Depois do meu divórcio, minha vida e minha rotina foram mudando aos poucos. Eu precisava ajustar algumas coisas, e tinha muito claro que minha prioridade era meu filho. Voltei ao trabalho, na mesma escola: era professora de história e educação cívica de manhã e inspetora à tarde. No colégio, as garotas que trabalhavam comigo eram mais novas e solteiras, então era mais fácil reunir a gente com elas. Com algumas, decidimos ir a uma academia pra malhar e usar os aparelhos. A gente ia numa que ficava a poucas quadras do colégio e, às vezes, depois da academia, nos encontrávamos no bufê pra bater papo e tomar algo pra recuperar as energias.
Eu tava realmente curtindo minha "vida nova" e já fazia uns 4 meses que tava "solteirona", mas não sentia necessidade de preencher esse espaço na minha vida. Me sentia muito bem do jeito que tava, tinha reorganizado minha vida de outra forma. O relacionamento com minha família era ótimo e mais próximo, assim como com meu filho. Sempre fui e sou muito parceira dele, então nossa relação era de amiga e mãe de um garoto entrando na adolescência, e eu adorava acompanhar o crescimento dele, feliz por vê-lo tão homenzinho.
Naquela época, eu me sentia diferente, animicamente melhor e fisicamente pletórica. Tinha mais tempo pra mim, e a academia tinha melhorado meu corpo, que tinha voltado a tonificar, e com isso minha autoestima foi lá em cima. A mudança na minha aparência era evidente, porque na rua eu voltava a ser assediada com frequência.
Isso aconteceu em meados de março, as aulas tinham recomeçado fazia uma semana depois do verão. Na saída do colégio, fomos pra academia e depois tomamos um café, batendo papo na porta. Nos separamos e acompanhei a Andrea até o ponto de ônibus. Daí, decidi ir andando buscar meu filho, que tava saindo da aula de inglês.
Caminhei duas quadras e encontrei a Sonia, uma vizinha do bairro da minha mãe que eu não via há uns 7 ou 8 anos, porque ela tinha se mudado. A gente conversou. um pouco e disse:
S — Não lembra do Javier?
Javier era filho da Sônia, a quem eu tinha ajudado nas aulas de reforço porque ele ia muito mal nos estudos quando tinha 11 anos. Nunca o teria reconhecido, ele tinha mudado demais. Aquele garoto miúdo e desengonçado tinha se transformado num rapaz de quase 19 anos, atlético, alto (1,80 m) e muito bonito. Nossa conversa durou pouco porque eu estava atrasada para buscar meu filho, mas o suficiente pra perceber que Javier não tirava os olhos de mim.
Uns dias depois, Sônia veio em casa. Ela tinha um novo parceiro e um filho de 10 anos, e me pediu se eu podia dar umas aulas. Na verdade, não queria fazer isso, mas ela acabou me convencendo. Eu dava aulas dois dias por semana: quartas (ela não tinha aula de manhã) e sábados.
Já fazia três semanas que eu estava dando as aulas quando, naquele dia, Javier veio buscar o irmão. Naquela quarta, eu estava usando um conjunto de ginástica que tinha comprado e que estrearia à tarde. A campainha tocou, e não era a Sônia quem vinha buscar o Nicolás, era o Javier. Eu o fiz entrar e comentei sobre o progresso escolar dele. Enquanto falava, notei que Javier prestava mais atenção no meu corpo do que nas minhas palavras. Naquele dia, eu estava com meu cabelo preto, longo e solto, os olhos levemente maquiados e os lábios com um batom rosado suave, que realçavam ainda mais minha carinha de menina. Vestia uma jaqueta cinza ajustada, com o zíper aberto abaixo dos meus seios, uma camiseta preta justa por baixo da jaqueta e umas calças bem justas cor-de-rosa, que marcavam a musculatura das minhas pernas, mas, acima de tudo, faziam minha bunda parecer bem redonda e empinada.
Ele ficou conversando comigo uns dois ou três minutos, mas o suficiente pra eu perceber que não passava despercebida pra ele. Os olhos dele se cravaram nos meus seios e na minha bunda, e ele não tentou disfarçar em nenhum momento. E, sendo sincera, meus olhos também se deliciavam… ele estava divino por onde se olhasse, cabelo Castanho puxando pro loiro, solto e liso, cara muito bonita, olhinhos azuis, 1,80m de altura, camiseta branca marcando o peitoral e jeans preto. Quando foi embora, me cumprimentou com um beijo no rosto que me fez arrepiar. Fechei a porta, me apoiei nela e falei na solidão da minha casa:
C — “Ai, como você mudou, bebê, tá uma delícia, pena que não tem mais uns aninhos…”
Pra falar a verdade, aquele dia foi super excitante pra mim. Não parava de pensar no Javi, em como ele me olhava, como tinha mudado, como tava bonito… fiquei pensando nele a tarde inteira, não conseguia tirar ele da cabeça. Depois da academia, cheguei em casa e cuidei do meu filho, jantamos, depois de limpar a casa, meu filho ficou jogando no computador dele e eu liguei o meu. Entrei no Facebook e tinha uma solicitação de amizade… era do Javi. Meu coração acelerou e fiquei pensando no que fazer… não deu pra pensar muito, aceitei a solicitação, mas ele não tava online, então fui dormir…
No dia seguinte, à noite, entrei no Facebook e encontrei uma mensagem dele que dizia: “obrigado por me aceitar”.
