Aqui vai a primeira parte dessa história:https://m.poringa.net/posts/relatos/3642950/Nuestro-primer-anal-Hermana.htmlA festa continuava e o álcool não parava, então chegou a próxima garrafa. Enquanto todo mundo se divertia, passávamos a garrafa pra beber direto dela. Já estávamos todos bêbados, só que minha irmã e eu éramos os mais conscientes do que tava rolando, mas mesmo assim estávamos curtindo. A mina com quem eu tava dançando me disse no ouvido que queria transar, e eu já sabia – fazia um tempo que ela tava dando em cima pra me beijar, mas eu não queria fazer na frente da minha irmã. Sentia que isso podia estragar o momento.
Pra minha sorte, minha irmã viu a mina falando no meu ouvido pedindo pra transar e, deixando-se levar pela festa, ela chegou perto da gente.
Ela: "Vai, irmãozinho, a noite toda essa tia quer te beijar e você só se faz de difícil."
Na hora eu soube que ela queria que eu fosse em frente, então pisquei de novo pra ela e comecei a comer a boca daquela mina. Levei minhas mãos até a bunda dela e apertei forte pra minha irmã ver.
Ela seguiu na dela, se divertindo, até que vi o cara com quem ela tava dançando se aproximando pra beijá-la. Mas nesse momento minha irmã puxou a mina que a fez dançar pela primeira vez e praticamente a empinou pra dançar com ela. A mina dançou um pouco assim, depois se virou e deu um beijinho na minha irmã.
Minha irmã ficou sem reação – não tava esperando – e a outra mina também congelou, até que minha irmã gritou: "Só isso?"
Minha irmã foi direto pra boca dela e aí pude ver como ela logo meteu a língua pra um beijo rápido de mais ou menos um minuto. Elas se separaram e a primeira coisa que minha irmãzinha fez foi virar pra me olhar e devolver a piscadela.
Aquilo me deixou muito excitado, e sem pensar eu disse pra mina com quem tava dançando que também queria transar.
Ela me pegou pela mão e me levou pra um lugar perto dos banheiros onde ia rolar um amasso.
Não sei se eram as doses que já tavam batendo ou a tesão que tava sentindo que me fazia olhar pra... minha irmã, que era com quem eu estava beijando. A garota começou a esfregar a bunda em mim enquanto, sem perder tempo, levei minha mão até seus peitos pequenos mas gostosos, tocando-os por cima do vestido. Mal havíamos passado uns cinco minutos ali, quando eu estava prestes a começar a levantar seu vestido, eis que minha irmã chega correndo junto com a garota com quem ela tinha se beijado, toda histérica, me procurando.
Ela: — Esse filho da puta é um pervertido!
Eu: — O que foi?
Ela: — Todo mundo estava num grupinho e tudo bem, até que o filho da puta passou dos limites e meteu os dedos na minha buceta!
Naquele momento, a tesão virou raiva e eu já estava disposto a procurar o cara, quando minha irmã me abraça chorando.
Ela: — Os seguranças já o expulsaram. Depois que ele fez isso, eu virei pra dar um tapa nele e os seguranças correram pra ver o que estava acontecendo. Quando eu disse que aquele filho da puta era um pervertido, eles o chutaram pra fora daqui.
Eu: — Filho da puta...
Minha irmã chorava desconsolada, e partia minha alma vê-la assim, ainda mais porque não pude fazer nada. Me senti mal comigo mesmo por tê-la deixado sozinha ali. Aí, me acalmei um pouco e pude pensar com mais clareza. Sabia que o importante agora era que minha irmã ficasse bem e que eu não podia mais deixá-la sozinha.
Eu: — Vamos pegar nossas coisas pra ir embora daqui.
Já estávamos nos despedindo das outras garotas quando o gerente chegou, pedindo desculpas pelo que havia acontecido. Disse que ia cuidar de queimar o filho da puta, pra que ele nunca mais entrasse em nenhum clube. As outras garotas vieram também abraçar minha irmã e deram palavras de apoio. Ela já parecia um pouco melhor e, recuperando o fôlego, disse às garotas que não ficassem assim por causa dela, que estavam apenas perdendo o valioso tempo da festa.
