Beleza, só avisando que essa saga não é minha, eu li e gostei tanto que resolvi postar ela...
P.S.: último capítulo da história...
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -Rosa estava no quarto dela. As meninas estavam colocando os biquínis, a entrada do estacionamento da casa rangia quando os felizes pais voltavam da partida de golfe. Eles entraram comentando as melhores jogadas.
Eva e Laura estavam numa espécie de banquetas da cozinha, Ana lia a revista Caras numa poltrona.
Jorge – Oi, meninas! Como foi a manhã?
Ana – Bem, ensopadas.
Eva segurou uma risada.
Rosa apareceu na escada olhando para todos nós.
Eu – Bom dia, Rosa, já era hora, sua preguiçosa!
Jorge – É, ela é uma dorminhoca. Você podia aproveitar as manhãs como as outras garotas.
Laura – É, Rosa, devia – disse ela, olhando nos olhos dela e sorrindo.
Rosa foi para a cozinha e sentou numa das banquetas, arregalou os olhos, na TV da cozinha estava passando a cena dela no chuveiro, ela completamente nua acariciando os peitos cobertos de sabão e enfiando os dedos na buceta. A TV estava de costas para a sala onde estavam o pai dela e o Jorge. Eva olhou para ela rindo.
Rosa estava pálida.
Jorge – E o que vocês vão fazer hoje?
Ana – Bom, agora é hora da pedicure e dessas coisas de garotas, se vocês não se importam. Temos que ficar gostosas.
Rosa olhou para Laura, Laura confirmou discretamente.
Laura – É, a coitada da Rosa tá um caco, vamos deixar ela novinha.
Rosa olhava para a irmã sem saber o que dizer.
Ana – Beleza, rapazes, o banheiro de cima está declarado zona proibida.
Jorge – Carlos, vamos tomar um aperitivo?
Eu – Perfeito, essas manhãs de piscina me abrem o apetite.
Eva levou uma câmera com a cena que pude ver mais tarde.
As quatro entraram no banheiro, era um banheiro enorme, tinha até uma hidromassagem para 2 pessoas, dois espelhos... etc. Dava pra ver que a dona da casa gostava de se cuidar.
Laura – Então, irmãzinha, quer descer pra falar com o papai ou vai fazer o que a gente mandar?
Rosa – Vocês são umas putas, nem pensem que vou entrar nessa!
Ana – Ah, vai sim, claro que vai, você já tá nela, ou não lembra do vídeo da cozinha? Continua. No player, aliás, o Carlos tá com seu pai e meu marido tomando umas cervejas na cozinha. Se a gente não mandar um SMS em dois minutos, ele vai falar pro seu pai que precisa conversar. Eles confiam nele, os dois, você sabe disso, né? Se não, como você acha que dois árabes desses iam deixar um cara gato igual o Carlos entrar nessa casa cheia de buceta?
Laura – Bom, também não é assim, Ana, eles não acham que a gente tem buceta.
Eva – Pois eu acho que o Carlos percebeu, hehehe.
Ana pegou o celular e olhou pra Rosa.
Ana – E então?
Rosa olhou pra elas. Tava tremendo. – O que eu tenho que fazer? Não vou deixar esse cara me foder.
Laura – Claro que não, irmãzinha, não vai precisar, mas você tem que entrar no jogo pra gente ter certeza de que você não vai dedurar.
Rosa – Tá bom, mas nada de foder com o Carlos, tenho nojo, e muito menos chupar aquilo!
Ana – Aquilo?
Laura – O pau dele, ela tem dificuldade de falar, coitada.
Ana – Kkkk, sim, vale, nada de "aquilo".
Rosa – Prometido?
Eva – Claro! Como a gente ia deixar você ser fodida sem você querer?
Rosa – E agora, o que a gente faz?
Ana – Tira a roupa.
Rosa – Pra quê?
Ana – A gente vai tirar umas fotos peladas com o celular da sua irmã. Ela vai guardar como garantia, você confia nela, né?
Rosa – Sim, mais ou menos.
Ana – Beleza, fora a roupa, meninas.
As três ficaram peladas num segundo. Rosa olhou pra elas, todas nuas, com as bucetas depiladas, e devagar tirou a roupa.
Laura – Uff, que horror, irmãzinha, como você pode deixar a ppk assim?
Rosa olhou pra própria virilha, vendo a moita de pelo.
Rosa – Sei lá, não sabia que dava pra fazer de outro jeito.
Ana – A gente arruma isso, calma. Por enquanto, vem pra cá com a gente que a Eva vai tirar umas fotos.
Eva pegou o celular da Laura e tirou uma foto delas.
Eva – Mais juntas. Ana passou um braço por cima dos ombros das duas irmãs e puxou elas com força. Eva tirou mais algumas.
Ana – Agora as meninas sozinhas. Pegou o celular da Eva. – Beleza, quero ver esses peitos, meninas.
Eva, que tinha ocupado o lugar da mãe. Pego um peito de cada irmã e sorrio pra câmera. Laura também sorria, Rosa não sabia onde enfiar a cara.
Ana – Beleza, fiquem de cócoras… isso aí, agora abram as pernas. Hummm, quantos caras pagariam pra ver essas três bucetas, Rosa, a sua é horrível, olha… Mostrei a foto que tinha tirado, dava pra ver as rachas da Eva e da Laura, e a dela só um mato de pelo.
Laura – Nossa, parece que tem um esquilo aí.
Eva – hahaha, é, e ainda despenteado!
As três riram.
Ana – Beleza, vamos arrumar isso, não podemos deixar seu namorado te ver assim.
Rosa – Meu namorado? Tá de brincadeira, né?
Ana – Não me diga, ele não chega perto de você? Não te toca?
Rosa – Nem pensar, só depois do casamento e faltam dois anos.
Eva – Quanto tempo vocês tão juntos?
Rosa – Cinco anos?
Eva – E você nunca tocou nele? Nunca deixou ele de pau duro? Com esses peitões que você tem, ele deve andar de pau duro o dia inteiro.
Rosa – Não, ele é um cavalheiro, quando acontece ele pede desculpa e se afasta.
Ana – Minha nossa, igualzinho ao Jorge, o que te espera, gostosa.
Rosa – Por quê? Ele é um homem decente!
Ana – Porque se ele não consegue ver o quanto você é gostosa e te pegar e foder como a mulher dele, receio que depois vai ser igual ao meu, um inútil.
Rosa – Isso aconteceu com você? Por isso deixa o Carlos fazer essas coisas?
Ana – Amiga, o que o Carlos faz comigo não tem nome.
Rosa – Mas você teve a Eva com o Jorge! Ou não é filha dele?
Ana – É, é sim, mas não é a mesma coisa engravidar do que foder, você vai descobrir quando ficar na mão e passar o dia todo no chuveiro enfiando os dedos como agora. Aí você me liga e pede pra eu mandar o Carlos.