Dez minutos depois, vi que ele tinha entrado. A gente ficou conversando por umas 2 horas. Aos poucos, disfarçadamente, ele começou a me elogiar. Pra ser sincera, nunca reclamei, pelo contrário, adorava que ele fizesse isso. Tava meio pra baixo e os elogios dele me animaram. Depois falei que ia sair da conversa porque precisava preparar o jantar, e ele escreveu:
J — Te incomodou o que eu falei… os elogios… ou outra coisa?
C — Não… de jeito nenhum. Só fiquei meio surpresa que você goste de alguém que, pela idade, poderia ser sua mãe.
J — Acho que não. Se fosse, teria me tido bebê.
C — Imagina, não teria te tido aos 16. Tem mães nessa idade, sim.
J — Prefiro que você não seja. Se fosse, eu seria muito cuidadoso e ciumento.
C — Palhaço…
Naquele dia, a conversa não continuou. Depois do jantar, preparei uma prova que ia aplicar no dia seguinte, deitei e demorei pra pegar no sono pensando no Javi… ele era muito apetitoso como homem. Sedutor, doce, meigo e eu me sentia provocada por ele, sentia aquele friozinho típico em mim de quando vou me apaixonando por alguém…
Pensei que estando na aula ia esquecer um pouco do Javier… isso não foi possível, não conseguia tirar ele da cabeça, cheguei em casa, liguei o computador, e várias fotos minhas meio sexy não tinham comentários, mas todas tinham “amei”. Daí a pouco meu celular tocou, era o Javi, que começou a se jogar pra cima de mim, me dizia que eu era linda, que tava mais gostosa agora do que quando era professora dele e, apesar da diferença de idade, eu não fazia nada pra parar ele, porque eu também gostava dele e de tudo que ele me dizia.
Na quinta, quando ele ligou no meu celular, conseguiu o que tanto procurou naqueles 10 dias: eu aceitar o convite dele pra sair no sábado. Era um fim de semana prolongado, já que segunda também era feriado. Na sexta, levei meu filho pra casa dos primos, fiquei pra jantar na casa da minha irmã e dormi lá. No sábado de manhã, eles partiram pra praia.
Em casa, me dediquei a escolher que roupa vestir pra ver o Javi, e tava disposta a usar algo que me fizesse parecer jovem. Fiquei na dúvida entre saia ou calça, preferi calça.
Se alguém uma semana atrás tivesse me dito que eu ia me vestir sexy, sensual e provocante pra seduzir um cara 16 anos mais novo, eu não teria acreditado, mas lá estava eu na frente do espelho, esperando o Javier passar pra me buscar, surpresa com aquele look vampiresco, que insinuava peitos, quadril e pernas. Eu tava com o cabelo preto solto natural, olhos e lábios com pouca maquiagem, uma gargantilha no pescoço, uma blusa de tricô verde militar, manga longa, com um decote profundo e generoso que mostrava meus peitos redondos e firmes, e uma calça jeans azul clara, justinha, de cintura alta, e sapatos brancos abertos, de salto alto e fino, com fivela segurando meus tornozelos. Tava dando os últimos retoques quando ouvi a buzina do carro do Javi e saí na hora, não me gostava que esperassem por mim e além disso queria ver a carinha do Javi ao me ver assim.
Subi no carro e ele disse que eu estava linda enquanto me dava um beijo na bochecha, saímos pra caminhar e jantar, o Javi, embora me elogiasse várias vezes, não tentou nada indevido, caminhamos de mãos dadas. Perto das 3 da manhã fomos tomar um sorvete, conversamos, e num momento ele disse:
J- Espero que você tenha se divertido e que a gente saia de novo
C- Me diverti pra caralho, me senti muito à vontade com você e sim, quando você quiser a gente sai de novo.
J- Hoje à tarde?
C- Sim, adoro a ideia
Nos demos um beijo na bochecha como despedida, e sem querer ele roçou um peito meu por cima do suéter, eu senti meu corpo tremer e falei:
C- Entra?... te ofereço um café.
Claro que entramos, tomamos o café, me levantei pra lavar as xícaras e ele se aproximou de onde eu estava sem eu imaginar que estava prestes a viver uma madrugada maravilhosa de prazer intenso, porque naquele dia senti um prazer intenso nos braços daquele garoto que me possuiu com força.
Eu estava na frente da pia, ele se aproximou, rodeou minha cintura com as mãos, encostou o rosto no meu pescoço e disse:
J- Você é linda, Claudia, estou apaixonado por você, desde que te vi de novo não faço outra coisa senão pensar em você
Me recostei nele e falei:
C- Já sou velha pra você se apaixonar por mim
J- Estou apaixonado por você desde que te vi pela primeira vez.
