
Serena se viu desejando sentir dentro dela a cock do tio dela. A cock dele. Sim, preferia chamar assim, cock. Achava mais excitante, assim como achava excitante que ele chamasse de pussy a buceta dela.

Sentia que essas expressões tinham uma carga de tesão que alimentava o desejo sexual dela até ficar insuportável. Foi assim que sentiu agora, quando essas palavras se repetiram enquanto ela gozava como nunca tinha gozado antes. Palavras que ainda ecoam nela: tetas, cock, usa a palavra: pussy. Nunca antes tinha usado essa linguagem, que considerava vulgar e obscena, e agora, com o tio dela, enquanto ele fazia ela gozar com a mão na buceta dela, sentia que pronunciá-las dava um prazer indescritível. E agora queria ouvi-las de novo, dizê-las de novo, no meio do ato sexual do qual esperava muito prazer, ainda maior que os anteriores. E estava feliz por ter feito ele gozar com a boca dela, onde recebeu o jorro de sêmen que a cock do tio dela guardava. O tio dela. O fato de ser o tio dela adicionava uma dose de tesão à relação, o que tinha certeza de que contribuiu imensamente para o prazer enorme que experimentou nas mãos dele. Sim, definitivamente o fato de ter uma condição incestuosa, o que rolou entre os dois deu uma característica única, porque o homem que fez ela gozar antes, o mesmo que tinha chupado a cock e que tinha gozado na boca dela não era um estranho, era o tio dela. O querido tio dela. Essa palavra ainda provocava nela um tesão que aumentava o desejo, como nunca tinha sentido antes. Tio. Quero ser sua. Vamos, love. De mãos dadas, ambos nus, fomos para o meu quarto. Na frente da cama, abracei ela, beijei ela delicadamente. O lábio dela tinha restos da minha ejaculação, mas isso não diminuiu a doçura do nosso beijo, prelúdio para a entrega. Os lábios carnudos dela, os mesmos que serviram de entrada para a minha cock, se apertaram nos meus delicadamente, num beijo de love mais do que de desejo.

Sentei ela na cama, abri as pernas dela e coloquei sobre meus ombros. Serena, surpresa, viu o rosto do tio se aproximar da buceta dela pra dar a primeira mamada. Ela nunca tinha deixado o namorado fazer essas liberdades, porque achava esses atos antinaturais. Mas agora se espantava de ver como ansiava que o tio começasse o que nenhum outro homem tinha feito antes. O cheiro acre da intimidade dela me recebeu quando minha boca beijou os lábios da buceta dela. Era o cheiro de uma fêmea no cio, e o efeito foi aumentar meu desejo, e enquanto eu começava os massagens bucais na intimidade da minha sobrinha, meu pau voltou ao tamanho de antes. Serena segurou minha cabeça e, mexendo o corpo sobre minha boca, começou a me dar os sucos dela num novo orgasmo, mais intenso que os anteriores. Vai, tio, vai. Levantando os pés, ela teve uma gozada forte, seguida de outra ainda mais intensa, enquanto o corpo dela se mexia sem controle e as mãos apertavam minha cabeça contra a buceta dela. Perdendo toda a vergonha, Serena só pensava em gozar. Gozar até o limite. — Chupa minha pussy, tio. Chupa ela, tio. Você é uma delícia, tio. A carga pesada das palavras que ela usava aumentava o prazer que a boca e a língua do tio davam nela. Se ouvir falar o que nunca tinha se atrevido a dizer a excitava, e o corpo dela se contorcia, louco de prazer com a língua do tio na buceta dela e o som das próprias palavras. E os pés dela no ar mostravam que ela tinha perdido qualquer traço de vergonha ou complexo diante do que estava vivendo. Gozava como nunca tinha gozado, e isso nas mãos do tio, que chupava a buceta dela e a levava a limites incríveis, enquanto ela repetia vulgaridades.

