada pra próxima, isso sim.
Os olhos da Manu brilharam com o que ela acabou de ouvir.
—Próxima? Isso significa que você vai me bater uma de novo, maninha? — perguntou ele, animado.
A garota sorriu de forma safada e respondeu pra ele.
Pode ser, contanto que você se comporte direitinho
Os dois trocaram um olhar e um sorriso cúmplice e depois se dedicaram a limpar os vestígios de porra que tinham ficado no chão e na cadeira. Depois de limpar a cozinha, a Romi falou que ia tomar banho, que não dava pra deitar com o cabelo todo melado.
Manu aproveitou que finalmente estava sozinho e se perdeu de novo nos pensamentos. Ultimamente, os pensamentos dele eram mais interessantes do que várias outras coisas.
Mas, mais do que pensar na siririca que a Romi deu nele, ou na Delfi enfiando o plug no cu na frente dele, ou jogando as calcinhas dela no pau dele (a Romi tinha levado a dele pro cesto do banheiro), o pensamento que não deixava ele em paz era a reação da Delfi quando pegou eles. Ele não conseguia entender direito o que tinha acontecido e o que exatamente ela tinha sentido. Além disso, tinha o fato de que, em vez de ficar brava ou perguntar que porra eles estavam fazendo, ela agiu como se fosse a coisa mais normal do mundo encontrar os irmãos mais novos numa situação tão sexualmente explícita.
Ele se forçou a parar de pensar nas irmãs e foi pro quarto, onde o esperava o PC, uns joguinhos e a chance de esquecer de tudo.
Já tava há uns minutos no PC quando ouviu a porta do banheiro, a Romi tinha terminado de tomar banho. Ainda bem, porque já não aguentava mais a vontade de mijar. Decidiu esperar um pouquinho pra não trombar com a irmã no corredor, mas bem nessa hora bateram de leve na porta dela e a Romi abriu devagar.
Passei pra te dar boa noite, maninho", disse ela se aproximando dele. Tinha o cabelo laranja lindo ainda molhado e a toalha cobrindo o corpo. Deu um abraço nele e, pra surpresa dele, junto com um "dorme bem", deu um beijinho.
Manuel, aos poucos, ia se acostumando a ficar mudo e surpreso.
Romina já estava saindo, quando se virou e disse pra ele:
Amanhã é o último dia que tenho pra estudar, te peço pra fingir que isso nunca aconteceu até eu terminar a prova. Não acho que a gente vá morrer por um dia e meio sem fazer nem falar nada, afinal já são 18 anos assim, hahaha. Depois que eu terminar, temos o verão inteiro pra nos divertir", terminou e fechou a porta atrás de si.
Manu, feito um titã, foi mijar, porque aquela vontade não tinha passado, mas agora as palavras da Romi ecoavam na cabeça dele.
—"O que aconteceu com ela? Ela nunca falou assim, tão decidida, tão ousada. Não acredito que isso tá acontecendo comigo", pensava ele enquanto fazia o que tinha que fazer no banheiro.
Nem preciso dizer que o tesão tinha voltado, então usando a tanga que a Delfi jogou pra ele na cozinha, mas agora pensando nas duas irmãs e em tudo que podiam viver naquele verão, ele se mandou uma punheta monumental. Uma parada que vale mencionar é que, graças à putaria que as irmãs dele causavam, a produção de porra parecia ter aumentado exponencialmente, era como se nunca acabasse e, cada vez que gozava, era uma quantidade do caralho, jorrando pra tudo que é lado. Dessa vez não foi diferente, então ele usou a tanga pra se limpar bem e voltou pra continuar jogando, já mais de boa.
Já tinham se passado umas duas horas, quando ele achou que ouviu um barulho. Manu pausou o jogo e ficou atento. Alguém tinha levantado pra ir ao banheiro. Nada, é seguir jogando. Mas um minuto depois, a porta do quarto dele se abriu de novo, só que dessa vez pra dar passagem pra Delfi.
A irmã mais velha dele entrou, fechou a porta e ficou olhando pra ele, parada na soleira do quarto.
—Posso falar um pouquinho com você? — perguntou com uma voz que deixava claro que algo estava errado, parecia triste.
Manu olhou pra ela ali parada, na frente dele, e respondeu na hora.
Sim, claro. Vem cá, o que foi? Cê tá bem?
Realmente não poderia ter respondido outra coisa. Primeiro porque era irmã dela e segundo porque a filha da puta tava usando um top soltinho que ela usa pra dormir e um fio dental vermelho daqueles que também entram na pussy. Tipo. Teria que ser maluco pra falar "não, tô brincando, a gente fala amanhã".
