Somos 5 irmãs, Mamãe e Manuel. Parte 1

Olá, Comunidade. Hoje trago um conto pra vocês que, dependendo do impacto e de quanto vocês gostarem, pode ser só mais um conto ou talvez virar uma série de vários capítulos onde os personagens possam se desenvolver bem. O conto é de minha autoria. Sem mais delongas, vamos ao conto. Espero seus pontos e, principalmente, seus comentários pra ver o que acharam e se querem uma segunda parte. Um abraço grande. Essa é a história de Manuel. Poderia ser a sua, a minha, a de qualquer homem, mas é a dele. Manuel acabou de fazer 18 anos e é o 6º filho de Laura, uma senhora normal, de 68 anos, médica, divorciada. O curioso sobre a vida de Manuel é que ele é o único homem em sua casa, que divide com 3 de suas 5 irmãs (Romina de 20, Delfina de 23 e Estefania de 25) e sua mãe, Laura. Aldana de 28 e Paula de 30 moravam juntas num apartamento não muito longe da casa da família, desde uns dois anos atrás. Vamos parar um instante pra conhecer a família, começando da mais velha pra mais nova, com Laura, a mãe. Laura é uma mulher forte, batalhadora, que se fez sozinha, já que seus pais morreram jovens e ela, filha única, teve que aprender a se virar e crescer desde cedo. Apesar de tudo isso, ela terminou a faculdade com honras, é uma médica cirurgiã muito importante e, mesmo tendo tido 6 filhos, mantinha um corpo escultural, cuidado e tonificado na base da academia e boa alimentação. Ela se separou do marido aos 53, quando Manuel tinha só 3 anos, e desde então, nunca mais teve namorado, ficante, transa, nem peguete. Pura abstinência, 15 longos anos de puro nada. Então essa mulher de cabelo loiro platinado, comprido e liso, olhos verdes, rosto sardento, 1,70m e com medidas 110-70-100 se dedicava estritamente ao trabalho e, além de ter uns quantos pretendentes, mensagens, colegas de trabalho e enfermeiros babões e mais de um paciente apaixonado... ela se desperdiçava, longe do alcance dos homens. Vamos agora para a Paula. Paula é a mais velha dos 6. Com 30 anos recém-completados, seguiu os passos da mãe e se formou médica, mas especializada em pediatria. Mora com a Aldana e a verdade é que não tem tido sorte no amor. Embora tenha tido vários namorados, nenhum durou, porque ela trabalha demais e isso acaba cansando os parceiros. O físico dela ajuda muito, já que o tempo livre que tem do trabalho, ela passa na academia, em aulas de zumba, salsa, funcional, crossfit e qualquer exercício que se possa imaginar. Ela puxou ao pai, então é alta, 1,80m, loira como a mãe, olhos verdes, peitos enormes, 120, e uma bunda esculpida por Miguel Ângelo. Seguimos com a Aldana, a "nerd" da família. A Aldana sempre foi diferente. A única morena de todas as irmãs. Viciada em estudo. Aos 28 anos, já é formada como professora de Literatura e tradutora de francês. Sempre dedicada aos estudos e ao trabalho, nunca teve um namorado, nem nada do tipo, então o grande segredo dela é que ainda é virgem. 1,70, gordinha, cabelo comprido até a cintura, óculos grandes que davam aquela aparência de secretária de filme pornô, lábios bem grossos e carnudos, olhos verde-esmeralda, peitos gigantes como os da Paula (120) e uma rabeta enorme, enfim, uma gordinha bem dotada. Agora é a vez da Estefânia. "A prof", como costumam chamá-la. A Estefânia é professora de ginástica e aeróbica, e a única razão pela qual ainda mora na casa da mãe é porque as 3 academias onde trabalha ficam todas na mesma área, bem perto de casa, e porque não precisa dividir quarto com as irmãs, então é livre para se trancar com o namorado quando quiser (a mãe fica muito pouco em casa e é bem permissiva, então nunca teve problemas com isso, desde que mantivessem o volume baixo, claro). 