Humilhando uma novinha (8)

Fala aí, só esclarecendo que essa saga não é minha, eu li e gostei tanto que resolvi postar ela...


P.S.: último capítulo da história...
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -Rosa estava no quarto dela. As meninas estavam colocando os biquínis, a entrada do estacionamento da casa rangia quando os felizes pais voltavam da partida de golfe. Entraram comentando as melhores jogadas.
Eva e Laura estavam numa espécie de banquetas da cozinha, Ana lia a revista Caras numa poltrona.
Jorge – Oi, meninas! Como foi a manhã?
Ana – Bem, ensopadas.
Eva segurou uma risada.
Rosa apareceu na escada olhando pra todo mundo.
Eu – Bom dia, Rosa, já era hora, sua preguiçosa!
Jorge – Pois é, é uma dorminhoca. Podia aproveitar as manhãs como o resto das meninas.
Laura – É, Rosa, devia – disse olhando nos olhos dela e sorrindo.
Rosa foi pra cozinha e sentou numa das banquetas, arregalou os olhos, na TV da cozinha tava passando a cena dela no chuveiro, ela completamente nua acariciando os peitos cobertos de sabão e enfiando os dedos na buceta. A TV tava de costas pra sala onde estavam o pai dela e o Jorge. Eva olhou pra ela rindo.
Rosa tava pálida.
Jorge – E o que vocês vão fazer hoje?
Ana – Bom, agora é hora da pedicure e essas coisas de mulher, se vocês não se importam. Temos que ficar gostosas.
Rosa olhou pra Laura, Laura confirmou discretamente.
Laura – É, a coitada da Rosa tá um caco, vamos deixar ela novinha.
Rosa olhava pra irmã sem saber o que dizer.
Ana – Beleza, rapazes, o banheiro de cima tá declarado zona proibida.
Jorge – Carlos, vamos tomar um aperitivo?
Eu – Perfeito, essas manhãs de piscina abrem meu apetite.
Eva levou uma câmera com a cena que pude ver mais tarde.
As quatro entraram no banheiro, era um banheiro enorme, tinha até uma banheira de hidromassagem pra 2 pessoas, dois espelhos... etc. Dava pra ver que a dona da casa gostava de se cuidar.
Laura – Então, irmãzinha, quer descer pra falar com o papai ou vai fazer o que a gente mandar?
Rosa – Vocês são umas putas, nem pensem que vou entrar nessa!
Ana – Ah, vai sim, claro que vai, já tá nela, ou não lembra do vídeo da cozinha, continua No player, aliás, o Carlos tá com seu pai e meu marido tomando umas cervejas na cozinha. Se a gente não mandar um SMS em dois minutos, ele vai falar pro seu pai que precisa conversar. Eles confiam nele, os dois, você sabe disso, né? Se não, como você acha que dois árabes desses iam deixar um cara gostoso igual o Carlos entrar nessa casa cheia de buceta?

Laura – Bom, também não é assim, Ana, eles não pensam que a gente tem buceta.

Eva – Pois eu acho que o Carlos percebeu, hehehe.

Ana pegou o celular e olhou pra Rosa.

Ana – E então?

Rosa olhava pra elas. Tava tremendo. – O que eu tenho que fazer? Não vou deixar esse cara me comer.

Laura – Claro que não, maninha, não vai precisar, mas você entra na brincadeira pra gente ter certeza que não vai dedar.

Rosa – Tá bom, mas nada de foder com o Carlos, me dá nojo, e muito menos chupar aquilo!

Ana – Aquilo?

Laura – O pau dele, ela tem dificuldade de falar, coitada.

Ana – Kkkk, sim, vale, nada de "aquilo".

Rosa – Prometido?

Eva – Claro! Como a gente ia deixar ele te comer sem você querer?

Rosa – E agora, o que a gente faz?

Ana – Tira a roupa.

Rosa – Pra quê?

Ana – Vamos tirar umas fotos com o celular da sua irmã, todas peladas. Ela vai guardar como garantia, você confia nela, né?

