Primeiro de tudo, vou começar descrevendo como é a colega de limpeza com quem rolou essa história; não é uma supermodelo nem nada, mas vale mencionar que ela tem seus encantos, é uma moreninha baixinha, pele clara, peituda e com um quadrilzão que faz sobressair aquelas bundona enorme, mesmo tendo tido um bebê não faz muito tempo, as nádegas não ficaram flácidas nem nada do tipo, só a barriga que ficou um pouco saliente, mas ela não perdeu tanto a forma; mas isso não me importou, porque no final das contas acabei comendo ela.
Lembro que desde que ela começou a trabalhar na empresa, eu realmente não dava muita importância, mas um dia que a observei bem detalhadamente, falei comigo mesmo que aquela mina não era tão ruim assim a ponto de não rolar um encontro com ela, admito que fantasiava com ela, mas só isso, nunca imaginei o que iria acontecer com o tempo.
Ela e eu, de um tempo pra cá, tínhamos criado uma intimidade danada, a ponto de ela me contar os problemas de casamento, então eu sabia que às vezes as coisas não iam nada bem, porque o parceiro dela às vezes não trabalhava, chegava bêbado em casa e uma vez até agrediu ela fisicamente; eu ouvia e dava conselhos até onde minha pouca experiência no assunto permitia; passávamos um tempão conversando no meu escritório sobre uma coisa e outra, entre assuntos sérios e besteiras, como a idade aproximada nos unia, acho que nós dois nos entendíamos bem. Com a confiança que se criou, às vezes o assunto sexo surgia e foi assim que percebi que ela era bem fogosa, porque ela me contou que no mínimo era comida umas 5 vezes por semana e, se tivesse sorte, todo dia; não sei se era verdade, mas ela adorava uma pica.
Naquela época, eu estava namorando e, entre as minhas tesões com a minha namorada e em acordo mútuo, a gente tinha gravado uns vídeos e tirado fotos dos nossos encontros sexuais, essa evidência não estava tão acessível no celular, pois Eu tinha criado umas pastas no próprio sistema e lá estavam guardadas. De vez em quando, eu dava uma olhada, porque me excitavam demais e eu acabava ficando bem tarado.
Com a confiança que se criou entre nós, ela pegava meu celular e ficava jogando, olhando os aplicativos que eu tinha e outras coisas. Nunca passou dos limites com meus contatos nem nada disso. Depois, percebi que ela também entrava na minha galeria e se esbaldava com o que eu tinha guardado lá. Eu comecei a desconfiar de algumas coisas, porque quase todo dia ela pegava o celular e do nada se perdia nele. Mais ainda: chegou ao ponto de não me dar atenção na conversa. Minha dúvida era se ela realmente via os vídeos e fotos que eu tinha, mas, como toda mulher, ela era esperta: abaixava o volume e, desse jeito, ficava de boa olhando meu material. E, do mesmo jeito que pegava, simplesmente largava e continuava a conversa.
Numa ocasião em que ela pegou o celular e depois largou, fiquei com tanta curiosidade de saber o que ela tanto olhava que apertei o botão de navegação na tela principal do telefone. Foi aí que acertei o que já desconfiava há tempos: na primeira página estava minha galeria de fotos e vídeos íntimos que eu tinha guardado lá. Nunca falei nada, mas sabia que tinha que tirar proveito disso, e tinha que ser grande e a meu favor. A partir daí, fui planejando, e minha vontade de querer comer ela cresceu. Já olhava pra ela com outros olhos e só desejava que aquele momento chegasse.
