Griselda, minha sobrina, ficou exausta e demorou alguns minutos para se recuperar, esticada no sofá. Eu, por minha vez, caí aos seus pés e de costas no chão, tentando voltar a respirar. E Serena, sua irmã, apoiada num pilar do segundo andar, abria as pernas e deixava os líquidos escorrerem enquanto um sorriso de satisfação dançava em seu rosto lindo. Nós três tínhamos tido nossos respectivos orgasmos e a sensação de satisfação que cada um sentia agora nos convidava a guardar uns momentos de descanso.
Depois de alguns momentos, Griselda perguntou: Foi pra isso que eu vim, tio. Faz muito tempo que eu queria ser sua. Eu também te desejo há muito tempo, querida. Você não está arrependida? Não, de jeito nenhum. Mas o que vamos fazer de agora em diante? Se você quiser, vai me encontrar quando quiser. Se me fizer tão feliz como hoje, acho que vou te procurar sempre, porque nunca ninguém me fez sentir como você fez. É que com uma mulher como você, é difícil não se sentir como você me fez sentir hoje. Sério? Sim, querida, é verdade. Você é tão gostosa que toda vez que olhava pra você não conseguia disfarçar a excitação. Se eu tivesse percebido, isso teria acontecido muito antes. Mas finalmente você foi minha e é isso que importa, não acha? Sim, tio. Você gostaria de sentir a mesma coisa de novo? Agora, tio! Sabendo que Serena estava nos observando do seu esconderijo no segundo andar e que tinha aceitado meus jogos com a irmã dela, de costas no chão e com meu pau completamente duro de novo, convidei Griselda para montar em mim, o que ela aceitou com prazer, subindo em cima e abrindo as pernas, colocando uma de cada lado do meu corpo, e se inclinou de modo que meu pedaço de carne ficasse na entrada do seu túnel de amor. Ela pegou com uma das mãos e guiou para que a cabeça ficasse na entrada da sua vulva e depois se deixou cair, fazendo com que meu pedaço de carne desaparecesse dentro dela. Com meu pau na sua buceta, Grises se endireitou, fechou os olhos e com as mãos apertou os seios, acariciando-os enquanto aproveitava a sensação de sentir meu pau apertando as paredes da sua vulva lá dentro. Serena, enquanto isso, observava com muito interesse como a irmãzinha dela engolia meu instrumento, enquanto eu segurava ela pelos quadris. Olhei pra ela e sorri, enquanto movia o corpo da irmãzinha dela sobre meu pau e ela me devolveu o olhar e o sorriso, como me incentivando a continuar. Com um movimento da cabeça, convidei ela a se juntar a nós, mas ela recusou de cara, sempre sorrindo, mas com um gesto que indicava o medo que sentia da possibilidade de Griselda descobrir que sua irmã mais velha também se entendia com o tio, o que até poderia aceitar, mas que as duas participassem desses encontros era outra história. Que gostoso, tio. Você faz ele ficar duro assim, amor. Que gostoso, tio. Você gosta que seu tio meta em você? Sim, você é gostoso, tio. Continuo? Sim. Mais, mais. Você gosta? Sim, amor. É gostoso. Você gosta do pau do seu tio? Sim, é uma delícia. Você gosta que seu tio te coma? Sim, tio, me come, me come. Eu adoro sua buceta, mijinha gostosa. E você, é gostoso, tio. Continua. Sua buceta é uma delícia, amor. E seu pau também, tio. Você gosta como meu pau entra e sai na sua buceta? Sim, mijinho gostoso. Mete o pau, tio. Mais, mais. E ela subia e descia o corpo sobre o meu, com os seios apertados pelas próprias mãos, enquanto eu segurava seus lados para que seu corpo enlouquecido de prazer não se desviasse, de modo que, apesar do movimento frenético de sobe e desce de Griselda, ela continuasse com meu pau dentro dela.
