A irmã gêmea da minha namorada veio ficar uns dias em casa porque se mudou pra Buenos Aires pra estudar. A história de como conheci ela e os momentos sexuais que tivemos tá aqui: https://m.poringa.net/posts/relatos/3643846/La-gemela-malvada-Parte-2-la-boda.html Fomos buscá-la no aeroporto no meu carro e, enquanto minha namorada foi ao banheiro, a gente deixou claro que não ia rolar nada. Ela disse que não tinha outra opção e por isso decidiu ficar com a gente, mas que em uns dias ia embora. Pedi pra ela ter consciência do quanto ia ser difícil pra mim e que não forçasse situações indesejáveis, e ela pediu o mesmo, porque pelo visto ia ser pior pra ela, que não tinha namorado nem ninguém pra "aliviar a tensão".
O primeiro dia passou numa boa, e o segundo também, quase não nos vimos nem comemos nada juntos os três. Mas naquela segunda noite, tentei fazer algo com minha namorada e ela me cortou, dizendo "chega, a minha irmã pode ouvir a gente, ela tá dormindo no sofá-cama da sala". Isso só piorou as coisas: lembrar da presença da "gêmea" me excitou ainda mais, e não consegui dormir de tão duro que fiquei. Achei que a TV da sala tava ligada, mas me segurei pra não ir espiar; queria mesmo cumprir o combinado e não fazer merda nenhuma. Mas o som não era da TV e foi aumentando: eram gemidos baixinhos, como se ela tivesse se tocando e tapando a boca. Não acreditei, não aguentei e tive que ir ao banheiro me masturbar pra conseguir dormir. E mesmo depois que os barulhos pararam, fiz de novo, imaginando o corpo dela, a tatuagem e os peitos.
No dia seguinte, tomamos café da manhã juntos e, sinceramente, me deu um tesão danado ver as duas com aquelas boquinhas lindas, de moletom e camiseta, quase idênticas, só mudando o cabelo, a carinha de santa da minha namorada e o fato de que na gêmea dava pra ver os bicos dos peitos e a fio dental. Conversando, ela contou que ia ter que ficar a semana inteira, pelo menos. A gente trocava olhares de vez em quando, mas nada além, tudo normal de novo até a Noite em que minha namorada foi dormir e, mais uma vez insone, eu ouvi a outra se masturbando. Bati uma punheta umas duas vezes, mas a curiosidade falou mais alto e dei uma olhadinha: vi ela de bruços, de calcinha, se esfregando. Uma bunda linda demais, tanto que tive que bater mais uma pra conseguir dormir direito.
No dia seguinte, não precisei trabalhar e acordei tarde. Fui ver o celular e tinha várias mensagens não lidas. Várias da minha namorada, dizendo pra eu ficar de olho nas mensagens porque ela tinha passado meu número pra irmã dela, que tinha ido sozinha pro centro e podia se perder. Também tinha mensagens da gêmea dela avisando que tava tudo bem. Quando li, na hora ela mandou mais mensagens e rolou a seguinte conversa:
- Oi, gato
- Como cê tá? Espero que esteja conseguindo achar um apê
- Mais ou menos, cê dormiu bem ontem?
- Sim, sim
- E nas outras noites?
- Sim, sim, e você?
- Ah, então só dorme, é? O que foi? A frígida tá com vergonha de transar comigo em casa?
- Não, calma, não quero falar sobre isso
- Haha não tão transando, né? O que houve? Não dorme porque fica se masturbando ouvindo eu me tocar? É isso, gato?
- Para de fazer isso à noite
- Ok, beleza, mas tô te mandando mensagem pra você me levar num motel e acabar logo com isso. Me come gostoso, vou pro apê de uma conhecida e pronto
- Não, calma, isso é loucura, a gente tinha combinado de não fazer nada. Quero me comportar
- E eu quero ser safada, haha, mas só um pouquinho. Quem me diz não, sofre por muito tempo
- Não, mas sério, não quero
- Ah, cê tá me rejeitando? Não quer me foder?
