Antes de mais nada, queria agradecer a todos que visitaram meu post anterior. Mesmo tendo escrito com muita vontade, não esperava a recepção que teve. Como passei dos 300 pontos, decidi presentear vocês com outra história. Espero seus comentários e sugestões.
Minha sogra (ex-sogra atualmente) é aquela típica quarentona superada que se afirma como mulher forte e independente. Separada aos 30, entrou em mais dois relacionamentos longos depois do divórcio, um deles com um noia dos piores. Mas sempre com caras com grana. A velha foxy gosta de musculosos e tudo mais, mas aqui no Brasil uma carteira chega mata qualquer galã. Mesmo que sexualmente tenha que agradar esse tesão de hormônios, aos 40 e poucos anos ela tem uma bunda espetacular que compete com qualquer novinha. Magrinha, pele branca, cabelo bem longo e, no geral, aquele visual anos 90 de jeans com botas altas.
Morei um tempo na casa dela, então pude vê-la em todos os estados: casual em casa (leggings ou short, dependendo do clima), saindo pro mercado (vestidinho confortável e salto), produzida pra sair (saia super justa e uma blusa de deixar de queixo caído), além de ver a quantidade de microtanga que ela tinha. Imaginar aquele rabo de quatro me levou a várias punhetas, e quando a visitava, só de vê-la dando mole já me deixava a mil. Ela sabe que é gostosa e conhece o poder da bunda que tem. Pude ouvir várias histórias de balada e não fazia nada além de morrer de inveja do sortudo que conseguiu comer aquele rabo.
Num momento da vida, eu estava sem trabalho e a coisa tava feia, então ela me contratou como seu "secretário" por um tempo e me dediquei a organizar toda a papelada do trabalho dela. Isso fez com que passássemos várias horas por dia juntos, que eu virasse seu confidente em parte e, claro, eu não ia recusar ter aquele rabo perfeito perto de mim.
Com o passar dos meses, ela chegou a me deixar responsável até pelo celular dela. Minha função era responder as mensagens e organizar tudo enquanto ela dormia a sesta. Obviamente, não me contive e entrei vasculhar em busca de material. E olha que encontrei... De cara fui direto pro WhatsApp revirar as conversas com os contatinhos que ela mencionava, onde me deparei com conversas meio picantes e várias piadas de duplo sentido. Desci mais e encontrei outra com outro cara musculoso, a conversa dava a entender que eles tinham se visto uma vez e queriam repetir a experiência. Fui ver as fotos que trocavam e me deparei com várias fotos dele pelado e até fotos do pau dele (gigante), mas a raposa terminava com fotos bem de boas que não passavam do que eu já via no dia a dia. Tinham algumas juntos, abraçados, onde dava pra ver a diferença de tamanho entre o um metro e setenta dela e o um metro e noventa e pouco dele. Sem dúvida deve ter sido uma foda descomunal. Me senti decepcionado, não encontrava nada pra saciar meu tesão, então mudei de objetivo e fui pro histórico do navegador e aí mudou o panorama. Além de consultar diariamente sobre finanças e seu signo do zodíaco, a senhora consumia quantidades de pornografia. Que surpresa que levei, meu pulso acelerou e meu pau ficou duro como pedra, estava na presença de uma punheteira consumada. Revirei seu histórico pornográfico e além do clássico lesbianismo, encontrei coisas como velhos transando com adolescentes (fetiche que não compartilho mas tem seu público), cenas de sequestros e estupros (encenados, óbvio) e gangbang. Sim, gangbang. Uma das minhas grandes fantasias, encarar numa suruba uma puta e meter nela até ela pedir pra parar entre vários caras. O histórico dela tinha muitas cenas desse tipo, parece que compartilhamos esse gosto. De repente me deparei com uma cena da Valentina Nappi num gangbang da Dogfart e lembrei da viagem dela sozinha pra República Dominicana há um ano atrás. Será possível que, aproveitando a distância, ela tenha se esbaldado com paus negros? Não aguentei mais, voltei pro WhatsApp pra ver as fotos mais ousadas dela e dediquei uma punheta descomunal imaginando ela passando de pau em pau. Minha gozada foi um bukkake. Voltei a minhas atividades de trabalho depois de limpar a bagunça pensando em como tirar proveito dessa informação. Algum tempo depois, estávamos passando