Ele me segurou pela cintura mais forte e beijou meu pescoço, e vendo que não falei nada, me deu outro beijo mais demorado e molhado, a boca dele continuou beijando meu pescoço, me beijou a orelha, meu corpo tremeu, as mãos dele seguraram meus peitos, e começou a massageá-los por cima do suéter enquanto a boca não parava de beijar meu pescoço, meus bicos endureceram e meu corpo começou a ficar excitado
Eu gostava do que as mãos dele faziam com meus peitos, minha respiração ficava ofegante, as mãos dele desceram pela minha barriga, ao chegar na minha calça jeans, soltou o botão e a mão dele entrou, minha boca soltou um gemido profundo de prazer quando a mão dele mano, por cima da minha calcinha fio-dental começou a acariciar minha buceta.
Aí ele disse:
J - Cê gosta do meu amor...
C - Adoro, céu
Virou meu corpo, fiquei de frente pra ele, me pegou pela cintura e me puxou pro corpo dele, fazendo eu sentir o pau dele duro. A boca dele tomou conta da minha e as mãos dele seguraram minha bunda, começando a massagear. Minhas mãos envolveram o pescoço dele e nossas bocas se entregaram num beijo de língua longo e apaixonado.
Depois de vários minutos assim, levei ele pro meu quarto, me deitei na cama com o Javier em cima de mim. Ele começou a beijar meus peitos que minha blusa deixava à mostra, meus mamilos estavam bem durinhos, quase explodindo, e a mão dele abaixou o zíper da minha calça e a mão dele passou de novo por cima da calcinha na minha buceta. A umidade dela tava mais que evidente, aquele garoto tava me levando ao êxtase total. Nessa altura dos acontecimentos, eu tava totalmente entregue. Minha boca gemia, meu corpo desejava ele. As mãos dele tiraram minha calça jeans do meu corpo e a boca dele se meteu entre minhas pernas, beijando minha buceta por cima da calcinha. Meu corpo tremeu e minha boca, entre suspiros, disse o nome dele.
Depois, as mãos dele começaram a levantar minha blusa, descobrindo aos poucos minha barriga, e as mãos e a boca dele tomaram conta dela. Ele fazia devagar, chupava e saboreava meu corpo, indo em busca dos meus peitos até tirar a blusa totalmente do meu corpo. A boca dele se afundou nos meus peitos e lambeu, acariciou, beijou, tomando conta dos meus mamilos durinhos com a boca, enquanto minha boca não parava de soltar gemidos de prazer e eu incentivava ele a continuar mergulhado neles, enquanto meu corpo se revirava na cama. Não aguentei mais, meu corpo se sacudiu, tive meu primeiro orgasmo, e nossas bocas se uniram num beijo apaixonado enquanto nossas línguas brincavam dentro das nossas bocas.
Enquanto isso, minhas mãos tiravam a camiseta dele, meus peitos sentiram a pele do peito dele enquanto minhas mãos excitadas aproveitavam pra percorrer a pele das costas dele. aumentando minha excitação. Daí ele se levantou da cama, tirou a calça, a cueca e eu pude ver o pau dele, longo, duro, grosso e muito excitado. Ele se deitou do meu lado e eu peguei o pau dele nas minhas mãos e comecei a masturbar ele e falei:
C- Assim que você gosta, meu amor?
J- Sim, céu, eu adoro.
C- Agora chegou a hora da minha boca ser a dona dele
Minha boca tomou conta, beijei, lambi, chupei, a respiração dele ficava mais e mais ofegante, o prazer tomava conta da gente, minha buceta tava cada vez mais molhada, depois de uns minutos e com a voz trêmula ele disse:
J- Você vai me fazer gozar, céu…
C- Goza… pelo amor de deus… quero sentir o gosto do seu leite na minha boca
Segundos depois o pau dele explodiu e minha boca saboreou o leite quente e grosso dele, minha boca provou tudo até deixar o pau dele completamente limpo. Era lindo estar na cama com ele, aquele cara tava me deixando louca de prazer, era sublime, eu tava entregue de corpo e alma, cada segundo ao lado dele era maravilhoso, daí me levantei, fui lavar a boca e voltei com vontade pros braços dele pra continuar saboreando aquela delícia chamada Javier.
Quando voltei, ele tava deitado na cama com um sorriso e enquanto eu me acomodava do lado dele falei:
C- Sentiu minha falta?
J- Senti muita falta, já não conseguiria viver sem você
Enquanto a gente se beijava, acariciei o pau dele meio duro, que com o toque da minha mão endureceu de novo, e tanto eu quanto minha buceta queríamos ele dentro. Javier se deitou sobre mim, acariciou e beijou meus peitos suave e delicadamente, continuou pela minha barriga, minhas pernas e depois deslizou o pau ereto dele por toda a fenda da minha buceta, isso me excitou demais e pedi pra ele me comer, e ele respondeu:
J- Essa hora vai chegar, agora quero saborear cada cantinho do seu corpo, quero que você seja minha de corpo e alma.
Deixei ele fazer. Ele continuou acariciando meu corpo, minha respiração tava ofegante e minha excitação era total, ele tomou conta dos meus peitos de novo, lambia e chupava meus bicos me deixando louca, abracei ele e me senti em outro mundo Me deixando levar por um prazer extremo.
