Quase se completava uma semana da ausência do meu marido em casa, já era hora da minha próxima aventura, e uma das fantasias que sempre tive é a de ser estuprada. Minha fantasia consiste em provocar e excitar um homem até o limite, mas quando ele avança com intenções de transar comigo, eu o freio, e depois volto a excitá-lo de novo, e outra vez o freio, assim repetidamente até que ele se canse do meu joguinho e me pegue de jeito, me estuprando sem consentimento algum… Essa fantasia eu tenho desde pequena, ainda uma garota do ensino médio, quando tinha essa idade, eu cumpria grande parte da minha fantasia, costumava excitar os caras, ou nem tão caras assim, e quando eles queriam me fazer amor, eu os deixava na mão. Mas, uma vez que conseguia meu propósito de excitá-los, eu os deixava e procurava outro. Digamos que, quando pequena, fui uma excitadora de braguilhas em série, e hoje em dia também sou, só que agora minha fantasia vai muito além. Meu desejo é excitar tanto um homem a ponto de provocar um estupro… Era hora de escolher minha vítima, pensava e pensava, e dezenas de candidatos passavam pela minha cabeça. Queria ser estuprada por todos, mas tinha que ir passo a passo e optar pelo meu primeiro estuprador. E, enquanto continuava pensando, uma ligação me tirou um pouco do meu plano e colocou um pouco de água fria na minha mente… — Oi, filha, quando você vai vir me visitar? Preciso que me ajude com uma coisa. — — Tá, pai… daqui a meia hora estou aí na sua casa. — — Pode vir, filha, te espero, vou preparar um café… — disse e desligou. O próprio demônio meteu o bedelho! Meu próprio pai tinha que ser minha próxima vítima! Não podia ser tão piranha! Mas meus desejos me dominavam. Ramón, esse é o nome dele, sempre foi muito carinhoso comigo até que chegou minha adolescência, e foi aí que comecei a notar que ele me olhava com outros olhos, com olhos de predador. Naquela época, e como contei antes, eu começava minha vida como excitadora de braguilhas, e foi meu próprio pai uma das minhas primeiras vítimas. Lembro Quando foi a primeira vez que eu esquentei ele ao máximo? Foi naquelas noites de verão. Minha mãe trabalhava num hospital como enfermeira e uma semana por mês ela ficava de plantão à noite. Eu já notava como ele sempre olhava pra minha bunda e pros meus peitos, porque desde pequena eu sempre fui de peitões. Mas o que me fez ficar com tesão e começar meu joguinho de provocação foi uma conversa que ele teve com uns amigos que tinham ficado uma noite em casa bebendo e jogando cartas. Eu tinha ido pro meu quarto um pouco antes, me despedindo de todo mundo, falando que ia dormir porque tava com sono. Meu quarto era do lado da sala, e depois de várias doses, as vozes deles foram aumentando, e eu conseguia ouvir tudo perfeitamente…
— Que pena que a menina foi dormir! Adoro ver aquela bunda se mexendo de um lado pro outro pela sala! — disse um dos amigos. E meu pai, longe de me defender, respondeu:
— Shhh… não fala tão alto que ela pode ouvir.
Outro entrou na conversa e falou pro meu pai:
— Que rabo lindo que essa mina tem! Você já comeu ela, Ramón?
Incrédula com o que tava ouvindo, cheguei mais perto da porta pra escutar melhor a resposta do meu pai.
— Como é que eu vou comer ela?! Se é minha filha! Não posso! Mas vontade não falta!!! kkkk.
Desde pequena eu já era tão putinha que, longe de ficar brava, as palavras dele me deixaram com muito tesão. Continuei ouvindo a conversa, quietinha atrás da porta…
— Ela tem uma bunda enorme, mas o que mais me excita é a cara de puta que ela tem! — disse um, e meu pai respondeu:
— É verdade, apesar da idade, ela tem uma cara de puta do caralho, e nem preciso falar da bunda dela! Vocês ficam impressionados, mas nunca viram ela quando veste um shortinho branco bem apertado! Os peitos dela quase saltam pra fora! Toda vez que vejo ela assim, minha pica fica dura!
As palavras dele já tinham me deixado louca. Parei de ouvir a conversa, deitei na cama e comecei a me masturbar… Tive um orgasmo enorme pensando nele… Mas no dia seguinte… Começaria minha vingança. Assim que minha mãe saiu pra trabalhar, umas 21h, fui tomar banho e, ao sair, vesti o shortinho branco que deixava meu pai louco, só que dessa vez puxei ele mais pra cima, pra mostrar boa parte das bandas da minha raba. Como o short era de lycra, ficava perfeito no corpo, mas pra deixar ele no ponto de fervura, em cima só coloquei uma regata branca também, bem justa no corpo e bem decotada, tão fininha que ficava quase transparente, e sem sutiã! Assim ele notou meus bicos por baixo dela. Me olhei no espelho e, sabendo o que estava prestes a fazer, o tesão me traiu e meus bicos começaram a crescer como nunca. Tomei coragem e fui pra sala, onde ele estava colocando um filme no DVD… — Que filme você vai ver, pai? — perguntei. — Um de guerra. — Ele respondeu sem nem me olhar, terminando de arrumar o disco. Depois virou pra mim e, ao me ver, notei que o rosto dele se desmontou e quase gaguejando ele disse: — E você, mocinha… o que quer ver? — O olhar dele percorria meu corpo dos pés à cabeça… — Sei lá, pai… algo mais interessante, filme de guerra me entedia! Vamos colocar um de terror. — Pedi. — Você vai ficar com medo e depois vai ter pesadelo… — ele me alertou… — Não, pai… não tenho medo, e se eu me assustar um pouquinho, te abraço e pronto! — Minhas palavras iluminaram os olhos dele. Ele mandou eu colocar um filme, que enquanto isso ia preparar um drink. Fiz isso, escolhi um que nunca tinha visto e apertei o play. Quando os créditos iniciais terminaram, pausei, esperando meu pai chegar, sentada na poltrona preferida dele, daquelas que têm várias posições, tipo executiva. Ele não demorou com o drink, colocou ele numa mesinha ao lado da poltrona e disse: — Ah, não, mocinha, você sabe que essa poltrona é minha, então vai desocupando. — Ufa, pai! — Falei e me sentei no sofá que estava ao lado. Quando o filme começou a rodar, coloquei mais pimenta no meu jogo… — Pai, tô com medo! — falei com tom de menininha assustada… O bobo não entendeu nada. minhas intenções e ele me repreendeu…
— Te falei! Te falei, neném, que você ia ficar com medo! Vamos colocar outro filme e pronto —
Na hora eu recusei…
— Não, papai, eu quero ver, mas perto de você, pra quando eu sentir medo, você me abraçar! —
Dessa vez, ele entendeu e, sem hesitar, me disse…
— Ok… senta aqui comigo —
Batendo com a mão nos joelhos dele, eu sentei no colo dele. E mesmo sem estarmos colados, senti a respiração dele acelerar. Meu joguinho aumentou o tesão quando, sozinha e sem ele pedir, sentei direto em cima do volume dele. Num movimento rápido, me joguei pra trás e, antes que ele criasse qualquer barreira, já estava sentada, sentindo no meu booty o volume semi-duro dele. Mesmo mole, dava pra sentir que era algo grande e avantajado. Meus peitos pareciam que iam explodir de tesão. Ele, já sem vergonha nenhuma, me envolveu com os braços, deixando as mãos bem perto dos meus peitos. Digamos que meus peitos descansavam nos braços dele. A ereção foi instantânea. Senti a cabecinha do pau dele na porta do meu booty. Fingindo que nada estava acontecendo, continuei vendo o filme, enquanto sentia ele, de vez em quando, dar uma simuladinha pra cima. Depois de um tempo, pra segurar ele um pouco, me levantei e falei…
— Papai, pausa aí, já volto. —
E fui na geladeira pegar um refrigerante. Quando voltei, antes de sentar, olhei disfarçadamente pro volume dele e vi que a braguilha da calça estava aberta. Sentei de novo bem em cima do volume dele. Ele tinha amolecido um pouco, mas logo foi ficando duro de novo, e mais ainda quando eu comecei a me mexer pra baixo, disfarçadamente. Isso deixou ele louco e ele pediu…
— Julieta, meu amor, levanta um pouquinho que eu quero me ajeitar melhor… —
Assim eu fiz, ficando de costas pra ele, mostrando todo o meu booty bem de pertinho. Aí ele, segurando minha cintura com as mãos, disse…
— Já foi, neném, pode sentar. —
