Bom dia, acharam que a gente tinha esquecido de vocês? Andávamos sumidos praticando umas cenas pra depois escrever pra vocês. Lembram da história "a bunda pequena do meu namorado"?
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No próximo relato, contamos como continua. Aproveitem!
O dia seguia normal, almoço, trabalho, limpar e desinfetar. Cada vez que a gente se cruzava em algum lugar, eu dava um tapão na bunda dele. Ele, tentando se reafirmar como o dominador de sempre e não perder seu lugar privilegiado no sexo, se esfregava na minha buceta e me apertava de passagem.
Chega a noite, a gente se aninha na cama e maratona nossa série, que além do sexo virou a segunda atividade favorita na quarentena. Deitados abraçados, pergunto se ele repetiria a experiência de ser minha putinha outra vez. Ele solta uma risada, não responde. Voltamos a prestar atenção na série quando, de repente, começam as carícias e beijos apaixonados.
A ideia de deixar a série rolar sem os espectadores não era boa, então pausei e a gente se encheu de beijos de novo. Carícias intensas, tentando descobrir novos lugares de prazer e voltando aos pontos de aprovação garantida. De repente, as carícias param e ele me olha fixo: "Sim, adoro ser sua putinha", responde, "mas agora vem a melhor parte", termina dizendo.
Ele se levanta e some da minha vista. Daqui a pouco volta com um lubrificante e luvas de látex, que ultimamente têm sido muito usadas quando saímos pra pegar suprimentos, e acima de tudo, um sorriso de orelha a orelha que me fazia prever que o que ele tinha na mente ia ser fora de série.
Ele se aproxima, me beija de novo com paixão, desce a boca até meus mamilos, que descaradamente se destacam apesar do confinamento confortável debaixo de uma camiseta largada sem sutiã, porque sim, toda forma de liberdade nesses tempos de reclusão é válida.
Ele dá uma mordida de cada lado e, como um botão... Meus bicos começam a endurecer e, entre as pernas, sinto um suco gostoso começando a me molhar. Ele tira minha camiseta e sua língua molhada começa a me saborear, passando pelo meu pescoço, meus peitos, minha lateral, minha barriga e voltando aos meus peitos. A língua dele sabe os movimentos que mais aceleram minha respiração, que ainda estão quase imperceptíveis, enquanto com a mão ele me belisca, puxando pra frente.
A língua dele segue o percurso até minha calcinha, que já começa a mostrar meus sucos. Ele passa a língua por cima da minha roupa íntima e, como se lesse minha mente, eu fico de quatro pra ele. Ele lambe a sola dos meus pés e passa a língua pelos meus dedos, sobe pelos meus tornozelos e minha perna. Me morde a bunda e me dá umas palmadas firmes e seguras, do jeito que eu gosto. Me puxa pelo cabelo, aproxima minha orelha da boca dele e diz: "Eu posso brincar de ser sua putinha por uns minutos, mas isso não muda que eu sou seu dono." Eu respondo com um suspiro involuntário, que me fez sentir que ele tem o poder sobre a situação naquele momento. Minha excitação tinha disparado e eu só queria que ele me comesse com força e sem piedade.
Ele volta pras minhas nádegas, separa elas e me dá mais umas palmadas, e tira minha calcinha molhada. Com as duas mãos, já que estou no poder dele, me puxa pelo cabelo, chega perto do meu ouvido e sussurra: "Agora a putinha é outra." Na mão que estava livre, que segura minha roupa íntima, ele aperta, fazendo meus fluidos escorrerem pros meus lábios. A boca dele busca rapidamente meus sucos e saboreia com sede. Extasiado pelos meus próprios fluidos, continua sussurrando no meu ouvido: "Você é tão gostosa, sua putinha." A língua inquieta dele tenta entrar por qualquer abertura que encontrar primeiro. Nessa hora, meus gemidos ficam intensos, e sinto que minha buceta tá pedindo pra ser penetrada. "Me come, por favor", eu imploro, e mesmo ouvindo, ele continua o trabalho eficiente com a boca. Usando minha própria calcinha, ele coloca na minha boca e, me dando palmadas, me lembra da minha posição: "Hoje você é meu brinquedo enquanto eu Morde minhas nádegas, desse dia você não vai esquecer. Pra minha surpresa, ele não me penetra, coloca uma luva e passa lubrificante, de repente sinto ele introduzir dois dedos com força na minha buceta. Tô mais lubrificada que antes, mas ele decide parar. "Vou te comer como nunca fizeram", ele exclamou enquanto sinto o frio do lubrificante umedecer minha buceta, aquela sensação de