Uma delas disse que ela tinha razão e que, como minha irmã havia falado, ela não deveria perder tempo chorando, e que a festa tinha que continuar com todos nós ali. Minha irmã deu uma risadinha e, mais decidida, me disse que... não fomos embora, que tínhamos que aproveitar nossa noite lá antes de voltar pra casa. A festa continuou junto com umas bebidas de cortesia que o gerente mandou pra nossa mesa e a confiança voltou. Aí estávamos todos dançando em grupo quando minha irmã me pede que a acompanhe ao banheiro. Fui com ela e, ao sair, ela me diz:
Ela: — Onde você aprendeu a dançar assim?
Eu: — Haha, como assim onde?
Ela: — Pois você faz muito bem, essas minas estão ficando loucas porque você esfrega toda a pica na bunda delas.
Eu: — Também não é pra tanto, é mais a loucura da tequila que já bateu.
Ela: — Pois eu acho que você dança bem, bem diferente de mim.
Eu: — Você também não fica atrás, não faz nada mal pra quem diz que não gosta, hahahaha.
Ela: — Hahahaha, pois se faz o que dá. De qualquer forma, aqui você é o expert.
Eu: — Quando quiser, te ensino.
Quando disse isso, não foi com nenhuma intenção, só falei por inércia.
Ela: — Ah, é?
Eu: — Óbvio.
Ela: — Na verdade, eu até gostaria de dançar com você, tipo como você faz com as outras garotas, hahaha.
Eu: — E o que estamos esperando?
Ela: — Não estou tão bêbada assim pra fazer isso, além do mais as meninas já sabem que somos irmãos, depois o que vão dizer?
Eu: — Pois que digam, elas já estão muito bêbadas e duvido que lembrem de algo disso amanhã. Além do mais, nós amanhã já vamos embora daqui.
Antes que ela começasse a dar voltas no assunto, a peguei pela cintura e levei até onde estavam as outras garotas. Elas, ao nos ver voltando, começaram a fazer escândalo.
Comecei a dançar ao redor da minha irmã, mas ela só me olhava sem se mexer. As garotas, entre gritos e aplausos, pediam que minha irmã dançasse também.
Ela continuava no plano de não se mover, tanto que eu já começava a achar que ela não ia aceitar, mas aí ela balançou os ombros como dizendo "que seja".
E começou o que era bom: minha irmã e eu começamos a dançar no ritmo de um reggaeton sexy e não nos segurávamos em nada. Com minhas mãos na sua cintura, a movia de um jeito que me... Eu gostava até chegar o ponto em que nem precisava mais mexer, ela já estava fazendo muito bem. Sentir a bunda dela de novo no meu pau era o paraíso, e as outras garotas não ligaram nem um pouco que fôssemos irmãos, elas continuaram incentivando.
Sempre que tinha chance, eu sussurrava no ouvido da minha irmã que ela estava muito gostosa, e ela parecia que, cada vez que eu falava, começava a rebolar mais gostoso ainda.
A garota com quem ela estava dançando primeiro se aproximou para fazer outro sanduíche, agora com minha irmã no meio. Dava pra ver que elas murmuravam algo entre si, mas com a música alta não dava pra escutar o que estavam cochichando.
Minha irmã saiu de entre nós, e aí a outra garota pegou eu e minha irmã pelo pescoço, um de cada lado, e gritou:
— Beijo de três!
Ela nos juntou, e nós três nos beijamos. No começo foi meio estranho porque não sabíamos direito como fazer, até que a gente se ajustou e se fundiu num beijo só.
As outras garotas não paravam de gritar, estavam pirando. E aí todo mundo começou a dançar com todo mundo, minha irmã beijando mais algumas garotas também.
Na hora de ir embora, a festa tinha acabado e começaram a desocupar todo mundo. As garotas se despediram da gente porque todas vieram juntas, e a mãe de uma delas tinha chegado para buscá-las.
Agora só restavam eu e minha irmã, no lobby esperando nosso Uber para voltar ao hotel. Vi ela sentada, distraída, e decidi tirar uma foto.