E me guiou pro volume dele, mas dessa vez senti o contato pele a pele com o pau dele… o sem-vergonha. ele tinha tirado o pau pra fora pela braguilha e eu sentei em cima, ele começou a se mexer perdendo toda a compostura, já não disfarçava mais, senti meu short ficar molhado com os líquidos pré-seminais dele, percebi pela respiração que ele ia gozar e foi naquele momento que resolvi fugir e deixar ele bem tarado… — Papai, tô com sono, vou dormir, amanhã a gente vê outro filme. — Fica mais um pouquinho, filha… — ele pediu, eu levantei e estiquei os braços me espreguiçando um pouco e falei… — Não, papai, amanhã a gente continua, e me abaixei um pouco como se fosse dar um beijo nele e de quebra deixei ele olhar meu decote, ele entendeu e eu fui embora, quando cheguei no meu quarto, tirei meu short, porque estava todo babado pelo pau dele, levei ele no nariz pra sentir o cheiro e quando fiz isso fiquei com muito tesão, passei a pontinha da língua pra ver qual era o gosto e me deitei já planejando meu joguinho de sedução pra noite seguinte. No dia seguinte, assim que minha mãe foi trabalhar, meu pai me perguntou… — Julieta, quer ver um filme igual ontem? — Eu, que já tinha o plano perfeito pra deixar ele louco, respondi… — Sim, papai, mas eu gosto de ver filme deitada na cama… — De novo notei que os olhos dele brilharam, animado ele respondeu… — Sim, filha! Você tem razão! Vamos levar o DVD pro meu quarto e ver um filme deitados na minha cama! — Sem perder tempo, ele pegou o aparelho e começou a instalar na TV do quarto dele… — Papai, antes de colocar o filme, vou tomar um banho, tô suada. — Ok, filha, vou fazer o mesmo. — Ele disse e entrou no banheiro da suíte, eu fui pro outro banheiro, tomei um banho rápido de água morna, e saí logo pro meu quarto, porque queria estar deitada na cama dele antes que ele saísse do banho, eu já tinha tudo planejado, entrei no meu quarto e pra ele ter um treco quando me visse, coloquei um biquíni minúsculo turquesa, era tão pequeno que minha bunda ficava toda de fora e nem se fala da parte de cima! mal dava podia esconder meus mamilos, nem minha mãe nem ele tinham me visto vestida com aquela roupa antes, já que tinha comprado um tamanho menor e nunca fui trocar. Rapidamente me enfiei na cama dele e deitei de bruços, levantando um pouquinho minha raba. Ele não demorou a aparecer, quando me viu exclamou… — Mas, neném! Que é isso que você tá vestindo! Se sua mãe te ver assim, ela vai te matar! — Com voz de mocinha, perguntei… — O que foi, papai? Ficou feio em mim? — Ele já não disfarçava mais seus desejos… — Não, Julieta, vou ser sincero… se você não fosse minha filha, eu comeria essa raba de beijos! — Ai, papai! Que coisas você fala! Sou sua neném! … mas se você se sente desconfortável com minha roupa, vou trocar… — Ele rapidamente recusou… — Não, não, filha… fica vestida assim, você tá divina… — Obrigada, pai… — falei. Ele, mais ousado que na noite anterior, me pediu um favor… — Juli, antes de assistir o filme, você não podia fazer umas massagens? Tô todo tenso. — A ideia me animou e, claro, topei. Ele estava só de toalha branca enrolada na cintura, deitou de bruços e disse… — Começa pelas minhas costas. Me ajoelhei ao lado dele e comecei a massagear toda a costa, dos ombros pra baixo, várias vezes, até que ele pediu… — Muito bem, filha, agora as pernas, dos pés pra cima. — Obedeci, comecei pelos pés, passei pelos tornozelos e subi até a virilha dele. As pernas peludas me excitavam, eram firmes e musculosas… — Agora ao contrário — ele disse e virou de barriga pra cima. Comecei de novo pelos ombros, ele não tirava os olhos dos meus peitos quase nus. A cara de safado dele ficava cada vez mais evidente, e já perdendo todo o medo, ele sugeriu… — Neném, por que você não monta em mim? Assim fica mais confortável. — Obedeci e montei, apoiando minha raba no pau dele, que tava bem duro por baixo da toalha. Sem desculpa alguma, ele me segurou pela cintura e começou a se mexer… como se tivesse me comendo! A cara de pau era total! — Papai, o que você tá fazendo?!!! – Por que você se mexe assim? – perguntei. – É que você é tão linda, gatinha! – ele disse, e depois me pediu pra descer… – Pronto, gatinha, muito obrigado, mas é melhor pararmos com as massagens porque não sei o que posso fazer com você se continuarmos… – Me fazendo de sonsa, perguntei… – E o que você poderia me fazer, papai? Do que você tem medo? – Ele, já fora de si, me respondeu… – Julieta, se você não fosse minha filha, eu te daria uma foda inesquecível!!! Gatinha, você tem uma bunda espetacular! Umas tetas do caralho! E uma cara de putona que te vende! Mas você é minha filha! Não posso fazer nada com você, além disso, por mais que eu quisesse fazer algo, você não me deixaria, né? – Ele perguntou, me deixando completamente desconcertada, hesitei na minha resposta, mas minha putaria me salvou e eu respondi… – Papai… posso deixar você me tocar ou me dar uns beijinhos carinhosos, podemos brincar de ser namorados, mas nada de fazer amor! Não podemos! Sou sua filha e ponto final. – Disse, e ele, sem perder tempo, me pediu pra deitar de bruços… – Gatinha, quero ver sua bunda. – ele disse, e eu me deitei de bruços, ele montou em mim por trás, vi a toalha que o envolvia voar para o lado da cama, senti como ele batia, balançando o pau duro nas minhas nádegas, depois a cabeça bem no meio das minhas duas nádegas e apertou de tal jeito que elas mesmas apertaram o membro dele e ele começou a esfregar de cima pra baixo… – Gatinha, que bunda, pelo amor de Deus!!! Vou me masturbar… – ele disse e continuou com o movimento, me senti muito puta por me deixar fazer isso com meu próprio pai, mas gostava demais pra impedir, ele continuava esfregando o pau na minha bunda enquanto me dizia… – Que bunda linda, Juli… sim, sim! Adoro sua bunda, putinha do papai! – Eu nem falava de tanta excitação, só me dedicava a aproveitar a situação, depois, ao notar que ele acelerava os movimentos, sabendo que estava prestes a gozar, pedi… – Papai, não vai sujar minha biquíni! – Não, filha. – ele disse e continuou acelerando os movimentos, agora se mexia como se quisesse penetrar meu cu, só era impedido pelo fio de trás da minha biquíni… um pouco por Medo de que isso acontecesse, mas mais pela puta raiva que eu tava, falei…
— Papai… quer trocar de posição?
— Claro, filha, deita de barriga pra cima.
Obedeci e ele rapidamente subiu em cima de mim, colocou o pau no meio dos meus peitos e, apertando eles contra o pau quente dele, começou a esfregar nas minhas tetas. O pau imponente dele, cada vez que subia, chegava até meu rosto, senti ele roçar nos meus lábios. Tava com vontade de chupar, mas me segurei…
— Gosta do meu pau, Julietinha? Gosta, putinha do papai? — ele perguntava, eu não respondia. Tava quase pedindo pra trocar de posição de novo quando senti um jato enorme de porra acertando bem em cima do meu nariz…
— Ahhh, siiiim, que puta gostosa você é, filha… — ele disse e soltou outro jato de porra na minha cara, dessa vez acertando meus lábios, e depois continuou esguichando porra por todo o meu rosto…
— Desculpa, filha! Não queria te sujar… — ele disse, e eu fui pro banheiro lavar o rosto. Quando saí, ele pediu desculpas…
— Neném, isso que a gente fez é errado! Sou seu pai! Não vai se repetir, e quero que você esqueça tudo que aconteceu… — Claramente ele se sentia culpado. Pra tirar a culpa dele e continuar meu joguinho, respondi…
— Não se preocupa, papai… tá tudo bem!!! Gostei muito do que aconteceu!
Ele insistiu…
— Não, filha! De jeito nenhum! Chega dessa loucura, não vou te tocar nunca mais!
— Tá bom, papai, se não me quer mais, tudo bem! Vou arrumar outro que me queira! — falei, fingindo estar brava. Ele se aproximou e colocou as mãos no meu ombro, num gesto paternal…
— Filha… não insiste, não posso te tocar! Sou seu pai… — ele disse num tom calmo, tentando fazer eu aceitar a recusa dele em continuar o jogo, mas uma mulher sempre tem o poder de convencimento… e a putinha aqui ativou no máximo. Peguei o pau dele com as mãos e perguntei…
— Você não pode me tocar, mas e se for eu que te toco? — E comecei a masturbar ele com a mão…
— Pe… mas, neném!!! O que você tá fazendo!!!??? — ele perguntou, incrédulo com o que a filhinha dele tava fazendo. Eu estava fazendo… — Que foi, papai? Não gosta que eu te toque?… — Perguntei enquanto começava a masturbá-lo com mais força… — Não… não… sim! eu gosto! mas é errado! — Eu peguei com as duas mãos e continuei puxando pra frente e pra trás aquele pau enorme… — Papai, deita… — pedi… — Pra quê, filha? já te falei que isso tem que acabar… — Enquanto isso, eu continuava masturbando ele até o pau dele ficar duro de novo, insisti… — Papai, deita, que eu quero te beijar na boca! — Ele arregalou os olhos ao ouvir minhas palavras… — Você é louca ou o quê? já te falei que tudo foi um erro! vai pra sua agora mesmo! — Dessa vez, as palavras dele eram sérias e eu sabia que quando ele ficava assim não tinha volta, então decidi jogar minha última carta… — Tá bom, papai, vou embora! — falei e saí andando feito uma puta, rebolando o máximo que podia, aquele movimento de quadril surtiu efeito porque ele me seguiu por trás e me alcançou já na porta, me prendeu contra ela antes que eu pudesse abrir, e encostando o pau na minha bunda, disse… — Você é uma filha da puta! onde aprendeu a rebolar assim??? se continuar me provocando vou arrebentar essa sua bunda de puta! — Ele tava louco, fora de si, me levantou pela cintura tirando meus pés uns quinze centímetros do chão e me deixou pendurada, encostando o pau no meu biquíni bem apertado contra a porta… — Se você gosta de pau, vai ter pau, sua puta! se gosta de me provocar, vai ter que aguentar. — disse enquanto me empurrava contra a porta com estocadas, comecei a ficar com medo, minha brincadeira tava saindo do controle… — Agora você vai ver o que acontece com puta. — falou e, dando um passo pra trás, me deixou cair e, com um puxão violento, arrancou a parte de baixo do meu biquíni… — Aiiii, papai!!! o que você tá fazendo? — perguntei, ele me carregou nos braços e me jogou na cama… — Você quer ser comida? vou te comer como se fode uma puta Como vai!
