Meu passado me condena 3

Olá, como vocês estão? Revisando meus posts, percebi que tava devendo uma história pra fechar um capítulo da minha vida que deu início à minha piranhagem. O que vem a seguir aconteceu há mais de 15 anos, então só coloquei os detalhes que minha memória guardou, que são os melhores. Aproveitem. Meses depois daquela foda com minha sogra, eu ainda queria repetir. Naquela época, pra mim, transar sem camisinha e gozar dentro era impensável, gravidez na certa. Minha sogra, que vou chamar de Alicia, tinha feito laqueadura depois do terceiro parto. Eu queria sentir de novo aquela explosão de prazer e tava decidido a criar a situação ideal. A situação chegou pouco antes do verão, uns dias depois que eu fiz 20 anos. Só pra deixar claro, sempre fui um cara sem vergonha quando tava à vontade. Num dia quente de primavera, chego na casa da minha namorada com a desculpa de que ia esperar ela voltar do trabalho numa agência de publicidade. Cheguei com um bolo, explicando que era pra comemorar o novo emprego dela. Sabia que a Alicia tava sozinha e fui decidido a comer ela até tirar essa obsessão da cabeça. — Oi Guille, entra. E esse pacote? — É que tô feliz de te ver... Ah, o bolo! É pra comemorar o trampo da Andre! — Kkkk. Que bobo você é! Entra que ia fazer chimarrão! Naquele dia, ela tava usando uma legging preta que marcava a bunda enorme dela e uma regata bem decotada. Naquela época, ela saía pra caminhar assim. Tava mais firme e carnuda ao mesmo tempo, durinha. Subi a escada que levava pra cozinha atrás dela sem tirar os olhos daquela raba. — A caminhada tá fazendo bem pra você, Alice! — Sabia que tava olhando minha bunda, atrevido! Kkkk Sentamos pra tomar chimarrão e esperar a Andre, mas eu sabia que ela ia demorar mais uma hora. Conversando sobre tudo, ela me diz que o marido não olha pra ela do jeito que eu olho, o que me deu abertura pra dizer que eu faria mais do que só olhar. — Ai, Guille, você é louco! Não podemos fazer isso de novo! — Fazer o quê? (Falei, olhando pra ela) (aos olhos) - Foder! A gente não pode foder de novo! - Por que não? Desde aquela tarde não paro de pensar como seria bom repetir! - Não, não seria certo... - Você não gostou? - Não é isso... - Eu adorei, tô morrendo de vontade de te foder e deixar tudo dentro de você de novo. Com ninguém mais fiz isso antes! - Sério? - Claro, sempre usei camisinha... E nunca comi uma mulher como você! Não me nega esse prazer! - Ai, você não sabe o que diz... Eu não posso te excitar assim... Notei que ela tinha se acalorado, então arrisquei... Levantei da cadeira e tirei a pica dura a meio metro do rosto dela. - Olha como eu fico só de pensar. Não tô mentindo! - Aaaai, você é um sem-vergonha! Não pode enfiar essa pica na minha cara... Pra mim também é difícil dizer não... - Então vamos facilitar... Me aproximei, segurei o rosto dela e beijei. Ela não resistiu. Levei a mão dela até minha pica e ela começou a acariciar com vontade. - A gente não tem tempo! (Ela disse com cara de súplica) - Temos sim, Flor só chega daqui a uma hora. - Aaahh, que bom! Sem mais palavras, ela enfiou minha pica na boca e chupou sem controle. Olhava nos meus olhos, parava pra me ver gozar e continuava chupando. Segurei os ombros dela, levantei e beijei ela de novo. - Depois você continua, senão eu gozo agora. - Faz o que quiser comigo! Não aguento mais! Levei ela contra a bancada e tirei a roupa dela da cintura pra baixo. Sentei ela e comecei a tocar e