Comendo a mulher do meu amigo

Tinha acabado de chegar na cidade a trabalho, quando entrei num bar e cruzei com o Pablo, um amigo da juventude que não via há uns vinte anos. A gente se abraçou forte. Sentamos no bar pra tomar um café e pôr a conversa em dia. Contei que era casado, com dois filhos já crescidos, e que ia ficar uns dias por causa do serviço. Ele disse que tinha casado com a namorada da adolescência, também tinha dois filhos já grandes, e me convidou pra jantar na casa dele naquela noite.

Eu conhecia a mulher dele desde novo, quando ainda namoravam. Ela se chama Luján. Era linda, com umas pernas de matar e uma bunda espetacular. Fiquei me perguntando: como será que ela tá agora?

Cheguei no horário combinado, umas 22h, com um buquê de flores pra Luján e um bom vinho tinto pro meu amigo. Troquei um abraço com ele, e quando vi a mulher dele, Luján, uma sensação de êxtase me invadiu. Ela tava maravilhosa, ainda com as mesmas pernas e uma bunda enorme. Quando me abraçou, senti os peitos dela sem sutiã contra o meu peito.

Sentamos na sala. Ela sentou na minha frente, usando uma saia curta, umas botas de couro e uma blusa transparente que deixava os bicos dos peitos bem visíveis, durinhos.

Começamos a conversar. Meu amigo foi pra cozinha abrir o vinho, e ela, com as pernas entreabertas, deixava ver a calcinha fio-dental branca enfiada nos lábios da buceta dela. Não sei se ela fazia de propósito ou não percebia a vista que tava me dando.

Meu amigo voltou, e continuei a conversa. Meu pau tava endurecendo. Não conseguia parar de olhar pras pernas dela e pra calcinha enfiada na buceta. Chegou o delivery, e enquanto meu amigo...

Enquanto meu amigo Pablo atendia o entregador, a mulher dele me pediu pra ajudar a arrumar a mesa pro jantar. Me aproximei por trás, segurei a cintura dela, encostei meu pau duro e sussurrei no ouvido dela que voltaria quando o marido não estivesse pra comer ela. Ela, surpresa, disse:

— Cê é... Um sem noção!!! Sou a mulher do teu amigo!! - se tu é a mulher do meu amigo que fica mostrando a tanga branca, metida na buceta pro amigo, parece que tu adora esquentar bilola, puta!!! E encostei de novo minha pica dura, tendo que me mandar pro banheiro pra disfarçar na frente do meu amigo. O jantar foi todo trocando olhares insinuantes, até chegar a hora de ir embora. Aquela noite não consegui dormir pensando em como ia comer a Luján, fiquei muito tesudo, tive que bater uma pra acalmar o meu amigão. De manhã apareci na casa da Luján, sabia que o Pablo não ia estar por causa do trabalho até meio-dia; ela abriu a porta, e sem falar nada eu atropelei ela e encurralei contra a parede da sala, comecei a beijar aqueles lábios carnudos, enquanto uma mão descia pra buceta dela e a outra apertava os peitos, ela resistia um pouco, mas ao mesmo tempo se entregava, enquanto eu falava "vou te comer, puta... vou te dar a melhor fodida dos teus últimos tempos, me dá a mão, pega na minha pica, puta, olha como ela tá dura... tu vai chupar ela toda..." ela começou a falar, "tu é um filho da puta!!!, mas eu adoro, filho da puta, então me come de uma vez...!!!" Virei ela, encostei na parede, me abaixei, puxei a tanga branca e comecei a chupar o cu dela, enquanto batia uma na buceta dela, a puta começou a gemer igual uma cadela no cio, na hora ficou molhada que nem um mar, lubrifiquei bem o cu dela, e encostei minha pica na entrada, ela... - por aí não, não me come pelo rabo... - ahhh, então tu tem ele virgem, puta, teu marido nunca te meteu no cu, com esse rabo lindo que tu tem? - NÃO, nunca me comeu pelo cu!!! aiii que tesão... Comecei a enfiar a pontinha da minha pica, doeu, mas ela levantava mais a bunda, e de um empurrão só enfiei tudo, ela gritou de dor, mas depois começou a gemer... "Aiii, isso, isso, me dá assim, me come... Tá rasgando meu cu, adoro... que pica linda, me dá mais." Comecei a bombar até ela gozar duas Orgamos seguidos... tirei a pica do cu dela e dei pra ela chupar, a putinha começou a engolir tudo, chupava minhas bolas e enfiava tudo de novo. Eu falava pra ela:
— Gosta de chupar pica, sua puta? Engole que é toda sua, vagabunda! Deixa ela bem dura que quero continuar te comendo, sua puta!
— Me come, adoro chupar uma pica boa igual a sua... me dá, me come agora!!!
Coloquei ela de quatro e enfiei de uma vez, a putinha gemia e gritava que nem uma louca, e depois de bombar, ela gozou mais dois orgasmos. Eu, todo excitado, tirei a pica, peguei ela pela cabeça, trouxe o rosto dela pra perto da minha pica e ela começou a chupar que nem desesperada, até que eu joguei um jato de porra infernal, que ela engoliu tudo, a putinha... e falei pra ela:
— De agora em diante, quero que você seja minha puta, minha amante. Vou te comer pela casa toda, quero te comer na cama do seu maridinho quando ele voltar amanhã. Tchau, puta.

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