Espiando minha mãe gostosa!

Vou começar descrevendo minha mãe como ela era fisicamente e sua personalidade em 91. Ela casou muito nova com meu pai (ele sendo uns 6 anos mais velho que ela), vindo de uma família humilde mas trabalhadora, ambos se destacaram com muito esforço e trabalho. Minha mãe usava manequim 38D — naquela época, quando eu era criança, nunca soube o tamanho exato, mas com o passar dos anos descobri por um comentário da minha irmã. Ela tinha uma bunda gostosa, era cheinha, mas não gorda! Tinha carnes suculentas, tudo no lugar certo, sem nenhuma gordurinha sobrando. Era morena clara, cabelo castanho escuro. A altura eu devo a vocês porque até hoje nunca soube! Sempre foi muito vaidosa e provocante, até hoje nunca sai desleixada na rua. Apesar da idade, ainda se veste de forma sensual. Naquela época, usava roupas mais decotadas que o normal, sempre flertando com os homens, claro, escondido do meu pai. Sendo eu o caçula dos meus irmãos, era quem mais a acompanhava na rotina diária. Via quase todo dia como os homens a paqueravam, principalmente com palavras vulgares, sem se importar que eu estivesse presente. Cheguei até a ver, quando íamos fazer compras nos mercados ambulantes, os açougueiros e verdureiros dando tapas na bunda dela, oferecendo produtos de graça por ofertas que eu não entendia na época. Nunca vi ela aceitar, mas também nunca recusava as ofertas — só respondia com um sorriso provocante ou fingindo raiva, mas rindo e negando! Às vezes os homens até falavam pra mim: "Cuida da sua mãe pra mim, filho!" ou "Sortudo, você se alimentou desses peitões!" ou "Quanto é pra você dar uma sumida e me deixar um tempinho com sua coroa?" Teve uma vez que até hoje me arrepio de tesão ao lembrar: fomos à Merced (zona central da Cidade do México), conhecida por ser o maior lugar cheio de putas 24 horas por dia, e um senhor de aparência rústica se aproximou perguntando quanto ela cobrava, se fazia de tudo e se deixava chupar aqueles peitões. Mamá só ria e estendia a mão pra eu pegar, respondendo com um sorriso no rosto:
– O senhor se enganou, moço, eu não sou dessas não – e completou – vim com meu filho.

A verdade é que eu adoro lembrar que confundiram minha mãe com uma puta de verdade naquela vez. A região onde a gente morava, pra ser sincero, era de classe baixa, humilde, embora com o passar dos anos tenha melhorado muito, e dá pra ver a diferença de 20 anos atrás pra hoje. Uma área que acabou sendo alcançada pela urbanização da grande metrópole, mas naquela época era só poeira, lamaçal na época de chuva… praticamente formavam umas lagoas naquele tempo.

Meus pais começaram a se dar bem! Reformaram a casa, adicionaram quartos novos, fizeram um cômodo pra montar uma venda própria e, o mais importante, muraram a casa pra ter privacidade dos vizinhos. Foi assim que meu pai contratou uns pedreiros, e um deles se destacou: José (mudei o nome), um cara de uns 32 anos na época, que virou amigão dos meus pais. Direto era convidado por eles, junto com a família dele, pra nossos churrascos ou passeios em balneários.

Não vou dizer que meu pai viajava pro exterior, nem que saía pra negócios empresariais, mas ele passava o dia inteiro fora com frequência, fosse pra abastecer a venda que a gente tinha, ou porque ajudava minha tia a transportar mercadoria pra cidades onde ela vendia, ganhando uma grana extra pra família.