frio e calor que faz qualquer um tremer. Sinto os dedos de novo, agora entrando fácil em mim. Meu amo exclama: "eu sempre quero mais" e introduz o terceiro dedo, me mordendo as costas. Se aproxima sorrateiramente do meu ouvido e diz: "quer mais, não é, sua puta?" E enfia mais um dedo. Sinto quatro dedos me penetrando, as mãos gigantes do meu homem de 1,90m. Com os quatro dedos, ele faz uma abertura pra dilatar minha buceta, o lubrificante ajuda enquanto eu mordo minha calcinha pra não gritar de um prazer tão novo que faz meu corpo tremer. Acho que não pode ser mais gostoso, mas ele exclama: "cê gosta de levar punheta, sua puta?" Nesse ato, minha buceta já devorou o punho do meu amo e, enquanto me mexo possuída pelo prazer, gozo nas mãos dele, sujando nossos lençóis novos. Nos beijamos, sentindo meu cheiro na barba dele. Ele se deita na cama e, em agradecimento, chupo o pau dele, enchendo de saliva. Passo minha língua pela glande vermelha e quente que roça minha garganta enquanto ele fode minha boca com brutalidade. Que gostoso quando os líquidos seminais dele se misturam com minha saliva e escapam da minha boca, se juntando nas bolas dele. Tentando pegar tudo, chupo esticando a pele com meus lábios, engulo o pau dele até o fundo de novo, sentindo a mão dele empurrar minha cabeça, me engasgando. Tiro de novo e os líquidos viscosos se esticam da minha boca até o pau dele. Ele não aguenta mais e minha cara fica cheia de porra quentinha. Tiro as últimas gotas com a boca, subo em cima dele e meu amo recolhe o próprio sêmen com a boca. Isso me deixou a mil de novo. Ele me agarra pelo pescoço e nós... nos beijamos compartindo o gozo gostoso dele, ficando com a cara grudenta. Deito do lado dele, no lençol novo ainda encharcado pelo meu jato surpresa, a gente tá louco? Pergunto, demais mas que delícia, ele responde e a gente ri. Ele brinca com meus mamilos um pouco, me dá um beijo e levanta da cama, vejo ele de pé perto de mim estendendo a mão me convidando pra acompanhá-lo sei lá onde. Cansada mas curiosa, passo minha mão pra ele, ele me leva pro banheiro, a gente se beija e se acaricia achando mesmo que íamos tomar banho. Ele me agarra pelo pescoço e fala "você tá suja, puta, sabe como vou te limpar?" Com água e sabão? Respondo sorrindo. "Não, isso é parte da sua surpresa, ajoelha", obedeço curiosa enquanto vejo ele segurar o pau apontando pra mim e começar a mijar "Você fica aí até eu terminar" ele disse. Tudo foi tão rápido que não tive tempo de me surpreender, então, como uma boa submissa, obedeci. Um jato tão forte e morno de urina vinha no meu rosto e escorria pelos meus peitos me fazendo sentir que ele tava me dando um duchinha quente. Nunca imaginei que aquele jato pudesse ser tão prazeroso, enquanto sentia o mijo do meu dono percorrer meu corpo. Do meu rosto descendo pros meus peitos e minha barriga. Era tanto daquele néctar proibido que chegou na minha buceta pra se misturar com meus fluidos. Era tanta adrenalina do proibido que senti a fusão. Me masturbei na frente do meu dono, talvez tenha sido o tesão do momento, a loucura, a excitação, o fascínio do que não tem limite ou uma mistura de todas as opções, mas fizeram eu gozar mais rápido da minha vida. Exaltada pelo momento, meu dono me obriga a limpar o pau dele com a boca enquanto eu me aproximava, duas gotas do mijo dele chegaram na minha boca. Ele me olha de cima, admirando meu corpo molhado, ajoelhada e sem acreditar em tudo que tinha acontecido. Sorri e fala "Pra você cai melhor o apelido de putinha suja". Estende a mão, me levanta e segura meu rosto na frente dele, e fala "você é minha propriedade com esse cheiro". nenhum outro cachorro vai chegar perto de você", nos abraçamos e beijamos, sentindo o cheiro de urina nos invadir. Tomamos um banho quentinho juntos, dessa vez com água de verdade, e ele se dedica a limpar cada parte do meu corpo. Cansados e felizes, vamos para a cama, deitados abraçados, ele sussurra um "obrigado", eu amo você, respondo procurando a boca dele mais uma vez, dessa vez mergulhamos num beijo cúmplice e romântico e capotamos pra descansar... Publicamos o próximo relato quando este post passar dos 480 pontos. Espero que tenham curtido tanto quanto a gente, aceitamos sugestões, já que estamos começando. Contem nos comentários o que acham que acontece depois.


5 comentários - A bundinha do meu namorado II (vingança ou prêmio?)
van 10