Rosa – Acho que não.
Ana – Bom, senta na pia.
Rosa – Pra quê?
Laura – Vai, irmãzinha, não enche o saco.
Rosa sentou na pia, fizeram ela levantar os pés, a buceta dela ficou totalmente exposta, ela teve que se inclinar pra trás e apoiar as costas no espelho. Ana tinha colocado a câmera bem na frente dela. Ana pegou um banquinho, sentou na frente dela, o rosto dela ficava Na altura da buceta dela, Laura e Eva também sentaram no lavatório, uma de cada lado de Rosa. Laura pegou uma escova e começou a escovar o cabelo dela. Eva encontrou um pote de creme hidratante e começou a passar nos ombros dela, algumas gotas caindo sobre os peitões dela. Ana raspou a buceta dela com uma maquininha, depois aplicou um creme depilatório. Enquanto esperava fazer efeito, acariciava a parte interna das coxas dela.
Ana – Você tem um corpo escultural.
Rosa – Não sei o que dizer.
Ana – Diz obrigada.
Rosa – Obrigada.
Eva desceu dos ombros dela e agarrou um peito, Laura vendo isso agarrou o outro, as duas massageando eles.
Rosa suspirava – Não, por favor...
Eva – Ssss, calma, isso faz parte do trato.
Rosa – Mas... Eu não...
Laura – Calma, irmãzinha, não é bom fazer sempre sozinha.
Rosa não disse mais nada. Três mulheres tocavam as partes íntimas dela, coagiam ela, estavam fotografando ela e ela não podia fazer nada pra evitar.
Ana foi tirando o creme depilatório, depois com uma toalhinha de mão e água removeu os restos de creme, em seguida continuou passando a toalha na buceta de Rosa, fazendo questão que ela sentisse a aspereza no clitóris. Rosa suspirava. Num dado momento, as três trocaram um olhar, Eva e Laura se inclinaram, colocando um mamilo cada uma na boca dela, Ana se inclinou e colou a boca na buceta de Rosa. Ela deu um sobressalto, mas três bocas sugando ela era demais. As três iam bem devagar, não queriam que ela gozasse ainda, davam longas lambidas, esticavam os mamilos dela, amassavam os peitos dela.
Ana tava se divertindo pra caralho, enquanto chupava a buceta dela, enfiava os dedos na própria, a temperatura do banheiro subia. Ana também passava a língua no cu de Rosa, ela dava um sobressalto toda vez que sentia, mas não se mexia, só suspirava.
Em uns 10 minutos, Ana disfarçadamente me mandou um SMS: "Pronta". Meus dois acompanhantes estavam na piscina, cada um com uma cerveja e uns aperitivos na borda da água.
Eu – Vocês vão me Ah, me perdoa um minuto, tenho que ver um e-mail do escritório.
Jorge – Ok, tranquilo, até as minas ficarem prontas a gente não sai pra comer. Me chamaram pra almoçar e jantar fora todo dia, o pai da Laura falava que era o mínimo por aguentar aquelas “araras”, como ele chamava. Falava na cara delas que não serviam pra nada, que eram umas inúteis. Eu vazei na hora.
Entrei no banheiro e tranquei a porta. A Rosa tava com o olhar perdido, o prazer que tavam dando era demais pra ela. Ela me olhou com surpresa e medo. Cheguei perto, a Eva e a Laura seguraram as mãos e os tornozelos dela pra ela não conseguir fechar as pernas. Me aproximei, a Ana enfiava a língua no buraquinho dela, saboreando os fluidos.
Eu – Olha só a santinha.
Rosa – O que ele tá fazendo aqui? Vocês falaram…
Ana – Essa foxy é muito gostosa, amo, não para de escorrer, olha que buceta linda.
Olhei, acariciei com uma mão, os lábios dela eram muito macios, tava encharcada, entre os fluidos dela e a saliva da Ana…
Laura – Minha pobre irmãzinha é virgem, amo, o idiota do namorado dela nem toca nela.
Rosa – Não, por favor.
Eva – Ssss, calma, isso ia acontecer de qualquer jeito, só que você não esperava com quem.
A Ana abaixou meu shorts, enfiou meu pau na boca por um segundo, e tirando, colocou bem na entrada da buceta da Rosa. Foi mexendo até a ponta ficar bem no buraquinho dela, dava pra sentir o calor saindo da buceta dela.
Eu – Olha, não dá pra deixar você sair daqui do mesmo jeito sabendo o que sabe.
Rosa – Mas vocês têm as fotos, a Laura tem, deixa ela te dar, não ligo.
Eva – Hahaha, fotos? Dar pra ele? Eram pra você, idiota. E vê aquilo ali em cima da estante? É uma câmera de vídeo, gravamos tudo, e o que vamos gravar agora.
Rosa – O que vocês vão gravar?
Laura – Sua perda da virgindade.
Rosa – Não!
Laura – Calma, a minha também tá lá, é pro álbum de família, depois a gente te conta como funciona.
Empurrei um pouco, a cabeça do meu pau entrou na buceta dela, ela arregalou os olhos, mais um empurrão. mas e cheguei ao seu hímen. Ela tentava se afastar, mas não conseguia.
Eu – Ssss, quieta, vagabunda, se você se mexer pro lado errado, vai romper. – Comecei a tirar e meter meu pau devagar, parando bem no limite. Eva e Laura voltaram a chupar os mamilos dela, Ana se masturbava encostada na parede, nos observando. Rosa estava excitada, balançava a cabeça negando, mas a buceta dela soltava líquidos sem parar.
Olhei pra ela, segurei um peito em cada mão e tirei meu pau bem no limite.
Eu – Olha pra mim!
Eu – Viu, sou eu quem vai te desvirginar.
Ela me olhava, segurava a respiração.
Rosa – Não.
Dei duas estocadas de quadril e meu pau entrou até o fundo daquela buceta virgem. Ela deu um pulo.
Eu – Agora você é minha puta!
Apertava os peitos dela, empurrava com força, tirava meu pau e enfiava de novo. Ela suspirava, duas lágrimas escorreram dos olhos dela, mas ela estava excitada. Continuei fodendo ela por uns minutos. Laura e Eva sussurravam no ouvido dela.
Laura – Já é uma putinha, irmãzinha!
Eva – Isso, a puta do dono.
Laura – Quem diria que você era tão piranha!
Laura olhou pra mim, algo tinha passado pela cabeça dela.
Laura – Amo! Engravida ela! Goza dentro, por favor.
Rosa – Não!!
Laura – Cala a boca, rabuda!!
Ana – Isso!, não podemos deixar ela casar com aquele caipira.
Eu continuava empurrando, não faltava muito.
Eva – Isso, amo, quero ver esses peitos dando leite. Você vai casar com ela pra salvar a honra da família e assim vai ter todas nós por perto.
Laura – Isso, amo, vamos, meu pai vai fazer o que for preciso.
