Histórias do técnico de PC

Olá, boa noite, como vocês estão??
Bom, como eu vinha contando há um tempão num post anterior, sou técnico de informática.
Trabalho pra uma empresa onde um dos serviços oferecidos é assistência técnica em domicílio e, como eu já tinha falado, algumas clientes pedem um serviço completo e, como bom profissional, deixo elas satisfeitas (pelo menos é o que parece, porque continuam ligando).

Hoje vou contar uma das minhas histórias com outra cliente e vou deixar umas fotos pra vocês verem como ela me recebe.

Bom, isso começou há quase um ano, quando recebo um chamado com a ordem de ir numa casa pra ver um equipamento que tava com um defeito que, com certeza, ia precisar levar pra fazer um diagnóstico no laboratório.
Chegando lá, me deparo com uma senhora madura. Na hora, não passou nada pela minha cabeça além de terminar logo o serviço pra voltar pro laboratório, onde fico mais tranquilo, tomando chimarrão, ouvindo música enquanto trabalho.
Me apresento, ela me faz entrar e manda eu segui-la pra me mostrar onde tava o equipamento. Enquanto a gente andava por um corredor até o quarto onde o bicho tava, ela ia me contando o defeito e tal. O corredor era estreito, e eu vinha atrás dela, respondendo uma mensagem no celular pra base, avisando que já tava na casa da cliente, quando de repente ela para e se abaixa pra pegar um brinquedo do cachorro que tinha deixado no meio do caminho. Como eu tava olhando pro celular, fui parar com a cara na bunda da senhora. Por sorte, consegui frear e agarrei ela pela cintura. Não passou de uma encostada, porque se não segurasse, podia ter derrubado ela de cara no chão.

A gente ficou meio congelado, sem saber como reagir. Ela continuava abaixada e eu ainda tava com a pica encostada na bunda dela, segurando pela cintura.
Ela começa a rir e pede desculpas por ter se abaixado tão de repente, enquanto se levantava, e eu ainda segurava ela pela cintura, pedindo desculpas também. Deviam ter sido uns 10 ou 20 segundos, mas eu não soltava ela, mesmo quando já estava de pé. Continuávamos sem desgrudar a bunda dela do meu pau e minhas mãos da cintura dela. Ela também não fez muito pra sair daquela posição. Até que virou a cabeça e, com um sorriso safado, disse: "vamos continuar no quarto".

Até aquele momento, não tinha passado nada sexual pela minha cabeça com a senhora (dá pra imaginar que, de todas as clientes que visito, é muito raro acabar comendo uma delas, além de alguma fantasia com uma cliente que seja muito gostosa). Mas, a partir dali, percebi que já estava ficando duro sem nem pensar.

Naquela hora, ela avança e continuamos rindo do ocorrido, pedindo desculpas um ao outro — eu por vir distraído com o celular e ela por se abaixar do nada, sem avisar.

Entramos no quarto onde ela tinha um pequeno escritório com um notebook. Peço pra ela me mostrar o defeito. Ela senta na cadeira e eu fico de pé ao lado dela enquanto liga o computador. Reparo que ela estava com uma blusa decotada e, da minha posição acima dela na cadeira, dava pra ver uns peitões grandes (um pouco caídos, mas é normal pra uma coroa).

Enquanto o PC iniciava, eu olhava os peitos dela pelo decote, enquanto ela balançava de leve pra um lado e pro outro na cadeira giratória. De repente, o computador começa a fazer um barulho e trava (era o defeito que tinham me reportado e pelo qual eu provavelmente teria que levar o equipamento). Ela vira na minha direção e, sem querer, bate o ombro no meu pau. Me olha e me pega admirando o decote (os dois deixamos passar aquele momento). Eu digo pra ela me deixar sentar pra fazer um diagnóstico rápido. Ela se levanta e encosta na mesa, e me fala: "passa". O espaço entre a parede e a mesa não era muito grande, então, ao passar em direção à cadeira, íamos ficar bem próximos de novo.

