A puta do meu marido

Olá, gente linda! Meu nome é Cláudia. Nessa quarentena, onde não posso sair nem fazer nada, aceitei o pedido do meu marido pra contar umas coisinhas que faço com ele ou sem ele. Outro dia, uma amiga me convidou pra um churrasco que o marido dela fez na casa deles. Fui, peguei um táxi e cheguei lá. Tinha três pessoas que eu conhecia; os outros caras eram novos pra mim, mas todos muito gente boa, todos de porte grande. Perguntei pra minha amiga qual era a desses caras, e ela disse que eram seguranças de uma pessoa muito importante da política. Tudo foi muito legal, e reparei várias vezes que dois deles olhavam pra mim com muita vontade. Um deles começou a conversar comigo, foi super educado e atencioso. No churrasco, foi tudo muito divertido, com várias bebidas, e não sei em que momento nem como, já tinha beijado e acariciado um deles. Lembro muito bem da excitação que senti quando a mão forte dele pegou no meu rabo. Umas duas e meia da madrugada, partimos pra um pub. Minha amiga e a prima dela foram num carro com os namorados, e eu fui na caminhonete de um dos caras. Éramos cinco: eu atrás com o grandão, nos beijando e nos acariciando; do meu lado, outro que também me olhava muito no churrasco; e os outros dois na frente. Andamos passeando por mais de meia hora, ouvindo música, e eu beijando o grandão, ficando louca de tesão quando ele passava a mão na minha entrepernas por cima da legging. Nesses momentos, eu, meio de lado, sentia que o outro cara encostava a perna dele no meu rabo, que escapava do banco. Chegamos no pub e ficamos lá umas duas horas. Matías, o grandão que tava comigo, pediu pra dar outra volta na caminhonete, e Oscar, o amigo dele, quis ir junto. Saímos nós três e fomos pro mar, num lugar conhecido como Vila Carinho. Lá estacionamos, e eu e Matías estávamos pegando fogo naquela escuridão, com a música meio alta. Sentei em cima do Matías, nos beijando, as mãos dele por baixo da minha blusa. Acariciava minhas costas, soltou meu sutiã e as mãos dele também foram por baixo da minha legging, acariciando e apertando minha bunda. Eu me apertava contra o corpo musculoso dele, sentindo na minha buceta como o volume dele estava duro e pressionava ali na minha caverninha por cima da roupa. A boca dele tomou conta de um dos meus pontos fracos: meu pescoço era beijado, e o cheiro de puta no cio flutuava dentro daquele veículo... Sentimos a porta da caminhonete e vimos o Oscar descer pra fumar. Nesse momento, o Matias me sentou do lado e abaixou minha legging completamente, e fiquei só de fio dental, molhada. Ele soltou e abaixou a calça dele com a cueca, e ficou no ar uma rola linda, não muito grande, mas grossa. Eu me ajoelhei no banco e procurei aquela rola pra chupar. Fiquei assim chupando aquela rola gostosa enquanto a mão dele fuçava na minha buceta molhada e inchada. De vez em quando, ele colocava o dedo na minha bunda, e isso me enlouquecia... Vários minutos assim. Me acomodei de novo em cima dele, puxando meu fio dental e colocando a rola dele na minha buceta, mas ele estava no meio do banco. Montei devagar até o fundo. Os dedos dele na minha bunda e a boca dele na minha boca, no meu pescoço, nos meus peitos. Minha blusa aberta. Ele estava me comendo gostoso, e o Oscar entrou. Quis me cobrir com a blusa, mas o Matias não deixou. "Fica tranquila, bebê, continua se mexendo que você me esquenta", ele disse, e eu beijei ele, esquecendo onde estava. Daí a pouco, as mãos do Oscar acariciavam minha bunda e minhas costas, e aí fiquei com mais raiva ainda... Em segundos, o Oscar ligou a caminhonete e saiu daquele lugar. Num instante, ele parou e falou pra descermos. O Matias abriu a porta e desceu do veículo. "Vem, mamãe, estamos em casa, ninguém vai te ver." Peguei minha legging, e o Matias me levantou no colo. Entramos numa casinha muito bonita e fomos direto pra uma cama grande. Ele me deixou lá, se despiu, e apareceu o Oscar pelado, com uma rola comprida e dura ao máximo. Ele se deitou do meu lado e lambeu meus peitos, e logo o Matias comeu minha buceta. Assim, ele me fez gozar intensamente. Depois, o Matias ficou de barriga pra cima na cama, eu montei e cavalguei com Ganhei enquanto o Oscar chupava minha buceta, enfiava a língua toda lá dentro e depois batia com o pau quente na entrada da minha buceta. Senti ele largar saliva ali e apoiar o pau, com cada esforço pra entrar vinha um tapa na minha bunda, até que ele entrou no meu cuzinho. Meus gemidos eram cada vez mais intensos e fortes... "Grita, neném, grita, fica tranquila que ninguém vai te ouvir"... E ele começou a me foder com força até encher minha buceta de porra. Começou a sair devagar da minha buceta e depois o Matu tirou o pau da minha xota, me deitou na cama e me fez chupar o pau dele até começar a me encher de porra, mais quantidade que o Oscar, na boca e no rosto... Fiquei ali um tempinho, esperando outra foda, mas sentimos que os outros chegaram em casa, então me vesti, mas sem a calcinha porque o Oscar me disse: "Essa eu vou guardar pra próxima vez que você vier aqui, só pra mim... vou tirar toda sua vontade." E me beijou com paixão... Dois dias depois, ele passou pra me buscar de manhã e a gente ficou transando até as duas da tarde... Beijos, meus homens.

2 comentários - A puta do meu marido

Me dejaste re caliente Clau. Exelente la narracion. Van puntos