Tinha chegado o fim do ano letivo e eu tinha voltado pra casa pro verão. Minha mãe, Anastasia, trabalha na cidade, então geralmente eu ficava com a casa só pra mim. Adorava correr pelado pela casa toda e passar o tempo batendo punheta enquanto via pornô no computador. Minha adolescência, antes de ir pra faculdade, lembro como uma época bem divertida. Cheia de punheta até eu começar a comer buceta, e até depois também.
Minha mãe tinha quarenta e dois anos. Era uma mulher gostosa. Eu comeria ela sem pensar duas vezes, mas nunca consegui um clima pra isso. E nunca tentei seduzir ela. Eu era o filhinho da família, e filho único. E sempre consegui o que queria, até certo ponto, claro. Não éramos ricos, mas minha mãe se virava bem pra nunca faltar nada depois que meu pai morreu, quando eu era bem pequeno.
Minha mãe tinha duas irmãs mais novas, uma era minha tia Eva. Que tinha casado e divorciado duas vezes, e do primeiro casamento nasceu minha prima Andrea. E minha tia Marta, que nunca tinha casado e era muito criticada na família por ser sapatão e por todas as mulheres com quem tinha se envolvido. Pra mim não era nada estranho, eu só queria que ela fosse feliz.
Naquele verão, minha tia Eva resolveu vir fazer uma visita. Eu gostava da minha tia Eva. Ela era o que chamavam de espírito livre. Sempre era divertido estar com ela. Era muito gostosa. Deve ser genética, porque todas as mulheres da minha família são um tesão. Até minha avó, com sessenta anos, fazia os caras mais novos da cidade ficarem de pau duro. Os peitos da minha tia Eva tinham o mesmo formato dos da minha mãe, grandes e no lugar. Cabelo castanho, comprido e ondulado. Umas curvas de matar e uma raba incrível.
Ela apareceu num fim de semana que minha mãe estava em casa, e passaram horas tagarelando como as mulheres da família sempre faziam, falando sobre Ao mesmo tempo, sem se escutarem, mas basicamente só curtindo a companhia uma da outra. Eu só conseguia sentar, escutar e sorrir pras mulheres mais gostosas da minha vida. Finalmente chegou a hora de eu ir pra cama. Sempre tomo um banho de noite antes de dormir. Odiava acordar e ter que tomar banho.
Mamãe e Eva continuavam conversando e tomando um pouco de vinho tinto até que foram dormir. Subi pro meu quarto, me despi, me enrolei numa toalha e fui pro banheiro do meu chuveiro. Minha mãe dormia lá embaixo, no quarto principal. Eva ia ficar no meu quarto, na cama do lado da minha, e dividiria o banheiro comigo. Isso não era problema.
Eu tava cantando debaixo d'água no chuveiro. Sempre faço isso. Deixa minha voz maneira. Não ouvi, mas senti uma brisa leve quando a porta se abriu.
— Não se preocupa, sobrinho. Sou eu. Preciso fazer xixi. Não olha! Não dava mais pra segurar.
Era a Eva! Porra, meu pau começou a ficar duro só de pensar nela abaixando a calcinha e sentando no vaso, com o mijo escorrendo da buceta dela. Eu trapaceei. Dei uma espiada. As pernas lindas dela se abriram enquanto ela se limpava a buceta com o papel. Ela tava olhando pra baixo e não me viu. Comecei a me tocar antes mesmo dela sair do banheiro.
Mas ela não saiu! Em vez disso, ela puxou a cortina, me viu segurando minha ereção, e sorriu igual uma duende safada.
— Seu pervertido! Vou contar pra sua mãe, tenho certeza que ela ia adorar saber disso.
E ela riu com aquele cacarejo que todas as mulheres da família tinham. Meu pau começou a murchar.
— Ah, se assustou? Vem cá, deixa eu te ajudar.
Ela estendeu a mão, pegou meu pau e começou a acariciar — pra ele ficar duro de novo. Eu tava perdido. — O que eu faço? — Deixar ela fazer. Eu não ia perder a chance de uma mulher gostosa me ajudar a gozar. Levou cerca de um minuto e eu já estava gozando na parede do chuveiro, vendo meu esperma ser levado pelo ralo, enquanto minha tia Eva continuava sorrindo com satisfação. Ela secou as mãos depois de lavá-las, me sorriu e saiu do quarto, provavelmente para ir para a cama.
