Férias com meus amigos e minha gostosa (1)

Olá, pessoal! Essa é uma história bem longa de uma viagem que rolou há uns anos com meus amigos e minha namorada, então provavelmente vai ter mais de uma parte! Espero que vocês curtam. Aconteceu uns 3 anos atrás, mais ou menos. Finalmente tínhamos terminado a faculdade e, claro, estávamos morrendo de vontade de comemorar. Minha namorada Andrea queria que a gente fosse só nós dois para algum lugar, mas eu queria chamar vários amigos. Foi uma briga meio pesada dessa vez. Ultimamente, Andrea e eu já estávamos tendo esse tipo de desentendimento; ela tava começando a ficar meio possessiva, não queria que eu saísse muito com meus amigos, queria que a gente ficasse só nós dois na maior parte do tempo, e começava a chorar quando eu ia com meus amigos em vez de ficar com ela. Não me interpretem mal, eu ainda amava ela e o sexo era incrível, mas a atitude dela tava começando a me encher o saco, e eu até já tinha pensado em terminar. No entanto, o fim da faculdade foi a desculpa perfeita pra gente se divertir um pouco, e no final consegui convencer ela, com a condição de que ela também chamasse alguns amigos dela. No dia da viagem, chegamos na casa da amiga dela, Mishel, porque o namorado dela tinha uma caminhonete grande o suficiente pra todo mundo que ia. Quando chegamos, Andrea cumprimentou a amiga enquanto eu deixava nossa bagagem no chão. Eu já conhecia a Mishel de antes. Ela era mais baixa que eu, mas um pouco mais alta que a Andrea. O cabelo dela era liso e castanho, curto na altura dos ombros, e, mesmo que eu nunca admitisse na frente da minha namorada, ela tinha um corpo do caralho. Dava pra ver que ela malhava um pouco, porque as pernas eram torneadas e ela era bem gostosa. Naquele dia, ela tava usando um crop top e um short jeans que deixavam ver a barriga chapada e o piercing no umbigo. Tava com uns Vans preto e umas meias que iam quase até o joelho, valorizando as pernas incríveis dela, e dava pra ver um pedaço de uma tatuagem que, pela posição, eu imaginava que era entre as... peitos; claro que seria muito complicado ver sem ela tirar a roupa. O namorado dela se chamava Gerardo, e pra ser sincero, ele também era bonitão. Era um pouco mais alto que eu, cabelo preto meio comprido, com uma barba e bigode ralos, parecia quase um guitarrista de rock, mas tinha certeza que não tocava nenhum instrumento, só tinha a cara. Assim como a namorada, dava pra ver que malhava, o suficiente pros músculos aparecerem, mas não tanto a ponto de ficar exagerado.

— Mishel, que emoção. Tá animada? — perguntou a Andrea depois que se cumprimentaram.

— Nem me fala, já tava doida pra acabar as provas. Que sorte que seu namorado conseguiu uma casa emprestada pra gente se divertir. Tava falando com o Gerardo pra irmos pra praia quando ligaram.

— Cê acha que vai conseguir se controlar, Mishel? — perguntei com um sorriso. — A casa é do meu tio e não quero que depois ele não empreste mais porque a gente acabou destruindo tudo.

— Ah, relaxa. Meu namorado aqui vai cuidar pra eu não quebrar nada, né, love? — disse com um sorriso, se enganchando no braço do Gerardo.

Gerardo também sorriu e deu um beijo nela. Mas eu não fiquei tão tranquilo, porque a Mishel tinha fama de ficar meio doida quando bebia, e com certeza a gente ia fazer isso nesses dias.