Delfi parou ao lado da cama, na frente do Manu, e se entregou.
Desculpa te encher o saco, mas juro que tô me sentindo muito mal", soltou, e os olhos dela se encheram de lágrimas.
Eu, eu, tranquila, não tem problema. Sabe que pode contar comigo pra tudo. O que foi? Senta aqui e me conta", respondeu o Manu na hora, já preocupado.
Delfi tentou se acalmar, respirou fundo e continuou.
—Tô de boa assim em pé, obrigada. Então, tem um cara que sempre vai comer no restaurante, é cliente fixo. Desde o começo a gente sempre se deu super bem. Ele sempre foi o que dava as melhores gorjetas, o que falava umas coisas gostosas sem passar do ponto, um cavalheiro completo. Resumindo, uma coisa levou à outra, passei meu número, a gente conversou e umas duas semanas atrás a gente se encontrou, fomos pra um motel, rolou de tudo, ele foi gente boa, deixou o quarto pago por mais duas horas, pediu comida e ainda deixou uma "gorjeta" no criado-mudo antes de ir embora. Tudo certo. E isso se repetiu mais três vezes, até hoje, que foi a quarta", nessa hora ela começou a chorar de novo e não conseguiu continuar falando.
Manuel tava tentando processar tudo que a irmã dele tava contando. Do nada, ele tava descobrindo que a irmã dele tava dando pra clientes do restaurante, que provavelmente eram caras muito mais velhos, pra não dizer coroas, casados, com família e tal. E pra piorar, ainda recebia dinheiro por isso. Uma puta mesmo.
— "Não é à toa que ela anda sempre cheia de grana e pode comprar uma porrada de fio dental desses", pensou o moleque. Mas ao mesmo tempo ficou preocupado, porque claramente alguma coisa tinha acontecido, já que ela tava chorando daquele jeito.
Ela se levantou da cadeira e abraçou a irmã. Envolveu ela nos braços e sussurrou no ouvido dela.
Fica tranquila, agora você tá comigo. Sabe que do meu lado não pode te acontecer nada, eu sempre vou cuidar de você.
As palavras dela tiveram um baita efeito, porque a Delfi se acalmou quase na hora. Pediu pra ele sentar de novo e continuou contando a história.
Bom, a questão é que hoje a gente combinou de se ver no fim da tarde, pedi folga no restaurante e falei pra minha mãe que não ia dormir em casa. Ele disse que ia alugar um apartamento daqueles que alugam por dia, que ia me esperar lá. Aí fiquei enrolando com as minhas amigas e depois fui pra lá. Quando chego, encontro ele e mais dois caras, jogando cartas. Sinceramente, não tava entendendo nada, nunca tinha rolado papo de ménage a três ou quatro, nem de incluir mais ninguém, nada disso. Deixei minhas coisas numa cadeira e ele me fez sentar no colo dele, começou a acariciar meu plug, enfiar e tirar — foi ele quem comprou pra mim. Aí ele falou pros amigos que eu era a mina que ele tinha contado, que viram que eu sou uma gostosa, linda e tal. Depois olhou pra mim e disse que hoje eu ia ganhar a maior gorjeta da minha vida. Juro que não sabia o que fazer, nunca tinha ficado com mais de um cara e também não sou de ficar com qualquer um, mas beleza, já tava lá. Do nada, o cara me puxou pelo cabelo e enfiou a rola na minha boca. Tava ali, chupando ele, quando sinto alguém me segurar pela cintura — um dos amigos. Ele tirou o plug e, assim, sem lubrificante, sem nada, enfiou a rola no meu cu. Manu, juro que já dei o cu um milhão de vezes, mas nunca imaginei que pudesse doer daquele jeito. Juro que ele me arrebentou, e tenho certeza que fez de propósito, e o pior é que não consegui nem gritar porque tava com a rola do outro enfiada até a garganta. Tentei sair, mas não deixaram. Depois de um tempo, a dor foi passando, mas não me deram nem tempo de me acostumar. Octavio, que é o que eu conhecia, deitou no chão e me fez subir em cima, meteu na minha pussy, o outro que ainda não tinha feito nada começou a me comer pelo cu, e o que tinha me fodido primeiro enfiou a rola na minha boca. Eu sempre sou limpinha, faço enemas pra estar Limpa, porque ninguém gosta de surpresas, mas como eu me entreguei daquele jeito bruto, alguma coisa