Capítulo VII Fevereiro de 2010
Isolada entre os bosques áridos do fim do inverno, sob um céu nublado, em uma manhã fria. Uma manhã melancólica e triste. Melissa estava sentada à beira da estrada. Chegou pontual para seu encontro com aquele homem negro e sem coração. Depois da última vez que o viu na igreja, conseguiu mentir para o marido e só assim cumpriu o combinado com Gerson. Naquele momento, o vento não afastava as nuvens pesadas do céu, e era fácil prever que uma tempestade se aproximava.
Perto dali, Gerson espreitava entre as árvores dormentes e cinzentas, com seus galhos retorcidos como dedos artríticos... Melissa pensou em Tomás, em seus braços envolvendo-a, se ele estivesse com ela. Assim, ela se aconchegaria, e ele a manteria aquecida e segura. Ela idealizava o marido. Naquele momento, sentia tanta falta dos velhos tempos, quando eram recém-casados e seu esposo demonstrava um amor infinito por ela.
De repente, passos frenéticos a assustaram e interromperam seus devaneios. "Quem está aí?" gritou Melissa. O ruído incessante no chão parou. "Sou eu, gostosa, seu amante..." disse Gerson, sensual e arrogante. Melissa não aceitou aquela afirmação e, indignada, respondeu: "Pare de falar besteira, eu não tenho amante nenhum... 😠"
Ele a olhou furioso e disse: "Não me provoque, sua puta." Em seguida, agarrou seu braço e puxou-a para perto. Deu-lhe um beijo intenso, que Melissa não correspondeu. Percebendo isso, enfurecido, ele a arrastou consigo até o carro. Ao chegarem, finalmente, um clique da fechadura girando trouxe-lhe um sorriso momentâneo, mas rapidamente substituído por uma expressão melancólica quando a porta se abriu.
"Entra", disse Gerson com calma. Ela obedeceu, com cautela, permitindo que a figura sombria passasse e fechando a porta apressadamente atrás dele. Ele tirou as luvas das mãos e guardou-as em um dos bolsos de sua jaqueta de esqui azul-escuro. A sensação incômoda que Gerson lhe causava voltou. Ela tinha percebido na igreja, mas ignorou seus instintos. Como poderia recusar, se precisava encontrar uma solução no final das contas. "O que se pode fazer numa situação dessas?" Melissa se perguntou. Com sua jaqueta a protegendo do frio. Mesmo assim era visível que ainda não cobria as curvas desenvolvidas do corpo atlético de Melissa, foi preciso cada grama da força de vontade de Gerson para evitar que seus olhos a devorassem e revelassem suas intenções. Ontem à noite "Vi a tempestade chegando e pensei que seria melhor conseguir gasolina para meu gerador e um pouco de lenha. Quando cheguei na cidade, a loja já tinha fechado. Tentei voltar para casa, mas minha caminhonete saiu da estrada e ficou atolada. Voltei penosamente para casa. Tive que pegar o carro e vir buscar você, poderíamos pegar a gasolina e levá-la para minha casa? Está um quilômetro atrás daqui", explicou ele. Melissa pensou no quão inapropriado era aquele comentário estranho. Não estava nos planos dela conversar na casa dele. O lugar traria muitas lembranças... Mas ela queria chegar a um acordo e enfurecer aquele homem negro não seria o mais apropriado. Assim, ela aceitou ir buscar a gasolina e ir à casa de Gerson. No final das contas, eles teriam que conversar longe de olhares curiosos. Seguiram caminho, ambos em silêncio, o ambiente sério prolongou o tempo, mas depois de um tempo chegaram à casa dele. Uma cabana bem perto de Encarnación de Díaz. Ela foi ajudá-lo a carregar o galão de gasolina que ele levava, mas ele a deteve. "Eu consigo", disse ele. "É bem pesado". Colocou o galão no piso de madeira, encostado na ponta do sofá. Melissa pendurou sua jaqueta de esqui no encosto de uma cadeira e ficou junto ao fogo. Mesmo com sua jaqueta acolchoada, Melissa notou que os músculos grandes inchavam sob a camisa de Gerson. Ela se perguntou que tipo de trabalho físico pesado ele fazia para deixá-los tão grandes. Gerson era até bonitinho, mas ela era casada e não estava interessada em outros homens, especialmente homens negros. Sua estrutura facial forte parecia ter sido esculpida em mármol com pele macia marrom-escura; cabelo