Jovencita casada es infiel 1

Sou uma garota de 25 anos, casada, com um filho de 5 anos. Fisicamente, sou branca, tenho 1,57m, sou gostosa, cabelo liso e castanho. Tenho uns peitões grandes, uso 40B de sutiã, e minha bunda é grande, com umas nádegas bem bonitas, além de ser bem empinada e durinha. Por isso, meu marido quase não me deixa usar roupas apertadas, porque na rua os homens ficam me olhando e alguns até me enchem o saco. Meu marido ganha muito pouco no trabalho, e eu me viro vendendo marmita, que preparo em casa e depois entrego. O lugar onde moro é alugado. Vivo no primeiro andar, num quarto e uma cozinha que fica do lado do meu quarto, mas para entrar nela tenho que passar por outra porta, porque a entrada da casa é tipo um corredor com duas portas: uma, a principal, que fica do lado do meu quarto, e outra que dá para a sala. À direita, minha cozinha e um banheiro pequeno separado. É assim que tenho que passar por essa segunda porta para entrar na cozinha, que tem uma janela que se comunica com meu quarto.

Os donos da casa onde moro são uns caras de aproximadamente 24, 33 e 37 anos, todos solteiros. Desde que me mudei para lá, eles me trataram com muito respeito, tanto a mim quanto ao meu marido. Inclusive, vendo marmita para um deles, o de 33 anos, que se chama Júlio. Ele é um cara magro, alto, tipo 1,80m, e sempre que chega do trabalho, à noite, eu levo a comida para ele. Sempre me tratou com muito respeito, embora ultimamente meu marido tenha notado que ele me olhava com desejo. Eu não dei importância, porque ele nunca me deu motivo para pensar assim. Na casa também moram outros inquilinos no segundo andar, que ficam fora o dia todo porque trabalham. Então, praticamente fico sozinha a manhã inteira, já que meu filho estuda de manhã na escola.

Uma manhã, por volta das 9h30, bateram na porta da cozinha. Eu estava preparando o almoço. Naquele dia, eu tinha vestido um shortinho tipo moletom, verde, bem justinho, que me cai Supergrudado e na cintura, um shortinho tipo biquíni cinza claro, com um coração estampado e um sutiã branco, uma calcinha fio dental preta e umas sandálias com plataforma. Cheguei perto pra abrir a porta e qual não foi minha surpresa ao ver que era o Júlio:

— Oi, Carmen, desculpa, queria te perguntar o que você vai preparar hoje — ele disse, mas percebi ele meio estranho, meio nervoso, enquanto me olhava dos pés à cabeça; ele estava vestido com um short branco e uma camisa meio desabotoada.

— Ah, um ensopado — respondi.

— Desculpa, você tem um pouco de água pra me dar?

— Tenho — falei, enquanto me aproximava de uma jarra d'água que tinha no armário, bem em frente à porta.

De repente, senti o Júlio se aproximar por trás, me segurando com a mão esquerda na cintura enquanto com a outra senti que ele tinha tirado o pau e o segurava, esfregando ele nas minhas nádegas.

— O que você tá fazendo, tá louco? — falei, tentando me soltar dele.

— Ai, gostosa, você me deixa louco, com essa raba, essa carinha e esses peitões que você tem, faz dias que quero te pegar e te comer todinha — ele dizia enquanto sentia ele me apertar cada vez mais e, ao mesmo tempo, sentia o pau dele como um pau enorme, duro e grosso, passando pelas minhas nádegas. Ele me segurava firme na cintura e eu fazia força pra me livrar do assédio dele, com a mão direita ele abriu bruscamente minhas pernas e enfiou o pau enorme entre elas, passou a mão na minha buceta e depois virou meu rosto pra me beijar à força. Queria gritar, mas ele não deixava, enfiava a língua até minha garganta enquanto metia e tirava o pau na minha entreperna.

— Me solta, por favor — eu pedia.

— Não, quero te comer todinha, você me excita demais, olha como tá minha pica.

— Me abaixei pra olhar e vi o pau dele aparecendo na frente entre minhas pernas, verdade, ele era bem grande, uns 21 centímetros, coisa que nunca tinha visto, porque o do meu marido tem uns 13 centímetros.

— Não, por Por favor, vai me machucar—me solta—eu falei, mas ele segurou e virou meu rosto de novo e me beijou apaixonadamente enquanto me segurava pela cintura e eu sentia o pau dele entre minhas pernas, mais duro e grosso ainda, esfregando minha buceta por cima da roupa e começando a me excitar.