devia ter saído, porque tinha um gosto amargo horrível. Mas igualzinho com o cu, não me deu chance de nada, enfiou inteira e o pior é que era quase o dobro da do Octavio, uma loucura. Fiquei ali um tempão que pra mim pareceu eterno. Eu não sabia o que sentir, se prazer, se dor, era demais. Tava tentando respirar quando o cara gozou, e o negócio é que foi uma gozada do tamanho da pica. A mesma coisa que te falei agora, já gozaram na minha boca e garganta várias vezes, mas foi demais. Fez sair gozo pelo meu nariz, quase morri. O Octavio me tirou pra eu não cuspir a porra nele e me deixaram respirar um minuto. Nisso, você não sabe tudo o que eles falavam pra mim. Girl slut, olha como você engole pica, olha como a gente te come, te fode, te arrebenta o cu, slut, slut, e assim sem parar. Eu já me sentia um pano de chão. Nunca tinham me tratado assim. Falei pro Octavio que queria ir pra casa, e eles disseram que faltava muito pra eu ir embora e trocaram de posição: Octavio foi pro meu cu, o que já tinha gozado já tava duro de novo e enfiou na minha buceta, e o que tava no cu passou pra minha boca. Dessa vez eu consegui ver, a pica tava suja, então virei o rosto e falei pra ele lavar primeiro, e ele me pegou pelos cabelos e disse que se eu não queria chupar uma pica cagada, era melhor lavar melhor o cu na próxima, e me puxou pelos cabelos e enfiou até o fundo igual o outro. Não sei como não vomitei. Também não tava tão suja assim, mas pelo menos a primeira eu não vi, agora vi, e saber disso me deu mais nojo. Enfim, consegui aguentar, e ficaram mais um tempão. Agora esse gozou na minha boca, por sorte não foi tanta quantidade, então consegui engolir sem tanto problema. O Octavio saiu do meu cu e enfiou na minha boca pra gozar lá também, só que a pica dele também tava suja, então foi outro esforço pra não vomitar e enquanto eu tava engolindo, o outro gozou de novo, mas na minha buceta. Mesmo tomando pílula, nunca deixo ninguém gozar dentro da minha buceta, por segurança, mas ele nem avisou e despejou tudo lá dentro. Me deixaram ir no banheiro me lavar e quando saí, achando que já tinha acabado tudo, os 3 ainda estavam pelados me esperando e falaram que meu cu ainda tava muito novinho pra eu ir embora. Os três se revezaram pra me comer no cu, um tempo cada um, até os 3 gozarem. Foi uma gozada sem fim. Finalmente me deixaram lavar, me vestir e ir embora. Juro que nunca me senti tão mal, tão humilhada, foi horrível. Me pagaram, muito por sinal, dava pra ficar uns meses sem trabalhar com a grana que me deram. Mas ainda não te contei o pior", Delfi interrompeu o relato e fez um silêncio.
Manuel, naquele momento, poderia ter sido diagnosticado com transtorno dissociativo de identidade (várias personalidades numa pessoa só). Ao mesmo tempo, sentia raiva pelo que fizeram com a irmã dele, surpresa por descobrir o quão puta ela era. O lado moral dele sentia vergonha, mas o lado tarado e pervertido estava em êxtase por ter ouvido tudo o que rolou naquele dia com a vadiazinha que ele tinha como irmã, e por ela ter confessado tudo assim, na maior cara de pau. E o pau dele duro era o sinal do corpo respondendo a isso.
—Qual é a pior parte? — perguntou Manuel quase com medo.
Delfina respirou fundo, tentando se acalmar. Em várias ocasiões durante o relato, ela deixou escapar lágrimas e precisou respirar para conseguir continuar.
O pior é que, além de tudo ter sido horrível, uma parte de mim gostou do Manu. Juro que não sei o que fazer, o que pensar. Será que eu tô doente? Será que eu sou louca?
Manuel claramente não esperava por essa resposta e, mais ainda, não estava preparado pra ela. O pau dele lutava pra romper a calça, parecia um ferro quente, e a cabeça não conseguia processar uma revelação dessas — "Essa gostosa tá me provocando, vai ser tão puta assim?", pensou consigo mesmo. Não podia ser.
Quem teve que respirar fundo pra se acalmar e dar uma resposta educada dessa vez foi ele, e depois de fazer isso, falou pra irmã dele.
