Olá, Comunidade. Demorei um pouquinho mais do que esperava, mas aqui está, finalmente, a terceira parte dessa história que prende todo mundo.
Deixo aqui os links dos dois primeiros capítulos pros recém-chegados, pra vocês se atualizarem e conseguirem acompanhar a narrativa direitinho.
http://www.poringa.net/posts/relatos/3637808/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-1.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3643079/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-2.html
Não vou me cansar de agradecer todo o apoio que vocês tão me dando, os pontos, os favoritos, mas principalmente os comentários de vocês, as devoluções, as propostas, as ideias ou qualquer coisa que tenham pra dizer.
É pra isso que serve a caixa de comentários, no fim das contas.
Bom, chega de conversa fiada, vamos direto ao que nos trouxe até aqui.
Manuel, com os olhos fechados e o rosto virado para o céu, estava terminando de sentir aquele orgasmo tão intenso quando achou ter ouvido a porta que separa a casa do quintal, o que paralisou o coração dele de susto. Guardou rapidamente o pau na calça e se aproximou da porta fingindo tranquilidade, mas no fundo sentia o rosto pulsando de medo. A porta estava fechada, do jeito que ele tinha deixado, o que o acalmou bastante, mas ao mesmo tempo ele tinha certeza de que tinha ouvido a porta se fechar.
Com toda a naturalidade do mundo, abriu a porta e entrou na cozinha, onde encontrou a Romi ainda nos cadernos dela. A irmã dele pareceu nem perceber que ele estava ali, ou percebeu e não ligou, porque nem olhou pra ele.
— "Sabe de algo da mamãe e da Delfi?", perguntou o Manu quebrando o silêncio.
Quando a irmã dele olhou pra responder, o Manu percebeu que o rosto branco e cheio de sardas dela estava completamente vermelho. Parecia um tomate.
— "Mamãe me disse que chegam em meia hora, que trazem o jantar. Eu arrumo a mesa e te chamo pra comer quando chegarem", disse a Romi apressada, quase como se não quisesse falar com ele, e voltou pros cadernos.
— "Beleza, então", respondeu o Manu e se retirou pensativo pro quarto dele.
Passou pela porta da Estefi, mas já tinha visto e ouvido tudo o que precisava, então foi direto pra porta dele, com muitas perguntas rondando a mente.
— "Por que ela tava com o rosto vermelho? Será que ela abriu a porta? E se ela me viu? Por que ela tava meio puta?..."
Ficou vários minutos assim, queimando a cuca, mas no fim descartou tudo isso e assumiu que, se ela tivesse visto ele, teria dado um berro danado e nesse momento ele estaria tentando evitar que o cunhado dele o enchesse de porrada e fazendo as malas pra ir morar no Alasca, longe da família.
O jantar com a família dele rolou do jeito mais normal possível, mas com uns temperos que a maioria não percebia.
A Romina não fez contato visual com o Manu a noite inteira, o Manuel não Não conseguia olhar nem pra Estefânia nem pro Renzo por causa das imagens que vinham automaticamente na cabeça dela. Delfina, ao contrário da irmã mais nova, passou o jantar inteiro procurando os olhos do Manu, de um jeito safado, tentando deixar ele desconfortável, e a mãe, sorridente e feliz por poder compartilhar a refeição com quase todos os seus filhotes, já que tinha tido um fim de semana bem agitado no trabalho.
Manu foi o primeiro a se retirar, deu boa noite e foi direto pro quarto dele. Se jogou na cama e, com os fones de ouvido, começou a ver uma série na Netflix.
Deve ter passado uma hora, uma hora e meia, quando a porta do quarto dele se abriu um pouquinho. Manu conseguiu ver a carinha da Delfi espiando.
— "Desculpa, não sabia se você tava dormindo", disse a irmã dele.
— "Não, não, tava vendo uma série. O que foi?", respondeu ele.
A irmã dele atravessou a porta e entrou alguns passos no quarto, e Manu viu que ela tinha acabado de sair do banho e o corpo dela só estava coberto por uma toalha.
— "Nada, só queria lembrar você que tá tudo bem entre a gente, que o que aconteceu não foi tão grave assim e que eu realmente te entendo, que você não fique pilhado."
De novo ele ficou todo vermelho e lembrou o mal que se sentiu quando a irmã pegou ele com a mão na massa, e a vergonha que sentiu ao ter que contar o que contou pra se safar.
— "Bom, tá bem. Valeu. Mas não precisa a gente ficar falando disso mais. Esquece tudo, por favor, não vai acontecer de novo, eu juro", disse Manu, quase num tom de súplica.
A irmã dele sorriu, se aproximou pra dar um beijo na testa dele e foi em direção à porta pra sair, já estava fechando quando colocou a cara de novo e disse:
— "Tem coisas que são difíceis de esquecer, ainda mais se são tão grandes", fazendo clara referência ao tamanho do pau do irmão.
— "E sobre não acontecer nunca mais, isso quem decide é você, minha roupa íntima tá no cesto do banheiro, você vê. Boa noite", concluiu fechando a porta.
Manuel ficou tipo um minuto olhando pra porta, onde momentos antes a cara da A irmã dela tava ali, repetindo tudo que ela tinha dito.
Não só ele tinha escapado de uma puta confusão com a família, como ainda por cima a irmã dele tinha dado sinal verde pra ele ir se masturbar no banheiro com as calcinhas sujas dela. Era bom demais pra ser verdade. Só de pensar já tinha deixado o pau dele durasso.
Ele ficou matutando tudo que tinha rolado nos últimos dias e como a cabeça dele tinha mudado em relação às irmãs, pelo menos duas delas.
— "Como que eu nunca prestei atenção nisso tudo e agora tô fervendo de tesão só de pensar em ver elas peladas, saber da roupa íntima delas, ter visto uma delas transando que nem uma atriz pornô?", ele se perguntava.
Por trás de toda a excitação, um sentimento de culpa tomava conta dele. Ele sabia que aquilo tudo era errado, que não podia ser, que não era certo.
— "O que minha mãe ia pensar se descobrisse?", era a pergunta que mais martelava na cabeça dele. E junto com ela vinha: — "Será que a Romina me viu?". Essa pergunta dava um medo do caralho, e o jeito que a irmã dele se comportou durante o jantar só piorou a paranoia.
Decidido a relaxar e espairecer, Manuel foi tomar um banho.
Assim que entrou no banheiro, claramente a curiosidade e o tesão falaram mais alto, e ele foi direto ver que calcinha a irmã dele tinha deixado dessa vez. Ele encontrou outra fio dental, vermelha, mas ainda mais "pornográfica" que a anterior. Era uma fio dental completa também, ou seja, na frente e atrás, mas a parte da frente, que ia entre os lábios, era toda coberta de bolinhas brancas.
— "Porra, como é que você anda com isso enfiado na buceta o dia inteiro?", ele perguntou mentalmente pra irmã dele. Ele ia se sentar no vaso e se masturbar igual um condenado, quando viu que no cesto tinha outra peça, não uma fio dental, mas sim uma calcinha cavada. Ele sacou na hora que devia ser da Romina, já que a Estefânia quase não usava calcinha quando malhava. Mais cedo, e a mãe tinha o próprio banheiro com o próprio cesto. De novo, se deixou levar pela curiosidade e pegou com as mãos. A peça estava a anos-luz de ser sexy. Na real, era bem comum, cor mostarda fosca, um verdadeiro horror. Mas o que chamou muito a atenção dele é que a parte que cobria a buceta estava completamente molhada e toda coberta por uma gosma grossa. — "Que porra, Romi, alguém te esquentou?", pensou Manu sorrindo.
