As mulheres são minha grande fraqueza e devo confessar que, apesar de ser casado, já meti chifre na minha esposa. Já fiz isso com putas e amigas que conheci no trabalho, com alguma amiga da minha mulher e, ultimamente, com minha cunhada. Dessa última, eu tava morrendo de vontade e queria aproveitar aquela beleza e aquele rabo lindo. A verdade é que ela era muito gostosa. Era uma mulher bem resolvida que, além disso, me devia uma boa grana.
Uma noite, minha mulher me avisa entre lágrimas que minha cunhada, ou seja, a irmã dela, tava com um problemão. Aí eu perguntei do que se tratava.
Eu: O que aconteceu agora com sua irmãzinha?
K: Ela deve muita grana pro banco e não tem como pagar a hipoteca dela. Coitada, tão dizendo que vão despejar ela do apartamento...
Aí eu respondi:
— E o que eu posso fazer, meu amor?
M: Hum... não sei! A gente podia ajudar?
Eu: Bom, quanto que ela precisa, Karen? (Fiquei sério)
M: Acho que uns 20 mil pesos (ela deu um sorrisinho)
Fui lá e peguei 20 mil pesos das minhas economias. Era muita grana, mas a verdade é que tava doido pra ver minha cunhada. Minha mulher podia ter mandado ela vir buscar o dinheiro em casa, mas me disse pra eu levar pessoalmente. Depois eu li no WhatsApp que eu tava levando a grana e que era melhor ela se vestir bem sexy pra me receber (preciso dizer que a Karen era mais gostosa que minha mulher e ainda por cima era solteira). Isso me fez desconfiar que as duas sabiam que eu era obcecado pela minha cunhada.
Quando estacionei o carro, ela já tava me esperando na porta de casa com uma mini elástica e bem pintada. Fiquei excitado só de ver ela assim e dei um beijo na bochecha dela. Ela tava com um perfume que fazia da Karen uma deusa com um cheiro esplêndido de flores.
Entramos no apartamento dela e ela me ofereceu um drink, que aceitei. Enquanto mostrava aquelas pernas lindas, ela me agradeceu umas duas vezes pelo favor, e eu sempre respondia com um olhar penetrante e um sorriso.
Finalmente, Karen me disse que tinha que sair com umas amigas hoje à noite, mas eu não aguentava mais esperar pra falar o que sentia na presença dela. Quando ia oferecer algo, ela me corta na hora.
K: Sabe o quê... brother in law, me paga uns drinks numa balada.
Eu respondi: "Bora!"
Fomos até meu carro e ela sentou no banco do passageiro. Observei como Karen apoiou aquela bunda linda no banco. Ela já tinha guardado o dinheiro em casa, e eu precisava falar com ela.
Tomamos uns copos e ela disse:
— Tô com sono, brother in law, me leva pra casa? (Ela falou isso enquanto passava o dedinho na boca)
Claro que eu respondi que sim. Quando acelerei, falei que tava disposto a não cobrar a metade do dinheiro se ela topasse uns favores. Karen me olhou surpresa e não aceitou a proposta indecente, mas ela já sacou que eram favores sexuais.
Repliquei que tava louco por ela, olhei nos olhos dela e parei o carro. Ela me encarou com medo, porque eu fiz uma cara de poucos amigos. E disse, perplexa: "Você é louco!"
Respondi: — "Sim, de amor e desejo por você!"
Ela me olhou de novo e, do medo, passou a sorrir pra entrar na onda. Mordeu os lábios vermelhos lindos como quem não aprovava o que eu queria dela.
Falei sem rodeios: — Quero transar com você! Você me atrai!
K: Hum… não! (Falou com a voz trêmula)
Minhas mãos pousaram nos peitos perfeitos dela, ela tentou tirar, mas sem sucesso. Continuei amassando enquanto aproximava minha boca da dela. Karen parecia se deixar levar pelo meu impulso (e pela minha proposta) e ficou parada, sentindo minhas mãos sujas nos seios dela. Do beijo na boca, minha língua apareceu, se movendo rápido sobre a dela. Queria provar ela toda, minha sister in law, mas ela não tava no mesmo pique que eu, com os hormônios à flor da pele. Num momento, ela diz: — "Como eu gosto do que você faz! Hummm!"
