Depósito na Frente de Casa (2ª Parte)

Depois de ter minha primeira experiência sexual com o zelador do depósito que ficava em frente de casa, comecei a visitar ele todo domingo. As mulheres que iam vê-lo pararam de ir, porque eu tinha ocupado aquele lugar.
Além do sexo, que era incrível, eu sentia que tinha me apaixonado pelo Juan, e até ficava com ciúme quando ele falava da mulher ou dos filhos dele, claro que com o tempo eu entenderia que era só uma putaria de adolescente.
Minha primeira experiência, meu primeiro homem, era lógico que eu me sentisse assim.
Naquela época, já tinha começado a ter bastante fluxo vaginal, então tava esperando minha primeira menstruação chegar a qualquer momento.
Já tinha me informado na hora certa com minha ginecologista, pra quem tive que contar que tava transando, supostamente com um namoradinho, pra ela poder me dar uns conselhos. Entre umas dicas que ela me deu, uma foi que não recomendava eu transar quando tivesse menstruada.
E aí, o que vocês acham? Pois é, num domingo, justo num domingo, acordei com um puta borrão no lençol.
Coloquei um absorvente íntimo que já tinha comprado antes e, no horário de sempre, fui até o depósito.
—Hoje não dá pra foder porque tô menstruada — avisei assim que entrei — Mas posso chupar sua pica o quanto você quiser...
Eu já tava alucinando com a possibilidade de engolir o leite dela, algo que até então não tinha conseguido aproveitar.
João sorriu enigmático e, pegando na minha mão, me levou até o escritório, onde, como todo domingo, já estava preparado nosso improvisado leito de amor.
-Então você tá com o Andrés- ela me fala enquanto fica pelada.
—André? Que André? —perguntei surpresa, já que não conhecia nenhum André.
—O que vem uma vez por mês — ele concorda e, terminando de se despir, se joga pelado na cama.
—E aí, não queria chupar minha buceta? — me apressa.
Fiquei olhando para ele, me deliciando com o corpo dele, com a virilidade já crescendo, com aquela masculinidade que já tinha me feito sua e que eu poderia aproveitar de todas as formas possíveis, mesmo que não pudéssemos transar.
Me deito ao lado dele, pego no pau dele e beijo ele na boca, enquanto movo a mão do jeito que ele mesmo me ensinou. Adorava senti-lo assim, duro, ereto, pulsando. Molhado à medida que a punheta ficava mais intensa.
Quando já tá no limite, eu me agacho e começo a passar a língua, pra cima e pra baixo, pelos lados. Quando chego no topo, abro a boca e deixo ele escorregar pelo meu céu da boca. O gosto dele me preenche por completo.
Com uma mão aperto os ovos dele e chupo o pau com aquele entusiasmo que nunca deixei de lado quando tô numa situação dessas. Tanto ontem quanto hoje, quando tenho que chupar uma rola, chupo com vontade. Porque eu gosto, não é algo que faço por obrigação.
A excitação no João só aumentava. Eu tava morrendo de vontade de ser comida por ele, e eu com essa porra de menstruação que não ia deixar eu sentir a pica dele dentro de mim de novo.
-Que pena que não posso meter dentro- falo pra ela no meio de várias lambidas, fazendo um biquinho.
—E quem disse que não vou meter em você? — ele retruca, me encarando com sarcasmo.
—Mas, tô menstruada, não posso...
Vai, fica pelada aí e você vai ver se dá ou não" — ela me apressa.
Naquela vez, por causa do sangramento, fui de saia e com uma calcinha bem mais larga do que as que costumava usar, pra segurar o absorvente, então fiquei com um pouco de vergonha de me despir.
—O quê, vestiu a calcinha da sua avó? — riu ao me ver.
—Não zoa — pedi, jogando pra um lado a calcinha com o Carefree grudado por dentro.
—Continua chupando minha buceta, vai, mas fica de ladinho assim — ele me fala.
Me ajoelho ao lado dela e continuo com o boquete. Enquanto chupo, ela começa a acariciar minha bunda, deslizando dois dedos pela minha racha, para enfiar um deles bem na porta do cu.
Pode me chamar de boba, mas naquela idade eu não sabia que dava pra enfiar por ali. Quer dizer, nunca teria imaginado isso.