1,72, cabelo curto, loiro escuro, físico atlético, olhos castanhos, peitos empinados (90) e uma bunda bem definida, redondinha. A Estefi sempre fez ela se faz de recatada, mas a verdade é que durante a faculdade, ela não deixou um umbigo sem cabecear. Sexo oral sempre foi a especialidade dela. Chegou a vez da Delfina. A rebelde, a ovelha negra, a problemática. Já chamaram ela de tanta coisa em casa... Delfina entrou e saiu de vários cursos, mas nunca se decide por nenhum. Sempre tem um problema. Ela trabalha como garçonete no restaurante italiano que fica na esquina de casa, que, embora não seja o melhor trabalho do mundo, rende uma grana boa, principalmente em gorjetas, motivo pelo qual a mãe não reclama muito, já que "a menina" não enche o saco com gastos desnecessários e se mantém sozinha. O que ela não sabe é que a Delfina vai tão bem com as gorjetas, principalmente as que os velhos deixam, por causa da sua "simpatia e dedicação" bem marcadas com esses clientes... calças justas, saias curtas, se apoiando, apalpadas, sorrisos, piscadelas... ela conhece todos os truques. Loira, cara de gata no cio, peitos marcados e pernas bem definidas fazem parte do seu charme, mas não dá pra descartar o gosto dela por usar fio dental e deixar aparecer, seja por trás ou as tiras dos lados, como um bônus na hora de admirá-la. Bom, agora sim, chegou a última das mulheres. A pequena, a inocente, a mais tranquila de todas. Romina, que acabou de fazer 20 anos, é aluna do 2º ano de Gastronomia e Alta Cozinha. De personalidade passiva e submissa, Romina se destaca por ser quase invisível, bem ao contrário da Delfina. É a única da família que saiu baixinha, com seus escassos 1,60m de altura, cabelo ruivo cenoura, branca como a neve, com sardas até na bunda e olhos tão azuis que dá vontade de arrancá-los e guardar num pote de lembrança, que enfeitam seu rosto de traços muito delicados, peitos redondinhos e firmes, uma bundinha gostosa apesar de tudo. Ela nunca transou, embora há alguns meses esteja saindo com um colega da aula de Panificação e Confeitaria, que já faz um tempo que... insistindo que quer enfiar a baguete no forno, mas ela continua "não estando pronta". Finalmente, chega a hora de falar do Manuel. Nem preciso dizer que não é fácil crescer rodeado de tantas mulheres, mas o Manuel sempre se deu bem com as irmãs. Ele é o caçula, o xodó de todas, o homenzinho da casa. Pelo menos até agora. Ontem foi o aniversário de 18 anos dele, então já é um baita de um bundão, 1,80 igual a irmã Paula, com um corpo bonito, abdômen meio definido, cabelo loiro escuro, olhos azuis, enfim, um gato. O importante pra essa história é o que ele carrega nas calças. Pra sorte dele, a vida o abençoou com uma pica de uns 21 x 6cm, um pacote realmente invejável, que até hoje só serve pro Manuel se acabar na punheta, já que ele ainda não usou dentro de uma mulher. Como que um gato loiro, de olhos azuis e com uma pica de 21 cm chega aos 18 sem ter comido ninguém? Mistérios da vida, se quiser chamar assim, mas não, na verdade é por decisão do Manuel, já que ele foi criado pela mãe