Minha novia levou pirocada em Córdoba

Vou contar pra vocês o que rolou comigo no verão passado. Os nomes que vou dar não são verdadeiros, mas o que aconteceu é real.

Meu nome é Leonardo, sou argentino e tava passando o verão com minha namorada Pamela em Córdoba, em Villa Carlos Paz. Uma noite a gente tinha saído pra dançar, e tinha bebido um pouco demais (principalmente eu). Tenho 27 anos, 1,76m de altura e não posso reclamar da minha aparência. Mas Pamela é uma gostosa. Ela é morena, tem 23 anos, lábios bem carnudos, olhos escuros com um olhar muito sexy, e as medidas dela são 95-64-94. Além disso, ela tem muita sensualidade ao andar e mais ainda ao dançar. Antes de me conhecer, ela não tinha tido relações sexuais e era bem conservadora pra se vestir. Mas com minha chegada na vida dela, acho que o jeito dela foi mudando aos poucos, a ponto de se vestir de forma bem provocante, além de ter virado uma fera na cama.

Naquela noite, ela tava usando uma calça branca bem justa, que deixava transparecer uma calcinha tipo Booty-less rosa que me deixa louco, e uma camiseta preta bem justa com um decote bem pronunciado, o que a deixava muito apetitosa. Eu via no caminho da balada como todo mundo olhava e relava nela. O que, em vez de me irritar, me excitava ainda mais. Quando chegamos na balada, a gente dançou e continuou bebendo. Chegou uma hora que eu não aguentei mais e fiquei apoiado no balcão, enquanto ela dançava perto de mim. Sentei num banquinho daqueles que tem em toda balada, e ela continuava dançando a um metro de distância de onde eu tava, então ninguém sabia que ela tava na real comigo. Nisso, as luzes começaram a girar mil vezes na minha cabeça por causa da bebedeira, e vejo um cara se aproximando dela. Era mais alto que eu, loiro, com um corpo bonito, dava pra ver que malhava. Ele falou algo no ouvido dela, e ela respondeu também no ouvido. Eu não conseguia ouvir a conversa de onde tava. No segundo seguinte, Pamela veio do meu lado e me disse que o cara falou que tinha visto ela dançar sozinha e que queria dançar com ela. Eu disse pra ela dançar com ele e falar que tava comigo, e propus um jogo: que ela dissesse pro cara que eu era irmão dela, e não namorado. Ela topou na hora, porque é muito brincalhona e adora fazer piada de todo tipo.

Começaram a dançar, primeiro meio soltos porque a música não dava pra outra coisa. Depois colocaram um cuarteto, que é uma música típica de Córdoba, bem ritmada, mas onde os corpos se roçam o tempo todo. Vi que o cara, chamado Hernán, puxava ela cada vez mais pra perto da virilha dele, e senti ciúme e uma puta excitação ao mesmo tempo. A Pamela respondia com a dança sensual dela e tava curtindo, eu sei, porque conheço ela muito bem quando uma situação tá deixando ela com tesão. Depois de um tempo dançando e conversando pra caralho, a Pamela veio até onde eu tava com o Hernán pela mão. Isso me deixou realmente com o pau duro, me excitou pra caralho. Tenho que admitir que os dois formavam um casal bonito e dava pra ver que se curtiam muito, porque se devoravam com o olhar. Falei no ouvido da Pame que, se ela quisesse, podia transar com ele, que não me incomodava e que não era traição porque eu tava consentindo. A surpresa dela foi grande, mas notei como os olhos dela brilharam. A Pame levou ele de volta pra pista e, depois de mais duas músicas, já estavam se beijando apaixonadamente, o que deixou meu pau quase estourando a calça. A bebedeira já tinha passado. Tava totalmente excitado e queria que a coisa fosse além. Tava decidido a entregar minha mina (que nunca tinha ficado com outro homem) pra um desconhecido. Queria ver ela em ação com outro. E sabia que ela não ia negar.

Foram pra um canto e eu segui. Tavam realmente se pegando ferozmente. Ele percorria aquela bunda gloriosa com a mão e ela tinha as mãos atrás, sinal de que tava fazendo algo parecido. De repente, a Pame percebeu que eu também existia e veio até mim, de novo com o Hernán pela mão. Falei com ela e disse pra irmos os três pra cabana que Estávamos alugando.
Hernán concordou. Quando chegamos, Hernán foi pro banheiro e aí pude falar com a Pame, que não entendia por que estávamos ali, mas a ideia não desagradava ela.

