Olá, amigos e amigas do poronga.net.
Hoje trago mais uma das minhas histórias.
Como posso explicar pra minha cunhada que a filha dela gosta de tomar banho em casa? Ao ver essas fotos, me lembrei.
Como começou a história incestuosa com minha sobrinha Loli.
Já sendo toda uma mocinha.
Começou a descobrir o corpo dela.
Primeiro, se vendo como mulher.
Descobrindo o corpo.
E sentindo, ao se tocar, aquelas cócegas que vêm da descoberta.
Sentindo o prazer de se masturbar e se sentir plena.
O que a levou a querer saber muito mais sobre sexo.
Criada numa família muito fechada.
Era difícil pra ela falar com alguém sobre o que estava sentindo.
O pai dela, meu irmão, não era uma opção pra ela.
E muito menos a mãe, que era muito careta.
Então ela me viu como alguém com quem podia falar e se sentir livre.
Eu e meu irmão temos 7 anos de diferença de idade.
Então eu não era exatamente alguém jovem, mas ao mesmo tempo mais velho, o que a deixava confortável.
Mas com muito respeito, ela falava comigo.
Fazendo de mim seu tio, amigo e confidente.
Ela se sentia livre comigo.
Ela não se sentia só intrigada pelo sexo.
Mas também com a ideia de transar com o tio.
Muitas vezes, ela brincou de me seduzir.
Eu evitava isso, mas ao mesmo tempo, meu tesão me enlouquecia.
Ter minha sobrinha na minha cama era algo que eu desejava.
O tesão do incesto tomava conta da minha mente.
Já não era mais só coisa dela.
Os hormônios dela estavam à flor da pele.
E eu podia sentir o cheiro.
Algo que me deixava muito excitado.
Um dia, depois do meio-dia, minha cunhada me ligou dizendo que uma ambulância levou meu irmão pra clínica.
Com uma forte dor de estômago.
Ela me pediu se eu podia passar pra buscá-la pra levar roupas, caso ele ficasse internado, e passar na escola pra pegar a Loli.
Claro, preocupado com a saúde do meu irmão.
Passei pela minha cunhada e depois fui buscar a Loli.
Que já estava saindo da escola.
Fomos pra clínica e vi meu irmão.
Ele estava com uma problema de estômago e ele teve que ficar internado uns dias.
Quando vi que ele tava bem, me despedi.
E minha cunhada ficou com ele.
Ela falou pra Loli ir pra casa.
E ficar lá até ela voltar.
Só que a menina disse: não quero ir pra casa.
Posso ir pra casa do tio?
Não quero ficar sozinha.
Minha cunhada me perguntou se não me incomodava.
Eu respondi: claro que não, ela fica comigo.
A gente se despediu e antes de sair, Loli me falou:
Podemos passar na minha casa?
Pra eu pegar roupa e me trocar?
E a gente fez isso.
Chegamos em casa e tava tudo normal.
Ela me pediu permissão pra tomar banho.
E foi se lavar. Saiu com um moletom e uma calça.
Falei: beleza, vou pedir uma pizza, agora é minha vez de tomar banho.
Ok, tio, respondeu.
Fiz isso, reparando como ela tava quieta e com uma indiferença.
Que nunca teve comigo.
Mas no banho, pelo espelho meio embaçado, vi que a porta tava levemente aberta.
E vi minha sobrinha espiando por trás da fresta.
Não deu pra ver muito, o espelho embaçou de vez.
Mas continuei na minha, se queria ver, que visse.
Quando saí do banho.
No meu quarto, escuto música.
Chego e vejo minha sobrinha sem o moletom e a calça que eu tinha visto antes.
A putinha tava de minissaia e regata.
Oi, tio, ela disse.
Que rápido você tomou banho.
Te incomoda se eu colocar música?
Não, de jeito nenhum, falei. Mas preciso me trocar.
Ela respondeu: ah, é verdade, hahaha.
Quer que eu saia ou fico?
Prometo que não vou espiar, hahaha.
Eu: como você quiser.
Já não viu o suficiente?
Loli: o que você tá dizendo, tio?
Eu: qual é, te vi me olhando no banho.
Ela ficou vermelha e se virou.
Não seja boba, eu sei o que você quer.