e pelas irmãs e sempre levou a sério a importância de cuidar e mimar uma mulher, esperar o momento certo, etc. Um sensível, um cara à moda antiga. Agora sim, começa nossa história. Na manhã seguinte ao aniversário de 18 anos do Manuel. O Manu acordou lá pras 3 da tarde, porque na noite anterior tinha ido dormir tarde e tinha enchido a cara. Foi uma festa bem tranquila pra um aniversário de 18, poucos amigos e toda a família. Todas "as minhas garotas", como se autoproclamavam as irmãs e a mãe dele. Não vamos entrar em detalhes sobre a festa, mas tem uma coisa que não podemos deixar de mencionar, já que foi o estopim da história. Tendo vivido sempre com tantas mulheres, o Manuel já tava acostumado a ver as irmãs com pouca roupa, um peito aqui, um peito ali, transparências num dia que não quiseram usar sutiã, fio dental, calcinha, culote, tiras e outras coisas penduradas no chuveiro, jogadas no banheiro, penduradas no varal, enfim, o dia a dia normal de meninas adolescentes e já adultas, que jamais na vida pensariam que poderiam afetar sexualmente o irmão mais novo com essas ações. E elas estavam certas, até agora. Na noite do aniversário dele, Manuel e praticamente toda a festa não conseguiram evitar de olhar, e mais de uma vez, para Delfina, que, fiel ao seu estilo rebelde, deu o que falar ao vestir uma legging justa que parecia três tamanhos menor do que deveria e um top preto também, com o cabelo arrumado em duas maria-chiquinhas estilo colegial. Talvez não pareça grande coisa, mas vale destacar que o triangulinho da calcinha fio dental aparecia descaradamente por cima da legging e ela nunca fez nada para esconder ou ajeitar, ignorando os comentários das irmãs, principalmente da Paula, a mais velha, que mais de uma vez disse: — "Neném, tá aparecendo toda a tanga, não vê que os amigos do Manu estão feito bestas atrás de você? Cê gosta que fiquem olhando sua bunda, é?" — "Não exagera, Pau", respondeu Delfi e completou: — "Você não gosta que olhem pra você? hahaha, eu me sinto uma modelo, adoro", disse com um sorriso bem de putinha. O problema é que não só os amigos do Manu repararam nela, mas também o próprio irmão. Ele sentiu pela primeira vez algo pela irmã a nível de "mulher", algo que deixou a pica dura. Foi a primeira vez que viu Delfina como o que ela realmente era: uma mulher digna de uma caminhonete cheia de paus. Enfim, voltamos ao momento em que o Manu se levantou. Ele foi direto pro banheiro, mijou como um campeão, escovou os dentes e se preparou pra tomar banho, já que se sentia como se tivesse sido atropelado por um trator. Tirou a cueca (a única peça de roupa com que dormiu) e, ao jogá-la no cesto do canto onde colocavam a roupa suja, conseguiu ver um pouco da chamativa legging justa da Delfi. A curiosidade falou mais alto, então ele se aproximou e examinou. Dentro da leggins estava o fio dental que a Delfi tinha usado na noite anterior, parecia que ela tinha tirado tudo junto quando tomou banho de manhã. Manuel pegou o fio dental nas mãos e notou que o pano minúsculo onde vai a pussy estava coberto por um líquido pegajoso e branco. Os sucos da Delfi. Ele hesitou por uns momentos, se sentiu culpado, mas dando um longo suspiro, sucumbiu ao desejo que o inundava, ao seu eu pervertido e sem vacilar levou a calcinha à boca e começou a lamber a calcinha da irmã mais velha. Uff! Uma iguaria, elixir dos deuses. Não aguentou mais e