O garoto descartou essa ideia rapidinho, assumindo que a irmã não devia nem pensar em sexo, era santa demais pra algo assim, apesar de ter aquela calcinha fio-dental guardada na gaveta, que com certeza tava sem usar e tinha sido presente da Delfi ou de alguma tia. E sem perder mais tempo, deu vazão ao instinto mais selvagem e acabou decorando o fio-dental da Delfi com o esperma dele, tomando um banho e indo continuar a série e finalmente dormir.
Mesmo tendo dormido o quanto dormiu no dia anterior, Manu se forçou a pegar no sono relativamente cedo, pra acordar num horário mais ou menos normal.
Começou a segunda-feira com disposição. Não tinha nada pra fazer, já tinha passado a primeira semana de dezembro e, tendo terminado o último ano do ensino médio sem problemas, só tinha férias pela frente, pelo menos até março, quando começava a faculdade, mas pra isso faltava muito tempo.
Eram quase 11h45 da manhã, então a mãe tava no trabalho, pra variar... Estefânia em alguma das academias dela dando aula e Delfina no restaurante, então ele devia estar sozinho com a Romina. E, de fato, encontrou a irmã mergulhada nos cadernos de novo.
— "Bom dia, como tá minha irmã favorita?", disse Manu, enquanto dava um beijo na cabeça dela e abraçava um pouco com o braço direito.
Romina agiu realmente desconfortável e, se soltando do braço do irmão, respondeu — "Bem, bem, cê não vê que tô ocupada? Me deixa."
Manu Ofendido, ele se afastou e, sem dizer nada, foi até a geladeira ver o que podia pegar. Um Ades era a melhor opção, e ele também pegou uns biscoitos do armário. Foi em direção à sala, mas bem antes de sair da cozinha, Romi o interrompeu: — "Desculpa se te respondi mal, tô prestando meu último final depois de amanhã e tô bem nervosa, você sabe como eu fico quando vou fazer prova."
— "Tudo bem, Romi, não vou te encher mais", disse o Manu, ainda ofendido, pensando que todo o estresse do mundo não era desculpa pra tratá-lo daquele jeito e desconfiando que tinha algum outro motivo pra reação da irmã.
Depois de um café da manhã tardio, Manuel resolveu dar uma boa jogada e se deitou pra jogar no videogame. Umas meia hora depois, a irmã apareceu da cozinha e perguntou: — "Você quer almoçar? A verdade é que eu não tô com fome." Manu respondeu: — "Acabei de tomar café, então ainda não tô com fome, mas fica tranquila, se bater a fome, eu vejo o que cozinho, não se preocupa." A verdade é que ele foi bem seco no jeito de responder, ainda tava magoado com a irmã.
Romina pegou as coisas dela e foi pro quarto, e depois de um tempo, Manu viu ela passar com a toalha pro banho.
Pra quem não sabe, quando se joga videogame, dá pra conectar o fone no controle, e todo o som do jogo sai por ali, então quem vê de fora enxerga o jogador, nesse caso o Manu, jogando em silêncio.
Manuel pausou o jogo pra pegar mais alguma coisa pra beber, já que o Ades não rendeu muito. Foi até a cozinha e ficou felizão com meia Coca que tinha sobrado do jantar da noite anterior, mas quando foi se sentar de novo, um barulhinho chamou a atenção dele. Manuel se aproximou devagar da porta do banheiro, onde a irmã tinha entrado há pouco, e se preparou pra escutar. Um som suave de esfregação e a respiração ofegante da irmã foram mais que suficientes pra ele perceber que ela tava se masturbando. Confiante de que ele estava com os fones e não ia ouvir nada.
A verdade é que foi ainda mais estranho do que com as outras duas irmãs, já que ele tinha uma visão completamente "santa" da Romina. Não que bater uma seja algo errado ou não seja saudável, mas era impossível imaginar a Romina se tocando daquele jeito que se ouvia — qualquer um que a conhecesse diria que ela tinha mais cara de freira do que outra coisa. Mas era assim. A irmã dele era uma mulher normal e, como qualquer outra mulher, se dava prazer sozinha.
Quase sem perceber, o Manuel já estava com a pica a mil. Ele percebeu que, por achá-la tão santinha, a situação dava ainda mais tesão do que com as outras duas, que só de olhar já dava pra ver que eram umas putinhas.
Sem perder mais tempo, começou a acariciar a pica e, aos poucos, a bater uma lentamente, de olhos fechados, ouvindo o "frhh, frhh, frhh", a respiração pesada e os suspiros da Romi. Ela devia estar encharcada, parecia quase alguém chapinhando na chuva. Lá estavam os dois, se tocando gostoso, separados por apenas uma portinha.
O Manuel já estava quase gozando, tão concentrado no que fazia que, sem querer, perdeu um pouco o equilíbrio e apoiou o ombro na porta, que cedeu e se abriu. Não se abriu de vez, só uns centímetros, o suficiente pra Romina não ver ele, nem ele ver ela.

Mas além de não ter visto, obviamente ela percebeu que a porta tinha se aberto.
Dando um pulo, Romina gritou —"OCUPADOOO!!", e colocou a mão instintivamente na porta, pra evitar que ela se abrisse mais. Manuel, nisso, com a velocidade de um raio, já tinha guardado a pica na calça, e ainda bem que foi assim, já que a irmã enfiou a cabeça, olhou pra ele brava e gritou —"Moleque, não vê que a porta tá fechada, o banheiro tá ocupado, você não sabe bater?"
—"Desculpa, desculpa. É que eu tava pensando no jogo e no automático vim mijar, nem percebi".
Romina olhou pra ele com desconfiança, como se não acreditasse, e soltou —"Tá bom, tenta prestar mais atenção. Vai mijar no banheiro da mãe".
Manuel, tentando que a situação terminasse ali, disse —"Desculpa, juro que não foi de propósito. Você sabe que a mãe não gosta que a gente use o banheiro dela, eu seguro até você sair, não se preocupa".
Nisso, nem ele nem ela tinham percebido um detalhe enorme, melhor dizendo, do tamanho de uma barraca. Manuel ainda tava com a ereção e ela tava mais do que marcada na calça, uma pica daquele tamanho não é fácil de disfarçar. Romina ia fechar a porta quando se tocou desse detalhe e quase sem pensar disse —"Não, bom, também não vou ser tão ruim. Espera eu entrar no chuveiro e entra pra mijar, não tem problema", fechou a porta atrás de si e depois de uns momentos, Manu ouviu o barulho da água e a irmã gritou que ele já podia passar.
O garoto entrou, entre medo e tesão, e se preparou pra mijar, coisa que não foi fácil, primeiro porque na real não tava com vontade e segundo, porque a pica ainda tava dura e todo homem sabe que mijar com a pica dura não é tarefa simples. Mesmo assim, ele tirou ela pra fora, abriu bem as pernas, mirou e se concentrou. Alguma coisa tinha que sair. E de fato, depois de uns segundos o líquido amarelo começou a sair e Manu, com uma mão na pica e a outra apoiada na parede na frente dele pra equilibrar. equilíbrio se concentrou em não mijar fora do vaso. Tava nessa, quando sem querer, virou um pouco a cabeça na direção do chuveiro e conseguiu ver claramente como a irmã dele tava olhando ele da beirada da cortina.
Foram uns segundos de surpresa e susto, que muito rápido se transformaram em tesão e safadeza. Aí a irmã dele convidou ele pra mijar pra poder espionar.
Ele ia mesmo se fazer de besta e deixar pra lá, mas a situação era única. Tavam sozinhos, ninguém ia chegar até de tarde, ele ouviu ela bater uma, pegou ela espiando. Bom demais pra ser verdade. Bom demais pra deixar passar.
Manu terminou de mijar, sacudiu, apertou a descarga e aí, criando coragem, perguntou pra irmã dele — "Já terminei, o que eu faço, vou embora ou você quer continuar espiando?".
Foi um silêncio de sepultura. Era como se os ouvidos tivessem tampado e só o barulho abafado da água quebrava aquela calmaria mortal.