—Papaaaai! Não fala assim comigo!!! Sou sua filha!
—Ele não ligou e mandou…
—Cala a boca, sua puta de merda, e fica de quatro, vou te comer esse cu de uma vez por todas!
—Morrendo de medo, obedeci. Ele me colocou de frente pra um espelho que tinha do lado da cama…
—Quero ver sua cara na hora que eu abrir esse cu na porrada de pica, vagabunda…— disse ele…
—Papaaaai! Não quero!…
—Cala a boca, puta pica-quente, se você gosta de provocar, agora não chia!
—Aquele homem não era meu pai! Era um monstro degenerado que não tinha pena da própria filha…
—Ele encostou o pau no meu cu, senti o tamanhão dele pressionando pela primeira vez, tava prestes a perder minha virgindade anal nas mãos do meu próprio pai! E tudo por ser tão putona! Tudo culpa minha!… Fiquei apavorada quando senti ele começar a apertar mais forte, tentando abrir minha buceta de trás…
—Não, papai! Não faz isso comigo, pelo amor!
—Ele parou, e pensei que ia desistir, mas não…
—Quero que você vá pro seu quarto e vista o uniforme que usa na escola, quero te comer vestidinha de colegial, puta…— disse ele, e eu aproveitei pra me trancar no quarto com chave. Quando viu que eu tava demorando, meu pai veio bater na porta. Viu que tava trancada e falou…
—Vai, Julieta, sai logo…
—Não, pai, não vou sair, você quer comer minha bunda!
—Ele tentou me convencer…
—Não, filha, papai não vai te fazer nada…
—Espiei pelo buraco da fechadura e vi ele parado a um metro da porta, peladão, com o pau duro na mão…
—Não, papai… o jogo acabou! Você tava certo! Isso é loucura…
—Filha, tô com ele duro, me ajuda a gozar…— ele pediu…
—Não, papai… não vou sair…
—Ouvi ele ir embora sem dizer nada… No dia seguinte, acordei pra ir pra escola, ele tava tomando café. Minha mãe, como tinha trabalhado a noite toda, dormia até meio-dia…
—Bom dia, filha— ele me cumprimentou como se nada tivesse acontecido na noite anterior…
—Oi, pai…— falei enquanto servia uma xícara de café, vestida com Meu uniforme escolar que ele tanto gostava, sem perceber que ele se aproximava por trás de mim, fui surpreendida por uma das mãos dele apertando minha bunda… — Papaaaaai! Não começa, por favor!… — Pedi, ele me calou… — Shhhhh… fica tranquila, putinha, que já vou trabalhar — Disse e, sem mais palavras, me deu um beijo na boca. Primeiro, pela surpresa, resisti um pouquinho, mas depois deixei a língua dele brincar com a minha; era o melhor beijo que já tinha ganhado na minha curta vida… — Esqueceu isso no meu quarto — Disse e colocou nas minhas mãos uma peça toda molhada. Baixei o olhar e vi que era meu biquíni, todo cheio de porra, que nojo! — Te falei, pai, pra não sujar! — Reclamei… Ele não ligou pro que eu dizia e, antes de ir embora, me abraçando de frente, perguntou… — Você vai ser sempre minha putinha? — As mãos dele apertando minha bunda me puxavam pra perto… — Papi, é só uma brincadeira, não quero que você me coma, todo o resto é permitido… — Ele sorriu e passou a mão na minha buceta por cima da calcinha fio dental. Comecei a gemer de prazer; naquela idade, eu era muito safada, e só o toque dos dedos dele já me deixava louca… — Tá bom, neném, papi nunca vai te comer… só vai passar a mão mesmo… — Me beijou de novo na boca e foi embora. Desde aquele dia até três anos depois, pelo menos uma vez por semana, a gente passava umas horas se pegando, se beijando, se masturbando e essas coisas, até que conheci quem hoje é meu marido e proibi meu pai de me tocar de novo. Ele, como bom pai que era, apesar da perversão, soube entender e sempre respeitou minha decisão. Os anos passaram, e agora ele mora a três quarteirões da minha casa, num apartamentinho que aluga desde que se divorciou da minha mãe. E eu, não tive ideia melhor do que provocar ele de novo! Tão, mas tão puta eu estava, que dessa vez queria esquentar ele até provocar um estupro, desejava ser estuprada selvagemente! Então, sem perder tempo, vesti uma minissaia branca elastizada bem curtinha e uns saltos altos. Vermelho, em cima uma blusa bem colada no corpo, rosa, abotoada na frente e sem sutiã, óbvio! Me olhei no espelho cuidando até o último detalhe e saí andando pra casa do meu pai. As barbaridades que me gritaram na rua ao me ver vestida assim e rebolando feito uma puta foram intermináveis. Ao chegar na porta dele, desabotoei mais dois botões do meu decote, meus peitos se soltaram e pularam quase tudo pra fora, a blusa tão aberta só escondia meus bicos. Aí toquei a campainha… — Neném! Que alegria te ver! Cê me esqueceu, já nem me visita mais! — Ele disse, me dando um abraço carinhoso. Nele, fiz questão de esfregar meus bicos no peito nu dele, já que ele só tava de jeans e tênis. Apesar dos 48 anos, tava bem conservado, sem barriga nenhuma e os músculos intactos. Ele é todo um macho, bem viril e sempre sedutor… — Cê também não me visita, pai — reclamei. — Sabe que tô cheio de trampo e não gosto de sair de casa, mas beleza, vamos pra dentro que temos que botar o papo em dia — Ele falou e me deixou passar. Caminhei rebolando a bunda na frente dele até a cozinha… — Seu marido, como é que tá? — Perguntou enquanto me servia uma xícara de café. — Bem, pai… Ele tá trabalhando fora da cidade, volta daqui a umas duas semanas… — Ele se surpreendeu. — E te deixa sozinha? — — Ué, pai! Já sou grandinha! — — Então cê tem tempo de sobra pra me visitar! — Olhando a bagunça que ele tinha no apartamento inteiro, falei: — Pai! Que bagunça que cê tem aqui! — — Filha, era justamente sobre isso que eu queria falar. Não tenho tempo nem saco pra limpar nada aqui em casa. Preciso que você venha pelo menos dia sim, dia não, e dê uma geral… — — Pai… por que não contrata uma diarista e pronto? — — Filha, cê sabe que não confio em ninguém. Além do mais, nenhuma diarista poderia ser tão gostosa quanto minha filha. — Percebi, pelas palavras dele, que ele continuava sendo o mesmo assediador de sempre… — Ah, obrigada, pai! — Agradeci e prometi. voltar no dia seguinte pra começar a limpeza do apartamento dele. Ao me despedir, antes de ir embora, me aproximei e dei um beijo nele. Deixei bem claro que não tava de sutiã, porque esfreguei meus peitos de propósito no peito dele... No dia seguinte, fui pra casa dele vestida pra deixar ele louco de tesão: um shortinho de lycra vermelha, bem enfiado na minha bunda, tênis esportivo, e em cima só uma regatinha de algodão também vermelha. Não queria sair na rua assim com a bunda praticamente nua, então amarrei uma jaquetinha na cintura, deixando ela pendurada atrás pra esconder a rabeta... Quando cheguei na porta dele, tirei a jaqueta e bati. Ele não demorou pra abrir, me fez entrar e me seguiu por trás até a sala. — Nena, vou te avisar uma coisa: se amanhã você vier de novo na minha casa vestida assim, mostrando toda essa bunda, eu não me responsabilizo! — Ele falou num tom de brincadeira, mas eu sabia que não tava zoando. — Ha ha ha... pai! Você já tá véio demais pra ficar de gracinha com as mulheres, ainda mais comigo, que sou sua filha! — Esse véio ainda tem muito pra dar... quer provar? — Dessa vez não era brincadeira. Fiquei meio nervosa, mas pra sair da situação perguntei: — Bom, pai, por onde eu começo a limpar? — Por onde você quiser, nena... — Ele disse, e eu comecei a lavar os pratos e talheres sujos, sempre empinando a bunda pra ele se deliciar com a vista. — Nena, olho pra sua bunda e é a mesma bunda linda que você tinha aos 16 anos! — Pai! Que isso! Já te falei que você tá véio demais pra ficar se achando! Você tem 48 anos! E vou repetir: sou sua filha! — Tá bom, nena... desculpa... mas o que você quer que eu faça? Se você vem na minha casa com a bunda quase toda de fora, é claro que sobe a pica! — Paaaaai!!! Não pode subir por minha causa! Sou sua filha! Não seja tarado! — Recriminei, virando e olhando nos olhos dele. — Olha, filha... olha como você me deixa! — Ele disse, se levantando e mostrando um volume enorme debaixo da calça de academia que ele tava usando… — Papai, se você continuar com essa loucura, eu não venho mais — falei, fingindo estar brava, terminei de lavar a louça e, sem muita despedida, fui pra minha casa. No dia seguinte, não fui na casa dele, queria fazê-lo esperar mais um dia, sabia que ele ia estar ansioso pra me ver, então merecia sofrer um pouquinho, então deixei passar um dia pra ir vê-lo. Dessa vez, vesti roupa de academia, legging branca, regata preta, e fui pra casa dele. Quando cheguei e ele me deu um beijo de boas-vindas, senti pelo hálito que ele tinha bebido algo com álcool… — Oi, papai… o que você andou bebendo? Seu hálito tá de bêbado — avisei. — Nada, filha, um