por locais para orçamentos e ela me contando os altos e baixos sexuais de uma amiga que estava num triângulo amoroso e não sabia o que escolher: *O que você faria? -perguntou. *Eu faria um ménage, no final das contas já tem as duas dentro de qualquer jeito -respondi. Ela explodiu numa gargalhada, costumávamos falar assim tão direto, não era raro entre nós termos palavras ou diálogos picantes, embora nunca fossem o centro das conversas. *Nããão, hahahahaha, vão acabar com ela -ela me responde ainda rindo. *Ela vai gostar -retruquei. *Você acha? -pergunta olhando pra mim. *Sim, óbvio. Se os dois comem ela bem pelo que parece, imagina juntos? Arrebentam ela -finalizei com ênfase. *É, eu falei algo meio parecido -diz baixo enquanto liga o carro. *Bom, se já fez algum, dá um conselho de amiga. Você tem dois pintos pra você, gata. Reage. -falo rindo. *Tem que aguentar o tranco, não é pra qualquer uma -diz séria com os olhos na rua e eu por dentro gritando gol. *Pera, pera... Você fez um ménage? -pergunto fingindo surpresa. *Fiz vários -diz num tom mais sério. Eu estava começando a engolir saliva, minhas mãos suavam e estava começando a ter uma ereção. *E não gostou? -pergunto rápido antes que ela mude de assunto. Ela responde que os primeiros que fez foram com o ex e que ele usava tanta pó que não conseguia ter ereção. Então o ménage se resumia a ela com o terceiro da vez e o parceiro se limitando a olhar ou tocá-la às vezes. Insatisfeita com a situação, ela conversou com ele, então o próximo teve dois homens pra ela e ele só olhando, já que ele ficava duro. Como sei que é uma época da qual ela não tem boas lembranças, não insisto muito e pergunto se atualmente ela fez algum. Ela responde que tinha deixado de lado, mas que depois de transar casual Ela costumava voltar pra casa e bater uma vendo pornografia porque não se sentia completamente satisfeita. Eu não aguentava mais, dava pra ver minha excitação pela conversa e ela adorava isso, sabia que estava fazendo uma masturbação mental em mim com o que me contava. Minha ereção estava visível e tinha um clima estranho no carro, então imagino que ela também estava ficando excitada.
*E com mais de dois, você já experimentou? - pergunto quase gaguejando.
*Ufff, sim. Na República Dominicana - ela responde enquanto estaciona pra descer num quiosque.
*Eram três? - digo antes dela descer.
*Nunca estive tão cheia - ela responde com um olhar de fogo, sabendo que com essa informação ela me finalizou completamente.
Fico no carro vendo sua caminhada felina e aquele cu de cinema se afastando devagar e entrando no quiosque. Não aguentei, bati uma ali mesmo.
Minha sogra (ex-sogra atualmente) é aquela típica quarentona superada que se afirma como mulher forte e independente. Separada aos 30, entrou em mais dois relacionamentos longos depois do divórcio, um deles com um noia dos piores. Mas sempre com caras com grana. A velha foxy gosta de musculosos e tudo mais, mas aqui no Brasil uma carteira chega mata qualquer galã. Mesmo que sexualmente tenha que agradar esse tesão de hormônios, aos 40 e poucos anos ela tem uma bunda espetacular que compete com qualquer novinha. Magrinha, pele branca, cabelo bem longo e, no geral, aquele visual anos 90 de jeans com botas altas.
Morei um tempo na casa dela, então pude vê-la em todos os estados: casual em casa (leggings ou short, dependendo do clima), saindo pro mercado (vestidinho confortável e salto), produzida pra sair (saia super justa e uma blusa de deixar de queixo caído), além de ver a quantidade de microtanga que ela tinha. Imaginar aquele rabo de quatro me levou a várias punhetas, e quando a visitava, só de vê-la dando mole já me deixava a mil. Ela sabe que é gostosa e conhece o poder da bunda que tem. Pude ouvir várias histórias de balada e não fazia nada além de morrer de inveja do sortudo que conseguiu comer aquele rabo.
Num momento da vida, eu estava sem trabalho e a coisa tava feia, então ela me contratou como seu "secretário" por um tempo e me dediquei a organizar toda a papelada do trabalho dela. Isso fez com que passássemos várias horas por dia juntos, que eu virasse seu confidente em parte e, claro, eu não ia recusar ter aquele rabo perfeito perto de mim.
