Después de un susto nocturno

Nos capítulos anteriores...

Tarde proibida com a irmãzinha¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño:

"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.(Outra) tarde proibida com a irmãzinha—¡Ay, Dios mío! ¡Qué rico! ¡Sí, sí, así! —gemía la mujer, arqueando la espalda mientras el hombre la penetraba con fuerza, sus cuerpos chocando en un ritmo frenético. El sudor brillaba en sus pieles, y los sonidos húmedos de sus cuerpos llenaban la habitación. El hombre gruñía, mordiéndole el cuello, mientras ella se aferraba a las sábanas, gimiendo sin control. —¡No pares, por favor! ¡Así, así! —suplicaba, mientras él aceleraba el ritmo, llevándola al borde del éxtasis. Finalmente, con un grito ahogado, ambos se dejaron caer, jadeando, abrazados en la cama desordenada.Minha mãe saiu no fim de semana...¡Ahí está! Esa puta zorra se está moviendo, meneando ese culo gostoso.Praia com a irmã

(os nomes, profissões e demais dados pessoais possíveis foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Todo mundo sabe que minha história com minha irmã Leire sempre foi… bem, de vai e vem. E não tem problema nenhum, claro. Aliás, socialmente o que a gente faz não é aceito. Mas nunca ligamos pra isso. A gente curte a companhia uma do outro no sexo, nos complementamos bem. E quando não, a gente se vira sozinho.

Pois numa dessas estávamos eu e Leire. Aquela noite ela estava se arrumando pra sair com os amigos, e eu tinha que ficar em casa, porque todos os meus amigos tinham ido passar o fim de semana fora, e eu tava sem grana. Ter amigos pra isso…

“E aí?”, ela me perguntou. A verdade é que ela tava poderosa pra caralho, tinha vestido um vestido preto justo que deixava metade dos peitos de fora, e não passava do joelho. E ainda por cima, salto alto. Super gostosa.

“Espetacular”, falei sincero. Não adiantava fingir o contrário depois de ter transado várias vezes. Ela se virou, a bunda marcava perfeitamente. Deu vontade de morder. Ela foi sentar do meu lado, e eu, bem sem vergonha, coloquei a mão debaixo daquela bunda. Enquanto pegava o celular, ela disse: “Achei que a gente tinha dito que ia dar um tempo, não?”

“Mas você é irresistível. E eu tô há um tempão na seca”, falei. “Não vai ter pena do seu irmãozinho pobre?”, perguntei com uma voz de pena bem fingida.

“Talvez se hoje à noite não der certo”, ela disse e me deu um beijo na boca. Eu acompanhei, e nossas línguas se encontraram. Mas ela se afastou. Sorri. Eu conhecia ela, podia ter quase caído. “Então, não vai sair?”

“Não, acho que vou encher o saco com Netflix até dormir”

“Com cerveja?”

“Sei lá. Quer que eu possa dirigir caso precise ir te buscar?”

“Não vai precisar, mas como quiser. Vou nessa”, ela disse, e me deu um segundo beijo. “Não enche o WiFi de pornô”.

Depois daqueles beijos, o único vídeo pornô foi o que a gente gravou eu e ela uma tarde, passando o celular de mão em mão pra nos filmar. Mas infelizmente a gente combinou que ela ia guardar. É mais de confiança do que eu. Então me joguei no sofá e comecei uma maratona deDoutor Quemenquanto as horas passavam. Lembro que tive que dormir umas duas vezes enquanto via a série, mas não tava com vontade de levantar.

O problema foi quando resolvi me levantar. Meu corpo tava pedindo pra mijar, então fui no banheiro. E quando terminei, pensei em preparar um sanduíche pra jantar com uma latinha de algo. Levei pra sala o pão, o frios e a lata de cerveza, e nessa hora meu celular tocou. Era a Leire.

“Fala, mana”

“Você tava dormindo?”, ela perguntou. Parecia que tava andando.

“E você tá vestido?”

“Claro que sim. O que foi?”

“Preciso que você venha me buscar”, ela disse.

Fiquei em alerta.

“O que houve?”

“A gente tava no Copacabana. Um cara chegou perto, a gente se curtiu, mas… ele passou a mão em mim. Saí de lá, e acho que ele tá me seguindo”

“Acha?”