copinho de vinho branco doce, só isso — ele se desculpou. Eu me animei um pouco, porque sabia que quando ele bebia, ficava mais ousado e tarado… — Papai… vou começar pela limpeza no seu quarto — falei, e fui limpar o quarto dele. Ele ficou na cozinha bebendo vinho. Quando terminei, fui encontrá-lo. Na mesa, do lado da taça de vinho, tinha um presentinho, um envelope dourado com um laço de presente. Quando vi o pacote, perguntei: — E isso? O que é, papai? — É pra você, como agradecimento por vir me ajudar com a limpeza… — Ai, obrigada, papai! — falei, dando um beijo agradecido e abri logo o presente. Quando abri, entendi que a perversão dele não tinha limites: era um conjunto de lingerie erótica, um body de tule preto, transparente e muito sexy… — Papai!!!! O que é isso!? — Roupinha que quero te dar… por que você não experimenta e me mostra como fica? — Obrigada pelo presente, papai! Gostei muito, mas não acho que seja a hora de estrear! — Meu pai insistiu: — Vamos, filha! Não seja tímida! — Aceitei o pedido dele, fui pro quarto dele, tirei todas as minhas roupas e vesti. Era realmente muito bonito, o caimento e a transparência me deixavam quase nua. Me olhei no espelho por tanto tempo que passaram alguns minutos e como Demorou, mas apareceu meu pai... — Vamos, filha, vamos pra sala de jantar que lá tenho uma luz melhor pra te ver... — Saí atrás dele, quando chegamos na sala de jantar, ele se virou pra me olhar, os olhos dele pareciam pular do rosto... — Ah nãooo, que puta gostosa! — Disse ele e me pediu pra dar uma volta pra ele me ver, obedeci e ele exclamou... — Ah nãooo, filha da puta! que rabão que você tem! — E depois de ouvir essas palavras, senti ele me dar um tapa com a palma da mão numa das nádegas da minha bunda, foi tão forte que doeu e eu falei... — Aiiii papaaaaai!!! o que você tá fazendo? chega dessas coisas estranhas, vou pra minha casa. — E saí de novo pro quarto dele pra vestir a roupa que eu tava antes, mas ele se adiantou e chegou primeiro na porta e trancou ela... surpresa, perguntei... — O que você tá fazendo, pai? me deixa entrar no seu quarto pra eu me trocar e ir embora. — Ele tirou a chave da fechadura e guardou no bolso, e com um sorriso maldoso falou... — Se quiser, pode ir... — Pai! chega de brincadeira! — falei brava, ele me ignorou e voltou pra cozinha pra servir outra taça de vinho, eu fui atrás dele pedindo pra ele me deixar ir me trocar, ele fingia que não me ouvia... sentou pra beber o vinho como se nada tivesse acontecido e depois me disse... — Filha... lembra quando você era pequena e sentava no meu colo? — Lembro, pai... e também lembro que quando eu era pequena você tentou me estuprar! a mim! que sou sua filha! — Ele sorriu e me colocou numa saia justa dizendo... — Mas também deve lembrar que era você uma puta fogosa e me provocava o tempo todo, não é? — Hesitei na resposta e me esquivei dizendo... — Pai... você sabia que era só uma brincadeira... — Uma brincadeira? uma brincadeira?... se eu quase te comi... não lembra? — Lembro, pai... bom, foi uma brincadeira que escapou um pouco do controle... agora me deixa ir pra minha casa. — pedi... — Quem persevera sempre vence, filha... vem, senta um pouquinho no meu colo como quando era pequena e depois deixo você ir. — Ele ajustou a cadeira pra trás e tirou da calça o pau bem duro, aquela imagem me derreti de tesão, fazia anos que não via o pau do meu pai e o tesão do incesto me traía me tornando mais puta… sentei no pau dele e na hora senti as mãos dele apertando e apalpando meus peitos… -Finalmente puta! finalmente vou te meter! faz anos que espero esse momento! vamos pra minha cama que quero te fazer o amor puta do papai..- Ele me levou até o quarto dele empurrando, com o pau dele batendo na minha bunda enquanto andava atrás de mim… ao abrir a porta, me levou até a cama dele, me parou de frente pra ele e me mandou chupar o pau dele… -Vai putona… chupa o pau do teu pai- Enfiei o máximo que pude o pau dele na minha boca e tentei chupar do jeito mais puta possível… -Ai sim puta! como chupa bem! vejo que melhorou com os anos!.- O pau dele batia na minha garganta enquanto meu pai puxava meus cabelos… -Bom, chega Julietinha… agora quero te fazer amor.- Levantei e falei com o tom de voz mais puta que consegui… -Papai… não, não quero que você me faça amor… quero que me estupre como os cachorros estupram as cadelas!- Os olhos dele brilharam, e ele me perguntou… -Ah é? então você gosta que dêem forte como uma maldita puta? não acredito que você goste tanto de pau filha!. fica de quatro!- ele ordenou e senti ele puxar meu corpo pro lado deixando passagem pro membro dele… sem mais cerimônia senti entrar na minha buceta cada centímetro do pau do meu pai que, sem dó nenhuma começou a bater o corpo dele na minha bunda de um jeito e com tanta violência que pensei que a cama dele ia desmontar a qualquer momento porque tava toda frouxa e fazia muito barulho… -Toma! toma puta…- Ele falava cada vez que me metia uma pica, nunca pensei que o pau do meu pai me daria tanto tesão! a situação tão proibida me excitava cada vez mais… -Mais forte papai… mais forte!- Pedi toda puta… -Não é minha intenção te machucar filha… mas tenho que arrebentar teu cu…- Ele disse, e se ajeitou de cócoras em cima de mim de um jeito que o pau dele na posição perfeita pra Penetrar meu cu... — Devagar, papai, por favor... — pedi, mas ele me lembrou: — Agorinha mesmo você tava pedindo pra eu te comer gostoso como se fosse uma puta, e é assim que vou te comer, sua puta fogosa! — E de um empurrão enfiou quase todo o pau no meu cu. Como a janela do quarto dele dava pra calçada e passava muita gente na rua, tentei não gritar, mas o segundo empurrão foi tão violento que não aguentei e soltei um berro... — Aiiii, papai!!! Aiiii! Não seja mau! — pedi, mas não tinha volta. Ele começou a destruir meu cu na base da pica, com uns empurrões terríveis!!! O pau dele queimava de tanto entrar e sair do meu cu... — Papai, aiiii, chega! Não aguento mais! — implorei, mas ele continuou, cada vez com mais violência... — Vou te dar uma sentada de cu que você nunca mais vai esquecer de mim, sua puta de merda... — Os minutos passavam, e ele continuava partindo minha bunda ao meio, demorando pra gozar... — Papai... falta muito? Tá doendo! Já deu! — O que veio nos cinco minutos seguintes é muito difícil de contar. A violência com que o corpo dele batia no meu era terrível. O pau dele parecia explodir dentro de mim, sentia a cabeça inchando cada vez mais. Meu pai puxava meu cabelo com força, doendo tanto com o pau quanto com as mãos. Totalmente submissa, não me restava nada além de esperar que o esperma dele me inundasse de uma vez pra acabar com aquela sacudida violenta... — Agora você vai ver como encho seu cu de porra, sua puta de pau quente... — Ele disse, e senti os espasmos dentro do meu cu. O esperma do meu pai jorrava dentro de mim em grandes golfadas... Caí de bruços, desabada. Ele caiu sobre mim e deixou o pau dentro da minha bunda até começar a amolecer. Pensei que tinha acabado, mas as palavras dele disseram o contrário... — Você é uma puta horrível, filha. — Ele disse, e tirando o pau de dentro do meu cu, completou: — E sabe o que eu faço com as que são tão vadias quanto você? Eu mijo nelas... Gosto de mijar nelas... — Ele disse, e atônita com as palavras dele, comecei a sentir que meu pai estava molhando minhas nádegas com um jorro fervendo de mijo… sim! o pervertido estava mijando em mim!… -Papai! que nojo! o que cê tá fazendo? não faz isso comigo!.- -Cala a boca, putinha!.- Ele disse e, como se estivesse marcando território, mijou na minha bunda por uns minuto… a verdade é que eu não podia acreditar na perversão do meu pai!!! -Papai… você é um filho da puta, como você vai me mijar assim?- Falei brava quando ele terminou, a resposta dele foi só essa… -Joga os lençóis na máquina de lavar e vai pra sua casa… no dia que eu tiver vontade de comer sua buceta, eu te chamo e você vem…- Incrédula com tanto desaforo, vi ele entrar no banheiro, coloquei os lençóis pra lavar e, depois de me trocar, fui pra minha casa… Andando as três quadras que separam a casa do meu pai da minha, fiquei pensando em como meu pai tinha me comido gostoso, eu gostava de tudo nele, mas senti que tinha passado dos limites, então decidi não vê-lo por pelo menos uns dias…
— Que pena que a menina foi dormir! Adoro ver aquela bunda se mexendo de um lado pro outro pela sala! — disse um dos amigos. E meu pai, longe de me defender, respondeu:
— Shhh… não fala tão alto que ela pode ouvir.
