Literal e real
Espero que vocês gostem.
e os gostosos igual a mim
Os comentários de vocês vão fazer eu contar como foi o resto.
Tudo começou numa noite vendo um filme erótico bem pesado, com a Sole. A gente tava junto há cinco anos e nunca tinha pensado em fazer algo assim. Servimos um uísque, fumamos um cigarro, conversando enquanto nos preparávamos pra dormir. Falamos muito sobre o filme, cuja trama era a mina traindo o marido com um cara mais novo, e o final ficou em aberto. Tanto eu quanto ela estávamos muito excitados, talvez por isso fomos dormir completamente pelados. Entre os lençóis, com o roçar da pele, a gente não se segurou. Ela virou e subiu em cima de mim, cavalgando do jeito que queria, enquanto eu pedia mais e mais forte. Mas ela dominava a situação, e isso me excitava ainda mais. Minha pica penetrava no ritmo que ela marcava, e assim ela chegou a um orgasmo bem barulhento. Quando ela me deixou, pude virar ela de ladinho e penetrar de novo, enquanto mordiscava a orelha dela — coisa que deixa ela louca. Um novo orgasmo, dessa vez mais silencioso, apertando minha pica contra a buceta dela. Foi lindo, mas eu queria mais. Falei no ouvido pra ela mudar de posição, e a Sole entendeu na hora. Sabia como eu curto de quatro. Quando ela se ajeitou na cama, falou: "Pelo cu não", embora já tivesse comido ele várias vezes. Não entendi a recusa. Penetrei pela buceta dela até que, quando ela tava quase gozando de novo, peguei a rabeta dela. Nessa hora, ela não disse nada, e eu consegui penetrar aquele cuzinho apertado como tanto queria. Gozei pra caralho, e ela também, porque ao mesmo tempo teve o terceiro orgasmo. Depois de descansar um pouco, entrelaçados em carícias e beijos, a gente tomou banho. Quando voltamos pra cama, a Sole queria continuar brincando. Subi em cima dela e comecei a penetrar de novo, bem devagar, por causa do desgaste dos dois. Quando senti o dedo dela brincando na entrada do meu cu, consegui falar "não", mas ela me beijou com muita paixão. Eu não queria, mas amava a sensação que tava vivendo. Nem percebi quando o dedo dela entrou. Acho que até desejava aquilo tanto quanto ela. A sensação foi de... o melhor e ela
começou a meter e tirar, o que me fez gemer e rebolar a bunda no ritmo dela,
num momento senti como se dois dedos já entrassem e saíssem do meu rabo, abrindo ele
cada vez mais, o que eu amava de verdade, parei de montar nela e me entreguei
pra aproveitar a foda que ela tava me dando, os dois gemendo,
os papéis tinham se invertido, ela gemia enfiando no meu cu e eu sentindo os dedos dela me comendo
feito um macho, nós dois voando de prazer, até que gozei
feito uma besta e ela também, nos abraçamos e nos beijamos como nunca,
a putaria tava no talo
Sole, cê gostou de mim, meu amor?
Sim, minha vida, adorei
Sole, já sei, senti você gozar como nunca
E eu também por você, me arrombou toda a bucetinha
Sole, igualzinho você arrebentou meu coração, amor.
Você não vai me fazer de putinho, não.
Só não quero isso, amor, só quero que você goze igual gozou agora há pouco, senti você tremer, amor.
Sim, adorei como você fez, mas não sou viado.
Só você e essa mania, amor, é minha vidinha e assim te quero, mas me excita tanto sentir você gozar que não consigo evitar, sei que você adora, meu céu, e eu amo demais.
Pô, verdade, até que eu curto, mas não quero deixar de ser sua putinha.
Sole, você nunca vai deixar de ser isso, amor. Eu te amo.