Andrea e Mishel se afastaram um pouco pra conversar entre elas enquanto eu fiquei com o Gerardo. Sinceramente, não tinha uma grande amizade com ele, mas também não me dava mal. Dava pra trocar uma ideia ou outra, mas não dava pra considerar ele meu amigo. Apesar de tudo, sentia que ele era um cara bem de boa, umas vezes tinha me pego olhando pra Mishel quando ela usava algum vestido ou roupa bem justa, o que, na minha defesa, era impossível desviar o olhar do corpo dela, mas em vez de ficar puto ou algo assim, ele só sorria pra mim. Andrea tinha me contado que os dois tinham um tipo de relacionamento aberto, então o Gerardo não ligava. que vissem a Mishel, porque ele também costumava ver outras garotas. Algumas horas depois, meu amigo Alex chegou com as duas amigas dele. Alex era meu melhor amigo desde o ensino médio e a gente sabia praticamente tudo um do outro, era quase como um irmão pra mim. Ele tinha mudado nos últimos anos da faculdade. Era uns 20 cm mais alto que eu, mas quase um ano mais novo. Teve um problema no nariz e precisou operar, mas admitia que agora tava melhor do que há 5 anos, quando o nariz era torto. Também tava indo muito na academia e tava igual ao Gerardo, meio musculoso, mas sem exageros. As duas amigas dele eu conhecia bem. A primeira se chamava Valeria, que também era uma amigona minha. Antes de eu conhecer a Andrea e ela virar minha namorada, eu era afim da Valeria. Tinha a mesma altura que eu e um rostinho bem bonito, era daquelas minas com cara de menina, as bochechas saltavam no rosto e os lábios eram rosados. Adorava os olhos dela, eram grandes e os cílios sempre levantados. Tinha um corpão bonito, parecido com o de uma boneca, os peitos eram médios e a cintura bem desenhada, tipo, tinha aquela curva que poucas mulheres têm na barriga, antes de chegar na cintura. As pernas eram longas e não eram torneadas como as da Mishel ou até da Andrea, mas sempre fiquei doido com a ideia de acariciá-las. Ela gostava de mudar a cor do cabelo direto, e nessa vez tava com as pontas rosa claro e o resto no castanho natural. Vestia um vestido preto com flores que ia até a coxa, por baixo usava meia-calça e umas botas. Tava realmente muito gostosa. Com medo de que a Andrea me pegasse olhando pra Valeria, cumprimentei ela rápido e depois a outra amiga do Alex: a Gina. Tinha que admitir que meu amigo tinha bom gosto pra escolher as amigas. A Gina era um pouco mais Menor que eu, talvez por um ou dois centímetros. O corpo dela era atlético, sem dúvida nenhuma, ela jogava tênis ou vôlei, pelo que o Alex tinha me dito há um tempo. A pele dela era levemente morena e o cabelo, um castanho escuro. Tinha que admitir que o sorriso dela era muito bonito e formava covinhas quando ela sorria. Entendia por que o Alex era louco por ela, ela era realmente muito gostosa e tinha um corpo bonito. Cheguei até a comparar os peitos dela com os da Valéria, eram um pouco menores, mas isso não tirava o tesão. Ela usava uma blusa branca sem mangas, que deixava os braços torneados à mostra, e uma calça jeans com um sapato de plataforma. Claro, notei meu amigo olhando ela de cima a baixo umas duas vezes.

As minas se juntaram de um lado e começaram a conversar. Andrea, pra minha tristeza, conhecia a Valéria, mas não a Gina, e, claro, a Mishel não conhecia nenhuma das duas, então começaram a papear, tentando se entrosar. Com o Alex, a conversa entre eu e o Gerardo ficou mais animada. Ainda faltava esperar uma amiga da Andrea, então continuamos batendo papo, até que me deu na telha de ir pegar uns petiscos pra viagem.