- Não falei isso, mas não posso
- Então vou ficar na sua casa e vou te infernizar
- Não, calma, que isso?
- Shhh, cala a boca, você quem quis, vai acabar fazendo tudo que eu mandar, haha
Não respondi mais e pensei: "bom, é o quarto dia, faltam mais três e ela vai embora". Mas, claro, não conseguia parar de pensar no que ela ia fazer pra me provocar. Não dava pra ficar em casa quando ela chegasse, então fui dar um rolê com uns amigos. pra me distrair um pouco. Depois do almoço, começaram a chegar fotos dela. No banheiro de casa, de fio dental, tomando banho, deitada na nossa cama se tocando, vestida com a roupa da minha namorada mas mostrando os peitos ou chupando os dedos... uma tortura, a cada segundo que passava eu a desejava mais e mais. Mas entre a vontade de ser fiel (ou não tão infiel assim) e meu orgulho de não me deixar dobrar pela vontade dela, apaguei as fotos e não falei nada. Cheguei em casa pra jantar e dormir, mas minha namorada me diz que a irmã dela teve uma ideia genial: a gente ver um filme. Tentei pensar positivo e falei pra mim mesmo: "vou focar no filme, olhar fixo e pronto". E até que funcionou em parte, porque eu e minha namorada sentamos no sofá cobertos com um cobertor, e ela sentou no chão com a cabeça no colo dela. O filme, não sei se era muito ruim ou se eu não conseguia me concentrar direito, mas me entediou pra caralho. Minha namorada, que adora esses filmes, chorou um pouco nas partes tristes, então eu abracei ela. Nessa hora, senti algo me tocando: era a mão da gêmea. A safada passou um braço por cima da cabeça dela e enfiou a mão debaixo do cobertor. Foram uns roçados e ela parou quando mexi a perna. Mas depois fez de novo, e pior, movendo os dedos pra cima e pra baixo. O filme acabou e ela me mandou mensagens do banheiro, se chupando os dedos e agarrando os peitos. Fui dormir de pau duro mais uma vez, e minha namorada ainda não queria fazer nada pra não sermos ouvidos pela outra. Eu continuava sem conseguir dormir e não queria ir ao banheiro me tocar porque a gêmea malvada ia saber. Já tava desesperado quando chegaram mais mensagens: "não consegue dormir? Gostou do filme? Minha irmã frígida ainda não te liberou?" Até aí eu tava aguentando de boa, mas ela mandou: "fui na cozinha com vontade de tomar um gostoso copo de porra e não tem. Vem você me dar ou vou chupar aí no quarto?" Aí eu desmoronei, não aguentei mais. "Pronto, vou, dou o que ela quer e depois ela vai embora. E é isso que acaba tudo" Fui fazendo silêncio e a encontrei na cozinha só de peitos e fio dental. Enfiei ela contra a bancada e comecei a beijar e apalpar ela toda, os bicos dela estavam duríssimos e entre as pernas a calcinha estava bem molhada. Me virei e ela se ajoelhou sozinha, colocou a língua pra fora e sorriu, puxou minha pica pra fora e quando tentei segurar a cabeça dela, ela tirou minha mão e quis fazer sozinha, sem mãos, só com a língua e os lábios, babando toda a minha pica, chupando minhas bolas enquanto se tocava nos peitos e usava a palavra: buceta. Ela se mexia pra passar a pica nos peitos e no rosto, me enlouqueceu, continuou me masturbando quando se levantou e no meu ouvido disse "me dá seu gozo, é só isso que eu quero, me dá seu gozo, gato" e quando se ajoelhou de novo, me bateu uma até eu gozar naquela boca linda... ela mostrou todo o gozo na língua e também que não sobrou nada quando engoliu tudo. Levantou e foi pro sofá, e eu pra minha cama. No café da manhã, ela estava super feliz e eu mais calmo porque tinha aliviado minha