Preciso admitir que, mesmo casada há mais de 20 anos, tenho minhas fantasias. Uma delas, a mais recorrente, é poder ir a um clube de swing e ficar com vários homens ao mesmo tempo, olhar e ser olhada. Há um tempo, entrei em contato com um amigo do colégio que na época eu gostava bastante e, com a desculpa de cumprimentá-lo, ver o que acontecia. O resultado me surpreendeu: longe de sentir que era só nostalgia, o fogo voltou de forma renovada. Descobri que dentro de mim havia um vulcão contido de sensações que ele foi despertando com palavras certeiras e perturbadoras. Resisti a vê-lo pessoalmente, dada minha moral católica de mãe de família e esposa fiel. Ele insistia de mil maneiras e não ligava pra minha situação nem pra dele, que também era comprometida. Um dia, como qualquer outro, conversando sobre nossas fantasias, deixei escapar meu fetiche por troca de casais, e ele respondeu com uma ideia inovadora. Já que eu não queria vê-lo na intimidade, talvez pudéssemos organizar um encontro clandestino em algum clube da cidade dele, junto com nossos parceiros, que, claro, não sabiam do nosso vínculo mais virtual que real e do nosso passado. A ideia me inquietou e, por que não dizer, me empolgou até a loucura. A partir daquela noite, não conseguia dormir imaginando como seria o encontro, tão morbidamente inesperado. Naquele dia, fiquei mais excitada que o normal, e olha que a semana toda eu já estava tão tesuda que não conseguia me concentrar em mais nada. De manhã, fui ao salão de beleza e depois me dediquei a escolher minha roupa meticulosamente. Decidi ir de preto por fora e por dentro, achei uma cor sensual pra um momento desses: um vestido justo no corpo e bem curto, meia-calça preta e salto alto combinando. Minha lingerie era um presente do meu marido, que costumava fazer isso sempre, roupas bem sexy que eu imaginava sendo tiradas pelas mãos daquele homem que agora me deixava louca de prazer sem nem ter tocado em mim. visto em décadas. O clube estava na penumbra e o mais iluminado era um balcão no fundo, pra onde fomos sem hesitar. Tinha bastante gente e isso me relaxou. O aspecto geral daquela área era de uma balada normal. Ficamos um tempinho lá bebendo uns drinques leves pra começar a noite. De repente, meu coração disparou de uma vez ao ver um casal se aproximando de nós e ao vê-lo depois de tanto tempo. Me esforcei pra me segurar e só dar um beijo no roito, formal, como se fosse um desconhecido qualquer. A parceira dele era uma loira alta descomunal e não tinha nada a ver com a mina que eu tinha visto nas redes sociais dele. Na hora entendi a jogada, ele tinha levado aquela puta pra hipnotizar meu marido e pelo visto tinha conseguido totalmente, já que ele tava hipnotizado por aquelas tetonas operadas e a raba transbordando naquele vestido branco minúsculo.
Ele era um cavalheiro, sentou do meu lado e, sussurrando, começou a me excitar com as palavras no ouvido. Comecei a me sentir molhada como não me sentia há tempos. Ele me pegou pela cintura e, olhando pra minha boca, me convidou pra dançar. Me levantei e, com um olhar pro meu marido, indiquei que ia pra pista. Ele continuava besta com a loira puta.
Quando entramos na pista e nos perdemos, senti todo o tesão subindo em ondas. Ele me envolveu com os braços e me beijou de um jeito único, entre romântico e promíscuo, que me fez perder o pouco controle que eu já tinha. Tava completamente entregue, ele podia fazer o que quisesse comigo.
Ele sugeriu que a gente podia ir pra um reservado, mas respondi que era melhor voltar pro balcão, já que não queria ser mal-educada com meu marido. Só bastou ele apontar com o dedo na direção do balcão pra me mostrar que nem ele nem a loira estavam mais lá. Isso me deu carta branca de certa forma, e senti que um mundo de sensações e liberdades me esperava naquela noite. Ele me levou por um corredor escuro, me segurando por trás, e sentindo na minha bunda o pau dele, que já tava imaginando. Gostosa. Ele me levou, como um conhecedor experiente, pra uma sala que tinha uma poltrona grande rodeada de janelas meio escuras. A gente tava sozinho, e no começo isso me tranquilizou, mas quando vi um monte de tarados espiando pelas janelinhas, meu tesão começou a ficar incontrolável. Ele me fez sentar de frente pra ele e começou a me beijar como nunca tinham me beijado. As mãos dele percorriam meu corpo inteiro, eu era como um instrumento musical nas mãos dele, e um tremor tomava conta de mim. Ele levantou meu vestido devagar até me deixar de lingerie, e nas mãos quentes e firmes dele, eu comecei a me sentir uma mulher por completo e também um animal sedento de tudo.
Ele era um cavalheiro, sentou do meu lado e, sussurrando, começou a me excitar com as palavras no ouvido. Comecei a me sentir molhada como não me sentia há tempos. Ele me pegou pela cintura e, olhando pra minha boca, me convidou pra dançar. Me levantei e, com um olhar pro meu marido, indiquei que ia pra pista. Ele continuava besta com a loira puta.
Quando entramos na pista e nos perdemos, senti todo o tesão subindo em ondas. Ele me envolveu com os braços e me beijou de um jeito único, entre romântico e promíscuo, que me fez perder o pouco controle que eu já tinha. Tava completamente entregue, ele podia fazer o que quisesse comigo.
Ele sugeriu que a gente podia ir pra um reservado, mas respondi que era melhor voltar pro balcão, já que não queria ser mal-educada com meu marido. Só bastou ele apontar com o dedo na direção do balcão pra me mostrar que nem ele nem a loira estavam mais lá. Isso me deu carta branca de certa forma, e senti que um mundo de sensações e liberdades me esperava naquela noite. Ele me levou por um corredor escuro, me segurando por trás, e sentindo na minha bunda o pau dele, que já tava imaginando. Gostosa. Ele me levou, como um conhecedor experiente, pra uma sala que tinha uma poltrona grande rodeada de janelas meio escuras. A gente tava sozinho, e no começo isso me tranquilizou, mas quando vi um monte de tarados espiando pelas janelinhas, meu tesão começou a ficar incontrolável. Ele me fez sentar de frente pra ele e começou a me beijar como nunca tinham me beijado. As mãos dele percorriam meu corpo inteiro, eu era como um instrumento musical nas mãos dele, e um tremor tomava conta de mim. Ele levantou meu vestido devagar até me deixar de lingerie, e nas mãos quentes e firmes dele, eu comecei a me sentir uma mulher por completo e também um animal sedento de tudo.
3 comentários - Realizando minha fantasia Swinger (Ep.1)