Virei ela e dei um beijo longo e profundo.
Ela se entregou, se deixando beijar e apalpar.
Finalmente podia tocar aquele rabo redondo e firme da minha sobrinha.
Com a outra mão, levantei a regata dela, deixando os peitinhos pequenos e gostosos no ar.
Pelos gemidos dela, dava pra sentir que ela tava adorando os carinhos do tio tarado dela.
Olha só os peitos perfeitos dela, mesmo sendo pequenininhos.
Acariciei e curti com minhas mãos e dedos esses bicos dos peitos.
Toquei suavemente os peitos dela inteiros.
Até chupar eles com amor e carinho.
Fazendo minha sobrinha curtir mais,
do que quando ela mesma se tocava.
Virei ela e fiquei de joelhos.
Procurei debaixo da saia dela o maior dos manjares.
Dando beijos na bunda dela enquanto levantava a saia.
Queria aproveitar ele e sem tirar a calça dela, só levantei um pouco.
E puxei a calcinha dela pra baixo.
Dava pra sentir aquele cheirinho de novinha que me enlouquecia.
Sem hesitar, coloquei ela em cima da mesa que tenho aqui e devorei a bucetinha gostosa dela.
Ela agradeceu com gemidos deliciosos.
O tio dela chupava a buceta dela.
Era a primeira vez que alguém brincava com a buceta dela.
Só as mãos e os dedos dela tinham passado por lá.
Mas nada se compara ao prazer que a língua molhada e quente do tio dela dava.
Agradecida, ela deu um orgasmo bem molhado pro tio amado dela.
Que devorou com ainda mais paixão a buceta e o cuzinho dela, fazendo ela se derreter na boca incestuosa do tio.
Mas ela queria aproveitar aquela pica que viu no chuveiro.
E que agora estava ao alcance da mão dela.
Sentei na cadeira.
E ela começou a chupar minha pica.
Os beijinhos dela eram muito gostosos e carinhosos.
E aos poucos foi chupando devagar.
Mesmo meio sem jeito.
Aos poucos foi melhorando com minhas instruções.
Enquanto chupava minha pica.
Tirei a camiseta dela enquanto curtia as boquetes e acariciava os peitinhos dela.
Ela parou pra tirar a saia.
E assim, parada na minha frente, convidei ela pra sentar.
Ela não perdeu tempo e se posicionou bem onde eu queria.
Com uma mão, pegou meu pau lubrificado pela própria saliva e sentou de uma vez.
Soltando um grito de dor.
O hímem dela rompeu.
Isso causou dor e sangrou.
Algo que surpreendeu ela, mas ao mesmo tempo sabia que podia rolar.
Mas ela só relaxou e continuou se movendo bem devagar.
Até abriu as nádegas pra engolir mais da minha pica.
Com umas chupadas e a toalha, limpa a buceta dela.
E segue a gente.
Loli: caralho, tio, isso é incrível.
Adoro ter você dentro de mim.
Nem todas as punhetas do mundo são tão gostosas assim.
Eu: Isso é foda, sobrinha.
Sua bucetinha tão pequena deixa o pau do seu tio muito feliz.
Foi uma conversa entre gemidos.
Mistura de inocência, tesão e putaria.
Em todas as posições, eu tentava enterrar minha pica o mais fundo que podia.
Fazendo minha sobrinha pular e gritar.
Isso me deixava ainda mais excitado.
E a vontade de meter até o fundo tomava conta de mim.
Não dava pra enfiar mais que a metade da minha pica.
Loli: — Tá suave, tio.
Você tá me partindo no meio.
Aiiii meu deus.
Minha buceta, tio, aiiii ufff uffff aiiii
Eu: — Só relaxa, gostosa, minha pica quer entrar mais.
Essa buceta tem que abrir mais.
Quero que sua buceta seja toda minha.
Cada milímetro de pau que conseguia fazer entrar.
Fazia a dor voltar.
Mas ao mesmo tempo, ela adorava.
Com dor, mas aproveitando muito cada orgasmo.
Ela já tava curtindo mais e bateu uma vontade danada de que minha rola entrasse bem no fundo.
Até que finalmente consegui, ela.
Ela explodiu num orgasmo.
Loli: aiii meu deus.