“Não tenho coragem de virar… Tô com medo…”

“Me fala onde você tá”, pedi, e ela respondeu. “Beleza, isso é perto da loja do tio. Vai pra lá, eu chego em cinco minutos”.

Saí correndo porta afora, pegando as chaves da moto. Desci as escadas e fui pra rua. Montei na moto e liguei. É verdade que devia ter colocado o capacete, mas naquele momento não tava pensando na minha segurança. Só na da minha irmã.

Peguei velocidade até chegar onde tinha combinado de encontrar ela. E ainda bem. Ela tava encostada numa parede, a da loja do nosso tio, enquanto um cara tinha colado nela. Tava gritando com ela. E do outro lado da rua, um monte de curioso olhando a cena, mas ninguém se dignava a dar uma mão. Que vontade de vomitar. Acelerei.

Subi na calçada sem descer da moto. O cara virou pra olhar minha moto, e nessa hora eu freiei. Na distância certa pra minha roda bater nele e ele cair no chão. Olhei pra minha irmã.

“Sobe!”

Ela demorou um segundo pra reagir, mas não demorou pra subir comigo. Segurou firme na minha cintura, algo geralmente perigoso, mas o que importava era vazar dali. Dei meia-volta e meti o pé no acelerador. Saímos dali rápido. Não tava nem aí se alguém tinha anotado a placa da minha moto. Na real, adoraria encontrar esse filho da puta cara a cara e quebrar a cara dele na porrada.

Quando finalmente chegamos na nossa rua, reduzi a velocidade. Entramos no ritmo certo e estacionei a moto em cima da calçada, num lugar onde costumava deixar ela. Leire desceu primeiro, e depois eu desmontei. Ela tinha se apoiado na parede, com as pernas tremendo. Dei um abraço nela.

"Já passou, já passou", falei. "Você tá segura"

"Tive muito medo", ela disse. "Valeu por ter vindo"

"Sempre. Você é minha irmã. Não vou deixar nada de ruim acontecer com você"

Quando ela se sentiu capaz de andar, subimos pra casa. Mais uma vez, estávamos sozinhos. Minha mãe tinha ido pra uma palestra de alguma coisa do trabalho. Deixei ela na sala e fui preparar um chá de camomila. Ela gostava e era bom pro nervosismo dela. Enquanto a água esquentava e eu procurava o saquinho e o açúcar (a cozinha virava uma bagunça quando não tinha uma figura de autoridade), ela veio.

"Já vou levar pra você", falei.

"Não tava afim de ficar sozinha", respondeu. "Porra, meus amigos não fizeram nada. Os caras do bar não fizeram nada. Aquele otário podia ter me...", fechou os olhos. "Porra, não quero nem pensar nisso".

"Eu sei", falei. Coloquei as mãos nos ombros dela. Ela não afastou. Ainda confiava em mim. "Mas sabe? Enquanto você me tiver por perto, nada de ruim vai te acontecer. E se alguém ousar te machucar, eu vou cuidar pra que não aconteça de novo".

Percebi.

"A água já ferveu, vai pra sala".

Levei a infusão já com o saquinho de camomila e o açúcar. Sabia como ela gostava. Aproveitei na hora pra atacar o sanduíche que não tinha conseguido jantar. Não falei nada, esperando que ela dissesse algo. Mas até terminarmos de comer, ela não falou. Eu tinha me encostado no sofá e ela se deitou em cima de mim.

"Você é bom demais comigo", ela disse.

"Acho que não dá pra ser Bom demais. Além disso, você é minha irmã. E mesmo que não fosse, acha que eu ia deixar aquele filho da puta te estuprar?”

“Mas a nossa relação não é só de irmãos, né? A gente já transou. E antes você deu em cima de mim, eu te recusei”, ela lembrou. “Eu te falei que não porque achava que ia foder com outro. Você podia ter ignorado meu chamado.”

“Nunca conseguiria”, eu disse. Ela sempre foi uma pessoa importante pra mim. E claro que na cama a gente tinha se conectado de um jeito especial, mas isso não importava. Eu cuidaria dela quando precisasse.

“Mas a gente não só transou. Teve vezes que você fez amor comigo. É algo bem diferente.”

“Leire…”

“Escuta. Não é ruim. Eu fui a errada. Fui eu que pedi pra começar, eu que pedi pra parar, pedi de novo pra começar, e você sempre me obedeceu. Eu não mereço você. Até agora, a gente tá numa situação em que eu pedi pra não continuar.”