O tempo passou e, num dia menos esperado, chegou o que eu tanto queria. Naquele dia, tudo estava normal: ela e eu no escritório, conversando sobre uma coisa e outra. Ela pegou o celular como de costume e se perdeu no que sempre fazia. Minha grande oportunidade veio graças a uma ligação que entrou naquele momento. O telefone começou a tocar, e ela, do lado dela, não soube o que fazer: só me entregou o celular para eu atender. O mais estranho é que, assim que me entregou, saiu disparada do escritório sem dizer nada. Nada, quando terminei minha ligação, apertei pra encerrar e qual não foi minha surpresa que o próximo negócio que apareceu na tela do celular foi nada mais nada menos que um dos meus vídeos que eu tinha salvo automaticamente e ele voltou a tocar; era a minha grande chance e eu não podia desperdiçar, então rapidamente planejei minha estratégia pra comer ela e sabia que naquela semana ela não escapava. No dia seguinte, cheguei bem cedo no escritório porque conhecia o horário de entrada dela e, comparado com o meu, só tinha meia hora de diferença, mas já estava tudo planejado, nada podia dar errado porque fiz tudo coincidir perfeitamente pra não levantar suspeitas com mais ninguém da empresa, que pra falar a verdade, o único que eu tinha que me cuidar era do porteiro. Depois de bater o ponto, juntos cruzamos a porta que dá pra sala das mesas, eu fiquei um pouco pra trás pra poder fechar a porta, criei coragem, respirei fundo e aproveitei que ela tinha se adiantado um pouco pra chegar por trás dela. Quando a tive perto, abracei ela por trás e cruzei minhas mãos pra agarrar aquele par de peitões grandes e duros que pareciam melões, o tamanho era de respeito porque eu não conseguia pegar tudo com a palma da mão; nessa posição, minha boca ficou perto da orelha dela e só falei: "Já percebi o que você fica olhando no meu celular". Sem nenhum esforço da parte dela, ela se virou e respondeu: "É mesmo? E me diz, o que você vai fazer comigo?" Nessa hora, eu já tava bem excitado, plantei um beijo nela e ela correspondeu, nossos corpos se juntaram e ela sentiu a roçada que eu dei, nossa respiração mudou enquanto a gente começava a trocar carícias. Era óbvio que a gente não podia ficar quase na entrada das salas, então peguei ela pela mão e levei pra sala de reuniões, entrei, fechei e tranquei a porta. Era nosso momento e eu não queria que ninguém interrompesse. Voltamos a nos beijar e trocar carícias, e nessa altura já estávamos a mil. Os dois, com a mão dela, ela ficava passando a mão no meu pau por cima da calça e me disse:
— Por que você não me castiga com isso? Tira ele, quero conhecer.
Rapidamente, abaixei a calça junto com a cueca e mostrei na hora.
Ela se inclinou e começou a me dar uns boquetes. Pra ficar mais confortável, peguei uma cadeira e sentei. Ficava olhando e sentindo aqueles boquetes — ela realmente sabia fazer.
Parei ela, coloquei ela de pé, porque também queria que ela aproveitasse. Ajudei a tirar o leggings sem tirar a calcinha de renda que ela tava usando — não sei por quê, mas me fascina ver elas assim, por um momento. Acariciei a buceta dela, que por sinal já tava molhada. Foi questão de tempo pra ajudar ela a lubrificar mais. Enfiei dois dedos e brincava com o clitóris dela. Ela se arrepiou e gemia de prazer. Já tava bem molhada e preparada.
Deitei ela nas mesas da sala de reunião, joguei as pernas dela nos meus ombros, com cuidado afastei a calcinha dela pro lado e, como já tava com o pau lubrificado de saliva, enfiei nela. Nossa respiração acelerou, e eu ficava mais excitado ao ouvir ela gemer de prazer. Aproveitei a posição que eu tava e, com o dedo, ficava passando e acariciando a buceta dela. Foi quando percebi que ela só tinha uma linha, mas bem cheia, de pelos pubianos. No vai e vem que a gente tava, os dois explodimos num orgasmo gostoso. Assim que senti que ela tava gozando, tentei sair da boceta dela, mas grande parte da minha porra gozei dentro. Terminei de me esvaziar na calcinha dela, e outro jato espirrou na barriga dela.
Sabíamos que não tínhamos mais muito tempo, e os poucos minutos que sobraram a gente aproveitou pra vestir as poucas roupas que a gente tinha tirado. Abrimos portas e janelas pra ventilar o lugar e eliminar o cheiro de sexo que tava no ar, porque naquele lugar a gente tinha gozado e dado início a uma relação que até hoje a gente ainda mantém.
No resto do dia, tudo seguiu normal, e quando a gente se encontrava no escritório, a gente sorria um pro outro. Nem ela, nem eu, nos arrependíamos do que tinha rolado. Tinha acontecido de manhã, já no fim da tarde, quando ela entrou pra limpar meu escritório e, sem ninguém olhando, eu dei um beijo de passagem e passei a mão na buceta dela. Antes de terminar o turno, ela me entregou um papel com umas linhas escritas, dizendo que eu tinha feito ela gozar, que já fazia dias que não transava com o parceiro, que eu deixei ela muito molhada, a ponto de ter que colocar papel como se fosse um absorvente, porque meu gozo tava escorrendo da intimidade dela. O que mais me excitou foi que ela me convidou pra repetir aquela situação, que era só eu falar quando e ela topava, mas com a condição de eu gozar dentro dela, que queria ter todo o meu leite dentro dela e que eu não me preocupasse; porque, no fim das contas, ela tava com o DIU colocado e eu podia encher ela com toda a confiança do mundo.Como eu disse antes, isso foi o começo de algo maravilhoso que eu tenho com ela hoje em dia. Nos fins de semana, a gente aproveita ainda mais, porque temos uma hora livre só pra nós dois; mas essas histórias eu vou escrever depois.