vontade e descomprimido aquela situação. A gêmea disse pra minha namorada "não tem mais gozo, ontem tomei o último copo, depois vou comprar" e falou isso sorrindo, a safada. Pra acelerar as coisas, perguntei "e a sua busca por apartamento, como tá? Você tinha me falado que achou um muito bom" e ela respondeu "Não, no final não, aquele era muito caro" e eu soltei "ah, porque pensei que você tinha dito que sua busca tinha acabado..." e ela disse "ao contrário, isso tá só começando, vou ter que ficar mais uma semana talvez
O primeiro dia passou numa boa, e o segundo também, quase não nos vimos nem comemos nada juntos os três. Mas naquela segunda noite, tentei fazer algo com minha namorada e ela me cortou, dizendo "chega, a minha irmã pode ouvir a gente, ela tá dormindo no sofá-cama da sala". Isso só piorou as coisas: lembrar da presença da "gêmea" me excitou ainda mais, e não consegui dormir de tão duro que fiquei. Achei que a TV da sala tava ligada, mas me segurei pra não ir espiar; queria mesmo cumprir o combinado e não fazer merda nenhuma. Mas o som não era da TV e foi aumentando: eram gemidos baixinhos, como se ela tivesse se tocando e tapando a boca. Não acreditei, não aguentei e tive que ir ao banheiro me masturbar pra conseguir dormir. E mesmo depois que os barulhos pararam, fiz de novo, imaginando o corpo dela, a tatuagem e os peitos.
No dia seguinte, tomamos café da manhã juntos e, sinceramente, me deu um tesão danado ver as duas com aquelas boquinhas lindas, de moletom e camiseta, quase idênticas, só mudando o cabelo, a carinha de santa da minha namorada e o fato de que na gêmea dava pra ver os bicos dos peitos e a fio dental. Conversando, ela contou que ia ter que ficar a semana inteira, pelo menos. A gente trocava olhares de vez em quando, mas nada além, tudo normal de novo até a Noite em que minha namorada foi dormir e, mais uma vez insone, eu ouvi a outra se masturbando. Bati uma punheta umas duas vezes, mas a curiosidade falou mais alto e dei uma olhadinha: vi ela de bruços, de calcinha, se esfregando. Uma bunda linda demais, tanto que tive que bater mais uma pra conseguir dormir direito.
No dia seguinte, não precisei trabalhar e acordei tarde. Fui ver o celular e tinha várias mensagens não lidas. Várias da minha namorada, dizendo pra eu ficar de olho nas mensagens porque ela tinha passado meu número pra irmã dela, que tinha ido sozinha pro centro e podia se perder. Também tinha mensagens da gêmea dela avisando que tava tudo bem. Quando li, na hora ela mandou mais mensagens e rolou a seguinte conversa:
- Oi, gato
- Como cê tá? Espero que esteja conseguindo achar um apê
- Mais ou menos, cê dormiu bem ontem?
- Sim, sim
- E nas outras noites?
- Sim, sim, e você?
- Ah, então só dorme, é? O que foi? A frígida tá com vergonha de transar comigo em casa?
- Não, calma, não quero falar sobre isso
- Haha não tão transando, né? O que houve? Não dorme porque fica se masturbando ouvindo eu me tocar? É isso, gato?
- Para de fazer isso à noite
- Ok, beleza, mas tô te mandando mensagem pra você me levar num motel e acabar logo com isso. Me come gostoso, vou pro apê de uma conhecida e pronto
- Não, calma, isso é loucura, a gente tinha combinado de não fazer nada. Quero me comportar
- E eu quero ser safada, haha, mas só um pouquinho. Quem me diz não, sofre por muito tempo
- Não, mas sério, não quero
- Ah, cê tá me rejeitando? Não quer me foder?
- Não falei isso, mas não posso
- Então vou ficar na sua casa e vou te infernizar
- Não, calma, que isso?