Outro entrou na conversa e falou pro meu pai:
— Que rabo lindo que essa mina tem! Você já comeu ela, Ramón?
Incrédula com o que tava ouvindo, cheguei mais perto da porta pra escutar melhor a resposta do meu pai.
— Como é que eu vou comer ela?! Se é minha filha! Não posso! Mas vontade não falta!!! kkkk.
Desde pequena eu já era tão putinha que, longe de ficar brava, as palavras dele me deixaram com muito tesão. Continuei ouvindo a conversa, quietinha atrás da porta…
— Ela tem uma bunda enorme, mas o que mais me excita é a cara de puta que ela tem! — disse um, e meu pai respondeu:
— É verdade, apesar da idade, ela tem uma cara de puta do caralho, e nem preciso falar da bunda dela! Vocês ficam impressionados, mas nunca viram ela quando veste um shortinho branco bem apertado! Os peitos dela quase saltam pra fora! Toda vez que vejo ela assim, minha pica fica dura!
As palavras dele já tinham me deixado louca. Parei de ouvir a conversa, deitei na cama e comecei a me masturbar… Tive um orgasmo enorme pensando nele… Mas no dia seguinte… Começaria minha vingança. Assim que minha mãe saiu pra trabalhar, umas 21h, fui tomar banho e, ao sair, vesti o shortinho branco que deixava meu pai louco, só que dessa vez puxei ele mais pra cima, pra mostrar boa parte das bandas da minha raba. Como o short era de lycra, ficava perfeito no corpo, mas pra deixar ele no ponto de fervura, em cima só coloquei uma regata branca também, bem justa no corpo e bem decotada, tão fininha que ficava quase transparente, e sem sutiã! Assim ele notou meus bicos por baixo dela. Me olhei no espelho e, sabendo o que estava prestes a fazer, o tesão me traiu e meus bicos começaram a crescer como nunca. Tomei coragem e fui pra sala, onde ele estava colocando um filme no DVD… — Que filme você vai ver, pai? — perguntei. — Um de guerra. — Ele respondeu sem nem me olhar, terminando de arrumar o disco. Depois virou pra mim e, ao me ver, notei que o rosto dele se desmontou e quase gaguejando ele disse: — E você, mocinha… o que quer ver? — O olhar dele percorria meu corpo dos pés à cabeça… — Sei lá, pai… algo mais interessante, filme de guerra me entedia! Vamos colocar um de terror. — Pedi. — Você vai ficar com medo e depois vai ter pesadelo… — ele me alertou… — Não, pai… não tenho medo, e se eu me assustar um pouquinho, te abraço e pronto! — Minhas palavras iluminaram os olhos dele. Ele mandou eu colocar um filme, que enquanto isso ia preparar um drink. Fiz isso, escolhi um que nunca tinha visto e apertei o play. Quando os créditos iniciais terminaram, pausei, esperando meu pai chegar, sentada na poltrona preferida dele, daquelas que têm várias posições, tipo executiva. Ele não demorou com o drink, colocou ele numa mesinha ao lado da poltrona e disse: — Ah, não, mocinha, você sabe que essa poltrona é minha, então vai desocupando. — Ufa, pai! — Falei e me sentei no sofá que estava ao lado. Quando o filme começou a rodar, coloquei mais pimenta no meu jogo… — Pai, tô com medo! — falei com tom de menininha assustada… O bobo não entendeu nada. minhas intenções e ele me repreendeu…
— Te falei! Te falei, neném, que você ia ficar com medo! Vamos colocar outro filme e pronto —
Na hora eu recusei…
— Não, papai, eu quero ver, mas perto de você, pra quando eu sentir medo, você me abraçar! —
Dessa vez, ele entendeu e, sem hesitar, me disse…
— Ok… senta aqui comigo —
Batendo com a mão nos joelhos dele, eu sentei no colo dele. E mesmo sem estarmos colados, senti a respiração dele acelerar. Meu joguinho aumentou o tesão quando, sozinha e sem ele pedir, sentei direto em cima do volume dele. Num movimento rápido, me joguei pra trás e, antes que ele criasse qualquer barreira, já estava sentada, sentindo no meu booty o volume semi-duro dele. Mesmo mole, dava pra sentir que era algo grande e avantajado. Meus peitos pareciam que iam explodir de tesão. Ele, já sem vergonha nenhuma, me envolveu com os braços, deixando as mãos bem perto dos meus peitos. Digamos que meus peitos descansavam nos braços dele. A ereção foi instantânea. Senti a cabecinha do pau dele na porta do meu booty. Fingindo que nada estava acontecendo, continuei vendo o filme, enquanto sentia ele, de vez em quando, dar uma simuladinha pra cima. Depois de um tempo, pra segurar ele um pouco, me levantei e falei…
— Papai, pausa aí, já volto. —
E fui na geladeira pegar um refrigerante. Quando voltei, antes de sentar, olhei disfarçadamente pro volume dele e vi que a braguilha da calça estava aberta. Sentei de novo bem em cima do volume dele. Ele tinha amolecido um pouco, mas logo foi ficando duro de novo, e mais ainda quando eu comecei a me mexer pra baixo, disfarçadamente. Isso deixou ele louco e ele pediu…
— Julieta, meu amor, levanta um pouquinho que eu quero me ajeitar melhor… —
Assim eu fiz, ficando de costas pra ele, mostrando todo o meu booty bem de pertinho. Aí ele, segurando minha cintura com as mãos, disse…
— Já foi, neném, pode sentar. —
E me guiou pro volume dele, mas dessa vez senti o contato pele a pele com o pau dele… o sem-vergonha. ele tinha tirado o pau pra fora pela braguilha e eu sentei em cima, ele começou a se mexer perdendo toda a compostura, já não disfarçava mais, senti meu short ficar molhado com os líquidos pré-seminais dele, percebi pela respiração que ele ia gozar e foi naquele momento que resolvi fugir e deixar ele bem tarado… — Papai, tô com sono, vou dormir, amanhã a gente vê outro filme. — Fica mais um pouquinho, filha… — ele pediu, eu levantei e estiquei os braços me espreguiçando um pouco e falei… — Não, papai, amanhã a gente continua, e me abaixei um pouco como se fosse dar um beijo nele e de quebra deixei ele olhar meu decote, ele entendeu e eu fui embora, quando cheguei no meu quarto, tirei meu short, porque estava todo babado pelo pau dele, levei ele no nariz pra sentir o cheiro e quando fiz isso fiquei com muito tesão, passei a pontinha da língua pra ver qual era o gosto e me deitei já planejando meu joguinho de sedução pra noite seguinte. No dia seguinte, assim que minha mãe foi trabalhar, meu pai me perguntou… — Julieta, quer ver um filme igual ontem? — Eu, que já tinha o plano perfeito pra deixar ele louco, respondi… — Sim, papai, mas eu gosto de ver filme deitada na cama… — De novo notei que os olhos dele brilharam, animado ele respondeu… — Sim, filha! Você tem razão! Vamos levar o DVD pro meu quarto e ver um filme deitados na minha cama! — Sem perder tempo, ele pegou o aparelho e começou a instalar na TV do quarto dele… — Papai, antes de colocar o filme, vou tomar um banho, tô suada. — Ok, filha, vou fazer o mesmo. — Ele disse e entrou no banheiro da suíte, eu fui pro outro banheiro, tomei um banho rápido de água morna, e saí logo pro meu quarto, porque queria estar deitada na cama dele antes que ele saísse do banho, eu já tinha tudo planejado, entrei no meu quarto e pra ele ter um treco quando me visse, coloquei um biquíni minúsculo turquesa, era tão pequeno que minha bunda ficava toda de fora e nem se fala da parte de cima! mal dava podia esconder meus mamilos, nem minha mãe nem ele tinham me visto vestida com aquela roupa antes, já que tinha comprado um tamanho menor e nunca fui trocar. Rapidamente me enfiei na cama dele e deitei de bruços, levantando um pouquinho minha raba. Ele não demorou a aparecer, quando me viu exclamou… — Mas, neném! Que é isso que você tá vestindo! Se sua mãe te ver assim, ela vai te matar! — Com voz de mocinha, perguntei… — O que foi, papai? Ficou feio em mim? — Ele já não disfarçava mais seus desejos… — Não, Julieta, vou ser sincero… se você não fosse minha