Mmmm ha haahaaa
Sim, tio, entrou toda mmmm.
aiiiimmm sim, que gostosa mm.m.
Vários orgasmos em cada posição.
Me deixavam louco e com uma vontade de gozar do caralho.
Eu: — Ai, Loly, não aguento mais, quero gozar.
Loli: — Não goza dentro, cara, não tomo nada.
Eu: — Não quero que você me chupe e tire minha gozada.
Eu aviso e gozo fora.
Loli: — Beleza, cara, do jeito que você quiser.
E foi assim que ela fez.
Ajoelhando-se.
Com chupadas suaves e com a ajuda da mão dela.
Foi punhetando e chupando meu pau.
Enquanto eu delirava.
Tô pronto, falei, vou gozar.
Ela chupava com força.
Um jato foi direto na boca dela.
E o resto nos peitinhos dela.
Ela olha a porra do tio nos peitos dela, brinca com ela e com meu pau.
Loli: cê gostou, tio?
Aquele jato quente na minha boca me assustou.
Eu: cê foi muito bem, minha vida.
Tô muito feliz.
Mas da próxima vez a gente procura uns lugares mais gostosos e quentes pra deixar meu gozo.
Não só nos seus peitos.
Loli: bom, tio, você sabe e eu gosto de te fazer feliz.
Enquanto limpava a porra incestuosa do tio dela.
Minha sobrinha não parou de chupar ela.
Foi assim que a Loli contou pra mãe. Você não sabe que chuveiro gostoso o tio tem.
Quero tomar banho lá sempre.
Na semana que meu irmão ficou internado e se recuperando, eu aproveitava muito da filha que cada vez tava mais puta e viciada no meu leite.
Provando por todo lado o leite do tio dela.
A frase que mais nos fazia rir era que o banheiro do tio é melhor que o nosso.
Por anos ela repetia isso.
Sem saber que o que ela mais gostava de vir em casa era foder o dia inteiro.
Fazendo nossa relação ser mais que de tio e sobrinha.
PS: bom, espero que gostem, comentem principalmente. Pra saber se vale a pena publicar.
Abraços.
Maury-só-eu
Hoje trago mais uma das minhas histórias.
Como posso explicar pra minha cunhada que a filha dela gosta de tomar banho em casa? Ao ver essas fotos, me lembrei.
Como começou a história incestuosa com minha sobrinha Loli.
Já sendo toda uma mocinha.
Começou a descobrir o corpo dela.
Primeiro, se vendo como mulher.
Descobrindo o corpo.
E sentindo, ao se tocar, aquelas cócegas que vêm da descoberta.
Sentindo o prazer de se masturbar e se sentir plena.
O que a levou a querer saber muito mais sobre sexo.
Criada numa família muito fechada.
Era difícil pra ela falar com alguém sobre o que estava sentindo.
O pai dela, meu irmão, não era uma opção pra ela.
E muito menos a mãe, que era muito careta.
Então ela me viu como alguém com quem podia falar e se sentir livre.
Eu e meu irmão temos 7 anos de diferença de idade.
Então eu não era exatamente alguém jovem, mas ao mesmo tempo mais velho, o que a deixava confortável.
Mas com muito respeito, ela falava comigo.
Fazendo de mim seu tio, amigo e confidente.
Ela se sentia livre comigo.
Ela não se sentia só intrigada pelo sexo.
Mas também com a ideia de transar com o tio.
Muitas vezes, ela brincou de me seduzir.
Eu evitava isso, mas ao mesmo tempo, meu tesão me enlouquecia.
Ter minha sobrinha na minha cama era algo que eu desejava.
O tesão do incesto tomava conta da minha mente.
Já não era mais só coisa dela.
Os hormônios dela estavam à flor da pele.
E eu podia sentir o cheiro.
Algo que me deixava muito excitado.
Um dia, depois do meio-dia, minha cunhada me ligou dizendo que uma ambulância levou meu irmão pra clínica.
Com uma forte dor de estômago.
Ela me pediu se eu podia passar pra buscá-la pra levar roupas, caso ele ficasse internado, e passar na escola pra pegar a Loli.
Claro, preocupado com a saúde do meu irmão.
Passei pela minha cunhada e depois fui buscar a Loli.
Que já estava saindo da escola.
Fomos pra clínica e vi meu irmão.