Rosa – Não, por favor, eu amo ele.
Eva – Isso passa!, e eu vou ser a madrinha da criança, amo!
Eu ri, olhei pra Rosa, ela era muito gostosa e o plano não era ruim.
Eu – Beleza, rabuda, começa o processo de engravidar. Continuei empurrando cada vez mais forte.
Laura – Que legal, irmãzinha, você vai ser mamãe!!
Eva – E a gente vai te foder todos os dias.
Laura – Isso – Papai vai te arrumar uma casa, a gente vai lá ver sua barriga crescendo e te foder.
Ana – Isso, com certeza o amo tá adorando a nova Mocinha, fode como uma ninfomaníaca todo santo dia.
Eu – Assim que casarmos, você vai andar sempre pelada em casa, foxy, assim todo mundo vai ver sua barriga crescendo e suas tetas!
Ana enfiava os dedos com fúria.
Ana – Porra, que vontade de começar a fazer umas sacanagens de verdade com ela!
Eva – Que banho de porra a gente vai tomar com essas tetonas. Que vontade de ver uma grávida quicando em cima de uma rola, você vai me engravidar também, amor?
Eu – Quando você casar, foxy, e a Laura também.
Laura – Hummmmmmm!!
Eu continuava empurrando, minhas bolas se contraíram e comecei a cuspir sêmen na buceta dela, foi uma gozada violenta, o tesão da nova história me deixou a mil. Rosa nos olhava pasma.
Esperei um minuto e tirei minha rola.
Ana – Não se mexe, foxy, deixa o sêmen chegar bem fundo na sua buceta.
Rosa nem se mexeu, já não estavam segurando ela, mas ela ficou parada nos olhando. Laura se ajoelhou, ficou na frente da buceta dela e deu umas lambidas.
Laura – Hum, que delícia, lamber o sêmen de quem vai ser pai do meu sobrinho!
Eu – Certo, meninas, desçam. Laura, você fica. Rosa, você não se mexe.
As meninas foram embora, Rosa chorava.
Rosa – Não façam isso comigo, por favor.
Eu – Por quê? Tá apaixonada pelo corno do seu namorado?
Rosa – Não, não sei, era o que papai queria. Um rapaz direito, educado, de boa família, da igreja.
Eu – Hahaha, certo, vou te propor uma coisa, mas só uma vez. Tirei uma pílula do bolso da minha sunga.
Laura – O que é isso, amor?
Eu – A pílula do dia seguinte, vagabunda.
Rosa – Me dá, por favor!
Eu – Ainda não.
Rosa – Faço o que você quiser! Deixo você fazer o que quiser comigo, quando quiser.
Eu – É o seguinte: tem 24 horas de prazo pra tomar. Se nas próximas 24 horas você entrar na brincadeira da gravidez, procurar minha rola e meu sêmen como se fosse minha mulher louca pra engravidar, amanhã nesse horário eu te dou.
Rosa – Procurar que você me engravide?
Eu – Que eu te emprenhe, vagabunda, que eu te emprenhe como se fosse uma puta. Quero que você implore, que me procure, que faça com que eu goze dentro de você até ficar seco.
Rosa – E depois tudo acaba?
Eu – Bom, talvez eu te coma de vez em quando, mas você pode continuar com o corno.
Rosa – Tá bom, 24 Horas.
Eu – Beleza, ajoelha, beija minha rola, enfia na boca, tira e diz…
Laura pegou a câmera pra gravar um close.
Rosa se aproximou, enfiou minha rola na boca e chupou por uns instantes.
Rosa – Ummm, por favor Carlos, quero que essa rola seja a que me engravide, que me faça um filho, quero que me foda até o dia em que eu tiver que ir dar à luz, vai fazer isso?, por favor?.
Eu – Claro que sim, putinha, anda, desce e fala com a Ana, diz que quer ficar grávida e pede pra ela te contar as melhores maneiras de fazer isso.
Rosa se vestiu e saiu do banheiro.
Laura – Nossa amor, eu queria ver ela com uma barrigona, como os peitos crescem…
Eu – E quem disse que você não vai ver?.
Laura – Mas a pílula?
Eu – Isso? É pra enjoo, acho, não tenho certeza.
Comemos todos juntos num restaurante perto, depois voltamos pra sesta clássica. A Ana levou o marido dela pra cima e o Pai da Laura seguiu eles. Eu me deitei no sofá. A Eva se aproximou, sem dizer nada tirou a parte de baixo do biquíni, tirou minha sunga e enfiou minha rola que já tava dura só de pensar no que íamos fazer com a irmã da Laura. Ela se masturbava bem na frente, tinha levantado a camiseta e tirado os peitões do biquíni, sabia que eu adorava que eles estivessem sempre à mostra. A Rosa tava noutro sofá olhando pra nós três.
Eu – Tira a roupa você também.
Rosa – Mas você tá com a Eva.
Eu – Não discute comigo, quero ver os peitos das duas irmãzinhas, como seu pai deve estar orgulhoso com esse par de gostosas.
Rosa – Sei não, acho que não.
Laura – Kkkk
Rosa tirou a camiseta e o biquíni, abriu as pernas e se acariciou os peitos enquanto olhava pra gente.
A Eva gozou rapidinho e se afastou, a Laura tomou o lugar dela, eu tava super relaxado só deixando rolar, era uma delícia vê-las trabalhando. Rosa tinha descido uma mão até a racha e se tocava, o rosto dela estava vermelho. Laura também gozou.
Laura – Sua vez, irmãzinha, já sabe como funciona, tira dele o que tanto quer.
Rosa – Não quero, vocês me obrigam.
Eu – Já já, vamos, puta.
Rosa – Não me chame assim!
Eu – Vou te chamar do jeito que eu quiser, vem aqui.
Ela se aproximou, a buceta dela estava molhada, os bicos dos peitos duros, negava mas já tava entrando no jogo.
Ela se colocou por cima de cócoras, pegou meu pau e, empurrando, enfiou na buceta dela, começou a quicar, primeiro devagar, depois, conforme esquentava, mais rápido. Levou uns dez minutos pra gozar. Eu gozei logo depois, enquanto isso empurrava com a bunda pra enfiar até o fundo, caímos os dois exaustos, ela se soltou. Laura veio correndo e, abrindo a buceta dela por trás, colocou um absorvente interno.
Por sugestão da Ana, era melhor que ela ficasse com o máximo de porra possível dentro nas próximas 24 horas.
Fodemos mais três vezes naquela tarde, não importava quem eu comesse, a Rosa sempre estava por perto se masturbando, quando percebia que eu tava perto de gozar, ela chegava, tirava o absorvente e abria as pernas. Gozava quase todas as vezes, era de orgasmo fácil. Quando eu comia só ela, podia gozar três ou quatro vezes, no final ficava exausta, largada na mesa ou no sofá, com os peitos pendurados, tava linda, pra falar a verdade.
