Acho que ela curtia sexo sujo, sujo escatológico, sempre falava dessas paradas e no trampo, mesmo sendo minha chefe, vivia contando umas coisas.
A gente chamava ela de neve por ser tão branquinha, peitão, bundão e cinturinha bem fina.
Ela se achava loira e o maior complexo dela era o nariz aquilino, pra mim isso deixava ela mais interessante.
Mas ela odiava isso, e fazia de tudo pra você olhar qualquer coisa menos a carinha dela. Também tinha complexo com a altura, sem os sapatos acho que precisava de um banquinho pra descer de lá.
Uma vez, falando de coisas estranhas, perguntou qual era o prazer bizarro que cada um tinha.
Todo mundo respondeu umas merdas, uma das minas disse que mijava em pé na pia, mas limpava depois, e aí a conversa foi pra putaria.
Eu falei que quando fui morar sozinho, cagava com a porta aberta, e me zoaram pra caralho por causa disso. Uma das meninas disse que andava pelada, mas de meia e tênis, senão dava vontade de mijar.
E a Neve falou:
— Eu gosto de segurar o xixi e a merda…
Comer bem, e aguentar até sentir que vou me cagar toda, e aí tenho que tampar a bunda porque eu me cago quando cago, ahhhhhhh, prazer sentir tudo saindo de mim.
Uma vez me filmei cagando… lindo.
A gente ficou num silêncio estranho, e perguntamos se alguém sabia dos nossos prazeres secretos.
E ela disse que o marido dela sabia, mas que tudo aquilo dava nojo pra ele.
— Mais ainda (ela disse), se eu não tomar banho antes, ele não chupa minha buceta, imagina se ele visse minhas calcinhas com fluxo.
Naquele dia comecei a olhar pra ela diferente…
Uma das minas vendia lingerie por catálogo, e eu olhei pra ela, na hora ela veio e perguntou:
— Qual fica melhor em mim?
— A tanga com babados, falei.
— Fechou! Vou comprar.
O marido era super ciumento, mó bosta. Uma vez encontrei ela na rua e falei:
— E aí, Neve! E o cara ficou putinho, me empurrou, ela segurou ele, falou no ouvido dele, ele riu, me olhou de cima a baixo e pediu pra irem embora. Gustavo, Neve e eu. Entrávamos às 7 da manhã e os outros às 9, mas eles sempre chegavam mais cedo pra matear e falar umas merdas. Se pá, Tavo, se a gente não fosse, o marido não deixava ela entrar antes, o cara era brabo.
Quando o Tavo pediu férias pra ir pro Cosquín Rock, a gente ficava sozinho, então uma semana antes ela já vinha com transparências, sentava de saia e não fechava as pernas.
E se se abaixava, tinha parado de colocar a mão pra tampar o “T” da microtanga dela.
O marido começou a buscar ela e quando me cruzava, piscava o olho pra mim.
Eu, Tavo, viu que o Rubén (marido da Nieve) fica me mandando beijo, piscando o olho, que porra é essa?
_ Olha, trouxa, a Nieve é puta pra caralho, quando ficar sozinha a gostosa vai querer trepar, se ela tá no cio, desde que soube que vou pro Cosquín… arrebenta a buceta dela, ele me dizia.
EHHHHHH, calma aí, Juan Cock, a mina tem marido, conhece a gente, sempre vem buscar ela…
_ NÃO, punheteiro, ele falou, _ me obedece, come ela, eu comi no dia do aniversário do gordo da manutenção, fomos lá em Espeleta, uma balada chamada El Bosque. O marido foi buscar bebida e eu comi ela lá fora.
_ Pra mim, se tão assim, querem um ménage…
_ Sim, trouxa, mas o grandão pisca o olho pra mim, puta que pariu.
_ Não, punheteiro, me obedece.
Na saída, o marido da Nieve tava lá, me olhou e falou: “tudo bem, bombom?”
Ele riu e entrou pra buscar ela. Que porra é essa, esse filho da puta quer comer a buceta da minha mãe?
No dia seguinte, a mesma merda: “tá fazendo o quê, Ricky Martin?”, ele disse, mas eu olhei feio e ele falou: “relaxa, bebê, cê não é meu tipo…”
No trampo era só putaria, ela chegava com umas tangas do caralho, blusa sem sutiã, e na quinta veio de legging. Eu vinha com uma caixa de arquivo e ela passou na minha frente, se abaixou e encostou a bunda em mim. Fiquei com muito tesão, passei a mão na bunda dela e ela não tava de calcinha. Esperei um tapa, ou por ser abusado (até aí era só putaria) ou porque tinha gente olhando. Ela falou baixinho:
_ Tomei banho e saí com pressa, hahaha, esqueci a calcinha.
Pronto, pensei.
Naquele dia, fiquei felizão o tempo todo. O dia até que o marido dela chegou… já tava me enchendo o saco. Olhei pra ele e ele disse:
Hmm, cê tá menstruada? Sabe o que você precisa, Flavio Mendoza?