Lembro que desde que ela começou a trabalhar na empresa, eu realmente não dava muita importância, mas um dia que a observei bem detalhadamente, falei comigo mesmo que aquela mina não era tão ruim assim a ponto de não rolar um encontro com ela, admito que fantasiava com ela, mas só isso, nunca imaginei o que iria acontecer com o tempo.
Ela e eu, de um tempo pra cá, tínhamos criado uma intimidade danada, a ponto de ela me contar os problemas de casamento, então eu sabia que às vezes as coisas não iam nada bem, porque o parceiro dela às vezes não trabalhava, chegava bêbado em casa e uma vez até agrediu ela fisicamente; eu ouvia e dava conselhos até onde minha pouca experiência no assunto permitia; passávamos um tempão conversando no meu escritório sobre uma coisa e outra, entre assuntos sérios e besteiras, como a idade aproximada nos unia, acho que nós dois nos entendíamos bem. Com a confiança que se criou, às vezes o assunto sexo surgia e foi assim que percebi que ela era bem fogosa, porque ela me contou que no mínimo era comida umas 5 vezes por semana e, se tivesse sorte, todo dia; não sei se era verdade, mas ela adorava uma pica.
Naquela época, eu estava namorando e, entre as minhas tesões com a minha namorada e em acordo mútuo, a gente tinha gravado uns vídeos e tirado fotos dos nossos encontros sexuais, essa evidência não estava tão acessível no celular, pois Eu tinha criado umas pastas no próprio sistema e lá estavam guardadas. De vez em quando, eu dava uma olhada, porque me excitavam demais e eu acabava ficando bem tarado.
Com a confiança que se criou entre nós, ela pegava meu celular e ficava jogando, olhando os aplicativos que eu tinha e outras coisas. Nunca passou dos limites com meus contatos nem nada disso. Depois, percebi que ela também entrava na minha galeria e se esbaldava com o que eu tinha guardado lá. Eu comecei a desconfiar de algumas coisas, porque quase todo dia ela pegava o celular e do nada se perdia nele. Mais ainda: chegou ao ponto de não me dar atenção na conversa. Minha dúvida era se ela realmente via os vídeos e fotos que eu tinha, mas, como toda mulher, ela era esperta: abaixava o volume e, desse jeito, ficava de boa olhando meu material. E, do mesmo jeito que pegava, simplesmente largava e continuava a conversa.
Numa ocasião em que ela pegou o celular e depois largou, fiquei com tanta curiosidade de saber o que ela tanto olhava que apertei o botão de navegação na tela principal do telefone. Foi aí que acertei o que já desconfiava há tempos: na primeira página estava minha galeria de fotos e vídeos íntimos que eu tinha guardado lá. Nunca falei nada, mas sabia que tinha que tirar proveito disso, e tinha que ser grande e a meu favor. A partir daí, fui planejando, e minha vontade de querer comer ela cresceu. Já olhava pra ela com outros olhos e só desejava que aquele momento chegasse.
O tempo passou e, num dia menos esperado, chegou o que eu tanto queria. Naquele dia, tudo estava normal: ela e eu no escritório, conversando sobre uma coisa e outra. Ela pegou o celular como de costume e se perdeu no que sempre fazia. Minha grande oportunidade veio graças a uma ligação que entrou naquele momento. O telefone começou a tocar, e ela, do lado dela, não soube o que fazer: só me entregou o celular para eu atender. O mais estranho é que, assim que me entregou, saiu disparada do escritório sem dizer nada. Nada, quando terminei minha ligação, apertei pra encerrar e qual não foi minha surpresa que o próximo negócio que apareceu na tela do celular foi nada mais nada menos que um dos meus vídeos que eu tinha salvo automaticamente e ele voltou a tocar; era a minha grande chance e eu não podia desperdiçar, então rapidamente planejei minha estratégia pra comer ela e sabia que naquela semana ela não escapava. No dia seguinte, cheguei bem cedo no escritório porque conhecia o horário de entrada dela e, comparado com o meu, só tinha meia hora de diferença, mas já estava tudo planejado, nada podia dar errado porque fiz tudo coincidir perfeitamente pra não levantar suspeitas com mais ninguém da empresa, que pra falar a verdade, o único que eu tinha que me cuidar era do porteiro. Depois de bater o ponto, juntos cruzamos a porta que dá pra sala das mesas, eu fiquei um pouco pra trás pra poder fechar a porta, criei coragem, respirei fundo e aproveitei que ela tinha se adiantado um pouco pra chegar por trás dela. Quando a tive perto, abracei ela por trás e cruzei minhas mãos pra agarrar aquele par de peitões grandes e duros que pareciam melões, o tamanho era de respeito porque eu não conseguia pegar tudo com a palma da mão; nessa posição, minha boca ficou perto da orelha dela e só falei: "Já percebi o que você fica olhando no meu celular". Sem nenhum esforço da parte dela, ela se virou e respondeu: "É mesmo? E me diz, o que você vai fazer comigo?" Nessa hora, eu já tava bem excitado, plantei um beijo nela e ela correspondeu, nossos corpos se juntaram e ela sentiu a roçada que eu dei, nossa respiração mudou enquanto a gente começava a trocar carícias. Era óbvio que a gente não podia ficar quase na entrada das salas, então peguei ela pela mão e levei pra sala de reuniões, entrei, fechei e tranquei a porta. Era nosso momento e eu não queria que ninguém interrompesse. Voltamos a nos beijar e trocar carícias, e nessa altura já estávamos a mil. Os dois, com a mão dela, ela ficava passando a mão no meu pau por cima da calça e me disse:
— Por que você não me castiga com isso? Tira ele, quero conhecer.
