Relatos de uma escort... o amo, o escravo e a criada

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--------------------------------------------------------..A AMA, O ESCRAVO E A CRIADA. 


Um dia, minha amiga tava me contando sobre um serviço que ela prestava pra um cliente dela, um cara estudado, um advogado. 
E ela me contava do que se tratava... E ao ouvi-la, comecei a sentir muita curiosidade, já que quando ela fazia isso, seus gestos e expressões mudavam, o jeito dela contar me fazia imaginar toda aquela situação do meu jeito. 


Terminei surpresa!!, e ela me disse... um dia vou te convidar. (já que os clientes costumam pagar pra outra mulher ser espectadora de um momento desses). 
- aiii, eu quero ver!!! 
Acho que me excitava mais ver ela agindo daquele jeito do que ver o que ela faz com o cliente. 


Ele, aquele cliente é um escravo (sexual) dela, sua dona. 
Ela é perversa e severa, imponente, muito déspota, não tem piedade, sentimentos, nem remorsos. A mente dela é tortuosa e as ideias são impiedosas, a luxúria dela é maligna. 


Uma mulher de corpo muito, muito esbelto, os dedos dela são refinados, e a pele bem preta. É uma mulher de classe, de muito poder. 
O olhar dela é penetrante como encarar a escuridão do inferno. Os lábios dela são voluptuosos e a boca transborda de palavras obscenas, sem o menor pingo de sentimento ou pena. 


O jeito dela é pura elegância. Uma dama muito refinada, seus saltos agulha são tão altos e tão finos que poderiam atravessar as bolas do cliente como se fossem agulhas afiadas e pontiagudas. 


A pele escura dela cheira a perfume muito caro. 
E o cabelo dela é longo, abundante e escuro como a noite. 


Ela parece uma diaba gostosa. 


Dias antes, eu tinha ouvido ela falar com o escravo dela. E fiquei surpresa. O vocabulário era impressionante e muito frio e cortante!! 
Ela dá ordens e ele tem que obedecer. É tanto assim que a ama informou ao escravo dela que eu estaria lá, era uma ordem, e não uma consulta. Era um desafio pra ser pontual. E assim o escravo não poderia se recusar. 


O escravo e eu começamos a trocar mensagens, onde ele me contava o quão terrível era aquele serviço, mesmo assim ele gostava. Ele pagava por aquilo!! 
Ele ia me contando bem excitado as coisas que viveu, o que sentia, e assim as emoções dele de todo tipo. E eu dizia que queria ver. E ele já estava obrigado a pagar pra eu ver tudo. 


Eu falava com ele e ele ia ficando com tesão. Acabei mostrando fotos da minha buceta pelada, e o pau dele ficava duro. 


Desde aquele exato momento em que soube que eu seria só espectadora, sem ninguém me falar nada, já assumi o papel de empregada. 


Uma empregada submissa, mas muito ousada, desobediente e mentirosa. Ingênua e meio burra, ou atrapalhada. 
A criada tava com tesão no escravo, e fazia todo tipo de safadeza só pra provocar ele, pra fazer ele ficar com vontade enquanto tava sendo castigado, mas sempre com aquele cuidado pra não ser descoberta pelos olhos malvados da patroa. 
Era uma pussy déspota e avarenta, xingava pra conseguir o que queria, até que a patroa castigasse o escravo e mandasse ele fornicar com ela. Como castigo!! 


Contei pra minha dona que o escravo dela tava me falando umas ousadias, olhando minhas fotos pelada, lendo meus contos eróticos e que o pau dele tava duro. Tudo isso não era permitido pela dona dele, que ficou sabendo pela minha boca. Ela se enfureceu com ele e tomou medidas drásticas. 


A criada era mentirosa, vivia fazendo fofoca, provocava o escravo, um homem de sangue quente, mas terrivelmente submisso às humilhações da patroa. 
- vou contar pra sua dona que seu pau ficou duro!! 


O escravo já tava apavorado, queria saber qual castigo ia levar, mas eu só falei que conhecia um só, terrível pra caralho!! Mas que não ia contar pra ele. Com toda a maldade, eu curtia o medo dele e a tesão. 


Chega o momento em que o escravo chega, 5 minutos adiantado, isso deixou a sua dona furiosa. 
A criada se vestia como empregada, apesar de ser daquela época, a moça usava por baixo da roupa uma lingerie desta época, bem putinha, a calcinha dela era minúscula, e dos quadris pendiam laços bem fininhos que seguravam aquele triângulo pequenininho que tapava 
Suas partes inquietas. 
Descalça e com tranças bem caprichosas terminando em cachos nas pontas, franjas bagunçadas escondendo o olhar entre sarcástico e inocente. 
Os membros dela são todos finos e as curvas bem suaves, os peitos dela são durinhos, mas não tanto quanto os da patroa dela. 


A criada recebe a ordem de fazer o escravo entrar, sentia a buceta quente e alterada, os peitos com nervos sensuais, e seus delicados pés descalços estavam frios. 


Encurralada num canto, ela observa o escravo entrar, um moreno de olhos esverdeados, o rosto dele parecia tímido e a submissão era total. Já na entrada, ele vinha com medo nos olhos e de cabeça baixa. A dona se aproxima, esbelta, na frente dele; a roupa dela era justa e cheia de tesão. O cabelo preso num rabo de cavalo bem alto dava a ela um ar mais frio e arrogante, de um puta atrativo. 


As primeiras palavras dela foram desafios cheios de insultos humilhantes. 
- imbecil.. Entre tantas. Tira essa roupa!! 
Apontando para o chão, e sem parar de soltar um xingamento atrás do outro. O escravo dele fica completamente pelado. Parado e encurralado na entrada. Por pouco não o obriga a se despir do lado de fora. 