Todas as cenas de sexo que eu tinha visto eram do tipo convencional, além disso sempre fui muito fechada nessa parte, sofria de prisão de ventre e toda vez que ia no banheiro fazer o número dois, era um sofrimento, então nem sequer conseguia imaginar que o Juan tivesse a ideia de meter no meu cu. Mas ele tinha.
Comecei a desconfiar quando ela começou a enfiar o dedo lá dentro.
— O que você vai fazer comigo? — perguntei, surpresa.
—Você continua chupando, não se preocupa com nada — ele me disse, me segurando pela cabeça pelos cabelos e enfiando ela na pica dele.
Com a outra mão, ele continuava cutucando minha bunda, o que me dava sensações misturadas. Por um lado doía, mas era uma dor gostosa, se é que existe algo assim.
Quando ele conseguiu enfiar o dedo inteiro dentro de mim, soltei a rola dele e, apoiando a cabeça nas coxas dele, me entreguei pra sentir essa nova sensação que ele tava me fazendo experimentar. As bolas dele tavam perto, então comecei a lamber elas, enquanto ele agora enfiava dois dedos dentro de mim.
Ele tirava os dedos, cuspia neles e enfiava de novo, bem mais fundo. Quando pareceu que já tinha alargado o buraco o suficiente, ele se levanta e, me mantendo de quatro, se posiciona atrás de mim.
—Você vai meter no meu cu? — era uma pergunta retórica, claro, já que era mais do que óbvio que era exatamente isso que ele estava prestes a fazer.
Quando ela encostou a ponta na entrada, meu corpo inteiro se arrepiou. Era algo totalmente diferente das outras vezes.
Há tempos eu desejava estar com ele daquele jeito tão íntimo, que ele metesse na minha buceta todas as vezes que quisesse, era algo que eu ansiava, mas não tinha tanta certeza se queria que ele metesse no meu cu. O que eu poderia sentir por lá?
Era seco, sujo, apertado, mas quando começou a meter em mim, NOSSA!, que porra é essa? Doía, mas, pelo amor de Deus, tomara que toda dor fosse tão gostosa e intensa assim.
Me surpreendeu que ele não tivesse colocado camisinha como das outras vezes, mas fazer o quê, ele é quem sabia.
De vez em quando eu tirava ela, cuspia nela, esfregava toda com a saliva e enfiava de novo, empurrando cada vez mais fundo. Isso, ouvir o cuspe e depois o esfregaço, me excitava pra caralho.
Me preparei pra aguentar o que viesse, já tava metida na dança, então não tinha outra opção senão dançar. Lembro de fechar os olhos, morder os lábios e apertar o lençol nos punhos, quando ele começou a se mover com a mesma cadência que tinha usado pela minha buceta.
O vigia do depósito tá metendo no meu cu..., ele tá me comendo pelo cu!", eu repetia pra mim mesma como se fosse um mantra, enquanto sentia ele me segurar pelos quadris e aumentar o ritmo da penetração.
Naquela época, eu tinha o cabelo comprido, brilhante, sedoso. Por causa do calor, eu prendia ele num rabo de cavalo. Aí, num certo momento, ele pega meu cabelo com uma mão, me dá um tapão na bunda e começa a me montar, como se eu fosse uma gostosa e ele um cavaleiro. Ali eu me senti morrer.
De novo eu explodi numa sequência contínua e ininterrupta de orgasmos. Entre a tontura e aquela nuvem voluptuosa de sensações que já tinha virado rotina, consegui perceber que ele também teve o dele. Uma última bombada, ele tira de dentro de mim, dá umas sacudidas e goza tudo nas minhas costas e na bunda.
Claro que não seria a única nem a última vez que um homem gozava em mim daquele jeito, mas enquanto escrevo esse relato, ainda parece que sinto o impacto daqueles primeiros jatos de porra na minha pele ainda virgem de sêmen.
Depois da foda, João cai de costas, todo suado, bufando satisfeito. Só então ele percebe a mancha de gozo e sangue que cobre boa parte do lençol.
—Gata, parece que te massacraram! Tá bem? — ele me pergunta preocupado.
E claro que tava bom. Tava feliz, radiante, querendo mais apesar do cenário preocupante de carnificina.
—O sangue é da menstruação, não do cu — tranquilizo ele, me jogando ao lado dele, numa parte limpa do lençol.
—E aí, viu como consegui te comer do mesmo jeito? — ele fala todo marrento.
— Não sabia que também dava pra fazer por trás — confesso pra ela com a maior sinceridade e inocência.