filha, eu comeria essa raba de beijos! — Ai, papai! Que coisas você fala! Sou sua neném! … mas se você se sente desconfortável com minha roupa, vou trocar… — Ele rapidamente recusou… — Não, não, filha… fica vestida assim, você tá divina… — Obrigada, pai… — falei. Ele, mais ousado que na noite anterior, me pediu um favor… — Juli, antes de assistir o filme, você não podia fazer umas massagens? Tô todo tenso. — A ideia me animou e, claro, topei. Ele estava só de toalha branca enrolada na cintura, deitou de bruços e disse… — Começa pelas minhas costas. Me ajoelhei ao lado dele e comecei a massagear toda a costa, dos ombros pra baixo, várias vezes, até que ele pediu… — Muito bem, filha, agora as pernas, dos pés pra cima. — Obedeci, comecei pelos pés, passei pelos tornozelos e subi até a virilha dele. As pernas peludas me excitavam, eram firmes e musculosas… — Agora ao contrário — ele disse e virou de barriga pra cima. Comecei de novo pelos ombros, ele não tirava os olhos dos meus peitos quase nus. A cara de safado dele ficava cada vez mais evidente, e já perdendo todo o medo, ele sugeriu… — Neném, por que você não monta em mim? Assim fica mais confortável. — Obedeci e montei, apoiando minha raba no pau dele, que tava bem duro por baixo da toalha. Sem desculpa alguma, ele me segurou pela cintura e começou a se mexer… como se tivesse me comendo! A cara de pau era total! — Papai, o que você tá fazendo?!!! – Por que você se mexe assim? – perguntei. – É que você é tão linda, gatinha! – ele disse, e depois me pediu pra descer… – Pronto, gatinha, muito obrigado, mas é melhor pararmos com as massagens porque não sei o que posso fazer com você se continuarmos… – Me fazendo de sonsa, perguntei… – E o que você poderia me fazer, papai? Do que você tem medo? – Ele, já fora de si, me respondeu… – Julieta, se você não fosse minha filha, eu te daria uma foda inesquecível!!! Gatinha, você tem uma bunda espetacular! Umas tetas do caralho! E uma cara de putona que te vende! Mas você é minha filha! Não posso fazer nada com você, além disso, por mais que eu quisesse fazer algo, você não me deixaria, né? – Ele perguntou, me deixando completamente desconcertada, hesitei na minha resposta, mas minha putaria me salvou e eu respondi… – Papai… posso deixar você me tocar ou me dar uns beijinhos carinhosos, podemos brincar de ser namorados, mas nada de fazer amor! Não podemos! Sou sua filha e ponto final. – Disse, e ele, sem perder tempo, me pediu pra deitar de bruços… – Gatinha, quero ver sua bunda. – ele disse, e eu me deitei de bruços, ele montou em mim por trás, vi a toalha que o envolvia voar para o lado da cama, senti como ele batia, balançando o pau duro nas minhas nádegas, depois a cabeça bem no meio das minhas duas nádegas e apertou de tal jeito que elas mesmas apertaram o membro dele e ele começou a esfregar de cima pra baixo… – Gatinha, que bunda, pelo amor de Deus!!! Vou me masturbar… – ele disse e continuou com o movimento, me senti muito puta por me deixar fazer isso com meu próprio pai, mas gostava demais pra impedir, ele continuava esfregando o pau na minha bunda enquanto me dizia… – Que bunda linda, Juli… sim, sim! Adoro sua bunda, putinha do papai! – Eu nem falava de tanta excitação, só me dedicava a aproveitar a situação, depois, ao notar que ele acelerava os movimentos, sabendo que estava prestes a gozar, pedi… – Papai, não vai sujar minha biquíni! – Não, filha. – ele disse e continuou acelerando os movimentos, agora se mexia como se quisesse penetrar meu cu, só era impedido pelo fio de trás da minha biquíni… um pouco por Medo de que isso acontecesse, mas mais pela puta raiva que eu tava, falei…
— Papai… quer trocar de posição?
— Claro, filha, deita de barriga pra cima.
Obedeci e ele rapidamente subiu em cima de mim, colocou o pau no meio dos meus peitos e, apertando eles contra o pau quente dele, começou a esfregar nas minhas tetas. O pau imponente dele, cada vez que subia, chegava até meu rosto, senti ele roçar nos meus lábios. Tava com vontade de chupar, mas me segurei…
— Gosta do meu pau, Julietinha? Gosta, putinha do papai? — ele perguntava, eu não respondia. Tava quase pedindo pra trocar de posição de novo quando senti um jato enorme de porra acertando bem em cima do meu nariz…
— Ahhh, siiiim, que puta gostosa você é, filha… — ele disse e soltou outro jato de porra na minha cara, dessa vez acertando meus lábios, e depois continuou esguichando porra por todo o meu rosto…
— Desculpa, filha! Não queria te sujar… — ele disse, e eu fui pro banheiro lavar o rosto. Quando saí, ele pediu desculpas…
— Neném, isso que a gente fez é errado! Sou seu pai! Não vai se repetir, e quero que você esqueça tudo que aconteceu… — Claramente ele se sentia culpado. Pra tirar a culpa dele e continuar meu joguinho, respondi…
— Não se preocupa, papai… tá tudo bem!!! Gostei muito do que aconteceu!
Ele insistiu…
— Não, filha! De jeito nenhum! Chega dessa loucura, não vou te tocar nunca mais!
— Tá bom, papai, se não me quer mais, tudo bem! Vou arrumar outro que me queira! — falei, fingindo estar brava. Ele se aproximou e colocou as mãos no meu ombro, num gesto paternal…
— Filha… não insiste, não posso te tocar! Sou seu pai… — ele disse num tom calmo, tentando fazer eu aceitar a recusa dele em continuar o jogo, mas uma mulher sempre tem o poder de convencimento… e a putinha aqui ativou no máximo. Peguei o pau dele com as mãos e perguntei…
— Você não pode me tocar, mas e se for eu que te toco? — E comecei a masturbar ele com a mão…
— Pe… mas, neném!!! O que você tá fazendo!!!??? — ele perguntou, incrédulo com o que a filhinha dele tava fazendo. Eu estava fazendo… — Que foi, papai? Não gosta que eu te toque?… — Perguntei enquanto começava a masturbá-lo com mais força… — Não… não… sim! eu gosto! mas é errado! — Eu peguei com as duas mãos e continuei puxando pra frente e pra trás aquele pau enorme… — Papai, deita… — pedi… — Pra quê, filha? já te falei que isso tem que acabar… — Enquanto isso, eu continuava masturbando ele até o pau dele ficar duro de novo, insisti… — Papai, deita, que eu quero te beijar na boca! — Ele arregalou os olhos ao ouvir minhas palavras… — Você é louca ou o quê? já te falei que tudo foi um erro! vai pra sua agora mesmo! — Dessa vez, as palavras dele eram sérias e eu sabia que quando ele ficava assim não tinha volta, então decidi jogar minha última carta… — Tá bom, papai, vou embora! — falei e saí andando feito uma puta, rebolando o máximo que podia, aquele movimento de quadril surtiu efeito porque ele me seguiu por trás e me alcançou já na porta, me prendeu contra ela antes que eu pudesse abrir, e encostando o pau na minha bunda, disse… — Você é uma filha da puta! onde aprendeu a rebolar assim??? se continuar me provocando vou arrebentar essa sua bunda de puta! — Ele tava louco, fora de si, me levantou pela cintura tirando meus pés uns quinze centímetros do chão e me deixou pendurada, encostando o pau no meu biquíni bem apertado contra a porta… — Se você gosta de pau, vai ter pau, sua puta! se gosta de me provocar, vai ter que aguentar. — disse enquanto me empurrava contra a porta com estocadas, comecei a ficar com medo, minha brincadeira tava saindo do controle… — Agora você vai ver o que acontece com puta. — falou e, dando um passo pra trás, me deixou cair e, com um puxão violento, arrancou a parte de baixo do meu biquíni… — Aiiii, papai!!! o que você tá fazendo? — perguntei, ele me carregou nos braços e me jogou na cama… — Você quer ser comida? vou te comer como se fode uma puta Como vai!
—Papaaaai! Não fala assim comigo!!! Sou sua filha!