Nos beijamos e dormimos, lembro que era um sábado. No domingo fomos na casa dos pais dela, a gente se divertiu pra caralho e a Sole tava muito grudada comigo, coisa que os pais dela notaram felizes. De tarde chegamos em casa, preparei tudo pra segunda e ficamos conversando. Sole pediu pra sair e eu tive a ideia de levá-la pra um motel. Fazia anos que a gente não fazia isso e, como os dois tavam no tesão, fomos pra lá. Ela vestiu a calcinha mais sexy que tinha e não me deixou ver ela se arrumar. Eu me vesti como sempre. Quando chegamos no quarto, beijei ela com muita paixão, pedi uma sidra e a gente se pelou. Ver ela daquele jeito me deixou louco de tesão. Na hora começamos a nos acariciar e pedi pra ela deixar eu tirar a pouca roupa que ainda tinha nela. Fomos pra cama e começamos a trepar como dois desesperados. Meti nela de todos os jeitos e ela não reclamou de nada. A bunda dela foi completamente minha pela primeira vez. Quando paramos, fomos tomar a sidra que tinha sobrado. Ela pegou um folheto e, sem dizer nada, pediu um negócio pelo telefone. Minha surpresa foi enorme quando ela me mostrou o que chegou: era um vibrador gigante, uns vinte centímetros de comprimento por quatro de largura. Ela me levou pra cama e disse:
Sole... agora é minha vez, fica tranquilo, você vai curtir como nunca.
Nem louco, viu o que é isso? Vai me arrebentar a bunda.
Sole, já tá com a buceta arrombada, amor, e agora é só minha. Vai, céu, cê sabe que adora isso.
Me fez ficar de quatro e passou gel lubrificante no meu ânus e me disse
Sole primeiro meus dedinhos, céu, você goza, meu amor
Os dedos dela entraram muito fácil e na mesma hora comecei a gozar. Meus gemidos eram altos e não resisti em pedir mais, enquanto ela só mexia os dedos dentro do meu cu. Senti até três dedos entrando, tava morrendo de prazer e ela sabia disso. Meu pau tinha perdido a ereção completamente e, pelo contrário, tinha se contraído a ponto de quase sumir. Nessa hora, ela tirou os dedos e, diante do meu pedido pra ela continuar, ela disse
Sole
É hora de estrear meu pau, quero que você sinta ele todinho dentro.
Sim amorrr, continua por favorrr, me come, sou seu, todo seuuu
Enquanto eu dizia isso, minha buceta se mexia procurando os dedos dele que tanto prazer tinham me dado, senti o vibrador na porta do meu cu, já não pensei na dor que sentiria quando entrasse, queria ele dentro custasse o que custasse, tava muito tesuda e meu cu tava faminto, assim foi entrando enquanto eu, pela dor, me agarrava nos lençóis e apertava os dentes, mas o prazer era o mais intenso que eu já tinha sentido, ele só tava arrombando meu cu e eu queria aquilo, ele enfiou tudo e depois veio algo divino, começou a meter e tirar devagar, sentir o vibrador correndo pelo meu cu foi lindo, eu gemia igual uma novinha e ele feito um safado.
Sole Viu minha putinha que você gostaaaa, quer que eu tire ela?
No amorrrr, faz teu, não para não, meu céu, siiiim, sou sua putinhhaaa
Só agora eu tô te comendo, seu viado, tô arrombando teu cu igual de uma putinha gostosa, você tava morrendo de vontade de ter o cu arrombado, seu pedaço de puto, agora você é meu e vai implorar pra eu continuar arrombando, não é verdade?
Sim amorrr siiiii, arrebenta tudooooo, sou sua putinhaaa, como eu gosto disso
Cada vez eu tava gostando mais de como ela me comia, só de como ela me humilhava. Não pensei em mais nada além de gozar com aquilo. Escutei ela gozar igual quando ela gozava comigo por cima. Ela era meu macho e eu, a fêmea dela, literalmente. Quando ela tirou, senti como meu cu tinha ficado aberto, o ar entrando na medida que o vibrador saía. Ela levantou e foi pro banheiro, eu fiquei largado nos lençóis, sentindo falta daquela pica no meu cu e me mexendo, não sei por que, pensando em como tudo isso que eu tinha vivido ia continuar. Ela voltou pra cama, me virou e chupou minha pica com desespero. A ereção voltou e a gente trepou de novo como nunca. Senti ela gozar em cima de mim com mais paixão do que nunca, e eu, que tinha recuperado meu papel de macho. Depois a gente levantou e foi pro chuveiro, saímos e nos vestimos, eu nela e ela em mim. Terminamos a sidra e saímos rumo pra casa. Nossa vida sexual tinha mudado completamente, e nós dois sabíamos disso.
Espero que vocês gostem.
e os gostosos igual a mim
Os comentários de vocês vão fazer eu contar como foi o resto.