—O quê? Transar? — ela se surpreende — Tem tanta coisa que você não sabe, gatinha, mas não se preocupa que eu vou te ensinar.
Me esfrego contra o corpo dela, mordisco a orelha dela e, num sussurro, falo:
—Você vai me comer de novo?
—Gostou, não gostou, sua putinha? — ele me olha meio surpreso, mesmo eu já tendo mostrado o quão vadia eu podia ser.
Assinto com um leve movimento, ficando vermelha ao me sentir tão exposta.
Ela agarra a pica e começa a bater uma.
—Claro que vou continuar te comendo — ele me confirma.
Ele me abraçou, então desce uma mão e enfia outro dedo no meu cu de novo.
—Esse bundão precisa ser arrombado bem arrombado, não acha? — acrescenta de forma provocante e grosseira.
Sentei, já que concordava totalmente.
—Sim, arrebenta bem minha buceta — falo quase desafiando.
Só de me ouvir, a pica dela fica dura de novo. Não sei se tava me iludindo ou o quê, mas parecia que ela tava bem mais grossa que antes.
Ele me beija na boca e me vira de ladinho. Fica atrás de mim, também de lado, e desliza o pau pela minha fenda. O buraco é muito apertado, então ele me manda abrir a bunda com a mão. Faço isso, sentindo a primeira estocada, a primeira de várias, porque ele teve que insistir bastante pra conseguir enfiar a cabeça. Depois disso, é só empurrar. Empurrar da parte dele, receber da minha.
Quando já tem mais da metade pra dentro, me pega pelos peitos e começa a me comer. Não sou peituda, mas naquela época eu tinha uns peitinhos bem empinadinhos, com uns bicos durinhos que, não só pro Juan, mas pra todos os caras que peguei depois, dava vontade de beliscar. Embora doesse, eu gostava, porque me dava uma espécie de choque elétrico que percorria o corpo todo.
Essa nova sentada foi bem mais suave que a primeira, como se minha bunda já tivesse se acostumado com a forma e o tamanho da pica monstra do segurança. Não doía mais nem era desconfortável. Na verdade, tava dando um puta tesão, não tanto quanto se ele metesse por frente, mas ainda assim tava gostoso pra caralho.
Óbvio que desde então viciei em sexo anal, terem arrombado minha buceta de um jeito tão gostoso criou um precedente mais que positivo. Então a "coletora" passou a ser parte essencial das minhas fodas seguintes.
Juan continuou me comendo por um bom tempo, mas dessa vez gozou dentro de mim, enchendo bem minha buceta de porra.
Lembra, até então a gente sempre tinha transado de camisinha, era a primeira vez que eu sentia o pau dele no pelo, sem proteção nenhuma, e também a primeira que podia sentir o gozo dele dentro de mim, e te digo que mesmo sendo no cu, era extremamente excitante. Nem queria imaginar o que seria se ele gozasse na pussy. Loucura total.
Ficamos abraçados, ele me pegando por trás, ronronando tranquilamente enquanto curtíamos aquele novo prazer compartilhado.
—Lali, você é melhor do que qualquer gostosa que já peguei — ele me elogiou entre doces carícias — Você nasceu pra foder, gata.
Não sei se seria bem assim, mas do que eu tinha certeza era que adorava dar pra ele. E que continuaria trepando no depósito na frente de casa o máximo de tempo que desse.











13 comentários - Depósito na Frente de Casa (2ª Parte)

excelente!!!esperaba esta continuaqcion y no me defraudo al contrario,y creo que tenia razon el sereno no?naciste para garchar no es asi?seguire esperando mas relatos tuyos
Exitante relato!! Sabes como exitar con un relato.. no me quiero imaginar lo q tenes q ser en la cama!!
Mortal, seguí que lo relatas muy bien, gracias por compartirlo
buen relato. mucho mejor escrito que el anterior, felicitaciones...
buen relato. mucho mejor escrito que el anterior, felicitaciones...
ECXELENTE DE NUEVO,,,,,,,,,,,que manera tan literaria de describir tus vivencias,,,me gustó como la anterior,,,,dichoso el que disfruta de tu sexo nena!!!
Buen relato hermosa...esperamo el proxima.
Me.dejaste re caliente mal
Excelente relato, muchas ganas de conocer a esa pendejada putita!!¡!👏👏👏👏👏