Então minha tia tinha me dado uma punheta. Será que significava alguma coisa? Eu podia fantasiar sobre o que poderia acontecer depois disso. Fui dormir com outra ereção na mão, pensando na minha tia, mas ela estava nua na cama dela com as pernas abertas. Por alguns minutos, fiquei observando a buceta dela. Tive sonhos incríveis naquela noite.
Acordei com algo molhado e quente no meu pau. Gemi e ouvi uma risadinha. Olhei para baixo e Eva tinha os lábios vermelhos em volta do meu pau. Sabia que minha mãe tinha ido trabalhar. Era segunda-feira e eu sempre dormia até tarde. Agora que estava acordado, Eva começou a usar a saliva dela para se masturbar enquanto chupava a cabeça do meu pau. Então, começou a mordiscar e passar a língua em volta da minha glande, o tempo todo puxando minhas bolas com força e me fazendo gemer de tesão. Eu tinha gozado rápido na noite anterior no chuveiro.
Demorei muito mais tempo esta manhã.
Olhando mais de perto para minha tia, vi que ela estava nua com os peitos balançando e a buceta esfregando no meu joelho. Estava molhada e depilada. Dava para sentir o fluxo dela escorrendo pela minha perna toda. Ela estava chupando tão forte que pensei que ia começar a jorrar sangue.
Que boquete do caralho. Ela devia ter muita prática.
— Você está me fazendo gozar igual uma puta, sobrinho. Porra, esse pau é enorme. Sua mãe nunca me contou. — ela dizia enquanto sorria e tirava meu pau da boca — Ia cair bem um monte disso. Porra, faz tempo demais. Vou te usar, meu menino.
O tempo todo ela me acariciava como tinha feito na noite anterior no chuveiro, mas também me chupava. Senti que estava prestes a gozar, mas não avisei. E senti o orgasmo. Ela se afogou e depois lutou pra engolir cada gota de porra. Essa puta amava esperma! Continuei jorrando gozo na boca chupadora da minha tia, e ela engoliu tudo. Me lambeu e limpou. E sorrindo, me olhou e depois disse o que eu tinha que fazer.
—Tá bom, garoto. Agora é sua vez. Hora de comer um pouco da buceta da sua tia. Tá molhadinha e pronta pra sua língua. Mexe essa bunda e me deixa descansar nos travesseiros. Vai trabalhar, sobrinho, come minha buceta.
Adorei comer buceta. Comia a da minha namorada quase toda noite. Agora tava comendo uma buceta nova, molhada, e ainda por cima da minha tia. Escorria o melzinho dela, e os lábios estavam inchados. Amava as pernas dela. Tive que fazer amor com aquelas pernas. A buceta dela podia esperar.
Chupar os dedos dela e lamber os pés a fez rir e depois gemer. Minha pica tava dura e arrastava no lençol enquanto eu lambia cada perna, dando uma mordidinha aqui e ali. Tava trabalhando nas coxas dela quando ela se inclinou, me agarrou pelo cabelo com as duas mãos e apertou minha cara contra a buceta dela.
—Come minha buceta. Chupa o clitóris primeiro, mas mete a cara na buceta!
Fazendo como ela mandava, com prazer, lambi o clitóris pequeno dela e ela gemeu, mas ainda apertava minha cabeça contra a buceta e agora se esfregava na minha cara. Ela grunhia e gemia e gozou na minha boca. Eu chupava todos os sucos da buceta que ela me dava.
—Porra, garoto, você é bom em comer buceta.
Continuei chupando e enfiei minha língua o mais fundo que pude na buceta dela. Separei os lábios bem abertos com os dedos e lambi fundo e forte. Eu sabia o que ela queria. E ela conseguiu. Gozou de novo na minha boca.
—Sobrinho, para. Para agora. Não aguento mais. Foi bom, garoto, muito bom. Pra um jovem de vinte anos, você parece ter tido muita prática. A buceta da sua namorada tem sorte.
—Valeu, tia. Com uma buceta dessas, a gente tem que ser muito bom. Me adoraria te foder.
—Tudo a seu tempo, sobrinho. Tem paciência. Não podemos deixar sua mãe saber o que tá rolando. Temos que guardar nosso segredo, ok?
—Posso esperar. Posso esperar muito tempo pra foder sua buceta, tia.
Passamos o dia em caminhos separados. Eva estava de volta na cidade natal dela e tinha gente pra visitar. Meus avós moravam do outro lado da cidade. Ela passou o dia visitando o povo com eles. O vô e a vó costumavam vir nos fins de semana, mas o vô tava ficando senil e já não saíam muito. A gente gostava de visitá-los sempre que podia, mas era meio deprimente.