O Uber chegou e lá estávamos nós dois sentados na parte de trás do carro, minha irmã encostada em mim até chegar no hotel. Subimos para o nosso quarto.
Ela: — Obrigada por esses momentos, poderia ter sido perfeito se não fosse pelo incidente.
Eu: — Mas isso aqui pode ser perfeito.
Beijei-a na hora e ela correspondeu ao beijo.
Eu: — Que gostosa você está, irmã.
Dizia isso enquanto contemplava a beleza do corpo dela.
Eu: — Não sei como seu último namorado te deixou ir.
Ela: — Obrigada pelo elogio, mas a gente terminou por uma coisa bem infantil.
Eu: — O que aconteceu?
Ela: — Desde que começamos a namorar, ele sempre pedia pra eu dar o bumbum, mas eu pedia paciência. Não me sentia pronta pra isso. Disse que quando estivesse pronta, eu avisaria, porque eu tinha interesse em fazer.
Se já tinha sido excitante dançar com minha irmã, agora isso estava me deixando ainda mais excitado.
Ela: — Chegou o dia e eu disse que queria fazer, mas com algumas condições: que seria conforme eu fosse pedindo e que, se não aguentasse mais, eu pediria pra ele parar.
Minha irmã me confessou que, durante a semana, tinha comprado algumas coisas pra preparar o ânus dela, como lubrificantes e um estimulador.
Comecei a imaginar minha irmã de quatro, brincando com a bunda, primeiro enfiando os dedos e depois o brinquedo.
Já estava bem excitado, e minha irmã continuou contando.
Ela: — Aconteceu o que tinha que acontecer. Lá estávamos nós dois, e primeiro eu queria que ele me comesse um pouco a buceta, mas ele estava desesperado pela minha bunda e rapidamente botou a camisinha — porque, acredite ou não, a gente sempre transou com camisinha.
Ela disse isso porque, na nossa primeira vez, não nos preocupamos com proteção, mas no dia seguinte ela me confessou que usava DIU.
Ela: — Ele encheu minha bunda de lubrificante enquanto eu estava de quatro, oferecendo a bunda, e eu esperava que ele primeiro metesse os dedos ou lambesse meu cu, mas em vez disso, ele levou o pau até meu ânus e começou a empurrar a cabeça. Aí… Eu soltei um grande gemido de dor e estava prestes a pedir para ele parar, mas aí a dor começou a se misturar com prazer e eu só pedi para ele ir mais devagar. Parece que para minha irmã, lembrar disso estava começando a esquentá-la, e ela de vez em quando levava as mãos aos seios, fazendo isso rápido como por inércia.
Ela: — Antes que eu dissesse que ele podia continuar, ele já tinha começado a empurrar de novo, e aí eu não aguentei a dor porque ele estava sendo muito brusco comigo, tanto que até me arrancou lágrimas. Comecei a gritar para ele parar porque estava me machucando, mas a única coisa que importava para ele era o próprio prazer. Então, como pude, me afastei, e ele ficou tão irritado com isso que decidiu terminar comigo naquela mesma noite.
Eu: — Que cara babaca.
Ela: — A verdade é que os homens são muito egoístas, só querem prazer para eles, e mais ainda quando estão com tesão, que não ligam de acabar em dois minutos contanto que fiquem satisfeitos. E é como se pensassem que a gente não quer gozar também.
Eu: — Bom, eu durou mais de dois minutos com você, hahahaha.
Ela: — Mas você é meu irmãozinho.
Aí nos abraçamos e demos mais uns beijinhos. Confessei para ela que no dia da nossa primeira vez, eu tinha ficado com muita vontade do seu cu, mesmo nunca tendo feito anal antes.
Ela: — Eu percebi, hahaha. Mas espera, sério que você nunca deu no cu de uma das suas minas?
Eu: — Na verdade não, nunca me chamou a atenção fazer isso.
Minha irmã me olhou pensativa.
Eu: — Qual a chance de você ser minha primeira vez no anal? 3... 2... 1...
Ela e eu, ao mesmo tempo, dissemos o número mágico: número dois. Ela me disse que tudo bem, só que impôs as mesmas condições: fazer do jeito que ela mandasse e, se ela dissesse para parar, eu pararia.