chupar. Parava pra beijar e misturar nossos gostos na boca. Seguimos assim até ela gozar num orgasmo fortíssimo. - Aaahh, sim, Guillleee... Você me mataaaa! - Agora sim vou te foder! - Ufff... Me dá um minuto pra me recuperar eeee aaaahh Não dei tempo e enfiei tudo até o fundo. Ela tava quente e molhada. Teria gozado mil vezes assim. - Aaaai, como senti falta dessa pirocaaa! Você quer me encher de porra? - Siiim... Como você sabia? - Porque você veio pra isso! Então me dá toda sua porra... Não para de me foder. Ela segurou minha nuca e enfiou a língua com uma fogosidade que eu não imaginava nela. A gente se beijava enquanto eu continuava me mexendo e bombando com força. Não aguentei muito mais e me deixei ir. - Aaah, vou gozaaaar! - Sim, bebê... Me dá tudooo... - Aaaaaahh... - Aaai, que quente que sai de você... Sinto ela todinha... Mmmmm... Gozei com as pernas bambas e olhei minha obra. Umas poucas gotas caíam no chão. Pensei que devia ter muito mais, então me aproximei pra beijá-la e enfiei dois dedos na buceta pra buscar meu gozo. Eu a masturbava devagar e fundo. Ela me abraçava e suspirava na minha boca. Tirei os dedos e os coloquei nos lábios dela, Alice chupou todo o sêmen e deixou eles limpos. - Mmmm, que gostoso... Tem mais? Ela se abaixou e se dedicou a lamber minha rola e as bolas. Me masturbava suavemente, enfiava tudo, passava a língua em todo canto. Quando ficou bem dura de novo, ela se levantou e me levou pela mão até o quarto dela. Tirou toda a minha roupa, me sentou na beira da cama e subiu em cima de mim. Arrancou a camiseta e o sutiã. - Agora vou te foder eu, você chupa minhas tetas! Coloquei uma mão em cada teta e comecei a mamar enquanto Alice me cavalgava forte mas sem pressa. Ficamos assim uns minutos até que não aguentei mais. Joguei ela na cama e falei: - Fica de quatro que vou meter até o fundo! - Aah, que machão você é! Vamos ver? Me fode! Ela se ajoelhou apontando a bunda pra minha cara. Meti a boca e enfiei a língua naquele buraco enquanto enfiava dois dedos na buceta. - Aaaai, Guilleee! O que você tá fazendo comigo? Come minha bunda toda, gostoso! aaai sim... Aah, essa língua compriiiida que você tem! Me dá pirocaaa! Não aguento mais! Sem dilatar mais, enfiei a rola até o fundo da buceta dela de um só empurrão. Eu a penetrava sem piedade. - Aaai, aai, siiiim, siiiim, siiiim! - Agora vou encher essa buceta linda que você tem! - Sim, Guille, meu amor. Me dá todo o seu gozo! Goza logoo! - Adoro como você fica putinha! - É? Essa putinha quer todo o seu gozo dentro de mim! - Aaahh Isso aí, toma! Toma tudinho! Segurei ela pelo quadril e enfiei até o fundo, até soltar cada gota de porra dentro daquela buceta quente de novo. — Aaah, você me encheu toda! Agora sim, você me deu toda a sua porra! Olhei pra buceta dela escorrendo e sorri de prazer. A gente se beijou mais um pouco, se limpou direitinho, arrumou tudo e sentamos pra esperar minha namorada, tomando chimarrão. Quando a Flor chegou, eu já tava duro de novo. Imaginava comendo ela com tudo e gozando dentro da mãe dela, igual tinha feito minutos antes. Tava decidido: ia convencer minha namorada a transar sem camisinha e gozar dentro. E, mesmo a segunda parte tendo demorado mais, naquela mesma tarde, depois de gozar duas vezes na buceta da Alice, comi a Flor com toda a energia e sem proteção. Ela adorou daquele jeito, então nunca mais usamos camisinha.

1 comentários - Meu passado me condena 3

muy bueno..! las minas grandes son divinas..!