Fui pra piscina. E fiquei com tesão pensando na buceta quente da Eva. Precisava foder ela, se ela me deixasse. Enquanto isso, sentei perto da piscina. As minas que acabaram de fazer dezoito anos adoram exibir as tetas e as bundas firmes nos biquínis minúsculos. Não me importava. De jeito nenhum.
Mamãe e Eva estavam em casa quando voltei. Elas foram preparar o jantar. Minha tia sorriu pra mim e apertou uma teta quando minha mãe não tava olhando. Meu pau começou a endurecer. Corri escada acima dizendo que ia me trocar. Quando me controlei, desci e ajudei a pôr a mesa.
Comemos e elas conversaram do jeito de sempre. Depois do jantar, limpamos juntos e Eva tentava cruzar olhares comigo, sorrindo. Vimos um filme na sala. Mamãe sentou na cadeira dela. Eu sentei no sofá e Eva sentou do meu lado. Na sala, enquanto ela e mamãe conversavam sobre o filme, ela começou a tocar meu pau disfarçadamente por cima da calça. Eu tava quase gozando quando o filme acabou e as duas se levantaram pra fazer drinks.
Depois de duas bebidas, mamãe disse que tava cansada e queria ir pra cama cedo.
Quando mamãe tava indo pro quarto dela, Eva e eu começamos a nos beijar no sofá. Eu estava esfregando minha rola enquanto acariciava aqueles peitos que eu amava. Nossas línguas se encontravam e se entrelaçavam enquanto ela segurava minha cabeça e passava a mão no meu cabelo. Aí eu coloquei meus braços em volta dela e nos abraçamos enquanto beijava o pescoço e as orelhas dela, fazendo ela gemer de tesão.
– Ai, Deus, eu amo isso. Me beija mais, meu menino!
Continuamos nos beijando por mais uns quinze minutos. Mas o que eu precisava era enfiar minha rola em algum buraco da tia Eva. Parei, dei um beijinho no nariz dela e peguei ela no colo. As mulheres da minha família eram pequenininhas. Dava pra lidar com elas fácil.
Levei ela pro meu quarto. Minha mãe já tava dormindo. Coloquei a Eva devagar na minha cama. Eu queria que ela olhasse e desejasse meu corpo. Fui tirando a roupa devagar, feito um stripper. Ela riu e começou a tirar a blusa, a saia e o sutiã. Sem calcinha, claro. "Meio putinha, ela era", pensei comigo. Quando tirei a calça, ela viu que eu também não tava de cueca e deu uma gargalhada. Eu ri alto também, porque nós dois estávamos muito safados.
— Eva, você precisa de uma rola pra te foder. Quero te foder tanto… Olha como minha rola tá. Nunca esteve tão dura. Ela tá aqui pra você, tia.
— Por que você acha que eu tô aqui, sobrinho? Preciso de foda mais do que você. Vamos foder logo — ela disse com um sorrisinho safado.
Coloquei uma camisinha e pulei em cima dela. Ela envolveu as pernas na minha cintura e os braços nas minhas costas. Guiei minha rola até a buceta molhada dela. Aí eu penetrei, tirei e comecei a foder. Cada vez mais forte, rápido e fundo. Ela mordia meu pescoço e arranhava minhas costas. Tô nem aí, eu queria era foder a buceta dela.
Minha tia Eva era uma puta selvagem. Ela claramente tava adorando. Ela gemia e gritava. Eu penetrava ela igual um cavalo no cio. Apertava o pescoço dela enquanto minhas bolas batiam na bunda dela.
— Deus… sobrinho… como você me fode… vou gozar — Depois de me dizer isso, ela pegou meu pau com a mão e tirou a camisinha — continua me fodendo — e comecei a penetrar ela no pelo.
Rosnando igual um porco, eu metia nela e comecei a gozar dentro enquanto ela também gozava. Jatos de porra inundaram o interior dela. Eu continuava penetrando, mesmo com meu pau sensível, não conseguia parar, e seguia enfiando meu pau na buceta dela até que foi perdendo a firmeza. Meu pau escorregou para fora da buceta dela, e ela enfiou os dedos dentro da própria buceta, tirando-os molhados com o fluido dela e minha porra, e começou a chupá-los. Fez de novo, dessa vez tirando o máximo de porra possível e saboreou entre os lábios.