Manuel esperou uma resposta, sem ter guardado o pau na calça. A verdade é que não via a irmã, mas sabia que a mina tava paralisada atrás da cortina, sem acreditar que ele tinha descoberto ela.
— "Te fiz uma pergunta, Romi. Não vai me responder?", insistiu o cara.
Já tava tudo tenso demais, estranho, safado e sujo. Mas Manuel nunca esperou o que veio. O peito dele travou e o cu dele franziu, porque a irmã dele, longe de se acovardar ou se fazer de sonsa, rebateu — "Se quiser, pode ir espiar a Estefi e o Renzo, deve ser mais interessante".
O silêncio voltou. Agora quem tava sem conseguir se mexer e se sentindo encurralado era o Manuel.
— "Nossa, como você ficou caladinho agora", zoou a Romina, que tinha tomado as rédeas da situação, claramente.
Estimulada por essa sensação, a Romina se espiou por trás da cortina, pra olhar pro irmão com cara de deboche, mas não sabia que ele ainda não tinha guardado o pau, que mesmo não estando mais duro por causa do susto que ele tomou... Manu tinha trazido, ainda era algo imponente. Os olhos dela grudaram no pau do irmão como imã na geladeira, mas depois de alguns segundos, ela recobrou a razão e disse: — "Dá pra se cobrir, por favor? Seu porco."
O fato de a garota ter se exibido daquele jeito e estar alucinando fez Manu cair um pouco na real e responder: — "Claro, agora eu sou o porco, mas quem me chamou pra mijar no banheiro só pra olhar minha rola foi você."
— "E quem bate punheta vendo como você fode a Estefânia é você!", respondeu Romina.
A verdade é que Manuel nunca tinha ouvido a Romi daquele jeito. Ela sempre evitava qualquer conflito ou briga, discussão. Sempre calma, sempre submissa. Mas agora ela tava pegando fogo, virou uma fera e disposta a ter a última palavra.
— "Qual é, tá puta porque te interrompi a punheta?", mandou Manu. — "Até com fone de ouvido dava pra ouvir como você tava se esfregando e gemendo. Tenta disfarçar um pouco mais da próxima", completou e saiu do banheiro sem dar chance pra irmã responder.
Manuel foi direto pro quarto dele, fechou a porta e começou a ouvir música com a cabeça debaixo do travesseiro. Precisava relaxar. Precisava pensar.
Ele tava tentando entender e processar tudo que tinha acabado de rolar. Era demais.
Romina sabia do segredo dele, tinha visto. Tinha certeza que ela ouviu a porta do quintal. — "O que vai acontecer agora? Ela vai contar pra todo mundo?", se torturava o garoto pensando. "Não, não, não, não. Não pode ser. O que eu faço? Bom, ela me espionou, talvez fique calada com medo de eu contar isso. Podia ameaçar ela ou tentar oferecer algo em troca pra ela não falar". Um milhão de ideias, planos, medos, teorias, etc, invadiam a cabeça de Manuel ao mesmo tempo. No meio de todo aquele caos mental, ele ouviu a porta do quarto da irmã se fechar. Isso o trouxe de volta à realidade por um segundo, o suficiente pra aceitar que precisava resolver aquilo. que acabava de acontecer.
Ele desligou a música e, pisando em ovos, foi até o quarto ao lado, pronto pra conversar com a irmã. Tava prestes a bater na porta quando ouviu o choro dela. O coração dele se apertou. Ele nunca tinha feito uma das irmãs chorar, aliás, já tinha dado porrada em mais de um babaca no bairro e na escola por serem os culpados disso.
Sem hesitar mais, bateu e perguntou: — "Rô, posso entrar?"
A resposta não demorou.
— "VAI EMBORA, ME DEIXA EM PAZ, NÃO QUERO FALAR COM VOCÊ!!!!!"
De novo, ele nunca tinha ouvido a Rô daquele jeito. Ficou preocupado, se sentiu mal, sentiu vergonha, medo... tudo ao mesmo tempo.
Decidiu ignorar os gritos da irmã e abriu a porta, entrando no quarto.
A garota ainda tava pelada, só coberta pela toalha, jogada na cama, chorando sem parar.
Ao ver o irmão na porta, encarou ele com raiva e gritou de novo.—EU TE FALEI PRA VAZAR, NÃO QUERO FALAR COM VOCÊ E MUITO MENOS ASSIM, CÊ NÃO TÁ VENDO QUE EU TÔ PELADA? VAI EMBORA, MANUEL!
O instinto protetor de irmão falou mais alto e, sem dar ouvidos à irmã, ele sentou do lado da Romi e abraçou ela com força. No começo, a garota gritou e tentou se soltar, mas aos poucos foi se acalmando e se deixou abraçar pelo irmão, se tranquilizando bem devagarinho, até que o choro virou uma respiração ofegante e depois um leve soluço e, finalmente, já respirando fundo, conseguiu se acalmar um pouco.
Sem soltar o abraço, Manuel falou um monte de coisas pra ela. —"Fica tranquila, desculpa, vai dar tudo certo, fui um idiota, me perdoa, te prometo que vou sempre cuidar de você..."
A situação tinha ficado muito melosa e dramática demais, mas a verdade é que tudo tinha sido tão pesado e tão inesperado pros dois que não teve outro jeito.
Já calmos, os irmãos se prepararam pra conversar.
—"Desculpa pelo que eu te falei, Romi, fui muito cuzão mesmo, falei sem pensar", se desculpou o Manu de novo.
—"Tá tudo bem, já foi. Mas esse não é o problema", respondeu a irmã.
Manuel não tava entendendo nada.
—"Como assim esse não é o problema? Então o que que é?"
Romina tava vermelha que nem um pimentão e visivelmente sem graça, tentou se livrar da situação e falou —"Nada, nada, já foi, esquece". Mas o Manu tava longe de esquecer ou deixar pra lá.
—"Romina, cê pode me falar o que é, por favor?", insistiu o cara.
A irmã desviou o olhar, claramente não queria encarar ele, e virou de lado, meio envergonhada, voltando a ser aquela garota submissa e tímida que ele conhecia.
Enquanto esperava a resposta da irmã, Manuel conseguiu parar pra apreciar a situação de outro ângulo.
Ele tinha a Romina sentada do lado dele, mal coberta pela toalha, com o cabelão laranja e as várias sardas que pareciam brilhar de verdade. Tentou se recompor, não podia ficar excitado de novo num momento desses, mas o tesão na O interior rugia com aquela ruiva perigosa tão ao seu alcance. No meio dessa luta contra seus demônios, foi interrompido pela irmã, que, diante de tanto silêncio, aparentemente resolveu falar com ele.
— "A verdade é que isso é difícil demais pra mim. Eu sempre me senti tranquila com meu corpo e meus desejos, e, apesar de às vezes com o Rodrigo despertarem umas coisas em mim, nunca estive nem perto de querer ter relações ou algo sexual com ele. Deixei ele me tocar um pouco, sempre por cima da roupa, mas nunca tive coragem de tocar ele ou fazer algo do tipo", desabafou Romina com a voz abafada, cheia de pausas e suspiros.
Manuel, que ouvia atento, sem perder nenhum detalhe, ainda não entendia onde estava o problema.
— "Desculpa, Romi, mas ainda não entendi o que tá rolando com você", confessou.
A garota olhou pra ele com reprovação e disse — "Me deixa terminar, pô!"
Manu riu, e sem querer, contagiou um pouco a irmã. Era um daqueles momentos tão tensos que, do nervosismo, vem o riso.
Não demorou muito pra garota retomar a expressão séria e envergonhada e continuar. — "Ontem, quando te vi no quintal, alguma coisa aconteceu. Algo mudou. Tipo, nem foi a situação de saber que você tava espiando a Estefi, acho que todo mundo já ouviu o que ela faz no quarto dela. O problema foi te ver", sentenciou.