Levei minhas mãos até suas nádegas, que apertei como se fossem um assento, colocando um dos meus dedos na entrada de sua gruta posterior, pressionando suavemente, enquanto seu corpo continuava se movendo sobre mim. Meu dedo começou a entrar por sua parte de trás, onde o deixei por alguns momentos para que ela aproveitasse, mas depois de um tempo o retirei. Minha sobrinha baixou uma das mãos e, pegando minha mão, a colocou novamente na entrada de seu cu, me convidando a seguir adiante com a incursão posterior, enquanto o resto de seu corpo continuava subindo e descendo sobre o pistão que entrava e saía de sua vulva. Meu dedo entrou decididamente no cu da minha sobrinha, até a primeira falange. "Gosta, mijita?" "Sim, mijito. Sim." "O que você gosta mais?" "Mmmmmmm" "Meu pau ou meu dedo?" "Mmmmmmmm" "Me diz?" "Ambos, mijito. Os dois." E seu corpo iniciou um movimento enlouquecido, em que tentava fazer meu pau entrar e sair de sua vagina e meu dedo penetrar ainda mais em seu cu, com o que ficou muito difícil controlar seu corpo, cujos movimentos fugiam ao meu controle. Era uma situação incrível, em que minha sobrinha parecia enlouquecida, possuída pela paixão que se apoderara de seu corpo, que buscava desesperadamente o próximo orgasmo nas mãos de seu tio. Era um espetáculo ver sua entrega ao prazer nas mãos de um homem experiente nessas lides. E finalmente ela se rendeu a um orgasmo que a fez perder completamente o controle do corpo e soltar seus fluidos íntimos sobre meu pau, minha virilha, minhas coxas e o tapete que nos servira de leito. E uma vez esgotada a corrente seminal, as forças a abandonaram e ela se jogou sobre meu peito, com meu dedo ainda enfiado em seu cu e meu pau, ainda duro, em sua vulva. Serena, minha querida sobrinha-amante, no segundo andar, havia reiniciado suas carícias íntimas, no ritmo do ato sexual entre sua irmã e seu tio, do qual não perdia um detalhe. Ela se posicionara agora no último degrau e, com as pernas abertas, se masturbava com frenesi, sem parar de observar como sua irmã subia e descia no meu pau, aquele que se perdia lá dentro e voltava a aparecer, enquanto um dos meus dedos afundava no seu cu, o que parecia deixá-la muito à vontade.
Serena movia as pernas enquanto dois de seus dedos entravam e saíam de sua buceta, de tal maneira que parecia simular uma cópula. Ela se posicionou de forma que eu pudesse vê-la sem perder nenhum detalhe do que estava fazendo, o que parecia lhe dar um prazer extra. E eu não tirava os olhos dela, de suas pernas e do que ela estava fazendo para que eu visse. Ao fixar minha vista com mais atenção, percebi que sua outra mão estava embaixo de suas nádegas, o que me fez suspeitar de alguma incursão posterior que eu não conseguia ver. Fiquei na dúvida se a expressão de prazer da minha sobrinha se devia ao que estava vendo, ao que estava fazendo com sua buceta, ao dedo na parte de trás, ao fato de que eu estava a observando fazer tudo isso ou a tudo isso ao mesmo tempo. O certo é que, em um determinado momento, seu corpo ficou tenso e ela se posicionou horizontalmente enquanto suas pernas se esticavam pela escada, onde começou a fazer movimentos mais frenéticos em sua vagina, até que um novo orgasmo a envolveu por completo. Uma vez recuperada, Griselda logo percebeu que meu pau ainda estava dentro dela, completamente pronto para terminar sua batalha. Com surpresa e um sorriso de satisfação, ela se dispôs a iniciar um novo ato sexual, mas eu a afastei e pedi que ficasse de quatro. "Quer fazer de cachorrinho, tio?" Ela perguntou enquanto se acomodava.