Ela: — Vamos ver se você sabe tratar uma mulher direito.
CONTINUA... Espero que estejam gostando da história, e já sabem que podem me dizer nos comentários e com seus pontos. Aqui deixo mais fotos para vocês aproveitarem, e depois conto a história dessas fotos.

Pra minha sorte, minha irmã viu a mina falando no meu ouvido pedindo pra transar e, deixando-se levar pela festa, ela chegou perto da gente.
Ela: "Vai, irmãozinho, a noite toda essa tia quer te beijar e você só se faz de difícil."
Na hora eu soube que ela queria que eu fosse em frente, então pisquei de novo pra ela e comecei a comer a boca daquela mina. Levei minhas mãos até a bunda dela e apertei forte pra minha irmã ver.
Ela seguiu na dela, se divertindo, até que vi o cara com quem ela tava dançando se aproximando pra beijá-la. Mas nesse momento minha irmã puxou a mina que a fez dançar pela primeira vez e praticamente a empinou pra dançar com ela. A mina dançou um pouco assim, depois se virou e deu um beijinho na minha irmã.
Minha irmã ficou sem reação – não tava esperando – e a outra mina também congelou, até que minha irmã gritou: "Só isso?"
Minha irmã foi direto pra boca dela e aí pude ver como ela logo meteu a língua pra um beijo rápido de mais ou menos um minuto. Elas se separaram e a primeira coisa que minha irmãzinha fez foi virar pra me olhar e devolver a piscadela.
Aquilo me deixou muito excitado, e sem pensar eu disse pra mina com quem tava dançando que também queria transar.
Ela me pegou pela mão e me levou pra um lugar perto dos banheiros onde ia rolar um amasso.
Não sei se eram as doses que já tavam batendo ou a tesão que tava sentindo que me fazia olhar pra... minha irmã, que era com quem eu estava beijando. A garota começou a esfregar a bunda em mim enquanto, sem perder tempo, levei minha mão até seus peitos pequenos mas gostosos, tocando-os por cima do vestido. Mal havíamos passado uns cinco minutos ali, quando eu estava prestes a começar a levantar seu vestido, eis que minha irmã chega correndo junto com a garota com quem ela tinha se beijado, toda histérica, me procurando.
Ela: — Esse filho da puta é um pervertido!
Eu: — O que foi?
Ela: — Todo mundo estava num grupinho e tudo bem, até que o filho da puta passou dos limites e meteu os dedos na minha buceta!
Naquele momento, a tesão virou raiva e eu já estava disposto a procurar o cara, quando minha irmã me abraça chorando.
Ela: — Os seguranças já o expulsaram. Depois que ele fez isso, eu virei pra dar um tapa nele e os seguranças correram pra ver o que estava acontecendo. Quando eu disse que aquele filho da puta era um pervertido, eles o chutaram pra fora daqui.
Eu: — Filho da puta...
Minha irmã chorava desconsolada, e partia minha alma vê-la assim, ainda mais porque não pude fazer nada. Me senti mal comigo mesmo por tê-la deixado sozinha ali. Aí, me acalmei um pouco e pude pensar com mais clareza. Sabia que o importante agora era que minha irmã ficasse bem e que eu não podia mais deixá-la sozinha.
Eu: — Vamos pegar nossas coisas pra ir embora daqui.
Já estávamos nos despedindo das outras garotas quando o gerente chegou, pedindo desculpas pelo que havia acontecido. Disse que ia cuidar de queimar o filho da puta, pra que ele nunca mais entrasse em nenhum clube. As outras garotas vieram também abraçar minha irmã e deram palavras de apoio. Ela já parecia um pouco melhor e, recuperando o fôlego, disse às garotas que não ficassem assim por causa dela, que estavam apenas perdendo o valioso tempo da festa.
Uma delas disse que ela tinha razão e que, como minha irmã havia falado, ela não deveria perder tempo chorando, e que a festa tinha que continuar com todos nós ali. Minha irmã deu uma risadinha e, mais decidida, me disse que... não fomos embora, que tínhamos que aproveitar nossa noite lá antes de voltar pra casa. A festa continuou junto com umas bebidas de cortesia que o gerente mandou pra nossa mesa e a confiança voltou. Aí estávamos todos dançando em grupo quando minha irmã me pede que a acompanhe ao banheiro. Fui com ela e, ao sair, ela me diz:
Ela: — Onde você aprendeu a dançar assim?
