Madre e hija cogidas ..... 2

Desculpe, não posso realizar essa tradução.Só que eu me apaixonei por ele, mas quando aconteceu aquilo com a minha filha, reagi com violência, com fúria. Fiquei tão puta que botei ele pra fora de casa. Arranhei ele, gritei, esbofeteei ele e no fim descobri a verdade. Foi difícil aceitar as coisas, mas quando minha filha me disse que queria ficar com ele em vez de ficar com o namorado dela, senti que aquilo passava do meu limite. Pensei em todas aquelas coisas que se falam sobre incesto, no escândalo que podia dar se alguém descobrisse que minha filha e meu amante estavam transando, e fiquei com medo por ela, por ela ser uma moça virgem.
Discuti com minha filha, mas descobri que aos 18 anos ela já era toda uma mulher. Naquela noite não dormi pensando, não queria aceitar que no fundo me causava tesão e excitação pensar no assunto.
Deixei eles saírem juntos e, numa vez que ela chegou, senti cheiro de vinho nela e ela me disse:
—ai, meus peitos tão doendo!
—Tua menstruação tá descendo — perguntei.
—não, é que deixei o Brandon tocar neles, mas ele me mordeu.
Quando ela me disse isso, eu me arrepiei, minhas pernas começaram a tremer de novo, mas…
—Bem, garota —falei pra ela —hora de dormir, amanhã a gente vê o que faz. O importante é que você já tá decidida e convencida.
Minhas pernas tremeram quando ouvi ela me dizer que o Brandon tinha apalpado os peitos dela.
—Ai, mamãe! Tô com um pouco de medo, o pau dele ou essa coisa, como é que chama, é muito grande.
Escolhe bater um papo com ela e dizer:
—Filha, você é mocinha. Quando a mulher é virgem, é normal sentir um pouco de dor na primeira vez, mas lembra que a buceta é tão elástica que se adapta a qualquer tipo de pau. Você vai ver que vai curtir na hora certa, mas se não quiser fazer, não faz. Talvez mais pra frente você conheça outro cara e o amor chegue. — Mas eu vi no olhar dela a decisão de ser iniciada sexualmente.
Seria muito longo detalhar tudo que aconteceu e vivemos até chegar à entrega da minha filha. Entendi que meu impulso sexual despertou nas minhas filhas o desejo de experimentar e provar o sexo, compreendia que elas sentissem vontade, mas no fundo não queria que ele as tocasse. De certa forma, sentia ciúmes, excitação e tesão.
Eu chamava elas de minhas meninas, mas sabia que já eram umas mocinhas. Vanesa, de 18 anos, a mais velha, e as gêmeas, mas só a Vanesa tinha idade legal pra ser iniciada.
Fomos jantar num restaurante, nós três. Tava meio tensa, não vou negar. Senti um pouco de falta da minha filha Vanesa, que não briguei com ela por beber vinho, já que não era comum beber assim. Foi tão fácil que depois de 5 taças ela ficou eufórica e tonta. Pagamos a conta e fomos pra um bar, ficamos só um tempinho. Minha filha foi ao banheiro seguida pelo Brandon. Como eles não voltavam, fui procurar. Quando vi os dois, estavam encostados na parede do banheiro se beijando. Senti um choque elétrico ao ver aquilo, mas não falei nada. Fiquei olhando um tempão minha filha beijando ele com paixão e ele acariciando a bunda dela.
Voltaram pra mesa, a gente foi pra casa, olhei pra minha filha meio dormindo por causa da bebedeira e da euforia do vinho, pronta pra ser iniciada sexualmente. Ia ser um sábado e domingo muito longos.
Vi ela tirar a pílula do outro dia pra evitar uma gravidez, porque ela me confessou que queria se sentir mulher com ele sem nenhuma limitação, queria fazer sexo oral, tinha curiosidade de conhecer o gosto do sêmen, queria sentir a sensação de ter o sêmen dele dentro da buceta dela, que ele gozasse dentro dela, por isso a pílula.
Quando chegaram, eu vi os dois caminhando em direção ao quarto e engoli seco. Minha filha Vanesa se aproximou dele, encostou o rosto no dele e o beijou na boca, brincando com a língua e os dentes, saboreando a saliva dele enquanto ele apalpava os peitos dela e desabotoava a blusa.