Sim, miguxa. Gostou? É uma delícia, mano. Mas com o pau do seu tio você vai gostar mais, miguxa. Já imagino, miguxo. Quando meu pau penetrou ela, suas nádegas se jogaram pra trás, fazendo com que minhas bolas batessem na sua buceta a cada empurrão. Peguei seus seios caídos e com eles nas minhas mãos, me dediquei a buscar minha própria satisfação, que eu achava mais do que merecida a essa altura. Você é uma gostosa, miguxa. Vai, mano, vai. Gosta do meu pau? Sim, mano, seu pau é uma delícia. Siiiiiii. Toma, miguxa gostosa, toma, toma. Gosta da minha xoxota, mano? Você é uma delícia, amor, uma guloseima. Gosta de me enfiar, mano? Você é uma gostosa, miguxa. Você é incrível. Sua xoxota é uma delícia, amor. Gosta de comer sua sobrinha gostosa? Sim, miguxa linda. Você é uma delícia de foder, amorzinho. A melhor? Mmmmmmmm. A melhor, tio? Vou gozar, vou acabar!!!! Continua, continua, miguxo. Tommmmmmmaaaaaaa miguxaaaaaaaaaa. Nossa, que delícia!!!! Siiiiiiiiiiiiiiiiiii. Jáaaaaaaaaaaaa. Ayyyyyyyyyyyyyyyyyyyy. Minha sobrinha acabou no chão e eu em cima dela, com nossos corpos completamente suados e respirando com dificuldade, enquanto Serena no segundo andar não conseguia conter os fluidos que escorriam do seu corpo depois de uma terceira e desenfreada masturbação, observando sua irmã ser possuída pelo seu tio-amante. Como se acordasse de um sonho, Griselda se virou para mim, apoiou-se nos cotovelos e me encarando, com um rosto que misturava curiosidade e irritação, me perguntou: Quem é a melhor? Você, meu amor. Não, não seja mentiroso. Me diz a verdade. Quem é? Por que você pensa isso? Quando te perguntei você não respondeu. E te perguntei duas vezes. É que... Não tá vendo? O que Griselda não podia adivinhar era que a mulher que mais me tinha feito feliz estava ali mesmo, a alguns metros dela. Era Serena, a que não me tinha autorizado a revelar nosso relacionamento. Mas eu sentia que a situação estava tomando um rumo adequado para tentar fazer ambas as irmãs participarem do mesmo segredo e poderiam compartir o tio delas. Se eu decidisse confessar à Griselda que Serena também era minha amante, colocaria as duas numa situação delicada, onde ambas se ajudariam para preservar o segredo e evitar o escândalo. Mas não estava seguro da reação de Serena, mais conservadora nesse tipo de situação, diferente da irmã mais nova que sempre foi mais liberal. Mas não quis continuar pensando, tentado pela possibilidade de superar mais uma barreira nesse jogo que havia iniciado com minhas duas sobrinhas, e decidi deixar a situação fluir e tentar lidar da melhor maneira possível. É que não é fácil dizer, amor. Então é verdade, não sou a melhor para você. Você não me entende, meu bem. Não vejo por que poderia ser tão difícil. Eu sou ou não sou? Sim, você é. Você é o máximo, mas não a única. Sabia que Serena, no segundo andar, estava escutando e intuía a guinada da nossa conversa. Não queria imaginar o que ela estava sentindo, só sabia que a situação era tão excitante que não devia deixar passar. Griselda, por outro lado, tinha endurecido o rosto porque não tinha gostado nada da minha resposta. Havia outra e isso não agradava ela. O que ela não sabia era quem era a outra. Nem imaginava. Me entende, meu bem. Mmmmmm. Entende. Você é das melhores. Mas não a única. Mas você não sabe quem é a outra. Existe mulher que fica indiferente a esse tipo de pergunta? Minha sobrina também não. Quem é? É que... Quem? Não, não me atrevo. Por que não se atreve a me dizer? Você vai ficar chateada. Não, como é que você pensa isso? Vai, me conta. Não me atrevo. Por que eu ficaria chateada? Nem que fosse... Sim, ela. Griselda não percebeu que eu tinha jogado com ela, levando-a