Manuel, cada vez mais perdido, insistiu na dúvida — "Juro, não tô entendendo nada".
A irmã, já meio exasperada, disse — "O teu pau, Manuel! Teu pau. Tipo, não é a primeira vez que vejo um. Já vi uns vídeos ou fotos que as meninas mandam no grupo da facul, ou o Rodrigo que às vezes se solta e me manda uma foto do dele. Mas nunca passou pela minha cabeça que meu próprio irmão tinha uma parada daquelas, e muito menos que ia me fazer sentir o que senti".
Manuel ficou de boca aberta, sem acreditar no que ouvia. Alguma coisa tava errada, não podia ser que a irmã dele tivesse falando aquilo.
Romina, já mais corajosa, continuou — "Acho que não tô errada em dizer que é umas 2 ou 3 vezes maior". maior que a do Rodri, não sabia que podia ser tão grande. Tentei esquecer, fingir que não tinha visto nada, mas meu próprio corpo me traiu. Você tinha que ter visto minha calcinha ontem à noite quando tirei pra tomar banho, tava encharcada. Nunca tinha me acontecido uma coisa dessas".
Quase como um reflexo, Manuel respondeu — "Sim, eu vi", se arrependendo na hora de ter aberto a boca.
Romina, que até aquele momento tinha tentado não olhar pro irmão, virou de repente e encarou ele entre surpresa e raiva — "Como assim você viu? Tá olhando as calcinhas do cesto agora?".
Manuel não ia confessar tudo que tinha rolado com a Delfi, mesmo achando que a essa altura muito estrago não daria, e se limitou a responder — "Não, boba, foi um acidente. Por acaso, quando ia deixar minha roupa, vi uma coisa branca e olhei. E aí, vi que tava toda molhada e babada, mas só isso".
A irmã olhou pra ele com cara de "não tô acreditando em você" e continuou — "Bom, a questão é essa. Custou muito pra dormir, acordei de novo toda molhada e, por mais que tentasse me concentrar nos estudos, não consigo, uma manhã inteira perdida, com o pouco tempo que me resta pra prova. Então decidi fazer o que a Delfi faz e tentei me tocar", terminou a frase com vergonha evidente.
Agora as fichas estavam caindo pra Manuel e ele se sentiu um baita de um idiota. Como podia ter sido tão besta? Não só estragou pra irmã o momento da primeira masturbação dela, como ainda teve a cara de pau de zoar ela por causa disso. Não é à toa que ela tinha ficado daquele jeito, coitadinha.
— "Romi, desculpa, sério, não fazia ideia. Os homens são assim, uns brutos, nem pensam nas coisas. Juro que nunca vou contar pra ninguém, isso vai ser nosso segredo, não sai daqui, fica tranquila".
Abraçou a irmã de novo, e dessa vez ela abraçou ele também. Um daqueles abraços de filme romântico, que duram uns 30 segundos, mas parecem durar 4 dias. Depois daquela eternidade Abraço, os irmãos se separaram e ficaram surpresos de novo quando, por causa do roçar dos corpos, a toalha da Romina se soltou e revelou os peitos dela. A garota se apressou pra se cobrir de novo, mas o estrago já tava feito. O Manuel teve na frente dos olhos dois peitos perfeitos, rosadinhos, com os biquinhos pintados à mão e cheios de sardas, o que dava um toque ainda mais gostoso, e essa imagem foi demais pro pau dele, que acordou do sono quase que eletricamente.
Entre vergonha e risadas, os irmãos ficaram em silêncio de novo.
— "Cê tem uns peitos muito lindos, Romi", soltou o Manuel, sem saber mais o que dizer.
A irmã deu um tapa de brincadeira no ombro dele — "Cala a boca, idiota, hahaha"
Mais um silêncio.
A Romina tinha reparado de novo no volume do irmão e os olhos dela não paravam de olhar.
— "Bom, acho que a gente tem que resolver isso, não tem outro jeito", falou o Manuel. E sem dar chance pra resposta, ele se levantou e tirou o pau da calça.
A Romina ficou tão surpresa que não conseguiu falar nada. Ali estava, na frente dela. O pau mais grande que ela já tinha visto. Aquele que mexeu com os hormônios dela a ponto de não aguentar mais e ter que tentar se masturbar pela primeira vez.
— "Então, vai. Tá esperando o quê?", perguntou o Manuel.
Assustada, a garota respondeu — "Esperando o quê? O que cê quer que eu faça?"
O Manuel sorriu, porque o medo na voz da irmã era fofo e ao mesmo tempo despertava toda a perversidade dele.
— "Termina o que cê começou no banheiro. Se toca. É o único jeito de cê conseguir se concentrar e estudar. Se não tirar isso da cabeça, nunca vai ficar tranquila."
A Romina olhou pra ele com os olhos arregalados. Toda vermelha de novo. Morrendo de vergonha.
— "Vai. Eu também vou me tocar, assim cê não fica tão nervosa", falou o Manuel, sentando na cama da Delfi, que tava bem na frente da Romina, e começando a subir e descer no pau, olhando com um sorriso safado pra irmã.
Hesitando, quase Em câmera lenta e sem tirar os olhos da pica do irmão e do movimento quase hipnótico que a mão dele fazia nela, Romi se acomodou na cama, tirou a toalha e começou a se acariciar o clitóris bem devagar.
Manuel tentou disfarçar a emoção com o que estava vendo, mas foi demais e a irmã percebeu que algo estava rolando.
— "O que foi? Por que essa cara?" — perguntou ela, parando de se massagear.
— "NÃO, NÃO, NÃO PARA" — saltou Manu... — "É que te ver assim, tão linda, tão gostosa, tão inocente... você é linda, Romi, tô amando o que vejo" — confessou o irmão, com a voz cheia de tesão.
E olha, não era pra menos. Tinha a dois metros de distância o corpo nu e virgem da irmã. A ruiva. A baixinha. Toda branquinha, rosada e cheia de sardas, coroada pelo laranja intenso do cabelo, parecia uma sereia. A buceta dela tinha os lábios da cor mais rosada que ele já tinha visto, uma ostra perfeita, com um clitóris redondinho como uma pérola, sem um único pelo atrapalhando a vista, só um bigodinho laranja no topo daquela obra de arte.
Os dois jovens se deixaram levar e foram se soltando cada vez mais, se dando prazer, mas sem tirar os olhos um do outro.
Foi assim por uns minutos, até que Romina não aguentou mais e, pela primeira vez na vida, sentiu o que era um orgasmo. Soltou um gemido longo e intenso, os lábios dela se molharam na hora, deixando escorrer um fluxo virgem abundante, elixir de prazer que jorrava daquela fonte rosada e brilhante.
Isso foi demais pro Manuel, que também gozou, mas deu um passo à frente e esguichou toda a porra que tinha nos ovos em cima da buceta virgem da irmã, que ainda estava de olhos fechados, terminando de aproveitar o próprio orgasmo.
Romina se endireitou e olhou o que o irmão tinha feito: toda a buceta dela, a barriga, a parte de baixo da pança, tudo coberto. de esperma grosso, branco e quente. Ela abriu a boca pra perguntar o que ele tinha feito, quando foi interrompida pela voz da mãe dela.
— "GALERA, CHEGUEI!!!
Espero que vocês gostem e que esse 3º capítulo esteja à altura.
De novo, não hesitem em deixar seus comentários, eu leio todos.
E se vierem com pontos e Fav, melhor ainda.
Abraço, galera.
Deixo aqui os links dos dois primeiros capítulos pros recém-chegados, pra vocês se atualizarem e conseguirem acompanhar a narrativa direitinho.
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Não vou me cansar de agradecer todo o apoio que vocês tão me dando, os pontos, os favoritos, mas principalmente os comentários de vocês, as devoluções, as propostas, as ideias ou qualquer coisa que tenham pra dizer.
