Fala aí, meus queridos poringa boys. Uns dias atrás, tava mexendo no celular enquanto conversava com uns amigos, e uma delas, que conheço há mó tempão, tava quase do meu lado e conseguiu ver um pouco do que eu tava olhando no celular....
Era poringa!!! Tava dando uma olhada nas estatísticas de um post, mas cê sabe, os anúncios são muito sugestivos, e chamaram a atenção dela na hora.
Depois de um tempo, a gente se despediu e eu fui pra casa da minha mina, Tatiana (minha amiga) me seguiu e ofereceu pra gente ir de táxi junto. Na real, era um bom negócio, ela mora perto da minha mina e dividir um táxi entre nós dois é um preço justo pra evitar pegar transporte público, já que o primeiro caso de coronavírus tinha chegado no país. Eu sabia que ela ia me perguntar sobre o celular, então a curiosidade também me ajudou a decidir.
Quando entramos no táxi, ela puxa o assunto sem nenhuma vergonha, faz parte da personalidade dela: extrovertida e sem papas na língua.
Contei pra ela que no poringa a gente pode escrever e contar as experiências sem nenhum pudor, sem se preocupar em esconder as coisas, e que tem todo tipo de relato que te deixa louco e até te esquenta.
Mostrei meus posts pra ela, ela leu com cuidado e perguntou se podia escrever algo que aconteceu com ela. Claro que falei que sim, tenho mó confiança nela, a gente se conhece há muito tempo e somos bons amigos.
Só fico pensando no que o taxista deve ter achado (tem gente que acha que eles e os jornais não escutam, eu incluso, mas uma entrevista do Bilardo me fez perceber). Falei pra Tatiana que ia tomar umas liberdades literárias pra contar a história dela.
Então, aqui vai:
"Mais ou menos uns três ou quatro meses atrás, o Fabi convidou a gente pra festa de aniversário do melhor amigo dele, que tava voltando da Espanha. Eu fui com uma amiga pra não me sentir tão sozinha, cê sabe, ele tem poucos amigos e provavelmente a gente ia ser tipo umas cinco ou seis pessoas no máximo.
Chegamos na Lá pelas 9 da noite, a gente levou uma garrafa de aguardente (uma cachaça bem popular na Colômbia). Tava eu, Fabi, Alejo (o aniversariante), José (um cara que era nosso amigo desde a faculdade). A Paula, que eu convidei, tinha trazido um "amigo" junto, e eu já desconfiava que rolasse algo mais entre eles, mas era melhor ser o terceiro pé que ficar sozinha.
A noite tava indo bem, a gente bebia aguardente e muita cerveja, demos altas risadas cortando os limões e até fizemos karaokê. A Paula tava cada vez mais agarrada no "amigo" dela e começaram a se pegar no sofá enquanto a gente ria relembrando os tempos de faculdade.
O Alejo contava da vida dele na Espanha, que toda vez que conhecia alguém novo perguntavam do Pablo Escobar ou do James Rodriguez. A gente discutiu um pouco (a Tatiana se ofende com essa parada de narcotráfico, uns parentes dela sofreram pra caramba nos anos das autodefesas, e não é um assunto que ela curta muito). Eu tava me sentindo cada vez mais bêbada, mas tava determinada a beber minha própria garrafa de aguardente — era uma embalagem nova, amarela, não transparente como a tradicional.
Só lá pelas 12 a gente abriu minha garrafa. A Paula já tava meio bêbada e se agarrava no amigo dela enquanto falava com a gente. A gente ouvia um som de salsa e reggaeton. Cantamos parabéns pro Alejo e jogamos um pouco de champanhe barata nele. Começamos a fazer desafios de bebida. Eu, claro, nunca perdi pra homem na hora de beber, e geralmente tenho uma resistência boa, então desafiei o Fabi pra ver quem conseguia tomar mais doses de aguardente em três minutos, só podendo passar com cerveja ou limão.
Tomei umas oito doses, e o filho da mãe não aguentou mais de seis — ainda derramou um pouco de cerveja pelo nariz porque tavam fazendo ele rir enquanto bebia. Começamos a contar as aventuras sexuais que a gente teve na faculdade, aquela festa em que seis pessoas dormiram semi nuas e bêbadas numa cama só. residência, aquela vez que Fabián e José dormiram trancados na mesma cama, ou a noite antes da prova de Probatório que a gente ficou acampando na frente do prédio da administração (nesse ponto eu parei a Tatiana e perguntei se ela sabia o que rolou naquela noite comigo e a Laura "Era super óbvio" ela respondeu, não são os únicos que subiram pra foder lá naquela noite).