—Você não está doente, nem é louca, Delfi. Você é uma mulher livre, que gosta de viver a vida com muita intensidade. Mas tem que tomar cuidado, esse tipo de coisa pode dar muito errado. Você pode acabar morta, grávida, machucada. Alguém da família pode descobrir. A mamãe pode descobrir (ele deu uma ênfase especial nessa última parte). Hoje você se deu bem, mas acho que não pode fazer uma coisa dessas nunca mais. E pra ser bem sincero, obviamente não curto a ideia da minha irmã estar dando pra caras que nem conhece, ainda mais por dinheiro — ele terminou com um tom de voz que mostrava reprovação e ciúmes.
Pela primeira vez desde que entrou no quarto, Delfi sorriu. Foi um olhar carinhoso, de irmã mais velha.
Não fica com ciúme, seu bobinho. Tá tudo bem. Prometo que nunca mais faço uma coisa dessas. Agora tenho outro assunto", completou.
Não saí tão barata quanto você pensa. Preciso que você me faça um favor.
Manuel olhou para ela, estranho — "Que consequência do que ela fez hoje pode me envolver?", pensou o rapaz.
— "Você ainda tem aquele creme que usou quando caiu do skate mês passado?", perguntou ele.
Manu se levantou, foi até a gaveta do criado-mudo e, tirando o potinho de creme, respondeu pra ela.
Aqui está. Pra que você quer ela?
A irmã dele olhou pra ele com deboche. De novo, Manuel se sentiu um baita otário, mesmo sem entender ainda por quê.
Bom, por tudo que te contei, já deve imaginar que minha bunda não terminou muito bem. Aliás, é por isso que não sentei e também não consegui dormir. Você topa passar um pouco de creme em mim? Juro que tá doendo demais", concluiu olhando pro irmão com uma cara de súplica.
Delfina se inclinou, apoiando o rosto na cama, e abriu as nádegas com as mãos.
Tem cuidado, por favor. Devagarzinho.
Manuel tava paralisado de novo. Ele ia precisar de um cérebro novo pra conseguir entender, processar e guardar tanta informação e tanta coisa que tava rolando com ele.
Ali estava, sua irmã mais velha, até uns dias atrás só uma rebelde, mas meiga como um cordeirinho, abrindo a bunda pra ele passar um creme regenerador, porque tinham deixado o cu dela todo arrebentado.
Somos 5 hermanas, Mamá y Manuel. Parte 5

Dá logo, mano, para hoje", Delfi o provocou.
Tentando manter a sanidade, Manu se aproximou da irmã e, pela primeira vez na vida, teve uma visão perfeita e detalhada das partes mais íntimas dela, embora esperasse ter outra oportunidade em uma ocasião diferente, já que, evidentemente, a guerra tinha sido pesada.
Ela tinha os lábios da buceta completamente vermelhos e inchados, parecia que tinha botado botox de tão inchados que estavam, mas o problema, evidentemente, estava no cu. Se ajudando com a lanterna do celular, ela conseguiu ver bem de perto as consequências da promiscuidade da jovem. O ânus ainda estava aberto, completamente vermelho e com vários cortes ao longo da circunferência. Claramente, tinham aberto além dos limites e sem nenhum cuidado. Um pequeno fio de sangue escorria em direção à buceta.
Com todo o cuidado que pôde, enfiou um dos dedos no pote de creme e começou a passar no cu machucado da Delfi. Mal encostou o dedo, a irmã já deu um pulo de dor e começou a choramingar.
É só um pouquinho. Já terminei. Fica tranquila", ele dizia enquanto passava o creme nela.
-"Aqui também dói?", perguntou passando o dedo sobre os lábios da buceta.
Delfi, que tava com o rosto enfiado na cama pra ninguém ouvir seus choramingos, virou a cabeça de lado e falou
Um pouquinho, sim. Passa um pouco de creminha ali também.
Manu pensou que ter um fio enfiado entre os lábios não ia ajudar em nada, então tirou a fio dental da irmã, sem pedir. Pelo visto ela entendeu assim, já que não disse nem fez nada pra evitar.
Com o mesmo cuidado de antes, Manu passou o creme desta vez pelos lábios da buceta e, ao fazer isso, sem querer roçou o clitóris da irmã dele.
Olha, além de arder, isso também me dá tesão, hahaha", soltou ela, divertida.
A Manu terminou de passar o creme e ficou admirando o corpo da irmã, cada detalhe, tentando gravar na memória, porque sabia muito bem que mais tarde ia servir de inspiração quando estivesse sozinho.
Bom, já estamos", disse pra irmã. Mas antes que ela se endireitasse, agarrou uma bunda inteira com a mão e apertou forte.
