Qual a chance? (Incesto com a irmã) pt 2

Continuação de uma viagem entre irmãos que acabou numa história de incesto graças a um jogo simples. Eu tava tipo, não acreditando, completamente pelado na frente da minha irmã, que já tava sem blusa, e eu com o pau durasso. Tanta era a minha excitação naquele momento que eu não conseguia me concentrar, tava servindo as nossas próximas bebidas e não sei o que a minha irmã tava murmurando, que eu não conseguia prestar atenção. Ela percebeu meu nervosismo e minha falta de concentração, provavelmente me viu todo desorientado. Ela: — O que foi? Se não tamo jogando batata quente, haha. Foi aí que eu consegui voltar um pouco à realidade e só me limitei a sorrir. Ela: — Relaxa, não tem problema, aliás, pra você ver que sou uma boa irmã e não quero te ver assim. Ela tirou o sutiã, deixando aqueles peitos lindos à mostra, era a primeira vez que eu via eles e não sabia se isso ia ajudar, mas meu pau tava no talo e, sinceramente, nunca tinha visto uns peitos tão lindos quanto os da minha irmã. Ela: — Vê se assim você fica em paz, agora é sua vez. Como pude, continuei o jogo. Eu: — Qual a probabilidade de... Já não sabia mais o que dizer, mal consegui falar essas palavras, na minha mente a frase terminava com "você me dar um boquete". Mas, por mais tarado e bêbado que eu tivesse, não conseguia falar isso. Ela: — De quê? Termina de falar ou perde sua chance. Não consegui dizer nada, só fixei o olhar naquele par de peitos e, pra criar coragem, peguei meu copo e bebi tudo de uma vez. Ela: — Parece que alguém precisava de uma dose de coragem, haha, mas como eu disse, você perdeu sua vez, então me diz: qual a probabilidade de você dar um beijinho na sua irmã? Antes que ela começasse a contar, eu consegui reagir e falei pra ela parar, que eu não aguentava mais continuar com aquilo porque a gente não tava no nosso juízo perfeito. Ela: — Não tem problema, além disso, eu falei um beijinho, é só um beijo de irmãos, e não vem com esse papo, não me diga que você nunca me olhou com outros olhos. Não nego, na fase da... Puberdade, onde tudo nos excita. Se cheguei a imaginar minha irmã enquanto me masturbava, até cheguei a fuçar entre as roupas íntimas dela, sentindo aquele gostoso cheiro de mulher, pra depois me masturbar com a roupa suja dela. Minha irmã percebeu que me fez pensar assim, então repetiu o jogo. Ela: — Qual a chance de você dar UM beijinho? Na sua irmã, mas só UM, pra você ver que não tem nada de errado num beijo entre irmãos? 3, 2, UM. Literalmente assim que ela falou, enfatizando cada vez que dizia "um". E foi assim que ela se meteu na minha mente, pra que no final da frase nós dois terminássemos dizendo "um". Além de brincar com minha mente, ela me fez lembrar daquelas punhetas gostosas pensando nela. Já tinha acabado com a pouca sanidade que restava, então, sem problemas, levantei e fiquei do lado dela, me abaixei pra dar o beijo, já que ela estava sentada. Mas antes disso, fiquei um tempo parado ali, logo em seguida com meu pau duro do lado do rosto dela, e ela, como se nada, só me olhava, esperando eu cumprir o jogo. Dei um beijo o mais perto da boca possível e voltei a sentar no meu lugar. Ela: — Beleza, irmão. Eu: — Qual a chance de você terminar de tirar a roupa igual a mim? 3, 2, 1. Foi aí que percebi que não tinha mais volta, depois que nós dois falamos o número dois. Ela, sem dizer uma palavra, parou e fez sinal pra eu também parar. Então, sem pensar, fiz isso. Bem na minha frente, ela desabotoou a calça e levou até os tornozelos, depois tirou as pernas, ficando só numa linda tanga que combinava com o corpo gostoso dela. Com um sorriso safado, não parava de me olhar, e foi aí que começou a tirar a última peça do jeito mais sexy possível, descendo devagar, igual tinha feito com a calça. O que eu tava vendo era a coisa mais linda que meus olhos poderiam ver: um corpo realmente gostoso, que nunca imaginei que minha irmã teria. Sabia que ela tinha um corpo bom pelo que dava pra ver, mas nunca imaginei que ao Ver ele tão perto e completamente nu seria lindo daquele jeito, ele estava totalmente depilado, abdômen trincado e aquela pele morena tão excitante. Diferente da calça que só mostrava as pernas, agora ele se abaixou pra pegar aquela calcinha fio-dental preta e, ao fazer isso, passou a cabeça tão perto do meu pau que eu sabia que era só questão de tempo até a gente acabar transando. Ele esticou a mão me oferecendo a peça. Ela: — Toma, maninho, pra você cheirar e bater uma antes de dormir. Eu ia pegar quando ela se jogou em mim com um beijo, que eu respondi sem problema nenhum.