“Mas você é minha irmã. Acha que o sexo me incomoda? É algo excepcional que a gente fez”, eu disse. “Você não me deve nada, não precisa ficar remoendo isso.”

“Eu remoo. Faça o que fizer, sempre tive seu apoio. Minhas amigas e amigos não têm essa sorte com os irmãos deles. Tenho muita sorte de ter você.”

“Valeu.”

“Você não vai se livrar de mim. Quando conhecer uma mulher que preste, fica com ela. Enquanto isso, eu vou estar com você. E por mais caras que eu conheça, nenhum vai ser igual a você. Sempre vou bater na sua porta.”

“Acho que o incidente te abalou”, eu disse, com medo de que ela falasse algo de que se arrependesse. “Você devia descansar, foi uma noite muito pesada.”

“Acho que você tem razão. Você vai dormir também?”

“Acho que vou ver uma…”filmepro meu quarto"

Então a gente levantou e ela foi pro quarto dela. Tinha tirado os sapatos. Pensei que os saltos não atrapalhavam no meio da sala naquele momento e eu também fui pro meu quarto. Me deitei na cama e tirei o moletom. Fiquei de peito nu e liguei a TV do meu quarto.

"Posso dormir com você?"

Leire tinha aparecido naquele instante. Ainda não tinha tirado o vestido. Eu concordei com a cabeça.

"Você não vai tirar o vestido?", perguntei enquanto ela se sentava na minha cama.

"Não consigo alcançar o zíper. Me ajuda", disse com uma voz doce.

Consegui puxar o zíper pra baixo. Era difícil mesmo, era pequenininho e meus dedos não se encaixavam bem. Mas consegui abrir. E me surpreendi quando ela tirou o vestido pra baixo e eu vi que não tinha colocado sutiã. Só estava de calcinha preta de renda.

"Você saiu assim de verdade?", perguntei.

"Já te falei. Saí pra seduzir. Mas dei com a pessoa errada", disse ela com os peitos de fora. "Mas você prometeu que eu dormiria com você"

"Sem pijama?"

"Isso não era parte do trato", brincou.

Não falei mais nada e me deitei na cama. Ela se deitou por cima de mim. Senti o calor do corpo dela. Instintivamente passei um braço por cima dela, abraçando. Era muito gostoso. Ela tentou passar uma perna por cima de mim, mas alguma coisa não tava legal.

"Desculpa", disse ela e começou a abrir minha calça. Acho que colocou a mão de propósito no meu pau. Deixei ela tirar minha calça e depois ela se deitou de novo em cima de mim. "Assim é melhor, né?"

"É, verdade", não era mentira. Era muito gostoso ficar assim.

Fiquei uns minutos sem fazer nada. Achei que Leire tinha dormido. Sentia a respiração dela no meu peito. Devia ter desligado a TV e ido dormir. Mas quando comecei a abaixar o volume do aparelho, minha irmã colocou a mão de novo no meu pau. E não tava dormindo.

"Tô sentindo falta disso", disse ela. "Nunca devia ter te falado que não faríamos"
"Você mesma disse. É errado, né?"
"Mas eu não ligo que seja errado. Eu quero fazer. Me proibi muito de fazer porque achava que não devíamos. Agora não ligo mais. Te quero"
"Eu também te quero"
"Não tô falando de você ser meu irmão. É algo além. Não sei se é amor... Acho que não, já senti muitas coisas diferentes por muitas pessoas, mas com você foi único."
"Leire... hora de dormir", falei. Ela ainda tava passando a mão no meu pau e eu tava duríssimo naquele momento.
"Ainda não", ela disse. "Quero fazer com você. Mas não tô falando hoje, como mais uma brincadeira. Quero fazer sempre que a gente quiser. Não vou mais negar"
"Ei..."
"Posso te fazer feliz se quiser. Até você encontrar alguém que te faça feliz também. Você esteve pra mim, e eu vou estar pra você"
Não falei nada. Era uma proposta estranha que quebrava nosso acordo normal. A gente só transava por diversão, um desabafo. Aquilo era aceitar algo diferente, algo que a gente tinha se negado muitas vezes. Eu tinha tentado impedir, e ela queria continuar.
"Se você disser que quer, a gente vai fazer. Se não disser, vou te deixar em paz. Só vamos dormir. É promessa"
"Não consigo me negar a fazer isso com você, Leire", falei, "mas se isso te machucar, não posso dizer que sim"
"Tá me machucando não fazer. Há semanas, agora eu sei. Diz que quer"
"Leire. Quero fazer"
E de um puxão ela arrancou minha cueca. Meu pau tava ali, escorrendo líquido pré-seminal de tão excitado. Ela se deitou do meu lado e começou a chupar. Devagar, com muita ternura. Passou vários minutos na minha cabeça enquanto me masturbava ao mesmo tempo. Estiquei uma mão e comecei a acariciar um peito dela. Gostava dos peitos dela. Aquele mamilo safado me agradava e ela gemia por causa da minha brincadeira.
"Você é mau", reclamou. "Sabe que isso me excita muito"
"Por isso que faço", respondi sorrindo. Porra, tava há tempo demais me segurando. "Ei, vou gozar"
"Na minha boquinha?", perguntou e continuou chupando meu pau.