—Nãooo, eu dizia

—Shhhhh, cala a boca e aproveita, eu te desejo, você é bem gostosa, vou te devorar todinha

Eu coloquei minhas mãos na borda do balcão e ele, se abaixando um pouco, começou a me beijar no pescoço e não tirava o pau da minha entreperna, me soltou um pouco e com as duas mãos me segurou pela cintura e começou a mexer a piroca dele na minha entreperna, esfregando minha buceta.

—Ahhhhhh, não por favor, por que você tá fazendo isso comigo?—eu falei

—Porque eu te desejo, porque só de te ver eu fico louco e sobe a pinga, com essa rabuda e esses peitões

—Ahhhhh, ahhhhh, nãooo, nãoooo—eu dizia enquanto sentia que me excitava mais, mas ao mesmo tempo tinha medo do que ele podia fazer com aquela piroca enorme que ele tinha…

Nisso, com as duas mãos ele puxou meu moletom até a altura dos joelhos e se levantou e colocou o pau dele de novo entre minhas pernas, dessa vez eu tava só de calcinha, ele passou ele pelas minhas nádegas e com as mãos fez eu abrir mais as pernas e esfregava com força minha buceta por cima da calcinha, me segurou pela cintura e depois levantou minha blusa

—Ahhhhh, ahhhhhh, nãooo, nãooooo

Ele desabotoou o sutiã e quando soltou, de um puxão tirou minha blusa e o sutiã caiu no balcão.

Ele enfiava e tirava o pau dele entre minhas pernas e com as duas mãos começou a apertar meus peitos

—Mmmmmmm, que peitões hein Carmencita, nunca comi uns peitos desse tamanho e tão gostosos

—Me soltaaa, não continua, por favor

—Não, se você já tá quase peladinha, só se deixa levar

Nessa hora eu tava excitada e sentia que minha calcinha tava molhada, tanto pelo que escorria do pau dele quanto pelos meus fluidos.

—Mmmmmmm, você é meu menu hoje Carmen, ufffff, que rabo gostoso, que buceta deliciosa Eu tava com as mãos na borda da bancada da cozinha e só passava um monte de coisa na minha cabeça, mas principalmente o que ia rolar quando ele me penetrasse com aquele pauzão dele.

— Viu, mamãe, já tá gostando — agora quero que você junte suas perninhas.

Juntei minhas pernas e ele se abaixou um pouco, terminou de tirar meu moletom e depois começou a tirar minha calcinha, pra em seguida beijar minhas nádegas desesperadamente e abri-las com as mãos.

— Uffffff, que bucetão gostoso que você tem, mamacita, vamos, quero que você se incline um pouco sobre a bancada.

Nisso ele fez com que eu me debruçasse um pouco sobre a bancada e abriu minhas pernas. Senti ele encaixar o pênis dele na minha buceta e, abrindo minhas nádegas com as mãos, começou a meter.

— Auuuuuu, auuuuuu, auuuuuu, nãooooooo, nãoooooo, auuuuuu, ayyyyyyy — comecei a gemer enquanto ele enfiava aquele picaço devagar e tirava, primeiro lentamente e depois um pouco mais forte.

— Toma, Carmen, que rabão gostoso, você tem a buceta apertadinha e molhadinha, uyyyyy, toda vez que eu tiro, marca a circunferência do pau com essa porra branca que você tá soltando, ufffff, toma, toma mais.

— Mmmmmm, ayyyyyy, ayyyyyy — eu gemia e a única coisa que consegui fazer pra não gritar muito foi pegar um escorredor de pratos que tava perto e começar a morder ele.

— Que grande e grosso que você tem, você tá me abrindo toda, ayyyyyyy, ayyyyyyyy, sinto que vou desmaiar, ayyyy, ayyyyyyy, auuuuu.

— Toma, rabuda, toma. Que peitões! Essa bucetona precisava de uma pica como a minha.

— Ayyyyyy, ayyyyyyy, ayyyyyyy, não tão forte, é muito grande, ayyyyyyyy.

— Vem, vamos pra pia, quero que você sente na cerâmica.

Ele me pegou pela mão e me levou até onde ficava a pia, tirou as coisas que estavam em cima da cerâmica, me levantou e me sentou nela. O pau dele ficava bem na altura da minha buceta.

— Vamos, apoia seus pés na borda da pia e abre as pernas — ele dizia enquanto apertava meus peitos.