À noite fomos todos ao cinema e jantar. Assim que chegamos em casa, os dois pais foram dormir, dizendo que estavam moídos.
Assim que as meninas subiram, se pelaram.
Rosa – Vocês são loucas, eles podem descer.
Ana – Relaxa, não vão, colocamos algo na comida deles.
Rosa – Soníferos?? Vocês são malucas.
Ana – Isso e mais um pouco.
Rosa – O que mais?
Laura – Você vai ver, fica tranquila.
Laura se aproximou da irmã e tirou toda a roupa dela.
Nós três sentamos no sofá, Laura se aninhou contra mim e pegou no meu pau, olhei pra Rosa e ela logo fez o mesmo.
Ana sentou na frente e enquanto se acariciava, tirava umas fotos nossas com o celular.
Ana – Que família linda vocês vão formar!
Laura – Sim, né, mana?
Rosa – Sim, é, sim – hesitava, tinha meu pau na mão, a irmã mais nova pelada do lado e uma mulher olhando e tirando fotos dela. A cabeça dela estava confusa, e quando clareava, só conseguia pensar na buceta dela já cheia de quatro gozadas, e as que ainda vinham. Laura e Eva levantaram e foram pra cima, Rosa e eu ficamos lá embaixo na boa. Fodemos por umas hora, testamos várias posições, Rosa foi relaxando e aceitando variações.
Ver ela no espelho da sala de frente enquanto eu comia ela de quatro e os peitos dela balançavam era foda.
Ana ia tirando fotos, dizia que fotografar o começo de um casal e como a gente fazia nosso primeiro filho deixava ela com muito tesão. Rosa só deixava rolar.
Depois de um tempo, numa pausa, minhas bolas já doíam de tanto gozar. Ana serviu umas cocas pra gente. Rosa não demorou pra cair no sono. Nós dois subimos ela pra cima.
Na manhã seguinte, estávamos os quatro na piscina, foi a última foda, numa espreguiçadeira, enquanto Eva, Laura e Ana olhavam.
Terminei de gozar, ela mesma se afastou e colocou o absorvente interno e me olhou.
Rosa – Já? Vai me dar?
Tirei a pílula do bolso e coloquei numa mesa.
Eu – Só mais uma coisa.
Rosa se agachou olhando pra gente, as meninas gravavam com os celulares. Ela tava completamente pelada, os peitões pendurados, a buceta depilada aberta, dava pra ver o fio saindo.
Rosa deu o melhor sorriso dela.
Oi, papai, isso é só pra você saber que sua pequena provavelmente tá grávida, já não aguentava mais, então pedi pro Carlos nessas férias que por favor me engravidasse, preciso sentir uma vida dentro de mim, sei que você não vai acreditar, então olha isso.
Ela levou a mão até a buceta e tirou o absorvente. O chão era de terracota preta, saiu um pouco de sêmen. Caindo no chão, depois começou a sair mais, ela começou a se masturbar pra com a gozada dela terminar de esvaziar a buceta, a mancha no chão ia crescendo, a buceta dela cuspia porra sem parar.
Eu me aproximei da mesa, coloquei o comprimido na boca dela e aproximei meu pau.
Eu – Você vai precisar de algo pra ajudar a engolir.
Rosa me olhou submissa e meteu meu pau na boca, foi a primeira gozada que ela engoliu.
*** Um mês depois.
Ana tinha ido correndo pra casa da Laura. A irmã dela estava histérica.
Rosa – Não funcionou!! – dizia enquanto chorava!!
Ana – O quê?
Rosa – A pílula!
Ana olhou pro teste no chão do banheiro.
Ana – Você tá grávida!!!
Rosa – Siiim – entre lágrimas.
Laura tava olhando pra irmã com cara de felicidade.
Laura – Que bom, maninha! Vou ser tia!
Rosa – Não, não pode ser!.
Ana – Bom, vou ligar pro Carlos, vamos ter que contar pro seu pai e preparar o casamento, você vai ficar linda de branco, igual uma virgem, hehehe.
Rosa – Não, não vou casar com ele, ele é um filho da puta.
Ana – Ah, vai sim.
Rosa – Nem morta!
Ana – Ele já sabia que isso ia acontecer e o que você ia dizer.
Rosa – E daí? Não vou fazer.
Ana – Ah, vai sim, primeiro porque você vai estar bem comida, diferente de mim. E segundo porque você não tem escolha.
Rosa – O que isso significa?
Ana tirou o celular e mostrou umas fotos.
Rosa – Não pode ser!!, eu não fiz isso!!.
Laura – Na verdade não, mas parece real, né?.
Nas fotos dava pra ver a Rosa com o Jorge em todo tipo de posição, brincando com o pau dele, com ele na boca dela, na buceta, sentada na cara dele. Ele tava dormindo, ela também, mas isso não dava pra perceber.
**************
7 meses depois.
Nós três estávamos na cozinha da nossa casa nova. O pai da Laura, depois da bronca, aceitou o casamento, não tinha outra opção, e nos deu um chalé bonito no norte de Madrid como presente de casamento. Laura, com a desculpa de cuidar da irmã, tinha se mudado pra cá com a gente fazia um mês. Laura tinha permissão pra andar vestida em casa quando não estávamos transando ou dormindo juntos, mas a Rosa tinha que ficar sempre pelada. No salão de beleza, alucinaram quando ela pediu pra fazer laser na buceta estando grávida, mas no fim aceitaram. Naquele momento, a Laura tirava leite da irmã com uma bombinha, enquanto a Rosa tava sentada na cadeira dela com vibrador embutido. A Laura dizia que quando ela tava excitada, saía mais porra. Era ordenhada de manhã e de tarde. A gente tinha lido que quanto mais porra tirássemos dela, mais ela produziria pro bebê. Os bicos da Rosa pingavam porra o tempo todo, e quando ela ficava excitada, mais ainda.
De manhã, a Rosa e a barriga dela, cada vez maior, levantavam, preparavam o café da manhã pra gente, e enquanto nós dois tomávamos café e conversávamos sobre o futuro bebê, ela, ajoelhada debaixo da mesa, me chupava até eu gozar. A Laura dizia que não era bom eu ir trabalhar com pressão nas bolas. De resto, a gente levava uma vida normal. A Laura ia pras aulas, a Rosa cuidava da casa… e esperava que a Ana, a Eva, a Laura ou eu decidíssemos foder com ela. Ela tinha virado uma ninfomaníaca igual às outras, aceitava qualquer coisa e ficava procurando ideias novas na internet. Os pais passavam de vez em quando pra nos visitar, e a Eva foi nomeada oficialmente madrinha, assim não faltava desculpa pra vir quando quisesse. Além disso, como a Laura morava lá, ela ficava quando bem entendia.
Um pouco depois, nasceu uma menina linda, que a gente chamou de...
E fim.