Fabián puxou o assunto daquela noite, e quando fez isso, colocou a mão na minha perna, me abraçou e ficou me encarando enquanto falava, é que, não sei se te contei, mas naquela noite ele me fez o meu primeiro oral, me comeu toda a minha buceta, nunca tinha sentido uma língua no meu clitóris e eu viajava de tesão vendo ele se lambuzar entre minhas pernas, a ponto de quase gozar, mas fiquei com medo, mandei ele embora da minha barraca e fui dormir, não queria ficar de puta na noite; "naquela noite a gente tava meio doido" disse Fabi, e me deu um beijo atrás da orelha na frente de todo mundo. Queria matar ele. Ele é bonito, tem um corpo legal e os olhos dele são bonitinhos, mas além daquela noite nunca senti muita atração por ele.
Alejo era outra parada; Fabián tinha falado do amigo Alejandro desde que a gente conheceu ele, pelo visto são amigos desde o colégio e ele gostava muito dele, cresceram juntos, e a ida dele pra Espanha estudar foi bem dolorosa, mas isso era outra história, já formado, ele decidiu voltar.
Ele é altão (Tatiana me contava enquanto fazia cara de babando), tem olhos verdes e cabelo castanho cacheado, bagunçado... E tem uns braços!!! Um corpo de deus grego que derrete qualquer uma. Ele é gostoso pra caralho, é uma delícia.
Alejo me olhava, com um pouco de malícia, enquanto Fabi falava da noite do acampamento, e eu também olhava ele de canto, o álcool tava me deixando meio sem vergonha e, ouvindo como ele falava, insinuando que minha buceta é a melhor que ele já provou, não conseguia evitar de fantasiar que Alejo me comia e me dava de quatro enquanto me puxava pelo cabelo. Paula se sentia muito mariada, já não tinha mais certeza das horas nem de quanto a gente tinha bebido. Achei que era hora de ir embora, chamar um táxi e deixar ela em casa, mas a verdade é que eu também tava meio perdida e Paula não quis. Ela me levou pro banheiro e disse que queria que o amigo dela comesse ela, que tavam saindo há um tempo e que não aguentava mais de vontade. Tentei convencer ela a ir embora, que se vissem outro dia e fizessem com mais calma, mas ela recusou. E olha, até eu queria pegar ele, ele era muito gostoso, tinha barba e cabelo loiro, era musculoso e alto o suficiente. Saí pra falar com Fabi e disse que Paula tava mal e não queria ir pra casa. Ele mesmo abriu o quarto de hóspedes e deitou ela num sofá-cama. O amigo ficou com ela "cuidando".
Quando fechamos a porta, Fabi me pegou pela mão e me encostou na parede com cuidado. Eu deixei, sabia o que ele queria, e eu tava realmente curtindo a noite. Talvez eu deixasse, desde que ninguém ficasse sabendo.
Ele sussurrou no meu ouvido: "ainda lembro como você se contorcia de prazer". Eu sorri, sem dizer nada. Ele acariciou meu cabelo e me beijou. De repente, entendi que era o álcool que fazia ele parecer atraente, porque depois daquela noite eu nunca mais tinha bebido perto dele. Beijei ele também, sem tocar nele nem um pouco, também não queria animar ele demais, pelo menos esperar os amigos dele irem embora ou caírem no sono. Ele começou a beijar meu pescoço e minhas orelhas, desceu até meu peito e acariciou minha virilha. Eu ainda não tocava nele, mas tava começando a ficar com tesão. A mão dele roçava em mim, às vezes, de leve na minha calcinha, enquanto ele não parava de me beijar na boca ou no pescoço. Senti meus mamilos endurecerem e ele percebeu. Me abraçou pela cintura e afastou a calcinha pra tocar direto na minha buceta. Eu comecei a gemer baixinho. Não sei exatamente quanto tempo a gente ficou ali, mas devia ter sido muito, porque comecei a ouvir Paula gemer. e a cama a se mexer. A putinha!
