Mi primer medida de Coronavirus

Olá, minhas GOSTOSAS E GOSTOSOS do P! Como vocês estão? Como estão passando nessa quarentena? Imagino! E pior pra quem tá sozinho em casa!
Pra não deixar vocês entediados e dar uma excitada nisso... vou contar o que fiz quando o Presidente decretou a quarentena. Eu não vi na hora, mas vi na manhã seguinte, sexta-feira:
Isso aconteceu na quinta, umas 22:30...

Eu sabia que algo ruim vinha por causa do Coronavirus e o dia inteiro me preparei. Comprei maconha, meus pais ficaram na casa deles e minha mãe queria dormir com o netinho na cama dela. Já era noite e eu tava sozinha em casa, bolei um e, como sempre, me deu aquela vontade inexplicável de ter um pedaço de carne na minha boca. Cada vez que pensava nisso, mais ansiosa ficava. Lembrei que na bolsa eu guardei o cartão de uma nova remisaria que conheci 4 dias atrás, peguei o celular e salvei o número. Enquanto fumava aquilo, liguei pra remisaria, me atenderam na hora, entre tragadas profundas pedi um remis, dando meu endereço de casa. Perguntaram pra onde eu ia... pra não falar nada suspeito, disse que ia "Trabalhar" num Hospital! E falaram que em 15/20 minutos estaria chegando... GENIAL! Deu tempo de fumar mais uns tragos e trocar de roupa...Mi primer medida de CoronavirusAssim, TÃO DECOTADA... eu iria pra um hospital?
Já pronta, esperava na frente de casa o carro de aplicativo chegar, enquanto guardava o baseado na caixinha de cigarro junto com outro pra fumar depois, acendi um comum. Depois de 5 minutos, o carro chegou... ele nem buzinou, mas deu uma olhada no meu corpo que não tirou os olhos de cima de mim até eu entrar no carro. Entrei do lado direito, falei que a gente ia até a rotatória da Firestone! É tipo menos de 40 minutos de viagem pela ruta 3 da minha casa até lá. O motorista começou a viagem, eu olhava pra todo lado de propósito pra ver o espelhinho do para-brisa, pra ver se ele tava me olhando. Abri a janela e pedi pro motorista se podia acender um cigarro:
— Pode sim, gatinha... como não ia poder? Acende aí e relaxa! — disse o motorista.
Por dentro, enquanto fumava aquele cigarro e já mais ou menos na metade do caminho, não sabia se puxava papo ou falava logo o que queria fazer. Aliás, o motorista parecia ter uns 40/41 anos, magro, de bom físico. Até que decidi e comecei a conversar, a gente bateu um papo por um bom tempo. Eu tava meio nervosa, e ele também, até que ele solta sem perguntar:
— Você não é enfermeira, né!
Enquanto me olhava pelo espelhinho e eu olhava de volta. Não sabia o que fazer, mas pedi um puta favor... se ele deixava eu fumar maconha dentro do carro. E pela resposta dele, ele já tinha sacado. Então ele deixou eu fumar aquele baseado que eu tinha. Fumei e, na quarta tragada mais ou menos, me aproximei do motorista e falei:
— "Sei que você me olhou várias vezes e não tirou os olhos do meu decote. Aposto que deve estar com o pau bem durinho... mmm e eu com muita vontade de chupar ele todinho, papai. Deixa eu chupar seu pau, bebê?" — Enquanto falava isso, minha mão direita acariciava a perna direita dele, enquanto a esquerda segurava o baseado, e sussurrei no ouvido dele:
— "Tô com uma vontade imensa de ter seu pau na minha boquinha, papai, e de você foder minha boca sem medo, mas bem forte, me puxando pelo cabelo, feito um chefe!" — entre uma tragada e outra, falei. - "Para de dar volta e para o carro logo, papi... chupa minha boca!" Na hora ele deu a seta e a gente virou, e depois de três quadras e mais uma curva, estacionou entre dois carros debaixo de uma árvore sem ninguém passando. Desligou o motor, saiu e sentou atrás comigo. Assim que fechou a porta, me pegou pelo cabelo e com a outra mão segurou uma das minhas tetas e disse: "Então, fumadinha, você é mais head master?" Eu me joguei no chão e me inclinei pro volume dele, e entre os dois a gente destampou aquela rola meio dura. Ele não deixou eu ver, me puxou pelo cabelo e meteu de uma vez na minha boca, senti como ela estava molinha e macia, até que percebi ela ficar toda dura dentro da minha boca. Agarrada pelo cabelo e pela nuca com a mão dele, ele me fez engolir a rola inteira, com movimentos suaves mas profundos, me deixando desconfortável na posição e falava: "É assim que você quer ficar, filha da puta?" Eu mexia meu corpo pra um lado e pro outro pra me ajeitar. Só minha mão direita estava apoiada no chão enquanto a outra segurava o jeans dele. E eu engolia a rola dele, mostrava como meus lábios amam deslizar suavemente por todo o tronco, saboreando cada pedaço daquela porra toda. Me senti desconfortável e tirei a rola da boca e falei:
- "Tira a calça, papi! E me come do jeito que você sabe!" Ele se levantou como pôde e tirou a calça jeans junto com a cueca! Enquanto eu via ele fazer aquilo e olhava a rola dele toda livre, meio babada, soltei sem querer:
- "Mmm... puta que pariu, essa rola é grossa e linda! Vem pra fora..." (enquanto saía do carro, me ajoelhei na frente dele com a porta de trás aberta)... ele se aproximou da porta e, com as pernas abertas e eu ajoelhada na frente dele, continuei chupando a rola dele. Sentia a rua em silêncio e a gente estava a metros da avenida, só se ouvia passar um ou outro carro ou hottie, sei lá. A rola dele estava tão babada que minha boca escorria saliva pelos ovos dele. Via o motorista do remise me olhando todo satisfeito enquanto eu chupava, e falei com a rola na boca e a voz bem de puta:
- "Me... Você imaginou assim em algum momento?". Enquanto eu continuava chupando devagarzinho, ele me dizia que não, só ficava olhando minhas tetas toda hora e tentando entender se eu era mesmo enfermeira! Aquela pica tava tão babada que era fácil demais engolir ela inteira... depois de tantas fodas rápidas e gostosas com o gemido e os pedidos dele de fundo. Olhei pra ele, tirei a pica da boca e falei:
-"vem aqui, papai... (enquanto me arrastava uns centímetros pro lado, ainda de joelhos, apoiando a mão no porta-malas do carro)... encosta aqui!".
Ele se levantou, eu olhei pra ele, ele fechou a porta de qualquer jeito e se apoiou no porta-malas do carro. Enfiei a pica dele na boca e, de joelhos, chupei sem parar, olhando pra ele e falando "vai gozar pra mim, pussy?" Chupei a cabecinha dele devagar com meus lábios esperando uma resposta, e ele disse que queria foder minhas tetas. Soltei a pica dele e ele me ajudou a tirar as tetas pra fora do decote, e segurando minhas tetas, com minhas mãos nas mãos dele, olhando pra ele, ele colocou a pica entre minhas tetas!:
-"ufff... mamãe!" Ele falou, o motorista.
-"mmm, pussy lindo... (enquanto olhava pra ele e mordia os lábios)... que gostoso que você fode! Adoro a porra da pica que fode minhas tetas... quantos anos você tem, papai? Mmm?"
-"quarenta e sete, mamãe!". Naquele momento, com a pica dele entre minhas tetas me fodendo de joelhos no asfalto na frente dele, e depois do boquete, nem liguei pra diferença de idade ou se ele é mais velho que eu, só me importava ter a boca fodida, e aproveitar o momento e fazer ele voar igual eu tava aproveitando aquele êxtase. Olhava pra carinha desse papai madurão!.
Ele tava muito excitado por mim, não soltava minhas tetas e tava fodendo elas como se fosse a última vez da vida dele foder umas tetas:
-"tira meu leite, sua putinha..." falou o motorista de 47 anos.
-"mmm, sim, pussy lindo". falei, e reta, saiu de entre minhas tetas fodidas pra minha boca pra continuar chupando contra o porta-malas do carro dele. Ele enfiava até o fundo, e cada vez que meu nariz batia na pélvis dele, Eu dava uns boquetes fundos que só se ouvia meus "glá-glá-glá..." de entradas bruscas de saliva dentro da minha garganta e os gemidos de prazer dele, cada vez que eu deslizava meus lábios devagar pelo tronco dele, desde a base até a ponta da pica. Olhava na cara dele e via os olhinhos dele revirando, ficando branco! Fiz isso umas 4 a 6 vezes, daquele jeito de chupar a pica dele. Depois, peguei a pica dele com mais força e sem parar, deixando minhas mãos no joelho dele e a mão dele na minha nuca acompanhando meus movimentos... Depois de um bom tempo mamando a pica dele sem parar, ele não aguentou e gozou, dando tudo dele na minha boca sem eu tirar a pica de lá, olhando pra carinha dele de lado, satisfeito e todo ofegante.