Que delícia sua língua na minha buceta, tiiito! Que gostoooooooso! Outro orgasmo da sua sobrinha provocou uns movimentos violentos no corpo dela, enquanto as pernas se apoiavam nas minhas costas e apertavam ainda mais minha cabeça contra a xota. De olhos fechados, terminou as convulsões no meio de soluços de prazer. E finalmente ficou quieta, sem forças, largada na cama, os pés nos meus ombros e eu com a cabeça enterrada entre as pernas dela, enquanto os sucos vaginais passavam da vulva pra minha boca. Postura estranha pra um tio e a sobrinha. Enquanto me deitava ao lado dela na cama, olhei nos olhos dela e pensei nas palavras que ela tinha dito enquanto eu fazia as honras na sua caverninha do amor. Era claro que minha sobrinha gostava dessas palavras pesadas e eu queria fazer ela feliz, então não hesitaria em usá-las pra aumentar o prazer dela. Foi uma surpresa incrível ver o quanto minha sobrinha estava disposta pro sexo. Nas minhas fantasias com ela, imaginava ela fogosa, mas nunca no limite do que acabava de viver. O corpo desejado dela se entregou sem frescura, respondendo incrivelmente aos estímulos que eu dava. A visão do corpo perfeito dela, com os peitos apontando pro céu como desafiadores, as coxas cheias de carne e vida, a bunda desenhada como uma fruta madura, e aquele rosto lindo, tão lindo que parecia irreal, virado pra mim com uma expressão de satisfação e entrega que me enterneceu, era um convite ao prazer. E meu corpo respondeu na hora. Meu pau começou a recuperar o tamanho de antes, pra surpresa da Serena que via ele crescer na frente dos olhos dela, e enquanto meu instrumento aumentava de tamanho, crescia a alegria da minha sobrinha de sentir prazer de novo, de reviver as sensações maravilhosas que o tio dela tava dando.

Olhando pro meu pedaço de carne todo duro e vendo a cara de surpresa e tesão da Serena, falo: É você que me deixa assim, gostosa. Tá com tanta vontade de mim? Sou seu tio, não esquece. É o seu tio que te deseja. Cê me deseja, tio? Sim, sobrinha. Quer dar pro teu tio? Sim, quero que você me coma, titio querido. Sobrinha, cê quer sentir meu pau na sua buceta? Siiiiiiiii. Mete ele em mim, tio. Ela abriu as pernas e se preparou pra receber o querido intruso que tanto demorou. Subi nela e posicionei meu pau na entrada da gruta dela, apertando de leve os lábios da buceta com a cabeça do meu instrumento, enquanto olhava nos olhos dela, aqueles olhos lindos que brilhavam com a umidade do desejo. Ela se agarrou em mim e esperou a investida. Apertei um pouco e senti as paredes da vulva dela apertando a cabeça do meu pau. Empurrei devagar, pra prolongar o prazer daquele momento. Ela não tirava os olhos dos meus, enquanto a cabeça do meu pau entrava nas paredes macias da buceta dela. No rosto dela aparecia a satisfação que o meu pedaço de carne dentro dela causava, apertando as paredes molhadas da caverna dela, ansiosa pra ser invadida, enquanto eu ganhava terreno no túnel do amor tão desejado. Do meu lado, a sensação de sentir a pressão da buceta dela na cabeça do meu pau era indescritível. Não aguentando mais a tensão, enfiei minha cintura contra a virilha da minha sobrinha e o resto da minha carne invadiu o interior dela. Com um "delíciaaaa", Serena respondeu à investida, enquanto se agarrava na minha cintura e com os calcanhares dos pés nos meus rins começou a se mexer contra mim, acompanhando meus movimentos. Passei minhas mãos por baixo do corpo dela e peguei as coxas dela, investindo com força pra penetrar ela uma vez e outra. Ela se agarrou no meu corpo e, empurrando a pélvis pra cima, acompanhou meus movimentos, de modo que quando eu recuava, ela avançava o corpo e vice-versa. A carne dura e macia das coxas dela nas minhas mãos era o melhor apoio que eu podia ter pra dar impulso nas minhas gozadas na minha sobrinha ardente. Cê gosta, mocinha? É boooom, titio. Sente como entra? Siiiiim. É uma delícia o teu pau, tio lindo. Toma, toma, amorzinho. Booom, maaaais, maaaais, tiiio. Quer foder sempre comigo? Siiiiim, sempre, tio gostosão. Toda vez que eu pedir? Siiiiim, meu gostosinho, sempreeeee. Tirei meu pau e posicionei minha sobrinha pra ficar com os pés e as mãos na cama, "de quatro", enquanto me ajeitava atrás dela e a penetrava por trás. A nova posição apertou a buceta dela, dando uma certa resistência à penetração, o que ajudou a dar um prazer maior pro que minha sobrinha sentia, enquanto eu me apoiava nas nádegas dela e minhas mãos se aproximavam do cu dela, colocando um dos meus dedos na entrada da caverna traseira. Serena empurrava o corpo pra trás, buscando que meu pedaço de carne a penetrasse completamente toda vez que eu enfiava dentro dela. Os peitos dela balançavam descontrolados pelos movimentos que minha sobrinha dava no corpo, banhados de suor. Meu gostoso, tio, mete mais. Por favorzinho, tio. Cê gosta como eu te fodo, Serena? Siiim, é uma delícia. Sinto teu pau todinho na minha buceta, tio. Melhor que teu namorado? Muito melhor, meu gostoso. Cê é incomparável. Teu tio te faz gozar? Como ninguém. Toma, minha gostosa, toma, mais. Siiiiim, tiiio. Empurrei ela na cama, sem tirar meu pau da buceta dela, e saímos da posição "de quatro", ficando ela completamente esticada na cama, de costas pra mim. O cu dela parecia mais redondo do que nunca, empinado e inchado. Eu cobria o corpo dela com o meu e empurrava pra baixo, impedindo minha sobrinha de qualquer movimento por causa do peso que eu fazia sobre ela, então ela teve que se contentar com um papel passivo enquanto eu metia e tirava meu instrumento do túnel do amor dela, com a visão maravilhosa das nádegas dela na minha frente.