Rapidamente, abaixei a calça junto com a cueca e mostrei na hora.
Ela se inclinou e começou a me dar uns boquetes. Pra ficar mais confortável, peguei uma cadeira e sentei. Ficava olhando e sentindo aqueles boquetes — ela realmente sabia fazer.
Parei ela, coloquei ela de pé, porque também queria que ela aproveitasse. Ajudei a tirar o leggings sem tirar a calcinha de renda que ela tava usando — não sei por quê, mas me fascina ver elas assim, por um momento. Acariciei a buceta dela, que por sinal já tava molhada. Foi questão de tempo pra ajudar ela a lubrificar mais. Enfiei dois dedos e brincava com o clitóris dela. Ela se arrepiou e gemia de prazer. Já tava bem molhada e preparada.
Deitei ela nas mesas da sala de reunião, joguei as pernas dela nos meus ombros, com cuidado afastei a calcinha dela pro lado e, como já tava com o pau lubrificado de saliva, enfiei nela. Nossa respiração acelerou, e eu ficava mais excitado ao ouvir ela gemer de prazer. Aproveitei a posição que eu tava e, com o dedo, ficava passando e acariciando a buceta dela. Foi quando percebi que ela só tinha uma linha, mas bem cheia, de pelos pubianos. No vai e vem que a gente tava, os dois explodimos num orgasmo gostoso. Assim que senti que ela tava gozando, tentei sair da boceta dela, mas grande parte da minha porra gozei dentro. Terminei de me esvaziar na calcinha dela, e outro jato espirrou na barriga dela.
Sabíamos que não tínhamos mais muito tempo, e os poucos minutos que sobraram a gente aproveitou pra vestir as poucas roupas que a gente tinha tirado. Abrimos portas e janelas pra ventilar o lugar e eliminar o cheiro de sexo que tava no ar, porque naquele lugar a gente tinha gozado e dado início a uma relação que até hoje a gente ainda mantém.
No resto do dia, tudo seguiu normal, e quando a gente se encontrava no escritório, a gente sorria um pro outro. Nem ela, nem eu, nos arrependíamos do que tinha rolado. Tinha acontecido de manhã, já no fim da tarde, quando ela entrou pra limpar meu escritório e, sem ninguém olhando, eu dei um beijo de passagem e passei a mão na buceta dela. Antes de terminar o turno, ela me entregou um papel com umas linhas escritas, dizendo que eu tinha feito ela gozar, que já fazia dias que não transava com o parceiro, que eu deixei ela muito molhada, a ponto de ter que colocar papel como se fosse um absorvente, porque meu gozo tava escorrendo da intimidade dela. O que mais me excitou foi que ela me convidou pra repetir aquela situação, que era só eu falar quando e ela topava, mas com a condição de eu gozar dentro dela, que queria ter todo o meu leite dentro dela e que eu não me preocupasse; porque, no fim das contas, ela tava com o DIU colocado e eu podia encher ela com toda a confiança do mundo.Como eu disse antes, isso foi o começo de algo maravilhoso que eu tenho com ela hoje em dia. Nos fins de semana, a gente aproveita ainda mais, porque temos uma hora livre só pra nós dois; mas essas histórias eu vou escrever depois.
2 comentários - Por curiosa; me termine culeando a la muchacha de limpieza