—Ele não ligou e mandou…
—Cala a boca, sua puta de merda, e fica de quatro, vou te comer esse cu de uma vez por todas!
—Morrendo de medo, obedeci. Ele me colocou de frente pra um espelho que tinha do lado da cama…
—Quero ver sua cara na hora que eu abrir esse cu na porrada de pica, vagabunda…— disse ele…
—Papaaaai! Não quero!…
—Cala a boca, puta pica-quente, se você gosta de provocar, agora não chia!
—Aquele homem não era meu pai! Era um monstro degenerado que não tinha pena da própria filha…
—Ele encostou o pau no meu cu, senti o tamanhão dele pressionando pela primeira vez, tava prestes a perder minha virgindade anal nas mãos do meu próprio pai! E tudo por ser tão putona! Tudo culpa minha!… Fiquei apavorada quando senti ele começar a apertar mais forte, tentando abrir minha buceta de trás…
—Não, papai! Não faz isso comigo, pelo amor!
—Ele parou, e pensei que ia desistir, mas não…
—Quero que você vá pro seu quarto e vista o uniforme que usa na escola, quero te comer vestidinha de colegial, puta…— disse ele, e eu aproveitei pra me trancar no quarto com chave. Quando viu que eu tava demorando, meu pai veio bater na porta. Viu que tava trancada e falou…
—Vai, Julieta, sai logo…
—Não, pai, não vou sair, você quer comer minha bunda!
—Ele tentou me convencer…
—Não, filha, papai não vai te fazer nada…
—Espiei pelo buraco da fechadura e vi ele parado a um metro da porta, peladão, com o pau duro na mão…
—Não, papai… o jogo acabou! Você tava certo! Isso é loucura…
—Filha, tô com ele duro, me ajuda a gozar…— ele pediu…
—Não, papai… não vou sair…
—Ouvi ele ir embora sem dizer nada… No dia seguinte, acordei pra ir pra escola, ele tava tomando café. Minha mãe, como tinha trabalhado a noite toda, dormia até meio-dia…
—Bom dia, filha— ele me cumprimentou como se nada tivesse acontecido na noite anterior…
—Oi, pai…— falei enquanto servia uma xícara de café, vestida com Meu uniforme escolar que ele tanto gostava, sem perceber que ele se aproximava por trás de mim, fui surpreendida por uma das mãos dele apertando minha bunda… — Papaaaaai! Não começa, por favor!… — Pedi, ele me calou… — Shhhhh… fica tranquila, putinha, que já vou trabalhar — Disse e, sem mais palavras, me deu um beijo na boca. Primeiro, pela surpresa, resisti um pouquinho, mas depois deixei a língua dele brincar com a minha; era o melhor beijo que já tinha ganhado na minha curta vida… — Esqueceu isso no meu quarto — Disse e colocou nas minhas mãos uma peça toda molhada. Baixei o olhar e vi que era meu biquíni, todo cheio de porra, que nojo! — Te falei, pai, pra não sujar! — Reclamei… Ele não ligou pro que eu dizia e, antes de ir embora, me abraçando de frente, perguntou… — Você vai ser sempre minha putinha? — As mãos dele apertando minha bunda me puxavam pra perto… — Papi, é só uma brincadeira, não quero que você me coma, todo o resto é permitido… — Ele sorriu e passou a mão na minha buceta por cima da calcinha fio dental. Comecei a gemer de prazer; naquela idade, eu era muito safada, e só o toque dos dedos dele já me deixava louca… — Tá bom, neném, papi nunca vai te comer… só vai passar a mão mesmo… — Me beijou de novo na boca e foi embora. Desde aquele dia até três anos depois, pelo menos uma vez por semana, a gente passava umas horas se pegando, se beijando, se masturbando e essas coisas, até que conheci quem hoje é meu marido e proibi meu pai de me tocar de novo. Ele, como bom pai que era, apesar da perversão, soube entender e sempre respeitou minha decisão. Os anos passaram, e agora ele mora a três quarteirões da minha casa, num apartamentinho que aluga desde que se divorciou da minha mãe. E eu, não tive ideia melhor do que provocar ele de novo! Tão, mas tão puta eu estava, que dessa vez queria esquentar ele até provocar um estupro, desejava ser estuprada selvagemente! Então, sem perder tempo, vesti uma minissaia branca elastizada bem curtinha e uns saltos altos. Vermelho, em cima uma blusa bem colada no corpo, rosa, abotoada na frente e sem sutiã, óbvio! Me olhei no espelho cuidando até o último detalhe e saí andando pra casa do meu pai. As barbaridades que me gritaram na rua ao me ver vestida assim e rebolando feito uma puta foram intermináveis. Ao chegar na porta dele, desabotoei mais dois botões do meu decote, meus peitos se soltaram e pularam quase tudo pra fora, a blusa tão aberta só escondia meus bicos. Aí toquei a campainha… — Neném! Que alegria te ver! Cê me esqueceu, já nem me visita mais! — Ele disse, me dando um abraço carinhoso. Nele, fiz questão de esfregar meus bicos no peito nu dele, já que ele só tava de jeans e tênis. Apesar dos 48 anos, tava bem conservado, sem barriga nenhuma e os músculos intactos. Ele é todo um macho, bem viril e sempre sedutor… — Cê também não me visita, pai — reclamei. — Sabe que tô cheio de trampo e não gosto de sair de casa, mas beleza, vamos pra dentro que temos que botar o papo em dia — Ele falou e me deixou passar. Caminhei rebolando a bunda na frente dele até a cozinha… — Seu marido, como é que tá? — Perguntou enquanto me servia uma xícara de café. — Bem, pai… Ele tá trabalhando fora da cidade, volta daqui a umas duas semanas… — Ele se surpreendeu. — E te deixa sozinha? — — Ué, pai! Já sou grandinha! — — Então cê tem tempo de sobra pra me visitar! — Olhando a bagunça que ele tinha no apartamento inteiro, falei: — Pai! Que bagunça que cê tem aqui! — — Filha, era justamente sobre isso que eu queria falar. Não tenho tempo nem saco pra limpar nada aqui em casa. Preciso que você venha pelo menos dia sim, dia não, e dê uma geral… — — Pai… por que não contrata uma diarista e pronto? — — Filha, cê sabe que não confio em ninguém. Além do mais, nenhuma diarista poderia ser tão gostosa quanto minha filha. — Percebi, pelas palavras dele, que ele continuava sendo o mesmo assediador de sempre… — Ah, obrigada, pai! — Agradeci e prometi. voltar no dia seguinte pra começar a limpeza do apartamento dele. Ao me despedir, antes de ir embora, me aproximei e dei um beijo nele. Deixei bem claro que não tava de sutiã, porque esfreguei meus peitos de propósito no peito dele... No dia seguinte, fui pra casa dele vestida pra deixar ele louco de tesão: um shortinho de lycra vermelha, bem enfiado na minha bunda, tênis esportivo, e em cima só uma regatinha de algodão também vermelha. Não queria sair na rua assim com a bunda praticamente nua, então amarrei uma jaquetinha na cintura, deixando ela pendurada atrás pra esconder a rabeta... Quando cheguei na porta dele, tirei a jaqueta e bati. Ele não demorou pra abrir, me fez entrar e me seguiu por trás até a sala. — Nena, vou te avisar uma coisa: se amanhã você vier de novo na minha casa vestida assim, mostrando toda essa bunda, eu não me responsabilizo! — Ele falou num tom de brincadeira, mas eu sabia que não tava zoando. — Ha ha ha... pai! Você já tá véio demais pra ficar de gracinha com as mulheres, ainda mais comigo, que sou sua filha! — Esse véio ainda tem muito pra dar... quer provar? — Dessa vez não era brincadeira. Fiquei meio nervosa, mas pra sair da situação perguntei: — Bom, pai, por onde eu começo a limpar? — Por onde você quiser, nena... — Ele disse, e eu comecei a lavar os pratos e talheres sujos, sempre empinando a bunda pra ele se deliciar com a vista. — Nena, olho pra sua bunda e é a mesma bunda linda que você tinha aos 16 anos! — Pai! Que isso! Já te falei que você tá véio demais pra ficar se achando! Você tem 48 anos! E vou repetir: sou sua filha! — Tá bom, nena... desculpa... mas o que você quer que eu faça? Se você vem na minha casa com a bunda quase toda de fora, é claro que sobe a pica! — Paaaaai!!! Não pode subir por minha causa! Sou sua filha! Não seja tarado! — Recriminei, virando e olhando nos olhos dele. — Olha, filha... olha como você me deixa! — Ele disse, se levantando e mostrando um volume enorme debaixo da calça de academia que ele tava usando… — Papai, se você continuar com essa loucura, eu não venho mais — falei, fingindo estar brava, terminei de lavar a louça e, sem muita despedida, fui pra minha casa. No dia seguinte, não fui na casa dele, queria fazê-lo esperar mais um dia, sabia que ele ia estar ansioso pra me ver, então merecia sofrer um pouquinho, então deixei passar um dia pra ir vê-lo. Dessa vez, vesti roupa de academia, legging branca, regata preta, e fui pra casa dele. Quando cheguei e ele me deu um beijo de boas-vindas, senti pelo hálito que ele tinha bebido algo com álcool… — Oi, papai… o que você andou