O rosto dela era de medo em meio a toda aquela nudez, a criada observava a masculinidade dele encolhida de frio e balançando no meio das duas pernas. 
Ele a vê se abaixar e andar de quatro como um animal, desde a entrada e passando na frente dela. 


A criada também recebe insultos e desafios por ficar olhando a bunda nua do escravo engatinhando até o quarto. Lá, ele leva chicotadas na raba. Terrível, mas terríveis chicotadas que aquela raba levou. 
Tanto que a empregada achou que a patroa tava possuída por um demônio sem piedade, e muito tarado. 
Parecia uma diabinha elegante e gostosa, cheia de maldade. 


Dava pra ouvir o barulho dos chicotes estralando e ecoando na pele daquela buceta gostosa. 
- E você, o que tá olhando!! (Pra empregada, que arregala os olhos e se assusta e fica muda!!) 
Anda, senta aí!! 


Lá vai a empregada descalça e se senta com as pernas fechadas, mas aos poucos vai abrindo elas de qualquer jeito, enquanto o escravo estava sendo algemado nos tornozelos (umas algemas envolviam os tornozelos dele e uma corrente cruzava de uma ponta à outra). 


Faz ele ficar de pé e o obriga a cumprimentar os amigos dele. - Dá um salve pros teus amigos! 
- que amigos? 
Os olhos da sua dona se encheram de espanto e raiva. - Ela o desafia dizendo que ele não tinha permissão pra falar. - Cumprimenta seus amigos!! 
O escravo ficou tão nervoso que tinha esquecido dos amigos. 


Dois ratinhos coloridos e ridiculamente gostosos. De olhos esbugalhados e bigodes, um tinha uma bunda de penas coloridas, o outro um cordão colorido. 
Os dois estavam deitados na cama, um bem juntinho do outro, do ladinho dos travesseiros, esperando por ele. 


Recebe o castigo por não saber onde estavam os amigos dela, mais chicotadas na bunda, bem fortes, e de vez em quando perguntando quantas chicotadas já tinha levado. 


Ele não podia errar. Ele tinha que ir contando todas as chicotadas que levava, uma por uma, conforme iam se acumulando. 


Por fim, vê que seus amigos ratinhos estavam na cama, e vai engatinhando até eles. 
Chicotada!! Plaff. Plafff. - Saúda eles!! 


El - OI!, a empregada se aproxima de quatro pra ver aquilo, bem de pertinho, vê o nariz do escravo colado nos ratinhos minúsculos, os olhos dele concentrados neles, e se fecham de repente ao ouvir de novo. Plaff!! A buceta da patroa estava colada na bunda dele. Se mexendo como se tivesse metendo nele. Uma vez e outra. 


O escravo tava passando tanta vergonha que nem queria olhar na cara da criada que tava esperando!!, o rosto dele tava vermelho, e a criada fofoqueira pega um dos ratos e mostra pra ele. - esse aqui você não cumprimentou!! 
Plafff!! Plafff!! 
Uma voz masculina tímida se ouve dizendo... - Oi!! Como você tá!! Pro outro. 


Uma corrente então passa pelo pescoço dele e se fecha, deixando uma longa corda de elos que o segura e vai puxando seu pescoço, fazendo ele se ajoelhar de novo no chão, e manda a criada esfregar o piso. 


A empregada traz um pano e, enquanto ele recebe muitos desafios, palavras bem pesadas, ela vai de quatro, rebolando a bunda e esfregando o chão sem parar. A buceta dela fica quase colada na cara do escravo. 
Assim ela engatinha como uma selvagem malcriada e esquenta a pica, passando toda hora e roçando no escravo. 


Gemendo cada vez que ele fazia bem perto da cara dele. 


A dona dela a provoca com insultos porque justamente a vê provocando o escravo dela. 
- e você que se faz de puta, provocante!! E mais mil palavras, ela se retrata timidamente dizendo que só estava limpando. 


Irritada, obriga ele a chupar a buceta da empregada, mandou ela ficar de quatro. 
Ele, todo acorrentado, engatinha atrás dela até chegar na bunda dela, e fica comendo ela de beijos por trás, não podia tocar!! 
Ela sente que sua boca estava beijando os lábios da buceta dela, sentia a temperatura da boca dela, muito quente e excitante, então diz pra sua dona. 


- ela tá chupando mal a minha buceta! 
Plafff, plafff. E um monte de palavras obscenas saem da boca da patroa gostosa. 
De novo.. E reclamando!; - ela faz mal!! Ela faz muito mal!! 
Os barulhos das pancadas ecoavam forte, a ponto de assustar a criada. 


Essa situação a enfurece ainda mais e ela manda a criada... 
- Vai pegar a chaleira e as xícaras pra gente tomar um chá!! 


Ela vai e volta muito rápido. Assustada e obediente. Bem na hora certa. Quando sentia excitação na bunda dela e na buceta. 


Traz a água quente e deixa tudo no chão. O escravo tava com as mãos tremendo de verdade enquanto tentava servir o chá, as costas dele serviam de mesa pra sua ama. Ela coloca um pratinho minúsculo e uma xícara pequenininha cheia de chá quente, que cabia naquele prato, em cima das costas do escravo, que tinha que servir mais uma xícara, sem deixar o chá da senhora derramar, pra criada atrevida que pediu pra sua ama tomar chá com ela. 


Antes de deixar ela tomar o chá, primeiro ele a provoca por ter a coragem de pedir uma parada dessas. 


Ela se senta no chão com as pernas bem abertas. E a calcinha minúscula partia a pussy dela ao meio, enfiada entre os l

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