É pra isso que serve a caixa de comentários, no fim das contas.
Bom, chega de conversa fiada, vamos direto ao que nos trouxe até aqui.
Manuel, com os olhos fechados e o rosto virado para o céu, estava terminando de sentir aquele orgasmo tão intenso quando achou ter ouvido a porta que separa a casa do quintal, o que paralisou o coração dele de susto. Guardou rapidamente o pau na calça e se aproximou da porta fingindo tranquilidade, mas no fundo sentia o rosto pulsando de medo. A porta estava fechada, do jeito que ele tinha deixado, o que o acalmou bastante, mas ao mesmo tempo ele tinha certeza de que tinha ouvido a porta se fechar.
Com toda a naturalidade do mundo, abriu a porta e entrou na cozinha, onde encontrou a Romi ainda nos cadernos dela. A irmã dele pareceu nem perceber que ele estava ali, ou percebeu e não ligou, porque nem olhou pra ele.
— "Sabe de algo da mamãe e da Delfi?", perguntou o Manu quebrando o silêncio.
Quando a irmã dele olhou pra responder, o Manu percebeu que o rosto branco e cheio de sardas dela estava completamente vermelho. Parecia um tomate.
— "Mamãe me disse que chegam em meia hora, que trazem o jantar. Eu arrumo a mesa e te chamo pra comer quando chegarem", disse a Romi apressada, quase como se não quisesse falar com ele, e voltou pros cadernos.
— "Beleza, então", respondeu o Manu e se retirou pensativo pro quarto dele.
Passou pela porta da Estefi, mas já tinha visto e ouvido tudo o que precisava, então foi direto pra porta dele, com muitas perguntas rondando a mente.
— "Por que ela tava com o rosto vermelho? Será que ela abriu a porta? E se ela me viu? Por que ela tava meio puta?..."
Ficou vários minutos assim, queimando a cuca, mas no fim descartou tudo isso e assumiu que, se ela tivesse visto ele, teria dado um berro danado e nesse momento ele estaria tentando evitar que o cunhado dele o enchesse de porrada e fazendo as malas pra ir morar no Alasca, longe da família.
O jantar com a família dele rolou do jeito mais normal possível, mas com uns temperos que a maioria não percebia.
A Romina não fez contato visual com o Manu a noite inteira, o Manuel não Não conseguia olhar nem pra Estefânia nem pro Renzo por causa das imagens que vinham automaticamente na cabeça dela. Delfina, ao contrário da irmã mais nova, passou o jantar inteiro procurando os olhos do Manu, de um jeito safado, tentando deixar ele desconfortável, e a mãe, sorridente e feliz por poder compartilhar a refeição com quase todos os seus filhotes, já que tinha tido um fim de semana bem agitado no trabalho.
Manu foi o primeiro a se retirar, deu boa noite e foi direto pro quarto dele. Se jogou na cama e, com os fones de ouvido, começou a ver uma série na Netflix.
Deve ter passado uma hora, uma hora e meia, quando a porta do quarto dele se abriu um pouquinho. Manu conseguiu ver a carinha da Delfi espiando.
— "Desculpa, não sabia se você tava dormindo", disse a irmã dele.
— "Não, não, tava vendo uma série. O que foi?", respondeu ele.
A irmã dele atravessou a porta e entrou alguns passos no quarto, e Manu viu que ela tinha acabado de sair do banho e o corpo dela só estava coberto por uma toalha.
— "Nada, só queria lembrar você que tá tudo bem entre a gente, que o que aconteceu não foi tão grave assim e que eu realmente te entendo, que você não fique pilhado."
De novo ele ficou todo vermelho e lembrou o mal que se sentiu quando a irmã pegou ele com a mão na massa, e a vergonha que sentiu ao ter que contar o que contou pra se safar.
— "Bom, tá bem. Valeu. Mas não precisa a gente ficar falando disso mais. Esquece tudo, por favor, não vai acontecer de novo, eu juro", disse Manu, quase num tom de súplica.
A irmã dele sorriu, se aproximou pra dar um beijo na testa dele e foi em direção à porta pra sair, já estava fechando quando colocou a cara de novo e disse:
— "Tem coisas que são difíceis de esquecer, ainda mais se são tão grandes", fazendo clara referência ao tamanho do pau do irmão.
— "E sobre não acontecer nunca mais, isso quem decide é você, minha roupa íntima tá no cesto do banheiro, você vê. Boa noite", concluiu fechando a porta.
Manuel ficou tipo um minuto olhando pra porta, onde momentos antes a cara da A irmã dela tava ali, repetindo tudo que ela tinha dito.
Não só ele tinha escapado de uma puta confusão com a família, como ainda por cima a irmã dele tinha dado sinal verde pra ele ir se masturbar no banheiro com as calcinhas sujas dela. Era bom demais pra ser verdade. Só de pensar já tinha deixado o pau dele durasso.
Ele ficou matutando tudo que tinha rolado nos últimos dias e como a cabeça dele tinha mudado em relação às irmãs, pelo menos duas delas.
— "Como que eu nunca prestei atenção nisso tudo e agora tô fervendo de tesão só de pensar em ver elas peladas, saber da roupa íntima delas, ter visto uma delas transando que nem uma atriz pornô?", ele se perguntava.
Por trás de toda a excitação, um sentimento de culpa tomava conta dele. Ele sabia que aquilo tudo era errado, que não podia ser, que não era certo.
— "O que minha mãe ia pensar se descobrisse?", era a pergunta que mais martelava na cabeça dele. E junto com ela vinha: — "Será que a Romina me viu?". Essa pergunta dava um medo do caralho, e o jeito que a irmã dele se comportou durante o jantar só piorou a paranoia.
Decidido a relaxar e espairecer, Manuel foi tomar um banho.
Assim que entrou no banheiro, claramente a curiosidade e o tesão falaram mais alto, e ele foi direto ver que calcinha a irmã dele tinha deixado dessa vez. Ele encontrou outra fio dental, vermelha, mas ainda mais "pornográfica" que a anterior. Era uma fio dental completa também, ou seja, na frente e atrás, mas a parte da frente, que ia entre os lábios, era toda coberta de bolinhas brancas.
— "Porra, como é que você anda com isso enfiado na buceta o dia inteiro?", ele perguntou mentalmente pra irmã dele. Ele ia se sentar no vaso e se masturbar igual um condenado, quando viu que no cesto tinha outra peça, não uma fio dental, mas sim uma calcinha cavada. Ele sacou na hora que devia ser da Romina, já que a Estefânia quase não usava calcinha quando malhava. Mais cedo, e a mãe tinha o próprio banheiro com o próprio cesto. De novo, se deixou levar pela curiosidade e pegou com as mãos. A peça estava a anos-luz de ser sexy. Na real, era bem comum, cor mostarda fosca, um verdadeiro horror. Mas o que chamou muito a atenção dele é que a parte que cobria a buceta estava completamente molhada e toda coberta por uma gosma grossa. — "Que porra, Romi, alguém te esquentou?", pensou Manu sorrindo.
O garoto descartou essa ideia rapidinho, assumindo que a irmã não devia nem pensar em sexo, era santa demais pra algo assim, apesar de ter aquela calcinha fio-dental guardada na gaveta, que com certeza tava sem usar e tinha sido presente da Delfi ou de alguma tia. E sem perder mais tempo, deu vazão ao instinto mais selvagem e acabou decorando o fio-dental da Delfi com o esperma dele, tomando um banho e indo continuar a série e finalmente dormir.
Mesmo tendo dormido o quanto dormiu no dia anterior, Manu se forçou a pegar no sono relativamente cedo, pra acordar num horário mais ou menos normal.