curto e cacheado preto sobre a cabeça; olhos úmidos e negros como obsidiana. Melissa tomou um gole do chá que ele havia preparado antes, viu Gerson observando-a. "Desculpa, sabe, tô com muita vontade de ir ao banheiro", ela perguntou onde era? Ele sorriu de lado. "Na verdade, eu também tô com vontade, mas vai você primeiro, lá no fundo à direita..." Disse apontando. Melissa seguiu na direção, estava escuro e ela pegou a chama frágil de uma vela. Quando saiu do quarto, Gerson se inclinou para onde estava um banquinho pequeno ao lado do sofá, silenciosamente puxou o zíper o suficiente para deslizar a mão para dentro, e pegou um frasco que tinha trazido para essa ocasião especial. Ele apressou o chá rapidamente com uma boa dose do líquido transparente, a melhor fórmula de estupro disponível. O vento gelado se infiltrava pelas frestas da estrutura velha com correntes de ar enquanto Melissa tateava a maçaneta da porta com pouca luz. Parecia cada vez mais provável que esse homem negro, um estranho, tivesse que passar a manhã sem luz com ela. Gerson estava fechando a gaveta quando Melissa voltou. "Meu celular não funciona aqui dentro, mas assim que a gente resolver isso vou ter que fazer umas ligações." Era um aviso discreto de que ela não queria passar mais tempo aqui do que o necessário, e ele entendeu. "Ok." Melissa voltou para o outro lado do sofá e tomou um gole da xícara meio cheia. O frio deu ao chá um gosto levemente diferente, um pouco salgado, ela pensou, estalando os lábios e terminando o que restava. Passado um tempo; eles começaram a conversar, coisas bobas. "Você mora aqui há muito?" Melissa perguntou, esquecendo a má vibração que sentiu de Gerson e ficando num clima mais conversador. "Uns quatro meses." "De onde você é?" Ele parou um momento sem querer revelar muito sobre si mesmo e pensando na sua resposta. Quanto menos ela soubesse dele, melhor. Ele mentiu e disse que era da Colômbia. Decidiu incentivar a tagarelice incomum nela que a droga induzia. "E você?" Uma euforia incomum e uma bobeira de menina que ela havia enterrado anos atrás borbulharam à superfície numa euforia embriagada. Ela se abriu mais para ele, fornecendo toda a sua história de vida que parecia um discurso cada vez mais complexo e menos coerente. Melissa tagarelou sem perceber que Gerson se aproximava cada vez mais. Ele se recostou confortavelmente e envolveu seus ombros com o braço, seu toque estranhamente evocava seus primeiros amores, e sorriu para seu rosto enquanto ajustava um volume extremamente grande em suas calças. Melissa viu o contorno curvado de sua imensa tensão masculina contra o tecido, estendendo-se acima de seu quadril esquerdo e praticamente saindo da cintura da calça. Percebeu que algo estava errado com ela. Já não conseguia pensar com clareza. Tentou se levantar e quase caiu antes que Gerson pulasse e a pegasse. - Ai Deus, de novo. Nããão... Pensou angustiada "Nossa, você não está em condições de andar", disse Gerson segurando Melissa contra si. Ela era tudo que ele procurava numa mulher: um rosto lindo, um corpinho perfeito e branco. Apertada em seus braços, ela tentou recuar pela dureza de seu pênis que sentiu através das calças pressionando seu estômago. "Tira as mãos de mim. Me deixa... ir", balbuciou, começando a se sentir um pouco entorpecida e muito atordoada. "Você está bem? O que foi?" Um sorriso deslocado apareceu no rosto de Gerson. "Você não está se sentindo bem, bebê." Ela o encarou com um olhar vazio, como alguém muito drogada e numa viagem intensa. "É melhor eu te levar para a cama; você pode estar gripada ou algo assim." Gerson sentou Melissa no sofá e com a vela que havia usado antes, revirou seus pertences, encontrou seu celular, sua carregador e um jogo de chaves, dentro do bolso do seu casaco. Ele voltou à sala de estar com o telefone e as chaves de Melissa nos bolsos, e o carregador do celular. Melissa havia sumido e a porta da frente estava aberta como um convite para o frio e o vento. Ele avançou apressado em sua busca ao sair de casa. Descobriu que Melissa