Eu: — "Viu que te falei que ia gostar? Achou que eu não ia perceber? Conta que você se vestiu assim pra me seduzir? Ela não disse nada e eu continuei beijando os peitos dela, saboreando cada centímetro daqueles lindos seios. Chupei eles, passando minha língua nos mamilos, até descer a calcinha dela até os tornozelos, dessa vez saboreando o clitóris dela. A verdade é que eu tava me divertindo pra caralho com minha cunhada. Minha língua molhou a boceta gostosa e quente dela enquanto Karen se derretia de prazer. Enquanto eu saboreava os sucos deliciosos dela, minha cunhada puxou minha rola pra fora da calça e montou no meu pau como uma desesperada. Chupou e lambeu como se fosse devorar ele. Como ela me chupou, a putinha! Quando a gostosa da minha cunhada tava pronta pra foder, eu penetrei devagar, Karen abriu a boca de dor com a minha pica. Quando finalmente entrei, bombeei por um bom tempo e os dois transamos com gosto. Minha cunhada não olhava nos meus olhos, mas eu via a carinha de prazer dela. Parecia que tava me agradecendo por dar uma boa metida. De vez em quando me olhava e dizia tudo com aqueles olhos lindos. Parecia que não queria que a gente parasse nem por um minuto. Eu me arrisquei e, quando fiquei super excitado – ao ver a bunda linda dela já suada –, propus algo que, assim que tirei minha rolona da vagina dela, não demorei a perguntar: – Que tal eu te comer no cu, cunhada? K: Não!! Por favor! Por aí não, nem meu ex-namorado teve esse privilégio! Eu: Olha! Eu te perdoo metade da dívida se eu te comer no cu. E Karen, usando a esperteza dela, que por sinal valeu muito, fez uma contraproposta. K: Olha, cunhado, a gente fecha o trato, mas você zera a dívida toda. Não tive escolha a não ser aceitar, porque eu realmente queria aquela bunda e comecei a procurar o buraco dela até achar. Minha cabeça da rola foi se enfiando no cu dela. Uns segundos depois, a cabeça e boa parte do meu pau entraram. Aí comecei o coito anal com minha pica lubrificada, com os sucos dela e meu esperma. Penetrei e penetrei aquela bunda preciosa por um tempo enquanto ela gemia de prazer, até que senti que ia gozar e quis tirar de dentro da bunda dela, ela colocou a mão para impedir, sussurrando no meu ouvido:
—"Deixa aí, cunhado, quero sentir tudo dentro da minha raba!"
Enquanto eu gozava dentro do cu dela, enfiava meus dedos na buceta dela. Ela se contorcia de prazer. Depois me disse que queria que eu levasse ela pra casa dela, e foi o que fiz.
Quando chegamos na casa dela, ela nem me deu um beijo de despedida. Só falou que amanhã viria ver a irmã dela. No outro dia, ela apareceu, se vestiu bem gostosa, com um shortinho curto que deixava os peitos da bunda aparecendo. Enquanto a gente conversava, a Karen sorria ao me ver, e notei que minha mulher também ria. Nenhum de nós três sabia do que estávamos rindo... ou será que sabíamos?
FIM
Uma noite, minha mulher me avisa entre lágrimas que minha cunhada, ou seja, a irmã dela, tava com um problemão. Aí eu perguntei do que se tratava.
Eu: O que aconteceu agora com sua irmãzinha?
K: Ela deve muita grana pro banco e não tem como pagar a hipoteca dela. Coitada, tão dizendo que vão despejar ela do apartamento...
Aí eu respondi:
— E o que eu posso fazer, meu amor?
M: Hum... não sei! A gente podia ajudar?
Eu: Bom, quanto que ela precisa, Karen? (Fiquei sério)
M: Acho que uns 20 mil pesos (ela deu um sorrisinho)
Fui lá e peguei 20 mil pesos das minhas economias. Era muita grana, mas a verdade é que tava doido pra ver minha cunhada. Minha mulher podia ter mandado ela vir buscar o dinheiro em casa, mas me disse pra eu levar pessoalmente. Depois eu li no WhatsApp que eu tava levando a grana e que era melhor ela se vestir bem sexy pra me receber (preciso dizer que a Karen era mais gostosa que minha mulher e ainda por cima era solteira). Isso me fez desconfiar que as duas sabiam que eu era obcecado pela minha cunhada.
Quando estacionei o carro, ela já tava me esperando na porta de casa com uma mini elástica e bem pintada. Fiquei excitado só de ver ela assim e dei um beijo na bochecha dela. Ela tava com um perfume que fazia da Karen uma deusa com um cheiro esplêndido de flores.
Entramos no apartamento dela e ela me ofereceu um drink, que aceitei. Enquanto mostrava aquelas pernas lindas, ela me agradeceu umas duas vezes pelo favor, e eu sempre respondia com um olhar penetrante e um sorriso.
Finalmente, Karen me disse que tinha que sair com umas amigas hoje à noite, mas eu não aguentava mais esperar pra falar o que sentia na presença dela. Quando ia oferecer algo, ela me corta na hora.
K: Sabe o quê... brother in law, me paga uns drinks numa balada.
Eu respondi: "Bora!"
Fomos até meu carro e ela sentou no banco do passageiro. Observei como Karen apoiou aquela bunda linda no banco. Ela já tinha guardado o dinheiro em casa, e eu precisava falar com ela.