Eu: — Haha, como assim onde?
Ela: — Pois você faz muito bem, essas minas estão ficando loucas porque você esfrega toda a pica na bunda delas.
Eu: — Também não é pra tanto, é mais a loucura da tequila que já bateu.
Ela: — Pois eu acho que você dança bem, bem diferente de mim.
Eu: — Você também não fica atrás, não faz nada mal pra quem diz que não gosta, hahahaha.
Ela: — Hahahaha, pois se faz o que dá. De qualquer forma, aqui você é o expert.
Eu: — Quando quiser, te ensino.
Quando disse isso, não foi com nenhuma intenção, só falei por inércia.
Ela: — Ah, é?
Eu: — Óbvio.
Ela: — Na verdade, eu até gostaria de dançar com você, tipo como você faz com as outras garotas, hahaha.
Eu: — E o que estamos esperando?
Ela: — Não estou tão bêbada assim pra fazer isso, além do mais as meninas já sabem que somos irmãos, depois o que vão dizer?
Eu: — Pois que digam, elas já estão muito bêbadas e duvido que lembrem de algo disso amanhã. Além do mais, nós amanhã já vamos embora daqui.
Antes que ela começasse a dar voltas no assunto, a peguei pela cintura e levei até onde estavam as outras garotas. Elas, ao nos ver voltando, começaram a fazer escândalo.
Comecei a dançar ao redor da minha irmã, mas ela só me olhava sem se mexer. As garotas, entre gritos e aplausos, pediam que minha irmã dançasse também.
Ela continuava no plano de não se mover, tanto que eu já começava a achar que ela não ia aceitar, mas aí ela balançou os ombros como dizendo "que seja".
E começou o que era bom: minha irmã e eu começamos a dançar no ritmo de um reggaeton sexy e não nos segurávamos em nada. Com minhas mãos na sua cintura, a movia de um jeito que me... Eu gostava até chegar o ponto em que nem precisava mais mexer, ela já estava fazendo muito bem. Sentir a bunda dela de novo no meu pau era o paraíso, e as outras garotas não ligaram nem um pouco que fôssemos irmãos, elas continuaram incentivando.
Sempre que tinha chance, eu sussurrava no ouvido da minha irmã que ela estava muito gostosa, e ela parecia que, cada vez que eu falava, começava a rebolar mais gostoso ainda.
A garota com quem ela estava dançando primeiro se aproximou para fazer outro sanduíche, agora com minha irmã no meio. Dava pra ver que elas murmuravam algo entre si, mas com a música alta não dava pra escutar o que estavam cochichando.
Minha irmã saiu de entre nós, e aí a outra garota pegou eu e minha irmã pelo pescoço, um de cada lado, e gritou:
— Beijo de três!
Ela nos juntou, e nós três nos beijamos. No começo foi meio estranho porque não sabíamos direito como fazer, até que a gente se ajustou e se fundiu num beijo só.
As outras garotas não paravam de gritar, estavam pirando. E aí todo mundo começou a dançar com todo mundo, minha irmã beijando mais algumas garotas também.
Na hora de ir embora, a festa tinha acabado e começaram a desocupar todo mundo. As garotas se despediram da gente porque todas vieram juntas, e a mãe de uma delas tinha chegado para buscá-las.
Agora só restavam eu e minha irmã, no lobby esperando nosso Uber para voltar ao hotel. Vi ela sentada, distraída, e decidi tirar uma foto.
O Uber chegou e lá estávamos nós dois sentados na parte de trás do carro, minha irmã encostada em mim até chegar no hotel. Subimos para o nosso quarto. Ela: — Obrigada por esses momentos, poderia ter sido perfeito se não fosse pelo incidente.
Eu: — Mas isso aqui pode ser perfeito.
Beijei-a na hora e ela correspondeu ao beijo.
Eu: — Que gostosa você está, irmã.
Dizia isso enquanto contemplava a beleza do corpo dela.