Começou a segunda-feira com disposição. Não tinha nada pra fazer, já tinha passado a primeira semana de dezembro e, tendo terminado o último ano do ensino médio sem problemas, só tinha férias pela frente, pelo menos até março, quando começava a faculdade, mas pra isso faltava muito tempo.
Eram quase 11h45 da manhã, então a mãe tava no trabalho, pra variar... Estefânia em alguma das academias dela dando aula e Delfina no restaurante, então ele devia estar sozinho com a Romina. E, de fato, encontrou a irmã mergulhada nos cadernos de novo.
— "Bom dia, como tá minha irmã favorita?", disse Manu, enquanto dava um beijo na cabeça dela e abraçava um pouco com o braço direito.
Romina agiu realmente desconfortável e, se soltando do braço do irmão, respondeu — "Bem, bem, cê não vê que tô ocupada? Me deixa."
Manu Ofendido, ele se afastou e, sem dizer nada, foi até a geladeira ver o que podia pegar. Um Ades era a melhor opção, e ele também pegou uns biscoitos do armário. Foi em direção à sala, mas bem antes de sair da cozinha, Romi o interrompeu: — "Desculpa se te respondi mal, tô prestando meu último final depois de amanhã e tô bem nervosa, você sabe como eu fico quando vou fazer prova."
— "Tudo bem, Romi, não vou te encher mais", disse o Manu, ainda ofendido, pensando que todo o estresse do mundo não era desculpa pra tratá-lo daquele jeito e desconfiando que tinha algum outro motivo pra reação da irmã.
Depois de um café da manhã tardio, Manuel resolveu dar uma boa jogada e se deitou pra jogar no videogame. Umas meia hora depois, a irmã apareceu da cozinha e perguntou: — "Você quer almoçar? A verdade é que eu não tô com fome." Manu respondeu: — "Acabei de tomar café, então ainda não tô com fome, mas fica tranquila, se bater a fome, eu vejo o que cozinho, não se preocupa." A verdade é que ele foi bem seco no jeito de responder, ainda tava magoado com a irmã.
Romina pegou as coisas dela e foi pro quarto, e depois de um tempo, Manu viu ela passar com a toalha pro banho.
Pra quem não sabe, quando se joga videogame, dá pra conectar o fone no controle, e todo o som do jogo sai por ali, então quem vê de fora enxerga o jogador, nesse caso o Manu, jogando em silêncio.
Manuel pausou o jogo pra pegar mais alguma coisa pra beber, já que o Ades não rendeu muito. Foi até a cozinha e ficou felizão com meia Coca que tinha sobrado do jantar da noite anterior, mas quando foi se sentar de novo, um barulhinho chamou a atenção dele. Manuel se aproximou devagar da porta do banheiro, onde a irmã tinha entrado há pouco, e se preparou pra escutar. Um som suave de esfregação e a respiração ofegante da irmã foram mais que suficientes pra ele perceber que ela tava se masturbando. Confiante de que ele estava com os fones e não ia ouvir nada.
A verdade é que foi ainda mais estranho do que com as outras duas irmãs, já que ele tinha uma visão completamente "santa" da Romina. Não que bater uma seja algo errado ou não seja saudável, mas era impossível imaginar a Romina se tocando daquele jeito que se ouvia — qualquer um que a conhecesse diria que ela tinha mais cara de freira do que outra coisa. Mas era assim. A irmã dele era uma mulher normal e, como qualquer outra mulher, se dava prazer sozinha.
Quase sem perceber, o Manuel já estava com a pica a mil. Ele percebeu que, por achá-la tão santinha, a situação dava ainda mais tesão do que com as outras duas, que só de olhar já dava pra ver que eram umas putinhas.
Sem perder mais tempo, começou a acariciar a pica e, aos poucos, a bater uma lentamente, de olhos fechados, ouvindo o "frhh, frhh, frhh", a respiração pesada e os suspiros da Romi. Ela devia estar encharcada, parecia quase alguém chapinhando na chuva. Lá estavam os dois, se tocando gostoso, separados por apenas uma portinha.
O Manuel já estava quase gozando, tão concentrado no que fazia que, sem querer, perdeu um pouco o equilíbrio e apoiou o ombro na porta, que cedeu e se abriu. Não se abriu de vez, só uns centímetros, o suficiente pra Romina não ver ele, nem ele ver ela.

Mas além de não ter visto, obviamente ela percebeu que a porta tinha se aberto.
Dando um pulo, Romina gritou —"OCUPADOOO!!", e colocou a mão instintivamente na porta, pra evitar que ela se abrisse mais. Manuel, nisso, com a velocidade de um raio, já tinha guardado a pica na calça, e ainda bem que foi assim, já que a irmã enfiou a cabeça, olhou pra ele brava e gritou —"Moleque, não vê que a porta tá fechada, o banheiro tá ocupado, você não sabe bater?"
—"Desculpa, desculpa. É que eu tava pensando no jogo e no automático vim mijar, nem percebi".
Romina olhou pra ele com desconfiança, como se não acreditasse, e soltou —"Tá bom, tenta prestar mais atenção. Vai mijar no banheiro da mãe".
Manuel, tentando que a situação terminasse ali, disse —"Desculpa, juro que não foi de propósito. Você sabe que a mãe não gosta que a gente use o banheiro dela, eu seguro até você sair, não se preocupa".
Nisso, nem ele nem ela tinham percebido um detalhe enorme, melhor dizendo, do tamanho de uma barraca. Manuel ainda tava com a ereção e ela tava mais do que marcada na calça, uma pica daquele tamanho não é fácil de disfarçar. Romina ia fechar a porta quando se tocou desse detalhe e quase sem pensar disse —"Não, bom, também não vou ser tão ruim. Espera eu entrar no chuveiro e entra pra mijar, não tem problema", fechou a porta atrás de si e depois de uns momentos, Manu ouviu o barulho da água e a irmã gritou que ele já podia passar.
O garoto entrou, entre medo e tesão, e se preparou pra mijar, coisa que não foi fácil, primeiro porque na real não tava com vontade e segundo, porque a pica ainda tava dura e todo homem sabe que mijar com a pica dura não é tarefa simples. Mesmo assim, ele tirou ela pra fora, abriu bem as pernas, mirou e se concentrou. Alguma coisa tinha que sair. E de fato, depois de uns segundos o líquido amarelo começou a sair e Manu, com uma mão na pica e a outra apoiada na parede na frente dele pra equilibrar. equilíbrio se concentrou em não mijar fora do vaso. Tava nessa, quando sem querer, virou um pouco a cabeça na direção do chuveiro e conseguiu ver claramente como a irmã dele tava olhando ele da beirada da cortina.
Foram uns segundos de surpresa e susto, que muito rápido se transformaram em tesão e safadeza. Aí a irmã dele convidou ele pra mijar pra poder espionar.
Ele ia mesmo se fazer de besta e deixar pra lá, mas a situação era única. Tavam sozinhos, ninguém ia chegar até de tarde, ele ouviu ela bater uma, pegou ela espiando. Bom demais pra ser verdade. Bom demais pra deixar passar.
Manu terminou de mijar, sacudiu, apertou a descarga e aí, criando coragem, perguntou pra irmã dele — "Já terminei, o que eu faço, vou embora ou você quer continuar espiando?".
Foi um silêncio de sepultura. Era como se os ouvidos tivessem tampado e só o barulho abafado da água quebrava aquela calmaria mortal.
Manuel esperou uma resposta, sem ter guardado o pau na calça. A verdade é que não via a irmã, mas sabia que a mina tava paralisada atrás da cortina, sem acreditar que ele tinha descoberto ela.
— "Te fiz uma pergunta, Romi. Não vai me responder?", insistiu o cara.
Já tava tudo tenso demais, estranho, safado e sujo. Mas Manuel nunca esperou o que veio. O peito dele travou e o cu dele franziu, porque a irmã dele, longe de se acovardar ou se fazer de sonsa, rebateu — "Se quiser, pode ir espiar a Estefi e o Renzo, deve ser mais interessante".
