La calentona de mí tiat P.2 (100% real)

E aí, galera do Poringa! Hoje trago a segunda parte do conto "A Tia Tarada". Se você não leu o primeiro, tá aqui o link: https://m.poringa.net/posts/relatos/3628875/La-calentona-de-mi-tia-100-real.html

Vamos relembrar o finalzinho da parte anterior e continuar...

. . . . .

Mal ela disse isso, virei ela na cama, abri as pernas dela e a peguei de quatro, metendo com toda a vontade que eu tinha de enfiar nela.

Direto, sem esforço nem problema, minha rola entrou...

V – Ai, filho da puta! Que pica mais gostosa!

Y – Gostou, tia? Porque eu adoro ter uma tia puta como você.

V – Ahhhhh, siiiim!!! Adoro ser sua putinha. Sou a tia mais vagabunda que existe. Me come com força, garotão.

Enquanto os gemidos dela aumentavam com as bombadas que eu estava dando, a buceta dela ia ficando cada vez mais apertada. Entre gemidos, ela falava:

V – Garotinho, como você come bem. Me come mais forte, você me deixa maluca!

V – Filho da puta, me come com força, como a putona que eu sou.

Isso me motivou a meter mais e mais rápido, mais e mais forte. Peguei nos peitos lindos dela enquanto meu ritmo não diminuía, com tanta adrenalina, desejo e vontade de foder minha tia.

V – Ai, filho da puta, não para, não para, não para...!!!

E as pernas dela afrouxaram ao som de um gemido bem profundo, como se ela tivesse ficado sem forças pelo orgasmo que alcançou. A buceta dela era um mar de mel que inundava minha rola, que ainda seguia no ritmo desesperado de metida e metida...

Ela caiu rendida na cama. Eu, sem dar trégua, virei ela e desci até a buceta molhada para chupar tudo... Uma buceta deliciosa, digna de uma foto e de ser colocada num quadro num estúdio privado.

Y – Tia, não pense que isso vai acabar aqui. Abre as pernas que eu quero que você tenha outro orgasmo.

Ela, puta mas submissa, se entrega de corpo e alma ao meu pedido... Os fluidos que escorriam lentamente pela linha da vagina foram absorvidos pelos meus lábios, que os beberam num gole só. Automaticamente comecei a passar minha língua por toda a sua buceta de baixo para cima, devagar e prazerosamente, querendo que ela se derretesse diante de mim... V- Ahhh, si... sobrinho, que gostoso, como você come todinha... Enquanto eu continuava com minha língua subindo e descendo, ela gritava para eu continuar e continuar... Abri seus lábios, olhei sua buceta com atenção e ela, num minúsculo lapso de segundos, agarrou meus cabelos e me mergulhou completamente dentro de sua vagina deliciosa... Minha língua penetrou como se fosse assídua naquele lugar, percorrendo até o mais profundo de sua cavidade sem parar de ouvir gemido atrás de gemido, sentindo suas mãos apertarem com força os lençóis e seu corpo arqueando no compasso das minhas lambidas... Soltei-me de suas mãos, mas minha vontade de foder não cessava; embora quisesse penetrá-la, busquei fazê-la ter outro orgasmo... Minha língua foi ao ponto chave... o clitóris. Comecei a lambê-lo com delicadeza e amor... De baixo para cima com a ponta da minha língua... Devagar... rápido... devagar... rápido... Intercalava as velocidades e, por momentos, o beijava. Ela, desesperada, me pedia para comê-la de novo. V- Come-me, filho da puta... Quanto tempo você vai me deixar assim, tão quente? Sua súplica foi em vão. Y- Quanto mais você suplicar, mais eu demoro. Disse enquanto preparava o que tanto ela aneliava... Seu clitóris duro, fora de si de tanto êxtase, fez um grande trabalho... Meu dedo do meio foi a cereja do bolo para outro orgasmo... V- Cara, não...!!! Você vai fazer eu gozar... Gemido extenso, novamente sinal de um orgasmo consumado pelos meus lábios e um dedo que chegou ao seu ponto chave lá dentro... Eu, satisfeito com minha jogada magistral, e super excitado por tudo que estava vivendo naquele momento, me aproximei de sua boca, olhando seu rosto de êxtase pelo clímax alcançado, beijei-a sutilmente dando um falso indicativo de que o ato terminaria. Parei de beijá-la e digo ao ouvido... Y- Tia, sabe de uma coisa? Quero que você tenha mais um... e não vou te deixar até que você tenha... Em seguida, beijei sua orelha descendo por sua pescoço, seus seios delicados e seus mamilos bem eretos até parar em seu umbigo. Olho para ela e ela, rendida, ri de mim.
V – Chega, cara, tô morta… Faz tempo que não me comiam assim, nem seu tio aguenta tantas gozadas seguidas…
Y – Mais uma, você é minha tia puta e me deixa com tesão…
Suas pernas, novamente o alvo do meu desejo. Abri sua buceta e a festa começou de novo… Seus peitos subiam e desciam no ritmo das minhas enfiadas. No início sutil e delicado, começando a aumentar a velocidade e a força, seus peitos não paravam de dançar, o mesmo barulho que minhas bolas faziam na beirada da sua buceta…
V – Chega, não aguento mais…
Y – Me dá mais um orgasmo, e eu paro… mas tia, eu vou gozar dentro.
V – Tá bom, meu amor, me entrego…
Coloquei um travesseiro nas suas costas baixas para que ela arqueasse e pudesse sentir mais prazer… as bombadas firmes e fortes para que ela pudesse chegar lá. Minhas mãos, uma em cada peito, apertando seus mamilos que continuavam duros como no começo da odisseia… Passaram poucos minutos e eu não aguentava mais. Pensava na minha mãe, no cachorro, em qualquer coisa para não gozar primeiro…
V – Já não aguenta mais, né…! – Ela me dizia, entrecortada, com sua voz cansada…
V – Me enche de porra… Se fizer antes de eu acabar, amanhã te entrego o cu…
Isso me matou! Bombeei com tanta força que minhas bolas chegaram a doer das enfiadas que eu dava, até que não aguentei mais e toda a minha porra entrou inteirinha…
Se querem saber como continua, porque tem mais ainda, espero seus pontos e comentários!!

6 comentários - La calentona de mí tiat P.2 (100% real)

Lest47
Buenisimo. A la espera de mas y fotos de tu tia puta. Van ptos.