"Não é... aaaaaaah!", gozei de repente, antes do que eu esperava. Minha irmã fechou os lábios em volta do meu pau e continuou espremendo meu leite até eu terminar de gozar. "Necessário", completei a frase.

"Disso também eu tenho culpa, não posso deixar você acumular assim", ela disse. "Por isso comecei assim."

"Não te entendo."

"Você goza rápido na minha boca, e agora posso sentir você dentro de mim", explicou enquanto tirava a calcinha. "Vamos. Aproveita isso."

Ela gemeu ao sentir meu pau penetrando a bucetinha dela. Tava molhada e escorregava fácil. Ela arregalou os olhos, como se fosse a primeira vez.

"Que intenso", comentou. "Quase nem lembrava... aaaaah aaaaaah", gemeu. Eu tinha começado a mexer meus quadris debaixo dela e meu pau entrava e saía do fundo dela. "Você é safado."

"Mas você gosta?"

"Muito", disse. "Continua assim, sim, sim", gemeu, levou as mãos aos peitos e começou a estimular os biquinhos. "Você é demais, irmãozinho. Te amo."

"Também te amo, Leire", falei. "E vou estar sempre com você."

"Sim, por favor", pediu ela. "Quero isso todo dia", gemeu. "Adoro sentir seu amor. Aaaaah aaaaaah", começou a se mexer junto comigo, fora de si. "Quero gozar... me faz gozar, você tá indo muito bem."

Segurei ela pela bunda e acelerei as estocadas. Tava fodendo ela rápido, pelo tempo que a gente tinha ficado sem, íamos compensar cada dia perdido naquela noite. Senti os jatos dela saindo da bucetinha e escorrendo pelas minhas bolas, e aí meu leite inundou a xota dela. Ela se deixou cair em cima de mim, ainda ligados pela minha ereção que se recusava a relaxar e sair do corpo da minha irmã.

Ela me beijou. Eu devolvi o beijo, e dessa vez nossas línguas dançaram o bailado da safadeza. Aproveitei pra apalpar ela toda, das costas à bunda e depois no ponto onde a gente tava ligado. Ela levantou a cabeça e me sorriu.

"Podíamos tomar um banho. A gente se sujou muito."

Fomos pro banheiro, mas desde então a ideia não era tomar banho juntos. Na nossa banheira, Leire se ajoelhou de novo pra chupar um pouco e depois ficou de costas pra mim, apoiada na parede. Com a água molhando nos pontos certos pra manter o calor e não nos afogar, meti de novo dentro da bucetinha dela. Ela gemeu de prazer enquanto eu enfiava uma, duas, várias vezes.

"Leire, quero te comer pelo cu", falei no ouvido dela. Não ia me segurar nos meus desejos, queria minha irmãzinha entregue pelo cu.

"Goza aqui primeiro", ela disse, e eu sabia que a mão dela tava se esfregando na bucetinha. "Depois pode fazer o que quiser comigo", falou. "Mas goza primeiro aqui ih ih ih ih", a palavra dela se esticou no ar enquanto meu pau entrava, saía, entrava, saía, entrava, saía e finalmente eu descarregava meu leite dentro dela.

"E o seu cu?", perguntei. Tava abraçado nela e esfregava meu pau na rachinha dela entre as pernas. Ela só se abraçava em mim, curtindo.