estava desmaiada sobre o capô do carro fechado. Melissa estava encharcada de suor e gelada. Imediatamente, ele a levou para dentro, conduzindo-a até seu quarto. Sobre a cômoda brilhava uma vela solitária, seu quarto sombrio cheio de sombras e frio. Por trás dos lábios roxos, seus dentes batiam enquanto ela tremia nos braços de Gerson. A poderosa droga atenuou o que teriam sido seus chutes violentos, socos e contorções desesperadas. Ele a deixou cair na cama, com seu pau enorme, duro e dolorido, pronto para perfurar sua buceta apertada e se acalmar. Primeiro, precisava tratar a crise que Melissa estava passando. Não seria seu dia se a mulher entrasse em choque, e isso levasse à sua morte, ou algo grave. "Temos que tirar essas roupas imediatamente." Ele começou a desabotoar a parte de cima dela. Vários botões voaram da peça em sua pressa para removê-la. Os dedos de Melissa lutaram sem sucesso para mantê-la fechada. Seus seios lindos e sua barriga ainda definida apareceram quando Gerson finalmente conseguiu desfazer a peça. "Não, me deixa em paz", ela arrastou as palavras, segurando a roupa aberta e úmida contra o peito enquanto ele a sentava e ela se abria. Ele arrancou a peça dela. Saindo dos ombros de Melissa e descendo por seus braços, a parte de cima do suéter finalmente saiu com vários puxões fortes, e ele a jogou na cama. Seu braço cruzou trêmulo sobre seu peito, escondendo seus mamilos que haviam endurecido com o frio. Imediatamente, ele caminhou apressado até sua cômoda, pegou uma câmera pequena, vasculhou o closet e viu um tripé onde colocou a câmera, analisando o melhor ângulo, deu o play... Volto com ela. Empurrou-a para baixo. Seus dedos deslizaram para dentro das cinturas da calça e da calcinha, apertando-as com força nos punhos. Puxou com ferocidade. As peças de seda encharcadas deslizaram pelos seus quadris, percorreram suas pernas e juntaram-se à blusa em algum lugar do chão. Melissa estava deitada nua de costas sob ele, com o braço cobrindo os seios, a mão sobre a buceta, tremendo tão forte que a cama inteira balançava. Gerson conseguiu se despir enquanto montava sobre Melissa, seu corpo se contorcia debaixo dele. Um vislumbre nas sombras deixou Melissa duvidando dos próprios olhos. O pau dele realmente não poderia ser tão grande. "Isso vai te esquentar." Ele agarrou seus pulsos e os prendeu acima da cabeça enquanto apoiava seu corpo nu e musculoso sobre Melissa, afundando-a no colchão. "Sai de cima," Melissa gemeu com os dentes cerrados. Suas mãos escaparam do aperto e empurraram ineficazmente suas laterais enquanto seus mamilos se enterravam em seu peito. A sensação de seu pênis monstruoso pressionando contra ela, seu calor e dureza sobre seu umbigo, confirmaram o que ela vira nas sombras. O corpo de Melissa foi dominado pelo calor de Gerson. A poderosa droga se diluiu e permitiu que ela se acalmasse enquanto ele acariciava seu cabelo macio e solto. A fragrância do shampoo de lavanda que ela usara antes invadiu suas narinas. Ele mordiscou seu pescoço, inalando o aroma agradável, e seus mamilos ficaram ainda mais duros contra ele. "Isso, baby, deixa eu te manter quentinha," sussurrou ele. As chamas na lareira da sala morreram e a temperatura em toda a casa caiu. Ele lambeu os dedos e alcançou entre suas pernas. Quando a vela no quarto deles diminuiu, a consciência de Melissa seguiu um curso semelhante, à deriva rumo ao delírio. Em breves intervalos, ela alucinava na penumbra. Gerson se transformou em Tomás, eles compartilharam momentos ternos e ela parou de resistir. Ele estabeleceu pontos de apoio, expandiu limites, garantiu concessões, arrancou território adicional. "Ah, Tommy, por favor", gemeu Melissa enquanto Gerson afastava seus lábios do clitóris, de suas dobras macias e sedosas, e acariciava sua pequena amiga rosa, despertando-a da latência para a excitação inchada. Minutos depois, ao perceber que ele não era o Tomás, protestou: "Não, para!" Seus dedos cravaram-se no pulso dele, tentando sem sucesso afastar sua mão de sua vagina. "Não lute!" Gerson trovejou, torcendo