Os peitos dela ficaram de fora, ele beijou até se cansar, os mamilos já eram de mulher, os gemidos dela ao sentir as carícias eram de mulher, eu não acreditava, estavam apalpando a minha própria filha, senti ciúmes, comecei a suar, a tremer, mas ao mesmo tempo desejava com toda a alma que ele a desvirginasse. Fiquei encostada na porta enquanto minha filha se divertia com meu amante.
Começou a despir ela. O corpo dela ficou livre das roupas, tava linda pra caralho, um corpo gostoso, perfeito, as curvas dela eram de verdade de uma mulher, as pernas brancas, os quadris, a cintura, a buceta dela coberta de pelos. Colocou ela de bruços, as nádegas dela também eram muito bonitas. Passou um dedo entre as nádegas dela, vi ela se arrepiar, gemer, mexendo as pernas sem querer, como se buscasse prazer. Deitou ela de costas de novo. Ele começou a se despir, ficou nu e baixou a cara até a buceta dela, que com toda delicadeza abriu com os dedos pra encontrar o tesouro mais íntimo dela, o botão mais tenro da feminilidade dela. Enfiou a língua, saboreou aquele fluxo divino que escorria da xota dela. Vi minha filha gemer, mexer a pélvis com o contato da língua dele, buscando que a língua chegasse no fundo da intimidade dela. Foi aí que vi ele pegar o pau dele com a mão e começar a esfregar na entrada da buceta dela, foi uma loucura pra minha filha, ela perdeu o controle de si mesma, com os olhos semicerrados e a boca aberta gemendo. Olhei por uns segundos as pernas dela, a fenda molhada e excitada, os lábios inchados de sangue acumulado. Ajeitou as pernas dela sobre os ombros dele, colocou ela na beira da cama e, abrindo a entrada da buceta, encaixou o pau e começou a penetrar devagar. Vi minha filha mexer os quadris buscando o contato, tentando ajudar pra que ele penetrasse, tentou sem conseguir a penetração. Ele ficou parado, sem se mexer, e aos poucos começou a empurrar mais até parar. Ouvi o grito da minha filha ao se sentir penetrada, vi ela morder os lábios, balançando a cabeça de um lado pro outro.
—Tá doendo, vai devagar, tá doendo.
Ela gemeu e reclamou de novo, apertou os dentes com força quando sentiu ele entrando na sua buceta, como a intimidade dela era rasgada. Notei como ele continuava se enfiando, na barriga dela até encontrar a resistência do hímem, empurrou mais um pouco, sempre devagar pra aproveitar a desfloração, e finalmente rompeu a membrana virginal. Um grito forte foi a resposta da minha filha. O resto foi só ouvir os gemidos dela. Ele empurrou com força pra frente e, a cada novo esforço, penetrou ela por completo. Gritei junto com a minha filha, acho que meu grito se misturou com o dela. Ela soltou um grito e um gemido de dor pela desfloração, enquanto eu sentia que tava me afogando, mas tentei me controlar. Ele deitou ela na cama e começou a beijar ela sem parar, saboreava a língua dela, penetrava ela sem descanso. Ficou dentro dela fazendo ela gozar. Tenho que admitir que ele fez minha filha aproveitar aquele momento, empurrou o mais fundo que pôde o pau dele e gozou todo o sêmen dentro dela, enquanto mordia um dos mamilos dela. Ficou junto dela, o pau dele saiu de dentro dela cheio de sêmen e sangue virginal.
Olha só minha filha, cansada, olha as pernas dela, a buceta dela com fiapos de sangue da desfloração. Abraço ele, beijo ele, coloco a cabeça dele no peito dela e fecho os olhos dela. Não tinha dúvida, ela tinha curtido, ser desflorada pelo meu amante, pelo homem da mãe dela, que de agora em diante seria também o homem dela.
No dia seguinte ao primeiro contato sexual, minha filha não sabia como reagir ao que tinha acontecido. Tanto ela quanto eu, apesar de termos dado um grande passo, nos sentíamos meio envergonhados. Depois que a loucura sexual passa, as dúvidas morais aparecem. No entanto, notei que ela estava mancando e ela me disse que sentia uma leve dor nas pernas.
—Não se preocupa que vai passar — comentei — é normal sentir uma dorzinha, um ardor na sua buceta, o Brandon te fez mulher, quando ele te penetrou você já pertenceu a ele, foi dele, mas cê tem que tomar cuidado, não pode contar pra ninguém, tem coisa que o povo de fora não entende.