Quando voltamos, a última amiga da minha mina já tinha chegado, a Jimena. A Andrea nunca tinha me apresentado ela antes, e dava pra ver por quê. Ela era muito bonita, tinha cabelo castanho liso até a metade das costas, uns olhos bem grandes e uma pinta pequena sobre a boca do lado esquerdo. O corpo dela era parecido com o da minha mina, mas em todos os sentidos, melhor. Dava pra ver que malhava, porque o corpo todo era firme e torneado, os peitos dela eram definitivamente maiores que os da Andrea, só um pouquinho, e a cintura era mais curvada, junto com uma bunda bem definida e firme. Ela usava uma regata branca, que deixava a barriga de fora, não tão trabalhada quanto a da Mishel, mas bem lisa e firme. Tinha duas tatuagens de flores pretas, uma no pulso direito e outra no antebraço esquerdo. Resumindo, ela era uma gostosa. Assim que chegamos, estendi a mão pra cumprimentá-la, as unhas dela eram um pouco grandes e bem cuidadas, até nisso ela era melhor que minha namorada. Nos apresentamos e tentei puxar conversa com ela, mas claro que minha namorada veio até nós e se colocou do meu lado. —Que bom que você finalmente decidiu vir, Jimena —disse Andrea com um sorriso, mas não dava pra saber se era sarcasmo ou não. —Olha, uma semana numa casa com piscina não ia deixar passar —Jimena me olhou e sorriu—. Além disso, já era hora de você me apresentar seu namorado. Sorri de volta. —É, bom, você já conhece ele —disse Andrea meio seca—. Bem, melhor a gente ir, quanto mais cedo sairmos, mais cedo chegamos. Ela pegou os salgadinhos das minhas mãos e foi pro carro. Eu sabia que Andrea era minha namorada, e não tava pensando em fazer nada além de ficar com ela nessa viagem, mas o olhar que a Jimena me deu antes de se virar e ir pro carro não foi normal. Ela mordeu o lábio inferior, piscou o olho pra mim e me olhou de cima a baixo. Sem nem querer, comecei a sentir um calor, e tenho que admitir que não conseguia parar de olhar pra bunda da Jimena enquanto ela ia pra caminhonete. Durante a viagem, a gente se divertiu bastante. Tinhamos decidido que o Alex ia dirigir, já que o Gerardo queria ir com a Mishel pra ficar se beijando e se apalpando, o que irritou um pouco a gente, mas no fim das contas era a caminhonete do Gerardo, então ele podia fazer o que quisesse. A Andrea queria que a gente sentasse junto, mas como eu era o único que sabia chegar na casa do meu tio, tive que pegar o banco do carona, deixando ela junto com a Valéria, a Gina e a Jimena, o que não agradou ela nem um pouco. O mais provável era a gente discutir quando chegasse na casa. Claro, tentei melhorar o clima, colocando qualquer música que pediam ou botando alguma que todo mundo soubesse pra cantar junto. Até que de vez em quando, a Mishel e o Gerardo paravam o beijação pra se juntar a nós. Não sei quantos de nós admitiria, mas dava pra ver que os dois estavam se divertindo pra caralho, praticamente transando lá atrás. A gente tentava disfarçar, mas às vezes a Mishel ou o Gerardo gemiam, levados pela paixão, às vezes até os dois juntos. Era meio estranho, sim, mas tinha certeza de que não era o único que queria ver o que tava rolando lá atrás. Num ponto da viagem, consegui ver pelo retrovisor a Mishel se abaixando perto da virilha do Gerardo. Uns segundos depois, ouvi a risadinha da Valeria e da Gina. Quando virei pra olhar, as quatro minas estavam rindo, até a Jimena se atreveu a olhar pra trás e depois virou e concordou com uma risadinha.

—O que foi? —perguntei num sussurro e com um sorriso, porque já desconfiava do motivo das minhas amigas estarem rindo.

A Valeria me chamou com a mão pra chegar perto e sussurrou no meu ouvido.

—A Mishel tá chupando ele.

Sem conseguir evitar, olhei pro Gerardo, que tava de olhos fechados, a cara dele mostrava que tava adorando. Minha imaginação me traiu, porque imaginei vividamente a Mishel chupando o pau do Gerardo. Fiquei um pouco excitado e, instintivamente, olhei pra Andrea, que tava mordendo o lábio inferior com um sorriso, pensando a mesma coisa que eu. Mas a surpresa veio quando vi a Jimena, ela tava me sorrindo e mordendo a ponta do dedo indicador. Embora... bom, todo mundo sabia o que eles tavam fazendo lá atrás, era mais um olhar de cúmplice... esperava.