sentou no chão e começou a bater uma enquanto continuava com a calcinha entre os lábios. Fechou os olhos, levou a calcinha pro pau e começou a massagear, imaginando a irmã na noite anterior e depois em posições sexuais, fodendo, chupando, até que foi demais e ele explodiu. Ele mesmo não lembrava quando foi a última vez que gozou tanto. Uma cachoeira de porra. Não conseguia parar de gozar. E toda aquela porra quente acabou na calcinha da Delfi. Usou ela pra limpar bem cada gota de porra grossa e assim, sem mais, colocou de volta dentro da leggins, do jeito que tinha encontrado, e foi tomar banho, agora sim, muito mais relaxado, contente, satisfeito, feliz... A tarde continuou normal. Manu beliscou umas sobras que tinham ficado da festa (sanduíches de miga, pernil, batata frita, etc) e se jogou pra ver TV na sala. Era sábado, então mãe e Delfi estavam no trabalho, Estefânia dando aula e Romi costumava almoçar na casa do namorado aos sábados. Então ele tinha a casa só pra ele. Depois de ver TV por um tempo, começou a ficar entediado e como que por mágica, voltaram à cabeça dele os pensamentos sobre a Delfina, a leggins, a calcinha, a punheta, a porra... e já ficou duro de novo... já voltou a pensar como homem e não como irmão e a se deixar levar pelos desejos mais obscuros. Foi direto pro quarto da Romi e da Delfi e fez o que nunca, começou a revirar as gavetas onde guardavam a roupa íntima. A primeira gaveta que abriu era obviamente da Romi, só calcinhas fio dental mais largas, culotes e apenas 3 tangas no canto mais distante da gaveta. Já ia fechá-la e passar para a próxima quando encontrou algo que o surpreendeu pra caralho: no fundo da gaveta tinha uma caixinha de papelão pequena e, ao abri-la, encontrou um fio dental daqueles que se separam em três na parte que cobre a buceta, e a tira do meio é de pérolas que ficam encaixadas entre os lábios. — "Olha só que puta que você é, Romi", disse para si mesmo. Passada a surpresa, agora sim decidiu abrir a gaveta da Delfi. Meu Deus do céu. Era como um mostruário de sex shop. A tanga mais grossa media 1cm de largura. Tinha de tudo. Tangas, fios dentais, tangas brasileiras (aquelas que formam um V na bunda), com buracos para a buceta, para o cu, com pérolas, com lacinhos, com renda, camufladas... realmente uma coleção. Manu não perdeu tempo e começou a cheirar, tocar, lamber e até esfregar as tangas da Delfi no rosto. Ele estava no paraíso. E ficou assim por um bom tempo, até que, revirando o fundo da gaveta, encontrou dois consolos. Um pequeno, um butt plug, para o cu, e o outro parecia brincadeira: uma pica de borracha de uns 30 x 5 cm, uma verdadeira loucura! Manu ficou contemplando o brinquedo da irmã com a boca aberta e o olhar atônito. Como é que a irmã dele conseguia enfiar algo tão grande? Era impossível... Mas estava ali. Recuperado da surpresa, guardou tudo do melhor jeito que pôde, tentando não deixar marcas de que esteve lá, enfiou um fio dental camuflado no bolso e foi para o quarto. Nem preciso dizer o que fez, mas teve a ver com a irmã e aquele pedaço enorme de pica de borracha. O que podemos dizer é que, assim como com o outro fio dental, quando terminou, usou ele pra limpar toda a porra e, todo sujo, jogou no cesto de roupa do banheiro. Depois de terminar, se ligou full no videogame e, sem perceber, as horas passaram e começaram... chegam suas irmãs. Primeiro Estefi e Romi, que chegaram juntas (Estefi costumava passar para buscar Romi por causa do namorado ao sair do trabalho). Estefi com um micro short de leggings, que marcava de forma quase vulgar os lábios da sua buceta e um top esportivo, roupa que usava para dar aulas na academia, e Romi, bem caseira, com um short jeans nada justo e uma camiseta preta estampada. Assim que chegaram, cumprimentaram Manu com um beijo — "Como vai o aniversariante? O que se sente ao ser maior de idade?"