Somos 5 irmãs, Mamãe e Manuel. Parte 2

Olá, Comunidade.

http://www.poringa.net/posts/relatos/3637808/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-1.html

Link do primeiro capítulo pra quem acabou de chegar.




Bom, aqui estamos com a continuação dessa história.
Agradeço de coração o apoio que vocês deram ao primeiro post e, como prometi lá, convido vocês a deixarem seus pontos depois de ler e a escreverem nos comentários o que acharam e se querem saber como a coisa segue.





Realmente era um pesadelo.
Como é que podia ter tanta má sorte assim?
Anos e anos convivendo com tantas mulheres e na hora que ele derrapa, elas têm que descobrir.
A mente dele trabalhava a mil por hora. O que eu faço? Onde estou? O que está acontecendo? Todas as perguntas ao mesmo tempo. Mas justamente, o que ele não tinha era tempo.
— "Eu te perguntei que porra é essa, cara! Por que você está seminu e com a minha calcinha no seu... seu... troço?", insistiu Delfina de novo.
Se recuperando dos primeiros segundos de susto, Manuel se apressou pra esconder o pau, que mesmo dormindo tinha um tamanho considerável, e sussurrou pra irmã:
— "Para de gritar, que você vai acordar a mamãe e as meninas."
— "Foda-se quem acorda, quero que você me responda", respondeu a irmã.
Manuel sabia que tava num beco sem saída e apelou pra jogada que nunca tinha falhado com as irmãs ou com a mãe. O coitadinho.
— "Desculpa, Delfi. Sério. Eu tava num porre danado e, mais ainda, acho que um dos caras botou algo no meu copo, juro que hoje foi uma loucura."
A irmã olhou pra ele estranha e disse — "Que porra isso tem a ver com você... fazer o que quer que tenha feito com a minha calcinha?"
Manuel manteve o plano e respondeu — "Ninguém nunca me dá bola. Mais uma noite em que eu pego uma gostosa e na hora de finalizar, me deixam na mão. Não é fácil chegar aos 18 e ser o único do grupo que ainda não estreou.

Bom, cheguei assim, todo tonto e sua fio dental tava ali, e eu me deixei tentar.
—Mas te juro que é a primeira vez, nunca tinha feito isso, sério —finalizou Manuel, esperando ter sensibilizado a irmã e se livrado da vergonha e do castigo que viriam se os outros descobrissem.
A Delfi mudou completamente de cara. Abraçou o irmão com todo o amor que tinha.
—Tá tudo bem, bobinho. Sério. Valeu por me contar a verdade. Prometo que vai ser nosso segredo, pode confiar em mim —disse ela sem soltar o abraço.
Manuel se deixou abraçar, se deixou querer. Se perdeu no perfume da irmã, no contato com o peito dela, com o cabelo. Fechou os olhos e ficou assim por um tempo, até que finalmente Delfi o soltou. Os dois irmãos se olharam sorrindo; a verdade é que Manuel não poderia ter planejado uma saída melhor pra putaria em que se meteu, mas, fazer o quê, a sorte estava do lado dele naquela madrugada.
Delfina ainda segurava o fio na mão, e olhava pra ele com uma mistura de surpresa, graça e nojo.
—Nossa, o que você fez com ela? Banhou na cola de Booty? —perguntou rindo enquanto jogava no cesto de roupa suja.
Manuel sorriu todo vermelho. A verdade é que ele tava morrendo de vergonha com tudo aquilo rolando. —Precisa falar disso, Delfi? Já foi, pelo amor.
Delfina continuou sorrindo e se aproximou da porta, abrindo-a e fazendo um gesto com a mão pra ele vazar. —É, já foi. Agora dá o fora que preciso do banheiro, pervertido.
Manuel foi embora sem pensar duas vezes. Além de ter escapado, tava morrendo de vergonha pelo que teve que confessar e de medo por ter chegado tão perto de tudo dar merda com a família dele. Foi direto pro quarto e, assim que a cabeça encostou no travesseiro, apagou de novo.
Por sorte, a família dele deve ter achado que ele chegou bêbado da balada, então ninguém o acordou pra comer, e Manuel acordou naquele domingo lá pelas 18:00. Aquela sensação de ter levado uma paulada na cabeça e o ter Mastigando pasto misturado com gasolina, que é o que a gente sente quando acorda depois de uma farra daquelas, foi o que ele sentiu assim que sentou na beira da cama, pronto pra levantar. Mas os pensamentos dele foram direto pro que tinha rolado no banheiro com a Delfi, assumindo que ele não tinha imaginado aquilo e que aquela putaria toda com a irmã mais velha realmente tinha acontecido.