Como aqui no México (não sei em outros países), nas escolas públicas tem dois turnos: matutino e vespertino. Meus irmãos e eu tínhamos horários diferentes por causa da diferença de idade, e também íamos pra escolas diferentes – as deles eram mais longe que a minha. Eu chegava em casa lá pelo meio-dia, e nessa hora meus irmãos já tinham ido pras escolas deles, então minha mãe ficava sozinha cuidando da venda por uns 45 minutos. Eu ficava a sós com ela por uma média de... 6 horas. Se meu pai não chegava cedo, bem, como eu disse, às vezes ele saía antes do sol nascer e só voltava depois que o sol se punha. No começo, o pedreiro que eu mencionei passava pra tomar um refrigerante na venda e bater um papo rápido com a minha mãe, coisa que deixava ela super feliz de ver ele. Umas duas semanas depois, o cara já ficava mais tempo com ela conversando, e ela começou a mudar o jeito de se vestir, usando roupas mais provocantes do que o normal, e se maquiando mais, até nos dias em que eu não ia pra escola. Eu notava como ela acordava cedo e demorava mais do que o normal pra se arrumar e ficar gostosa quando o amigo chegasse.

Lembro de uma sexta-feira, minha mãe falou pra ele: "Vem amanhã almoçar aqui em casa, vou fazer comida..." (sinceramente, nem lembro o que ela fez). Aí no dia seguinte, tava tudo programado pros meus irmãos irem passar o feriadão (fim de semana que cai numa sexta ou segunda-feira feriado) com uns tios em outro estado, e meu pai também ia. Ela mesma, minha mãe, não me deixou ir porque eu sou o caçula e o mais mimado dos meus irmãos, e ela também não ia porque tinha que cuidar da venda. Só que no dia seguinte, sábado! Minha mãe acordou bem cedo, se arrumando toda sexy, de meia-calça e cinta-liga, e um vestido primaveril de uma peça só, cor creme! Se maquiou bem sensual, passou a manhã inteira cantando e preparando a comida!

Chegou 1 hora da tarde, o horário combinado pro almoço, e o cara chegou bem pontual. Detalhe: minha mãe nem abriu a venda naquele dia, nem tentou! Chegou o José, comemos levemente, saímos pro quintal pra conversar — bem, eles pra conversar e eu pra brincar à vontade, sem ser visto pelos vizinhos, porque a gente tinha acabado de colocar aquele muro que nos protegia dos olhares curiosos dos vizinhos ou desconhecidos. Ainda lembro que eles sentaram na cisterna que a gente tinha pra guardar água, colocaram uma música, e minha mãe ofereceu uma cerveja pra ele, entrando na venda pra pegar. a porta que dava pro pátio, dizendo: "já vai ver que cerveja gostosa vou te dar!" Quando minha mãe saiu, saiu com dois botões do decote desabotoados e, entregando a cerveja, disse algo disfarçadamente no ouvido dele, mas se abaixando e mostrando descaradamente o decote. Coisa que ele disse: "Ei... Raulito (mudei o nome por motivos de segurança e privacidade) - não quer uns doces?" E eu aceitei bem feliz, mas o engraçado de tudo isso é que ele, me dando dinheiro e a gente tendo loja própria, me mandou comprar meus doces em outra loja meio longe de casa. Pela idade que eu tinha e inocência, aceitei bem ingênuo de ir, até lembro que ele me deu trocado pra gastar nos fliperamas. Devo ter demorado uns 20 minutos e voltei, mas pra tudo isso nossa porta da frente ainda era de madeira e fácil de abrir por fora, mesmo com o trinco! Ao entrar, não sei, e ainda não sei por que minha reação foi inocente ao encontrá-los encostados: ela na parede e ele na frente dela, com uma mão na buceta da minha mãe por baixo do vestido. Não consegui ver a buceta daquela vez, mas a mão dele estava lá, e ele beijando, melhor dizendo, chupando os peitos da minha mãe, e ela abraçando ele bem carinhosamente. Aí fiz um barulho pra eles me notarem. Minha mãe reagiu meio nervosa, mas não muito, dizendo: "Ah, para com isso, já foi embora aquele mosquito chato que me incomodou, e chegou meu filho." Os dois riram, mas não assustados! Se separaram disfarçadamente e minha mãe disse: "Espera, vou guardar a comida", se afastando dele. E aí, de surpresa, ele deu uma palmadinha na bunda dela e disse: "Já me deixou com vontade." E virando pra me olhar, fingindo estar puto, disse: "E você, moleque, o dinheiro que te dei pros fliperamas?" E tirando outras moedas, disse: "Toma, nada disso pro seu pai nem pra ninguém, porque vão pensar mal." Entrando na cozinha, vi como se despediram com um beijo na boca e ele foi embora. E minha mãe reagiu pelo resto da tarde puta da vida comigo. Assim, no dia seguinte, ele voltou, dessa vez minha mãe me deixando cuidando da loja. Por uns dois minutos eles entravam pra dentro, segundo ela, pra acompanhar ele até o banheiro, sendo que ele já conhecia o caminho muito bem. Isso aconteceu por uns dias, nunca demoravam mais de cinco minutos, porque minha mãe não podia me deixar muito tempo sozinho na loja nem sumir por muito tempo com a loja aberta e entrar lá dentro com ele, senão os vizinhos podiam desconfiar de algo. Mas na maioria das vezes que ela voltava desses cinco minutos, voltava abotoando alguns botões da blusa ou do vestido, ou arrumando o vestido ou a saia, bem sorridente!