sem que ela percebesse, para finalmente revelar o segredo. Mas foi ela mesma que chegou a considerar o nome da irmã. Eu tinha sido fiel à minha promessa com Serena e não a tinha delatado, mas tinha conduzido o diálogo de modo que as coisas fluíssem por si só. Mas como? Quando? Por favor, não me faça perguntas. É por isso que ela sempre falava de você com tanto entusiasmo. Isso te incomoda? Mmmmmmm. Não, na verdade não. Bom, um pouco. Viu por que eu não queria te contar? Não, na verdade me incomoda, mas é porque ela veio antes de mim. Eu não sou mais a única. E toda vez que eu a vir, vou pensar se ela acabou de estar com você e se ela te deixou mais feliz do que eu. Eu queria ser a única para você. Mas isso não precisa mudar, vida. Sim, mas eu queria ser a que te fizesse completamente feliz. E não vai ser assim. Não vejo razão para não ser, querida. Como assim não? Serena te deixa mais feliz do que eu. Eu não disse isso. Disse que você e ela me deixam igualmente feliz. As duas. Você diz isso só para me deixar contente. Não, é a verdade. As duas me deixam feliz da mesma forma. Bom, mas é uma situação que não pode continuar. Não acho, querida. Como? Sim, acho melhor que as duas saibam. Você está louco? Não, me parece lógico e mais seguro que ambas saibam o que acontece. É mais seguro para as duas, assim podem se proteger das outras pessoas, cuidando uma da outra. Mmmmm. Não sei. Mas é lógico, amor. É mais seguro para as duas. Bom, sim, você tem razão. Mas... Mas o quê? Imagino que você vai contar para ela, mas não sei como vou encará-la da próxima vez que a vir, sabendo que as duas transamos com o mesmo homem, nosso tio. Me levantei sem responder e fui em direção à escada que leva ao segundo andar, no final da qual Serena me olhava com uma expressão de alarme e ansiedade que a fazia parecer ainda mais linda em sua nudez completa. Sua cabeça se movia freneticamente de um lado para o outro, recusando o que ela intuía que eu pediria, enquanto suas mãos tentavam cobrir parte de seus seios e de sua buceta, da qual pendiam as últimas gotas de seus fluidos seminais... Continua?
Depois de alguns momentos, Griselda perguntou: Foi pra isso que eu vim, tio. Faz muito tempo que eu queria ser sua. Eu também te desejo há muito tempo, querida. Você não está arrependida? Não, de jeito nenhum. Mas o que vamos fazer de agora em diante? Se você quiser, vai me encontrar quando quiser. Se me fizer tão feliz como hoje, acho que vou te procurar sempre, porque nunca ninguém me fez sentir como você fez. É que com uma mulher como você, é difícil não se sentir como você me fez sentir hoje. Sério? Sim, querida, é verdade. Você é tão gostosa que toda vez que olhava pra você não conseguia disfarçar a excitação. Se eu tivesse percebido, isso teria acontecido muito antes. Mas finalmente você foi minha e é isso que importa, não acha? Sim, tio. Você gostaria de sentir a mesma coisa de novo? Agora, tio! Sabendo que Serena estava nos observando do seu esconderijo no segundo andar e que tinha aceitado meus jogos com a irmã dela, de costas no chão e com meu pau completamente duro de novo, convidei Griselda para montar em mim, o que ela aceitou com prazer, subindo em cima e abrindo as pernas, colocando uma de cada lado do meu corpo, e se inclinou de modo que meu pedaço de carne ficasse na entrada do seu túnel de amor. Ela pegou com uma das mãos e guiou para que a cabeça ficasse na entrada da sua vulva e depois se deixou cair, fazendo com que meu pedaço de carne desaparecesse dentro dela. Com meu pau na sua buceta, Grises se endireitou, fechou os olhos e com as mãos apertou os seios, acariciando-os enquanto aproveitava a sensação de sentir meu pau apertando as