Mas não foi só isso. Apressados os dois, ele entrou rápido no carro no banco de trás. Eu ajeitei os peitos dentro do sutiã e arrumei o decote, fui pra frente. E ele, enquanto arrumava a calça jeans, desceu e subiu na frente comigo. Arrancamos e ficamos conversando sobre tudo que rolou lá atrás. Ele tirou do bolso um maço de cigarros, me ofereceu um e acendeu pra mim, entre a viagem e a conversa. Eu tava com a mão esquerda na perna dele, acariciando, ele falava dos meus peitos e eu disse minha idade. Ele se surpreendeu porque eu aparentava ser mais velha. Do meu maço, tirei outro baseado que tinha guardado e dividimos um monte de tragos com o motorista coroa... A conversa ficava mais quente e minha mão mais brincalhona, entre tragos, amassos e apertões fortes na pica dele, não resisti e chupei ele de novo... Ele não quis mais dirigir, teve que ligar as luzes laterais do carro e parar no acostamento. Aquelas florzinhas me bateram forte e minha boca percorria toda a pica dele com muito tesão, entre lambidas e muito deslizar dos meus lábios por todo o tronco, deixando minha baba. A pica dele ficava durinha, a cada instante endurecia de novo, e ele me pegava pelo cabelo, pela nuca, fazia eu engolir ela inteira e deixava jorros de baba que eu via escorrer até o banco. Tão brusca que era a foda que eu dava pra ele que deixei tanta baba que dava pra foder de mil jeitos, fazendo ele gemer e repetir no meu ouvido como era lindo sentir o pau dele fodido pela minha boca! Ele se esticou pra trás, me levando pro meu banco, porque não dava pra ficar ali no carro dele à beira da estrada... enquanto viajávamos, eu olhava pra ele e ele olhava pra mim, entre a estrada e meus peitos. Ele colocou a mão direita nos meus peitos pra apertar, e eu massageava o pau dele que saía da braguilha da calça, com as bolas de fora. O motorista desviou do caminho, procurou umas ruas e, onde conseguiu enfiar o carro, me disse:
— "Vem, mamãe... do outro lado do carro." Eu desci e ele abriu a porta dele, pensei que tava brincando, achando que eu ia dirigir. Mas nada a ver! Me ajoelhei pra fazer outro boquete, mas assim ajoelhada como tava, ele me encostou na chapa do lado esquerdo do carro, onde fica o motor, e, com o carro andando, me virou de costas pro motor. O motorista na minha frente colocou o pau dele entre meus peitos e começou a fodê-los... ali na rua, contra o carro dele ligado e com as luzes acesas...
— "Mmmmm... buceta! Aiii, que lindo que você é, bebê... mmmm... que gostoso..." (com minhas mãos apertando o pau dele entre meus peitos, olhando pra ele, e ele segurando a camiseta enquanto se mexia fodendo meus peitos).
— "Você gosta, papai? Mmmm... (eu mordia os lábios como toda boa puta)... aiii sim... que foda de peitos gostosa que você me dá, lindo! ...aiii, que porra linda que você tem, gostoso!"
Não sei o que motivou uma foda de peitos tão boa que ele tava me dando, mas eu me sentia uma puta de peitões que merecia uma foda de peitos daquelas entre o motorista e mais um! Olhei pra vários lados, mas não passava ninguém, o pau dele não saía de entre meus peitos. Ele me obrigava a chupar a cabecinha toda vez que chegava na minha boca, eu olhava pra ele enquanto entrava e saía sozinha da minha boca, ele me agarrava um dos peitos com vontade e me dava a foda mais forte:
— "Aiii, que puta de peitões que eu sou... bebê! ...era assim que você queria me ter, lindo? ai, buceta... que lindo você é, bebê... sim... são suas, meu amor... mmmm... todas suas! ...mmmm...".