Tudo começou numa noite vendo um filme erótico bem pesado, com a Sole. A gente tava junto há cinco anos e nunca tinha pensado em fazer algo assim. Servimos um uísque, fumamos um cigarro, conversando enquanto nos preparávamos pra dormir. Falamos muito sobre o filme, cuja trama era a mina traindo o marido com um cara mais novo, e o final ficou em aberto. Tanto eu quanto ela estávamos muito excitados, talvez por isso fomos dormir completamente pelados. Entre os lençóis, com o roçar da pele, a gente não se segurou. Ela virou e subiu em cima de mim, cavalgando do jeito que queria, enquanto eu pedia mais e mais forte. Mas ela dominava a situação, e isso me excitava ainda mais. Minha pica penetrava no ritmo que ela marcava, e assim ela chegou a um orgasmo bem barulhento. Quando ela me deixou, pude virar ela de ladinho e penetrar de novo, enquanto mordiscava a orelha dela — coisa que deixa ela louca. Um novo orgasmo, dessa vez mais silencioso, apertando minha pica contra a buceta dela. Foi lindo, mas eu queria mais. Falei no ouvido pra ela mudar de posição, e a Sole entendeu na hora. Sabia como eu curto de quatro. Quando ela se ajeitou na cama, falou: "Pelo cu não", embora já tivesse comido ele várias vezes. Não entendi a recusa. Penetrei pela buceta dela até que, quando ela tava quase gozando de novo, peguei a rabeta dela. Nessa hora, ela não disse nada, e eu consegui penetrar aquele cuzinho apertado como tanto queria. Gozei pra caralho, e ela também, porque ao mesmo tempo teve o terceiro orgasmo. Depois de descansar um pouco, entrelaçados em carícias e beijos, a gente tomou banho. Quando voltamos pra cama, a Sole queria continuar brincando. Subi em cima dela e comecei a penetrar de novo, bem devagar, por causa do desgaste dos dois. Quando senti o dedo dela brincando na entrada do meu cu, consegui falar "não", mas ela me beijou com muita paixão. Eu não queria, mas amava a sensação que tava vivendo. Nem percebi quando o dedo dela entrou. Acho que até desejava aquilo tanto quanto ela. A sensação foi de... o melhor e ela
começou a meter e tirar, o que me fez gemer e rebolar a bunda no ritmo dela,
num momento senti como se dois dedos já entrassem e saíssem do meu rabo, abrindo ele
cada vez mais, o que eu amava de verdade, parei de montar nela e me entreguei
pra aproveitar a foda que ela tava me dando, os dois gemendo,
os papéis tinham se invertido, ela gemia enfiando no meu cu e eu sentindo os dedos dela me comendo
feito um macho, nós dois voando de prazer, até que gozei
feito uma besta e ela também, nos abraçamos e nos beijamos como nunca,
a putaria tava no talo
Sole, cê gostou de mim, meu amor?
Sim, minha vida, adorei
Sole, já sei, senti você gozar como nunca
E eu também por você, me arrombou toda a bucetinha
Sole, igualzinho você arrebentou meu coração, amor.
Você não vai me fazer de putinho, não.
Só não quero isso, amor, só quero que você goze igual gozou agora há pouco, senti você tremer, amor.
Sim, adorei como você fez, mas não sou viado.
Só você e essa mania, amor, é minha vidinha e assim te quero, mas me excita tanto sentir você gozar que não consigo evitar, sei que você adora, meu céu, e eu amo demais.
Pô, verdade, até que eu curto, mas não quero deixar de ser sua putinha.
Sole, você nunca vai deixar de ser isso, amor. Eu te amo.
Nos beijamos e dormimos, lembro que era um sábado. No domingo fomos na casa dos pais dela, a gente se divertiu pra caralho e a Sole tava muito grudada comigo, coisa que os pais dela notaram felizes. De tarde chegamos em casa, preparei tudo pra segunda e ficamos conversando. Sole pediu pra sair e eu tive a ideia de levá-la pra um motel. Fazia anos que a gente não fazia isso e, como os dois tavam no tesão, fomos pra lá. Ela vestiu a calcinha mais sexy que tinha e não me deixou ver ela se arrumar. Eu me vesti como sempre. Quando chegamos no quarto, beijei ela com muita paixão, pedi uma sidra e a gente se pelou. Ver ela daquele jeito me deixou louco de tesão. Na hora começamos a nos acariciar e pedi pra ela deixar eu tirar a pouca roupa que ainda tinha nela. Fomos pra cama e começamos a trepar como dois desesperados. Meti nela de todos os jeitos e ela não reclamou de nada. A bunda dela foi completamente minha pela primeira vez. Quando paramos, fomos tomar a sidra que tinha sobrado. Ela pegou um folheto e, sem dizer nada, pediu um negócio pelo telefone. Minha surpresa foi enorme quando ela me mostrou o que chegou: era um vibrador gigante, uns vinte centímetros de comprimento por quatro de largura. Ela me levou pra cama e disse:
Sole... agora é minha vez, fica tranquilo, você vai curtir como nunca.