seus mamilos brutalmente e esbofeteando seu rosto. O golpe surpreendeu Melissa. Ele a imobilizou e retomou a masturbação com menos oposição. As alucinações de Melissa retornaram, sua inquietação diminuiu e ela deu outra chance. Ele agachou-se até a parte interna da coxa e segurou uma perna mais que a outra. Seus dedos separaram seus lábios e expuseram suas membranas rosadas que brilhavam com secreções. "Isso, gata, abre pra mim." Seu rosto desceu até sua buceta enquanto seus dedos a esticavam bem aberta. Seu calor tocou seu rosto. O aroma divino da mulher recém-banhada com sabonete caro formou um êxtase que chegou às suas narinas. Ele começou a lamber o doce néctar que fluía dela. Sua pélvis ondulou brevemente. "Meu Deus, por favor não faça isso", gritou, subitamente percebendo que não era o Tomás. Tommy nunca cometeu atos sexuais pecaminosos como cunilíngua. Um estranho estava fazendo sexo oral nela! Suas mãos empurraram contra a cabeça de Gerson, mas sua boca fechou-se sobre sua buceta. "Ah, por favor, Tommy, ah, Tommy, Tommy...", gritou em estupor. Tomás não estava lá para ajudá-la, mas cada vez que ela repetia seu nome, fantasmas dele voltavam à sua mente, substituindo a horrível realidade de que Gerson a estuprava. Seus empurrões contra a cabeça dele diminuíram em força. Finalmente, a resistência de Melissa desvaneceu completamente, suas mãos pousaram suavemente sobre o couro cabeludo dele, o... que lhe permitiu reinar livremente. Ele devorou avidamente sua buceta... Ela havia parado de lutar contra o sexo oral. Gerson continuou descendo sobre Melissa, com os genitais em sua boca cheios de excitação como fruta deliciosa amadurecida para ser colhida sob a atenção constante de um sol implacável de verão. "Ai, para com isso, Tommy", ela gemeu, seus quadris girando em espiral em tentativas pela metade de escapar de seu comportamento incomum. "Ai, não aí... ah, você não devia... não, isso é errado". A boca de Gerson acompanhou seus movimentos, recusando-se a libertar sua buceta de uma tortura prazerosa. Melissa brevemente questionou o comportamento estranho de Tomás. Ele nunca tinha feito esse ato pervertido, mas estava gostoso. Ela se entregou mais. Chegou o momento. A chama da vela virou um pequeno ponto e o quarto ficou quase completamente escuro. Gerson pressionou seu pau grande e gordo contra a entrada de Melissa. Ele queria entrar nela agora, enquanto ela estava receptiva; antes que sua lucidez voltasse, suas alucinações passassem, e ela percebesse que ele não era seu marido e resistisse de novo. Seu pênis era enormemente maior que o de Tomás, e sua vagina teve dificuldade para acomodá-lo. Ele empurrou mais e mais forte até que seus lábios vaginais encharcados, ultra receptivos aos estímulos de suas atenções orais, se abrissem o suficiente, admitindo a cabeça de seu pau. "Está doendo dessa vez, Tommy", ela gritou, achando cada vez mais difícil pronunciar palavras devido aos químicos em sua corrente sanguínea. O pênis de Tomás parecia diferente, para Melissa parecia maior. Ele a abriu com uma fricção incrível que ela nunca tinha experimentado antes. Sua vadiazinha branca foi enganada para aceitar novamente o galo negro. "Ah, você está tão gostosa, baby", exclamou Gerson pelo alívio tranquilizador de afundar seu pau duro e dolorido em sua buceta apertada, úmida e sedosa. Esta foi a deliciosa recompensa branca por ir até a igreja e por toda sua paciência, planejamento e persistência. "Tudo bem, gostosa, já estou dentro. Vou com calma". Ele diz... "Ai, não, realmente dói... parece diferente", gemeu Melissa enquanto ele lentamente, mas constantemente, inseria mais de seu corpo grosso nela. "Tira", disse ela enquanto sua buceta se esticava além das dimensões para satisfazer Tomás. "Você vai se acostumar, gostosa, e logo vai começar a adorar", disse ele, seu pau gigantesco mal cabendo nela, tocando o fundo e começando uma retirada temporária e sem pressa. "Não, ai, ai - ooh..." Melissa começou a gemer, em sincronia com as suaves enfiadas dele, começando languidamente, como a cadência constante