Parece que não fui a única que ouviu, e o Alejo veio no corredor ver se tava tudo bem, a gente tinha demorado muito. Ele andou até o quarto e quando nos viu no canto escuro do corredor já tava perto demais pra fingir que não tinha visto nada. Eu abri os olhos e pulei de susto, não esperava que ele tivesse visto o melhor amigo dele me masturbando contra a quina da parede.
— Porra! Alejo, desculpa. — Gritei assustada.
— Não, não, dá pra ver que você tá se divertindo, vou deixar vocês. — Fabi não parou nem um segundo.
Eu já tava muito bêbada, excitada, e ver os braços dele e o peito de academia me enlouqueceu. Sei que o que eu ia fazer era de uma puta autêntica, mas não queria deixar ele ir embora sem aproveitar ele.
— Não, Alejo, me desculpa, é que o idiota do seu amigo não sabe como me tocar.
Alejo riu. Não era nenhum idiota, sabia exatamente o que eu queria que ele fizesse.
— Pff, eu ensinei o filho da puta, ele tá deixando o melhor amigo dele mal.
Alejo tocou no ombro dele e fez sinal pra ele sair. Me pegou pela cintura e me levou pro quarto do Fabi. Ele saiu pra sala, ou pra cozinha, não soube na hora.
Me jogou na cama e eu ri de nervoso.
Ele se jogou em cima de mim e me despiu enquanto acariciava meus mamilos.
Me jogou na cama e eu ri de nervoso.
Ele se jogou em cima de mim e me despiu enquanto acariciava meus mamilos. Fiquei olhando nos olhos dele o tempo todo, ele me encarava com uma mistura de diversão e luxúria. De repente, com um pouco da minha ajuda, fiquei completamente nua, à mercê dele. Por enquanto, tudo tava indo bem, Alejo era quem eu realmente queria.
Ele enfiou os dedos médio e anular na minha boca e me fez chupar bem (eles eram tão grandes quanto ele!!?), depois senti a mão dele no meu pescoço, me segurando firme mas deixando eu respirar, e enfiou os dois dedos na minha buceta, que já tava molhada e pronta pra tudo. Ela pedia aos gritos pra ser penetrada com força, do jeito que ela gostava.
Os Os dedos dele pareciam ainda maiores dentro da minha buceta, não acreditava como era gostoso, parecia que eu tinha um pau bem grande dentro de mim. Me agarrei no lençol e lutei pra não gritar, não queria que o José descobrisse, nem queria fazer a Fabi se sentir mal, afinal, eu tava comendo o melhor amigo dela na cama dela mesma.
Fechei os olhos e me deixei levar pelo prazer, queria gozar e nem tinha sido fodida ainda, mas parece que ele leu minha mente e ouvi ele tirando a calça, depois senti o corpo pesado dele sobre o meu e o pau enorme dele pedindo licença pro meu clitóris pra destruir minha buceta, queria ele dentro de mim agorrrra!!!
Quando o pau dele entrou, quis chorar de prazer, doeu um pouco, mas era tão gostoso que só queria que ele me fizesse dele, uma lágrima escapou e eu abri os olhos pra ver os dele, ele fechou os meus devagar com a mão e me abraçou com os braços dele, que eram duros e grandes, fortes, me apertavam enquanto eu sentia o pau dele me levando ao céu a cada estocada, que ficava cada vez mais violenta.
Tive o melhor orgasmo da minha vida com ele por cima, abraçada no Alejo. Gritei, me contorci, rasguei as costas dele com minhas unhas, ri... Foi alucinante, o melhor amante que já tive. Mas ele ainda não tinha terminado, e eu duvidava que conseguiria fazê-lo gozar com minha boca sem arriscar minha mandíbula. Eu ainda queria mais, mesmo tendo gozado e estar em êxtase, meu corpo e minha mente ainda queriam mais dele, queria mais prazer.
Abri os olhos e me assustei um pouco ao ver a Fabi se masturbando me olhando, mas fiquei completamente em choque quando vi também o José, do outro lado do quarto, pelado e se masturbando enquanto me olhava.
Sabia o que tava rolando, queriam me comer entre todos; numa situação normal eu teria recusado, mas me sentia tão desinibida, tão excitada, me sentia uma gostosa total, uma puta, e isso, por algum motivo, me excitava ainda mais e me fazia desejar que me Foderiam os três juntos.