Nem louco, viu o que é isso? Vai me arrebentar a bunda.
Sole, já tá com a buceta arrombada, amor, e agora é só minha. Vai, céu, cê sabe que adora isso.
Me fez ficar de quatro e passou gel lubrificante no meu ânus e me disse
Sole primeiro meus dedinhos, céu, você goza, meu amor
Os dedos dela entraram muito fácil e na mesma hora comecei a gozar. Meus gemidos eram altos e não resisti em pedir mais, enquanto ela só mexia os dedos dentro do meu cu. Senti até três dedos entrando, tava morrendo de prazer e ela sabia disso. Meu pau tinha perdido a ereção completamente e, pelo contrário, tinha se contraído a ponto de quase sumir. Nessa hora, ela tirou os dedos e, diante do meu pedido pra ela continuar, ela disse
Sole
É hora de estrear meu pau, quero que você sinta ele todinho dentro.
Sim amorrr, continua por favorrr, me come, sou seu, todo seuuu
Enquanto eu dizia isso, minha buceta se mexia procurando os dedos dele que tanto prazer tinham me dado, senti o vibrador na porta do meu cu, já não pensei na dor que sentiria quando entrasse, queria ele dentro custasse o que custasse, tava muito tesuda e meu cu tava faminto, assim foi entrando enquanto eu, pela dor, me agarrava nos lençóis e apertava os dentes, mas o prazer era o mais intenso que eu já tinha sentido, ele só tava arrombando meu cu e eu queria aquilo, ele enfiou tudo e depois veio algo divino, começou a meter e tirar devagar, sentir o vibrador correndo pelo meu cu foi lindo, eu gemia igual uma novinha e ele feito um safado.
Sole Viu minha putinha que você gostaaaa, quer que eu tire ela?
No amorrrr, faz teu, não para não, meu céu, siiiim, sou sua putinhhaaa
Só agora eu tô te comendo, seu viado, tô arrombando teu cu igual de uma putinha gostosa, você tava morrendo de vontade de ter o cu arrombado, seu pedaço de puto, agora você é meu e vai implorar pra eu continuar arrombando, não é verdade?
Sim amorrr siiiii, arrebenta tudooooo, sou sua putinhaaa, como eu gosto disso
Cada vez eu tava gostando mais de como ela me comia, só de como ela me humilhava. Não pensei em mais nada além de gozar com aquilo. Escutei ela gozar igual quando ela gozava comigo por cima. Ela era meu macho e eu, a fêmea dela, literalmente. Quando ela tirou, senti como meu cu tinha ficado aberto, o ar entrando na medida que o vibrador saía. Ela levantou e foi pro banheiro, eu fiquei largado nos lençóis, sentindo falta daquela pica no meu cu e me mexendo, não sei por que, pensando em como tudo isso que eu tinha vivido ia continuar. Ela voltou pra cama, me virou e chupou minha pica com desespero. A ereção voltou e a gente trepou de novo como nunca. Senti ela gozar em cima de mim com mais paixão do que nunca, e eu, que tinha recuperado meu papel de macho. Depois a gente levantou e foi pro chuveiro, saímos e nos vestimos, eu nela e ela em mim. Terminamos a sidra e saímos rumo pra casa. Nossa vida sexual tinha mudado completamente, e nós dois sabíamos disso.
12 comentários - Minha mulher arromba meu cu
gracoas x comentar
Excelente.
es lo mas excitante
gracias x comentar
y cuando quieran un tercero ,macho para los dos avisame,me encantaria ser ese macho
GRACIAS X COMENTAR
No te gustaría probar una pija de carne? Un trio con tu mujer...y jugamos?
GRACIAS X COMENTAR