No dia seguinte, ela se despediu. Tinha que voltar para casa dela. A filha dela, minha prima Andrea, estaria de volta da viagem ao exterior. Na despedida, ela sorriu para mim escondido enquanto abraçava minha mãe. E eu percebi que minha tia Eva precisaria de uma nova visita.
Minha mãe tinha quarenta e dois anos. Era uma mulher gostosa. Eu comeria ela sem pensar duas vezes, mas nunca consegui um clima pra isso. E nunca tentei seduzir ela. Eu era o filhinho da família, e filho único. E sempre consegui o que queria, até certo ponto, claro. Não éramos ricos, mas minha mãe se virava bem pra nunca faltar nada depois que meu pai morreu, quando eu era bem pequeno.
Minha mãe tinha duas irmãs mais novas, uma era minha tia Eva. Que tinha casado e divorciado duas vezes, e do primeiro casamento nasceu minha prima Andrea. E minha tia Marta, que nunca tinha casado e era muito criticada na família por ser sapatão e por todas as mulheres com quem tinha se envolvido. Pra mim não era nada estranho, eu só queria que ela fosse feliz.
Naquele verão, minha tia Eva resolveu vir fazer uma visita. Eu gostava da minha tia Eva. Ela era o que chamavam de espírito livre. Sempre era divertido estar com ela. Era muito gostosa. Deve ser genética, porque todas as mulheres da minha família são um tesão. Até minha avó, com sessenta anos, fazia os caras mais novos da cidade ficarem de pau duro. Os peitos da minha tia Eva tinham o mesmo formato dos da minha mãe, grandes e no lugar. Cabelo castanho, comprido e ondulado. Umas curvas de matar e uma raba incrível.
Ela apareceu num fim de semana que minha mãe estava em casa, e passaram horas tagarelando como as mulheres da família sempre faziam, falando sobre Ao mesmo tempo, sem se escutarem, mas basicamente só curtindo a companhia uma da outra. Eu só conseguia sentar, escutar e sorrir pras mulheres mais gostosas da minha vida. Finalmente chegou a hora de eu ir pra cama. Sempre tomo um banho de noite antes de dormir. Odiava acordar e ter que tomar banho.
Mamãe e Eva continuavam conversando e tomando um pouco de vinho tinto até que foram dormir. Subi pro meu quarto, me despi, me enrolei numa toalha e fui pro banheiro do meu chuveiro. Minha mãe dormia lá embaixo, no quarto principal. Eva ia ficar no meu quarto, na cama do lado da minha, e dividiria o banheiro comigo. Isso não era problema.
Eu tava cantando debaixo d'água no chuveiro. Sempre faço isso. Deixa minha voz maneira. Não ouvi, mas senti uma brisa leve quando a porta se abriu.
— Não se preocupa, sobrinho. Sou eu. Preciso fazer xixi. Não olha! Não dava mais pra segurar.
Era a Eva! Porra, meu pau começou a ficar duro só de pensar nela abaixando a calcinha e sentando no vaso, com o mijo escorrendo da buceta dela. Eu trapaceei. Dei uma espiada. As pernas lindas dela se abriram enquanto ela se limpava a buceta com o papel. Ela tava olhando pra baixo e não me viu. Comecei a me tocar antes mesmo dela sair do banheiro.
Mas ela não saiu! Em vez disso, ela puxou a cortina, me viu segurando minha ereção, e sorriu igual uma duende safada.
— Seu pervertido! Vou contar pra sua mãe, tenho certeza que ela ia adorar saber disso.
E ela riu com aquele cacarejo que todas as mulheres da família tinham. Meu pau começou a murchar.
— Ah, se assustou? Vem cá, deixa eu te ajudar.
Ela estendeu a mão, pegou meu pau e começou a acariciar — pra ele ficar duro de novo. Eu tava perdido. — O que eu faço? — Deixar ela fazer. Eu não ia perder a chance de uma mulher gostosa me ajudar a gozar. Levou cerca de um minuto e eu já estava gozando na parede do chuveiro, vendo meu esperma ser levado pelo ralo, enquanto minha tia Eva continuava sorrindo com satisfação. Ela secou as mãos depois de lavá-las, me sorriu e saiu do quarto, provavelmente para ir para a cama.
Então minha tia tinha me dado uma punheta. Será que significava alguma coisa? Eu podia fantasiar sobre o que poderia acontecer depois disso. Fui dormir com outra ereção na mão, pensando na minha tia, mas ela estava nua na cama dela com as pernas abertas. Por alguns minutos, fiquei observando a buceta dela. Tive sonhos incríveis naquela noite.