Ele decidiu esquecer o assunto, tinha dado tudo certo, passado é passado, bola pra frente.
Em casa só estavam a Romina e a Estefi. A mãe e a Delfi tinham ido tomar o lanche no apê da Paula e da Aldana. A Estefi tava no meio de uma sessão de alongamento tipo yoga na sala, e a Romina tava com os apontamentos da facul na mesa da cozinha.

O Manu tentou não atrapalhar a Estefi, mas não conseguiu evitar se perder na bunda da irmã, que tava justo fazendo uma espécie de "saudação ao sol", formando uma tenda com o corpo e empinando aquelas nádegas fortemente apertadas por um short de leggings que, por alguma razão mística, desafiava as leis da física e não explodia com tanta carne, mas que cedia um pouco e deixava bem marcados os lábios da buceta dela. Com muita dificuldade, o Manu se forçou a parar de olhar e foi direto pra cozinha, precisava de água.

— Essa sim que tá na pior, pai — disse a Romina, usando o episódio dos Simpsons pra descrever a cara que o irmão tava.

Ele sorriu, sempre achava graça poder fazer piadas dos Simpsons com as irmãs, eram todos muito fãs.

Serviu água e sentou pra se hidratar um pouco. — Você nunca vai parar de estudar? Vai acabar que nem a Aldana, toda nerd — falou pra irmã.

Ela só olhou pra ele com desaprovação e continuou com o resumo.

Nessa hora, a Estefânia entrou na cozinha, toda suada, e foi direto se servir da jarra de água fresca que o Manu tinha na frente.

— Que bom, justo o que eu precisava. Licença, dorminhoco — disse pro Manuel.

Ele sorriu pra irmã mais velha e de novo se perdeu, mas dessa vez não na bunda da Estefi, e sim nos mamilos dela, que se marcavam descaradamente no top esportivo.

A irmã dele tomou o copo inteiro de um gole só e foi embora dizendo: — Esse corpinho precisa de um banho.

O Manuel viu ela ir embora pensando com os próprios botões: — Esse corpinho precisa de bem mais que isso — mas o pensamento foi interrompido pela Estefi. que gritou do banheiro — "Renzo tá chegando, se eu ainda não saí, vocês abrem pra ele e falam pra esperar no quarto, por favor!"

— "É só o que faltava", terminou de pensar Manu, sabendo que o cunhado ia meter forte na irmã dele assim que ela saísse do chuveiro.

Só 5 minutos depois a campainha tocou e Manu foi abrir a porta pro cunhado, que cumprimentou todo educado e foi direto pro quarto da Estefi assim que Manu passou o recado que ela deixou pra ele. Manu hesitou um segundo sobre o que fazer e foi pro quarto dele pensar nas ideias que surgiram na cabeça.

Ficou matutando sobre a Estefânia e o corpo dela, e saber que em poucos minutos ela ia tar transando no quarto dela, essa ideia deixou a pica dele dura pra caralho.

Pensou que já que não tinha ninguém, dava pra aproveitar pra tentar dar uma espiada e ver o que a irmã fazia com um corpo daqueles pra oferecer.

Tudo tinha que ser feito de forma perfeita. Não podia arriscar que, só algumas horas depois de se livrar de uma irmã, a outra pegasse ele espiando enquanto ela comia o namorado.

Manuel colocou música no celular e na caixinha de som, coisa que ele fazia direto quando tava no quarto, mas não tão alto, só o suficiente pra Estefânia achar que ele tava lá e não fosse fechar a janela do quarto pensando que ele podia sair pro quintal.

Sem perder mais tempo, foi pro quintal antes da Estefi sair do banheiro e se encostou na parede, atrás da persiana aberta.



Somos 5 irmãs, Mamãe e Manuel. Parte 2


onde ela tinha uma visão em primeira pessoa da cama da irmã, onde naquele exato momento, o cunhado dela estava sentado, se tocando na pica.