Alejo me abraçou e me levantou, me colocou de quatro sobre o Fabi, que já tinha se deitado de barriga pra cima sem eu fazer quase esforço nenhum. A piroca do Fabi, comparada, era meio decepcionante, mas tinha seu valor, ele me fodia bem rápido, como que descontando a ansiedade de vários anos querendo me comer como tava fazendo agora, enquanto isso o José lambia meu cu, preparando ele pra piroca dele. Do outro lado, o Alejo ficou na minha frente e me dava ordens, mandava eu lamber os mamilos do Fabi, bater uma pra ele, beijar ele, ou simplesmente não tirar o olho dele, queria me ver fixo nos olhos, eu adorava ser mandada, que me ordenassem, que me usassem.
Enquanto o José continuava lambendo meu cu e enfiando um ou dois dedos, devagarzinho.
Depois ele enfiou a piroca dele na minha boca e me fez engolir até as bolas, não achei que fosse capaz, mas parecia que eu tava num ponto muito alto da minha capacidade de puta. Quando ele percebia que eu tava me engasgando, me deixava respirar.
Daí a pouco trocaram, o Alejo voltou pra debaixo de mim e o Fabi ficou na minha frente, dizendo que eu tinha que retribuir os favores e me fazendo chupar a piroca dele, provar de mim mesma, duas vezes, de picas diferentes era algo novo.
O José finalmente se decidiu a enfiar a piroca dele no meu cu, depois de ter preparado por um bom tempo, tava com medo de doer em mim, era a primeira vez que me faziam uma dupla penetração, e embora já tivesse feito sexo anal, não tinha certeza se aguentava.
A piroca dele não era especialmente grande, era mais ou menos média, mas a combinação da piroca do José com a piroca gigante e gostosa do Alejo me fez pirar a cabeça, comecei a gritar com uma sensação fortíssima que tomava conta dos meus mamilos e me fazia querer que mordessem meu clitóris de tanto prazer.
Assim ficaram um tempo se revezando pra me foder em todos os meus buracos sem piedade, o Alejo me carregou e os dois me comeram no ar. Num momento, o Alejo me colocou de barriga pra cima em cima do Fabi, apoiada de Deitada de costas sobre ele, ele enfiou a pica na minha buceta enquanto o Fabi fazia o boquete. O Alejo me segurou pelo pescoço, dessa vez mais forte que antes, quase me sufocando, e começou a me meter rápido e com força.
— Vou encher sua bucetinha, princesa. Eu concordei com os olhos de uma colegial inocente que só queria obedecer ao seu deus do sexo.
Com o pouco de ar que tinha, consegui falar:
— José, lambe meu clitóris.
O Alejo mandou ele fazer isso, e ele correu pra enfiar a cabeça como podia no meu clitóris e começar a lamber.
Essa combinação quase me fez desmaiar. Em algum momento, enquanto eu tinha um segundo orgasmo graças à pica mais gostosa do mundo, parei de sentir a língua do José e as penetrações ficaram mais fortes, mais profundas, mais certeiras.
Cheguei a um ponto de descontrole tão grande que me mijei toda enquanto ele me comia com as pernas levantadas e o Fabi continuava fazendo o boquete. Enchi a pica dele, mas principalmente o Fabi, com líquido saindo da minha buceta enquanto eu chorava de prazer e o Alejo gozava dentro de mim. As mãos dele no meu pescoço me sufocavam, mas eu não ligava, já quase não respirava, mas estava tendo um segundo ou terceiro orgasmo, já nem sabia direito. Acho que desmaiei, porque não senti o Fabi me jogar na cama.
Quando acordei, senti o esperma quente do José caindo nos meus peitos, e abri os bem na hora de ver o Fabi enchendo minha cara de porra. Lambi um pouco, lembrava que era isso que faziam nos vídeos pornô. Tava cansada, bêbada e francamente satisfeita, agora só queria dormir.
Me levantei como pude e abracei o Alejo, pedi pra ele dormir comigo. A próxima coisa que lembro é estar deitada no peito dele, com a cara ainda suja de porra e ouvindo os roncos. Dormi tranquilamente nos braços dele naquela noite, na cama do Fabi, porque não tive forças pra levantar.
Não sei onde ele ou o José dormiram, porque na manhã seguinte acordei muito tarde e todo mundo já tava quase indo embora.
É isso, obrigada, Tati, por Essa história fenomenal, contada claro com um pouco mais de detalhe do que você me deu, mas tudo bem. (PS. Eu tava ficando louco enquanto você me contava!!!)