Acordei com algo molhado e quente no meu pau. Gemi e ouvi uma risadinha. Olhei para baixo e Eva tinha os lábios vermelhos em volta do meu pau. Sabia que minha mãe tinha ido trabalhar. Era segunda-feira e eu sempre dormia até tarde. Agora que estava acordado, Eva começou a usar a saliva dela para se masturbar enquanto chupava a cabeça do meu pau. Então, começou a mordiscar e passar a língua em volta da minha glande, o tempo todo puxando minhas bolas com força e me fazendo gemer de tesão. Eu tinha gozado rápido na noite anterior no chuveiro.
Demorei muito mais tempo esta manhã.
Olhando mais de perto para minha tia, vi que ela estava nua com os peitos balançando e a buceta esfregando no meu joelho. Estava molhada e depilada. Dava para sentir o fluxo dela escorrendo pela minha perna toda. Ela estava chupando tão forte que pensei que ia começar a jorrar sangue.
Que boquete do caralho. Ela devia ter muita prática.
— Você está me fazendo gozar igual uma puta, sobrinho. Porra, esse pau é enorme. Sua mãe nunca me contou. — ela dizia enquanto sorria e tirava meu pau da boca — Ia cair bem um monte disso. Porra, faz tempo demais. Vou te usar, meu menino.
O tempo todo ela me acariciava como tinha feito na noite anterior no chuveiro, mas também me chupava. Senti que estava prestes a gozar, mas não avisei. E senti o orgasmo. Ela se afogou e depois lutou pra engolir cada gota de porra. Essa puta amava esperma! Continuei jorrando gozo na boca chupadora da minha tia, e ela engoliu tudo. Me lambeu e limpou. E sorrindo, me olhou e depois disse o que eu tinha que fazer.
—Tá bom, garoto. Agora é sua vez. Hora de comer um pouco da buceta da sua tia. Tá molhadinha e pronta pra sua língua. Mexe essa bunda e me deixa descansar nos travesseiros. Vai trabalhar, sobrinho, come minha buceta.
Adorei comer buceta. Comia a da minha namorada quase toda noite. Agora tava comendo uma buceta nova, molhada, e ainda por cima da minha tia. Escorria o melzinho dela, e os lábios estavam inchados. Amava as pernas dela. Tive que fazer amor com aquelas pernas. A buceta dela podia esperar.
Chupar os dedos dela e lamber os pés a fez rir e depois gemer. Minha pica tava dura e arrastava no lençol enquanto eu lambia cada perna, dando uma mordidinha aqui e ali. Tava trabalhando nas coxas dela quando ela se inclinou, me agarrou pelo cabelo com as duas mãos e apertou minha cara contra a buceta dela.
—Come minha buceta. Chupa o clitóris primeiro, mas mete a cara na buceta!
Fazendo como ela mandava, com prazer, lambi o clitóris pequeno dela e ela gemeu, mas ainda apertava minha cabeça contra a buceta e agora se esfregava na minha cara. Ela grunhia e gemia e gozou na minha boca. Eu chupava todos os sucos da buceta que ela me dava.
—Porra, garoto, você é bom em comer buceta.
Continuei chupando e enfiei minha língua o mais fundo que pude na buceta dela. Separei os lábios bem abertos com os dedos e lambi fundo e forte. Eu sabia o que ela queria. E ela conseguiu. Gozou de novo na minha boca.
—Sobrinho, para. Para agora. Não aguento mais. Foi bom, garoto, muito bom. Pra um jovem de vinte anos, você parece ter tido muita prática. A buceta da sua namorada tem sorte.
—Valeu, tia. Com uma buceta dessas, a gente tem que ser muito bom. Me adoraria te foder.
—Tudo a seu tempo, sobrinho. Tem paciência. Não podemos deixar sua mãe saber o que tá rolando. Temos que guardar nosso segredo, ok?
—Posso esperar. Posso esperar muito tempo pra foder sua buceta, tia.
Passamos o dia em caminhos separados. Eva estava de volta na cidade natal dela e tinha gente pra visitar. Meus avós moravam do outro lado da cidade. Ela passou o dia visitando o povo com eles. O vô e a vó costumavam vir nos fins de semana, mas o vô tava ficando senil e já não saíam muito. A gente gostava de visitá-los sempre que podia, mas era meio deprimente.