Depois de vários minutos assim, ele desceu pelo meu corpo de novo, já se aproximando da minha buceta. Abri um pouco as pernas, adorava demais sentir o que Javier estava me provocando. Ele beijou minha buceta e os dedos esfregaram ela, me masturbando. Meu gemido foi interminável e minha excitação infinita. Ele desceu pros meus joelhos e beijou e chupou cada uma das minhas pernas. Eu gemia, gritava e me revirava na cama. Aquele moleque sabia muito bem o que fazia. Sentia minha buceta molhada como poucas vezes. Ele demorava pra me fazer sentir a boca dele na minha buceta e naquele momento eu morria de vontade disso.
Momentos depois, a língua dele se depositou na entrada da minha buceta. Eu gritei de prazer e minhas pernas se abriram pra recebê-lo dentro de mim. A boca dele beijou meu púbis depilado e a língua dele tomou conta dos lábios molhados da minha buceta. Minha boca gritou de prazer quando a línguinha dele entrou na minha buceta. Já não conseguia mais me segurar, meu corpo explodiu num orgasmo interminável e a língua dele saboreou meus fluidos vaginais. A língua dele continuou fuçando dentro da minha buceta e não parou até eu ter um segundo orgasmo.
Nessa altura dos acontecimentos, senti que o que estava vivendo era maravilhoso, e o momento de ele me fazer sua mulher estava chegando. Eu tava muito tesuda e desejava demais aquele momento. Ele se colocou na minha frente e foi aproximando o pau dele de mim. Sentir o pau dele na entrada da minha buceta me fez tremer. O pau dele entrou na minha buceta devagar. Minha excitação era total e meu gozo era completo.
J — Quero te ver assim com essa carinha de prazer. Te ver e te ter é a melhor coisa que me aconteceu na vida… te amo… bati punheta pra você um monte de vezes, mas nunca te imaginei tão gostosa.
C — É lindo te ter assim, nunca imaginei… eu também te amo e adoro ser sua.
Abracei o corpo dele e falei “me dá tudo”, e a resposta dele foi imediata. O pau dele percorria minha buceta deliciosamente com vigor. Nós dois gemíamos de prazer. Cruzei minhas pernas e segurei a cintura dele com elas. Ele O momento que eu estava vivendo era maravilhoso, só eu e ele para aproveitar sem me importar com mais nada.
Depois de alguns minutos, senti que um novo orgasmo estava chegando, tentei me segurar… não consegui… avisei ele, seus movimentos aceleraram como se buscassem o orgasmo dele, minhas mãos acariciavam seu corpo musculoso e eu disse:
C – Não aguento mais, amor… vou gozar… meu deus, isso é lindo
Meu corpo se agitava e tremia, e eu ouvi a voz dele dizendo… “eu também vou gozar”, bem na hora que o pau dele começou a jorrar torrentes de leite quente, gozar praticamente juntos foi lindo, ficamos unidos, abraçados e nos beijando por longos minutos.
Ainda abraçados e com nossos corpos calmos, eu disse:
C – Foi lindo transar com você
J – Pra mim também foi, desde que te vi de novo não consigo parar de pensar em você, ver suas fotos no Face me excitava, ver seu corpo gostoso de biquíni, seus peitos, suas pernas, sua bunda me deixavam louco e eu voltei a bater punheta pensando em você
C – Sério que você fez isso?
J – Sim, te desejo muito
C – Eu também te desejo, amor… tanto que quero que você me coma de novo, mas agora quero ficar por cima de você…
Deitei sobre ele, nos beijamos, acariciei o pau dele, que rapidamente ficou duro de novo.
Abri minhas pernas e coloquei elas dos lados do corpo dele, olhei pra ele e com muita doçura disse “te amo”, fui descendo em busca do pau dele, quando senti a cabeça na entrada da minha buceta, senti meu corpo tremer, peguei o pau dele e deslizei pela minha buceta, soltando gemidos de muito prazer, fiz isso várias vezes, o prazer que sentia era enorme, e ele disse:
J – É lindo ter você assim e sentir sua buceta cheia de vontade
C – É você que me deixa assim
Me posicionei, ele segurou minha cintura e minhas nádegas, o pau dele entrou em mim, eu adorava ter ele assim, nos beijamos intensamente, sentia um prazer imenso, beijei ele de novo, fazia tempo que não curtia tanto uma transa, aproveitava o pau dele invadindo minha xota, o prazer era imenso, quando o pau todo estava dentro de mim, ele me segurou Forte nas cadeiras e eu comecei a subir e descer, fazendo o pau dele percorrer minha buceta, minha excitação aumentava e meus gemidos ficavam cada vez mais intensos. Quando tive o pau inteiro dentro de mim, comecei a me mover devagar e ele gemia sem parar. Nesse momento ele disse:
J — Claudia, vou gozar.
C — Aguenta mais um pouquinho e a gente goza junto.
Passaram alguns segundos e eu falei:
C — Agora, bebê.
Meu corpo tremeu num orgasmo novo e violento, ao mesmo tempo que o pau dele inundou minha buceta de porra. Me deixei cair sobre ele, abracei, beijei, enquanto nossos corpos ainda tremiam. Quando o pau dele saiu de dentro de mim, nos abraçamos e beijamos, e assim dormimos quando o dia começava a clarear.