- "Olha como o filho da puta espera por ela", pensou Manuel.
Não passou nem 1 minuto quando a porta do quarto se abriu, dando passagem pra irmã dele, que depois de trancar a porta, virou-se pra olhar com um sorriso safado pro namorado.
- "Apa! Já começou sem mim?", perguntou Estefi.
- "É impossível saber o que me espera e não ficar assim", respondeu Renzo, balançando o pau (menor que o do Manu, vale dizer), uns 18x3,5cm mais ou menos.
Manuel viu a irmã deixar cair a toalha que envolvia o corpo dela e, pela primeira vez na vida, teve uma visão em primeira fila do corpo da irmã completamente pelado. Sim, já tinha visto ela pegar sol de biquíni e coisas assim, mas nunca completa e totalmente nua. Embora tenham sido só alguns segundos que ela ficou ali em pé, serviram pra Manuel escanear aquele corpo como um raio laser... Os peitos redondinhos e perfeitos, rosadinhos, como dois pêssegos na temporada, a figura perfeita, os abdominais e a buceta de lábios bem carnudos, cor rosa claro. Perfeita. Parecia um anjo... Mas nada mais longe da realidade.
Depois desses poucos segundos que Estefi ficou ali em pé, deixando o namorado admirá-la pelada (e o irmão também, só que ela não sabia disso, claro), ela se jogou na cama como uma fúria possessa e, de uma só vez, enfiou o pau inteiro, até as bolas, e assim, com todo o comprimento na garganta, começou a "bater cabeça".
Manuel estava fora de si. Como aquilo podia ser real? Parecia um filme pornô. A irmã dele engolia o pau do namorado por completo e com uma facilidade incrível, era como se a garganta dela não tivesse limites. Realmente era algo digno de admiração. A agilidade, a técnica, a dedicação, o som gutural que a garganta dela fazia ao se esticar pra deixar entrar a cabeça do pau que se metia com tanta graciosidade, a baba que escorria pelo canto dos lábios, tudo era mágico... a verdade é que era mágico demais, já que não tinha passado nem um minuto em que Renzo começou a gemer descontroladamente e, pegando Estefi pelos cabelos, empurrou a cabeça dela contra o próprio púbis, enterrando ainda mais o pau na garganta da garota e, sob o grito —"Toma, putinha, toma todo o leite na garganta!"—, gozou o que pareceram 361 litros de porra. Longe de complicar a situação, Estefi recebeu o leite direto na barriguinha, limpou o pau do macho dela e sorriu satisfeita. Não deixou escapar uma gota sequer. Nota dez. Medalha de ouro, head master olímpica.

Manuel estava olhando bestificado pra situação, tão concentrado, tão excitado, tão metido na cena, que praticamente não percebeu quando tinha soltado o próprio pau e estava se dedicando a uma punheta braba.

A situação, longe de dar trégua, só melhorava.

A irmã dele, assim que terminou o boquete cinco estrelas, se jogou ao lado do namorado e, abrindo as pernas, disse —"É minha vez. Chupa bem gostoso que você já sabe o que acontece quando me deixa doidinha."

Renzo não pensou nem um segundo e se jogou de cara na buceta molhada que a mulher dele oferecia tão gentilmente. A verdade é que ele pareceu bem bruto. Manuel, que mesmo sem experiência sabia, e muito bem, como os atores dos infinitos vídeos pornô que ele via pra bater punheta chupavam a buceta das mulheres com quem transavam, pensou que o cara tinha uma técnica bem estranha e, pelo jeito da irmã dele, que além de gemer e falar —"Assim, assim... vai, meu amor, me chupa toda"—, as expressões dela faziam ele pensar que ela não tava curtindo tanto assim.

Alguma coisa o cara deve ter feito direito, porque depois de um tempo, Estefânia disse —"Beleza, hora de meter com força." Em seguida, ficou de quatro, apoiando o rosto no colchão e usando as mãos pra separar as próprias nádegas, dando tanto pro Renzo quanto pro Manuel o presente de ver a buceta aberta e molhada e o cuzinho redondo e minúsculo, tão rosado quanto os lábios. da sua buraquinha.
Manuel estava prestes a desmaiar.
Renzo, que já tinha recuperado as forças, se jogou sem piedade sobre a buceta da Estefi e a empalou de uma só vez. Ela gemeu encantada, dando ao jovem luz verde para o que veio.
Parecia endemoniado. — "E quem poderia culpá-lo?", pensou Manuel enquanto se batia no ritmo das investidas do cunhado contra a buceta da irmã.
Isso sim já se parecia um pouco mais com os vídeos que Manuel via. Renzo estava pegando fogo e metia forte, cada vez mais forte na buceta da Estefi, e ela gemia descontrolada e, pelo visto, dessa vez era completamente a sério. Já estava chegando o clímax do momento, pelo menos era o que Manuel achava. Mas não.
Estefânia parou o rapaz com um — "Chega, chega... para"
Manuel também parou a punheta, o que não gostou nada, já que estava tentando se sincronizar com o momento, pra gozar quando o cunhado gozasse e imaginar que era ele, e olhou pra irmã com a mesma cara de "O que foi, por que paramos?".
— "Chega de buceta, arrebenta meu cu do jeito que eu gosto, quero a porra lá também"
Agora sim. Se não tinha desmaiado antes, agora ia ter um infarto. — "Que porra é essa? não pode ser tão gostosa, filha da puta", pensava Manu.
Renzo não pareceu tão surpreso quanto Manuel, já que pelo visto não era novidade pra ele que Estefi pedia pra arrebentarem o cu dela e, sem muita enrolação, aproximou a cara do rabo empinado da namorada, cuspiu da forma mais vulgar e encostou a ponta da pica naquele asterisco rosado e lindo, mas quase inexistente de tão pequeno e fechado que parecia.
— "Nada, não entra, impossível. Tá fechado a vácuo. Vai arrebentar ela", pensava Manu, quase paralisado pelo momento.
O cunhado só apoiou a ponta no cu da irmã dele e segurou a pica ali, e o momento mais quente até agora na vida de Manuel aconteceu.
Estefi jogou a bunda pra trás, engolindo a pica do Renzo no Inteirinha de uma só enfiada! Foi algo realmente incrível. Mas não parou por aí, porque assim que ele fez isso, a garota começou a rebolar a cintura exatamente como fazia nas aulas de aeróbica.