Chegou a data da festa da cidade do meu pai. Como já era férias, minha mãe mandou, quase à força, meu pai ir pra festa levando meus irmãos. Acho que isso não pareceu estranho nem suspeito pra ele, porque minha mãe nunca gostou da cidade do meu pai. O estranho foi que dessa vez ela queria me mandar junto com eles, mas meu pai não quis me levar, dizendo que eu podia ficar doente ou me perder no mato! Minha mãe não gostou nada disso, mas não teve escolha.

Lembro que na noite antes deles irem, José passou pra dar um alô pro meu pai e desejar boa viagem. E num descuido, vi minha mãe dando uma carta pra ele, e ele escondeu rapidinho e foi embora sem mais delongas. No dia seguinte, meu pai e meu irmão foram lá pro meio-dia, como planejado, e minha mãe me disse: "Vai pro campinho jogar bola, ou pros fliperamas, se quiser. Tem permissão pra voltar só de noite, se quiser. Você já é um homenzinho e precisa de mais tempo com seus amiguinhos." Nisso, ela foi tomar banho. Eu, naquela idade, já tinha despertado a curiosidade e a luxúria pelo sexo oposto, e aproveitei pra espiar ela se banhando. Vi ela completamente pelada se lavando e se secando, e também vi como ela passava creme no corpo todo, se olhando e se modelando só pra ela no espelho. Assim, ela saiu do banheiro andando pelo quintal com uma toalha enrolada no corpo e outra na cabeça. Quando vi ela passar, notei que a toalha... A saia ficava curta atrás, deixando ver um pedaço daquelas bundona gostosa dela. Aí fingi que ia entrar no quarto dela pra jogar Nintendo (sim, naquela época ainda era o Nintendo original), e ela falou: "Vou me trocar, não olha, hein!". Não era a primeira vez que ela fazia isso, na verdade, já tava acostumado. De olho, vi ela colocar umas meias muito sexys, pretas com detalhes rosas, uma calcinha de renda bem sexy (na época, thong não era comum) com ligas — ela sempre foi fã de ligas. Aí vestiu uma saia branca que meu pai sempre proibiu ela de usar, junto com uma blusa branca, mas mais transparente ainda. E como não tinha colocado sutiã, os peitos marcavam muito, sem falar nos biquinhos durinhos. No pé, umas sapatilhas pretas de salto alto! Se maquiou com um batom rosinha e delineador preto. E quase saindo correndo, ela falou: "Já cresceu, vai jogar como eu falei. Não volta cedo, vou dormir um pouco, tô com dor de cabeça." Óbvio que, por mais idiota que eu fosse, não acreditei — pra que ela tinha se arrumado tanto? Mas acabei obedecendo, porque tava afim de jogar Street Fighter II. Fui pra um lugar meio longe jogar, mas quando cheguei, a única máquina daquele jogo tava ocupada por uns caras mais velhos que eu. Sabia de antemão que minhas chances de jogar eram zero. Fiquei umas horas em outras máquinas, comendo besteira. Podia ter ficado mais se não fosse porque não conhecia ninguém e notei uns caras mais velhos querendo me roubar. Aí voltei pra casa, esquecendo o aviso da minha mãe de não chegar cedo! Quando cheguei em casa — e reforço que já tínhamos trocado aquele portão velho de madeira por um de metal —, minha entrada era mais difícil. Acho que por isso minha mãe tava tão confiante... Mas ela não contou que eu pularia o muro e entraria no quintal. Ela deixou a porta da sala aberta, e logo em seguida a do quarto dela. verdade, até aquele momento eu achava que ela tinha cumprido a promessa de dormir, e pensei em fazer companhia e tirar uma soneca com ela. Grande foi minha surpresa que, ao me aproximar, comecei a ouvir gemidos meio estranhos. Algo me disse para me aproximar silenciosamente pra descobrir o que tava