Esse foi o começo de um relacionamento curto, só duas semanas. Foi quando decidi terminar. Percebi que o nosso era lindo, mas sem futuro — a diferença de idade era um obstáculo grande demais.
Eu tava realmente curtindo minha "vida nova" e já fazia uns 4 meses que tava "solteirona", mas não sentia necessidade de preencher esse espaço na minha vida. Me sentia muito bem do jeito que tava, tinha reorganizado minha vida de outra forma. O relacionamento com minha família era ótimo e mais próximo, assim como com meu filho. Sempre fui e sou muito parceira dele, então nossa relação era de amiga e mãe de um garoto entrando na adolescência, e eu adorava acompanhar o crescimento dele, feliz por vê-lo tão homenzinho.
Naquela época, eu me sentia diferente, animicamente melhor e fisicamente pletórica. Tinha mais tempo pra mim, e a academia tinha melhorado meu corpo, que tinha voltado a tonificar, e com isso minha autoestima foi lá em cima. A mudança na minha aparência era evidente, porque na rua eu voltava a ser assediada com frequência.
Isso aconteceu em meados de março, as aulas tinham recomeçado fazia uma semana depois do verão. Na saída do colégio, fomos pra academia e depois tomamos um café, batendo papo na porta. Nos separamos e acompanhei a Andrea até o ponto de ônibus. Daí, decidi ir andando buscar meu filho, que tava saindo da aula de inglês.
Caminhei duas quadras e encontrei a Sonia, uma vizinha do bairro da minha mãe que eu não via há uns 7 ou 8 anos, porque ela tinha se mudado. A gente conversou. um pouco e disse:
S — Não lembra do Javier?
Javier era filho da Sônia, a quem eu tinha ajudado nas aulas de reforço porque ele ia muito mal nos estudos quando tinha 11 anos. Nunca o teria reconhecido, ele tinha mudado demais. Aquele garoto miúdo e desengonçado tinha se transformado num rapaz de quase 19 anos, atlético, alto (1,80 m) e muito bonito. Nossa conversa durou pouco porque eu estava atrasada para buscar meu filho, mas o suficiente pra perceber que Javier não tirava os olhos de mim.
Uns dias depois, Sônia veio em casa. Ela tinha um novo parceiro e um filho de 10 anos, e me pediu se eu podia dar umas aulas. Na verdade, não queria fazer isso, mas ela acabou me convencendo. Eu dava aulas dois dias por semana: quartas (ela não tinha aula de manhã) e sábados.
Já fazia três semanas que eu estava dando as aulas quando, naquele dia, Javier veio buscar o irmão. Naquela quarta, eu estava usando um conjunto de ginástica que tinha comprado e que estrearia à tarde. A campainha tocou, e não era a Sônia quem vinha buscar o Nicolás, era o Javier. Eu o fiz entrar e comentei sobre o progresso escolar dele. Enquanto falava, notei que Javier prestava mais atenção no meu corpo do que nas minhas palavras. Naquele dia, eu estava com meu cabelo preto, longo e solto, os olhos levemente maquiados e os lábios com um batom rosado suave, que realçavam ainda mais minha carinha de menina. Vestia uma jaqueta cinza ajustada, com o zíper aberto abaixo dos meus seios, uma camiseta preta justa por baixo da jaqueta e umas calças bem justas cor-de-rosa, que marcavam a musculatura das minhas pernas, mas, acima de tudo, faziam minha bunda parecer bem redonda e empinada.
Ele ficou conversando comigo uns dois ou três minutos, mas o suficiente pra eu perceber que não passava despercebida pra ele. Os olhos dele se cravaram nos meus seios e na minha bunda, e ele não tentou disfarçar em nenhum momento. E, sendo sincera, meus olhos também se deliciavam… ele estava divino por onde se olhasse, cabelo Castanho puxando pro loiro, solto e liso, cara muito bonita, olhinhos azuis, 1,80m de altura, camiseta branca marcando o peitoral e jeans preto. Quando foi embora, me cumprimentou com um beijo no rosto que me fez arrepiar. Fechei a porta, me apoiei nela e falei na solidão da minha casa:
C — “Ai, como você mudou, bebê, tá uma delícia, pena que não tem mais uns aninhos…”
Pra falar a verdade, aquele dia foi super excitante pra mim. Não parava de pensar no Javi, em como ele me olhava, como tinha mudado, como tava bonito… fiquei pensando nele a tarde inteira, não conseguia tirar ele da cabeça. Depois da academia, cheguei em casa e cuidei do meu filho, jantamos, depois de limpar a casa, meu filho ficou jogando no computador dele e eu liguei o meu. Entrei no Facebook e tinha uma solicitação de amizade… era do Javi. Meu coração acelerou e fiquei pensando no que fazer… não deu pra pensar muito, aceitei a solicitação, mas ele não tava online, então fui dormir…
No dia seguinte, à noite, entrei no Facebook e encontrei uma mensagem dele que dizia: “obrigado por me aceitar”.