paredes da sua vulva lá dentro. Serena, enquanto isso, observava com muito interesse como a irmãzinha dela engolia meu instrumento, enquanto eu segurava ela pelos quadris. Olhei pra ela e sorri, enquanto movia o corpo da irmãzinha dela sobre meu pau e ela me devolveu o olhar e o sorriso, como me incentivando a continuar. Com um movimento da cabeça, convidei ela a se juntar a nós, mas ela recusou de cara, sempre sorrindo, mas com um gesto que indicava o medo que sentia da possibilidade de Griselda descobrir que sua irmã mais velha também se entendia com o tio, o que até poderia aceitar, mas que as duas participassem desses encontros era outra história. Que gostoso, tio. Você faz ele ficar duro assim, amor. Que gostoso, tio. Você gosta que seu tio meta em você? Sim, você é gostoso, tio. Continuo? Sim. Mais, mais. Você gosta? Sim, amor. É gostoso. Você gosta do pau do seu tio? Sim, é uma delícia. Você gosta que seu tio te coma? Sim, tio, me come, me come. Eu adoro sua buceta, mijinha gostosa. E você, é gostoso, tio. Continua. Sua buceta é uma delícia, amor. E seu pau também, tio. Você gosta como meu pau entra e sai na sua buceta? Sim, mijinho gostoso. Mete o pau, tio. Mais, mais. E ela subia e descia o corpo sobre o meu, com os seios apertados pelas próprias mãos, enquanto eu segurava seus lados para que seu corpo enlouquecido de prazer não se desviasse, de modo que, apesar do movimento frenético de sobe e desce de Griselda, ela continuasse com meu pau dentro dela.
Levei minhas mãos até suas nádegas, que apertei como se fossem um assento, colocando um dos meus dedos na entrada de sua gruta posterior, pressionando suavemente, enquanto seu corpo continuava se movendo sobre mim. Meu dedo começou a entrar por sua parte de trás, onde o deixei por alguns momentos para que ela aproveitasse, mas depois de um tempo o retirei. Minha sobrinha baixou uma das mãos e, pegando minha mão, a colocou novamente na entrada de seu cu, me convidando a seguir adiante com a incursão posterior, enquanto o resto de seu corpo continuava subindo e descendo sobre o pistão que entrava e saía de sua vulva. Meu dedo entrou decididamente no cu da minha sobrinha, até a primeira falange. "Gosta, mijita?" "Sim, mijito. Sim." "O que você gosta mais?" "Mmmmmmm" "Meu pau ou meu dedo?" "Mmmmmmmm" "Me diz?" "Ambos, mijito. Os dois." E seu corpo iniciou um movimento enlouquecido, em que tentava fazer meu pau entrar e sair de sua vagina e meu dedo penetrar ainda mais em seu cu, com o que ficou muito difícil controlar seu corpo, cujos movimentos fugiam ao meu controle. Era uma situação incrível, em que minha sobrinha parecia enlouquecida, possuída pela paixão que se apoderara de seu corpo, que buscava desesperadamente o próximo orgasmo nas mãos de seu tio. Era um espetáculo ver sua entrega ao prazer nas mãos de um homem experiente nessas lides. E finalmente ela se rendeu a um orgasmo que a fez perder completamente o controle do corpo e soltar seus fluidos íntimos sobre meu pau, minha virilha, minhas coxas e o tapete que nos servira de leito. E uma vez esgotada a corrente seminal, as forças a abandonaram e ela se jogou sobre meu peito, com meu dedo ainda enfiado em seu cu e meu pau, ainda duro, em sua vulva. Serena, minha querida sobrinha-amante, no segundo andar, havia reiniciado suas carícias íntimas, no ritmo do ato sexual entre sua irmã e seu tio, do qual não perdia um detalhe. Ela se posicionara agora no último degrau e, com as pernas abertas, se masturbava com frenesi, sem parar de observar como sua irmã subia e descia no meu pau, aquele que se perdia lá dentro e voltava a aparecer, enquanto um dos meus dedos afundava no seu cu, o que parecia deixá-la muito à vontade.