"Vou deixar você me comer, mas... na cama da mamãe", ela propôs.

Essa ideia me deixou com muito tesão. Saímos do chuveiro e fui primeiro pro meu quarto pegar um pote de lubrificante. Leire disse que já vinha. Esperei ela pelado na cama da mamãe, e não demorou pra aparecer. Ela trazia algo na mão.

"Mas que isso, Leire. Não sabia que você era tão putinha", eu ri. Ela tinha um dildo azul na mão. Sorriu e se aproximou. "Ei, o que cê vai fazer?", perguntei enquanto ela juntava o dildo com meu pau.

"Sabia. É quase do mesmo tamanho", disse sorrindo. "Comprei isso esses dias. Usei várias vezes. Lembrando do que a gente faz"

"Sério? Safada, safada", falei, sorrindo.

"Pode me comer por trás se quiser, e se não se importar, vou brincar com isso"

"Sem problema", falei, "você também tem que aproveitar"

Ela ficou de quatro pra mim. Abriu bem as pernas, me dando acesso total. Acariciei a bunda dela primeiro, sentia ela tensa. Beijei, dei uma mordida de brincadeira. Ela reclamou. "Malvado. Sabe tô com vontade"

Abri o pote de lubrificante e deixei cair umas gotas na bunda dela. Poucas no começo, só pra ir dilatando o cuzinho delicado dela. Depois deixei cair um pouco mais de lubrificante. Ela gemia, meu dedo médio já entrava perfeitamente lá dentro.

"Não tá doendo?"

"Não, tô ficando com tesão... Mete logo", pediu.

Joguei um generoso jato de lubrificante na minha pica e bati umas punhetas pra espalhar bem. Quando tava pronto, apontei a cabeça da minha rola pro cu dela e empurrei. Suave, devagar, sem parar a menos que ela pedisse. Mas não pediu. Devagar, meu pau entrou todo dentro dela. Que delícia que tava.

"Tá bem?"

"Maravilha", disse, "continua".

Comecei a meter e tirar. Muito mais delicado que as duas gozadas que a gente tinha dado antes, ainda sentia uma certa resistência do cu dela. Senti algo debaixo de mim. Era a Leire, apontando o vibrador pra bucetinha dela e começando a se masturbar devagar com ele. Minha irmãzinha tava curtindo aquela dupla penetração improvisada e o cu dela tava me deixando louco.

Tirei pra lubrificar de novo minha vara e agora deslizava com mais facilidade. Era uma delícia. Minha irmãzinha Leire submissa a mim. Aumentei o ritmo, mas sem machucar (sério, cu pode ser muito sensível), embora já não encontrasse resistência. Ela gemia, ofegava e curtia.

"Isso me deixa louca..." ofegou Leire "Vou gozar... de verdade, vou gozar"

"Eu também", falei. "Quer que eu goze?"

"Sim, por favor, goza, goza, goza", pediu. "Te amo, aaaaaaah, te amo", gemeu.

Dei meus últimos empurrões antes de gozar que nem um condenado dentro do cu dela. Ela gemeu pra caralho, a mão dela se estimulava perfeitamente com o vibrador. Deixou ele dentro da bucetinha enquanto a gente descansava. Eu tava meio cansado depois de quatro gozadas, mas ela parecia ansiosa por mais.

Leire se deitou em cima de mim, com a boceta em cima da minha cara. Na hora entendi o que queria. Comecei a chupar ela devagar enquanto ela voltava a devorar meu pau. A gente se entregou naquele 69 lento, cheio de paixão. Aproveitei o gosto salgado da buceta dela enquanto sentia sensações incríveis na minha cabeça. Ela chupava muito bem, tinha que admitir. Me agarrei na cintura dela enquanto me afundava na buceta dela, curtindo aquela agonia até que os sucos dela encheram minha boca e os meus explodiram na dela.

Ela se virou e a gente se beijou. Nossas bocas estavam cheias de porra, mas naquele momento a gente não ligava muito. Ela escorregou de novo pelo meu corpo até a gente ficar junto de novo.

"Leire... mesmo sendo impossível broxar assim, eu não aguento mais", falei.

"Tudo bem. Só de sentir você já basta", ela disse. "Quero que a gente faça uma loucura".

"Maior que essa?"