Epa, o que foi? Ficou animada?", disse Delfi, agora sim, de pé.
Manu sorriu e, com toda a honestidade do mundo, respondeu pra irmã dela.
—Não, mas a real é que se não fosse por tudo isso que aconteceu, ninguém te salvava, mana — e terminei a frase com toda a sacanagem que consegui transmitir.
A irmã dele, que olhou surpresa, sorriu e disse pra ele:
Te pedi pra passar creminha em mim, mas não pra você abusar, hein" e depois completou: "Mas já que você me ouviu e ajudou, quem sabe outro dia eu deixo você passar outra creminha, uma que sai quentinha direto do pote", e terminou pegando no volume dele.
Manuel fechou os olhos com o toque da mão da irmã no pau dele, mas assim que pegou, soltou.
- "Falando nisso, pode me contar o que tava rolando na cozinha? Desde quando a Romina te chupa a pica? Somos tudo uns doentes do caralho nessa família.
Manu voltou rapidamente à realidade com aquela pergunta e, com a mesma rapidez, respondeu pra Delfi.
Não, nada a ver. Primeiro, ela não me chupou, só fez uma punheta. A Romina nunca tinha feito uma punheta antes, então muito menos chupou uma pica. E foi a primeira vez que a gente fez alguma coisa juntos", continuou e explicou rapidamente como as coisas tinham rolado com a Romi até chegar naquele ponto.
Bom, agora entendi, achei que a nossa parada ia ser exclusiva, mas parece que você resolveu brincar com todas as suas irmãs. Tenta não comer a mãe também", provocou Delfina, que mesmo zoando ele, a voz dela voltou a ter um tom de ciúmes.
Manu não soube o que responder, então só ficou calado, olhando o corpo da irmã.
Delfi foi quem quebrou o silêncio.
Bom, apesar de ter contado uma experiência traumática, consigo entender que ouvir e imaginar tudo o que aconteceu, junto com passar o creme em você, tenha te excitado. E já que você curtiu tanto com a Romi, mesmo sendo a primeira vez dela, suponho que se eu, que tenho mais experiência, fizer o mesmo, você deveria aproveitar ainda mais.
Se antes ele tinha ficado mudo, agora era pior. Manuel se forçou a sair daquele torpor e gaguejou uma resposta pra Delfi.
—"Mm mm, cê tá falando sério? Vai me fazer uma siririca, Delfi?
A gostosa deu um sorriso safado pra ele.
Claro, bobinho, é o mínimo que posso fazer depois do quão gostosa você foi comigo. Vem, senta aqui", ele disse, puxando a cadeira da escrivaninha.
Manu se apressou pra sentar e deixou a irmã dela tomar conta da situação.
Com uma destreza extraordinária, a Delfi arrancou a calça e a cueca dele, deixando o pau dele livre, inteirão.
A garota estava como hipnotizada. Olhava pra pica do irmão dela com admiração. Adorava ela com os olhos. Tocou, acariciou. Passou os dedos por todo o comprimento, acariciou a ponta da glande bem de leve, deixando o Manu louco. Virava a cabeça pra observar de vários ângulos, de cima, de baixo, dos lados. Parecia que tava medindo. E, como se não bastasse, soltava os pensamentos em voz alta, meio que confessando o que tava pensando e ao mesmo tempo explicando pro Manu como as coisas deviam ser feitas.
Deus!, tantos anos dormindo tão perto de mim, nunca pensei que você pudesse ter uma pica assim. É uma obra de arte, toda inocente e virgem. Não se preocupa, maninho, eu vou te ensinar tudo o que você precisa saber pra usar ela do melhor jeito e satisfazer a mais gostosa, a mais foxy e a mais santinha. Hoje a gente começa um caminho sem volta, onde você vai crescer como homem, como amante. Vai dar o trato nessa pica. Te prometo, pelo meu nome ser Delfina.
Agora, já que você tem uma pica tão grande, precisa de uma boa circulação pra ficar totalmente dura, e isso só se consegue com uma boa estimulação. Tem que acariciar bem, percorrer ela toda, massagear, forçar ela a alcançar uma boa dureza. Depois disso, tem que lubrificar bem (nesse momento, ela cuspiu igual uma torcedora de arquibancada, coisa que teria parado a pica e o coração até do mais santo), tem que agarrar firme e começar o movimento de subir e descer de forma suave, mas constante. Aos poucos, vamos aumentando o ritmo. Viu que gostoso que é? Assim, cada vez com mais vontade, cada vez mais forte. É uma pena que eu não possa usar minha boca, minha língua saberia tratar sua pica muito melhor que minhas mãos. Nossa, que pica gostosa você tem, cara. Assim, assim. Ufff!! Como eu te chuparia toda. Você vai me dar o leite? Sua irmãzinha tá com sede. Dá, vai. Não seja malvado. Tá vindo? Sim? Bom, mas não podemos sujar tudo como você fez na cozinha. Termina você e aponta bem", dizendo isso por último, ela se afastou um pouco pra trás, assim ajoelhada como estava e olhando nos olhos do irmão, abriu bem a boca, colocando a língua pra fora.