Autor:LuckmMadrid
P.S.: último capítulo da história...
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -Rosa estava no quarto dela. As meninas estavam colocando os biquínis, a entrada do estacionamento da casa rangia quando os felizes pais voltavam da partida de golfe. Eles entraram comentando as melhores jogadas.
Eva e Laura estavam numa espécie de banquetas da cozinha, Ana lia a revista Caras numa poltrona.
Jorge – Oi, meninas! Como foi a manhã?
Ana – Bem, ensopadas.
Eva segurou uma risada.
Rosa apareceu na escada olhando para todos nós.
Eu – Bom dia, Rosa, já era hora, sua preguiçosa!
Jorge – É, ela é uma dorminhoca. Você podia aproveitar as manhãs como as outras garotas.
Laura – É, Rosa, devia – disse ela, olhando nos olhos dela e sorrindo.
Rosa foi para a cozinha e sentou numa das banquetas, arregalou os olhos, na TV da cozinha estava passando a cena dela no chuveiro, ela completamente nua acariciando os peitos cobertos de sabão e enfiando os dedos na buceta. A TV estava de costas para a sala onde estavam o pai dela e o Jorge. Eva olhou para ela rindo.
Rosa estava pálida.
Jorge – E o que vocês vão fazer hoje?
Ana – Bom, agora é hora da pedicure e dessas coisas de garotas, se vocês não se importam. Temos que ficar gostosas.
Rosa olhou para Laura, Laura confirmou discretamente.
Laura – É, a coitada da Rosa tá um caco, vamos deixar ela novinha.
Rosa olhava para a irmã sem saber o que dizer.
Ana – Beleza, rapazes, o banheiro de cima está declarado zona proibida.
Jorge – Carlos, vamos tomar um aperitivo?
Eu – Perfeito, essas manhãs de piscina me abrem o apetite.
Eva levou uma câmera com a cena que pude ver mais tarde.
As quatro entraram no banheiro, era um banheiro enorme, tinha até uma hidromassagem para 2 pessoas, dois espelhos... etc. Dava pra ver que a dona da casa gostava de se cuidar.
Laura – Então, irmãzinha, quer descer pra falar com o papai ou vai fazer o que a gente mandar?
Rosa – Vocês são umas putas, nem pensem que vou entrar nessa!
Ana – Ah, vai sim, claro que vai, você já tá nela, ou não lembra do vídeo da cozinha? Continua. No player, aliás, o Carlos tá com seu pai e meu marido tomando umas cervejas na cozinha. Se a gente não mandar um SMS em dois minutos, ele vai falar pro seu pai que precisa conversar. Eles confiam nele, os dois, você sabe disso, né? Se não, como você acha que dois árabes desses iam deixar um cara gato igual o Carlos entrar nessa casa cheia de buceta?
Laura – Bom, também não é assim, Ana, eles não acham que a gente tem buceta.
Eva – Pois eu acho que o Carlos percebeu, hehehe.
Ana pegou o celular e olhou pra Rosa.
Ana – E então?
Rosa olhou pra elas. Tava tremendo. – O que eu tenho que fazer? Não vou deixar esse cara me foder.
Laura – Claro que não, irmãzinha, não vai precisar, mas você tem que entrar no jogo pra gente ter certeza de que você não vai dedurar.
Rosa – Tá bom, mas nada de foder com o Carlos, tenho nojo, e muito menos chupar aquilo!
Ana – Aquilo?
Laura – O pau dele, ela tem dificuldade de falar, coitada.
Ana – Kkkk, sim, vale, nada de "aquilo".
Rosa – Prometido?
Eva – Claro! Como a gente ia deixar você ser fodida sem você querer?
Rosa – E agora, o que a gente faz?
Ana – Tira a roupa.
Rosa – Pra quê?
Ana – A gente vai tirar umas fotos peladas com o celular da sua irmã. Ela vai guardar como garantia, você confia nela, né?
Rosa – Sim, mais ou menos.
Ana – Beleza, fora a roupa, meninas.
As três ficaram peladas num segundo. Rosa olhou pra elas, todas nuas, com as bucetas depiladas, e devagar tirou a roupa.
Laura – Uff, que horror, irmãzinha, como você pode deixar a ppk assim?
Rosa olhou pra própria virilha, vendo a moita de pelo.
Rosa – Sei lá, não sabia que dava pra fazer de outro jeito.
Ana – A gente arruma isso, calma. Por enquanto, vem pra cá com a gente que a Eva vai tirar umas fotos.
Eva pegou o celular da Laura e tirou uma foto delas.
Eva – Mais juntas. Ana passou um braço por cima dos ombros das duas irmãs e puxou elas com força. Eva tirou mais algumas.
Ana – Agora as meninas sozinhas. Pegou o celular da Eva. – Beleza, quero ver esses peitos, meninas.
Eva, que tinha ocupado o lugar da mãe. Pego um peito de cada irmã e sorrio pra câmera. Laura também sorria, Rosa não sabia onde enfiar a cara.
Ana – Beleza, fiquem de cócoras… isso aí, agora abram as pernas. Hummm, quantos caras pagariam pra ver essas três bucetas, Rosa, a sua é horrível, olha… Mostrei a foto que tinha tirado, dava pra ver as rachas da Eva e da Laura, e a dela só um mato de pelo.
Laura – Nossa, parece que tem um esquilo aí.
Eva – hahaha, é, e ainda despenteado!
As três riram.
Ana – Beleza, vamos arrumar isso, não podemos deixar seu namorado te ver assim.
Rosa – Meu namorado? Tá de brincadeira, né?
Ana – Não me diga, ele não chega perto de você? Não te toca?
Rosa – Nem pensar, só depois do casamento e faltam dois anos.
Eva – Quanto tempo vocês tão juntos?
Rosa – Cinco anos?
Eva – E você nunca tocou nele? Nunca deixou ele de pau duro? Com esses peitões que você tem, ele deve andar de pau duro o dia inteiro.
Rosa – Não, ele é um cavalheiro, quando acontece ele pede desculpa e se afasta.
Ana – Minha nossa, igualzinho ao Jorge, o que te espera, gostosa.
Rosa – Por quê? Ele é um homem decente!
Ana – Porque se ele não consegue ver o quanto você é gostosa e te pegar e foder como a mulher dele, receio que depois vai ser igual ao meu, um inútil.
Rosa – Isso aconteceu com você? Por isso deixa o Carlos fazer essas coisas?
Ana – Amiga, o que o Carlos faz comigo não tem nome.
Rosa – Mas você teve a Eva com o Jorge! Ou não é filha dele?
Ana – É, é sim, mas não é a mesma coisa engravidar do que foder, você vai descobrir quando ficar na mão e passar o dia todo no chuveiro enfiando os dedos como agora. Aí você me liga e pede pra eu mandar o Carlos.
Rosa – Acho que não.
Ana – Bom, senta na pia.