"Sim. Você disse que queria procurar um apê. Então quero quevamos procurar um apêPara nós dois"

"Você é maluca, de verdade", falei pra ela.

"Você com seu quarto, eu com o meu. Pode levar minas, posso levar caras. Mas se a gente estiver sozinho, podemos continuar fazendo isso. Não vamos ter que ficar de olho se a mamãe tá em casa", ela me disse. "Você vai pensar?"

Prometi que ia pensar. A ideia não era ruim. Só tinha o pequeno problema da moralidade. Será que eu conseguia cagar pra isso?MEUS OUTROS CONTOS

Férias com meus primos (terminado)
Capítulo 1E aí, gostosa, já tô aqui te esperando. Tô doido pra te ver de novo, sentir o teu cheiro, te beijar todinha. Vem logo que a noite vai ser quente, só nós dois.Capítulo 2—¡Mira, ya llegó tu amiga!
—¿Qué amiga?
—Esa, la que está parada allá.
—Ah, ¿ella? Es mi amiga de la infancia.
—¿En serio? ¡Está bien buena!
—Sí, es una chica muy guapa.
—Oye, ¿crees que podrías presentármela?
—Claro, sin problema.
—¡Qué bien! Vamos para allá.

—Olha, sua amiga chegou!
—Que amiga?
—Aquela ali, a que tá parada lá.
—Ah, ela? É minha amiga de infância.
—Sério? Ela é mó gostosa!
—É sim, é uma mina muito bonita.
—Ei, cê acha que dá pra me apresentar?
—Claro, sem problema.
—Que massa! Vamos lá.Capítulo 3Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Capítulo 4¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono y el estilo solicitados:

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**Traducción:**

Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne SOMENTE a tradução, nada mais.Capítulo 5¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:

"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras onde for apropriado (ex.: "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Faça com que soe natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Capítulo 6—¡Ay, caramba! ¡Qué rico! —exclamó la mujer, arqueando la espalda mientras sentía el calor de su boca en su sexo. Sus dedos se enredaron en su cabello, tirando suavemente mientras su respiración se volvía entrecortada. —Sí, así, justo ahí... no pares, por favor...Capítulo 7—¿Qué estás mirando, pervertido?
—Estaba mirando tu cara bonita.
—Mientes. Estabas mirando mis tetas.
—Bueno, también son bonitas.
—¿Quieres tocarlas?
—¿En serio?
—Sí, pero con una condición.
—¿Cuál?
—Tienes que chupármelas.
—Trato hecho.Capítulo 8¡Claro! Por favor, proporciona el texto en español que deseas que traduzca al portugués brasileño.Capítulo 9—¡No me mires así, zorra! —gritó él, con la mirada encendida de deseo y rabia.
Ella se mordió el labio inferior, desafiante, y se arrodilló lentamente frente a él.
—Entonces muéstrame lo que tienes, macho —susurró ella, con la voz ronca de lujuria.
Él la agarró del cabello, tirando hacia atrás su cabeza, y la obligó a mirarlo a los ojos.
—Vas a chupar hasta que te ahogues, puta —gruñó, mientras desabrochaba su cinturón.
Ella sonrió, lamiéndose los labios, y abrió la boca de par en par.Capítulo 10¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono y el estilo solicitados:

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**Traducción:**

Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Capítulo 11¡Ay, caramba! ¡Qué rico! ¡Dame más, papi! ¡Así, así! ¡No pares! ¡Me encanta cuando me haces eso! ¡Estoy tan mojada para ti! ¡Métetela toda! ¡Quiero sentirte hasta el fondo! ¡Sí, sí, sí! ¡Me estoy viniendo! ¡No te detengas!Capítulo 12¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:

"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Capítulo 13¡Claro! Aquí tienes la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña cuando sea apropiado. Como no proporcionaste el texto en español, aquí tienes un ejemplo de cómo sería la traducción:

**Texto original en español:**
"Esa mujer es muy sexy, tiene un cuerpo increíble y una mirada que te derrite."

**Traducción al portugués brasileño:**
"Essa mina é muito gostosa, tem um corpo do caralho e um olhar que te derrete."

Si me pasas el texto específico, lo traduzco sin problema.Capítulo 14E aí, gostosa, já pensou em como seria ter uma noite inteira só pra gente?Capítulo 15¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:

"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Capítulo 16—¡Ah, suja! ¡Que buceta gostosa! ¡Olha como ela brilha!Capítulo 17—¡Ah, sí, señor! ¡Qué rico! ¡Más fuerte, por favor!Capítulo 18¡Ay, caramba! ¡Qué rico! ¡Dame más, papi! ¡Así, así! ¡No pares! ¡Me encanta cuando me haces eso! ¡Duro, más duro! ¡Ay, Dios mío, me voy a venir! ¡Contigo, siempre! ¡Eres el mejor!Décimo nono aniversário com minhas primas

Sara, namorada transexual (continuando)
Autoexperimentando¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña donde sea apropiado:

"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Fantasia: troca de papéis com minha namorada¡Ay, caramba! ¡Qué rico! ¡Sí, así, más fuerte! ¡No pares, por favor! ¡Me encanta cuando haces eso! ¡Dame más, duro y sin pena! ¡Uff, qué delicia! ¡Sigue, no te detengas! ¡Quiero sentirte hasta el fondo! ¡Así, justo ahí! ¡Dios, qué bueno eres! ¡Hazme tuya, por favor! ¡No aguanto más, me voy a venir! ¡Contigo todo es mejor! ¡Ven, dame todo lo que tienes! ¡Qué rico, qué rico! ¡Sí, sí, sí! ¡No pares nunca!Recebi ajuda da minha amiga especial.¡Claro! Por favor, proporciona el texto en español que deseas que traduzca al portugués brasileño.Trio com casal amigo¡Claro! Por favor, proporciona el texto en español que deseas que traduzca al portugués brasileño.Massagem com final mais que feliz—¡Ay, Dios mío! ¡Qué rico! —gemí, arqueando las caderas hacia arriba.
—Así es, nena —dijo él, con la voz ronca—. Toma todo lo que tengo.
—¡Sí, sí, sí! —grité, sintiendo cómo me llenaba por completo.
—Eres tan apretada… tan caliente… —susurró, mordiéndome el lóbulo de la oreja.
—No pares… por favor, no pares… —supliqué, casi sin aliento.
—Nunca, mi amor. Nunca —respondió, acelerando el ritmo.
—¡Me voy a venir! ¡Me voy a venir! —anuncié, con las uñas clavadas en su espalda.
—Ven conmigo, preciosa. Ven ahora —ordenó, y yo me deshice en un gemido largo y tembloroso.
—¡Dios…! —jadeé, mientras el placer me recorría entera.
—Eres mía —dijo, besándome el cuello—. Toda mía.
—Siempre —susurré, abrazándolo fuerte.

—Ai, meu Deus! Que delícia! —gemi, arqueando a cintura pra cima.
—Isso mesmo, gostosa —falou ele, com a voz rouca—. Toma tudo que eu tenho.
—Sim, sim, sim! —gritei, sentindo ele me encher por completo.
—Você é tão apertadinha… tão quente… —sussurrou, mordendo minha orelha.
—Não para… pelo amor de Deus, não para… —implorei, quase sem fôlego.
—Nunca, meu amor. Nunca —respondeu, acelerando o ritmo.
—Vou gozar! Vou gozar! —avisei, com as unhas cravadas nas costas dele.
—Goza comigo, princesa. Goza agora —ordenou, e eu me desmanchei num gemido longo e trêmulo.
—Meu Deus… —ofeguei, enquanto o prazer me percorria inteira.
—Você é minha —disse, beijando meu pescoço—. Toda minha.
—Pra sempre —sussurrei, abraçando ele com força.Às ordens da minha amiga transsexual.—¡Ah, carajo! ¡Qué rico! ¡Sí, así, así! ¡No pares, por favor! ¡Me encanta cómo me la chupas!Tô de putaria com a minha ex… e a minha mina¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:

"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne o texto natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Vestido pra minha namorada (transexual)¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño:

**"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais."**Viciado em rola de travesti¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:

"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Quarteto bissexual (ou algo parecido)—¿Qué estás haciendo, perra? ¿Te estás tocando? ¿Te gusta? ¿Quieres que te folle, zorra?Fim de semana com os amigos (I)—¡Mira, mira quién está aquí! La pequeña zorra de la clase de al lado. ¿Qué haces aquí tan solita? ¿Esperando a que alguien venga a darte un poco de atención?Fim de semana com os amigos (II)E aí, princesa, já acordou? Tô aqui pensando em você, imaginando como seria bom ter você por perto agora. Seu corpo gostoso, sua buceta molhada... Meu pau já tá duro só de pensar. Vem cá, deixa eu te mostrar como eu quero te comer todinha.Ajudando uma amiga