O silêncio voltou. Agora quem tava sem conseguir se mexer e se sentindo encurralado era o Manuel.
— "Nossa, como você ficou caladinho agora", zoou a Romina, que tinha tomado as rédeas da situação, claramente.
Estimulada por essa sensação, a Romina se espiou por trás da cortina, pra olhar pro irmão com cara de deboche, mas não sabia que ele ainda não tinha guardado o pau, que mesmo não estando mais duro por causa do susto que ele tomou... Manu tinha trazido, ainda era algo imponente. Os olhos dela grudaram no pau do irmão como imã na geladeira, mas depois de alguns segundos, ela recobrou a razão e disse: — "Dá pra se cobrir, por favor? Seu porco."
O fato de a garota ter se exibido daquele jeito e estar alucinando fez Manu cair um pouco na real e responder: — "Claro, agora eu sou o porco, mas quem me chamou pra mijar no banheiro só pra olhar minha rola foi você."
— "E quem bate punheta vendo como você fode a Estefânia é você!", respondeu Romina.
A verdade é que Manuel nunca tinha ouvido a Romi daquele jeito. Ela sempre evitava qualquer conflito ou briga, discussão. Sempre calma, sempre submissa. Mas agora ela tava pegando fogo, virou uma fera e disposta a ter a última palavra.
— "Qual é, tá puta porque te interrompi a punheta?", mandou Manu. — "Até com fone de ouvido dava pra ouvir como você tava se esfregando e gemendo. Tenta disfarçar um pouco mais da próxima", completou e saiu do banheiro sem dar chance pra irmã responder.
Manuel foi direto pro quarto dele, fechou a porta e começou a ouvir música com a cabeça debaixo do travesseiro. Precisava relaxar. Precisava pensar.
Ele tava tentando entender e processar tudo que tinha acabado de rolar. Era demais.
Romina sabia do segredo dele, tinha visto. Tinha certeza que ela ouviu a porta do quintal. — "O que vai acontecer agora? Ela vai contar pra todo mundo?", se torturava o garoto pensando. "Não, não, não, não. Não pode ser. O que eu faço? Bom, ela me espionou, talvez fique calada com medo de eu contar isso. Podia ameaçar ela ou tentar oferecer algo em troca pra ela não falar". Um milhão de ideias, planos, medos, teorias, etc, invadiam a cabeça de Manuel ao mesmo tempo. No meio de todo aquele caos mental, ele ouviu a porta do quarto da irmã se fechar. Isso o trouxe de volta à realidade por um segundo, o suficiente pra aceitar que precisava resolver aquilo. que acabava de acontecer.
Ele desligou a música e, pisando em ovos, foi até o quarto ao lado, pronto pra conversar com a irmã. Tava prestes a bater na porta quando ouviu o choro dela. O coração dele se apertou. Ele nunca tinha feito uma das irmãs chorar, aliás, já tinha dado porrada em mais de um babaca no bairro e na escola por serem os culpados disso.
Sem hesitar mais, bateu e perguntou: — "Rô, posso entrar?"
A resposta não demorou.
— "VAI EMBORA, ME DEIXA EM PAZ, NÃO QUERO FALAR COM VOCÊ!!!!!"
De novo, ele nunca tinha ouvido a Rô daquele jeito. Ficou preocupado, se sentiu mal, sentiu vergonha, medo... tudo ao mesmo tempo.
Decidiu ignorar os gritos da irmã e abriu a porta, entrando no quarto.
A garota ainda tava pelada, só coberta pela toalha, jogada na cama, chorando sem parar.
Ao ver o irmão na porta, encarou ele com raiva e gritou de novo.—EU TE FALEI PRA VAZAR, NÃO QUERO FALAR COM VOCÊ E MUITO MENOS ASSIM, CÊ NÃO TÁ VENDO QUE EU TÔ PELADA? VAI EMBORA, MANUEL!
O instinto protetor de irmão falou mais alto e, sem dar ouvidos à irmã, ele sentou do lado da Romi e abraçou ela com força. No começo, a garota gritou e tentou se soltar, mas aos poucos foi se acalmando e se deixou abraçar pelo irmão, se tranquilizando bem devagarinho, até que o choro virou uma respiração ofegante e depois um leve soluço e, finalmente, já respirando fundo, conseguiu se acalmar um pouco.
Sem soltar o abraço, Manuel falou um monte de coisas pra ela. —"Fica tranquila, desculpa, vai dar tudo certo, fui um idiota, me perdoa, te prometo que vou sempre cuidar de você..."
A situação tinha ficado muito melosa e dramática demais, mas a verdade é que tudo tinha sido tão pesado e tão inesperado pros dois que não teve outro jeito.
Já calmos, os irmãos se prepararam pra conversar.
—"Desculpa pelo que eu te falei, Romi, fui muito cuzão mesmo, falei sem pensar", se desculpou o Manu de novo.
—"Tá tudo bem, já foi. Mas esse não é o problema", respondeu a irmã.
Manuel não tava entendendo nada.
—"Como assim esse não é o problema? Então o que que é?"
Romina tava vermelha que nem um pimentão e visivelmente sem graça, tentou se livrar da situação e falou —"Nada, nada, já foi, esquece". Mas o Manu tava longe de esquecer ou deixar pra lá.
—"Romina, cê pode me falar o que é, por favor?", insistiu o cara.
A irmã desviou o olhar, claramente não queria encarar ele, e virou de lado, meio envergonhada, voltando a ser aquela garota submissa e tímida que ele conhecia.
Enquanto esperava a resposta da irmã, Manuel conseguiu parar pra apreciar a situação de outro ângulo.
Ele tinha a Romina sentada do lado dele, mal coberta pela toalha, com o cabelão laranja e as várias sardas que pareciam brilhar de verdade. Tentou se recompor, não podia ficar excitado de novo num momento desses, mas o tesão na O interior rugia com aquela ruiva perigosa tão ao seu alcance. No meio dessa luta contra seus demônios, foi interrompido pela irmã, que, diante de tanto silêncio, aparentemente resolveu falar com ele.
— "A verdade é que isso é difícil demais pra mim. Eu sempre me senti tranquila com meu corpo e meus desejos, e, apesar de às vezes com o Rodrigo despertarem umas coisas em mim, nunca estive nem perto de querer ter relações ou algo sexual com ele. Deixei ele me tocar um pouco, sempre por cima da roupa, mas nunca tive coragem de tocar ele ou fazer algo do tipo", desabafou Romina com a voz abafada, cheia de pausas e suspiros.
Manuel, que ouvia atento, sem perder nenhum detalhe, ainda não entendia onde estava o problema.
— "Desculpa, Romi, mas ainda não entendi o que tá rolando com você", confessou.
A garota olhou pra ele com reprovação e disse — "Me deixa terminar, pô!"
Manu riu, e sem querer, contagiou um pouco a irmã. Era um daqueles momentos tão tensos que, do nervosismo, vem o riso.
Não demorou muito pra garota retomar a expressão séria e envergonhada e continuar. — "Ontem, quando te vi no quintal, alguma coisa aconteceu. Algo mudou. Tipo, nem foi a situação de saber que você tava espiando a Estefi, acho que todo mundo já ouviu o que ela faz no quarto dela. O problema foi te ver", sentenciou.
Manuel, cada vez mais perdido, insistiu na dúvida — "Juro, não tô entendendo nada".
A irmã, já meio exasperada, disse — "O teu pau, Manuel! Teu pau. Tipo, não é a primeira vez que vejo um. Já vi uns vídeos ou fotos que as meninas mandam no grupo da facul, ou o Rodrigo que às vezes se solta e me manda uma foto do dele. Mas nunca passou pela minha cabeça que meu próprio irmão tinha uma parada daquelas, e muito menos que ia me fazer sentir o que senti".
