Com toda essa quarentena, a gente tá com muito tempo livre, eu e meu amorzinho. Tamo morando juntos há 6 meses e o sexo é do caralho. Ele tem 30 anos, corpo atlético, carinha bonita, mãos e pés enormes, e o pau dele... hummm, como eu amo o pau dele, sem prepúcio, limpinho e delicioso. Eu tenho 26 anos, cabelo preto na altura do ombro, tenho 1,72m e, mesmo não sendo muito fã de esportes, me mantenho em forma. Meu namorado e eu tamos trabalhando de casa, então temos tempo pra nos mimar e transar gostoso. Nosso dia começa com sexo oral de quem acorda primeiro. Minha meta pessoal é acordar sempre antes, mas geralmente o sono me vence. Por isso, ultimamente acordo sentindo a língua molhada e quentinha dele nos meus peitos nus, depois de uma noite de muita putaria que nos deixa exaustos. A gente faz um oral mútuo de bom dia e vai pro banho — yummy, um chuveirinho quente e uma rapidinha pra começar o dia. Vestimos roupas confortáveis e vamos pra cozinha tomar um café com o que tiver. Limpamos a casa, arrumamos e desinfetamos tudo pra começar o trampo. Ligamos o computador, mas geralmente ficamos nos provocando. Como ele é designer, fica super focado, então eu mando beijos, apalpo meus peitos na frente dele e volto pro que tava fazendo. Tem dias que ele tá tão concentrado que só consigo tirar ele do sério jogando minha calcinha nele. Acreditem, ele sempre dá um jeito de se vingar. Como eu faço conciliações bancárias, preciso ficar atenta a certos trabalhos específicos, então quando tô mais concentrada, ele tira o pau e me chama. Quase sempre caio na tentação e dou um oral rápido. Cozinhamos nos apalpando e chegamos tão quentes na soneca da tarde que virou tradição uma trepadinha pra aliviar o estresse. O caso é que uns dias atrás, J.D me mandou uma foto do banheiro. Eu tinha deixado minha calcinha fio dental depois do banho matinal. Ele entrou no banheiro, viu minha calcinha, levou até o nariz, sentindo o cheiro... seus cheiros e, não satisfeita, decide tirar a cueca, tirar uma foto e mandar dizendo: HOJE EU QUERO SER SUA SLUT. Nunca tínhamos feito isso antes, mas já tínhamos conversado sobre minha vontade de penetrá-lo e fazer uma troca de papéis. Embora ele nunca se animasse. Levantei da nossa sala-escritório, fui até o quarto e lá estava ele esperando, de fio dental, com aquele sorriso envergonhado que parecia querer mudar de ideia, mas já era tarde — eu estava decidida a pegar aquela bunda com meus dedinhos. Me aproximei, beijei sua boca apaixonadamente enquanto apertava a bunda dele. Dei um tapa e mandei ele para a cama; ele se deitou, todo obediente. Fui pegar meu nécessaire, buscar meu batom favorito, um rosa claro. Subi na cama, beijei sua boca de novo, desesperada de prazer, pintei os lábios dele e, com uma cara de excitação voraz, falei: "Bem-vinda, slut". Beijei seu pescoço, passei pelos mamilos, pelo torso, voltei para os peitos e pescoço, querendo adiar a grande chupada que o esperava. Cheguei no pau dele, puxei a calcinha para o lado e lambi a pontinha do pau, descendo até a base com minha língua molhada e morna. Depois, adivinhando a vontade dele de ser mamado, o pau dele é engolido, sentindo como roçava minha garganta e inchava na minha boca. Com a boca cheia de sucos, desci até as bolas redondas dele e chupei, esticando-as com os lábios. Paro, olho para ele e vejo aquele sorriso com batom rosa de slut. "Você gosta, slut?", pergunto. "Sim, meu amor", ele responde, então prossigo. Coloco o pau dele inteiro de novo, molho e desço até as bolas; desta vez, rapidamente me aproximo do cuzinho dele e sinto que automaticamente o tom dos gemidos dele sobe. Passo minha língua pelo cu dele uma e outra vez, volto para as bolas e, desta vez, ao voltar para a bunda, tento penetrá-lo com a língua. Ouço ele gemer e minha buceta fica completamente molhada. Aproximo um dedo do cuzinho gostoso e molhado dele enquanto, com minha língua, chupo de novo o pau delicioso; lentamente, meu dedo vai penetrando o cuzinho da minha slut. Os gemidos dele se transformam em Gritos. Meu dedo fica parado esperando o orgasmo dela se acostumar enquanto continuo lambendo a glande dela. E de repente enfio o dedo inteiro, ela grita, mas não paro. Rapidamente a dor vira uma excitação explosiva quando coloco o segundo dedo, já não tem mais dor, mas ela não aguenta e goza na minha cara. Olho pra ela, derrotada, encharcada de suor, e pergunto: "E aí? Gostou de ser minha putinha?" Ela responde: "Adorei, meu amor", com um sorriso feliz. Levanta e pergunto: "O que cê tá fazendo?" "Vou tomar um banho, a gente tem que continuar trabalhando." Fico atrás dela e digo que não, que ainda não tinha terminado. Ela me olha surpresa. "A putinha ainda não engoliu a porra dela", falo. Puxo ela pro meu rosto e faço ela lamber cada resto da porra dela. No começo relutante, depois até excitada... Dou um tapa na bunda dela e agora sim, putinha. Vamos tomar um banho quente. Nos vestimos e voltamos pro trabalho, sabendo que naquela noite minha recompensa ou castigo com certeza ia ser o dobro de gostoso.

Continua...


Continua...
11 comentários - A bundinha do meu namorado
Te espero en el chat estos días para seguir debatiendo el tema. Buena vibra, buen sexo 🥰🤞
van 10