Ele estava com uma problema de estômago e ele teve que ficar internado uns dias.
Quando vi que ele tava bem, me despedi.
E minha cunhada ficou com ele.
Ela falou pra Loli ir pra casa.
E ficar lá até ela voltar.
Só que a menina disse: não quero ir pra casa.
Posso ir pra casa do tio?
Não quero ficar sozinha.
Minha cunhada me perguntou se não me incomodava.
Eu respondi: claro que não, ela fica comigo.
A gente se despediu e antes de sair, Loli me falou:
Podemos passar na minha casa?
Pra eu pegar roupa e me trocar?
E a gente fez isso.
Chegamos em casa e tava tudo normal.
Ela me pediu permissão pra tomar banho.
E foi se lavar. Saiu com um moletom e uma calça.
Falei: beleza, vou pedir uma pizza, agora é minha vez de tomar banho.
Ok, tio, respondeu.
Fiz isso, reparando como ela tava quieta e com uma indiferença.
Que nunca teve comigo.
Mas no banho, pelo espelho meio embaçado, vi que a porta tava levemente aberta.
E vi minha sobrinha espiando por trás da fresta.
Não deu pra ver muito, o espelho embaçou de vez.
Mas continuei na minha, se queria ver, que visse.
Quando saí do banho.
No meu quarto, escuto música.
Chego e vejo minha sobrinha sem o moletom e a calça que eu tinha visto antes.
A putinha tava de minissaia e regata.
Oi, tio, ela disse.
Que rápido você tomou banho.
Te incomoda se eu colocar música?
Não, de jeito nenhum, falei. Mas preciso me trocar.
Ela respondeu: ah, é verdade, hahaha.
Quer que eu saia ou fico?
Prometo que não vou espiar, hahaha.
Eu: como você quiser.
Já não viu o suficiente?
Loli: o que você tá dizendo, tio?
Eu: qual é, te vi me olhando no banho.
Ela ficou vermelha e se virou.
Não seja boba, eu sei o que você quer.
Virei ela e dei um beijo longo e profundo.
Ela se entregou, se deixando beijar e apalpar.
Finalmente podia tocar aquele rabo redondo e firme da minha sobrinha.
Com a outra mão, levantei a regata dela, deixando os peitinhos pequenos e gostosos no ar.
Pelos gemidos dela, dava pra sentir que ela tava adorando os carinhos do tio tarado dela. Olha só os peitos perfeitos dela, mesmo sendo pequenininhos.
Acariciei e curti com minhas mãos e dedos esses bicos dos peitos. Toquei suavemente os peitos dela inteiros.
Até chupar eles com amor e carinho.
Fazendo minha sobrinha curtir mais,
do que quando ela mesma se tocava.
Virei ela e fiquei de joelhos.
Procurei debaixo da saia dela o maior dos manjares.
Dando beijos na bunda dela enquanto levantava a saia.
Queria aproveitar ele e sem tirar a calça dela, só levantei um pouco. E puxei a calcinha dela pra baixo.
Dava pra sentir aquele cheirinho de novinha que me enlouquecia.
Sem hesitar, coloquei ela em cima da mesa que tenho aqui e devorei a bucetinha gostosa dela.
Ela agradeceu com gemidos deliciosos.
O tio dela chupava a buceta dela.
Era a primeira vez que alguém brincava com a buceta dela.
Só as mãos e os dedos dela tinham passado por lá.
Mas nada se compara ao prazer que a língua molhada e quente do tio dela dava.
Agradecida, ela deu um orgasmo bem molhado pro tio amado dela.
Que devorou com ainda mais paixão a buceta e o cuzinho dela, fazendo ela se derreter na boca incestuosa do tio.
Mas ela queria aproveitar aquela pica que viu no chuveiro. E que agora estava ao alcance da mão dela.
Sentei na cadeira.
E ela começou a chupar minha pica.
Os beijinhos dela eram muito gostosos e carinhosos.
E aos poucos foi chupando devagar.
Mesmo meio sem jeito.
Aos poucos foi melhorando com minhas instruções.
Enquanto chupava minha pica.
Tirei a camiseta dela enquanto curtia as boquetes e acariciava os peitinhos dela.
Ela parou pra tirar a saia.
