Sou homem, 38 anos. Há vários anos, quando eu era criança, minha vida mudou de repente quando peguei minha mãe se esfregando com o dono da quitanda na minha própria casa. Como é que uma mãe recatada e dedicada vira uma puta no cio assim, por causa de um cara? Mudou tudo. Eu morava com meus pais e minha irmã, tinha 5 anos, minha irmã 6. Ela estudava de manhã, eu de tarde. Meu pai trabalhava como administrador numa empresa, a gente vivia bem. Minha mãe era dona de casa, dedicada, muito respeitosa, isso sim, acima de tudo recatada. Embora eu tenha que admitir que ela era muito gostosa e, mesmo usando roupas largas, sempre dava pra ver que tinha um corpo muito bom. A mudança aconteceu quando um cara rude, de corpo musculoso, peludo no peito, bastante mal-educado, veio morar no bairro. Muitas mulheres daqui se insinuavam pra ele, mas ele não dava bola. Infelizmente pra mim, quem o excitava e ele queria comer era minha mãe. Ele abriu uma quitanda perto da minha casa, e foi aí que minha mãe e eu, por causa da proximidade, começamos a comprar lá. Mas o dono do negócio começou a assediar minha mãe. Quando a gente ia na quitanda, ele devorava ela com os olhos, dizia: "Olha, tenho uma banana bem boa pra sua papaia" ou "Aqui tem um inhame muito gostoso, experimenta". Um dia ele foi mais direto: "Olha como você me deixa duro, gatinha. Vou falar sem rodeios, gostosa, quero te comer." E minha mãe disse: "Mas eu sou casada." E ele respondeu: "Isso me excita mais. Vamos lá, vamos transar." Com certeza ninguém nunca tinha falado assim com minha mãe, porque aquilo acendeu a safadeza dela. E o cara disse: "Não vou deixar você ir embora até você me dizer quando a gente vai trepar." Minha mãe e eu saímos de lá pra ir pra casa. Eu, criança, não entendia nada. Como era de manhã, minha irmã estava na escola e meu pai no trabalho, então estávamos sozinhos no quintal de casa. O que me surpreendeu foi que o cara da quitanda nos alcançou, entrou em casa e disse pra minha mãe: "Eu te falei que você não ia escapar de mim. Pequeno, minha mãe só se abaixou e ele pegou ela pela cintura, levou ela pra dentro de casa e esse cara me falou: "você fica aqui, garoto. Sua mãe e eu vamos ficar ocupados a manhã toda." Eles entraram, passaram vários minutos. Eu, por curiosidade, fiquei batendo na porta, mas ninguém abriu. Aí entrei pela janela, cheguei na sala e nada, depois no corredor nada, na cozinha nada, no banheiro nada. Cheguei no meu quarto e comecei a ouvir uns barulhos estranhos, uns rangidos. Espiei o quarto dos meus pais, que era de onde vinha o barulho, e foi ali que tudo mudou quando vi aquela cena sexual do caralho. Vi a roupa da minha mãe e do vizinho jogada no chão, e na cama ela nua, deitada de barriga pra cima, de pernas abertas, e ele fazendo sexo oral nela. Era impressionante ver como a língua dele, em círculo, chupava o clitóris dela com gosto. Minha mãe se contorcia de prazer, gemia gostoso pra caralho: ahhhhhh, mmmmhh, oooohhhh. Ela mordia a mão pra abafar o gemido de prazer. Depois de um tempo, o vizinho falou: "vamos fazer o 69". Ela ficou deitada do mesmo jeito e ele se acomodou por cima dela, e fizeram aquela posição majestosa. Ele continuava chupando com gosto a buceta da minha mãe, mas agora minha mãe também chupava o pau dele. A língua dela lambia o membro dele de um jeito libidinoso, e logo começou a chupar também as bolas dele. Ficaram assim por um tempo, até que ele disse: "já tô bem excitado, não aguento mais, vamos foder." O cara se levantou, deixou minha mãe na mesma posição e agora, de frente, por cima dela, começou a meter. Que gostoso era ver eles se revirando. Por estarem tão tarados, nem me viram. Me impactou ver como se beijavam, como os dois colocavam a língua pra fora e chupavam com gosto. Dava pra ouvir forte o barulho das bocas estralando nos beijões que trocavam. Eles rolavam na cama, o dono da quitanda começou a meter mais forte, acariciava as pernas dela, ao mesmo tempo chupava os peitos dela como um desesperado. Ela acariciava as costas dele. O mais gostoso era ver como eles gemiam: ahhhhh. mmmmmh ohhhhhhhh. Enquanto transavam, o cara falava pra ela, "gatinha, você senta gostoso pra caralho, minha mãe disse como eu tô ousando fazer isso, não tá certo, para por favor" ele riu, debochando, e disse "nem louco, a partir de hoje você e eu vamos passar as manhãs transando", ela só soltava "ahhhhhh nãooo por favooor mmmh para ahhhh o que vão pensar meu marido e meus filhos ahhhhhh chegaaa ahhhhhh" mas o amante respondeu "já para de pensar neles, agora você é só minha, esquece eles" e na hora começou a beijar ela de novo com muita paixão, ela aceitou, então com isso a dona de casa recatada se transformava numa mulher no cio que só ligava pra saciar a safadeza se rolando com o amante. Depois eu só ouvia ele falar "abre mais as pernas, gatinha, sente até o fundo" e minha mãe só gemia "ahhhhh" ele dizia "gatinha, tô te comendo" e minha mãe respondia "você gosta de me comer?" e ele respondia "mmmmhhh sim, gostosa pra caralho" de repente ouvi o dono da quitanda falar "ai, gatinha, que vontade que tava de te dar nas nádegas e agora quero te comer pelo cu, com certeza seu marido nunca te comeu assim" ela, gemendo, falou "sim, me come do jeito que você quiser ahhhhhh sou sua". Então agora ela se levantou, ficou de quatro na frente dele, e o intruso começou a chupar o cu da minha mãe; ela tinha umas nádegas deliciosas, minha mãe só gemia de sentir as chupadas no cu dela e depois de um tempo o homem começou a penetrar ela pelo cu, dava umas metidas fortes; nessa hora os dois já estavam banhados de suor enquanto ele penetrava, o dono da quitanda beijava as costas da minha mãe, acariciava os peitos dela, de novo os dois aproximaram as bocas, esticaram as línguas e chupavam uma da outra à vontade. Me chocou ver minha mãe, que era tão recatada, esquecer de tudo, da família, do filho, de tudo pra ficar se rolando com o vizinho, do jeito que fazia. Eu saí pro quintal, não aguentei mais, um tempo depois voltei pra dentro de casa e ouvi os gemidos dela mais fortes, minha mãe e o vizinho. continuavam transando no banheiro, ela estava encostada na parede, de pernas abertas, e o cara metia com força, enquanto chupava os peitos dela; os dois gemiam igual uns loucos, e a água não dava conta de apagar o tesão deles. O mais incrível é que, mesmo sendo a primeira vez que trepavam, já se entendiam muito bem. Até que, finalmente, minha mãe se ajoelhou e ele gozou na boca dela, soltou toda a porra que tinha, e ela engoliu tudo sem vergonha nenhuma. Depois, tomaram banho e descansaram daquela foda tão intensa. E a partir daí começou a história deles como amantes; eles transavam na minha casa e, uma vez, eu peguei eles trepando na quitanda dela.
2 comentários - O dono da loja de penhores estava comendo minha mãe