Que tal? Essa é uma história real, então vou começar dando uma breve introdução dos personagens, cujos nomes vou mudar. Meu nome é Carlos, o filho mais novo da família e, na época em que isso aconteceu, eu tinha 19 anos. Sou alto, corpo legal e pênis médio. Minha irmã, Carolina, tem 25 anos, uma morena gostosa com uns peitos um pouco grandes e uma bunda bem definida, já que ela corre em competições. A relação com minha irmã sempre foi boa, apesar da diferença de idade, nos dávamos muito bem, incluindo as brigas que rolavam de vez em quando, mas fora isso, nossa relação de irmãos era muito boa, havia confiança, mas não a ponto de falar de sexo ou coisas do tipo. Minha irmã e eu costumávamos viajar juntos com frequência, só nós dois, e até antes do que aconteceu nessa história, nunca tinha rolado nada fora do normal. Ela tinha seus namorados e eu saía com garotas, o normal. Tudo começou quando, numa viagem, decidimos ir para a Itália. Era o terceiro dia no país, visitando cidades, quando passamos por uma loja de moda, roupas caras. Eu disse que propunha jogar aquele jogo de "qual a probabilidade" e, se eu ganhasse, ela teria que me comprar algo daquela loja. Depois de pensar um pouco e eu falar que não importava se fosse o mais barato, acabei convencendo ela. Falei pra minha irmã: "Qual a probabilidade de você me comprar algo da loja? 3, 2, 1". Aí os dois ao mesmo tempo falamos o número 2, então eu ganhei o jogo e ela acabou me comprando uma camisa básica, mas mesmo assim gastou uma boa grana. Depois disso, sugeri irmos comer algo e que eu pagaria pra ficar quites, mesmo que o valor não se comparasse. Rimos e fomos pra lá. Depois de uma comida deliciosa, que até comemos tomando vinho, pedi dois drinks pra nós, um clássico do lugar, que tinha um gosto bom mas era meio forte. Ficamos encantados, então decidimos continuar provando os drinks do Naquele lugar, depois de uns três ou quatro drinks a mais, a gente percebeu que já era tarde e que tínhamos que voltar pro hotel. Voltamos e os dois concordamos que ainda estávamos com vontade de continuar bebendo, então descemos pro bar do hotel pra pegar mais uns drinques e depois pedimos serviço de quarto. Já no quarto, a gente continuou bebendo e os dois já estavam bem bêbados, mas não ligamos e seguimos curtindo um momento agradável. Tudo normal, nada que a gente já não tivesse feito antes, quando de repente ela me diz pra jogar de novo aquela parada de probabilidade.
Ela: Qual a probabilidade de você me dizer o que você mais gostava na sua ex-namorada? 3 2 1
A verdade é que eu não queria falar sobre isso e, pra evitar, acabei falando o número 0, então ela disse que isso era trapaça e que era como se eu tivesse perdido. Ficamos discutindo sobre isso até que eu não liguei mais e, sem pensar duas vezes, com a bebida na cabeça, acabei falando que amava o jeito que a gente transava.
Minha irmã só riu e disse:
— Parece que você adora transar, hein?
— Haha, por que você diz isso?
— Porque lembrei de quando você era mais novo e eu te peguei no flagra se masturbando.
Eu só ri sem graça e fiquei meio envergonhado porque, de fato, ela tinha me pego batendo uma algumas vezes quando eu era um adolescente. Pra ela não perceber meu constrangimento, falei rápido:
— Qual é, eu era um moleque se descobrindo, você também passou por isso.
— Eu sei, por isso nunca me incomodei quando você fazia, e mesmo que a gente não esteja mais na puberdade, vale a pena fazer quando não tem ninguém pra satisfazer a gente.
Depois disso, minha mente começou a pensar nas palavras dela e ela estava certa, uma boa punheta é necessária de vez em quando, mas me deu um tesão vindo dela, saber que ela também batia uma de vez em quando.