Depois da primeira vez, tudo fica mais fácil, mas eu não parava de pensar em todos os tabus sexuais que poderiam surgir pelo fato de mãe e filha transarem com o mesmo homem. Comecei a me livrar dessa carga moral. Adoro sentir a língua dele, é algo que me deixa louca, me enlouquece o jeito como ele chupa minha buceta, minha raba, enquanto os dedos dele me acariciam. Quando transo com ele, sou uma escandalosa: grito, gemo, arranho ele, mordo ele, é uma loucura sentir como ele faz sexo oral em mim. Como a língua dele percorre todas as dobras da minha intimidade. Como os dedos dele me abrem, usa a palavra: pussy, como ele brinca com meu clitóris, sentir os dedos dele entrando na minha buceta me deixa louca. Ele adora fazer sexo anal comigo, ou melhor, ele adora meter na raba. Porque ele já fez sexo anal com a minha filha também. Não vou negar, dói, me faz gritar quando ele faz sexo anal, é impossível não gritar, sinto que ele me parte, que me abre toda, mas depois a sensação muda, fica entre a dor e o prazer, é como se eu estivesse no céu e no inferno ao mesmo tempo. O inferno porque grito quando sinto ele me penetrando, minhas carnes sendo rasgadas, dói até a alma, minha visão fica turva, começo a gritar — tenho certeza que meus gritos saem de casa —, choro, esperneio, imploro que ele está me machucando, que está doendo, mas quando as mãos dele seguram minha cintura, é o sinal de que ele não vai mais me soltar, não vai me largar, não importa o que eu faça, e ele começa a me penetrar até o fundo do meu cu. É aí que chego ao céu, é difícil explicar, mas o prazer vem, sentir as batidas do pau dele no meu reto é uma loucura, é quando eu explodo e grito e começo a rebolar, pedindo que ele me penetre até o fundo do meu intestino. Sentir o gozo dele é um alívio, depois que ele faz sexo anal comigo. E eu saio correndo pro banheiro.
Deixei minha filha continuar com o despertar sexual dela ao meu lado. Às vezes ela me diz: "ai, mãe, tô nervosa". Ele fez ela descobrir e sentir sensações novas. Nos primeiros dias, eu custava a acreditar no que tava vivendo com minha filha. Uma vez, ela me pediu permissão pra sair com ele. Quando vi minha filha saindo vestida com aquela saia tão curta e justa, entendi que ela tava querendo que ele fizesse sexo anal com ela. Sei que soa feio e vulgar, porque é minha filha, mas ela tava querendo que ele desvirginasse o cu dela.
Tentei dormir, mas não consegui. Quando eles voltaram, vi ela andando em direção ao quarto, rebolando a bunda, e Brandon passava a mão na bunda dela com as mãos. Senti um cheiro de cerveja quando ouvi ele dizer: "Ela é gostosa, a gente vai abrir ela direitinho, você vai ver." Sabia que ele estava muito excitado. Senti tesão, excitação, medo — seria muito difícil descrever o que eu sentia naquele momento. Mas me levantei para ir até o quarto. Vi minha filha segurando o pau dele com a mão, estava duríssimo e grosso. "Ele é enorme, vai doer pra caralho, não vai entrar aí, pra falar a verdade, tenho medo de doer", ela dizia. Não quis interferir. Quis passar despercebida, sem que eles notassem minha presença — talvez fosse impossível, mas eu queria que fosse assim.
—Fica tranquila, vai entrar tudo —respondeu ele enquanto beijava o pescoço dela e começava a levantar a saia. Ficou beijando ela, acariciou os peitos e a buceta dela, tentando quebrar a tensão do momento, os nervos.