Eu: — Não sei como seu último namorado te deixou ir.
Ela: — Obrigada pelo elogio, mas a gente terminou por uma coisa bem infantil.
Eu: — O que aconteceu?
Ela: — Desde que começamos a namorar, ele sempre pedia pra eu dar o bumbum, mas eu pedia paciência. Não me sentia pronta pra isso. Disse que quando estivesse pronta, eu avisaria, porque eu tinha interesse em fazer.
Se já tinha sido excitante dançar com minha irmã, agora isso estava me deixando ainda mais excitado.
Ela: — Chegou o dia e eu disse que queria fazer, mas com algumas condições: que seria conforme eu fosse pedindo e que, se não aguentasse mais, eu pediria pra ele parar.
Minha irmã me confessou que, durante a semana, tinha comprado algumas coisas pra preparar o ânus dela, como lubrificantes e um estimulador.
Comecei a imaginar minha irmã de quatro, brincando com a bunda, primeiro enfiando os dedos e depois o brinquedo.
Já estava bem excitado, e minha irmã continuou contando.
Ela: — Aconteceu o que tinha que acontecer. Lá estávamos nós dois, e primeiro eu queria que ele me comesse um pouco a buceta, mas ele estava desesperado pela minha bunda e rapidamente botou a camisinha — porque, acredite ou não, a gente sempre transou com camisinha.
Ela disse isso porque, na nossa primeira vez, não nos preocupamos com proteção, mas no dia seguinte ela me confessou que usava DIU.
Ela: — Ele encheu minha bunda de lubrificante enquanto eu estava de quatro, oferecendo a bunda, e eu esperava que ele primeiro metesse os dedos ou lambesse meu cu, mas em vez disso, ele levou o pau até meu ânus e começou a empurrar a cabeça. Aí… Eu soltei um grande gemido de dor e estava prestes a pedir para ele parar, mas aí a dor começou a se misturar com prazer e eu só pedi para ele ir mais devagar. Parece que para minha irmã, lembrar disso estava começando a esquentá-la, e ela de vez em quando levava as mãos aos seios, fazendo isso rápido como por inércia.
Ela: — Antes que eu dissesse que ele podia continuar, ele já tinha começado a empurrar de novo, e aí eu não aguentei a dor porque ele estava sendo muito brusco comigo, tanto que até me arrancou lágrimas. Comecei a gritar para ele parar porque estava me machucando, mas a única coisa que importava para ele era o próprio prazer. Então, como pude, me afastei, e ele ficou tão irritado com isso que decidiu terminar comigo naquela mesma noite.
Eu: — Que cara babaca.
Ela: — A verdade é que os homens são muito egoístas, só querem prazer para eles, e mais ainda quando estão com tesão, que não ligam de acabar em dois minutos contanto que fiquem satisfeitos. E é como se pensassem que a gente não quer gozar também.
Eu: — Bom, eu durou mais de dois minutos com você, hahahaha.
Ela: — Mas você é meu irmãozinho.
Aí nos abraçamos e demos mais uns beijinhos. Confessei para ela que no dia da nossa primeira vez, eu tinha ficado com muita vontade do seu cu, mesmo nunca tendo feito anal antes.
Ela: — Eu percebi, hahaha. Mas espera, sério que você nunca deu no cu de uma das suas minas?
Eu: — Na verdade não, nunca me chamou a atenção fazer isso.
Minha irmã me olhou pensativa.
Eu: — Qual a chance de você ser minha primeira vez no anal? 3... 2... 1...
Ela e eu, ao mesmo tempo, dissemos o número mágico: número dois. Ela me disse que tudo bem, só que impôs as mesmas condições: fazer do jeito que ela mandasse e, se ela dissesse para parar, eu pararia.
Ela: — Vamos ver se você sabe tratar uma mulher direito.
CONTINUA... Espero que estejam gostando da história, e já sabem que podem me dizer nos comentários e com seus pontos. Aqui deixo mais fotos para vocês aproveitarem, e depois conto a história dessas fotos.


11 comentários - Nosso Primeiro Anal (Irmã) pt 2
Espero la continuacion de como hiciste tu primer anal
Esperando esa 3ra parte