Rosa – Sim, mais ou menos.

Ana – Beleza, fora a roupa, meninas.

As três ficaram peladas num segundo. Rosa olhou pra elas três nuas, com as bucetas depiladas, e devagar tirou a roupa.

Laura – Uff, que horror, maninha, como você pode deixar a xota assim?

Rosa olhou pra própria virilha, vendo a moita de pelo.

Rosa – Sei lá, não sabia que dava pra fazer de outro jeito.

Ana – A gente arruma isso, calma. Por enquanto, vem aqui com a gente pra Eva tirar umas fotos.

Eva pegou o celular da Laura e tirou uma foto delas.

Eva – Mais juntas. Ana passou um braço por cima dos ombros das duas irmãs e puxou elas com força pra perto. Eva tirou mais algumas.

Ana – Agora as meninas sozinhas. Pegou o celular da Eva. – Beleza, vamos ver esses peitos, meninas.

Eva, que tinha ocupado o lugar da mãe... Pego uma teta de cada irmã e sorrio pra câmera. Laura também sorria, Rosa não sabia onde enfiar a cara.
Ana – Beleza, fiquem de cócoras… isso, agora abram as pernas. Uhum, quantos caras pagariam pra ver essas três bucetas, Rosa, a sua é horrível, olha… Mostrei a foto que tinha tirado, dava pra ver as rachas da Eva e da Laura, e a dela só um mato de pelo.
Laura – Nossa, parece que tem um esquilo aí.
Eva – hahaha, é, e ainda despenteado!
As três riram.
Ana – Beleza, vamos arrumar isso, não podemos deixar seu namorado te ver assim.
Rosa – Meu namorado? Cê tá de brincadeira, né?
Ana – Não me diga, ele não chega perto de você? Não te toca?
Rosa – Nem pensar, só depois do casamento e faltam dois anos.
Eva – Quanto tempo tão juntos?
Rosa – Cinco anos?
Eva – E você nunca bateu uma pra ele? Nunca deixou ele de pau duro? Com esses peitões que você tem, ele deve andar de pau duro o dia inteiro.
Rosa – Não, ele é um cavalheiro, quando acontece ele pede desculpa e se afasta.
Ana – Minha nossa, é igualzinho ao Jorge, a que te espera, gostosa.
Rosa – Por quê? Ele é um homem decente!
Ana – Porque se ele não consegue ver o quanto você tá gostosa pra pegar e foder como a mulher dele, eu temo que depois vai ser igual ao meu, um inútil.
Rosa – Foi isso que aconteceu com você? Por isso deixa o Carlos fazer essas coisas?
Ana – Amiga, o que o Carlos faz comigo não tem nome.
Rosa – Mas você teve a Eva com o Jorge! Ou não é filha dele?
Ana – É, é sim, mas não é a mesma coisa engravidar do que foder, você vai descobrir quando ficar no meio do caminho e passar o dia no chuveiro enfiando os dedos como agora. Aí você me liga e pede pra eu mandar o Carlos.
Rosa – Acho que não.
Ana – Bom, senta na pia.
Rosa – Pra quê?
Laura – Vai, irmãzinha, não enche o saco.
Rosa sentou na pia, fizeram ela levantar os pés, a buceta dela ficou toda exposta, ela teve que se inclinar pra trás e apoiar as costas no espelho. Ana tinha colocado a câmera bem na frente dela. Ana pegou um banquinho, sentou na frente dela, o rosto dela ficou Na altura da buceta dela, Laura e Eva também sentaram no lavatório, uma de cada lado da Rosa. Laura pegou uma escova e começou a escovar o cabelo dela. Eva encontrou um pote de creme hidratante e começou a passar nos ombros dela, algumas gotas caindo sobre os peitões dela. Ana raspou a buceta dela com uma máquina, depois aplicou um creme depilatório. Enquanto esperava fazer efeito, ficava acariciando a parte interna das coxas dela.

Ana – Você tem um corpo escultural.
Rosa – Não sei o que dizer.
Ana – Diz obrigada.
Rosa – Obrigada.