Voltei pro meu lugar e o Alex arregalou os olhos quando contei o que tava rolando na parte de trás da caminhonete. De brincadeira, falei pra ele frear de repente, demorei um pouco pra convencê-lo, mas graças às nossas amigas, consegui. Quando ele fez isso, todo mundo esperava, menos os dois tarados de trás. Em menos de um segundo, a cabeça da Mishel apareceu de novo com a mão na testa por causa do tranco, e o Gerardo se reajeitou no banco porque quase tinha caído.

—Desculpa, galera —falei com um sorriso—. Quase que a gente passava da saída. Claro que os dois me olharam com uma leve raiva por ter cortado o barato deles, mas a raiva durou pouco porque entenderam que tinham passado um pouco do ponto, aceitaram a culpa. E a verdade é que eu não tinha mentido totalmente, porque realmente quase não vi a saída que a gente tinha que pegar pra chegar na casa do meu tio. Levamos mais ou menos meia hora pra chegar, e depois da nossa brincadeira, Gerardo e Mishel se comportaram pelo resto da viagem. Quando chegamos, meus amigos ficaram impressionados, era uma casa meio grande. A sala ficava assim que entrava na casa, à esquerda ia pros quartos dos convidados e pra cozinha, à direita ficava a entrada pro jardim onde tinha uma piscina enorme e perto dali tinha outro corredor que levava pros quartos principais. Dei um tempinho pros meus amigos se familiarizarem com o lugar e aí começamos a distribuir os quartos. Mishel e Gerardo iam ficar juntos num dos quartos de convidados, Gina e Valeria ficariam no segundo e, infelizmente, Alex teria que dormir na biblioteca no colchão inflável, porque todo mundo insistiu que eu ficasse com Andrea no quarto principal e a Jimena colocou as coisas dela no quarto do meu primo antes que alguém falasse alguma coisa. Depois de escolher os quartos, meus amigos se apressaram pra deixar as coisas. Ajudei o Alex a encher o colchão e, assim que saímos, Gina e Valeria já estavam prontas pra pular na piscina. Valeria tava usando um biquíni rosa com babados que deixava ver o corpo de boneca dela, enquanto Gina vestiu um de corpo inteiro listrado que, além de marcar a silhueta, mostrava o espaço entre os peitos e uma boa parte deles. Alex ficou paralisado ao ver ela e sem saber o que dizer. — Você vai entrar assim? — perguntou Gina. — O quê? Ah! Na piscina? Não — disse ele, gaguejando um pouco. — Bom, se apressa que a gente espera — respondeu ela, pegando Valeria pelo braço pra ir pra piscina. piscina. O Alex seguiu ela com o olhar e depois se virou pra mim.
—Cara, tô te devendo uma por me chamar pra vir.
—Se você soubesse o que tive que fazer pra convencer a Andrea —falei depois de um suspiro.
—De qualquer forma, valeu. Vou me trocar rápido. Você vai vir com a gente?
—Vou falar com a Andrea, ver se ela quer ir, depois encontro vocês.
—Beleza.
E dito isso, ele entrou no “quarto” dele pra pegar o traje de banho.
Eu queria que todo mundo estivesse na piscina tomando umas cervejas, mas era óbvio que a Mishel e o Gerardo estavam no quarto deles terminando o que começaram na caminhonete, então fui pro quarto principal procurar a Andrea. No caminho, desviei pro quarto da Jimena pra perguntar se ela ia pra piscina com a gente, mas quando cheguei, ela tava na cama, dormindo. Não culpava ela, a viagem tinha sido meio longa, e no caminho ela tinha comentado que tinha dormido super mal no dia anterior. Fechei a porta com cuidado e abri a porta do quarto principal. Tinha umas escadinhas pra descer até a cama, já que o quarto em si ficava no que dava pra chamar de “porão” da casa. Na cama, a Andrea tava me esperando com as pernas cruzadas. Ela tinha tirado a calça e deixado o vestido que tava por baixo cobrir ela toda; mas o vestido era meio curto e deixava as pernas dela completamente nuas.
—Alex, Gina e Valéria tão na piscina, cê quer ir?
—Não sei.
—Por quê? —perguntei enquanto sentava do lado dela.
Ela demorou um minuto pra responder, mas quando respondeu, fez uma careta.
—Queria que a gente ficasse só nós dois.
—Amor, a gente já discutiu isso. Além disso, são mais seus amigos do que meus.
—Sim, mas a Mishel… —ela fez uma pausa e depois balançou a cabeça—. Não, esquece.
—O quê? O que tem a Mishel?
—Nada —ela falou e se levantou—. Cê tem razão, já tamo aqui e a gente tem que aproveitar e se divertir com nossos amigos. Deixa eu me trocar e a gente vai com eles.
Nesse momento, ela pegou borda do vestido dela e tirei com um movimento só. Pra minha surpresa, ela não tava de sutiã e fiquei olhando pros peitos dela nus. Na hora veio a imagem da Mishel fazendo um oral no Gerardo e eu fiquei excitado de novo. Antes que a Andrea andasse até a mala dela, peguei ela pela cintura e puxei pra perto de mim. Minha língua foi direto no mamilo dela e ela deu uma risadinha.