rolando. Quando cheguei perto, consegui ver o José sentado numa cadeira e minha mãe pelada em cima dele, só de meia e calcinha de renda, na frente dele rindo e falando alguma coisa baixinho, mas dava pra ouvir tudo por causa do eco. Ela dizia: "Sou só sua, papazinho", e dando beijinhos nele repetia a mesma coisa, enquanto ele chupava os peitões enormes da minha mãe e as mãos dele acariciavam as costas dela, descendo cada vez mais pra aquela bunda linda e gostosa da minha até então santa mãe! Porque, apesar de tudo que tinha rolado nos dias anteriores, pra mim ela ainda era uma santa. Naquele momento senti raiva, ódio, desprezo, ciúmes, inveja, luxúria, tudo misturado numa sensação só. Aí esses pensamentos foram embora quando ouvi de novo a voz da minha mãe dizendo pro José: "Vai, papazinho, me faz sua agora, tô desejando isso há muito tempo, enfia essa pica em mim!" Ainda me lembro, ela fingindo uma voz de puta, desejosa de rola, pedindo pro macho dela comer ela, e lembrando daquelas imagens ao vivo da minha mãe com os peitões de fora e aquela bunda linda me fazem endurecer a pica em questão de segundos. Ele respondeu: "Sim, mamãe gostosa, desde quando tô de olho em você, sua puta, dá pra ver que o corno do seu marido não te satisfaz, né?" "Não, aquele corno não sabe foder, além disso não tem uma pica grande igual a sua." Na hora que ela falou isso, começou a bater uma pra ele e pedindo pra ele enfiar logo, e nesse momento ele me mencionou: "Já tinha te comido desde antes, sua puta gostosa, já tinha te dado uma fodida de primeira e chupado esses peitões desde o dia que o filho da puta do seu filho chegou, aquele pivete, estragou a foda." E ela: respondendo ele —ah, sim, aquele `moleque babaca, por culpa dele eu não provei aquela sua pica naquele dia, mas hoje eu mandei ele pra puta que pariu, ele vai demorar pra voltar e nada nem ninguém vai impedir que você me coma como uma puta, vou ser finalmente sua puta. Em seguida ele disse, —não vamos mais falar daquele moleque, e levantou ela um pouco pra puxar a calcinha de renda de lado e enfiar a pica, coisa que ela deu um grito entre prazer e dor, porque a pica dele ela conseguiu ver e era uma tremenda pica, e assim ela mesma começou com o vai e vem, dando pulinhos em cima dele, rebolando e se beijando como se não houvesse amanhã, parando de vez em quando por uns segundos pra se ajeitar, porque acho que a posição era meio desconfortável, ele fazendo chupões, porque sabiam que tinham o tempo necessário pra eles sumirem, já que meu pai ia demorar pelo menos duas semanas pra voltar, e ela dizendo, melhor dizendo, pedindo pra ele fazer o que quisesse com ela, porque era a puta dele! Eles pararam de repente e se levantaram, indo pra cama, ela pegando na pica dele e guiando ele até a cama onde ela dormia, onde ela fazia amor com meu pai, aquela cama que supostamente deveria ser respeitada por todas as leis, aquela cama onde eu tirava soneca e de vez em quando dormia com ela quando meu pai não estava. Ele se deitou primeiro e, pegando na própria pica, balançando ela, disse —vamos lá, puta enxerida, faz um boquete gostoso pra mim, como a puta que você é, me mostra. E ela dizendo —ah, pica, faz tempo que não chupo pica, nunca chupei a do meu marido, e eu adoro chupar pica! —vai logo, já sabia que você era puta e já tinha botado chifre no seu marido, coitado, não sabe te tratar nem te satisfazer como a puta que você é. Coisa que caiu em mim como um balde de água fria, porque ali terminei de confirmar que minha mãe sempre foi uma puta e não era só um