... e mais dessas perguntas típicas quando alguém acaba de fazer anos. — "Tô bem, chega de aniversário... já encheu o saco com tanta besteira, é só mais um ano." — "Que pena, Manu, com 18 recém-completados e já tá com o saco caído... ainda mais agora que é maior de idade e pode usar ele sem problemas", brincou e riu Estefi. Romina acompanhou com uma risadinha nervosa (ela tinha muita dificuldade em falar de sexo). — "Bom, vou tomar um banho", disse Estefi... — "Romi, arruma a mesa pra gente comer junto depois." — "Ok", respondeu a irmã. Foi nesse momento que Estefi seguiu para o banheiro e Manu, sem tirar os olhos daquele rabo enorme que a irmã tinha, pela primeira vez olhando com luxúria. E tanta foi a atenção que ele prestou, que conseguiu presenciar algo que talvez tivesse acontecido mil vezes, mas ele, sempre distraído com suas coisas, nunca tinha visto. Estefânia começou a abaixar o short enquanto chegava ao banheiro, e ele pôde ver claramente a metade superior das nádegas da irmã antes que ela sumisse atrás da porta do banheiro. — "Que pena", pensou, decepcionado. Mas, mesmo que tenha sido pouco, pelo menos serviu pra ele perceber algo importantíssimo, um detalhe que não podia passar despercebido... Estefânia não estava de calcinha!!! — "Ela deu aula na academia sem nada por baixo desse micro short, por isso marcava tanto essa buceta suculenta que ela tem", pensou Manuel. E se perguntando a si mesmo. Se a Estefi tivesse consolos igual a Delfi, ela voltou pros videogames, sabendo que mais cedo ou mais tarde ia descobrir. Só uns minutos depois chegou a Delfina. Tinha ido trabalhar com uma minissaia preta, que parecia mais uma tiara do que uma saia, e uma camisa branca, com os três botões mais perto do pescoço desabotoados, dando uma vista privilegiada do decote, e umas botas bucaneiras combinando. A verdade é que parecia a garçonete pornô das fantasias mais loucas do Jack Sparrow. Uma verdadeira maravilha. Ela entrou sem cerimônia e se jogou ao lado dele no sofá, deu um beijo barulhento na bochecha dele e disse — "Como tá meu irmãozinho preferido?", coisa que perguntava sempre... — "Sou seu único irmão, isso é trapaça", respondeu Manuel, que era a resposta de sempre. Delfi ficou olhando um tempo enquanto Manuel matava soldados no Call of Duty, e ele, tentando se concentrar, tava mais ligado que ela tinha se sentado com a perna esquerda dobrada (quase sentada no próprio calcanhar) e a direita esticada, dando "sem querer" uma vista em primeira pessoa da calcinha dela, já que a tiara que ela usava como saia não conseguia cobrir nada nem se quisesse. Isso já soa sexy pra caralho, mas o verdadeiro problema é que era uma daquelas calcinhas fio dental que são fio por completo, tanto na frente quanto atrás... ou seja, ela tinha o fio enfiado entre os lábios da pussy, dando pro pobre irmão dela a imagem de relance mais gostosa que ele já viu na vida. Bem na hora, quando ele se sentia