Eva desceu dos ombros dela e agarrou um peito, Laura vendo isso agarrou o outro, e as duas ficaram massageando.

Rosa suspirava – Não, por favor...
Eva – Ssssh, calma, isso faz parte do trato.
Rosa – Mas... Eu não...
Laura – Fica tranquila, irmãzinha, não é bom fazer sempre sozinha.

Rosa não disse mais nada. Três mulheres tocavam as partes íntimas dela, coagiam ela, estavam fotografando e ela não podia fazer nada pra evitar.

Ana foi tirando o creme depilatório, depois com uma toalhinha de mão e água removeu os restos de creme, e em seguida continuou passando a toalha na buceta da Rosa, fazendo questão que ela sentisse a aspereza no clitóris. Rosa suspirava. Num dado momento, as três trocaram um olhar, Eva e Laura se inclinaram e meteram um mamilo cada uma na boca dela, Ana se inclinou e colou a boca na buceta da Rosa. Ela deu um pulo, mas três bocas sugando ela era demais. As três iam bem devagar, não queriam que ela gozasse ainda, davam longas lambidas, puxavam os mamilos dela, amassavam os peitos dela.

Ana tava se divertindo pra caralho, enquanto chupava a buceta dela, enfiava os dedos na própria, a temperatura do banheiro subia. Ana também passava a língua no cu da Rosa, ela dava um pulo toda vez que sentia, mas não se mexia, só suspirava.

Em uns 10 minutos, Ana disfarçadamente me mandou um SMS – "Pronta". Meus dois acompanhantes estavam na piscina, cada um com uma cerveja e uns aperitivos na borda da água.

Eu – Vocês vão Ah, perdoa um minuto, tenho que ver um e-mail do escritório.

Jorge - Ok, tranquilo, até as minas ficarem prontas a gente não sai pra comer. Tinham me convidado pra almoçar e jantar fora todo santo dia, o pai da Laura falava que era o mínimo por aguentar aquelas "araras", como ele chamava, o dia inteiro. Falava na cara delas que não serviam pra nada, que eram umas inúteis. Eu vazei na hora.

Entrei no banheiro e tranquei o ferrolho. A Rosa tava com o olhar perdido, o prazer que tavam dando nela era demais. Ela me olhou com surpresa e medo. Me aproximei, a Eva e a Laura seguraram as mãos e os tornozelos dela pra ela não conseguir fechar as pernas. Cheguei perto, a Ana enfiava a língua no buraquinho dela, saboreando os líquidos.

Eu - Olha só a santinha.

Rosa - O que ele tá fazendo aqui? Vocês me disseram...

Ana - Essa foxy é muito gostosa, meu amo, não para de escorrer. Olha que buceta bonita.

Olhei, acariciei com uma mão, os lábios dela eram muito macios, tava encharcada, entre os fluidos dela e a saliva da Ana...

Laura - Minha pobre irmãzinha é virgem, amo. O idiota do namorado dela nem toca nela.

Rosa - Não, pelo amor de Deus.

Eva - Ssssh, calma, isso ia acontecer com você de qualquer jeito, só não esperava era com quem.

Ana abaixou meu shorts, enfiou meu pau na boca por um segundo, e tirando, colocou bem na entrada da buceta da Rosa. Foi mexendo até a ponta ficar bem no buraquinho dela, dava pra sentir o calor saindo da buceta dela.

Eu - Olha, não dá pra deixar você sair daqui do mesmo jeito sabendo o que sabe.

Rosa - Mas vocês têm as fotos, a Laura tem, deixa ela te dar, não tô nem aí.

Eva - Hahaha, fotos? Dar pra ele? Era pra isso, sua burra. E vê aquilo ali em cima da estante? É uma câmera de vídeo. Gravamos tudo. E o que a gente vai gravar agora.

Rosa - O que vocês vão gravar?

Laura - Sua perda da virgindade.

Rosa - Não!

Laura - Calma, a minha também tá lá. É pro álbum de família. Depois a gente te conta como funciona.