Dez minutos depois, vi que ele tinha entrado. A gente ficou conversando por umas 2 horas. Aos poucos, disfarçadamente, ele começou a me elogiar. Pra ser sincera, nunca reclamei, pelo contrário, adorava que ele fizesse isso. Tava meio pra baixo e os elogios dele me animaram. Depois falei que ia sair da conversa porque precisava preparar o jantar, e ele escreveu:
J — Te incomodou o que eu falei… os elogios… ou outra coisa?
C — Não… de jeito nenhum. Só fiquei meio surpresa que você goste de alguém que, pela idade, poderia ser sua mãe.
J — Acho que não. Se fosse, teria me tido bebê.
C — Imagina, não teria te tido aos 16. Tem mães nessa idade, sim.
J — Prefiro que você não seja. Se fosse, eu seria muito cuidadoso e ciumento.
C — Palhaço…
Naquele dia, a conversa não continuou. Depois do jantar, preparei uma prova que ia aplicar no dia seguinte, deitei e demorei pra pegar no sono pensando no Javi… ele era muito apetitoso como homem. Sedutor, doce, meigo e eu me sentia provocada por ele, sentia aquele friozinho típico em mim de quando vou me apaixonando por alguém…
Pensei que estando na aula ia esquecer um pouco do Javier… isso não foi possível, não conseguia tirar ele da cabeça, cheguei em casa, liguei o computador, e várias fotos minhas meio sexy não tinham comentários, mas todas tinham “amei”. Daí a pouco meu celular tocou, era o Javi, que começou a se jogar pra cima de mim, me dizia que eu era linda, que tava mais gostosa agora do que quando era professora dele e, apesar da diferença de idade, eu não fazia nada pra parar ele, porque eu também gostava dele e de tudo que ele me dizia.
Na quinta, quando ele ligou no meu celular, conseguiu o que tanto procurou naqueles 10 dias: eu aceitar o convite dele pra sair no sábado. Era um fim de semana prolongado, já que segunda também era feriado. Na sexta, levei meu filho pra casa dos primos, fiquei pra jantar na casa da minha irmã e dormi lá. No sábado de manhã, eles partiram pra praia.
Em casa, me dediquei a escolher que roupa vestir pra ver o Javi, e tava disposta a usar algo que me fizesse parecer jovem. Fiquei na dúvida entre saia ou calça, preferi calça.
Se alguém uma semana atrás tivesse me dito que eu ia me vestir sexy, sensual e provocante pra seduzir um cara 16 anos mais novo, eu não teria acreditado, mas lá estava eu na frente do espelho, esperando o Javier passar pra me buscar, surpresa com aquele look vampiresco, que insinuava peitos, quadril e pernas. Eu tava com o cabelo preto solto natural, olhos e lábios com pouca maquiagem, uma gargantilha no pescoço, uma blusa de tricô verde militar, manga longa, com um decote profundo e generoso que mostrava meus peitos redondos e firmes, e uma calça jeans azul clara, justinha, de cintura alta, e sapatos brancos abertos, de salto alto e fino, com fivela segurando meus tornozelos. Tava dando os últimos retoques quando ouvi a buzina do carro do Javi e saí na hora, não me gostava que esperassem por mim e além disso queria ver a carinha do Javi ao me ver assim.
Subi no carro e ele disse que eu estava linda enquanto me dava um beijo na bochecha, saímos pra caminhar e jantar, o Javi, embora me elogiasse várias vezes, não tentou nada indevido, caminhamos de mãos dadas. Perto das 3 da manhã fomos tomar um sorvete, conversamos, e num momento ele disse:
J- Espero que você tenha se divertido e que a gente saia de novo
C- Me diverti pra caralho, me senti muito à vontade com você e sim, quando você quiser a gente sai de novo.
J- Hoje à tarde?
C- Sim, adoro a ideia
Nos demos um beijo na bochecha como despedida, e sem querer ele roçou um peito meu por cima do suéter, eu senti meu corpo tremer e falei:
C- Entra?... te ofereço um café.
Claro que entramos, tomamos o café, me levantei pra lavar as xícaras e ele se aproximou de onde eu estava sem eu imaginar que estava prestes a viver uma madrugada maravilhosa de prazer intenso, porque naquele dia senti um prazer intenso nos braços daquele garoto que me possuiu com força.
Eu estava na frente da pia, ele se aproximou, rodeou minha cintura com as mãos, encostou o rosto no meu pescoço e disse:
J- Você é linda, Claudia, estou apaixonado por você, desde que te vi de novo não faço outra coisa senão pensar em você
Me recostei nele e falei:
C- Já sou velha pra você se apaixonar por mim
J- Estou apaixonado por você desde que te vi pela primeira vez.
Ele me segurou pela cintura mais forte e beijou meu pescoço, e vendo que não falei nada, me deu outro beijo mais demorado e molhado, a boca dele continuou beijando meu pescoço, me beijou a orelha, meu corpo tremeu, as mãos dele seguraram meus peitos, e começou a massageá-los por cima do suéter enquanto a boca não parava de beijar meu pescoço, meus bicos endureceram e meu corpo começou a ficar excitado
Eu gostava do que as mãos dele faziam com meus peitos, minha respiração ficava ofegante, as mãos dele desceram pela minha barriga, ao chegar na minha calça jeans, soltou o botão e a mão dele entrou, minha boca soltou um gemido profundo de prazer quando a mão dele mano, por cima da minha calcinha fio-dental começou a acariciar minha buceta.