—Love, agora não. Podem nos ouvir — ela respondeu, tentando se afastar.

—A Gina, a Valéria e o Alex tão na piscina — falei, e chupei o mamilo dela de novo, ela soltou um gemidinho —. A Mishel e o Gerardo com certeza tão fazendo a mesma coisa — chupei o mamilo dela de novo e passei a mão por cima da calcinha dela —. E a Jimena tá dormindo.

—É, mas podemos acordá... ohhhh — não deixei ela terminar, porque meti a mão por baixo da calcinha dela e comecei a estimular direto —... podemos acordar ela.

Levei a mão dela até a boca pra abafar o próximo gemido, enquanto eu continuava masturbando ela e chupando o mamilo.

—Se quiser, posso parar — falei olhando pra ela e começando a tirar os dedos.

—Não, não para — ela disse, pegando minha mão e colocando de volta onde tava —. Podemos fazer um pouco.

Sorri e chupei os peitos dela de novo, o que fez ela gemer. Continuei masturbando ela por uns momentos antes de tirar a calcinha e fazer ela levantar uma perna na cama. Ela tirou minha camiseta e eu deitei na cama pra ficar por baixo dela. Um gritinho saiu dela quando minha língua começou a explorar a buceta dela. Nessa posição, ela subia e descia o quadril, a mão esquerda estimulando o clitóris e a outra apertando o peito, e depois tapava a boca pra evitar que os gemidos fossem ouvidos.

—Ai, Deus, continua, love, assim, assim — ela me incentivou, e senti a mão dela passar pelo meu corpo até chegar na minha ereção dentro da calça.