Rosa – Pra quê?
Laura – Vai, irmãzinha, não enche o saco.
Rosa sentou na pia, fizeram ela levantar os pés, a buceta dela ficou totalmente exposta, ela teve que se inclinar pra trás e apoiar as costas no espelho. Ana tinha colocado a câmera bem na frente dela. Ana pegou um banquinho, sentou na frente dela, o rosto dela ficava Na altura da buceta dela, Laura e Eva também sentaram no lavatório, uma de cada lado de Rosa. Laura pegou uma escova e começou a escovar o cabelo dela. Eva encontrou um pote de creme hidratante e começou a passar nos ombros dela, algumas gotas caindo sobre os peitões dela. Ana raspou a buceta dela com uma maquininha, depois aplicou um creme depilatório. Enquanto esperava fazer efeito, acariciava a parte interna das coxas dela.
Ana – Você tem um corpo escultural.
Rosa – Não sei o que dizer.
Ana – Diz obrigada.
Rosa – Obrigada.
Eva desceu dos ombros dela e agarrou um peito, Laura vendo isso agarrou o outro, as duas massageando eles.
Rosa suspirava – Não, por favor...
Eva – Ssss, calma, isso faz parte do trato.
Rosa – Mas... Eu não...
Laura – Calma, irmãzinha, não é bom fazer sempre sozinha.
Rosa não disse mais nada. Três mulheres tocavam as partes íntimas dela, coagiam ela, estavam fotografando ela e ela não podia fazer nada pra evitar.
Ana foi tirando o creme depilatório, depois com uma toalhinha de mão e água removeu os restos de creme, em seguida continuou passando a toalha na buceta de Rosa, fazendo questão que ela sentisse a aspereza no clitóris. Rosa suspirava. Num dado momento, as três trocaram um olhar, Eva e Laura se inclinaram, colocando um mamilo cada uma na boca dela, Ana se inclinou e colou a boca na buceta de Rosa. Ela deu um sobressalto, mas três bocas sugando ela era demais. As três iam bem devagar, não queriam que ela gozasse ainda, davam longas lambidas, esticavam os mamilos dela, amassavam os peitos dela.
Ana tava se divertindo pra caralho, enquanto chupava a buceta dela, enfiava os dedos na própria, a temperatura do banheiro subia. Ana também passava a língua no cu de Rosa, ela dava um sobressalto toda vez que sentia, mas não se mexia, só suspirava.
Em uns 10 minutos, Ana disfarçadamente me mandou um SMS: "Pronta". Meus dois acompanhantes estavam na piscina, cada um com uma cerveja e uns aperitivos na borda da água.
Eu – Vocês vão me Ah, me perdoa um minuto, tenho que ver um e-mail do escritório.
Jorge – Ok, tranquilo, até as minas ficarem prontas a gente não sai pra comer. Me chamaram pra almoçar e jantar fora todo dia, o pai da Laura falava que era o mínimo por aguentar aquelas “araras”, como ele chamava. Falava na cara delas que não serviam pra nada, que eram umas inúteis. Eu vazei na hora.
Entrei no banheiro e tranquei a porta. A Rosa tava com o olhar perdido, o prazer que tavam dando era demais pra ela. Ela me olhou com surpresa e medo. Cheguei perto, a Eva e a Laura seguraram as mãos e os tornozelos dela pra ela não conseguir fechar as pernas. Me aproximei, a Ana enfiava a língua no buraquinho dela, saboreando os fluidos.
Eu – Olha só a santinha.
Rosa – O que ele tá fazendo aqui? Vocês falaram…
Ana – Essa foxy é muito gostosa, amo, não para de escorrer, olha que buceta linda.
Olhei, acariciei com uma mão, os lábios dela eram muito macios, tava encharcada, entre os fluidos dela e a saliva da Ana…
Laura – Minha pobre irmãzinha é virgem, amo, o idiota do namorado dela nem toca nela.
Rosa – Não, por favor.
Eva – Ssss, calma, isso ia acontecer de qualquer jeito, só que você não esperava com quem.
A Ana abaixou meu shorts, enfiou meu pau na boca por um segundo, e tirando, colocou bem na entrada da buceta da Rosa. Foi mexendo até a ponta ficar bem no buraquinho dela, dava pra sentir o calor saindo da buceta dela.
Eu – Olha, não dá pra deixar você sair daqui do mesmo jeito sabendo o que sabe.
Rosa – Mas vocês têm as fotos, a Laura tem, deixa ela te dar, não ligo.
Eva – Hahaha, fotos? Dar pra ele? Eram pra você, idiota. E vê aquilo ali em cima da estante? É uma câmera de vídeo, gravamos tudo, e o que vamos gravar agora.
Rosa – O que vocês vão gravar?
Laura – Sua perda da virgindade.
Rosa – Não!
Laura – Calma, a minha também tá lá, é pro álbum de família, depois a gente te conta como funciona.
Empurrei um pouco, a cabeça do meu pau entrou na buceta dela, ela arregalou os olhos, mais um empurrão. mas e cheguei ao seu hímen. Ela tentava se afastar, mas não conseguia.
Eu – Ssss, quieta, vagabunda, se você se mexer pro lado errado, vai romper. – Comecei a tirar e meter meu pau devagar, parando bem no limite. Eva e Laura voltaram a chupar os mamilos dela, Ana se masturbava encostada na parede, nos observando. Rosa estava excitada, balançava a cabeça negando, mas a buceta dela soltava líquidos sem parar.
Olhei pra ela, segurei um peito em cada mão e tirei meu pau bem no limite.
Eu – Olha pra mim!
Eu – Viu, sou eu quem vai te desvirginar.
Ela me olhava, segurava a respiração.
Rosa – Não.
Dei duas estocadas de quadril e meu pau entrou até o fundo daquela buceta virgem. Ela deu um pulo.
Eu – Agora você é minha puta!
Apertava os peitos dela, empurrava com força, tirava meu pau e enfiava de novo. Ela suspirava, duas lágrimas escorreram dos olhos dela, mas ela estava excitada. Continuei fodendo ela por uns minutos. Laura e Eva sussurravam no ouvido dela.
Laura – Já é uma putinha, irmãzinha!
Eva – Isso, a puta do dono.
Laura – Quem diria que você era tão piranha!
Laura olhou pra mim, algo tinha passado pela cabeça dela.
Laura – Amo! Engravida ela! Goza dentro, por favor.
Rosa – Não!!
Laura – Cala a boca, rabuda!!
Ana – Isso!, não podemos deixar ela casar com aquele caipira.
Eu continuava empurrando, não faltava muito.
Eva – Isso, amo, quero ver esses peitos dando leite. Você vai casar com ela pra salvar a honra da família e assim vai ter todas nós por perto.
Laura – Isso, amo, vamos, meu pai vai fazer o que for preciso.
Rosa – Não, por favor, eu amo ele.