A gente chamava ela de neve por ser tão branquinha, peitão, bundão e cinturinha bem fina.
Ela se achava loira e o maior complexo dela era o nariz aquilino, pra mim isso deixava ela mais interessante.
Mas ela odiava isso, e fazia de tudo pra você olhar qualquer coisa menos a carinha dela. Também tinha complexo com a altura, sem os sapatos acho que precisava de um banquinho pra descer de lá.
Uma vez, falando de coisas estranhas, perguntou qual era o prazer bizarro que cada um tinha.
Todo mundo respondeu umas merdas, uma das minas disse que mijava em pé na pia, mas limpava depois, e aí a conversa foi pra putaria.
Eu falei que quando fui morar sozinho, cagava com a porta aberta, e me zoaram pra caralho por causa disso. Uma das meninas disse que andava pelada, mas de meia e tênis, senão dava vontade de mijar.
E a Neve falou:
— Eu gosto de segurar o xixi e a merda…
Comer bem, e aguentar até sentir que vou me cagar toda, e aí tenho que tampar a bunda porque eu me cago quando cago, ahhhhhhh, prazer sentir tudo saindo de mim.
Uma vez me filmei cagando… lindo.
A gente ficou num silêncio estranho, e perguntamos se alguém sabia dos nossos prazeres secretos.
E ela disse que o marido dela sabia, mas que tudo aquilo dava nojo pra ele.
— Mais ainda (ela disse), se eu não tomar banho antes, ele não chupa minha buceta, imagina se ele visse minhas calcinhas com fluxo.
Naquele dia comecei a olhar pra ela diferente…
Uma das minas vendia lingerie por catálogo, e eu olhei pra ela, na hora ela veio e perguntou:
— Qual fica melhor em mim?
— A tanga com babados, falei.
— Fechou! Vou comprar.
O marido era super ciumento, mó bosta. Uma vez encontrei ela na rua e falei:
— E aí, Neve! E o cara ficou putinho, me empurrou, ela segurou ele, falou no ouvido dele, ele riu, me olhou de cima a baixo e pediu pra irem embora. Gustavo, Neve e eu. Entrávamos às 7 da manhã e os outros às 9, mas eles sempre chegavam mais cedo pra matear e falar umas merdas. Se pá, Tavo, se a gente não fosse, o marido não deixava ela entrar antes, o cara era brabo.
Quando o Tavo pediu férias pra ir pro Cosquín Rock, a gente ficava sozinho, então uma semana antes ela já vinha com transparências, sentava de saia e não fechava as pernas.
E se se abaixava, tinha parado de colocar a mão pra tampar o “T” da microtanga dela.
O marido começou a buscar ela e quando me cruzava, piscava o olho pra mim.
Eu, Tavo, viu que o Rubén (marido da Nieve) fica me mandando beijo, piscando o olho, que porra é essa?
_ Olha, trouxa, a Nieve é puta pra caralho, quando ficar sozinha a gostosa vai querer trepar, se ela tá no cio, desde que soube que vou pro Cosquín… arrebenta a buceta dela, ele me dizia.
EHHHHHH, calma aí, Juan Cock, a mina tem marido, conhece a gente, sempre vem buscar ela…
_ NÃO, punheteiro, ele falou, _ me obedece, come ela, eu comi no dia do aniversário do gordo da manutenção, fomos lá em Espeleta, uma balada chamada El Bosque. O marido foi buscar bebida e eu comi ela lá fora.
_ Pra mim, se tão assim, querem um ménage…
_ Sim, trouxa, mas o grandão pisca o olho pra mim, puta que pariu.
_ Não, punheteiro, me obedece.
Na saída, o marido da Nieve tava lá, me olhou e falou: “tudo bem, bombom?”
Ele riu e entrou pra buscar ela. Que porra é essa, esse filho da puta quer comer a buceta da minha mãe?
No dia seguinte, a mesma merda: “tá fazendo o quê, Ricky Martin?”, ele disse, mas eu olhei feio e ele falou: “relaxa, bebê, cê não é meu tipo…”
No trampo era só putaria, ela chegava com umas tangas do caralho, blusa sem sutiã, e na quinta veio de legging. Eu vinha com uma caixa de arquivo e ela passou na minha frente, se abaixou e encostou a bunda em mim. Fiquei com muito tesão, passei a mão na bunda dela e ela não tava de calcinha. Esperei um tapa, ou por ser abusado (até aí era só putaria) ou porque tinha gente olhando. Ela falou baixinho:
_ Tomei banho e saí com pressa, hahaha, esqueci a calcinha.
Pronto, pensei.
Naquele dia, fiquei felizão o tempo todo. O dia até que o marido dela chegou… já tava me enchendo o saco. Olhei pra ele e ele disse:
Hmm, cê tá menstruada? Sabe o que você precisa, Flavio Mendoza?
2 comentários - Alguém te ensinando a foder! parte 1
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