Quando estou passando, ela pergunta se era muito... Grave, e eu digo pra ela que provavelmente vou ter que levar o equipamento pra uma análise mais detalhada no laboratório. Ela, de forma brincalhona, faz biquinho e dá um chute no ar (igual criança quando fica brava), mas ao fazer isso, se desgruda da mesa e eu a apoio de novo. Só que dessa vez foi com intenção da parte dela. Eu também deixo passar, primeiro porque sou muito tímido, e segundo pra poder dar uma olhada no equipamento. Sento na cadeira e começo as análises no sistema. Algumas levam alguns minutos, onde não dá pra fazer nada além de esperar terminar. Ela me oferece algo pra beber, eu recuso, e pergunta se me incomoda ela ficar do meu lado olhando. Eu digo que não me incomoda nada. E ela fala: "Talvez você possa me ensinar alguma coisa, ou talvez eu possa te ensinar". De novo, um sorriso safado se desenha no rosto dela, e ela pega um caderno que estava em cima da mesa e diz: "Sobre advocacia, eu posso te ensinar", e ri (vocês já sacaram que ela é advogada). Eu só ri e continuei com meu trampo, batendo papo sobre computadores, preços e tal.

Quando termino o diagnóstico, falo definitivamente que preciso levar o equipamento. Ela pergunta quanto tempo vai demorar, já que precisava do computador pra trabalhar. Eu digo que, como já é tarde, o equipamento só vai ser visto no dia seguinte, no meio-dia, com sorte. Ela pergunta se tem algum jeito de acelerar o processo. Falo que não depende mais de mim, e sim da empresa, que tem que respeitar a ordem de chegada dos equipamentos. E ela diz: "E se você fizer por conta própria? Te pago o dobro, ou o que você quiser". Eu falo que não posso aceitar, porque ela é cliente da empresa e não posso fazer essas coisas. Ela me manda esperar, liga pra minha empresa e pede se podem acelerar os prazos de revisão e tal. Obviamente, respondem a mesma coisa por telefone. Ela, brava, diz que não ia mandar porque precisava rápido, e... corta.
Ela me olha e diz "pronto, não sou mais cliente da empresa, agora sou sua cliente" e com voz de bebê e fazendo biquinho me fala "vai, por favorzinho..." Eu não queria aceitar, mas ela insistia.
Dou a desculpa que tinha que voltar pro escritório e se chegasse com o notebook iam perceber no meu trampo, e ela fala "eu levo quando você sair ou vou te buscar e você faz aqui pra mim".
No fim, acabo aceitando mais pela fantasia que tava criando na minha cabeça com a senhora e a carinha de putinha dela do que pelo dinheiro, falo que em umas 2 horas saía do trampo e voltava, já que tenho meu carro.
Ela diz "você é um amor" e me abraça, esfregando os peitos em mim, e eu seguro ela pela cintura com as mãos.
Ela me acompanha até a porta e fala "você vai ser recompensado".
Volto pra base e meu chefe me diz que a louca tinha ligado pra ele e falou que não ia resolver nada, e ele disse "melhor perder esse tipo de cliente" (a gente, técnico, odeia que nos apressem ou que achem que com dois cliques resolve tudo em dois segundos).
Depois de terminar meu dia de trampo, vou pra casa da cliente, já viajando naquela madura que tava dura de tesão.
Quando chego, ela tava com uma regata ainda mais decotada e me fala "vem, bebê".
Ela me leva até o escritório onde tava o notebook. Sentei pra resolver o problema, já sabia qual era, mas comentei que dava pra resolver, mas o ideal era levar pra revisar melhor, mas como ela tava com pressa, ia deixar funcionando, mas podia dar pau de novo.
Ela diz que precisava pra trabalhar, que mais pra frente, quando terminasse uns serviços, me dava pra fazer o necessário.
Beleza, começo a resolver o problema, ela sai e volta um tempo depois, pergunta se quero café ou algo gelado, peço algo gelado. Quando ela volta, eu já tava terminando. Ela entra no quarto com dois copos de refrigerante, tropeça e molha a regata. Levanto na hora pra ajudar, pego os copos e coloco na mesa. Ela me olha e Ela diz: "Uff, que cagada que fiz", olhando pra camiseta e pro chão... As gotas de refrigerante escorriam pelo decote até aquele lindo par de peitos... Limpei o chão rápido e ela fala: "Espera aí que vou tomar um banho, tô toda grudenta", e ri com aquele sorriso safado. Enquanto ela tomava banho, terminei de arrumar o