Eva – Isso passa!, e eu vou ser a madrinha da criança, amo!
Eu ri, olhei pra Rosa, ela era muito gostosa e o plano não era ruim.
Eu – Beleza, rabuda, começa o processo de engravidar. Continuei empurrando cada vez mais forte.
Laura – Que legal, irmãzinha, você vai ser mamãe!!
Eva – E a gente vai te foder todos os dias.
Laura – Isso – Papai vai te arrumar uma casa, a gente vai lá ver sua barriga crescendo e te foder.
Ana – Isso, com certeza o amo tá adorando a nova Mocinha, fode como uma ninfomaníaca todo santo dia.
Eu – Assim que casarmos, você vai andar sempre pelada em casa, foxy, assim todo mundo vai ver sua barriga crescendo e suas tetas!
Ana enfiava os dedos com fúria.
Ana – Porra, que vontade de começar a fazer umas sacanagens de verdade com ela!
Eva – Que banho de porra a gente vai tomar com essas tetonas. Que vontade de ver uma grávida quicando em cima de uma rola, você vai me engravidar também, amor?
Eu – Quando você casar, foxy, e a Laura também.
Laura – Hummmmmmm!!
Eu continuava empurrando, minhas bolas se contraíram e comecei a cuspir sêmen na buceta dela, foi uma gozada violenta, o tesão da nova história me deixou a mil. Rosa nos olhava pasma.
Esperei um minuto e tirei minha rola.
Ana – Não se mexe, foxy, deixa o sêmen chegar bem fundo na sua buceta.
Rosa nem se mexeu, já não estavam segurando ela, mas ela ficou parada nos olhando. Laura se ajoelhou, ficou na frente da buceta dela e deu umas lambidas.
Laura – Hum, que delícia, lamber o sêmen de quem vai ser pai do meu sobrinho!
Eu – Certo, meninas, desçam. Laura, você fica. Rosa, você não se mexe.
As meninas foram embora, Rosa chorava.
Rosa – Não façam isso comigo, por favor.
Eu – Por quê? Tá apaixonada pelo corno do seu namorado?
Rosa – Não, não sei, era o que papai queria. Um rapaz direito, educado, de boa família, da igreja.
Eu – Hahaha, certo, vou te propor uma coisa, mas só uma vez. Tirei uma pílula do bolso da minha sunga.
Laura – O que é isso, amor?
Eu – A pílula do dia seguinte, vagabunda.
Rosa – Me dá, por favor!
Eu – Ainda não.
Rosa – Faço o que você quiser! Deixo você fazer o que quiser comigo, quando quiser.
Eu – É o seguinte: tem 24 horas de prazo pra tomar. Se nas próximas 24 horas você entrar na brincadeira da gravidez, procurar minha rola e meu sêmen como se fosse minha mulher louca pra engravidar, amanhã nesse horário eu te dou.
Rosa – Procurar que você me engravide?
Eu – Que eu te emprenhe, vagabunda, que eu te emprenhe como se fosse uma puta. Quero que você implore, que me procure, que faça com que eu goze dentro de você até ficar seco.
Rosa – E depois tudo acaba?
Eu – Bom, talvez eu te coma de vez em quando, mas você pode continuar com o corno.
Rosa – Tá bom, 24 Horas.
Eu – Beleza, ajoelha, beija minha rola, enfia na boca, tira e diz…
Laura pegou a câmera pra gravar um close.
Rosa se aproximou, enfiou minha rola na boca e chupou por uns instantes.
Rosa – Ummm, por favor Carlos, quero que essa rola seja a que me engravide, que me faça um filho, quero que me foda até o dia em que eu tiver que ir dar à luz, vai fazer isso?, por favor?.
Eu – Claro que sim, putinha, anda, desce e fala com a Ana, diz que quer ficar grávida e pede pra ela te contar as melhores maneiras de fazer isso.
Rosa se vestiu e saiu do banheiro.
Laura – Nossa amor, eu queria ver ela com uma barrigona, como os peitos crescem…
Eu – E quem disse que você não vai ver?.
Laura – Mas a pílula?
Eu – Isso? É pra enjoo, acho, não tenho certeza.
Comemos todos juntos num restaurante perto, depois voltamos pra sesta clássica. A Ana levou o marido dela pra cima e o Pai da Laura seguiu eles. Eu me deitei no sofá. A Eva se aproximou, sem dizer nada tirou a parte de baixo do biquíni, tirou minha sunga e enfiou minha rola que já tava dura só de pensar no que íamos fazer com a irmã da Laura. Ela se masturbava bem na frente, tinha levantado a camiseta e tirado os peitões do biquíni, sabia que eu adorava que eles estivessem sempre à mostra. A Rosa tava noutro sofá olhando pra nós três.
Eu – Tira a roupa você também.
Rosa – Mas você tá com a Eva.
Eu – Não discute comigo, quero ver os peitos das duas irmãzinhas, como seu pai deve estar orgulhoso com esse par de gostosas.
Rosa – Sei não, acho que não.
Laura – Kkkk
Rosa tirou a camiseta e o biquíni, abriu as pernas e se acariciou os peitos enquanto olhava pra gente.
A Eva gozou rapidinho e se afastou, a Laura tomou o lugar dela, eu tava super relaxado só deixando rolar, era uma delícia vê-las trabalhando. Rosa tinha descido uma mão até a racha e se tocava, o rosto dela estava vermelho. Laura também gozou.
Laura – Sua vez, irmãzinha, já sabe como funciona, tira dele o que tanto quer.
Rosa – Não quero, vocês me obrigam.
Eu – Já já, vamos, puta.
Rosa – Não me chame assim!
Eu – Vou te chamar do jeito que eu quiser, vem aqui.
Ela se aproximou, a buceta dela estava molhada, os bicos dos peitos duros, negava mas já tava entrando no jogo.
Ela se colocou por cima de cócoras, pegou meu pau e, empurrando, enfiou na buceta dela, começou a quicar, primeiro devagar, depois, conforme esquentava, mais rápido. Levou uns dez minutos pra gozar. Eu gozei logo depois, enquanto isso empurrava com a bunda pra enfiar até o fundo, caímos os dois exaustos, ela se soltou. Laura veio correndo e, abrindo a buceta dela por trás, colocou um absorvente interno.
Por sugestão da Ana, era melhor que ela ficasse com o máximo de porra possível dentro nas próximas 24 horas.
Fodemos mais três vezes naquela tarde, não importava quem eu comesse, a Rosa sempre estava por perto se masturbando, quando percebia que eu tava perto de gozar, ela chegava, tirava o absorvente e abria as pernas. Gozava quase todas as vezes, era de orgasmo fácil. Quando eu comia só ela, podia gozar três ou quatro vezes, no final ficava exausta, largada na mesa ou no sofá, com os peitos pendurados, tava linda, pra falar a verdade.