- Shhh, cala a boca, você quem quis, vai acabar fazendo tudo que eu mandar, haha
Não respondi mais e pensei: "bom, é o quarto dia, faltam mais três e ela vai embora". Mas, claro, não conseguia parar de pensar no que ela ia fazer pra me provocar. Não dava pra ficar em casa quando ela chegasse, então fui dar um rolê com uns amigos. pra me distrair um pouco. Depois do almoço, começaram a chegar fotos dela. No banheiro de casa, de fio dental, tomando banho, deitada na nossa cama se tocando, vestida com a roupa da minha namorada mas mostrando os peitos ou chupando os dedos... uma tortura, a cada segundo que passava eu a desejava mais e mais. Mas entre a vontade de ser fiel (ou não tão infiel assim) e meu orgulho de não me deixar dobrar pela vontade dela, apaguei as fotos e não falei nada. Cheguei em casa pra jantar e dormir, mas minha namorada me diz que a irmã dela teve uma ideia genial: a gente ver um filme. Tentei pensar positivo e falei pra mim mesmo: "vou focar no filme, olhar fixo e pronto". E até que funcionou em parte, porque eu e minha namorada sentamos no sofá cobertos com um cobertor, e ela sentou no chão com a cabeça no colo dela. O filme, não sei se era muito ruim ou se eu não conseguia me concentrar direito, mas me entediou pra caralho. Minha namorada, que adora esses filmes, chorou um pouco nas partes tristes, então eu abracei ela. Nessa hora, senti algo me tocando: era a mão da gêmea. A safada passou um braço por cima da cabeça dela e enfiou a mão debaixo do cobertor. Foram uns roçados e ela parou quando mexi a perna. Mas depois fez de novo, e pior, movendo os dedos pra cima e pra baixo. O filme acabou e ela me mandou mensagens do banheiro, se chupando os dedos e agarrando os peitos. Fui dormir de pau duro mais uma vez, e minha namorada ainda não queria fazer nada pra não sermos ouvidos pela outra. Eu continuava sem conseguir dormir e não queria ir ao banheiro me tocar porque a gêmea malvada ia saber. Já tava desesperado quando chegaram mais mensagens: "não consegue dormir? Gostou do filme? Minha irmã frígida ainda não te liberou?" Até aí eu tava aguentando de boa, mas ela mandou: "fui na cozinha com vontade de tomar um gostoso copo de porra e não tem. Vem você me dar ou vou chupar aí no quarto?" Aí eu desmoronei, não aguentei mais. "Pronto, vou, dou o que ela quer e depois ela vai embora. E é isso que acaba tudo" Fui fazendo silêncio e a encontrei na cozinha só de peitos e fio dental. Enfiei ela contra a bancada e comecei a beijar e apalpar ela toda, os bicos dela estavam duríssimos e entre as pernas a calcinha estava bem molhada. Me virei e ela se ajoelhou sozinha, colocou a língua pra fora e sorriu, puxou minha pica pra fora e quando tentei segurar a cabeça dela, ela tirou minha mão e quis fazer sozinha, sem mãos, só com a língua e os lábios, babando toda a minha pica, chupando minhas bolas enquanto se tocava nos peitos e usava a palavra: buceta. Ela se mexia pra passar a pica nos peitos e no rosto, me enlouqueceu, continuou me masturbando quando se levantou e no meu ouvido disse "me dá seu gozo, é só isso que eu quero, me dá seu gozo, gato" e quando se ajoelhou de novo, me bateu uma até eu gozar naquela boca linda... ela mostrou todo o gozo na língua e também que não sobrou nada quando engoliu tudo. Levantou e foi pro sofá, e eu pra minha cama. No café da manhã, ela estava super feliz e eu mais calmo porque tinha aliviado minha vontade e descomprimido aquela situação. A gêmea disse pra minha namorada "não tem mais gozo, ontem tomei o último copo, depois vou comprar" e falou isso sorrindo, a safada. Pra acelerar as coisas, perguntei "e a sua busca por apartamento, como tá? Você tinha me falado que achou um muito bom" e ela respondeu "Não, no final não, aquele era muito caro" e eu soltei "ah, porque pensei que você tinha dito que sua busca tinha acabado..." e ela disse "ao contrário, isso tá só começando, vou ter que ficar mais uma semana talvez
1 comentários - A gêmea malvada (Parte 3: a provocação)