Era poringa!!! Tava dando uma olhada nas estatísticas de um post, mas cê sabe, os anúncios são muito sugestivos, e chamaram a atenção dela na hora.
Depois de um tempo, a gente se despediu e eu fui pra casa da minha mina, Tatiana (minha amiga) me seguiu e ofereceu pra gente ir de táxi junto. Na real, era um bom negócio, ela mora perto da minha mina e dividir um táxi entre nós dois é um preço justo pra evitar pegar transporte público, já que o primeiro caso de coronavírus tinha chegado no país. Eu sabia que ela ia me perguntar sobre o celular, então a curiosidade também me ajudou a decidir.
Quando entramos no táxi, ela puxa o assunto sem nenhuma vergonha, faz parte da personalidade dela: extrovertida e sem papas na língua.
Contei pra ela que no poringa a gente pode escrever e contar as experiências sem nenhum pudor, sem se preocupar em esconder as coisas, e que tem todo tipo de relato que te deixa louco e até te esquenta.
Mostrei meus posts pra ela, ela leu com cuidado e perguntou se podia escrever algo que aconteceu com ela. Claro que falei que sim, tenho mó confiança nela, a gente se conhece há muito tempo e somos bons amigos.
Só fico pensando no que o taxista deve ter achado (tem gente que acha que eles e os jornais não escutam, eu incluso, mas uma entrevista do Bilardo me fez perceber). Falei pra Tatiana que ia tomar umas liberdades literárias pra contar a história dela.
Então, aqui vai:
"Mais ou menos uns três ou quatro meses atrás, o Fabi convidou a gente pra festa de aniversário do melhor amigo dele, que tava voltando da Espanha. Eu fui com uma amiga pra não me sentir tão sozinha, cê sabe, ele tem poucos amigos e provavelmente a gente ia ser tipo umas cinco ou seis pessoas no máximo.
Chegamos na Lá pelas 9 da noite, a gente levou uma garrafa de aguardente (uma cachaça bem popular na Colômbia). Tava eu, Fabi, Alejo (o aniversariante), José (um cara que era nosso amigo desde a faculdade). A Paula, que eu convidei, tinha trazido um "amigo" junto, e eu já desconfiava que rolasse algo mais entre eles, mas era melhor ser o terceiro pé que ficar sozinha.
A noite tava indo bem, a gente bebia aguardente e muita cerveja, demos altas risadas cortando os limões e até fizemos karaokê. A Paula tava cada vez mais agarrada no "amigo" dela e começaram a se pegar no sofá enquanto a gente ria relembrando os tempos de faculdade.
O Alejo contava da vida dele na Espanha, que toda vez que conhecia alguém novo perguntavam do Pablo Escobar ou do James Rodriguez. A gente discutiu um pouco (a Tatiana se ofende com essa parada de narcotráfico, uns parentes dela sofreram pra caramba nos anos das autodefesas, e não é um assunto que ela curta muito). Eu tava me sentindo cada vez mais bêbada, mas tava determinada a beber minha própria garrafa de aguardente — era uma embalagem nova, amarela, não transparente como a tradicional.
Só lá pelas 12 a gente abriu minha garrafa. A Paula já tava meio bêbada e se agarrava no amigo dela enquanto falava com a gente. A gente ouvia um som de salsa e reggaeton. Cantamos parabéns pro Alejo e jogamos um pouco de champanhe barata nele. Começamos a fazer desafios de bebida. Eu, claro, nunca perdi pra homem na hora de beber, e geralmente tenho uma resistência boa, então desafiei o Fabi pra ver quem conseguia tomar mais doses de aguardente em três minutos, só podendo passar com cerveja ou limão.
Tomei umas oito doses, e o filho da mãe não aguentou mais de seis — ainda derramou um pouco de cerveja pelo nariz porque tavam fazendo ele rir enquanto bebia. Começamos a contar as aventuras sexuais que a gente teve na faculdade, aquela festa em que seis pessoas dormiram semi nuas e bêbadas numa cama só. residência, aquela vez que Fabián e José dormiram trancados na mesma cama, ou a noite antes da prova de Probatório que a gente ficou acampando na frente do prédio da administração (nesse ponto eu parei a Tatiana e perguntei se ela sabia o que rolou naquela noite comigo e a Laura "Era super óbvio" ela respondeu, não são os únicos que subiram pra foder lá naquela noite).