O corpo dela começou a ter espasmos, sinal de que tava perto do orgasmo. Peguei a Andrea pelas pernas pra fazer ela descer e poder enfiar minha língua o máximo que dava, aproveitando o gosto. doce da minha namorada, e aí movi rápido pra fazer ela gozar. Sem conseguir evitar, ela soltou um grito e se contorceu toda com o orgasmo. Quando terminou, riu.
—Agora é sua vez —ela disse, me pegando pela mão e me fazendo levantar.
Sem piedade, desabotoou meu cinto e minha calça, tirando tudo com tesão, e depois me jogou na cama. Feito uma gatinha, ela se aproximou do meu pau, segurou com uma mão e apertou de leve.
—Sabe —ela falou, passando meu pau nos lábios dela e lambendo um pouco a ponta—, eu queria fazer isso desde que vi a Mishel chupando o Gerardo na caminhonete.
O fato dela começar a falar sujo já me mostrava que ela tava completamente excitada, porque a Andrea sempre foi uma garota bem tímida e introvertida, mas quando ficava com tesão, ganhava confiança e até falava assim.
—E que tal se você mostrar pra ele?
Ela sorriu, colocou a língua pra fora e começou a lamber meu pau de cima a baixo, e depois enfiou tudo na boca. Meus gemidos não demoraram a sair enquanto eu via os lábios dela subindo e descendo no meu tronco. Levei a mão pro cabelo dela pra segurar, mas foi quando eu vi.
A Jimena estava na escada do quarto, olhando pra gente. Minha boca se abriu de susto, olhei pra Andrea, que continuava me chupando, e depois pra Jimena, que colocou o dedo nos lábios, pedindo silêncio. Fechei a boca e olhei pra minha namorada no momento em que ela levantou a vista e tirou meu pau da boca.
—Tudo bem?
Quis olhar pra Jimena na escada, mas sabia que se fizesse isso, a Andrea ia descobrir ela. Algo em mim queria falar que a gente tava sendo visto, mas o olhar da Jimena...
—Não, tudo bem, continua.
Andrea sorriu e voltou pro que tava fazendo. Eu gemi de novo, porque tava adorando, mas meu olhar voltou pra Jimena. Ela sorriu pra mim e colocou o dedo indicador na boca, tentando imitar a mesma velocidade da Andrea. Ver aquilo me deixou ainda mais excitado, de certa forma eu sentia que... era a Jimena que tava me chupando e meus gemidos, e por consequência o prazer que eu sentia, aumentou. Jimena deu uma pausa rápida pra levantar a barriguinha e subir o sutiã pra eu ver os peitos dela. Deuses, eram mais lindos que os da Andrea. Desabotoei o short dela e puxei a calcinha pro lado e ela começou a se masturbar. Tava tão excitado que sentia que não aguentava mais.

—Vem aqui —falei pra Andrea puxando ela pelo cabelo, fazendo ela se aproximar de mim, tomando cuidado pra ela não olhar pra trás.

Deitei com a cabeça virada pra escada e pedi pra Andrea ficar de costas pra mim. Ela levantou um pouco o corpo e comecei a meter nela enquanto ela se apoiava nas pernas.

—Ai, love, nunca fizemos nessa posição —ela falou e começou a gemer assim que meu pau começou a entrar e sair dela—. O que que cê tem que tá tão… tão… ohh… ahhh… exci… ahhh… tado.

Ela continuava gemendo e falando, mas minha concentração tava toda na Jimena, que já tinha tirado a camiseta por completo e se masturbava enquanto apertava os próprios peitos. Os olhos dela estavam fixos nos meus e a boca dela tava aberta, claramente ela tava adorando o que tava vendo. Juro que até parecia que ela tentava gemer junto com a Andrea pra disfarçar, mas eu conseguia ouvir as duas perfeitamente. Vendo a cara de prazer dela, imaginava que era a Jimena, e não a Andrea, que eu tava comendo e isso me deixou ainda mais excitado, então comecei a meter mais forte e mais rápido na minha mina.

—Ah… assim, assim, continua, me dá bem gostoso —falou minha mina, mas eu não tava fazendo aquilo porque ela tava pedindo.

Do nada, a Andrea levantou e deitou na cama de barriga pra cima. O movimento me pegou desprevenido e por um momento achei que ela ia ver a Jimena, mas ela pareceu sacar a minha mina, porque se escondeu atrás do corrimão antes que pudesse ser vista.

—Vai, quero ver você me comendo —ela falou pegando no meu pau e apertando de leve.

Olhei rapidamente pra escada, depois Coloquei entre as pernas dela e voltei a penetrar ela. O olhar dela me disse tudo, ela tava adorando o que eu tava fazendo. Ela mordia o lábio pra evitar gemer, mas umas chupadinhas nos bicos do peito dela foram suficientes pra ela gemer de novo. Fechou os olhos pra curtir o que eu tava fazendo, e aí aproveitei pra olhar pra escada. Agora a Jimena tava completamente pelada, com uma perna apoiada no corrimão, se masturbando nele. A visão aumentou meu tesão, e olha que minha namorada sentiu na hora, porque os gemidos dela viraram gritos e o corpo começou a ter os espasmos antes do orgasmo. Não demorou pra gozar por causa do castigo que eu tava dando. Quando o corpo dela se contorceu, meu pau saiu dela e eu me masturbei um pouco enquanto olhava pra Jimena, que colocou o dedo indicador de novo na boca.