e progressiva dos limpadores de para-brisa de um carro em temperatura baixa numa noite chuviosa. O pau carnudo do negro puxou os lábios vaginais de Melissa na direção em que viajava. Atraída por acreditar que era seu marido, ela pensou que ele estava muito diferente esta noite. Mas fazia tantos anos desde que tinham feito sexo. Sua vida amorosa tinha diminuído desde a primeira vez que se casaram. O pênis do Tommy agora era tremendamente mais grosso e mais longo do que ela lembrava. Levou uma eternidade para ele penetrá-la completamente, tão fundo, enchendo-a por completo, e depois recuar quase totalmente. As sensações, diferentes de qualquer outra que já tinha experimentado, foram ficando menos desagradáveis conforme sua anatomia se adaptava, a contragosto, a um parceiro dotado de uma superioridade abismal. Lembrando da reação nos mamilos de Melissa. Gerson começou a mordiscar seu pescoço e se dirigiu a cada uma de suas orelhas. "Ooh, coração!!", Melissa suspirou, suas mãos deslizando por suas costas musculosas e o abraçando. "Meu pau preto enorme está gostoso na sua bucetinha branca e apertada?" Ele fechou os lábios dele nos dela antes que ela pudesse responder. Seus ouvidos a enganaram? "Pau preto enorme... bucetinha branca?" Melissa se perguntou. Por como Tommy diria isso pra ela? Ele nunca falou desse jeito nem usou essas palavras feias e vulgares. "Mmmm", Melissa gemeu na boca dele, sem se preocupar no início, suas mãos deslizaram pela cabeça de Gerson enquanto transavam e se beijavam simultaneamente. O cabelo não podia ser do Tomás, nem os músculos incríveis, o corpo gigantesco e o mais perturbador de tudo, o enorme pistão que trabalhava dentro dela. Melissa virou a cabeça para tirar a língua da boca dele e interromper o beijo profundo. "Por favor, para... sai de cima de mim", ela começou a chorar com dificuldade, percebendo que estava transando de novo com aquela pessoa, um homem negro e não seu marido. "Não posso parar agora, gata, você me fez começar e tenho que terminar", ele respondeu entre empurrões. Estava tremendamente comprometido em perfurar a buceta da Melissa.
Melissa não conseguia lembrar como começaram a transar assim, mas estavam se pegando com fúria, o que era completamente diferente dela. Sim, houve namorados que a cortejavam muito antes do casamento, mas desde que se casou, ela foi fiel ao Tomás. Nunca considerou outro homem, especialmente um negro. Até o dia do seu deslize, mas tinha sido um erro tremendo, isso sim. Angustiada, pensou; Estava acontecendo de novo... Era improvável que esse touro negro enorme, do jeito que a atacava como uma britadeira, fosse parar ou tirar o pau dela antes de gozar. Melissa percebeu algo ainda mais preocupante que sua infidelidade ao marido. Ela não sabia se ele estava usando proteção e não usava nenhum tipo de anticoncepcional. Como pôde deixar isso acontecer? "Por favor... para", murmurou Melissa. "Casada... adultério... grávida". Gerson, impressionado, viu como, apesar da droga que deu a Melissa, ela conseguiu verbalizar seus pensamentos fragmentados. A possibilidade de dizer que já a tinha engravidado teve um efeito perverso nele. Comer uma putinha branca metida como Melissa era uma conquista. Uma gravidez indesejada a prenderia permanentemente à raça negra através de um filho. Faria com que seu amor fosse um lembrete perpétuo dele e de sua violação. Por experiência anterior, Gerson sabia como o composto que deu a Melissa funcionava bem nas mulheres. Em alguns minutos, sua cooperação voltaria com fervor. "Não se preocupa. Vou tirar antes de gozar, gata", tranquilizou-a. Seu ato atroz já tinha progredido demais por tempo demais, estava bom demais para ambos agora e seguiria seu curso. "Aih,"⚡⚡ Melissa gemeu, o pau serrando dentro e fora, esfregando um ponto doce abaixo do clitóris que nunca tinha sido estimulado assim antes. Continuava a distraí-la e ela não conseguia ignorar. No entanto, Melissa não entendia a conexão entre as sensações intensas que ela experimentou o tamanho do pau do Gerson. Ela nunca tinha transado com um