Parecia mesmo que ela tava rebolando a bunda na pica.
Entrava, saía, entrava, saía... era quase hipnótico.
A mão do Manuel parecia ter vida própria de tão rápido que batia uma pra piroca do garoto. Ele tava no paraíso, louco de prazer e tesão, vendo a irmãzinha do coração dele, a profe, sempre tão gentil e prestativa, sendo sodomizada bem na frente dos olhos dele.

Longe de querer parar por ali, a Estefânia se levantou em cima da cama e mandou o namorado dela deitar de barriga pra cima. Depois que ele fez isso, a mina virou de costas e, fazendo uma espécie de agachamento, começou de novo a foda no cu dela.

Depois de uns minutos, a Estefi já tinha se ajeitado pra receber as pirocadas no rabo e, ao mesmo tempo, se masturbar sem controle. E foi aí que aconteceu.

Foi tudo junto. Completamente ao mesmo tempo.

O Renzo gozou como se não houvesse amanhã, enchendo o cu da namorada dele.
A Estefânia gozou esfregando o clitóris dela e soltando um jato de fluido sob pressão pra fora da buceta dela, que fazia parecer que ela tinha mijado. (O Manu já tinha visto uns vídeos de ejaculação feminina, mas ver ao vivo era algo incrível, ainda mais vendo a irmã dele fazer aquilo.)

O Manuel gozou enchendo a parede do quintal de porra grossa, quente e cremosa, gozo sem fim, não parava de gozar.
A Romina tapava a boca com as mãos vendo o Manuel naquela situação enquanto olhava pela janela do quarto da Estefi.







A verdade é que prefiro que os personagens tenham uma identidade única na mente de cada um de vocês, por isso prefiro não incluir fotos na história. Mas sim, pode haver exceções como a de hoje, pra vocês entenderem, por exemplo, como era a vista que a Manu tinha da janela.
Mais uma vez, agradeço pelo tanto de apoio de vocês. Dá vontade de escrever pra vocês, seus tarados. Um abraço bem forte. Espero pontos e comentários. Até a próxima...

30 comentários - Somos 5 irmãs, Mamãe e Manuel. Parte 2

No tardes en seguir la continuación, hazlo pronto para seguir leyendo.
Relatos como este hacen más llevadera está cuarentena
Reumma +1
Excelente +10 buena trama y bien escrito
Espectacular. Espero con ansias el próximo.
+10
Te la rifaste hermano eres un crack, no se de donde seas pero te mando un gran abrazo y un enorme saludo. Me sorprende lo también que redactas y tú ortografía tan perfecta. La manera en la que haces que lo imaginemos. Eres un escritor digno eres el Legend
Está muy bien la trama inclusive en eso de sexo anal muy bueno. Deberías de poner una que sea adicta al anal. Otra que sea virgen anal. Otra que no le gusta pero cuando la tiene pide que se vengan a dentro. Y así una virgen de la vagina pero no del ano
Me encanta, sigue así, esperando la continuación. van mis 10
tponero +2
Cada vez se pone mejor esta historia!!
Muy buen relato!!! Esperamos ansiosos como sigue, no nos hagas desear
Excelente relato, sube más, que no aguanto las espera crack!
germaug +1
sos un genio man, como todo libro ya tengo toda la imagen en la cabeza
Sublime.Me eché 3 al hilo (joda,ojalá pudiera),pero es tan vívido,tan realista,que daría la impresión de estar ahí.Impecable narración,buen uso del tempo y sin faltas ortográficas.Todo un campeón,van saludos y mis 10 ,que ojalá pudieran ser 100!!!!!!!!
muy bueno,detallado y bien llevado,van 10
Wacho esto está sarpado, lo único bueno de la cuarenta es que salieron 2 genios ,vos y el pibe que escribe de la prima mara uff un talento tiene.
de17
Muy bueno ya quiero leer la 3 parte
Me sume a poringa porque vi que hay gente aficionada al inc! Me encanta! Espero deleitarme leyendote! Me encantan los relatos, tanto leerlos como construirlos jeje