Com o passar dos meses, ela chegou a me deixar responsável até pelo celular dela. Minha função era responder as mensagens e organizar tudo enquanto ela dormia a sesta. Obviamente, não me contive e entrei vasculhar em busca de material. E olha que encontrei... De cara fui direto pro WhatsApp revirar as conversas com os contatinhos que ela mencionava, onde me deparei com conversas meio picantes e várias piadas de duplo sentido. Desci mais e encontrei outra com outro cara musculoso, a conversa dava a entender que eles tinham se visto uma vez e queriam repetir a experiência. Fui ver as fotos que trocavam e me deparei com várias fotos dele pelado e até fotos do pau dele (gigante), mas a raposa terminava com fotos bem de boas que não passavam do que eu já via no dia a dia. Tinham algumas juntos, abraçados, onde dava pra ver a diferença de tamanho entre o um metro e setenta dela e o um metro e noventa e pouco dele. Sem dúvida deve ter sido uma foda descomunal. Me senti decepcionado, não encontrava nada pra saciar meu tesão, então mudei de objetivo e fui pro histórico do navegador e aí mudou o panorama. Além de consultar diariamente sobre finanças e seu signo do zodíaco, a senhora consumia quantidades de pornografia. Que surpresa que levei, meu pulso acelerou e meu pau ficou duro como pedra, estava na presença de uma punheteira consumada. Revirei seu histórico pornográfico e além do clássico lesbianismo, encontrei coisas como velhos transando com adolescentes (fetiche que não compartilho mas tem seu público), cenas de sequestros e estupros (encenados, óbvio) e gangbang. Sim, gangbang. Uma das minhas grandes fantasias, encarar numa suruba uma puta e meter nela até ela pedir pra parar entre vários caras. O histórico dela tinha muitas cenas desse tipo, parece que compartilhamos esse gosto. De repente me deparei com uma cena da Valentina Nappi num gangbang da Dogfart e lembrei da viagem dela sozinha pra República Dominicana há um ano atrás. Será possível que, aproveitando a distância, ela tenha se esbaldado com paus negros? Não aguentei mais, voltei pro WhatsApp pra ver as fotos mais ousadas dela e dediquei uma punheta descomunal imaginando ela passando de pau em pau. Minha gozada foi um bukkake. Voltei a minhas atividades de trabalho depois de limpar a bagunça pensando em como tirar proveito dessa informação. Algum tempo depois, estávamos passando por locais para orçamentos e ela me contando os altos e baixos sexuais de uma amiga que estava num triângulo amoroso e não sabia o que escolher: *O que você faria? -perguntou. *Eu faria um ménage, no final das contas já tem as duas dentro de qualquer jeito -respondi. Ela explodiu numa gargalhada, costumávamos falar assim tão direto, não era raro entre nós termos palavras ou diálogos picantes, embora nunca fossem o centro das conversas. *Nããão, hahahahaha, vão acabar com ela -ela me responde ainda rindo. *Ela vai gostar -retruquei. *Você acha? -pergunta olhando pra mim. *Sim, óbvio. Se os dois comem ela bem pelo que parece, imagina juntos? Arrebentam ela -finalizei com ênfase. *É, eu falei algo meio parecido -diz baixo enquanto liga o carro. *Bom, se já fez algum, dá um conselho de amiga. Você tem dois pintos pra você, gata. Reage. -falo rindo. *Tem que aguentar o tranco, não é pra qualquer uma -diz séria com os olhos na rua e eu por dentro gritando gol. *Pera, pera... Você fez um ménage? -pergunto fingindo surpresa. *Fiz vários -diz num tom mais sério. Eu estava começando a engolir saliva, minhas mãos suavam e estava começando a ter uma ereção. *E não gostou? -pergunto rápido antes que ela mude de assunto. Ela responde que os primeiros que fez foram com o ex e que ele usava tanta pó que não conseguia ter ereção. Então o ménage se resumia a ela com o terceiro da vez e o parceiro se limitando a olhar ou tocá-la às vezes. Insatisfeita com a situação, ela conversou com ele, então o próximo teve dois homens pra ela e ele só olhando, já que ele ficava duro. Como sei que é uma época da qual ela não tem boas lembranças, não insisto muito e pergunto se atualmente ela fez algum. Ela responde que tinha deixado de lado, mas que depois de transar casual Ela costumava voltar pra casa e bater uma vendo pornografia porque não se sentia completamente satisfeita. Eu não aguentava mais, dava pra ver minha excitação pela conversa e ela adorava isso, sabia que estava fazendo uma masturbação mental em mim com o que me contava. Minha ereção estava visível e tinha um clima estranho no carro, então imagino que ela também estava ficando excitada.
*E com mais de dois, você já experimentou? - pergunto quase gaguejando.
*Ufff, sim. Na República Dominicana - ela responde enquanto estaciona pra descer num quiosque.
*Eram três? - digo antes dela descer.
*Nunca estive tão cheia - ela responde com um olhar de fogo, sabendo que com essa informação ela me finalizou completamente.
Fico no carro vendo sua caminhada felina e aquele cu de cinema se afastando devagar e entrando no quiosque. Não aguentei, bati uma ali mesmo.
5 comentários - Os fetiches da minha sogra