Tomamos uns copos e ela disse:
— Tô com sono, brother in law, me leva pra casa? (Ela falou isso enquanto passava o dedinho na boca)
Claro que eu respondi que sim. Quando acelerei, falei que tava disposto a não cobrar a metade do dinheiro se ela topasse uns favores. Karen me olhou surpresa e não aceitou a proposta indecente, mas ela já sacou que eram favores sexuais.
Repliquei que tava louco por ela, olhei nos olhos dela e parei o carro. Ela me encarou com medo, porque eu fiz uma cara de poucos amigos. E disse, perplexa: "Você é louco!"
Respondi: — "Sim, de amor e desejo por você!"
Ela me olhou de novo e, do medo, passou a sorrir pra entrar na onda. Mordeu os lábios vermelhos lindos como quem não aprovava o que eu queria dela.
Falei sem rodeios: — Quero transar com você! Você me atrai!
K: Hum… não! (Falou com a voz trêmula)
Minhas mãos pousaram nos peitos perfeitos dela, ela tentou tirar, mas sem sucesso. Continuei amassando enquanto aproximava minha boca da dela. Karen parecia se deixar levar pelo meu impulso (e pela minha proposta) e ficou parada, sentindo minhas mãos sujas nos seios dela. Do beijo na boca, minha língua apareceu, se movendo rápido sobre a dela. Queria provar ela toda, minha sister in law, mas ela não tava no mesmo pique que eu, com os hormônios à flor da pele. Num momento, ela diz: — "Como eu gosto do que você faz! Hummm!"
Eu: — "Viu que te falei que ia gostar? Achou que eu não ia perceber? Conta que você se vestiu assim pra me seduzir? Ela não disse nada e eu continuei beijando os peitos dela, saboreando cada centímetro daqueles lindos seios. Chupei eles, passando minha língua nos mamilos, até descer a calcinha dela até os tornozelos, dessa vez saboreando o clitóris dela. A verdade é que eu tava me divertindo pra caralho com minha cunhada. Minha língua molhou a boceta gostosa e quente dela enquanto Karen se derretia de prazer. Enquanto eu saboreava os sucos deliciosos dela, minha cunhada puxou minha rola pra fora da calça e montou no meu pau como uma desesperada. Chupou e lambeu como se fosse devorar ele. Como ela me chupou, a putinha! Quando a gostosa da minha cunhada tava pronta pra foder, eu penetrei devagar, Karen abriu a boca de dor com a minha pica. Quando finalmente entrei, bombeei por um bom tempo e os dois transamos com gosto. Minha cunhada não olhava nos meus olhos, mas eu via a carinha de prazer dela. Parecia que tava me agradecendo por dar uma boa metida. De vez em quando me olhava e dizia tudo com aqueles olhos lindos. Parecia que não queria que a gente parasse nem por um minuto. Eu me arrisquei e, quando fiquei super excitado – ao ver a bunda linda dela já suada –, propus algo que, assim que tirei minha rolona da vagina dela, não demorei a perguntar: – Que tal eu te comer no cu, cunhada? K: Não!! Por favor! Por aí não, nem meu ex-namorado teve esse privilégio! Eu: Olha! Eu te perdoo metade da dívida se eu te comer no cu. E Karen, usando a esperteza dela, que por sinal valeu muito, fez uma contraproposta. K: Olha, cunhado, a gente fecha o trato, mas você zera a dívida toda. Não tive escolha a não ser aceitar, porque eu realmente queria aquela bunda e comecei a procurar o buraco dela até achar. Minha cabeça da rola foi se enfiando no cu dela. Uns segundos depois, a cabeça e boa parte do meu pau entraram. Aí comecei o coito anal com minha pica lubrificada, com os sucos dela e meu esperma. Penetrei e penetrei aquela bunda preciosa por um tempo enquanto ela gemia de prazer, até que senti que ia gozar e quis tirar de dentro da bunda dela, ela colocou a mão para impedir, sussurrando no meu ouvido:
—"Deixa aí, cunhado, quero sentir tudo dentro da minha raba!"
Enquanto eu gozava dentro do cu dela, enfiava meus dedos na buceta dela. Ela se contorcia de prazer. Depois me disse que queria que eu levasse ela pra casa dela, e foi o que fiz.
Quando chegamos na casa dela, ela nem me deu um beijo de despedida. Só falou que amanhã viria ver a irmã dela. No outro dia, ela apareceu, se vestiu bem gostosa, com um shortinho curto que deixava os peitos da bunda aparecendo. Enquanto a gente conversava, a Karen sorria ao me ver, e notei que minha mulher também ria. Nenhum de nós três sabia do que estávamos rindo... ou será que sabíamos?
FIM
3 comentários - La puta de mi cuñada