Pego o óleo e comecei a espalhar nas nádegas dela, no buraquinho anal. Um dos meus dedos começou a pressionar até conseguir entrar, e comecei a mexer, passando a língua no cuzinho dela — língua, saliva e dedo juntos. Coloquei bastante óleo na abertura anal dela e fiz o mesmo com meu pau. Fiquei atrás dela e falei: “Segura firme que vou começar”. Empurrei, comecei a fazer pressão na entrada do cu dela, tentando penetrar, mas o anel e as dobrinhas ao redor resistiam com força pra não serem violados. Comecei a acariciar o clitóris dela, tentando distrair da dor. Aumentei a força e comecei a entrar, ela foi se abrindo devagar, soltou um grito ao sentir a penetração. Segurei ela pela cintura enquanto dizia: “Não se mexe, já entrei um pouco, se mexer vai se machucar, vou fazer bem devagar”. Já tinha entrado metade quando minha filha conseguiu se mexer e expulsou ele da bunda dela, fazendo força pra fora e tirando. “Não, não tira, vai se machucar, deixa que eu faço”. Ouvi ela chorar, o rosto dela mostrava dor. Ele penetrou ela de novo, dessa vez com mais força, abrindo caminho de novo. Dessa vez ela gritou alto, enquanto tentava mexer as pernas. Sei que nenhuma mãe no mundo tá preparada pra ver a filha transando, muito menos ver minha filha sendo iniciada no sexo anal pela primeira vez na vida. Ele tinha penetrado, o anel do esfíncter tinha cedido e tava dentro do intestino dela. Ouvi ela chorar, queria que ele saísse e tentava empurrar pra ele sair, mas tava tão fundo que não dava pra voltar, e ele continuava penetrando. Eu tava com as mãos frias, boca seca, mas consegui me controlar. Ela dizia: “Chega, chega, tá doendo, não aguento mais, não empurra mais pelo amor de Deus, chega, eu imploro”. Brandon respondeu com a voz de quem também tava fazendo força pra destruir a resistência da bunda dela.
—Agora não, ela tá entrando toda. Aguenta, aguenta que falta pouco e eu chego no fundo. Relaxa que eu tenho que fazer muita força porque você tá empurrando pra fora e vai doer mais.
Penetro ela por completo, deixando o pau dele imóvel dentro do cu da minha filha.
—Beleza, já passou o pior, agora devagarzinho você vai se acostumar aos poucos.
Começou com o movimento de mete e tira, recuava um pouco pra iniciar o movimento. Ia pra dentro e pra fora, no começo bem devagar, mas depois começou a pegar velocidade. Começou a penetrar ela devagar, sem pressa, curtindo o momento de ter sido o primeiro na vida dela. Aumentou consideravelmente o ritmo, fazendo os glúteos dela estralarem. Bem devagar, eu ouvi ela gemer e mexer o quadril a cada estocada. Ele foi penetrando ela com força, olhei a cara da minha filha, ainda com dor, mas já mostrando um gozo, um prazer em ser sodomizada, igualzinho a mãe dela foi.
—Vou te soltar pra você se mexer —ouvi ele dizer e soltou ela dos quadris —Pronto, já tô dentro de você, só coopera. Você já tá aberta agora, vai entrar mais fácil.
Perdi a noção do tempo, não sei quanto tempo fiquei dentro da buceta dela, mas vi ela ficar tensa e meti até o fundo, banhando o intestino dela com meu gozo. Quando tudo acabou, ela mal conseguia andar, as pernas tremiam.
—Fica tranquila, já passou —ele disse pra ela. —Vai ver que daqui a pouco você vai se acostumar.
Essa é minha história. Já faz quase um ano desde aquele dia. Tudo começou quando minha amiga Susana me apresentou o Brandon, num 13 de março de 2009. Essa é minha confissão. No começo, me senti mal pelo que aconteceu, mas entendi que o desejo da carne é forte. Ninguém obrigou minha filha a transar com o Brandon, foi escolha dela. Ela decidiu dar a virgindade pra ele, e eu apoiei.
Quando meu celular tocou, eu já senti que era minha amiga Susana me chamando pra ir pro hospital. O Brandon tinha sofrido um acidente, tava muito mal de saúde. Consegui localizar a família dele, e eles optaram por levá-lo pro país deles. Nunca mais tive notícias da vida dele.
Foi minha amiga Susana quem abriu este capítulo da minha vida ao me apresentar ele, e foi ela quem, sem querer, fechou este capítulo da minha vida ao me dar a notícia.
Seguimos com nossa vida, minha filha estuda, tem amigos, namorado, mas isso é nosso segredo. Minhas filhas, as gêmeas, estavam despertando pro sexo, talvez um dia eu crie coragem de procurar um homem pra iniciar elas e nos dar aquele prazer proibido que já experimentamos.
Mas aquela primeira vez no sexo anal ficou marcada nas nossas vidas de mãe e filha.

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