Serena movia as pernas enquanto dois de seus dedos entravam e saíam de sua buceta, de tal maneira que parecia simular uma cópula. Ela se posicionou de forma que eu pudesse vê-la sem perder nenhum detalhe do que estava fazendo, o que parecia lhe dar um prazer extra. E eu não tirava os olhos dela, de suas pernas e do que ela estava fazendo para que eu visse. Ao fixar minha vista com mais atenção, percebi que sua outra mão estava embaixo de suas nádegas, o que me fez suspeitar de alguma incursão posterior que eu não conseguia ver. Fiquei na dúvida se a expressão de prazer da minha sobrinha se devia ao que estava vendo, ao que estava fazendo com sua buceta, ao dedo na parte de trás, ao fato de que eu estava a observando fazer tudo isso ou a tudo isso ao mesmo tempo. O certo é que, em um determinado momento, seu corpo ficou tenso e ela se posicionou horizontalmente enquanto suas pernas se esticavam pela escada, onde começou a fazer movimentos mais frenéticos em sua vagina, até que um novo orgasmo a envolveu por completo. Uma vez recuperada, Griselda logo percebeu que meu pau ainda estava dentro dela, completamente pronto para terminar sua batalha. Com surpresa e um sorriso de satisfação, ela se dispôs a iniciar um novo ato sexual, mas eu a afastei e pedi que ficasse de quatro. "Quer fazer de cachorrinho, tio?" Ela perguntou enquanto se acomodava.
Sim, miguxa. Gostou? É uma delícia, mano. Mas com o pau do seu tio você vai gostar mais, miguxa. Já imagino, miguxo. Quando meu pau penetrou ela, suas nádegas se jogaram pra trás, fazendo com que minhas bolas batessem na sua buceta a cada empurrão. Peguei seus seios caídos e com eles nas minhas mãos, me dediquei a buscar minha própria satisfação, que eu achava mais do que merecida a essa altura. Você é uma gostosa, miguxa. Vai, mano, vai. Gosta do meu pau? Sim, mano, seu pau é uma delícia. Siiiiiii. Toma, miguxa gostosa, toma, toma. Gosta da minha xoxota, mano? Você é uma delícia, amor, uma guloseima. Gosta de me enfiar, mano? Você é uma gostosa, miguxa. Você é incrível. Sua xoxota é uma delícia, amor. Gosta de comer sua sobrinha gostosa? Sim, miguxa linda. Você é uma delícia de foder, amorzinho. A melhor? Mmmmmmmm. A melhor, tio? Vou gozar, vou acabar!!!! Continua, continua, miguxo. Tommmmmmmaaaaaaa miguxaaaaaaaaaa. Nossa, que delícia!!!! Siiiiiiiiiiiiiiiiiii. Jáaaaaaaaaaaaa. Ayyyyyyyyyyyyyyyyyyyy. Minha sobrinha acabou no chão e eu em cima dela, com nossos corpos completamente suados e respirando com dificuldade, enquanto Serena no segundo andar não conseguia conter os fluidos que escorriam do seu corpo depois de uma terceira e desenfreada masturbação, observando sua irmã ser possuída pelo seu tio-amante. Como se acordasse de um sonho, Griselda se virou para mim, apoiou-se nos cotovelos e me encarando, com um rosto que misturava curiosidade e irritação, me perguntou: Quem é a melhor? Você, meu amor. Não, não seja mentiroso. Me diz a verdade. Quem é? Por que você pensa isso? Quando te perguntei você não respondeu. E te perguntei duas vezes. É que... Não tá vendo? O que Griselda não podia adivinhar era que a mulher que mais me tinha feito feliz estava ali mesmo, a alguns metros dela. Era Serena, a que não me tinha autorizado a revelar nosso relacionamento. Mas eu sentia que a situação estava tomando um rumo adequado para tentar fazer ambas as irmãs participarem do mesmo segredo e poderiam compartir o tio delas. Se eu decidisse confessar à Griselda que Serena também era minha amante, colocaria as duas numa situação delicada, onde ambas se ajudariam para preservar o segredo e evitar o escândalo. Mas não