Empurrei um pouco, a cabeça do meu pau entrou na buceta dela. Ela arregalou os olhos. Mais um empurrão. mas e cheguei ao seu hímen. Ela tentava se afastar, mas não conseguia.
Eu – Ssss, quieta, putinha, se você se mexer pro lugar errado, vai romper. – Comecei a tirar e meter meu pau devagar, parando bem no limite. Eva e Laura voltaram a chupar os peitos dela, Ana se masturbava encostada na parede, nos olhando. Rosa estava excitada, balançava a cabeça negando, mas a buceta dela soltava líquidos sem parar.
Olhei pra ela, segurei um peito em cada mão e tirei meu pau bem no limite.
Eu – Olha pra mim!
Eu – Viu, sou eu quem vai te desvirgar.
Ela me olhava, segurava a respiração.
Rosa – Não.
Dei duas estocadas com a cintura e meu pau entrou até o fundo daquela buceta virgem. Ela deu um pulo.
Eu – Agora você é minha putinha!
Apertava os peitos dela, empurrava com força, tirava meu pau e enfiava de novo. Ela suspirava, duas lágrimas escorreram dos olhos, mas estava excitada. Continuei fodendo ela por uns minutos. Laura e Eva sussurravam nos ouvidos dela.
Laura – Já é uma putinha, irmãzinha!
Eva – Isso, a putinha do dono.
Laura – Quem diria que você era tão vadia!
Laura olhou pra mim, algo tinha passado pela cabeça dela.
Laura – Dono! Emprenha ela! Goza dentro, por favor.
Rosa – Não!!
Laura – Cala a boca, rabuda!!
Ana – Isso!, não podemos deixar ela casar com aquele caipira.
Eu continuava empurrando, não faltava muito.
Eva – Sim, dono, quero ver esses peitos cheios de leite. Você vai casar com ela pra salvar a honra da família e assim vai ter todas nós por perto.
Laura – Isso, dono, vamos, meu pai vai fazer o que for preciso.
Rosa – Não, por favor, eu amo ele.
Eva – Isso passa!, e eu vou ser a madrinha da criança, dono!
Eu ri, olhei pra Rosa, ela era muito gostosa e o plano não era ruim.
Eu – Beleza, rabuda, começa o processo de emprenhar. Continuei empurrando cada vez mais forte.
Laura – Que legal, irmãzinha, você vai ser mamãe!!
Eva – E a gente vai te foder todos os dias.
Laura – Isso – Papai vai te arrumar uma casa, a gente vai lá ver sua barriga crescer e te foder.
Ana – Sim, com certeza o dono tá felizão com a nova Mulherzinha, fodia como uma ninfomaníaca todo santo dia.
Eu – Assim que casarmos, vai andar sempre pelada em casa, foxy, assim todo mundo vai ver sua barriga crescendo e essas tetas!
Ana enfiava os dedos com fúria.
Ana – Porra, que vontade de começar a fazer umas sacanagens de verdade!
Eva – Que banho de porra a gente vai tomar com essas tetonas. Que vontade de ver uma grávida quicando em cima de uma rola, cê vai me engravidar também, amor?
Eu – Quando você casar, foxy, e a Laura também.
Laura – Ummmmmmm!!
Eu continuava empurrando, minhas bolas se contraíram e comecei a cuspir sêmen na buceta dela, foi uma gozada violenta, o tesão da nova história me deixou a mil. Rosa olhava pasma.
Esperei um minuto e tirei minha rola.
Ana – Não se mexe, foxy, deixa o sêmen chegar bem fundo na sua buceta.
Rosa nem se mexeu, já não seguravam ela, mas tava parada olhando a gente. Laura se ajoelhou, ficou na frente da buceta dela e deu uns lambões.
Laura – Humm, que delícia, lamber o sêmen de quem vai ser pai do meu sobrinho!
Eu – Beleza, meninas, podem descer. Laura, você fica. Rosa, você não se mexe.
As meninas foram embora, Rosa chorava.
Rosa – Não façam isso comigo, pelo amor de Deus.
Eu – Por quê? Tá apaixonada pelo corno do seu namorado?
Rosa – Não, não sei, era o que meu pai queria. Um cara direito, educado, de família boa, da igreja.