tanto no paraíso quanto no inferno, entrou a Romi, que ao ver a Delfi assim disse — "Neném, senta direito! Tá aparecendo tudo assim!" — "Que exagerada você é", respondeu Delfi, enquanto se levantava e ia pro quarto vestir algo mais confortável. Romi seguiu ela com o olhar, com uma cara de reprovação, enquanto ela ia embora. — "Deus, parece que sou a mãe às vezes", disse suspirando e voltou pra cozinha. Manuel aproveitou, pausou o jogo e se seguiu pro quarto dele, como quem não quer nada, e ao passar pelo corredor, cumpriu sua missão. Delfina estava se trocando e ele conseguiu ver ela de costas, com o fio enfiado na bunda e o sutiã combinando. Mas pra surpresa dele, ela virou na hora e pegou ele olhando com cara de bobo. — "O que você tá fazendo aí parado olhando? Tá espiando sua irmã, pervertido?", brincou Delfina, sem se cobrir nem um pouco e dando agora uma vista de frente do corpo dela, com os peitos lindos presos no sutiã e o fio sumido entre os lábios da buceta. — "Eh... eh... eh...", gaguejou Manuel. — "Virou o Maradona agora, burrão?", perguntou Delfi, agora se cobrindo com uma toalha que tava na cadeira. — "Fala, Manuel!" — "Não, tonta", respondeu ele, recobrando a sanidade. — "Tô viajando, só isso. Não queria te ver assim, só vim te avisar que assim que a Estefi sair do banho, a gente vai jantar, só isso", concluiu. Manuel virou pra ir pro quarto dele, mas antes de sair, olhou pra irmã de novo e rebateu: — "A pervertida é você, que se troca com a porta aberta! Que culpa eu tenho?", se fazendo de desentendido e tirando o peso da situação, e sem dar tempo pra Delfi responder, fechou a porta do quarto dela. Manuel ficou uns segundos completamente paralisado, com a mão ainda na maçaneta da porta, processando tudo que tinha acabado de rolar. Foi incrível, essa mina não liga pra nada. — "Como pude passar tantos anos aqui e não perceber todas essas coisas?", se perguntou. Balançando a cabeça e com um sorriso pervertido, foi continuar o jogo dele, esperando pela janta com as irmãs. — "Mamãe chega tarde de novo", disse Romina enquanto servia os pratos. — "Já passou seu aniversário, mas fiz seus favoritos, irmãozinho", falou pro Manu enquanto colocava um prato de ravióli com bolonhesa na frente do nariz dele. — "Muito obrigado, Romi. Por isso que sempre falo que você é minha favorita", respondeu Manu. a irmã dele, enfatizando bem as duas últimas palavras e dando uma olhada de canto pra Delfi, que fez cara de "não se faz de esperto, cara". Enfim, o jantar acabou e a Delfina fez a maior cena porque disse que não era a vez dela de lavar a louça, aí, tentando cortar qualquer discussão e problema, a Estefi falou: "Chega. Eu lavo e pronto". A Romina foi tomar banho, já que tava muito cansada e queria dormir cedo, e tanto o Manuel quanto a Delfina grudaram nos celulares pra decidir o que iam fazer naquela noite com os respectivos amigos. A Delfina acabou combinando de se encontrar na casa de uma amiga, embora depois fossem sair pra farra, e o Manuel fez o mesmo, já que agora era de maior, ia com os amigos pra uma balada que queria conhecer há um tempão.

Não vamos entrar em detalhes do que foi a noite pra cada um deles, porque além da Delfina não ter se comportado lá muito bem, como de costume, e do Manuel ter dado sorte e acabado pegando a prima de um amigo, que diga-se de passagem era bem gostosa, o que nos interessa aconteceu de madrugada.