Depois, segurando minha cintura, me puxou pra borda da pia e começou a me penetrar. enquanto se abaixava um pouco pra me beijar
-Ahhhh, ahhhhhh, já não aguento, ahhhhhhh
-O som que a metida e tirada daquela coisa enorme fazia com os sucos da minha buceta era excitante
-Ahhhh, ahhhhhhh, ahhhhh, ayyyyy, não mete tão forte, me machuca, ahhhhhh
-Toma, gostosa, vou destruir essa sua buceta, agora você vai saber o que é um homem de verdade

Nisso ele me segurou pelas coxas e me levantou no peso, tive que me segurar enrolando os braços no pescoço dele enquanto naquela posição ele metia e tirava o pau, ao mesmo tempo que me subia e descia me segurando pelas coxas
-Ayyyy, ayyyyyyy, ahhhhhh, ahhhhhhhhhhhhh, você me abre toda, ahhhhhhhhh
-Uffffff, continua, geme, grita, me deixa mais tesudo –

Pra não gritar tanto, comecei a beijar ele enquanto meus berros se perdiam na boca dele e o pau dele se abria caminho cada vez mais dentro da minha buceta e meus peitos se esfregavam no peito dele
-Assim, mamãe, que delícia você é, você é a melhor de todas—
-Ahhhhh, ahhhhhh, ahhhhhhh, ahhhhhhh, ahhhhhhhhhhhhhahhhhhh, me abaixa, por favor

Nessa hora ele me abaixou e, me carregando, abriu a porta da cozinha e me levou pro segundo andar, pro quarto dele
-Nãooo, pra onde você tá me levando, podem vir
-Vamos, sempre tive a fantasia de você vir pro meu quarto peladinha e eu te foder com tudo

O quarto dele tinha uma janela que estava escancarada e dava pra uma escada em caracol que levava pro terraço. Ele abriu a porta do quarto e me colocou na cama, se aproximou de mim, me puxou pra beirada, colocou minhas pernas nos ombros dele e de novo enterrou aquela coisa enorme em mim
-Ayyyyyy, ahhhhhhh, ahhh, você me faz doer, é um selvagem, ahhhhhhhhhh, ahhhhhhhhhhhhhhhh
-Toma, que gostoso, toma, Carmen, hoje você é meu menu, e que menu hein

Eu sentia que quase o pau inteiro entrava e, apesar de tudo, me excitava. Pra não gritar toda vez que sentia que ia gozar, enfiava minha língua na boca dele e beijava
-Vem, big booty, quero que você fique de quatro, quero te foder olhando pra essa raba enorme que você tem

Eu fiquei de quatro de joelhos na beira da cama, definitivamente nessa posição eu ia sentir toda a pica dele. Senti ele passar a cabeça do pau pelos lábios da minha buceta e depois meter - Ahhh, ayyyy, auuuuuuu, ahhhhhhhhh, ahhhhhhhhh - eu gemia enquanto apertava o lençol com as mãos e mordia os dedos, enquanto ele bombava com a vara dele dentro de mim - - Sim, que gostoso, que rabão - ele apertava minhas nádegas com força e eu senti que naquele momento o pau dele inteiro tinha encaixado na minha vagina, que eu sentia cheia daquela pica dele - Uffff, agora quero que você sente em cima de mim, sai pra lá que vou deitar Eu me virei de lado, minha buceta pulsava, ele me puxou de uma vez e me fez sentar em cima dele, eu mesma encaixei o pau dele pra entrar na minha buceta, ele puxou meu rosto pra perto e começou a me beijar enquanto com as duas mãos segurava minha cara e o pau dele socava minha buceta - - Ayyy, ahhhhh, isso é errado o que a gente tá fazendo, ahhhhhh, ahhhhhhh, ohhhh, ahhhhhhhh - - Vamos, Carmen, fala que você gosta, fala - Ahhhhhh, eu gosto, continua, papai - eu dizia, agora eu mesma subia e descia no comprimento da pica dele e ele chupava e beijava meus peitos - Que peitos, que delícia, são enormes, sempre quis estar assim, comendo essas tetonas suas - Faz isso, come elas, faz o que quiser - eu falei Nisso, enquanto eu cavalgava, senti um jorro enorme de porra quente enchendo minha vagina - - Ahhhhhh, uffffff, vou te encher, ahhhhhh - ele metia com mais força - toma até a última gota - Ayyy, ayyyy, chega, para, ayyyyyyyyy - eu gemia enquanto ele metia com toda força com a pica dele e a porra enchia minha vagina e eu sentia as bolas dele batendo na minha vulva - ahhhhhhhhhhhhhhhh, ahhhhhhhhhhhhhhh, ayyyyyyy, ayyyyyyyyyyyyyyy, jáaaaaaa - praticamente enquanto ele gozava, ele tava destruindo minha buceta e chupando meus peitos, o que me excitou ainda mais e eu gozei pela terceira vez Assim que ele terminou de gozar, me deu um beijo apaixonado, eu tava exausta e me deitei na cama, minha buceta doía, ele se Levantei e fui pro banheiro, que fica do lado do quarto dela.
Daí a pouco ouvi ela me chamar:
— Vem, Carmen, se lava.