Aí ele disse:
J - Cê gosta do meu amor...
C - Adoro, céu
Virou meu corpo, fiquei de frente pra ele, me pegou pela cintura e me puxou pro corpo dele, fazendo eu sentir o pau dele duro. A boca dele tomou conta da minha e as mãos dele seguraram minha bunda, começando a massagear. Minhas mãos envolveram o pescoço dele e nossas bocas se entregaram num beijo de língua longo e apaixonado.
Depois de vários minutos assim, levei ele pro meu quarto, me deitei na cama com o Javier em cima de mim. Ele começou a beijar meus peitos que minha blusa deixava à mostra, meus mamilos estavam bem durinhos, quase explodindo, e a mão dele abaixou o zíper da minha calça e a mão dele passou de novo por cima da calcinha na minha buceta. A umidade dela tava mais que evidente, aquele garoto tava me levando ao êxtase total. Nessa altura dos acontecimentos, eu tava totalmente entregue. Minha boca gemia, meu corpo desejava ele. As mãos dele tiraram minha calça jeans do meu corpo e a boca dele se meteu entre minhas pernas, beijando minha buceta por cima da calcinha. Meu corpo tremeu e minha boca, entre suspiros, disse o nome dele.
Depois, as mãos dele começaram a levantar minha blusa, descobrindo aos poucos minha barriga, e as mãos e a boca dele tomaram conta dela. Ele fazia devagar, chupava e saboreava meu corpo, indo em busca dos meus peitos até tirar a blusa totalmente do meu corpo. A boca dele se afundou nos meus peitos e lambeu, acariciou, beijou, tomando conta dos meus mamilos durinhos com a boca, enquanto minha boca não parava de soltar gemidos de prazer e eu incentivava ele a continuar mergulhado neles, enquanto meu corpo se revirava na cama. Não aguentei mais, meu corpo se sacudiu, tive meu primeiro orgasmo, e nossas bocas se uniram num beijo apaixonado enquanto nossas línguas brincavam dentro das nossas bocas.
Enquanto isso, minhas mãos tiravam a camiseta dele, meus peitos sentiram a pele do peito dele enquanto minhas mãos excitadas aproveitavam pra percorrer a pele das costas dele. aumentando minha excitação. Daí ele se levantou da cama, tirou a calça, a cueca e eu pude ver o pau dele, longo, duro, grosso e muito excitado. Ele se deitou do meu lado e eu peguei o pau dele nas minhas mãos e comecei a masturbar ele e falei:
C- Assim que você gosta, meu amor?
J- Sim, céu, eu adoro.
C- Agora chegou a hora da minha boca ser a dona dele
Minha boca tomou conta, beijei, lambi, chupei, a respiração dele ficava mais e mais ofegante, o prazer tomava conta da gente, minha buceta tava cada vez mais molhada, depois de uns minutos e com a voz trêmula ele disse:
J- Você vai me fazer gozar, céu…
C- Goza… pelo amor de deus… quero sentir o gosto do seu leite na minha boca
Segundos depois o pau dele explodiu e minha boca saboreou o leite quente e grosso dele, minha boca provou tudo até deixar o pau dele completamente limpo. Era lindo estar na cama com ele, aquele cara tava me deixando louca de prazer, era sublime, eu tava entregue de corpo e alma, cada segundo ao lado dele era maravilhoso, daí me levantei, fui lavar a boca e voltei com vontade pros braços dele pra continuar saboreando aquela delícia chamada Javier.
Quando voltei, ele tava deitado na cama com um sorriso e enquanto eu me acomodava do lado dele falei:
C- Sentiu minha falta?
J- Senti muita falta, já não conseguiria viver sem você
Enquanto a gente se beijava, acariciei o pau dele meio duro, que com o toque da minha mão endureceu de novo, e tanto eu quanto minha buceta queríamos ele dentro. Javier se deitou sobre mim, acariciou e beijou meus peitos suave e delicadamente, continuou pela minha barriga, minhas pernas e depois deslizou o pau ereto dele por toda a fenda da minha buceta, isso me excitou demais e pedi pra ele me comer, e ele respondeu:
J- Essa hora vai chegar, agora quero saborear cada cantinho do seu corpo, quero que você seja minha de corpo e alma.
Deixei ele fazer. Ele continuou acariciando meu corpo, minha respiração tava ofegante e minha excitação era total, ele tomou conta dos meus peitos de novo, lambia e chupava meus bicos me deixando louca, abracei ele e me senti em outro mundo Me deixando levar por um prazer extremo.
Depois de vários minutos assim, ele desceu pelo meu corpo de novo, já se aproximando da minha buceta. Abri um pouco as pernas, adorava demais sentir o que Javier estava me provocando. Ele beijou minha buceta e os dedos esfregaram ela, me masturbando. Meu gemido foi interminável e minha excitação infinita. Ele desceu pros meus joelhos e beijou e chupou cada uma das minhas pernas. Eu gemia, gritava e me revirava na cama. Aquele moleque sabia muito bem o que fazia. Sentia minha buceta molhada como poucas vezes. Ele demorava pra me fazer sentir a boca dele na minha buceta e naquele momento eu morria de vontade disso.