Começou com um beijo intenso pra caralho, fundindo nossos lábios enquanto nossos corpos nus se chocavam. O beijo ficava cada vez mais quente, a gente mordia os lábios um do outro e as línguas começavam a ter um papel importante. Eu tava segurando minha irmã pela bunda, sentindo aquela raba firme por causa das corridas dela, quando de repente sinto uma mão começando a me masturbar. Olho pra baixo e vejo a mão da minha irmã enrolando meu pau com a calcinha fio-dental dela. Ela: — Pra você lembrar da sua infância.

A gente foi deitar no sofá enquanto ela continuava me masturbando com a roupa dela. Eu: — Qual a chance de... Como se lesse meus pensamentos, minha irmã sabia que eu ia terminar a frase pedindo um boquete, então antes que eu acabasse, ela levou meu pau pra boca dela. Ela: — Melhor a gente pular a brincadeira.

Eu tava cheio de prazer, minha irmã tava me dando o melhor boquete da minha vida, começando pelas minhas bolas e depois indo pro tronco todo até chegar na cabeça, onde ela enrolou com a língua igual uma puta. Ela me fazia gemer de prazer como nunca antes, enquanto não parava de olhar nos meus olhos. Eu não aguentava mais, minha irmã tava fazendo de tudo pra me fazer gozar, mas por mais que tentasse, eu não aguentava mais e terminei avisando ela, ela parecia... que não me ouvia e parecia que eu tava dizendo que queria acabar logo, então ela deixou ainda mais gostoso e acelerou até eu gozar. Explodi meu leite, terminei na cara dela toda e parte dos peitos dela, ver minha irmã daquele jeito me deixou ainda mais tesudo. Minha irmã, como podia, engolia a porra que ficou na boca dela enquanto limpava o resto com os dedos pra depois lamber tudo. Ela só sorriu pra mim, cheia de prazer, e sem soltar meu pau, terminou de limpar sem deixar ele perder a dureza. Ela: — espero que você ainda tenha mais guardado, porque agora você vai me pagar. CONTINUA... Nota: Valeu pelo apoio no primeiro post, nunca pensei que ia ter tanta repercussão, ou pelo menos pra mim já é muita. Faz tempo que queria compartilhar essa história com vocês, mas não tinha coragem. Espero que essa segunda parte seja tão boa quanto a primeira, ou até melhor. Do mesmo jeito, espero o apoio de vocês, os comentários e que me digam o que acharam da minha experiência. Se eu ver que isso tá tendo um impacto positivo, faço um post com fotos da minha irmã.

11 comentários - Qual a chance? (Incesto com a irmã) pt 2

Lest47
Muy bueno, a la espera de post de tu hermana y la tercera parte del relato. Van pts
Ya está la tercera parte
sevas2
Muy buena experiencia con tu hermana espero ver más y las fotos 10+
Tercera parte lista
Que bueno se puso, con mí hermana cada vez que cojemos es única
Espero con ansias el siguiente de la saga
Ya está terminada la trilogía
Tendrías que hacer el post con la fotos.... Lo que deben de esas fotos.... van +10
Excelente el relato. Van +10 y a la espera de la continuación y las fotos.
Ya está la trilogía lista
Espectacular gracias por compartir u me gustaría el post de tu hermana y la verdad te envidio la hermana que tenés ya que yo no tengo ningún hermano
Deber ser el post más caliente que leí la sensación de lo prohibido es muy caliente y si te paso me imagino como lo disfrutaste y de hecho me animé a escribir algo que me pasó con una prima
Que rico relato (confesión ) estás genial
Me encanto tu experiencia con tu hermana. Exelente relato