—"Me dá tudo, vai fundo", acrescentou.
Manu, que já tava no quinto dos infernos, dessa vez não paralisou nem um pouco. Levantou e bastaram 3 ou 4 puxadas pra ele gozar. Tentou mirar o melhor que pôde, mais ainda, pra garantir que não ia errar, encostou a ponta da pica na boca da Delfi, tanto que quase enfiou pra dentro.
Sem ser nenhuma surpresa, e exatamente como vinha acontecendo ultimamente, a quantidade de porra que ele soltou era mais de cavalo do que de homem, então a boca da irmã dele transbordou quase na hora, situação que não pegou a Delfi desprevenida, que, bem treinada, engoliu e abriu de novo pronta pra continuar recebendo. Vários jatos e gotas escorreram pelo canto dos lábios dela, pelas bochechas, caíram no nariz, uns jatos teimosos chegaram a respingar até na testa, mas ela tentava pegar cada cm³ como se a vida dela dependesse disso.
Manu olhava pro teto de olhos fechados, respirando ofegante. De longe, tinha sido o orgasmo mais intenso da vida dela.
Delfi, sem perder tempo, tinha recuperado com os dedos cada gota que não foi parar onde deveria e colocou na boca, pra acompanhar o resto dentro da barriguinha dela, e quando terminou, deu um chupão na ponta da pica do irmão dela, que ainda tava ali, a só uns cm do rosto dela.
Pronto. Limpinha. Viu como é melhor se, em vez de sujar tudo, você gozar na minha boquinha? Eu fico feliz e cheia, e você não precisa limpar", disse ela se levantando.
O moleque tava nas nuvens. Feliz pra caralho. Incrédulo com a sorte e com a realidade que tava vivendo.
— Não sei o que te dizer, juro. Você é incrível, Delfi. Não acredito no que acabou de rolar. Nunca imaginei uma parada dessas — ele disse, cheio de adoração.
Ela só deu um sorriso satisfeito, porque sabia que tinha mudado a vida do irmão dela e adorava ser ela mesma quem mostrasse pra ele, pela primeira vez, o quanto gostoso o sexo pode ser.
Bom, já é tarde demais. Vou dormir e você devia fazer o mesmo", disse Delfi abraçando ele.
Valeu mesmo", sussurrou no ouvido dela, com toda a ternura do mundo.
Foi um abraço lindo. Cheio de amor de irmãos, de sonhos e segredos compartilhados, de saber que a partir daquele momento tudo ia ser diferente.
Depois de um momento, se soltaram, se olharam e caíram na risada de novo.
Bom, chega. Boa noite, Juancho. Descansa. E deixa essa pica descansar também. Já teve ação demais pra uma noite só", Delfi terminou de se despedir e foi em direção à porta do quarto.
Para, Delfi, só um segundo", falou Manu antes que ela saísse.
Sim, o que foi?
Manuel segurava na mão o fio vermelho que a irmã dele tinha usado até pouco tempo atrás, e ver aquilo tinha despertado uma dúvida nele.
—A calcinha fio-dental de renda preta que você me deu, foi a que você usou enquanto aqueles caras te comiam? Tipo, veio suja de porra deles e tudo mais? — ela terminou essa frase com um tom de nojo na voz.
Para a surpresa dele, a irmã dele olhou pra ele com uma cara de quem tava se divertindo.
Não, idiota! Como vou te dar uma tanga manchada de porra de outro cara? Sendo uma mulher como eu, acostumada a ter ação, tenho que ser tipo escoteira, sempre pronta. Sempre tenho 1, 2 ou 3 tangas na bolsa, caso sujem a que tô usando, arranquem de mim, peçam ou qualquer coisa que possa rolar. Então fica tranquilo. E você nem ligou muito, já que acabou usando ela do mesmo jeito, hahaha. Aliás, pra ser sincera, se não tivesse visto aquela cena no banheiro, não teria entrado pra falar com você. O fato de você ter se tocado com a minha tanga mesmo depois de ter gozado com a Romi foi o que me fez perceber o que eu causo em você, e por isso vim. Até amanhã, bobinho", e foi dormir, deixando Manu com a tanga nas mãos e uma nova ereção no pau que parecia não conhecer saciedade.