bebendo? Seu hálito tá de bêbado — avisei. — Nada, filha, um copinho de vinho branco doce, só isso — ele se desculpou. Eu me animei um pouco, porque sabia que quando ele bebia, ficava mais ousado e tarado… — Papai… vou começar pela limpeza no seu quarto — falei, e fui limpar o quarto dele. Ele ficou na cozinha bebendo vinho. Quando terminei, fui encontrá-lo. Na mesa, do lado da taça de vinho, tinha um presentinho, um envelope dourado com um laço de presente. Quando vi o pacote, perguntei: — E isso? O que é, papai? — É pra você, como agradecimento por vir me ajudar com a limpeza… — Ai, obrigada, papai! — falei, dando um beijo agradecido e abri logo o presente. Quando abri, entendi que a perversão dele não tinha limites: era um conjunto de lingerie erótica, um body de tule preto, transparente e muito sexy… — Papai!!!! O que é isso!? — Roupinha que quero te dar… por que você não experimenta e me mostra como fica? — Obrigada pelo presente, papai! Gostei muito, mas não acho que seja a hora de estrear! — Meu pai insistiu: — Vamos, filha! Não seja tímida! — Aceitei o pedido dele, fui pro quarto dele, tirei todas as minhas roupas e vesti. Era realmente muito bonito, o caimento e a transparência me deixavam quase nua. Me olhei no espelho por tanto tempo que passaram alguns minutos e como Demorou, mas apareceu meu pai... — Vamos, filha, vamos pra sala de jantar que lá tenho uma luz melhor pra te ver... — Saí atrás dele, quando chegamos na sala de jantar, ele se virou pra me olhar, os olhos dele pareciam pular do rosto... — Ah nãooo, que puta gostosa! — Disse ele e me pediu pra dar uma volta pra ele me ver, obedeci e ele exclamou... — Ah nãooo, filha da puta! que rabão que você tem! — E depois de ouvir essas palavras, senti ele me dar um tapa com a palma da mão numa das nádegas da minha bunda, foi tão forte que doeu e eu falei... — Aiiii papaaaaai!!! o que você tá fazendo? chega dessas coisas estranhas, vou pra minha casa. — E saí de novo pro quarto dele pra vestir a roupa que eu tava antes, mas ele se adiantou e chegou primeiro na porta e trancou ela... surpresa, perguntei... — O que você tá fazendo, pai? me deixa entrar no seu quarto pra eu me trocar e ir embora. — Ele tirou a chave da fechadura e guardou no bolso, e com um sorriso maldoso falou... — Se quiser, pode ir... — Pai! chega de brincadeira! — falei brava, ele me ignorou e voltou pra cozinha pra servir outra taça de vinho, eu fui atrás dele pedindo pra ele me deixar ir me trocar, ele fingia que não me ouvia... sentou pra beber o vinho como se nada tivesse acontecido e depois me disse... — Filha... lembra quando você era pequena e sentava no meu colo? — Lembro, pai... e também lembro que quando eu era pequena você tentou me estuprar! a mim! que sou sua filha! — Ele sorriu e me colocou numa saia justa dizendo... — Mas também deve lembrar que era você uma puta fogosa e me provocava o tempo todo, não é? — Hesitei na resposta e me esquivei dizendo... — Pai... você sabia que era só uma brincadeira... — Uma brincadeira? uma brincadeira?... se eu quase te comi... não lembra? — Lembro, pai... bom, foi uma brincadeira que escapou um pouco do controle... agora me deixa ir pra minha casa. — pedi... — Quem persevera sempre vence, filha... vem, senta um pouquinho no meu colo como quando era pequena e depois deixo você ir. — Ele ajustou a cadeira pra trás e tirou da calça o pau bem duro, aquela imagem me derreti de tesão, fazia anos que não via o pau do meu pai e o tesão do incesto me traía me tornando mais puta… sentei no pau dele e na hora senti as mãos dele apertando e apalpando meus peitos… -Finalmente puta! finalmente vou te meter! faz anos que espero esse momento! vamos pra minha cama que quero te fazer o amor puta do papai..- Ele me levou até o quarto dele empurrando, com o pau dele batendo na minha bunda enquanto andava atrás de mim… ao abrir a porta, me levou até a cama dele, me parou de frente pra ele e me mandou chupar o pau dele… -Vai putona… chupa o pau do teu pai- Enfiei o máximo que pude o pau dele na minha boca e tentei chupar do jeito mais puta possível… -Ai sim puta! como chupa bem! vejo que melhorou com os anos!.- O pau dele batia na minha garganta enquanto meu pai puxava meus cabelos… -Bom, chega Julietinha… agora quero te fazer amor.- Levantei e falei com o tom de voz mais puta que consegui… -Papai… não, não quero que você me faça amor… quero que me estupre como os cachorros estupram as cadelas!- Os olhos dele brilharam, e ele me perguntou… -Ah é? então você gosta que dêem forte como uma maldita puta? não acredito que você goste tanto de pau filha!. fica de quatro!- ele ordenou e senti ele puxar meu corpo pro lado deixando passagem pro membro dele… sem mais cerimônia senti entrar na minha buceta cada centímetro do pau do meu pai que, sem dó nenhuma começou a bater o corpo dele na minha bunda de um jeito e com tanta violência que pensei que a cama dele ia desmontar a qualquer momento porque tava toda frouxa e fazia muito barulho… -Toma! toma puta…- Ele falava cada vez que me metia uma pica, nunca pensei que o pau do meu pai me daria tanto tesão! a situação tão proibida me excitava cada vez mais… -Mais forte papai… mais forte!- Pedi toda puta… -Não é minha intenção te machucar filha… mas tenho que arrebentar teu cu…- Ele disse, e se ajeitou de cócoras em cima de mim de um jeito que o pau dele na posição perfeita pra Penetrar meu cu... — Devagar, papai, por favor... — pedi, mas ele me lembrou: — Agorinha mesmo você tava pedindo pra eu te comer gostoso como se fosse uma puta, e é assim que vou te comer, sua puta fogosa! — E de um empurrão enfiou quase todo o pau no meu cu. Como a janela do quarto dele dava pra calçada e passava muita gente na rua, tentei não gritar, mas o segundo empurrão foi tão violento que não aguentei e soltei um berro... — Aiiii, papai!!! Aiiii! Não seja mau! — pedi, mas não tinha volta. Ele começou a destruir meu cu na base da pica, com uns empurrões terríveis!!! O pau dele queimava de tanto entrar e sair do meu cu... — Papai, aiiii, chega! Não aguento mais! — implorei, mas ele continuou, cada vez com mais violência... — Vou te dar uma sentada de cu que você nunca mais vai esquecer de mim, sua puta de merda... — Os minutos passavam, e ele continuava partindo minha bunda ao meio, demorando pra gozar... — Papai... falta muito? Tá doendo! Já deu! — O que veio nos cinco minutos seguintes é muito difícil de contar. A violência com que o corpo dele batia no meu era terrível. O pau dele parecia explodir dentro de mim, sentia a cabeça inchando cada vez mais. Meu pai puxava meu cabelo com força, doendo tanto com o pau quanto com as mãos. Totalmente submissa, não me restava nada além de esperar que o esperma dele me inundasse de uma vez pra acabar com aquela sacudida violenta... — Agora você vai ver como encho seu cu de porra, sua puta de pau quente... — Ele disse, e senti os espasmos dentro do meu cu. O esperma do meu pai jorrava dentro de mim em grandes golfadas... Caí de bruços, desabada. Ele caiu sobre mim e deixou o pau dentro da minha bunda até começar a amolecer. Pensei que tinha acabado, mas as palavras dele disseram o contrário... — Você é uma puta horrível, filha. — Ele disse, e tirando o pau de dentro do meu cu, completou: — E sabe o que eu faço com as que são tão vadias quanto você? Eu mijo nelas... Gosto de mijar nelas... — Ele disse, e atônita com as palavras dele, comecei a sentir que meu pai estava molhando minhas nádegas com um jorro fervendo de mijo… sim! o pervertido estava mijando em mim!… -Papai! que nojo! o que cê tá fazendo? não faz isso comigo!.- -Cala a boca, putinha!.- Ele disse e, como se estivesse marcando território, mijou na minha bunda por uns minuto… a verdade é que eu não podia acreditar na perversão do meu pai!!! -Papai… você é um filho da puta, como você vai me mijar assim?- Falei brava quando ele terminou, a resposta dele foi só essa… -Joga os lençóis na máquina de lavar e vai pra sua casa… no dia que eu tiver vontade de comer sua buceta, eu te chamo e você vem…- Incrédula com tanto desaforo, vi ele entrar no banheiro, coloquei os lençóis pra lavar e, depois de me trocar, fui pra minha casa… Andando as três quadras que separam a casa do meu pai da minha, fiquei pensando em como meu pai tinha me comido gostoso, eu gostava de tudo nele, mas senti que tinha passado dos limites, então decidi não vê-lo por pelo menos uns dias…
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