Surpresas que a gente leva parte 2

D deu um pacote pra Y, ela foi pro banheiro. D me disse: "quero que você grave tomadas abertas e bem de perto, e o rosto dela, grava o rosto dela enquanto eu tô comendo ela". Vou fazer isso, mano. E Y saiu do banheiro só com uma meia branca e um cinta-liga, nada mais. As tetonas dela balançavam, tava incrível de ver. D chegou perto e começou a beijar ela. Começou com uma tomada aberta, D beijava ela, segurava cada nádega com uma mão, abria elas enquanto chupava a língua dela. Passei a filmar de perto aquele rabo enquanto D abria ele, gravava aquela bunda, parecia bem fechada. D tentava enfiar um dedo e com a outra mão abria a nádega esquerda dela. Virou ela e ficou de frente pra câmera a xereca dela, toda depilada, dava pra ver claramente o clitóris inchado. D segurava os peitos dela e ela virava pra chupar a boca dele, colocava a língua pra fora, passava pela boca, pelas bochechas, enquanto D tocava a racha dela. Uau, espetáculo lindo e de luxo. D soltou ela e andou até a cama, deitou de barriga pra cima, e Y subiu e se posicionou no 69. Ela começou a abaixar a cabeça e enfiou a cabeça da pica de D na boca, chupando devagar, só a cabeça. Tirava e enfiava de novo. Tirou da boca e começou a suspirar. Fui pra cima de D, que tinha as mãos em cada nádega e enfiava a língua na racha dela, passava do clitóris pro cu e dava linguadas, queria enfiar a língua no cu dela, e começava de novo. Y só gemia enquanto D chupava a xereca dela. D deu um tapa na bunda e rapidamente Y levantou, sentou em cima e ele começou a meter nela, ela sozinha. Me movi pros pés deles e foquei a câmera. A cabeça da vara de D entrava naquela xereca, abria os lábios e começava a sumir dentro até chegar nos ovos. D puxou ela pro peito dele, com isso o rabo de Y abria um pouco e dava pra ver claramente aquela bunda gostosa. D começou uma bombada lenta, foi acelerando, dava pra ver como a xereca passava de quase fechada pra aberta quando D metia toda, uma e outra vez. Por 15 minutos eles ficaram nessa. Posição. D para e fica de quatro, colando o rosto no colchão. Aproxima a câmera pra gravar aquela racha e aquele rabo, enquanto D me dizia que eu era um excelente cinegrafista. D ficou atrás de Y e, abrindo as nádegas dela, foi enfiando devagar até encostar o corpo na bunda de Y. Virei de lado pra continuar gravando. D massageia as nádegas dela, abrindo elas enquanto continuava metendo. Grava o rosto dela, ele me pediu, e foi o que fiz. Y fechava os olhos enquanto gritava: "D, mais forte, love, me dá mais, isso, isso, aaa". "Me grava o rosto", D me disse. Apontei a câmera pra ele. "Tira a pica", ele falou, e se levantou, deixando a pica dentro de Y, e agarrou ela pelo cabelo, levantando o rosto dela. "Chupa ele", ele disse. Y pegou na minha pica e começou a enfiar na boca dela. D só olhava, não se mexia. Y enfiou tudo até o nariz dela bater no meu púbis. D me pediu a câmera, começou a gravar. Y começou a chupar mais forte, tirava tudo e enfiava de novo. Vi que D tirou a pica dele, ficando na mesma posição, Y me chupando. D gravava em plano aberto. Entendi a ideia dele: tirei a pica da boca de Y, ela não se mexeu. Fiquei atrás dela e D se moveu pra gravar o rosto dela. Desci pra chupar a racha dela. D perguntou: "Me diz, o que ele tá fazendo com você?" Y: "Love, ele tá chupando minha racha, gostoso, ele tá enfiando um dedo na minha racha, mmmm, mmmm, ele tá chupando meu cu e o dedo dele na minha racha, love, que gostoso ele chupa. Deixa ele me comer, deixa, aaaa, isso, que gostoso." D não se mexia, então fiquei atrás de Y, que ia contando pra D tudo que ele fazia. Coloquei a cabeça da pica na entrada da racha dela e esperei. Y: "D, deixa ele enfiar, a pica dele tá na entrada da minha racha." D concordou com a cabeça e ela se jogou pra trás. Enfiei a pica toda, ela começou a se mexer que nem louca, se movia pra trás pra enfiar a pica toda. Eu segurava cada mão numa nádega, abrindo elas enquanto minha pica entrava. Comecei a meter com tudo, rápido, a bunda dela batia e fazia barulho. Tirei a pica e coloquei no cu dela. Y não disse nada, só se segurou. ela, com a mão, abriu cada nádega e eu comecei a empurrar. Aquele cu tava apertado. D se levantou e filmou em close como meu pau ia entrando no cu de Y, até eu encostar meu púbis nas nádegas dela. Senti que ia gozar, então comecei a comer ela devagar, bem devagar, pegando velocidade umas 7 ou 8 metidas, e começou a sair meu gozo, enchendo aquele cu de Y. Tirei o pau enquanto D gravava tudo. Quando tirei, D largou a câmera, ficou atrás e começou a comer o cu dela rápido, forte. Ela começou a gritar e ele encheu de novo de porra. Olhei pra eles, fui no banheiro me lavar. Saí, eles entraram e se lavaram também. Saímos do hotel e D falou: "Bom, disso tudo, nada pra ninguém." "Claro", respondi. "Vamos embora." Me deixaram em casa. Uff, que noite.

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