Olá, meu nome é Rocío e meu parceiro Alberto, quero contar pra vocês a experiência do meu primeiro ménage. O Alberto tem um perfil no site Poringa, a gente olhava fotos, vídeos que os usuários postavam e sempre fantasiávamos sobre ter nosso primeiro ménage. Ele tava decidido, mas eu custava a dar o passo. Reconheço que na nossa intimidade a gente tirava fotos, se filmava, mas era só pra gente e pra alimentar nossa safadeza, nunca fomos além. Depois de conversar muito sobre o assunto, e com minha excitação pelo desconhecido, eu decido e falo pro Alberto tentar concretizar, mas antes queria conhecer quem poderia ser o terceiro, como ele era, a idade, tudo, e que a decisão final seria minha. Depois de ver alguns candidatos, o Alberto escolheu um com quem conversou por muitas noites, trocaram fotos. Quando eu tive toda a info, pedi pra saber, ele me mostrou as conversas e as fotos. Não vou negar que quando vi, fiquei toda excitada com a ideia e me esquentou. Ele se chama Emiliano, 26 anos, branco, carinha bonita e muito bem dotado. Talvez não tão comprido, mas bem grosso, o pau dele é lindo de se ver. Depois fiquei sabendo que media 18 por 5,5 no tronco, de menor a maior. Devo confessar que era maior que o do Alberto, e isso me encheu de curiosidade e de tesão na minha buceta, que já queria sentir algo novo dentro de mim. Mas pra não gerar nada estranho no Alberto, tentei disfarçar minha ansiedade e falei, como quem não quer nada: "Se você quiser fechar, pode fechar". Claro, o Alberto, excitado e na expectativa, fechou na hora. O encontro: o Emi, como a gente chama, era de Chivilcoy, nós de Pehuajó, e de vez em quando a gente viajava pra capital. Então combinamos que numa dessas viagens a gente visitaria ele na casa dele, já que morava sozinho. E pra ele ia ser o primeiro ménage e também o primeiro encontro com uma mulher mais velha, já que eu tinha 38 anos e ele 26. Chega o dia que a gente viajou pra Buenos Aires, avisamos o Emi, era de tarde, ele ia nos esperar. Saímos de Pehuajó rumo à capital, viajamos conversando sobre como seria ou como tudo ia rolar, cheios de nervosismo os dois (depois). Alberto me contaria (cheio de ciúmes) que chegamos na rotatória de Chivilcoy e avisamos a Emi que estávamos na rotatória. Ele disse pra gente esperar na esquina da agência de carros Renault, na avenida de entrada da cidade. Chegamos lá e ele já estava esperando no carro dele. Nos cumprimentamos, todo mundo nervoso. Rocío subiu com Emi no carro dele e eu segui atrás com o nosso Bora. Chegamos no apê, entramos e, por uns longos dois minutos, ficamos nos olhando sem ninguém quebrar o gelo. Era compreensível, já que era a primeira vez de todo mundo. Até que Alberto fala: "Gente, querem ir pro quarto? Vão indo, daqui a pouco eu vou." Nessa altura, eu já estava super molhada, minha pussy era um rio de fluido, hehe. Não via a hora de sentir outra cock que não fosse a do Alberto, ansiosa pra saber como era, como é uma maior, e um monte de outras perguntas. Emi me pega pela mão e a gente vai pro quarto escuro dele, mas com música de fundo, um clima gostoso. Mal passamos pela porta do quarto e Emi já me beija com um beijo de língua profundo e muito quente. Aproveitei muito aquele beijo. Quando ele me puxa pra me beijar, sinto a cock dele encostando na minha barriga, dura e firme, e já queria colocar na boca. Mas Emi não parava de me beijar e apertar meus peitos, fazia tão gostoso que eu sentia o líquido viscoso da minha pussy escorrendo literalmente pela minha perna. Num suspiro, falo: "Emi, por favor, chupa minha pussy, vou desmaiar se você não fizer isso." Em questão de segundos, ele me deixou nua, só de thong, e puxou ela de leve, se jogando na minha pussy sedenta com uma língua brincalhona. Nisso, vejo o Alberto entrando no quarto com a lanterna do celular ligada, filmando. Foi tanta tesão naquele instante que explodi num orgasmo intenso e trêmulo, que estourou na cara do Emi. Ele, todo gostoso, não queria deixar escapar nenhuma gota de líquido que não fosse pra boca dele. Ficou um bom tempo assim, até engolir tudo e deixar minha pussy limpinha. A palavra: buceta. Em seguida, ele me empurrou na cama, que me lembre, tirou minha roupa e, quando chegou na cueca, totalmente molhada na parte da frente, sem tirar a cueca, comecei a passar a língua por cima do tecido, na mesma direção do pau dele. Ele estava morrendo de prazer e, como eu tava chupando gostoso, não aguentou mais. Nessa altura, Alberto com o pau na mão, se exibindo tão duro que, quando vi que ele ia gozar, agarrei com minha mão e levei direto pra minha boca. Na hora, ele jorrou jatos quentes e grossos do mais gostoso esperma argentino. Eu, toda gostosa, engoli quase tudo, só ficaram umas gotinhas sem engolir. Peguei o pescoço do Alberto, puxei ele pra perto de mim e beijei fundo, sentindo o gosto do próprio esperma dele. Olhei pro Emi, que tava pasmo olhando a cena, fui até ele e fiz a mesma coisa — ele tinha que conhecer o gosto da porra do meu marido, hehe. Desci até o pau do Emiliano, tirei a cueca dele e meti na boca com muito prazer. Era uma delícia como cheirava gostoso, e o sabor até hoje eu lembro. Tanto prazer mútuo que a gente se dava que o Emi não aguentou e gozou na minha boca de um jeito tão abundante que, pelo canto dos meus lábios, saía esperma pra fora da minha boca, e gota a gota caía no meu pescoço. Olhei pro Alberto e ordenei que ele juntasse aquele esperma com a língua e engolisse — era um jeito de ser grato com o corno, hehe. E ele obedeceu direitinho. Vendo isso, o pau do Emi subiu de novo, e continuei chupando e aproveitando um bom tempo. Já tinha passado quase duas horas, e a gente tinha que ir pra capital, então falamos pro Emiliano. Ele também ficou feliz com o que aconteceu, e combinamos uma próxima vez pra continuar aproveitando os três o sexo e o tesão de três adultos decididos a realizar suas fantasias.
6 comentários - Meu primeiro menage
Muy mal escrito.