Fabián puxou o assunto daquela noite, e quando fez isso, colocou a mão na minha perna, me abraçou e ficou me encarando enquanto falava, é que, não sei se te contei, mas naquela noite ele me fez o meu primeiro oral, me comeu toda a minha buceta, nunca tinha sentido uma língua no meu clitóris e eu viajava de tesão vendo ele se lambuzar entre minhas pernas, a ponto de quase gozar, mas fiquei com medo, mandei ele embora da minha barraca e fui dormir, não queria ficar de puta na noite; "naquela noite a gente tava meio doido" disse Fabi, e me deu um beijo atrás da orelha na frente de todo mundo. Queria matar ele. Ele é bonito, tem um corpo legal e os olhos dele são bonitinhos, mas além daquela noite nunca senti muita atração por ele.
Alejo era outra parada; Fabián tinha falado do amigo Alejandro desde que a gente conheceu ele, pelo visto são amigos desde o colégio e ele gostava muito dele, cresceram juntos, e a ida dele pra Espanha estudar foi bem dolorosa, mas isso era outra história, já formado, ele decidiu voltar.
Ele é altão (Tatiana me contava enquanto fazia cara de babando), tem olhos verdes e cabelo castanho cacheado, bagunçado... E tem uns braços!!! Um corpo de deus grego que derrete qualquer uma. Ele é gostoso pra caralho, é uma delícia.
Alejo me olhava, com um pouco de malícia, enquanto Fabi falava da noite do acampamento, e eu também olhava ele de canto, o álcool tava me deixando meio sem vergonha e, ouvindo como ele falava, insinuando que minha buceta é a melhor que ele já provou, não conseguia evitar de fantasiar que Alejo me comia e me dava de quatro enquanto me puxava pelo cabelo. Paula se sentia muito mariada, já não tinha mais certeza das horas nem de quanto a gente tinha bebido. Achei que era hora de ir embora, chamar um táxi e deixar ela em casa, mas a verdade é que eu também tava meio perdida e Paula não quis. Ela me levou pro banheiro e disse que queria que o amigo dela comesse ela, que tavam saindo há um tempo e que não aguentava mais de vontade. Tentei convencer ela a ir embora, que se vissem outro dia e fizessem com mais calma, mas ela recusou. E olha, até eu queria pegar ele, ele era muito gostoso, tinha barba e cabelo loiro, era musculoso e alto o suficiente. Saí pra falar com Fabi e disse que Paula tava mal e não queria ir pra casa. Ele mesmo abriu o quarto de hóspedes e deitou ela num sofá-cama. O amigo ficou com ela "cuidando".
Quando fechamos a porta, Fabi me pegou pela mão e me encostou na parede com cuidado. Eu deixei, sabia o que ele queria, e eu tava realmente curtindo a noite. Talvez eu deixasse, desde que ninguém ficasse sabendo.
Ele sussurrou no meu ouvido: "ainda lembro como você se contorcia de prazer". Eu sorri, sem dizer nada. Ele acariciou meu cabelo e me beijou. De repente, entendi que era o álcool que fazia ele parecer atraente, porque depois daquela noite eu nunca mais tinha bebido perto dele. Beijei ele também, sem tocar nele nem um pouco, também não queria animar ele demais, pelo menos esperar os amigos dele irem embora ou caírem no sono. Ele começou a beijar meu pescoço e minhas orelhas, desceu até meu peito e acariciou minha virilha. Eu ainda não tocava nele, mas tava começando a ficar com tesão. A mão dele roçava em mim, às vezes, de leve na minha calcinha, enquanto ele não parava de me beijar na boca ou no pescoço. Senti meus mamilos endurecerem e ele percebeu. Me abraçou pela cintura e afastou a calcinha pra tocar direto na minha buceta. Eu comecei a gemer baixinho. Não sei exatamente quanto tempo a gente ficou ali, mas devia ter sido muito, porque comecei a ouvir Paula gemer. e a cama a se mexer. A putinha!
Parece que não fui a única que ouviu, e o Alejo veio no corredor ver se tava tudo bem, a gente tinha demorado muito. Ele andou até o quarto e quando nos viu no canto escuro do corredor já tava perto demais pra fingir que não tinha visto nada. Eu abri os olhos e pulei de susto, não esperava que ele tivesse visto o melhor amigo dele me masturbando contra a quina da parede.