computador e esperava ela sair pra ir embora. Ela sai do banho de toalha, aparece na porta e me vê, já tinha guardado minhas ferramentas e tava esperando. Perguntou se eu tinha terminado, falei que sim... e ela diz: "Você é um gênio", e se aproxima de toalha pra olhar o PC, mostro que tava funcionando. Ela fala que não queria me fazer perder tempo, que ia vestir algo rápido e voltava... foi e voltou na hora com um vestido soltinho e curtinho, também decotado. Ela diz: "Muito obrigada por tudo", e pergunta quanto é pra pegar o dinheiro, respondo e ela fala: "Já volto". Num minuto, me chama da sala pra me pagar e quando chego, ela tava contando as notas e deixa cair uma no chão, a gente se abaixa quase ao mesmo tempo pra pegar e vejo que o vestido decotado, sem sutiã, deixa um peito de fora e quando ela levantou, ainda tava pra fora sem ela perceber (supostamente). Eu falo sutilmente que tava com um peito de fora e ela diz: "Uuuy, desculpa, não percebi, me perdoa ter que me ver assim, uma coroa como eu". Aí eu falo que não tinha nada de errado e que ela não era coroa. Ela diz: "Você acha que eu posso causar algo num cara como você?" Falo que obviamente sim, porque ela tava muito bem cuidada. Ela me olha e fala: "Você é um amor", e se aproxima pra me abraçar de novo. Quando para de me abraçar, cai uma alça do vestido, deixando quase metade do peito de fora de novo, ela percebe, mas como tava contando as notas, me olha e fala: "Tanto faz, você já viu mesmo". Aí eu falo que era uma boa vista. E ela me olha e diz: "Você acha?" "Sim, a vista é boa", respondi, e agora sim, eu já tava de pau duro. Ela me paga e me abraça de novo pelo pescoço. Agradecendo, eu pego ela pela cintura e me encosto suavemente pra ela sentir como eu tava de pau duro.
Ela percebe minha ereção e fala: "Parece que ainda tão fazendo efeito", esfregando os peitos no meu corpo.
Respondo que sim, e muito... e com as mãos na cintura, aperto ela um pouco mais contra mim.
Ela não perde nem um segundo e começa a passar a mão no meu pau por cima da calça.
Desabotoa meu cinto, o botão, abre o zíper e mete a mão dentro da cueca, pega no meu pau e começa a bater uma (eu já tava durasso).
Começo a apalpar a bunda e os peitos dela enquanto ela beija meu pescoço.
Ela tira meu pau pra fora, se abaixa, puxa minha calça e cueca pra baixo... e na hora enfia na boca pra fazer um boquete espetacular, bem de experiente.
Depois de uns minutos, eu levanto ela, deito no sofá, levanto o vestido dela e, igual na parte de cima, sem calcinha.
Dou umas lambidas na buceta peludinha, mas bem cuidada, com o pelo curtinho. Não demorou muito pra fazer ela gozar pela primeira vez, enquanto ela segurava os gemidos (um ou outro escapava, mas ela tentava não gritar).
Me afasto e vou pegar uma camisinha na minha mochila. Quando volto e começo a abrir o pacote, ela se abaixa de novo pra continuar chupando meu pau, tira a camisinha da minha mão e coloca com a boca e as mãos.
Viro ela e apoio no sofá meio de quatro... E meti de uma vez, com ela tão molhada que entrou sem problemas.
Depois de umas metidas, ela tem um segundo orgasmo.
Puxo o vestido dela pra cima pra deixar os peitos livres e poder amassar enquanto metia.
Continuamos assim por um tempinho até que ela não aguenta mais segurar os gemidos e começa a gritar que nem uma louca.
Isso fez eu meter mais forte, e na quarta ou quinta metida forte, ela gozou de novo com um grito enorme... e eu não aguentei mais, depois de mais duas metidas, tirei o pau, tirei a camisinha e gozei. Pauzei pra encher toda a buceta dela de porra..
Ela tava largada no sofá, exausta. Eu sentei na borda do sofá pra recuperar também.
Fui no banheiro me limpar e trocar de roupa.
Quando saí, ela também já tinha se vestido, chegou perto, me deu um beijo e disse: "no final, a recompensa quem me deu foi você, te devo mais de uma e espero que seja logo".
Eu disse que sim, que logo voltaria a visitar ela...

Deixo aqui umas fotos de como ela me espera quando vou fazer um serviço.Histórias do técnico de PC

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4 comentários - Histórias do técnico de PC

Muy buena jeje, tambien estoy en el gremio, se puede dar fe de situaciones similares jeje