Momentos depois, a língua dele se depositou na entrada da minha buceta. Eu gritei de prazer e minhas pernas se abriram pra recebê-lo dentro de mim. A boca dele beijou meu púbis depilado e a língua dele tomou conta dos lábios molhados da minha buceta. Minha boca gritou de prazer quando a línguinha dele entrou na minha buceta. Já não conseguia mais me segurar, meu corpo explodiu num orgasmo interminável e a língua dele saboreou meus fluidos vaginais. A língua dele continuou fuçando dentro da minha buceta e não parou até eu ter um segundo orgasmo.
Nessa altura dos acontecimentos, senti que o que estava vivendo era maravilhoso, e o momento de ele me fazer sua mulher estava chegando. Eu tava muito tesuda e desejava demais aquele momento. Ele se colocou na minha frente e foi aproximando o pau dele de mim. Sentir o pau dele na entrada da minha buceta me fez tremer. O pau dele entrou na minha buceta devagar. Minha excitação era total e meu gozo era completo.
J — Quero te ver assim com essa carinha de prazer. Te ver e te ter é a melhor coisa que me aconteceu na vida… te amo… bati punheta pra você um monte de vezes, mas nunca te imaginei tão gostosa.
C — É lindo te ter assim, nunca imaginei… eu também te amo e adoro ser sua.
Abracei o corpo dele e falei “me dá tudo”, e a resposta dele foi imediata. O pau dele percorria minha buceta deliciosamente com vigor. Nós dois gemíamos de prazer. Cruzei minhas pernas e segurei a cintura dele com elas. Ele O momento que eu estava vivendo era maravilhoso, só eu e ele para aproveitar sem me importar com mais nada.
Depois de alguns minutos, senti que um novo orgasmo estava chegando, tentei me segurar… não consegui… avisei ele, seus movimentos aceleraram como se buscassem o orgasmo dele, minhas mãos acariciavam seu corpo musculoso e eu disse:
C – Não aguento mais, amor… vou gozar… meu deus, isso é lindo
Meu corpo se agitava e tremia, e eu ouvi a voz dele dizendo… “eu também vou gozar”, bem na hora que o pau dele começou a jorrar torrentes de leite quente, gozar praticamente juntos foi lindo, ficamos unidos, abraçados e nos beijando por longos minutos.
Ainda abraçados e com nossos corpos calmos, eu disse:
C – Foi lindo transar com você
J – Pra mim também foi, desde que te vi de novo não consigo parar de pensar em você, ver suas fotos no Face me excitava, ver seu corpo gostoso de biquíni, seus peitos, suas pernas, sua bunda me deixavam louco e eu voltei a bater punheta pensando em você
C – Sério que você fez isso?
J – Sim, te desejo muito
C – Eu também te desejo, amor… tanto que quero que você me coma de novo, mas agora quero ficar por cima de você…
Deitei sobre ele, nos beijamos, acariciei o pau dele, que rapidamente ficou duro de novo.
Abri minhas pernas e coloquei elas dos lados do corpo dele, olhei pra ele e com muita doçura disse “te amo”, fui descendo em busca do pau dele, quando senti a cabeça na entrada da minha buceta, senti meu corpo tremer, peguei o pau dele e deslizei pela minha buceta, soltando gemidos de muito prazer, fiz isso várias vezes, o prazer que sentia era enorme, e ele disse:
J – É lindo ter você assim e sentir sua buceta cheia de vontade
C – É você que me deixa assim
Me posicionei, ele segurou minha cintura e minhas nádegas, o pau dele entrou em mim, eu adorava ter ele assim, nos beijamos intensamente, sentia um prazer imenso, beijei ele de novo, fazia tempo que não curtia tanto uma transa, aproveitava o pau dele invadindo minha xota, o prazer era imenso, quando o pau todo estava dentro de mim, ele me segurou Forte nas cadeiras e eu comecei a subir e descer, fazendo o pau dele percorrer minha buceta, minha excitação aumentava e meus gemidos ficavam cada vez mais intensos. Quando tive o pau inteiro dentro de mim, comecei a me mover devagar e ele gemia sem parar. Nesse momento ele disse:
J — Claudia, vou gozar.
C — Aguenta mais um pouquinho e a gente goza junto.
Passaram alguns segundos e eu falei:
C — Agora, bebê.
Meu corpo tremeu num orgasmo novo e violento, ao mesmo tempo que o pau dele inundou minha buceta de porra. Me deixei cair sobre ele, abracei, beijei, enquanto nossos corpos ainda tremiam. Quando o pau dele saiu de dentro de mim, nos abraçamos e beijamos, e assim dormimos quando o dia começava a clarear.
Esse foi o começo de um relacionamento curto, só duas semanas. Foi quando decidi terminar. Percebi que o nosso era lindo, mas sem futuro — a diferença de idade era um obstáculo grande demais.
2 comentários - Ex-aluno gostoso