Manu dormiu que nem um bebê naquela noite. Totalmente relaxado e com aquela empolgação que a gente sente quando espera algo com muita ansiedade. Tipo quando você sabe que a Copa vai começar, que amanhã cai o pagamento ou que sua mãe vai fazer aquela comida que você adora, ou quando você sabe que vai trepar igual coelho o verão inteiro.
Era quase 2 da tarde daquela terça-feira, quando a mãe acordou ele, falando dengosa da porta do quarto.
Manu, a comida tá na mesa, a gente tá te esperando, vamo logo".
Na mesa, ela encontrou a Romi e a Estefi, já atacando a famosa carne assada com batatas que a mãe fazia.
— A Delfina ainda não voltou? — perguntou, tentando soar o mais casual que conseguiu, mas percebeu Romina lançando um olhar meio curioso pra ele.
— "Ela não foi trabalhar hoje, tá desandada", falou a mãe.
Para si mesma, a Manu sabia que não tinha nada a ver com estar passando mal, mas sim que com certeza ainda estava com a buceta toda dolorida pra fazer qualquer coisa.
O almoço transcorreu normalmente. A Estefânia ficou responsável por lavar a louça, a mamãe se apressou pra pegar as coisas dela e sair pro hospital, e a Romina se enfiou nos estudos, como já tinha avisado.
Manu aproveitou pra ir no quarto ver a Delfi.
Ele a encontrou vendo uma série no celular, deitada de lado.
—"Ainda te dói a bunda?", disparou o moleque debochado.
Ela olhou pra ele com reprovação.
Ei, não tira sarro, não é bonito. Juro que não consigo nem andar. Tô preocupada.
Manu entrou e sentou na cama junto da irmã dela.
Desculpa, sabe que não tô te zoando, mano, tem umas coisas que é melhor levar na esportiva", disse pra ela enquanto arrumava o cabelo atrás da orelha, parecendo o irmão mais fofo do mundo.
Delfi fechou os olhos e se deixou mimar um pouco pelo irmão mais novo.
—Ainda bem que você veio, ia te mandar uma mensagem agora mesmo. Quero que você me olhe como eu tô e passe mais creminho em mim, pode ser? — disse ela, interrompendo a ternura.
A Manu ficou mais feliz do que devia, mas nem se deu ao trabalho de esconder. Era óbvio que tava morrendo de vontade de ver a bunda da irmã dela de novo.
Sim, tranquilo. A Romi tá estudando pra caramba porque tem prova amanhã e a Estefi tá lavando a louça, vamos aproveitar", falou enquanto se levantava e pegava o creme da mesa de cabeceira.
Delfina virou de bruços e, depois que Manu a descobriu, mostrando que ela estava igual à noite anterior, só de topzinho, ela abriu as nádegas com as duas mãos de novo, dando ao irmãozinho um lugar na primeira fila pra ele olhar e passar creme no cu dela.
A crema evidentemente tinha feito efeito, mas o cu da Delfi ainda tava visivelmente irritado.
— "Tá muito melhor, Delfi. Mais um ou dois dias com o creminho e já vai estar pronto pra usar", falou pra ela enquanto começava a passar o creminho do jeito mais suave e carinhoso.
Depois de algumas caretas de dor, já que, apesar da maciez, ardia demais, a irmã dela respondeu
Pronto pra usar? Nem pronto pra usar? Cê não tá criando esperança de enfiar nada aí não, né?
Os dois caíram na gargalhada, cheios de tesão, mas a risada deles foi cortada na mesma hora, porque a Estefânia abriu a porta do quarto e ficou olhando pra eles de olhos arregalados.
-"PODE-SE SABER QUE PORRA VOCÊS TÃO FAZENDO?



Como sempre, convido vocês a deixarem seus pontos e marcarem como favorito, mas, acima de tudo, me mandem suas ideias, críticas, pensamentos sobre os personagens ou qualquer coisa que vier à mente.
Muito obrigado de novo e até a próxima.

Comentarios Destacados

Jajaja no aguanto Mass!!no veo la hora de leer la sexta parte de esta historia!!Todos los días entro a tu perfil haber si ya está la sexta parte😂😂😂me encanta esta historiaa!!ojalá la mamá de Manu quiera que el la coja🤤serie expectacular!Van 10 Puntos!