Eu: — Qual a probabilidade de você me dizer quando foi sua última punheta? 3 2 1
Os dois falamos um número ao mesmo tempo, ela disse 1 enquanto eu disse 3, então eu perdi e ela não precisava responder. por que responder ele? Ela: -parece que já acabou sua sorte no jogo, haha, mas pra que você quer saber isso? Mesmo assim vou te contar sem problemas, afinal de contas você me ganhou no importante. Minha última punheta foi hoje enquanto tomava banho. E a sua? Já com as doses na cabeça e como ela tinha me falado mesmo quando não perdeu, sem vergonha eu disse que minha última punheta tinha sido na noite anterior antes de dormir. Ela: -tá vendo? Não dá nada, mas agora me diz qual a chance de você me contar em que pensava quando tava fazendo? 3 2 1 Os dois ao mesmo tempo falamos nosso número e de novo falamos números diferentes. Eu: -já acabou sua sorte também, haha, mas sou bom irmão e como você me falou ainda agora também vou te responder, me masturbei lendo contos na web. Ela: -contos de quê? -contos eróticos, as experiências que os outros vivem e contam pra pessoas como eu. -e quais você gosta? -bom, de quase todos, a verdade é que tem tantos que é difícil escolher. -como assim tantos? -sim, tem desde primeira vez até incesto. -incesto? -sim, relação em família. -não seja idiota, sei o que é isso, só falei porque achei que eram os que você gosta. -bom, não vou negar que já li alguns. -de irmãos? -sim... Os dois já estavam muito bêbados e entre nós tinha muita tensão. Levantei pra servir outra dose e ela, sem pensar, mandou o olhar pro meio das minhas pernas e percebeu que tinha começado uma ereção. Ela: -olha, só de lembrar dos seus contos já tá subindo. -pois é, a verdade é que me excitam muito esses contos, tanto que prefiro ler eles do que ver vídeos, além do mais o álcool me deixa com tesão. -entendi, você é dos meus, embora eu ache que todo mundo fica com tesão quando toma um gole. Servi pros dois e enquanto fazia isso não parava de pensar nas palavras dela, já que era a primeira vez que a gente se falava assim. Sem perceber, já tava olhando o decote dela que de cima tinha uma boa visão e ela percebeu. Ela: -tá me olhando o quê? - Só você pode me ver, ou o quê? – haha, só brincando, mas já falamos que é normal – viu, olha sem vergonha. Não sei por que naquele momento tirei a camisa, acho que foi o tesão, meu corpo não aguentava mais.
Eu: qual a chance de você fazer o mesmo? 3, 2, 1. O que aconteceu me surpreendeu, já que o número dela foi 0, igual eu tinha feito antes.
Sem pensar, falei que ela tinha perdido automaticamente e ela tirou a blusa. Fiquei maravilhado com aqueles peitos morenos e brilhantes que ela escondia atrás do braço.
Ela: – verdade, eu me deixei perder pra continuarmos empatados haha, além de que já não aguentava mais esse calor e de quebra você vê eles melhor haha.
Eu: – qual a chance de você deixar eu tocar? – Ei! Era minha vez! – Você mesma disse, era – Isso não é justo – qual a chance de você deixar eu tocar neles? 3, 2, 1.
Mais uma vez falamos números diferentes, mas dessa vez ela não disse que estava tudo bem e que eu podia tocar.
Ela: – haha, por trapaceiro você perdeu! Eu ia abrir a boca pra falar algo quando ela me interrompeu.
Ela: – qual a chance de você me mostrar seu pau mole? 3, 2, 1.
Os dois ao mesmo tempo: 2! Minha irmã riu e eu não podia acreditar, fiquei meio vermelho, mas o tesão venceu e meu pau acabou ficando duro de vez. Antes que minha irmã terminasse de rir, eu já tinha tirado a calça junto com a cueca.
Eu: – pra quem você tava chamando de mole?
Ela, sem tirar os olhos do meu pau: – sim, desde que começamos o jogo ele começou a endurecer, só falei isso pra te dar um empurrão pra fazer.
Eu ia me vestir de novo, ou pelo menos colocar a cueca, quando ela me interrompeu.
Ela: – ei! O que cê tá fazendo! Você perdeu, então não pode mais se vestir.
Eu: – e quem decidiu isso?
Minha irmã, agora me olhando nos olhos com um olhar muito gostoso, não disse nada, mas aquele olhar dizia tudo.
Ela: – assim que eu gosto. Agora serve outra dose, mas com mais gelo, porque já não aguento mais esse tesão e isso tá só começando.
CONTINUA...
Ela: Qual a probabilidade de você me dizer o que você mais gostava na sua ex-namorada? 3 2 1
A verdade é que eu não queria falar sobre isso e, pra evitar, acabei falando o número 0, então ela disse que isso era trapaça e que era como se eu tivesse perdido. Ficamos discutindo sobre isso até que eu não liguei mais e, sem pensar duas vezes, com a bebida na cabeça, acabei falando que amava o jeito que a gente transava.
Minha irmã só riu e disse:
— Parece que você adora transar, hein?
— Haha, por que você diz isso?
— Porque lembrei de quando você era mais novo e eu te peguei no flagra se masturbando.
Eu só ri sem graça e fiquei meio envergonhado porque, de fato, ela tinha me pego batendo uma algumas vezes quando eu era um adolescente. Pra ela não perceber meu constrangimento, falei rápido:
— Qual é, eu era um moleque se descobrindo, você também passou por isso.
— Eu sei, por isso nunca me incomodei quando você fazia, e mesmo que a gente não esteja mais na puberdade, vale a pena fazer quando não tem ninguém pra satisfazer a gente.