Fui pra piscina. E fiquei com tesão pensando na buceta quente da Eva. Precisava foder ela, se ela me deixasse. Enquanto isso, sentei perto da piscina. As minas que acabaram de fazer dezoito anos adoram exibir as tetas e as bundas firmes nos biquínis minúsculos. Não me importava. De jeito nenhum.
Mamãe e Eva estavam em casa quando voltei. Elas foram preparar o jantar. Minha tia sorriu pra mim e apertou uma teta quando minha mãe não tava olhando. Meu pau começou a endurecer. Corri escada acima dizendo que ia me trocar. Quando me controlei, desci e ajudei a pôr a mesa.
Comemos e elas conversaram do jeito de sempre. Depois do jantar, limpamos juntos e Eva tentava cruzar olhares comigo, sorrindo. Vimos um filme na sala. Mamãe sentou na cadeira dela. Eu sentei no sofá e Eva sentou do meu lado. Na sala, enquanto ela e mamãe conversavam sobre o filme, ela começou a tocar meu pau disfarçadamente por cima da calça. Eu tava quase gozando quando o filme acabou e as duas se levantaram pra fazer drinks.
Depois de duas bebidas, mamãe disse que tava cansada e queria ir pra cama cedo.
Quando mamãe tava indo pro quarto dela, Eva e eu começamos a nos beijar no sofá. Eu estava esfregando minha rola enquanto acariciava aqueles peitos que eu amava. Nossas línguas se encontravam e se entrelaçavam enquanto ela segurava minha cabeça e passava a mão no meu cabelo. Aí eu coloquei meus braços em volta dela e nos abraçamos enquanto beijava o pescoço e as orelhas dela, fazendo ela gemer de tesão.
– Ai, Deus, eu amo isso. Me beija mais, meu menino!
Continuamos nos beijando por mais uns quinze minutos. Mas o que eu precisava era enfiar minha rola em algum buraco da tia Eva. Parei, dei um beijinho no nariz dela e peguei ela no colo. As mulheres da minha família eram pequenininhas. Dava pra lidar com elas fácil.
Levei ela pro meu quarto. Minha mãe já tava dormindo. Coloquei a Eva devagar na minha cama. Eu queria que ela olhasse e desejasse meu corpo. Fui tirando a roupa devagar, feito um stripper. Ela riu e começou a tirar a blusa, a saia e o sutiã. Sem calcinha, claro. "Meio putinha, ela era", pensei comigo. Quando tirei a calça, ela viu que eu também não tava de cueca e deu uma gargalhada. Eu ri alto também, porque nós dois estávamos muito safados.
— Eva, você precisa de uma rola pra te foder. Quero te foder tanto… Olha como minha rola tá. Nunca esteve tão dura. Ela tá aqui pra você, tia.
— Por que você acha que eu tô aqui, sobrinho? Preciso de foda mais do que você. Vamos foder logo — ela disse com um sorrisinho safado.
Coloquei uma camisinha e pulei em cima dela. Ela envolveu as pernas na minha cintura e os braços nas minhas costas. Guiei minha rola até a buceta molhada dela. Aí eu penetrei, tirei e comecei a foder. Cada vez mais forte, rápido e fundo. Ela mordia meu pescoço e arranhava minhas costas. Tô nem aí, eu queria era foder a buceta dela.
Minha tia Eva era uma puta selvagem. Ela claramente tava adorando. Ela gemia e gritava. Eu penetrava ela igual um cavalo no cio. Apertava o pescoço dela enquanto minhas bolas batiam na bunda dela.
— Deus… sobrinho… como você me fode… vou gozar — Depois de me dizer isso, ela pegou meu pau com a mão e tirou a camisinha — continua me fodendo — e comecei a penetrar ela no pelo.
Rosnando igual um porco, eu metia nela e comecei a gozar dentro enquanto ela também gozava. Jatos de porra inundaram o interior dela. Eu continuava penetrando, mesmo com meu pau sensível, não conseguia parar, e seguia enfiando meu pau na buceta dela até que foi perdendo a firmeza. Meu pau escorregou para fora da buceta dela, e ela enfiou os dedos dentro da própria buceta, tirando-os molhados com o fluido dela e minha porra, e começou a chupá-los. Fez de novo, dessa vez tirando o máximo de porra possível e saboreou entre os lábios.
No dia seguinte, ela se despediu. Tinha que voltar para casa dela. A filha dela, minha prima Andrea, estaria de volta da viagem ao exterior. Na despedida, ela sorriu para mim escondido enquanto abraçava minha mãe. E eu percebi que minha tia Eva precisaria de uma nova visita.
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