Isso que aconteceu comigo é totalmente real, e aconteceu há uns anos num hotel da Av de Mayo.
Vou contar que tinha viajado pra capital por uns trâmites que tava fazendo e me hospedei num hotel da Av de Mayo, meio antigo, mas era barato. Cheguei à tarde, umas 19h, pra pegar o quarto, pedi um barato porque ia ficar duas noites, me deram um com banheiro compartilhado no segundo andar. O hotel tava bem vazio e quase não tinha movimento naquele andar, o banheiro ficava no meio de dois quartos que se ligavam por uma porta de cada uma na entrada do banheiro. Um quarto preparado pra família, parecia, o meu tinha duas caminhas e tava de boa.
Aqui começa a história: quando fui no banheiro pra mijar, olho tudo e vejo no chão, na frente do vaso, uma coisa que parecia um cuspe de uns 10 cm de diâmetro. Me abaixei pra olhar de perto e sim, era porra mesmo, e bastante, e tava bem fresca. Aí me deu a dúvida de quem seria que tinha feito uma punheta daquelas e derramado tudo no chão. Naquele dia saí pra jantar algo e voltei umas 23h pra dormir, mas aquilo ficou na minha cabeça.
No outro dia, ouvi barulho no quarto ao lado e vi que tava ocupado, mas fui fazer minhas coisas e andei o dia todo na rua. Voltei umas 20h pro hotel, queria tomar um banho porque tava calor. Quando vou no banheiro, tava ocupado com alguém se banhando e tive que esperar. De fora, perguntei se demorava muito e uma voz masculina respondeu que não, já tava terminando.
Foi minha vez depois que ele saiu e fechou a porta do quarto dele. Assim que terminei de me banhar, fiquei pensando como podia fazer pra puxar papo com aquele “vizinho tarado”. Coloquei uma sunga pequena que sempre levo quando viajo e um shorts curto e me animei a bater na porta dele. Ele abriu, uns 45 anos (eu tinha uns 22), não muito alto, mas de boa aparência. Pedi se ele não tinha um pouco de erva pra tomar um mate, porque não dava pra uma cuia, e ele disse que sim. Sobrou pouco, não enche o saco, vou descer e comprar. Aí ele falou: "Não, você vai descer agora? A gente pode dividir um mate, não acha?" Falei: "Beleza, vou buscar água e volto." Fui pro quarto dele e entrei. Ele tava só de cueca azul, marcando um belo volume, e no quarto tinha uma cama de casal. Sentei numa cadeira na frente de uma mesinha e comecei a preparar o mate enquanto a gente se apresentava. Ele se chamava Ricardo. Ele se deitou na cama e a gente começou a conversar sobre coisas bestas, tipo por que a gente tinha viajado e tal, enquanto dividia o mate. Eu, disfarçando, olhava pro volume dele, e ele percebeu, mas não comentou nada. Ele tinha uma loja de roupas na cidade dele e disse que vinha direto comprar. Tinha umas sacolas de roupa num canto, e no dia seguinte ele voltava pra cidade dele. Eu tinha que ficar mais um dia porque não tinha terminado meus negócios. Ele me contou que no dia anterior uma mina tinha atendido ele e deixou ele louco de tão gostosa que era. Falei: "Pois é, já percebi que você gozou no banheiro." Ele me olhou estranho e disse: "O borrão no chão era seu, então?" Ele começou a ficar vermelho e falou: "Caralho, esqueci de limpar, tava muito tesudo." Falei: "Relaxa, eu também bato uma e gozo, às vezes não tem outro jeito..."
Ele perguntou: "E você, curte o quê?" Falei: "Normal, sou bi, também curto pau." Já dava pra ver crescendo na cueca dele. Falei que não tenho vergonha de dizer que sou bi. Ele se tocou e disse: "Então esse aqui você vai gostar." Falei: "Quero ver já que você tá me oferecendo." Levantei e sentei na cama, toquei por cima da cueca e já tava durinho. Perguntei: "Tá carregada como ontem?" Ele respondeu: "Vamos ver." Puxei a cueca de lado e tirei pra fora. Não era muito comprido, mas era grosso, com dois ovos grandes. Fiquei tocando neles e falei: "Não é à toa que tinha tanta porra com esses ovos que você tem."
Já tava duríssimo, parecia um ferro. Comecei a bater uma pra ele, me deitei e comecei a chupar. Foi uma delícia. deliciosa, eu chupava as bolas dele e fui com a língua até o cuzinho, ele gemia igual um louco enquanto eu chupava, comecei a brincar com o dedo no furinho e parecia que ele tava gostando, comecei a enfiar o dedo pra acariciar a próstata dele e ele se revirava, 'você não pode ser tão sem vergonha' ele me dizia, parei de chupar e tirei o dedo do cu dele, quando saiu um fiozinho de porra escorreu e desceu pela cabecinha, passei a língua e provei, era gostoso, não era desagradável. Continuei comendo o pau dele e enfiando o dedo até que ele apertou com o anel e eu percebi que ele tava gozando, encheu minha boca com o que jorrou, tive que ir no banheiro cuspir fora, só saboreei o que tinha ficado depois de cuspir. Continua...