Manuel ficou de boca aberta, sem acreditar no que ouvia. Alguma coisa tava errada, não podia ser que a irmã dele tivesse falando aquilo.
Romina, já mais corajosa, continuou — "Acho que não tô errada em dizer que é umas 2 ou 3 vezes maior". maior que a do Rodri, não sabia que podia ser tão grande. Tentei esquecer, fingir que não tinha visto nada, mas meu próprio corpo me traiu. Você tinha que ter visto minha calcinha ontem à noite quando tirei pra tomar banho, tava encharcada. Nunca tinha me acontecido uma coisa dessas".
Quase como um reflexo, Manuel respondeu — "Sim, eu vi", se arrependendo na hora de ter aberto a boca.
Romina, que até aquele momento tinha tentado não olhar pro irmão, virou de repente e encarou ele entre surpresa e raiva — "Como assim você viu? Tá olhando as calcinhas do cesto agora?".
Manuel não ia confessar tudo que tinha rolado com a Delfi, mesmo achando que a essa altura muito estrago não daria, e se limitou a responder — "Não, boba, foi um acidente. Por acaso, quando ia deixar minha roupa, vi uma coisa branca e olhei. E aí, vi que tava toda molhada e babada, mas só isso".
A irmã olhou pra ele com cara de "não tô acreditando em você" e continuou — "Bom, a questão é essa. Custou muito pra dormir, acordei de novo toda molhada e, por mais que tentasse me concentrar nos estudos, não consigo, uma manhã inteira perdida, com o pouco tempo que me resta pra prova. Então decidi fazer o que a Delfi faz e tentei me tocar", terminou a frase com vergonha evidente.
Agora as fichas estavam caindo pra Manuel e ele se sentiu um baita de um idiota. Como podia ter sido tão besta? Não só estragou pra irmã o momento da primeira masturbação dela, como ainda teve a cara de pau de zoar ela por causa disso. Não é à toa que ela tinha ficado daquele jeito, coitadinha.
— "Romi, desculpa, sério, não fazia ideia. Os homens são assim, uns brutos, nem pensam nas coisas. Juro que nunca vou contar pra ninguém, isso vai ser nosso segredo, não sai daqui, fica tranquila".
Abraçou a irmã de novo, e dessa vez ela abraçou ele também. Um daqueles abraços de filme romântico, que duram uns 30 segundos, mas parecem durar 4 dias. Depois daquela eternidade Abraço, os irmãos se separaram e ficaram surpresos de novo quando, por causa do roçar dos corpos, a toalha da Romina se soltou e revelou os peitos dela. A garota se apressou pra se cobrir de novo, mas o estrago já tava feito. O Manuel teve na frente dos olhos dois peitos perfeitos, rosadinhos, com os biquinhos pintados à mão e cheios de sardas, o que dava um toque ainda mais gostoso, e essa imagem foi demais pro pau dele, que acordou do sono quase que eletricamente.
Entre vergonha e risadas, os irmãos ficaram em silêncio de novo.
— "Cê tem uns peitos muito lindos, Romi", soltou o Manuel, sem saber mais o que dizer.
A irmã deu um tapa de brincadeira no ombro dele — "Cala a boca, idiota, hahaha"
Mais um silêncio.
A Romina tinha reparado de novo no volume do irmão e os olhos dela não paravam de olhar.
— "Bom, acho que a gente tem que resolver isso, não tem outro jeito", falou o Manuel. E sem dar chance pra resposta, ele se levantou e tirou o pau da calça.
A Romina ficou tão surpresa que não conseguiu falar nada. Ali estava, na frente dela. O pau mais grande que ela já tinha visto. Aquele que mexeu com os hormônios dela a ponto de não aguentar mais e ter que tentar se masturbar pela primeira vez.
— "Então, vai. Tá esperando o quê?", perguntou o Manuel.
Assustada, a garota respondeu — "Esperando o quê? O que cê quer que eu faça?"
O Manuel sorriu, porque o medo na voz da irmã era fofo e ao mesmo tempo despertava toda a perversidade dele.
— "Termina o que cê começou no banheiro. Se toca. É o único jeito de cê conseguir se concentrar e estudar. Se não tirar isso da cabeça, nunca vai ficar tranquila."
A Romina olhou pra ele com os olhos arregalados. Toda vermelha de novo. Morrendo de vergonha.
— "Vai. Eu também vou me tocar, assim cê não fica tão nervosa", falou o Manuel, sentando na cama da Delfi, que tava bem na frente da Romina, e começando a subir e descer no pau, olhando com um sorriso safado pra irmã.
Hesitando, quase Em câmera lenta e sem tirar os olhos da pica do irmão e do movimento quase hipnótico que a mão dele fazia nela, Romi se acomodou na cama, tirou a toalha e começou a se acariciar o clitóris bem devagar.
Manuel tentou disfarçar a emoção com o que estava vendo, mas foi demais e a irmã percebeu que algo estava rolando.
— "O que foi? Por que essa cara?" — perguntou ela, parando de se massagear.
— "NÃO, NÃO, NÃO PARA" — saltou Manu... — "É que te ver assim, tão linda, tão gostosa, tão inocente... você é linda, Romi, tô amando o que vejo" — confessou o irmão, com a voz cheia de tesão.
E olha, não era pra menos. Tinha a dois metros de distância o corpo nu e virgem da irmã. A ruiva. A baixinha. Toda branquinha, rosada e cheia de sardas, coroada pelo laranja intenso do cabelo, parecia uma sereia. A buceta dela tinha os lábios da cor mais rosada que ele já tinha visto, uma ostra perfeita, com um clitóris redondinho como uma pérola, sem um único pelo atrapalhando a vista, só um bigodinho laranja no topo daquela obra de arte.
Os dois jovens se deixaram levar e foram se soltando cada vez mais, se dando prazer, mas sem tirar os olhos um do outro.
Foi assim por uns minutos, até que Romina não aguentou mais e, pela primeira vez na vida, sentiu o que era um orgasmo. Soltou um gemido longo e intenso, os lábios dela se molharam na hora, deixando escorrer um fluxo virgem abundante, elixir de prazer que jorrava daquela fonte rosada e brilhante.
Isso foi demais pro Manuel, que também gozou, mas deu um passo à frente e esguichou toda a porra que tinha nos ovos em cima da buceta virgem da irmã, que ainda estava de olhos fechados, terminando de aproveitar o próprio orgasmo.
Romina se endireitou e olhou o que o irmão tinha feito: toda a buceta dela, a barriga, a parte de baixo da pança, tudo coberto. de esperma grosso, branco e quente. Ela abriu a boca pra perguntar o que ele tinha feito, quando foi interrompida pela voz da mãe dela.
— "GALERA, CHEGUEI!!!
Espero que vocês gostem e que esse 3º capítulo esteja à altura.
De novo, não hesitem em deixar seus comentários, eu leio todos.
E se vierem com pontos e Fav, melhor ainda.
Abraço, galera.
40 comentários - Somos 5 irmãs, Mamãe e Manuel. Parte 3
Necesito más droga jeje.
De nuevo, muchas gracias por su apoyo, sus puntos y sus comentarios, realmente da gusto escribir asi.
Por diferentes motivos (Tiempo, trabajo, familia, etc, etc), van a tener un nuevo capitulo cada martes/miercoles.
Ademas creo que ayuda a la trama el tener un espacio entre cada uno, para generar expectativa del capitulo que sigue y para darme a mi el tiempo de escribir sin presion.
Abrazo, nos vemos el martes/miercoles...
Gracias!
La frase qvse roba el capítulo, para mí,ves
rugía con tal pelirrojo peligro
Jaja
Muy buena
Si pudiera pondría 100 puntos, pero como todos, solo puedo 10!
Ahí van