Eu: Vou ficar na antessala do quarto, nessa cama de solteiro. Você usa a cama grande com o Hernán, pra ficar mais confortável com ele no quarto, na cama principal.

Ela: Tá falando sério, love?

Eu: Sim, hoje à noite você tem carta branca pra curtir e fazer o que quiser.

Ela: Espero que não se arrependa disso e não cobre depois.

Eu: Relaxa, essa é sua noite.

Hernán voltou e eu me fiz de dormido na caminha. A cabana era bem pequena, e eu estava separado do quarto só por uma cortininha, que atravessava a cabana e dividia em dois. Hernán me viu e falou pra Pame:

Hernán: Huuuu, teu irmão tá destruído.

Ela: É, vai dormir a noite toda, vamos deixar ele descansar — ouvi ela dizer.

Eles foram pro quarto, uma vez lá apagaram todas as luzes e a Pame acendeu umas velas que tinham na decoração da cabana. Estavam de pé ao lado da cama. Eu observava eles, já que a única luz do lugar vinha daquelas velinhas e a cabana toda tava escura, então eles não conseguiam me ver. Começaram a se beijar de novo, em pé na frente da cama, primeiro devagar e depois do jeito que eu encontrei eles no rolê. Peguei minha filmadora e coloquei no modo visão infravermelha, não queria perder nenhum detalhe do que rolasse naquele quarto. Nem preciso dizer que eu tava de pau duro e meio, vendo e filmando como estavam pegando minha mina e passando a mão na bunda dela do jeito que tavam fazendo. A Pame, num momento, tirou a camiseta dela, Hernán se jogou nos peitos dela e lambeu como se nunca tivesse lambido outros, acho que até mordia de tanta vontade, e a Pame começou a dar uns gritinhos de prazer. Enquanto isso, a Pame não perdeu tempo e tirou a camiseta dele, e descobriu o dorso trabalhado do Hernán, que começou a lamber e percorrer os abdominais definidos daquele cara.

Ela: Mmmmmmmmmmmmmm, que... gostosa, me come toda…
Hernan: mmmmmmm, por favor, que delícia você tá, morena, que peitos lindos (ele dizia apertando e chupando eles com paixão)
Ela: mmmmmmmmmmmm haaaaaaaaaaaa siiiii devagar, lindo, não seja mau (ela reclamava entre prazer e dor por causa da brutalidade do amante)
Ela: uauuuu, que corpo, neneeeeee… Dizia enquanto agora ela beijava o peito dele e os abdominais.

Hernan sentou na beira da cama, deixando Pamela de costas pra onde eu estava. O cara abaixou a calça dela, me dando uma vista espetacular da bunda maravilhosa dela, só coberta pela minúscula calcinha Booty less rosa, que caía tão bem nela, e que minha câmera tava imortalizando.

Hernan separou, ajoelhou Pamela e tirou a calça dele na cara da minha namorada, deixando uma sunga azul bem volumosa a centímetros da boca dela.

Pame esfregou o rosto na sunga e depois colocou uma mão na bunda de Hernan e com a outra começou a baixar devagar a sunga, e parecia que aquela pica nunca terminava de aparecer.

Ela: porraaaaaa, que era enorme e grossa, você tem (ela disse fazendo cara de terror ao ver aquele pedaço de carne que superava de longe a minha pica).
Ela: nunca provei uma desse tamanho.

Pamela pegou com a mão e levantou ainda mais do que já tava dura e começou a lamber os ovos daquele cara, que gemia com o que tava recebendo da minha namoradinha. Depois lambeu da base até a ponta, usando a língua como se tivesse comendo um sorvete. A cabeça gigantesca já tava cuspindo gotas de porra, que Pame recolheu com a língua, e isso parece que excitou ela ainda mais, enfiando de uma vez tudo que conseguia daquela pica desconhecida na boca. Ali ajoelhada como tava, deu um boquete de cinema, sem saber que eu tava fazendo um filme naquele momento.

Eu comecei a me masturbar e não parava de registrar tudo que rolava ali.

Hernan: que bem que você chupa, linda (ele dizia segurando a cabeça da Pame e empurrando a pica)
Ela: aaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhgggggggggg paraaaaaaahaaaa (Minha mina falava, fazendo ânsia e com os olhos cheios de lágrimas pela pica que chegava até a garganta dela e não conseguia enfiar mais)
Assim ficaram por um tempão, Pame tentando comer aquela pica o máximo que podia e ele não dava trégua. Depois de mais de meia hora, ele deu um grito.