homem nem remotamente tão bem dotado. Eles tinham que parar, mas delirante e num nível inacreditável, Melissa adiou brevemente a resistência só para sucumbir à droga de novo, confundindo mais uma vez o negro pelo seu marido, e se entregando completamente fazendo sexo com ele. Com a lucidez de Melissa não durando mais que relâmpagos, passou-se rapidamente uma hora de relação amorosa apaixonada. A língua do Gerson explorou cada canto da boca dela, o pau dele perfurou a buceta dela praticamente visitando o colo do útero, e eles se abraçaram repetidamente enquanto gemiam um para o outro. "Não, não posso. Isso não tá certo", Melissa balbuciou de repente ao sentir outro orgasmo se aproximando e novamente reconheceu que era o Gerson quem estava comendo ela, não o Tomás. Ela lembrou como tinha tentado parar o negro antes, e continuou lutando debaixo dele. "Shhh, só relaxa. Tá tudo bem. Ninguém vai saber e eu vou tirar num instante". Ele a acalmou um pouco até a droga voltar à tona. Ele tinha a intenção de fazê-la desfalecer de paixão. A chama da vela que tinha se tornado um ponto azul finalmente se apagou. Agora em completa escuridão, sons distintos encheram o quarto: o barulho molhado dos fluidos corporais deles se misturando, o rangido da cama anunciando cada uma das investidas dele, os gemidos de desespero da Melissa que continham indícios de algo mais, e o uivo incessante da feroz tempestade lá fora, que tinha feito sua aparição. "Ai, ai, ai, Deus por favor, não",💫💫💫 Melissa gemeu. Era tarde demais. Ela estava gozando de novo. A buceta dela estava apertando o pau do Gerson sem controle. Nenhuma palavra ou ação poderia esconder essa verdade física que acontecia entre eles. Talvez Deus estivesse olhando, mas assim como o Tomás, ele também não ia ajudá-la. "Isso, gata, é isso que eu quero. Quero que você goze mais pra mim. Me mostra o quanto você ama, Pauzão preto", ele riu enquanto as unhas de Melissa cravavam-se em seus bíceps musculosos. Melissa só conseguiu gemer entre respirações pesadas em resposta. Como ela poderia fazer isso e como qualquer homem decente chamaria esse ato degradante de amor? Ela nunca poderia amar nenhuma parte dele, mesmo que sentisse borboletas em suas coxas e abdômen; como dirigir um carro no topo de uma colina em descida íngreme; como subir rápido demais e alto demais num balanço. Nunca tinha tido orgasmos múltiplos antes, mas sexo fora do casamento era terrivelmente errado e nojento, especialmente com esse homem negro. Ela desprezava Gerson por, de alguma forma, seduzi-la, e seu corpo por traí-la. Apesar do ódio de Melissa por Gerson, ela não conseguia parar de chegar ao clímax por causa dele. Ela perdeu a conta, mas ele contou pelo menos 12 vezes durante sua longa viagem inaugural em seu grande pau preto antes de finalmente se permitir gozar. Melissa notou que as estocadas aceleravam, e a cabeça do seu pau pulsava dentro dela. Ele a fodia com mais força. Seus enormes músculos negros ondulantes tensionavam-se dentro dela, chegando a um ponto de ebulição. No entanto, em meio a outro orgasmo alucinante, ela ignorou os sinais. "Ah, gostosa, vou gozar na sua buceta." "Não, tira agora." A inércia era grande demais, como tentar parar uma locomotiva. Nenhum dos dois fez nada para mudar seu curso físico rumo a uma colisão explosiva. Sua buceta molhada ainda dava boas-vindas ao seu pau de volta com espasmos involuntários, como se tentasse ordenhá-lo. Como um gêiser, seu pau finalmente esvaziou-se em sua buceta branca, alimentando-a com uma abundância de porra preta potente. "Ai, Deus, não, não faz isso", ela se preocupou, impotente debaixo dele, seu pênis e sua vagina pulsando em uníssono para se estimularem mutuamente. "Você está gozando dentro de mim." Ele ficou em cima Melissa, depois que terminaram de fazer sexo. Mais uma vez, ela o abraçou com delírio enquanto os minutos passavam. Sentiu o pênis enorme dele lentamente ficando flácido dentro dela e sua copiosa ejaculação começou a escorrer de sua buceta sobrecarregada...
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