—Isso foi incrível —disse a Andrea, respirando ofegante—. O que deu em você?
—Acho que… —comecei, olhando pra Jimena e depois pra Andrea— também me excitou a parada da Mishel e do Gerardo.
—Quero que você me coma por trás. —respondeu a Andrea, levantando da cama e indo até um móvel que tava bem do lado do corrimão.

Por um momento, meu coração parou de pensar que ela ia descobrir a Jimena, mas de novo ela parecia saber o que tava fazendo, porque se escondeu a tempo.
—O que cê tá esperando, amor? —disse a Andrea, apoiada no móvel, com as pernas abertas, mostrando a entrada dela, escorrendo o fluido.

Levantei rápido e fui até ela. Dei umas palmadas na bunda dela e depois voltei a penetrar ela. Agora ela não tava nem aí, começou a gritar sem vergonha enquanto eu continuava entrando e saindo dela rápido. O rosto dela tava praticamente colado no móvel, então me atrevi a levantar a vista. A Jimena tava de novo na posição dela, a só alguns centímetros do meu rosto. Com certeza malhava, porque o corpo todo dela era firme e torneado, as pernas eram lindas e os peitos pareciam caber nas minhas mãos na Perfeição, os bicos dos peitos dela estavam duros e ela estava toda molhada. Tinha gozado. Ao vê-la, não aguentei mais, a cara de prazer dela me deixava perto de gozar também. Ela passava a língua nos lábios e me fazia desejar que chupasse meu pau, queria puxar o cabelo dela e chupar os bicos dos peitos dela, queria fazer tanta coisa. Queria comer a buceta dela e fazê-la gemer. Dava pra alcançar e tocar ela se só esticasse a mão, mas eu tava prestes a gozar, não dava mais pra evitar. — Tô... gozando — faleio, sem fôlego. — Me dá, quero tudo — disse a Andrea, me empurrando e se ajoelhando. Eu só me deixei. Ela pegou meu pau e colocou entre os peitos dela pra me estimular com eles. A Jimena virou e abriu a bunda dela pra eu poder ver tudo, até a bunda dela parecia firme, tipo um coração, queria mesmo fazer tanta coisa com ela. Pensando nisso, gozei e a Andrea chupou meu pau até deixar limpo. A Jimena pegou a calcinha dela no chão pra pendurar no ombro e se despediu com uma piscada antes de sair. — Isso foi incrível — me disse a Andrea. A voz dela me trouxe de volta à realidade e eu olhei pra ela. — É, foi... uau — foi o que consegui falar. — Cê tava muito excitado mesmo — ela respondeu com um sorriso. — É... cê não tem ideia. — Ainda quer ir pra piscina? — Hãã, sim, tem umas cervejas na geladeira. A gente pode beber algo com os caras, cê não acha? — Beleza — ela disse, se levantando e limpando a gozada que tinha ficado nos peitos dela — Vou tomar um banho pra me limpar e depois a gente vai, ok? — Ok. Ela sorriu e foi pro banheiro do outro lado do quarto. Eu, por minha vez, me deitei na cama e olhei pra escada. Agora que tava lúcido, percebi o que tinha rolado. Tava pensando em outra pessoa enquanto tava com minha mina. O que eu tinha feito? Tava errado, não podia fazer isso com ela. E o que a Jimena fez também tava errado, ficar se olhando enquanto a gente transava? Precisava falar com ela, não dava pra deixar passar. Isso. Ouvi o chuveiro ligar no banheiro e a Andrea cantar alguns segundos depois. O pior de tudo era... que uma parte de mim tinha curtido aquilo, talvez até demais.

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