— Porra! Alejo, desculpa. — Gritei assustada.
— Não, não, dá pra ver que você tá se divertindo, vou deixar vocês. — Fabi não parou nem um segundo.
Eu já tava muito bêbada, excitada, e ver os braços dele e o peito de academia me enlouqueceu. Sei que o que eu ia fazer era de uma puta autêntica, mas não queria deixar ele ir embora sem aproveitar ele.
— Não, Alejo, me desculpa, é que o idiota do seu amigo não sabe como me tocar.
Alejo riu. Não era nenhum idiota, sabia exatamente o que eu queria que ele fizesse.
— Pff, eu ensinei o filho da puta, ele tá deixando o melhor amigo dele mal.
Alejo tocou no ombro dele e fez sinal pra ele sair. Me pegou pela cintura e me levou pro quarto do Fabi. Ele saiu pra sala, ou pra cozinha, não soube na hora.
Me jogou na cama e eu ri de nervoso.
Ele se jogou em cima de mim e me despiu enquanto acariciava meus mamilos.
Me jogou na cama e eu ri de nervoso.
Ele se jogou em cima de mim e me despiu enquanto acariciava meus mamilos. Fiquei olhando nos olhos dele o tempo todo, ele me encarava com uma mistura de diversão e luxúria. De repente, com um pouco da minha ajuda, fiquei completamente nua, à mercê dele. Por enquanto, tudo tava indo bem, Alejo era quem eu realmente queria.
Ele enfiou os dedos médio e anular na minha boca e me fez chupar bem (eles eram tão grandes quanto ele!!?), depois senti a mão dele no meu pescoço, me segurando firme mas deixando eu respirar, e enfiou os dois dedos na minha buceta, que já tava molhada e pronta pra tudo. Ela pedia aos gritos pra ser penetrada com força, do jeito que ela gostava.
Os Os dedos dele pareciam ainda maiores dentro da minha buceta, não acreditava como era gostoso, parecia que eu tinha um pau bem grande dentro de mim. Me agarrei no lençol e lutei pra não gritar, não queria que o José descobrisse, nem queria fazer a Fabi se sentir mal, afinal, eu tava comendo o melhor amigo dela na cama dela mesma.
Fechei os olhos e me deixei levar pelo prazer, queria gozar e nem tinha sido fodida ainda, mas parece que ele leu minha mente e ouvi ele tirando a calça, depois senti o corpo pesado dele sobre o meu e o pau enorme dele pedindo licença pro meu clitóris pra destruir minha buceta, queria ele dentro de mim agorrrra!!!
Quando o pau dele entrou, quis chorar de prazer, doeu um pouco, mas era tão gostoso que só queria que ele me fizesse dele, uma lágrima escapou e eu abri os olhos pra ver os dele, ele fechou os meus devagar com a mão e me abraçou com os braços dele, que eram duros e grandes, fortes, me apertavam enquanto eu sentia o pau dele me levando ao céu a cada estocada, que ficava cada vez mais violenta.
Tive o melhor orgasmo da minha vida com ele por cima, abraçada no Alejo. Gritei, me contorci, rasguei as costas dele com minhas unhas, ri... Foi alucinante, o melhor amante que já tive. Mas ele ainda não tinha terminado, e eu duvidava que conseguiria fazê-lo gozar com minha boca sem arriscar minha mandíbula. Eu ainda queria mais, mesmo tendo gozado e estar em êxtase, meu corpo e minha mente ainda queriam mais dele, queria mais prazer.
Abri os olhos e me assustei um pouco ao ver a Fabi se masturbando me olhando, mas fiquei completamente em choque quando vi também o José, do outro lado do quarto, pelado e se masturbando enquanto me olhava.
Sabia o que tava rolando, queriam me comer entre todos; numa situação normal eu teria recusado, mas me sentia tão desinibida, tão excitada, me sentia uma gostosa total, uma puta, e isso, por algum motivo, me excitava ainda mais e me fazia desejar que me Foderiam os três juntos.