Hernan: hooooooooooooooooooooo haaaaaaaaa siiiiiiiiiiiiiiiiiiiii (enchendo a boca da minha namorada de porra, que escorria pelos cantos da boca dela de tanta quantidade)

Ela: haaaaaaaaaaaaaaaaaggggggggggggggggggggggggggggg coofffff cooooffffff cooooofffff aaaaagggggg (minha mina quase vomitou com a porra e não teve jeito, teve que engolir tudo que conseguiu, e o resto foi parar no chão)

Naquele momento, senti raiva, porque ela nunca come minha porra, e dessa vez não teve alternativa. Mas depois, sem dizer nada, continuou chupando ele, olhando com os olhos lacrimejando e a cara ainda suja de porra, até deixar a pica limpa e brilhando de saliva.

Hernán disse:

Hernan: Agora você vai gozar como nunca antes. (Mandou ela se curvar na borda da cama, de quatro, ele se colocou atrás, puxou a calcinha dela e, sem preâmbulo, começou a penetrar)

Ela: hoooooooooooooooooouuuuuuuuuuuuuuuuuuu nãoooooooooooooo devagar devagarrrrrrrrr (minha mina falava ao sentir a buceta dela se abrir como nunca antes)

Ela: hooooooooooooooo auuuuuuchhhhhh hooooooooooooooooo devagarrrrrrrrrrrrrrrrrrrr (Pame gritava ao se sentir tão cheia)

Aquela buceta até aquele momento só tinha sido explorada por mim, e aquela pica era titânica em comparação, e ver aquilo entrando e saindo da pussy da minha mina era um espetáculo.

Ela: diiiiiiiiiiiiioooooooooooossssssss você vai partir minha buceta, me abriu todaaaaa (Pame falava enquanto era penetrada centímetro por centímetro por aquela vara)

Hernan: hoooooooooooooooooo que apertada você é siiiiiiiiiiiiiiiii parece virgem (ele falava sem parar de empurrar a tranca enorme na minha pobre mina, que gritava como desesperada)

Realmente, eu estava curtindo o momento. Depois que se cansou de comer ela de quatro, colocou ela por cima (ele deitado).

Hernán: Vem galopar, gostosa (falou, e puxando a fio dental de novo, enfiou aquela pica que nessa posição parecia realmente imponente).

Ela: Aaaaaaauuuuuuchhhhhhhhhhhhh haaaaaaaaaaaaaaaaa devagaaaaaaaaaar Hernán, que dóiiiiii.

Eu não parava de bater uma vendo aquele filme pornô único (não sei quantas vezes ele fez ela subir e descer quicando naquela pica, a Pamela parecia muito cansada e excitada como nunca tinha visto, até que explodiu num orgasmo enorme, num grito quase bestial que deve ter acordado mais de um vizinho). Hernán, mesmo tendo gozado dentro da minha namorada, continuou metendo, porque ele ainda não tinha terminado. Depois parou. E falou pra minha namorada.

Hernán: Fica de barriga pra cima, gostosa (Pamela virou de barriga pra cima, tirou a fio dental e abriu as pernas).

Ela: Devagaaaaaar por favor... (falou enquanto ele se jogou por cima dela na posição de missionário).

Ela: Hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaayyyyyyyyyyyyyyynoooooooooooooooooooooo (Pamela grita ao se sentir cheia de novo, e ele tava comendo ela com tudo).

Hernán tava ficando excitado de novo, levantou as pernas da Pamela e começou a meter com tanta força que pensei que ia rasgar a buceta dela, e foi o que aconteceu, porque os gritos da Pamela eram de dor.

Ela: Hhhhhhhhhhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaayyyyyyyyyyyyyyyyyyaaaaaaaaaaaaaa assiiiiiiiiiiiiiiiiiiinoooooooooooooooooooooooooooo paraaaaaaaaaaaaaaa meeeeeeeeeeeeeeeeedóiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii meeeee dóiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii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Parece que os dois dormiram de tanto gastar energia. E eu desliguei minha câmera. Quando pensei que a noite tinha acabado, ouço a voz do Hernán dizendo:

Hernan: Ainda falta um buraco.

Pame: queeeeeeee??? Cê tá loucooooo

Mas sem dar tempo pra nada, ele vira ela de bruços e começa a lamber o cu da Pame. Eu pensei que ela ia recusar, já que raramente me dá porque diz que dói, e aquele pau que era o dobro do meu já tinha destruído a buceta dela e era ameaça demais. Mas me enganei de novo. As lambidas do Hernán na raba da minha mina convenceram minha namorada a dar aquele cuzão gostoso.