Fui me lavar, me aproximei do chuveiro, ele tava sentado no vaso, depois veio até mim e começou a pegar nas minhas nádegas de novo, se abaixou e começou a me beijar enquanto a água caía nos dois. Ele colocou minha mão no pau dele e fez eu puxar.

— Vem, abaixa, Carmen, quero que você dê beijinhos nele —
— Não, quero ir embora, já chega — Ele enfiou a mão entre minhas pernas e com os dedos começou a meter os dedos na minha buceta, fazendo eu ir ficando excitada aos poucos. Me abaixei e com as duas mãos peguei a cosota dele, que ainda tava meio mole, e levei até minha boca. A cabecinha dele mal cabia na minha boca, cuspi saliva e comecei a chupar enquanto uma das minhas mãos acariciava as bolas dele, e ele me segurava e acariciava meu cabelo.

— Isso, continua, amor, como você chupa bem, ui, já tava endurecendo de novo, pronto pra te foder gostoso.

O pau dele ficou grande e duro de novo, ele segurou minha cabeça e passou ele pelos meus lábios, metendo e tirando. Dava pra ver um volume nas minhas bochechas cada vez que ele enfiava e tirava, e passava ele no meu rosto.

— Levanta um pouquinho, quero passar ele nas suas tetonas — ele disse.

Levantei um pouco e ele passou o pau nos meus peitos, colocou ele entre eles e fez eu apertar. Mesmo meus peitos sendo bem grandes, ainda sobrava um pouco do pau dele. Ele fez eu me abaixar e, com o pau entre minhas tetas, apertando, comecei a chupar a cabeça dele.

— Uffff, que delícia, que gostoso é te pegar, você é muito gostosa, espero que não seja a primeira e última vez. Agora quero que você se abaixe e apoie suas mãozinhas na borda do vaso e abra bem suas perninhas.

Levantei e me abaixei, apoiando na borda do vaso, e ele começou a me penetrar.

— Ahhhhh, ahhhhhhh, continua, ahhhhhh, ahhhhhhhh, mete, não para — eu disse — ayyyyy, que pau gostoso, que grande, que grosso, ahhhhhh, ahhhhh, ahhhhhhhh. ahhhhhhh, continua, gostoso, sou sua mulher, ahhhhh

-Uuuuh, vai, continua, rabuda, se mexe, mexe essa rabuda

Com a bunda fazendo círculos em volta do pau dele e me segurava às vezes pelos quadris ou às vezes se abaixava um pouco e apertava meus peitos—

-Vem, quero sentar no vaso

Tirei o pau dele e me levantei, ele sentou no vaso, me colocou de costas pra ele e fez eu sentar de costas, minhas pernas ficaram por fora das pernas dele, ele abriu minhas nádegas e meteu o pau e eu me segurei nas coxas dele enquanto subia e descia no pauzão dele

-Isso, meu amor, assim, ohh, você vai me fazer gozar de novo, que rabuda, uuuuh, como esses peitões balançam

Eu mesma subia e descia no pau dele me apoiando nas coxas dele, ele me puxou pela cintura, encostou minhas costas nele e começou a apertar meus peitos enquanto continuava metendo e tirando o pau, minha buceta já tinha se adaptado completamente aos 21cm dele, mas ainda assim me dava mais prazer do que dor

-uuuuh, vou gozar, vamos, se mexe, vira essa carinha

Virei meu rosto enquanto ele me penetrava e apertava meus peitos e senti de novo um jato de porra enchendo minha buceta

-Ahhhhhh, ahhhhhh, ahhhhhhhhhhhh, ahhhhhhhhhhhhhhhhhh, ahhhhhhh que gostoso – eu falava enquanto gozava pela quinta vez

Nisso, ouvimos alguém batendo na porta da rua, me levantei, abri a porta do banheiro e desci correndo as escadas, entrei na minha cozinha e como pude coloquei a calcinha, o sutiã, o moletom e a camiseta, acho que fiz isso em quase três minutos. Saí pra ver quem era, não era ninguém, fui pra cozinha e peguei uma jarra com água, fui pro banheiro e comecei a me lavar, minha buceta doía um pouco e estava vermelha e uma grande culpa fez minha cabeça começar a doer… definitivamente o que eu tinha feito estava muito errado…

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