Eu – Hahaha, beleza, vou te propor uma parada, mas só uma vez. Tirei uma pílula do bolso da minha sunga.
Laura – O que é isso, amor?
Eu – A pílula do dia seguinte, vagabunda.
Rosa – Me dá ela, por favor!
Eu – Ainda não.
Rosa – Faço o que você quiser! Deixo você fazer o que quiser comigo, na hora que quiser.
Eu – É o seguinte: tem 24 horas de prazo pra tomar. Se nas próximas 24 horas você entrar na brincadeira da gravidez, buscar minha rola e meu sêmen como se fosse minha mulher louca pra engravidar, amanhã nesse horário eu te dou.
Rosa – Buscar que você me engravide?
Eu – Que eu te emprenhe, vagabunda, que eu te emprenhe como se fosse uma puta. Quero que você implore, que não me procure, não me faça gozar dentro de você até ficar seco.
Rosa – E depois disso tudo acaba?
Eu – Bom, talvez eu te coma de vez em quando, mas você pode continuar com o cuck.
Rosa – Tá bom, 24 Horas.
Eu – Beleza, ajoelha, beija minha pica, enfia na boca, tira e diz…
Laura pegou a câmera pra gravar um close.
Rosa se aproximou, enfiou minha pica na boca e chupou por uns instantes.
Rosa – Ummm, por favor, Carlos, quero que essa pica seja a que me engravide, que me faça um filho, quero que me foda até o dia em que eu tiver que ir dar à luz, você vai fazer isso?, por favor?.
Eu – Claro que sim, putinha, vai lá, desce e fala com a Ana, diz que quer ficar grávida e pede pra ela te contar as melhores maneiras de fazer isso.
Rosa se vestiu e saiu do banheiro.
Laura – Nossa, amor, eu queria ver ela barriguda, os peitos crescendo…
Eu – E quem disse que você não vai ver?
Laura – Mas a pílula?
Eu – Isso? É pra enjoo, acho, não tenho certeza.
Comemos todos juntos num restaurante perto, depois voltamos pra sesta clássica. Ana levou o marido pra cima e o Pai da Laura seguiu eles. Eu me deitei no sofá. Eva se aproximou, sem dizer nada tirou a parte de baixo do biquíni, tirou minha sunga e enfiou minha pica, que já tava dura só de pensar no que íamos fazer com a irmã da Laura. Ela se masturbava bem na frente, tinha levantado a camiseta e tirado os peitões do biquíni, sabia que eu adorava que eles estivessem sempre à mostra. Rosa tava noutro sofá olhando pra nós três.
Eu – Tira a roupa você também.
Rosa – Mas você tá com a Eva.
Eu – Não discute comigo, quero ver os peitos das duas irmãzinhas, como seu pai deve estar orgulhoso com um par de gostosas dessas.
Rosa – Sei não, acho que não.
Laura – Kkkk
Rosa tirou a camiseta e o biquíni, abriu as pernas e se acariciou os peitos enquanto olhava pra gente.
Eva gozou rápido e se afastou, Laura tomou o lugar dela, eu tava super relaxado só deixando rolar, era uma delícia vê-las trabalhando. Rosa tinha descido a mão até a bocetinha e se tocava, a cara dela tava vermelha. Laura gozou também.
Laura – Sua vez, irmãzinha, já sabe como funciona, tira dele o que você tanto quer.
Rosa – Não quero, vocês tão me obrigando.
Eu – Já já, vamos logo, putinha.
Rosa – Não me chama assim!
Eu – Vou te chamar do que eu quiser, vem cá.
Ela se aproximou, a buceta dela tava molhada, os bicos duros, negava mas já tava entrando no jogo.
Ela montou em cima de cócoras, pegou meu pau e, empurrando, enfiou na buceta dela, começou a quicar, primeiro devagar, depois mais rápido conforme esquentava. Levou uns dez minutos pra gozar. Eu gozei logo depois, enquanto isso empurrava com a bunda pra enfiar até o fundo, caímos os dois exaustos, ela se soltou. Laura veio correndo e, abrindo a buceta dela por trás, colocou um absorvente interno.