E assim, parada na minha frente, convidei ela pra sentar.
Ela não perdeu tempo e se posicionou bem onde eu queria.
Com uma mão, pegou meu pau lubrificado pela própria saliva e sentou de uma vez.
Soltando um grito de dor.
O hímem dela rompeu.
Isso causou dor e sangrou.
Algo que surpreendeu ela, mas ao mesmo tempo sabia que podia rolar.
Mas ela só relaxou e continuou se movendo bem devagar.
Até abriu as nádegas pra engolir mais da minha pica.
Com umas chupadas e a toalha, limpa a buceta dela. E segue a gente.
Loli: caralho, tio, isso é incrível.
Adoro ter você dentro de mim.
Nem todas as punhetas do mundo são tão gostosas assim.
Eu: Isso é foda, sobrinha.
Sua bucetinha tão pequena deixa o pau do seu tio muito feliz.
Foi uma conversa entre gemidos.
Mistura de inocência, tesão e putaria.
Em todas as posições, eu tentava enterrar minha pica o mais fundo que podia. Fazendo minha sobrinha pular e gritar.
Isso me deixava ainda mais excitado.
E a vontade de meter até o fundo tomava conta de mim.
Não dava pra enfiar mais que a metade da minha pica.Loli: — Tá suave, tio.
Você tá me partindo no meio.
Aiiii meu deus.
Minha buceta, tio, aiiii ufff uffff aiiii
Eu: — Só relaxa, gostosa, minha pica quer entrar mais.
Essa buceta tem que abrir mais.
Quero que sua buceta seja toda minha.
Cada milímetro de pau que conseguia fazer entrar. Fazia a dor voltar.
Mas ao mesmo tempo, ela adorava.

Com dor, mas aproveitando muito cada orgasmo. Ela já tava curtindo mais e bateu uma vontade danada de que minha rola entrasse bem no fundo.
Até que finalmente consegui, ela.Ela explodiu num orgasmo.
Loli: aiii meu deus.
Mmmm ha haahaaa
Sim, tio, entrou toda mmmm.
aiiiimmm sim, que gostosa mm.m.

Vários orgasmos em cada posição. Me deixavam louco e com uma vontade de gozar do caralho.
Eu: — Ai, Loly, não aguento mais, quero gozar.
Loli: — Não goza dentro, cara, não tomo nada.
Eu: — Não quero que você me chupe e tire minha gozada.
Eu aviso e gozo fora.
Loli: — Beleza, cara, do jeito que você quiser.
E foi assim que ela fez.
Ajoelhando-se.
Com chupadas suaves e com a ajuda da mão dela. Foi punhetando e chupando meu pau.
Enquanto eu delirava.
Tô pronto, falei, vou gozar. Ela chupava com força.
Um jato foi direto na boca dela.
E o resto nos peitinhos dela.
Ela olha a porra do tio nos peitos dela, brinca com ela e com meu pau.
Loli: cê gostou, tio? Aquele jato quente na minha boca me assustou.
Eu: cê foi muito bem, minha vida.
Tô muito feliz.
Mas da próxima vez a gente procura uns lugares mais gostosos e quentes pra deixar meu gozo.
Não só nos seus peitos.
Loli: bom, tio, você sabe e eu gosto de te fazer feliz.
Enquanto limpava a porra incestuosa do tio dela. Minha sobrinha não parou de chupar ela.
Foi assim que a Loli contou pra mãe. Você não sabe que chuveiro gostoso o tio tem. Quero tomar banho lá sempre.
Na semana que meu irmão ficou internado e se recuperando, eu aproveitava muito da filha que cada vez tava mais puta e viciada no meu leite.
Provando por todo lado o leite do tio dela.
A frase que mais nos fazia rir era que o banheiro do tio é melhor que o nosso.
Por anos ela repetia isso.
Sem saber que o que ela mais gostava de vir em casa era foder o dia inteiro.
Fazendo nossa relação ser mais que de tio e sobrinha.
PS: bom, espero que gostem, comentem principalmente. Pra saber se vale a pena publicar.
Abraços.
Maury-só-eu
10 comentários - Mi sobrina Loli. Le gusta bañarse en casa .
Excelente relato amigo me encantó, solo tengo una duda ¿cómo se llama esta actriz?