Depois disso, minha mente começou a pensar nas palavras dela e ela estava certa, uma boa punheta é necessária de vez em quando, mas me deu um tesão vindo dela, saber que ela também batia uma de vez em quando.
Eu: — Qual a probabilidade de você me dizer quando foi sua última punheta? 3 2 1
Os dois falamos um número ao mesmo tempo, ela disse 1 enquanto eu disse 3, então eu perdi e ela não precisava responder. por que responder ele? Ela: -parece que já acabou sua sorte no jogo, haha, mas pra que você quer saber isso? Mesmo assim vou te contar sem problemas, afinal de contas você me ganhou no importante. Minha última punheta foi hoje enquanto tomava banho. E a sua? Já com as doses na cabeça e como ela tinha me falado mesmo quando não perdeu, sem vergonha eu disse que minha última punheta tinha sido na noite anterior antes de dormir. Ela: -tá vendo? Não dá nada, mas agora me diz qual a chance de você me contar em que pensava quando tava fazendo? 3 2 1 Os dois ao mesmo tempo falamos nosso número e de novo falamos números diferentes. Eu: -já acabou sua sorte também, haha, mas sou bom irmão e como você me falou ainda agora também vou te responder, me masturbei lendo contos na web. Ela: -contos de quê? -contos eróticos, as experiências que os outros vivem e contam pra pessoas como eu. -e quais você gosta? -bom, de quase todos, a verdade é que tem tantos que é difícil escolher. -como assim tantos? -sim, tem desde primeira vez até incesto. -incesto? -sim, relação em família. -não seja idiota, sei o que é isso, só falei porque achei que eram os que você gosta. -bom, não vou negar que já li alguns. -de irmãos? -sim... Os dois já estavam muito bêbados e entre nós tinha muita tensão. Levantei pra servir outra dose e ela, sem pensar, mandou o olhar pro meio das minhas pernas e percebeu que tinha começado uma ereção. Ela: -olha, só de lembrar dos seus contos já tá subindo. -pois é, a verdade é que me excitam muito esses contos, tanto que prefiro ler eles do que ver vídeos, além do mais o álcool me deixa com tesão. -entendi, você é dos meus, embora eu ache que todo mundo fica com tesão quando toma um gole. Servi pros dois e enquanto fazia isso não parava de pensar nas palavras dela, já que era a primeira vez que a gente se falava assim. Sem perceber, já tava olhando o decote dela que de cima tinha uma boa visão e ela percebeu. Ela: -tá me olhando o quê? - Só você pode me ver, ou o quê? – haha, só brincando, mas já falamos que é normal – viu, olha sem vergonha. Não sei por que naquele momento tirei a camisa, acho que foi o tesão, meu corpo não aguentava mais.
Eu: qual a chance de você fazer o mesmo? 3, 2, 1. O que aconteceu me surpreendeu, já que o número dela foi 0, igual eu tinha feito antes.
Sem pensar, falei que ela tinha perdido automaticamente e ela tirou a blusa. Fiquei maravilhado com aqueles peitos morenos e brilhantes que ela escondia atrás do braço.
Ela: – verdade, eu me deixei perder pra continuarmos empatados haha, além de que já não aguentava mais esse calor e de quebra você vê eles melhor haha.
Eu: – qual a chance de você deixar eu tocar? – Ei! Era minha vez! – Você mesma disse, era – Isso não é justo – qual a chance de você deixar eu tocar neles? 3, 2, 1.
Mais uma vez falamos números diferentes, mas dessa vez ela não disse que estava tudo bem e que eu podia tocar.
Ela: – haha, por trapaceiro você perdeu! Eu ia abrir a boca pra falar algo quando ela me interrompeu.
Ela: – qual a chance de você me mostrar seu pau mole? 3, 2, 1.
Os dois ao mesmo tempo: 2! Minha irmã riu e eu não podia acreditar, fiquei meio vermelho, mas o tesão venceu e meu pau acabou ficando duro de vez. Antes que minha irmã terminasse de rir, eu já tinha tirado a calça junto com a cueca.
Eu: – pra quem você tava chamando de mole?
Ela, sem tirar os olhos do meu pau: – sim, desde que começamos o jogo ele começou a endurecer, só falei isso pra te dar um empurrão pra fazer.
Eu ia me vestir de novo, ou pelo menos colocar a cueca, quando ela me interrompeu.
Ela: – ei! O que cê tá fazendo! Você perdeu, então não pode mais se vestir.
Eu: – e quem decidiu isso?
Minha irmã, agora me olhando nos olhos com um olhar muito gostoso, não disse nada, mas aquele olhar dizia tudo.
Ela: – assim que eu gosto. Agora serve outra dose, mas com mais gelo, porque já não aguento mais esse tesão e isso tá só começando.
CONTINUA...
9 comentários - Chance de rolar? (Incesto com irmã)