Por sugestão da Ana, era melhor ela ficar com o máximo de sêmen possível dentro nas próximas 24 horas.
Fodemos mais três vezes naquela tarde, não importava com quem eu tava fodendo, a Rosa sempre ficava por perto se masturbando, quando percebia que eu tava perto de gozar, chegava, tirava o absorvente e abria as pernas. Ela gozava quase toda vez, era fácil de ter orgasmo. Quando eu fodia só ela, ela podia gozar três ou quatro vezes, no final ficava exausta, largada na mesa ou no sofá, com os peitos pendurados, tava linda, pra ser sincero.
De noite fomos todos ao cinema e jantar. Assim que chegamos em casa, os dois pais foram dormir, dizendo que estavam moídos.
Assim que as meninas subiram, se pelaram.
Rosa – Vocês tão loucas, eles podem descer.
Ana – Relaxa, não vão, colocamos algo na comida deles.
Rosa – Soníferos?? Vocês são doidas.
Ana – Isso e mais um pouco.
Rosa – O que mais?
Laura – Você vai ver, fica tranquila.
Laura se aproximou da irmã e a deixou completamente nua.
Nós três sentamos no sofá, Laura se aninhou em mim e pegou no meu pau, olhei pra Rosa e ela logo fez o mesmo.
Ana sentou na frente. enquanto se acariciava, tirava umas fotos nossas com o celular.
Ana – Que família linda vocês vão formar!
Laura – Sim, né mana?
Rosa – Sim, é, sim – hesitava, tinha meu pau na mão, a irmã mais nova pelada do lado e uma mulher olhando e tirando fotos dela. A cabeça dela tava confusa, e quando clareava, só conseguia pensar na buceta dela já cheia de quatro gozadas, e as que ainda vinham. Laura e Eva levantaram e foram pra cima, Rosa e eu ficamos lá embaixo de boa. Fodemos por umas uma hora, testamos várias posições, Rosa foi relaxando e aceitando variações.
Ver ela no espelho da sala de frente enquanto metia nela de quatro e os peitos dela balançavam era impressionante.
Ana ia tirando fotos, dizia que fotografar o começo de um casal e como a gente fazia nosso primeiro filho deixava ela com muito tesão. Rosa só deixava rolar e se entregava.
Depois de um tempo, numa pausa, minhas bolas já tavam doendo de tanto gozar. Ana serviu umas cocas pra gente. Rosa não demorou a cair no sono. Nós dois subimos ela pra cima.
Na manhã seguinte, os quatro tavam na piscina, foi a última foda, numa espreguiçadeira, enquanto Eva, Laura e Ana olhavam.
Terminei de gozar, ela mesma se afastou e colocou o absorvente interno e me olhou.
Rosa – Já? Vai me dar?
Tirei a pílula do bolso e coloquei numa mesa.
Eu – Só mais uma coisa.
Rosa se agachou olhando pra gente, as meninas gravavam com os celulares. Ela tava completamente pelada, os peitões enormes pendurados, a buceta depilada aberta, dava pra ver o fio saindo.
Rosa deu o melhor sorriso dela.
Oi, papai, isso é só pra você saber que sua pequena provavelmente tá prenha, já não aguentava mais, então pedi pro Carlos nessas férias que por favor me engravidasse, preciso sentir uma vida dentro de mim, sei que você não vai acreditar, então olha isso.
Ela desceu a mão até a buceta e tirou o absorvente. O chão era de terracota preta, saiu um pouco de sêmen. caindo no chão, depois começou a sair mais, ela começou a se masturbar pra com a gozada dela terminar de esvaziar a buceta, a mancha no chão ia crescendo, a buceta dela cuspia porra sem parar.
Me aproximei da mesa, coloquei o comprimido na boca dela e aproximei meu pau.
Eu – Você vai precisar de algo pra ajudar a engolir.
Rosa me olhou submissa e meteu meu pau na boca, foi a primeira gozada que ela engoliu.