Vou contar que tinha viajado pra capital por uns trâmites que tava fazendo e me hospedei num hotel da Av de Mayo, meio antigo, mas era barato. Cheguei à tarde, umas 19h, pra pegar o quarto, pedi um barato porque ia ficar duas noites, me deram um com banheiro compartilhado no segundo andar. O hotel tava bem vazio e quase não tinha movimento naquele andar, o banheiro ficava no meio de dois quartos que se ligavam por uma porta de cada uma na entrada do banheiro. Um quarto preparado pra família, parecia, o meu tinha duas caminhas e tava de boa.
Aqui começa a história: quando fui no banheiro pra mijar, olho tudo e vejo no chão, na frente do vaso, uma coisa que parecia um cuspe de uns 10 cm de diâmetro. Me abaixei pra olhar de perto e sim, era porra mesmo, e bastante, e tava bem fresca. Aí me deu a dúvida de quem seria que tinha feito uma punheta daquelas e derramado tudo no chão. Naquele dia saí pra jantar algo e voltei umas 23h pra dormir, mas aquilo ficou na minha cabeça.
No outro dia, ouvi barulho no quarto ao lado e vi que tava ocupado, mas fui fazer minhas coisas e andei o dia todo na rua. Voltei umas 20h pro hotel, queria tomar um banho porque tava calor. Quando vou no banheiro, tava ocupado com alguém se banhando e tive que esperar. De fora, perguntei se demorava muito e uma voz masculina respondeu que não, já tava terminando.
Foi minha vez depois que ele saiu e fechou a porta do quarto dele. Assim que terminei de me banhar, fiquei pensando como podia fazer pra puxar papo com aquele “vizinho tarado”. Coloquei uma sunga pequena que sempre levo quando viajo e um shorts curto e me animei a bater na porta dele. Ele abriu, uns 45 anos (eu tinha uns 22), não muito alto, mas de boa aparência. Pedi se ele não tinha um pouco de erva pra tomar um mate, porque não dava pra uma cuia, e ele disse que sim. Sobrou pouco, não enche o saco, vou descer e comprar. Aí ele falou: "Não, você vai descer agora? A gente pode dividir um mate, não acha?" Falei: "Beleza, vou buscar água e volto." Fui pro quarto dele e entrei. Ele tava só de cueca azul, marcando um belo volume, e no quarto tinha uma cama de casal. Sentei numa cadeira na frente de uma mesinha e comecei a preparar o mate enquanto a gente se apresentava. Ele se chamava Ricardo. Ele se deitou na cama e a gente começou a conversar sobre coisas bestas, tipo por que a gente tinha viajado e tal, enquanto dividia o mate. Eu, disfarçando, olhava pro volume dele, e ele percebeu, mas não comentou nada. Ele tinha uma loja de roupas na cidade dele e disse que vinha direto comprar. Tinha umas sacolas de roupa num canto, e no dia seguinte ele voltava pra cidade dele. Eu tinha que ficar mais um dia porque não tinha terminado meus negócios. Ele me contou que no dia anterior uma mina tinha atendido ele e deixou ele louco de tão gostosa que era. Falei: "Pois é, já percebi que você gozou no banheiro." Ele me olhou estranho e disse: "O borrão no chão era seu, então?" Ele começou a ficar vermelho e falou: "Caralho, esqueci de limpar, tava muito tesudo." Falei: "Relaxa, eu também bato uma e gozo, às vezes não tem outro jeito..."
Ele perguntou: "E você, curte o quê?" Falei: "Normal, sou bi, também curto pau." Já dava pra ver crescendo na cueca dele. Falei que não tenho vergonha de dizer que sou bi. Ele se tocou e disse: "Então esse aqui você vai gostar." Falei: "Quero ver já que você tá me oferecendo." Levantei e sentei na cama, toquei por cima da cueca e já tava durinho. Perguntei: "Tá carregada como ontem?" Ele respondeu: "Vamos ver." Puxei a cueca de lado e tirei pra fora. Não era muito comprido, mas era grosso, com dois ovos grandes. Fiquei tocando neles e falei: "Não é à toa que tinha tanta porra com esses ovos que você tem."
Já tava duríssimo, parecia um ferro. Comecei a bater uma pra ele, me deitei e comecei a chupar. Foi uma delícia. deliciosa, eu chupava as bolas dele e fui com a língua até o cuzinho, ele gemia igual um louco enquanto eu chupava, comecei a brincar com o dedo no furinho e parecia que ele tava gostando, comecei a enfiar o dedo pra acariciar a próstata dele e ele se revirava, 'você não pode ser tão sem vergonha' ele me dizia, parei de chupar e tirei o dedo do cu dele, quando saiu um fiozinho de porra escorreu e desceu pela cabecinha, passei a língua e provei, era gostoso, não era desagradável. Continuei comendo o pau dele e enfiando o dedo até que ele apertou com o anel e eu percebi que ele tava gozando, encheu minha boca com o que jorrou, tive que ir no banheiro cuspir fora, só saboreei o que tinha ficado depois de cuspir. Continua...
2 comentários - Esto me paso en un hotel de Buenos Aires