O motorista, depois de um bom tempo me dando amor entre meus peitos bem fodidos, me pegou pela nuca e enfiou o pau na minha boca, meteu tudo de uma vez. Me joguei no chão, entregando toda minha boca e chupando ele por um tempo, tentava olhar pra ele com o pau na boca, mas ele só mexia minha cabeça, me segurando pelos cabelos com as duas mãos pra foder minha boca. Eu massageava meus peitos com as mãos, enquanto o pau dele fodiam minha boca com movimentos dignos de um pai que fode a boca da sua putinha como ela merece... fundo e devagar. Me deixando engolir ele todo e tirar ele cheio de baba, deixando eu percorrer meus lábios por todo aquele tronco de carne bem babado e escorrendo sobre meus peitos. Eu via como aquele coroa aproveitava, minha boca fodida por ele. Ele entrava e saía todo babado. Ele soltou meu cabelo e eu continuei chupando ele por um tempo. Me ajeitei e tirei ele da boca pra apontar pra ele encostado no carro. Ele se encostou no carro, eu de joelhos como uma boa puta.

8 comentários - Mi primer medida de Coronavirus

hermosa historia morocha me hiciste delirar con solo ver esos labios que tenés y como disfrutas chuoanco pija h encima de eso tenés hermosas tetas y perfectas para una buena turca
Buen relato, pero el Remisero nunca amago a cogerte la cola o la concha.
Despues de semejante tragada de pija y cojida de tetas... me dejo toda su leche q no se le paro despues. Pero si nos intercambiamos los numeros de wsp xq esa pija se merece mi colita!
@LaCerdita115 bueno pásame el tuyo x chat
hablame al chat tengo flores y keta
Hola Hermosa soy personal de la salud tengo libre tránsito si querés puedo ser tu suggar
Me encantaría verte , pásame tu wpp , soy del oeste
Que ganas de ser remisero... pero como no soy y estamos en cuarentena m coformé con clavarne terrible paja en tu honor.. 🤤