*** Um mês depois.
Ana tinha ido correndo pra casa da Laura. A irmã dela estava histérica.
Rosa – Não funcionou!! – dizia enquanto chorava!!
Ana – O quê?
Rosa – A pílula!
Ana olhou pro teste de gravidez no chão do banheiro.
Ana – Você tá grávida!!!
Rosa – Siiim – entre lágrimas.
Laura tava olhando pra irmã dela com cara de felicidade.
Laura – Que bom, maninha! Vou ser tia!
Rosa – Não, não pode ser!.
Ana – Bom, vou ligar pro Carlos, temos que contar pro seu pai e preparar o casamento, você vai ficar linda de branco, feito uma virgem, hehehe.
Rosa – Não, não vou casar com ele, ele é um filho da puta.
Ana – Ah, vai sim.
Rosa – Nem morta!
Ana – Ele já sabia que isso ia acontecer e o que você ia dizer.
Rosa – E daí? Não vou fazer.
Ana – Ah, vai sim, primeiro porque você vai estar bem comida, diferente de mim. E segundo porque você não tem escolha.
Rosa – O que isso significa?
Ana tirou o celular dela e mostrou umas fotos.
Rosa – Não pode ser!!, eu não fiz isso!!.
Laura – Na verdade não, mas parece real, né?.
Nas fotos dava pra ver a Rosa com o Jorge em todo tipo de posição, brincando com o pau dele, com ele na boca dela, na buceta, sentada na cara dele. Ele tava dormindo, ela também, mas isso não dava pra perceber.
**************
7 meses depois.
Nós três estávamos na cozinha da nossa casa nova. O pai da Laura, depois do puta nervoso, aceitou o casamento, não tinha outra opção, e nos deu um chalé bonito no norte de Madrid como presente de casamento. A Laura, com a desculpa de cuidar da irmã, tinha se mudado pra cá com a gente fazia um mês. Laura tinha permissão pra andar vestida em casa quando não estávamos transando ou dormindo juntos, mas a Rosa tinha que ficar sempre pelada. No salão de beleza, ficaram de cara quando ela pediu pra fazer laser na buceta grávida, mas no fim aceitaram. Naquele momento, a Laura tirava leite da irmã com uma bombinha, enquanto a Rosa tava sentada na cadeira com vibrador embutido. A Laura dizia que quando ela tava excitada, saía mais leite. Era ordenhada de manhã e de tarde. A gente tinha lido que quanto mais leite tirássemos, mais ela produziria pro bebê. Os bicos da Rosa vazavam leite o tempo todo, e quando ela ficava excitada, mais ainda.

De manhã, a Rosa e a barriga dela, cada vez maior, levantavam, faziam café da manhã pra gente, e enquanto a gente tomava café e conversava sobre o futuro bebê, ela, ajoelhada debaixo da mesa, me chupava até eu gozar. A Laura dizia que não era bom eu ir trabalhar com pressão no saco. De resto, a gente levava uma vida normal. A Laura ia pras aulas, a Rosa cuidava da casa... e ficava esperando a Ana, a Eva, a Laura ou eu decidirmos foder com ela. Ela tinha virado uma ninfomaníaca igual as outras, aceitava qualquer coisa e ficava procurando ideias novas na internet. Os pais passavam de vez em quando pra nos visitar, e a Eva foi nomeada oficialmente madrinha, assim não faltava desculpa pra aparecer quando quisesse. Além disso, com a Laura morando lá, ela ficava quando bem entendia.

Um pouco depois, nasceu uma menina linda, que a gente chamou de...

E fim.



Autor:Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.

3 comentários - Humilhando uma novinha (8)

TF850 +1
Muy buena historia aunque no fuera tuya. Buena decisión el subirla aquí porque es buena. Sigue subiendo historias igual de buenas.
Muy buen relato, no soy de leerlos cuando son muy largos pero este me atrapó y me encantó.