Meu dedo na entrada do cu dela fez pressão enquanto meu corpo subia e descia, metendo e tirando meu pedaço de carne dura na buceta dela. Um leve movimento da minha sobrinha me deixou na dúvida se era por gostar de sentir meu dedo na entrada do cu dela ou o contrário. Tentando evitar alguma ação infeliz que pudesse causar a rejeição da Serena, tirei minhas mãos das nádegas dela, deitei sobre ela, cobrindo completamente com meu corpo, e continuei metendo e tirando meu pau da buceta dela, enquanto falava no ouvido dela. Toma, amor, toma mais do meu pau. Usa minha buceta, tio, e me come, me come, meu bem. Toma, amor, toma. Uauuuuuu, tio, como você me fode. Minha filha, tô gozando. Riquiiiiiiiiii, tiooooo, maaaaais. Já vou gozar, vidinha, jááááá. Huuuuuuuu, tiooooooooooo, jááááá. Siiiiiiiiii, tomaaaaaaaa, tomaaaaaaaa. Uauuuuuuuuuuuu, meu bemoooooooo, siiiiiiiiiii. Não aguentando o tesão das próprias palavras, minha sobrinha soltou os sucos vaginais com fortes gritos de prazer, misturando "ohhh" com "uauuu" e "riiiicoooo", aproveitando até a última gota do líquido que escorria da buceta dela, que acompanhava o sêmen que meu pau derramava dentro dela, formando entre os dois uma única corrente seminal que acabava escorrendo pelas coxas dela no lençol, onde foi se formando uma poça esbran fantasiando comigo. Até a Griselda, a irmã dela, ficou sabendo dos pensamentos eróticos que ela tinha com o tio, quando estavam sozinhas no quarto dela. E o que ela te disse? Que você também gostava dela. Você não é ciumenta? Ayyy tio, como você é sem vergonha. Então você é ciumenta. Bom, sim, não ia gostar de te dividir. Mas é sua irmã. Por isso, ela tem 19 anos e quem sabe uma hora você me troca. Nunca faria isso com você, love. Você é minha preferida e nunca trocaria você por ninguém. Sério? Sim, meu amorzinho lindo. Dei um beijo nos lábios dela enquanto minha mente fervilhava de pensamentos novos. A conversa tinha tomado um rumo totalmente inesperado e minha querida sobrinha tinha me revelado que a irmã dela também gostava de mim. E eu sabia bem que a Griselda era muito mais desinibida que a Serena, mesmo sendo dois anos mais nova. Dava pra ver que a mais nova tinha mais experiência sexual do que a mais velha. Então, agora era questão de jogar bem as cartas e tentar arrancar informação da minha querida sobrinha sobre a irmã dela, caso eu consiga levá-la pra cama também. Ajeitei a Serena de um jeito que ela ficasse deitada na beirada da cama, com os pés apoiados no chão. Me aproximei e a penetrei com força, apoiando os braços na cama, de modo que ficamos ligados só pelas nossas bocetas, que se juntavam e separavam num frenesi crescente. Eu olhava pra ela enquanto empurrava e puxava meu corpo dele, com meu pau ainda enterrado na buceta dela, respirando com dificuldade. Quando me despedi, fiquei com a sensação de que ambos começávamos um caminho que nos reservava inúmeras surpresas. Ela ficou com a mesma sensação, pois aquela conversa em que Griselda veio à tona não passou despercebida, já que tinha certeza de que o tio não deixaria passar a oportunidade de transar com a irmã mais nova. E também tinha certeza de que ela seria o instrumento para realizar os planos dele. E não desgostava da ideia.

Continua?
6 comentários - Serena, minha sobrinha gostosa
van 10