À noite fomos todos ao cinema e jantar. Assim que chegamos em casa, os dois pais foram dormir, dizendo que estavam moídos.
Assim que as meninas subiram, se pelaram.
Rosa – Vocês são loucas, eles podem descer.
Ana – Relaxa, não vão, colocamos algo na comida deles.
Rosa – Soníferos?? Vocês são malucas.
Ana – Isso e mais um pouco.
Rosa – O que mais?
Laura – Você vai ver, fica tranquila.
Laura se aproximou da irmã e tirou toda a roupa dela.
Nós três sentamos no sofá, Laura se aninhou contra mim e pegou no meu pau, olhei pra Rosa e ela logo fez o mesmo.
Ana sentou na frente e enquanto se acariciava, tirava umas fotos nossas com o celular.
Ana – Que família linda vocês vão formar!
Laura – Sim, né, mana?
Rosa – Sim, é, sim – hesitava, tinha meu pau na mão, a irmã mais nova pelada do lado e uma mulher olhando e tirando fotos dela. A cabeça dela estava confusa, e quando clareava, só conseguia pensar na buceta dela já cheia de quatro gozadas, e as que ainda vinham. Laura e Eva levantaram e foram pra cima, Rosa e eu ficamos lá embaixo na boa. Fodemos por umas hora, testamos várias posições, Rosa foi relaxando e aceitando variações.
Ver ela no espelho da sala de frente enquanto eu comia ela de quatro e os peitos dela balançavam era foda.
Ana ia tirando fotos, dizia que fotografar o começo de um casal e como a gente fazia nosso primeiro filho deixava ela com muito tesão. Rosa só deixava rolar.
Depois de um tempo, numa pausa, minhas bolas já doíam de tanto gozar. Ana serviu umas cocas pra gente. Rosa não demorou pra cair no sono. Nós dois subimos ela pra cima.
Na manhã seguinte, estávamos os quatro na piscina, foi a última foda, numa espreguiçadeira, enquanto Eva, Laura e Ana olhavam.
Terminei de gozar, ela mesma se afastou e colocou o absorvente interno e me olhou.
Rosa – Já? Vai me dar?
Tirei a pílula do bolso e coloquei numa mesa.
Eu – Só mais uma coisa.
Rosa se agachou olhando pra gente, as meninas gravavam com os celulares. Ela tava completamente pelada, os peitões pendurados, a buceta depilada aberta, dava pra ver o fio saindo.
Rosa deu o melhor sorriso dela.
Oi, papai, isso é só pra você saber que sua pequena provavelmente tá grávida, já não aguentava mais, então pedi pro Carlos nessas férias que por favor me engravidasse, preciso sentir uma vida dentro de mim, sei que você não vai acreditar, então olha isso.
Ela levou a mão até a buceta e tirou o absorvente. O chão era de terracota preta, saiu um pouco de sêmen. Caindo no chão, depois começou a sair mais, ela começou a se masturbar pra com a gozada dela terminar de esvaziar a buceta, a mancha no chão ia crescendo, a buceta dela cuspia porra sem parar.
Eu me aproximei da mesa, coloquei o comprimido na boca dela e aproximei meu pau.
Eu – Você vai precisar de algo pra ajudar a engolir.
Rosa me olhou submissa e meteu meu pau na boca, foi a primeira gozada que ela engoliu.
*** Um mês depois.
Ana tinha ido correndo pra casa da Laura. A irmã dela estava histérica.
Rosa – Não funcionou!! – dizia enquanto chorava!!
Ana – O quê?
Rosa – A pílula!
Ana olhou pro teste no chão do banheiro.
Ana – Você tá grávida!!!
Rosa – Siiim – entre lágrimas.
Laura tava olhando pra irmã com cara de felicidade.
Laura – Que bom, maninha! Vou ser tia!
Rosa – Não, não pode ser!.
Ana – Bom, vou ligar pro Carlos, vamos ter que contar pro seu pai e preparar o casamento, você vai ficar linda de branco, igual uma virgem, hehehe.
Rosa – Não, não vou casar com ele, ele é um filho da puta.
Ana – Ah, vai sim.
Rosa – Nem morta!
Ana – Ele já sabia que isso ia acontecer e o que você ia dizer.
Rosa – E daí? Não vou fazer.
Ana – Ah, vai sim, primeiro porque você vai estar bem comida, diferente de mim. E segundo porque você não tem escolha.
Rosa – O que isso significa?
Ana tirou o celular e mostrou umas fotos.
Rosa – Não pode ser!!, eu não fiz isso!!.
Laura – Na verdade não, mas parece real, né?.
Nas fotos dava pra ver a Rosa com o Jorge em todo tipo de posição, brincando com o pau dele, com ele na boca dela, na buceta, sentada na cara dele. Ele tava dormindo, ela também, mas isso não dava pra perceber.
**************
7 meses depois.
Nós três estávamos na cozinha da nossa casa nova. O pai da Laura, depois da bronca, aceitou o casamento, não tinha outra opção, e nos deu um chalé bonito no norte de Madrid como presente de casamento. Laura, com a desculpa de cuidar da irmã, tinha se mudado pra cá com a gente fazia um mês. Laura tinha permissão pra andar vestida em casa quando não estávamos transando ou dormindo juntos, mas a Rosa tinha que ficar sempre pelada. No salão de beleza, alucinaram quando ela pediu pra fazer laser na buceta estando grávida, mas no fim aceitaram. Naquele momento, a Laura tirava leite da irmã com uma bombinha, enquanto a Rosa tava sentada na cadeira dela com vibrador embutido. A Laura dizia que quando ela tava excitada, saía mais porra. Era ordenhada de manhã e de tarde. A gente tinha lido que quanto mais porra tirássemos dela, mais ela produziria pro bebê. Os bicos da Rosa pingavam porra o tempo todo, e quando ela ficava excitada, mais ainda.
De manhã, a Rosa e a barriga dela, cada vez maior, levantavam, preparavam o café da manhã pra gente, e enquanto nós dois tomávamos café e conversávamos sobre o futuro bebê, ela, ajoelhada debaixo da mesa, me chupava até eu gozar. A Laura dizia que não era bom eu ir trabalhar com pressão nas bolas. De resto, a gente levava uma vida normal. A Laura ia pras aulas, a Rosa cuidava da casa… e esperava que a Ana, a Eva, a Laura ou eu decidíssemos foder com ela. Ela tinha virado uma ninfomaníaca igual às outras, aceitava qualquer coisa e ficava procurando ideias novas na internet. Os pais passavam de vez em quando pra nos visitar, e a Eva foi nomeada oficialmente madrinha, assim não faltava desculpa pra vir quando quisesse. Além disso, como a Laura morava lá, ela ficava quando bem entendia.
Um pouco depois, nasceu uma menina linda, que a gente chamou de...
E fim.
Autor:LuckmMadrid
3 comentários - Empalando uma novinha (8)