Alejo me abraçou e me levantou, me colocou de quatro sobre o Fabi, que já tinha se deitado de barriga pra cima sem eu fazer quase esforço nenhum. A piroca do Fabi, comparada, era meio decepcionante, mas tinha seu valor, ele me fodia bem rápido, como que descontando a ansiedade de vários anos querendo me comer como tava fazendo agora, enquanto isso o José lambia meu cu, preparando ele pra piroca dele. Do outro lado, o Alejo ficou na minha frente e me dava ordens, mandava eu lamber os mamilos do Fabi, bater uma pra ele, beijar ele, ou simplesmente não tirar o olho dele, queria me ver fixo nos olhos, eu adorava ser mandada, que me ordenassem, que me usassem.
Enquanto o José continuava lambendo meu cu e enfiando um ou dois dedos, devagarzinho.
Depois ele enfiou a piroca dele na minha boca e me fez engolir até as bolas, não achei que fosse capaz, mas parecia que eu tava num ponto muito alto da minha capacidade de puta. Quando ele percebia que eu tava me engasgando, me deixava respirar.
Daí a pouco trocaram, o Alejo voltou pra debaixo de mim e o Fabi ficou na minha frente, dizendo que eu tinha que retribuir os favores e me fazendo chupar a piroca dele, provar de mim mesma, duas vezes, de picas diferentes era algo novo.
O José finalmente se decidiu a enfiar a piroca dele no meu cu, depois de ter preparado por um bom tempo, tava com medo de doer em mim, era a primeira vez que me faziam uma dupla penetração, e embora já tivesse feito sexo anal, não tinha certeza se aguentava.
A piroca dele não era especialmente grande, era mais ou menos média, mas a combinação da piroca do José com a piroca gigante e gostosa do Alejo me fez pirar a cabeça, comecei a gritar com uma sensação fortíssima que tomava conta dos meus mamilos e me fazia querer que mordessem meu clitóris de tanto prazer.
Assim ficaram um tempo se revezando pra me foder em todos os meus buracos sem piedade, o Alejo me carregou e os dois me comeram no ar. Num momento, o Alejo me colocou de barriga pra cima em cima do Fabi, apoiada de Deitada de costas sobre ele, ele enfiou a pica na minha buceta enquanto o Fabi fazia o boquete. O Alejo me segurou pelo pescoço, dessa vez mais forte que antes, quase me sufocando, e começou a me meter rápido e com força.
— Vou encher sua bucetinha, princesa. Eu concordei com os olhos de uma colegial inocente que só queria obedecer ao seu deus do sexo.
Com o pouco de ar que tinha, consegui falar:
— José, lambe meu clitóris.
O Alejo mandou ele fazer isso, e ele correu pra enfiar a cabeça como podia no meu clitóris e começar a lamber.
Essa combinação quase me fez desmaiar. Em algum momento, enquanto eu tinha um segundo orgasmo graças à pica mais gostosa do mundo, parei de sentir a língua do José e as penetrações ficaram mais fortes, mais profundas, mais certeiras.
Cheguei a um ponto de descontrole tão grande que me mijei toda enquanto ele me comia com as pernas levantadas e o Fabi continuava fazendo o boquete. Enchi a pica dele, mas principalmente o Fabi, com líquido saindo da minha buceta enquanto eu chorava de prazer e o Alejo gozava dentro de mim. As mãos dele no meu pescoço me sufocavam, mas eu não ligava, já quase não respirava, mas estava tendo um segundo ou terceiro orgasmo, já nem sabia direito. Acho que desmaiei, porque não senti o Fabi me jogar na cama.
Quando acordei, senti o esperma quente do José caindo nos meus peitos, e abri os bem na hora de ver o Fabi enchendo minha cara de porra. Lambi um pouco, lembrava que era isso que faziam nos vídeos pornô. Tava cansada, bêbada e francamente satisfeita, agora só queria dormir.
Me levantei como pude e abracei o Alejo, pedi pra ele dormir comigo. A próxima coisa que lembro é estar deitada no peito dele, com a cara ainda suja de porra e ouvindo os roncos. Dormi tranquilamente nos braços dele naquela noite, na cama do Fabi, porque não tive forças pra levantar.
Não sei onde ele ou o José dormiram, porque na manhã seguinte acordei muito tarde e todo mundo já tava quase indo embora.
É isso, obrigada, Tati, por Essa história fenomenal, contada claro com um pouco mais de detalhe do que você me deu, mas tudo bem. (PS. Eu tava ficando louco enquanto você me contava!!!)
0 comentários - O que um homem de verdade faz com uma mulher