deslize o que ela tava fazendo com José. E se abaixando, ela começou a dar beijinhos na cabeça da pica dele e começou a esfregar a pica nos peitões dela, fazendo um siririca. (com o tempo, soube que se chamavam assim) e chupando a cabeça dela e assim por diante, esquecendo a siririca, começou a enfiar tudo, e ele chamando minha mãe, aquela mulher carinhosa, aquela mulher que me deu a vida, que sempre respeitei e tive como a mais pura de todas... chamando ela de -vadia, gostosa, vadia, mamacita, chupa essa porra, sua vadia peituda, agora vou te dar a foda que você tá pedindo, coitado do seu marido, deve ter uma piroquinha, você precisa de uma rola como a minha! Em seguida ele disse -continua, vadia, já vou gozar, vou gozar... ah sim, chupa. Minha mãe tirava a rola da boca dele de vez em quando e ela mesma batendo com aquela rola na cara e nas tetonas, disse -quer que eu engula? -sim, vadia, vou jorrar agora.. OHHH SIM, que gostoso... VOU GOZAR, VOU GOZAR... José não aguentou mais e gozou na boca da minha mãe, ela engoliu o que deu, mas tirou da boca e ele encheu as tetonas dela de porra, de esperma de macho na vadia gostosa da minha mãe! Assim, sem descanso, José disse, tô com um atraso, não como minha esposa há uma semana, e é pra isso que servem putas como você, pra descontar, e empurrou ela na cama pra deitar. Minha mãe tentou tirar a calcinha, mas ele não deixou e disse -me excita mais você de calcinha, só puxa pro lado, vadia! Obedecendo, minha mãe disse, como você quiser, pai, mas agora mete. Ele deitou em cima dela, vale dizer que do ângulo onde eu estava, dava pra ver tudo e ouvir quase tudo sem ser descoberto, ele enfiou de novo de uma só vez, e disse, -ainda aperta, mamacita. Assim continuou comendo minha mãe, enquanto ela gemia como uma vadia no cio, pedindo pra ele mesmo que chamasse ela de vadia, de prostituta, que a insultasse, e ele, satisfeito, fazia isso, metia cada vez mais rápido, dizendo -sua vadia, quanto tempo você não leva rola? Tão te deixando de lado, hein! -sim, Antes eu tinha outro que me dava quando meu marido não estava, mas era raro a gente ter tempo pra transar. E meu marido até me come com frequência, mas não me satisfaz, me entedia! Assim continuaram por uns 20 minutos, ele chamando minha mãe de puta e ela adorando, chamando ele de papai, meu macho...! Chegou o momento em que ele avisou que ia gozar e ela disse: — Espera um pouquinho, eu também já tô quase gozando, papai! Me enche de seu sêmen, de seu leite. Goza dentro, não se preocupa se eu ficar barriguda! Depois eu vejo isso. Os dois gozaram juntos, ele gozou dentro da deliciosa buceta peluda da minha mãe. Quando tirou o pau, os restos de sêmen ele esfregou na buceta peluda da minha mãe e na calcinha dela. Ele pediu algo pra limpar o pouco de sêmen que tinha sobrado no pau, e ela tirou a calcinha e disse: — Limpa com isso. Uma ou outra gota de sêmen caiu nos lençóis da cama! Meu instinto me disse que era a hora certa de sair sem ser notado. Pra sair sem ser visto, tive que pular o muro de novo. Na verdade, não tive vontade nem forças pra ir mais longe. Sentei do lado de fora da casa, na frente do portão, como um idiota. Perdi a noção do tempo por um instante, pensando no que tinha acabado de ver e ouvir. Pensei em contar pro meu pai, em confrontar minha mãe!! E de repente, José saiu e me viu sentado. Ele sorriu debochadamente e disse: — E aí, Raulito? O que tá fazendo? E eu respondi: — Nada, minha mãe falou pra eu não chegar cedo porque ia tirar um cochilo. E ele, rindo baixinho, disse: — É sim, tá