Esta serie merece ser coronada como una digna sucesora de "Hermanas, Tangas y Bombachas" del gran Nickbendt. Sos un campeón!!!!!
seeeeeeeeee man! lejos lo mejor q lei.. cln agus y flor! q recuerdos man

98 comentários - Somos 5 hermanas, Mamá y Manuel. Parte 5

Terrible! Segui asi. Me encanta esta historia y como la estas llevando.
Buenisimo no tardes tanto. Van mis puntos..
excelente, dejo los puntos y espero el siguiente
Sos un crack!! viene tremenda la historia!! no se salva ni el michi!! espero la continuación
Jaja pobre Manu no dejan un día sin tener los huevos en la garganta jaja un abrazo capo
Boludo deberías de hacer novelas. Lo cartas en las partes más interesante. Me quedo intrigado mal. Carajo.
lumer +6
Paráme un toque las rotativas!!... ¿En qué momento pasamos de el morbo familiar e inocencia precoz al porno hardcore bizarro? Te lo tiro sin anestesia como para que se entienda: lo más atractivo de tus relatos (hasta ahora, Y PARA MÍ CLARO ESTÁ), es el como de a poco se van pervirtiendo unos a otros y animando a más y más... Un relato como el de Delfina más que pervertirle la cabeza al pibe le fritó las neuronas sin arreglo (al menos, a cualquier pibe normal, en una historia normal, es lo que le hubiera pasado).
Y lo mejor que tenía hasta ahora era lo "normal y casi posible" que podía llegar a resultar todo ésto. En una familia consolidada, siempre hay culpas, vergüenzas, inocencia, curiosidad... morbo. Mucho morbo.
Ése relato zarpado hubiera cuadrado en una familia disfuncional, donde faltaran la educación, o los modelos familiares, pero no en una normal y con buenas bases como la que venís describiendo hasta acá. (Bueno, basta de reclamo. Pero vos lo pediste pibe! Jaja!)
Está bueno verlo a Manu desubicado todo el tiempo y con los huevos en la garganta... Jeje!
Sgc88 +2
Sin con los sustos que se lleva Manu no le da un infarto, de seguro un día le explota la poronga jajajaja
tengo sus 10 puntoz, exelenteeee, me preocupa como se lo tome romi pero bueno
No gana para sustos,el pendejo!!!Pero,según veo,Manu se las va a trincar a todas,ni lavieja se va a salvar,jaja.Jodas aparte,una saga muy morbosa y calienye,muy bien escrit,y muy detallista.Un saludo de corazón desde Puerto Madryn y van 10 !!!!! PD:esta frase me voló"Huy, que rica pija tenés pendejo. Así, así. Ufff!! Como te la comería toda. ¿Me vas a dar la lechita? Tu hermanita tiene sed. Dame, dale"
maravilloso! no dejo de pajearme! van 10 enlechados!😋🍆💦💦
gereleo +1
Que genialidad , Maestro !!!! siga con la pluma despertando sensaciones
van 10..
Espero otro capitulo...
Sgc88 +2
Muy buen relato pero apúrate con la otra parte, hasta yo quedé helado cuando entro Estefanía jajajaja
Muy bueno, dale con lo que quieras, si el artista piensa en el crítico al pintar, culga el pincel, si vas rapido, y sentis que se paso de rosca, siempre podes volver a aclara, mas adelante, haciendo se mejora.
Cada relato se pone mejor y mejor. Exelente como siempre
tom64 +1
Que buena historia, muchas felicidades en verdad si se calienta uno.
Mi única opinión es que te apures con el otro relato, en el buen sentido jsjs
Ese final de la historia mata cómo te deja con la intriga .......espero con ansias la siguiente parte
Buenisima saga man! +10 again. Y espero luego de las nenas, sumes a mamá
Adufi2
Muy buenos todos los relatos tenés que subir con más fotos así podemos a precisar mejor las historias van 10 p 👍
que bueno amigo,cuando sigue la cosa?,van 10
Muy bueno. No dejes pasar mucho tiempo entre capítulos. Espero los próximos con ansias. Saludos. Van mis 10.
Muy buena historia 👌🏻 esperaré el próximo capítulo
Tu tomate tu tiempo carnal, no te apresures. Que el relato salga bien con su debida trama y bien hecho sin necesidad de correr. Ya tienes a tus lectores picados te esperarán lo que sea necesario. Ya superaste los 2000 puntos
Hace 19 dias espero la siguente parte, daleeeeeeee!!! Jaja todo bien?? Un abrazo