O Manu foi o primeiro a chegar em casa, bem tonto, porque tinha recebido doses de vários conhecidos sob o grito de "Feliz aniversário!" e a mistura não fez maravilhas por ele. Entrou em casa e foi direto pro banheiro, onde achou que ia vomitar, mas já tinha botado tudo pra fora no caminho, então não saiu nada. Acabou abaixando a tampa do vaso e sentou ali, olhando pra parede, pro teto. O mundo tava girando. Ele tinha a sensação de que algum espertinho entre os amigos tinha colocado "algo" em alguma bebida, porque o porre que ele tava carregando era bem pesado. Nesses momentos de divagação, os olhos dele pousaram no cesto de roupa suja e automaticamente ele lembrou: "A Delfi tomou banho antes de sair, a calcinha fio dental dela deve estar ali". Ele correu pra ver, e realmente estava lá. O fio dental preto, sem triângulo, sem nada, fio na frente e atrás. e por trás. O tesão e a vontade tomavam conta dele. E ele não se fez de rogado. Sentou de novo no vaso, puxou o pau pra fora e começou a se masturbar enquanto com a outra mão segurava a calcinha da Delfi contra o rosto. Cheirava, lambia, chupava... acabou enfiando ela inteira na boca e sugando o gosto que a irmã tinha deixado depois de passar o dia inteiro com ela enfiada nos lábios da buceta. Até que não aguentou mais e gozou. De novo, bater uma com a calcinha da irmã ativava uma reserva especial de porra nos ovos dele, porque saía porra a jato, como nunca antes. Manu tirou a calcinha da boca e usou o pano escasso pra limpar e recolher toda a porra, e nisso ele tava, quando o corpo dele disse chega. Tanta putaria, tanto álcool, uma possível droga que algum dos caras colocou num drink e uma punheta daquelas foram demais. Aquele orgasmo deixou ele relaxado demais, então fechou os olhos pra "descansar", mas esse foi o erro, porque esses olhos não se abriram de novo e ele apagou que nem uma pedra, com a calcinha da irmã em cima do pau. Isso não teria muita importância, se não fosse que foi exatamente assim que a Delfina encontrou ele, uns minutos depois, ao abrir a porta do banheiro, já que ele não respondia. — "QUE PORRA CÊ TÁ FAZENDO, SEU FILHO DA PUTA?" Manuel acordou assustado, olhando pra irmã mais velha com a pior cara de ódio, esticando a calcinha toda cheia de porra na frente dele. Bom, até aqui vai a primeira parte. Se vocês forem tão legais de deixar pontos, serão bem recebidos. Mas, como eu disse no começo, o mais importante são os comentários de vocês, as opiniões, as críticas, os elogios. Tudo é bem-vindo. Principalmente saber se vocês querem a segunda parte. Abraço de novo!!

43 comentários - Somos 5 irmãs, Mamãe e Manuel. Parte 1

Teito69 +1
Interesante el relato. Van puntos por lo morboso
Si espero la 2 parte, pinta ser excitante
no puedo esperar por la segunda tercera y cuarta y mil partes!! van unos puntos
Reumma +1
excelente...obvio que espero que esto sea una serie....ahi van mis puntos....muy bien escrito...segui asi
SE VA CALENTANDO EL AMBIENTE. BUEN RELATO. VAN PUNTOS+5
Se va calentando esto. Espero la segunda parte. Buen relato. puntos +5
No suelo comentar pero se merece una buena saga. Puedes sacar mucho provecho con todas las hermanas del Manuel. Y eso de mencionar detalladamente las tangas que usan da mucho morbo. Excelente ya dejé mis 10 saludos
alxx007 +1
Te dí 10p porque no hubo sexo, recuerda, el morbo calienta mas que el pijazo a diestra y siniestra, asta ahora va bien, sigue así.
Muy bueno capo.... Espero la 2da parte con ansías... Gracias👍
Esta muy caliente el relato ... me recuerda a una excelente serie de relatos que hubo hace años , se llamaba Hermanas,Tangas y Bombachas ... con la diferencia que eran dos hermanas y acá 5! ... va a estar muy bueno continualo con confianza.
Van mis10, esperando la segunda parte del relato.
gtis +1
van mis 10 buen relato, cuando la segunda parte????? 😎👍😜👌
+10 necesito esa continuación urgente, maestro!
si pudiera te daria todos mis puntos
Pasa mas tarde.. o mañana.. gracias Valen
Excelente relato, muy bien narrado, caliente, morboso. Gusta y mucho. Avanti man, +10
GiaTe +2
Escribes muy bien relatos eróticos y no tan sexuales Adelante una admiradora más... 😉
mamita!!!!Tenés hembras para hacer realidad la fantasía mas libidinosa.Excelentes descripciones y un muy bien llevado relato .Van 10 !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ahhh, Manuel solo es una poronga
Qué es pernil?
El pata trasera de la vaca o cerdo,lo que normalmente se hace asado en una fiesta grossa !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
de17
Buenísimo.hermano hay segunda parte