dormindo, exausta. Vim pegar umas coisas que deixei aqui! Mas não levava nada! Óbvio que o que ele tinha PEGADO era a minha PUTA de MÃE. Ele foi embora todo satisfeito, se despedindo de mim: — Falou, FILHO, CUIDA BEM DA SUA MAMÃE, HEIN! Depois, ele passou pra visitar ela de novo! Aí entrei em casa, fui pra dentro avisar que já tinha chegado. Ainda vi ela deitada na cama, exausta da trepada que o José tinha dado nela. Ela estava de meia-calça e, ao me ouvir, disse: "Espera um pouquinho". Levantou rapidão e vestiu a primeira coisa que encontrou: a calcinha dela cheia de porra e uma camisola transparente sexy cor-de-rosa, sem sutiã. Dava pra ver e marcar bem visível a calcinha preta dela e os biquinhos deliciosos através da camisola! Como já era tarde, ela disse: "Ainda me sinto meio cansada. Quer comer alguma coisa? Eu já comi" (óbvio que tinha comido a rola e a porra do José). Respondi que não, que também estava cansado e queria deitar com ela. Ela disse: "Vem, deita aqui do lado da mamãe, meu bebezinho", e me deu um beijo na bochecha e outro na testa, fazendo carinho. Senti um cheiro estranho nela. Com o tempo, descobri que era cheiro de porra, porque ainda tinha resquícios de sêmen do macho dela. Deitei, percebendo que era onde tinham caído restos de porra do garanhão da minha puta MÃE! Notei ela muito carinhosa e alegre. Achei que ele tinha feito um favor pra ela, porque tinha deixado ela feliz, já que ultimamente ela estava ranzinza com todo mundo. Até pensei comigo mesmo: "Que bom que o José existe, espero que minha mãe nunca precise ficar sem ele". E assim dormimos. Dormi feliz sabendo que minha mãe estava contente, que tudo que ela fez com o José era uma terapia pra ela! Dormi até o dia seguinte, acordando de vez em quando durante a noite com os peitões da minha mãe colados em mim e a perna dela por cima de mim! Chegou a endurecer e eu esfreguei um pouco na minha mãe e dei uns beijinhos nos peitões dela, mas não ousei fazer mais por medo de ser repreendido! No dia seguinte, bem cedo, quando acordei, minha mãe já não estava na cama. Ouvi ela lá fora, no quintal, lavando roupa. Quando saí, ela disse: "Traga toda a roupa suja que encontrar". Fui ao banheiro e notei a roupa íntima que ela tinha usado no dia anterior com o garanhão dela, o José. A verdade é que não aguentei a vontade e a curiosidade de ver a calcinha dela. Reparei nos detalhes cor-de-rosa que tinha, um lacinho rosa pequeno na frente. insinuando que a buceta gostosa da minha mãe tinha sido um presente pro José, pelo menos foi o que eu senti. E senti que era justo, já que ele tinha feito minha mãe feliz no dia anterior, era justo que ele também recebesse algo da parte dela. Continuei inspecionando e encontrei algo seco nele, soube que era o sêmen do José, porque além de ele ter limpado a pica no pano, ela dormiu a noite inteira com aquela calcinha, misturou os fluidos vaginais da minha mãe com o sêmen do José. Cheirei, a verdade é que era um cheiro único, gostoso, e em seguida provei com a ponta da língua, tinha um gosto meio salgado mas gostoso, e fiquei mais excitado por saber que tinha estado na buceta da minha mãe. E esfreguei na minha pica igual o José tinha feito ao se limpar. Levei a calcinha pra minha mãe misturada com outras roupas. De relance vi que, ao estendê-la, ela sorriu e ficou corada sozinha com seus pensamentos e lembranças.

3 comentários - Espiando minha mãe gostosa!

Wow hermano, increíble relato. Una putita tu mami, tanto que me imaginé a la mía en todas esas situaciones. Saludos y sigue con ese morbo