Ela: huuuuuuuuuffffffffffffffff hooooooooooooo que gostosoooooo mas tô com medoooo (ela falava, mas Hernán só lambia o cu dela sem dar bola, tava decidido a arrebentar o rabo da minha namoradinha)

Depois de lamber e lamber o cu da Pame, ele pegou o bronzeador que tava na mesinha de cabeceira, passou no pau dele e passou no cu da minha mina, e colocou ela de lado, ficando atrás. Liguei minha câmera de novo. Aí ele apontou o canhão pro buraco da minha namorada.

Ela: hoooooooooooooooooooooooooooo nãããooo (disse Pame ao sentir aquele monstro enorme tentando entrar nela)

Era enorme aquele pau e ele começa a empurrar devagar.

Hernan: hoooooooooooooo que raba lindaaa (falava segurando ela pela cintura e empurrando o pau pra começar a meter)

Ela: hoooooooooooooooo devagaaaaaar devagaaaaaar (sniffff sniffff, Pame chorava ao sentir aquele pau começando a entrar devagarinho no cuzinho dela)

E ele meteu devagar.

Pame: Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii nããããooooooooooooo nãããooooo tiraaaaa tiraaaaa (gritou Pame quando entrou aquela cabeça terrível, e mexia os braços querendo se soltar, mas Hernán segurou ela pela cintura e enfiou de uma vez até as bolas)

Pame: nããããooooooooooooo assimiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii nããããoooooooooooooooo tô me machucandooo assimiiiiiiiiii Nãooooooooooooooooooooooooooooooo
Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai (foi de partir o coração ver e ouvir minha princesa, mas é que ele realmente tava rasgando a buceta dela sem dó nenhuma)

O cara deixou ela parada uns segundos com a pica toda enfiada e começou um vai-e-vem devagar. A Pame, com o passar das metidas, dava pra ver que tava se acostumando ou pelo menos tentando, porque já não tentava mais escapar, mas não parava de gritar desesperada que o cuzinho dela tava doendo pra caralho. Ele enfiava e tirava cada vez mais, mais e mais, até que começaram a foder com tudo, mete e saca, mete e saca. Ela gritava, se contorcia de dor e, acho, de um pouco de tesão também, com os olhos cheios de lágrimas.

Até que Hernán, numa dessas metidas, enfiou a pica inteira até o fundo do cu dela, segurou a cintura da Pame contra ele com força e gozou, enchendo o cu da minha mina de porra, que tava sangrando por causa da foda violenta que ele deu na Pame.

Ao mesmo tempo, ele também gozou junto com o parceiro num orgasmo anal intenso, que era novidade pra ela.

Hernán se trocou e foi embora, deixando minha mina na cama quase desmaiada. Antes de sair, passou perto de mim, só me olhou. Eu continuei fingindo que tava dormindo. Quando ouvi a porta, fui pra cama com a Pame.

Cara, ela tava toda cheia de porra, por todos os lados. Era impressionante como o cuzinho e a buceta dela estavam. Eu já tinha gozado de novo, mas ao ver aquela cena na minha frente, a pica subiu de novo e fui pra cima dela.

Pame: Nãooooo, não aguento mais, tô toda suja (falou com cara de destruída)

Eu: (Deixa eu, falei, e enfiei a pica, mas foi de boa, ela tava toda aberta)

Pame: Aiiiiii, nãooooo (tá me machucando, falou, mas não era pela minha pica, era pelo atrito)

Aí resolvi bater uma punheta enquanto ela se levantava pra ir se lavar. Era foda ver aquela imagem, ela não conseguia fechar as pernas e tava mancando pra andar. Quando voltou pra cama, me deu o melhor boquete que já tinha feito em mim e engoliu toda a minha porra. No dia seguinte... acordei e preparei o café da manhã pra ela.
Pame: amor, não aguento mais de dor, tô doendo toda, não quero sair da cama (ela falou com o rosto inchado de tanto que chorou ontem à noite enquanto o Hernan tava metendo nela, arrombando a buceta dela). Então levei o café na cama e cuidei dela por dois dias, até ela se recuperar bem daquela trepada violenta. Quando voltamos das nossas férias, nosso namoro seguiu normal, mas ela deixou bem claro que nunca mais faria algo assim de novo.

3 comentários - Minha novia levou pirocada em Córdoba

javi808 +3
Alta trola resultó. Ya no te vas a enterar cuando coja con otro , jajs