estava seguro da reação de Serena, mais conservadora nesse tipo de situação, diferente da irmã mais nova que sempre foi mais liberal. Mas não quis continuar pensando, tentado pela possibilidade de superar mais uma barreira nesse jogo que havia iniciado com minhas duas sobrinhas, e decidi deixar a situação fluir e tentar lidar da melhor maneira possível. É que não é fácil dizer, amor. Então é verdade, não sou a melhor para você. Você não me entende, meu bem. Não vejo por que poderia ser tão difícil. Eu sou ou não sou? Sim, você é. Você é o máximo, mas não a única. Sabia que Serena, no segundo andar, estava escutando e intuía a guinada da nossa conversa. Não queria imaginar o que ela estava sentindo, só sabia que a situação era tão excitante que não devia deixar passar. Griselda, por outro lado, tinha endurecido o rosto porque não tinha gostado nada da minha resposta. Havia outra e isso não agradava ela. O que ela não sabia era quem era a outra. Nem imaginava. Me entende, meu bem. Mmmmmm. Entende. Você é das melhores. Mas não a única. Mas você não sabe quem é a outra. Existe mulher que fica indiferente a esse tipo de pergunta? Minha sobrina também não. Quem é? É que... Quem? Não, não me atrevo. Por que não se atreve a me dizer? Você vai ficar chateada. Não, como é que você pensa isso? Vai, me conta. Não me atrevo. Por que eu ficaria chateada? Nem que fosse... Sim, ela. Griselda não percebeu que eu tinha jogado com ela, levando-a sem que ela percebesse, para finalmente revelar o segredo. Mas foi ela mesma que chegou a considerar o nome da irmã. Eu tinha sido fiel à minha promessa com Serena e não a tinha delatado, mas tinha conduzido o diálogo de modo que as coisas fluíssem por si só. Mas como? Quando? Por favor, não me faça perguntas. É por isso que ela sempre falava de você com tanto entusiasmo. Isso te incomoda? Mmmmmmm. Não, na verdade não. Bom, um pouco. Viu por que eu não queria te contar? Não, na verdade me incomoda, mas é porque ela veio antes de mim. Eu não sou mais a única. E toda vez que eu a vir, vou pensar se ela acabou de estar com você e se ela te deixou mais feliz do que eu. Eu queria ser a única para você. Mas isso não precisa mudar, vida. Sim, mas eu queria ser a que te fizesse completamente feliz. E não vai ser assim. Não vejo razão para não ser, querida. Como assim não? Serena te deixa mais feliz do que eu. Eu não disse isso. Disse que você e ela me deixam igualmente feliz. As duas. Você diz isso só para me deixar contente. Não, é a verdade. As duas me deixam feliz da mesma forma. Bom, mas é uma situação que não pode continuar. Não acho, querida. Como? Sim, acho melhor que as duas saibam. Você está louco? Não, me parece lógico e mais seguro que ambas saibam o que acontece. É mais seguro para as duas, assim podem se proteger das outras pessoas, cuidando uma da outra. Mmmmm. Não sei. Mas é lógico, amor. É mais seguro para as duas. Bom, sim, você tem razão. Mas... Mas o quê? Imagino que você vai contar para ela, mas não sei como vou encará-la da próxima vez que a vir, sabendo que as duas transamos com o mesmo homem, nosso tio. Me levantei sem responder e fui em direção à escada que leva ao segundo andar, no final da qual Serena me olhava com uma expressão de alarme e ansiedade que a fazia parecer ainda mais linda em sua nudez completa. Sua cabeça se movia freneticamente de um lado para o outro, recusando o que ela intuía que eu pediria, enquanto suas mãos tentavam cobrir parte de seus seios e de sua buceta, da qual pendiam as últimas gotas de seus fluidos seminais... Continua?
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