A amiga da minha filha (continuando)

A amiga da minha filha se declarou pra mim.—¡Ay, caramba! ¡Qué rico! ¡Dame más, papi! ¡Así, así! ¡No pares! ¡Me encanta cuando me la metes toda! ¡Duro, duro! ¡Me vuelves loca! ¡Ayyy! ¡Me corro! ¡Sigue, sigue! ¡No te detengas! ¡Quiero sentirte hasta el fondo! ¡Dame toda tu leche! ¡Mmm, qué delicia! ¡Eres el mejor! ¡Hazme tuya! ¡Bésame, muerdeme, hazme lo que quieras! ¡Soy toda tuya!A escolha da amiga da minha filha—¡Ay, Dios mío! ¡Qué rico! —gemí, arqueando las caderas contra su boca.
—Así es, nena. Gime para mí —murmuró contra mi piel, y su aliento caliente me hizo estremecer.
—¡Mierda, no pares! —supliqué, enredando mis dedos en su pelo.
—No pienso hacerlo. Te quiero oír venirte, preciosa.
—¡Me voy a correr! —grité, sintiendo cómo el placer me envolvía.
—Córrete para mí. Ahora.
Y lo hice, con un gemido largo y tembloroso, mientras él no dejaba de lamer y succionar.
—Eso es, mi vida. Qué bien sabes.
—Dios, eres increíble —jadeé, cayendo de espaldas sobre las sábanas.
—Y apenas estamos empezando —sonrió, subiendo para besarme.

—¡Ai, meu Deus! Que delícia! —eu gemi, arqueando a bunda contra a boca dele.
—Isso, gostosa. Geme pra mim —ele murmurou contra minha pele, e o hálito quente me fez tremer toda.
—Porra, não para! —supliquei, enroscando os dedos no cabelo dele.
—Não vou parar. Quero ouvir você gozar, princesa.
—Vou gozar! —gritei, sentindo o prazer me envolver.
—Goza pra mim. Agora.
E eu gozei, com um gemido longo e trêmulo, enquanto ele não parava de lamber e chupar.
—Isso, minha vida. Que gostosa você é.
—Meu Deus, você é incrível —ofeguei, caindo de costas nos lençóis.
—E a gente mal começou —ele sorriu, subindo pra me beijar.Trio proibidoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Reconciliação tabu¡Ay, caramba! ¡Qué rico! ¡Sí, así, más duro! ¡No pares, por favor! ¡Me encanta cuando haces eso! ¡Dame más, duro y sin pena! ¡Uy, qué delicia! ¡Sí, así, justo ahí! ¡No te detengas, por favor! ¡Me vuelves loca! ¡Ay, Dios mío, qué rico! ¡Sí, sí, sí! ¡No pares! ¡Así, más fuerte! ¡Me encanta! ¡Dame todo, por favor! ¡Uy, qué rico, qué rico! ¡Sí, así, justo así! ¡No pares, por favor! ¡Me encanta cuando me haces esto! ¡Ay, qué rico! ¡Sí, dame más! ¡No pares! ¡Así, así, así! ¡Me encanta! ¡Dame todo, por favor! ¡Uy, qué delicia! ¡Sí, sí, sí! ¡No pares! ¡Así, más fuerte! ¡Me vuelves loca! ¡Ay, Dios mío, qué rico!A namorada da minha filha—¡Ay, caramba! ¡Qué rica estás!Reconciliação

Confissões dos meus amigos (terminado)
Confissões dela—¡Ay, Dios mío! ¡Qué rico! ¡Sí, así, así! ¡No pares, por favor! —gimió ella, arqueando la espalda mientras él la penetraba más profundo. Sus cuerpos se movían al unísono, el sudor brillando en su piel. —¡Me encanta cómo me llenas! ¡Eres tan grande! —jadeó, mordiéndose el labio inferior. Él gruñó, apretando sus caderas contra las de ella, acelerando el ritmo. El sonido de sus cuerpos chocando llenaba la habitación, mezclado con sus gemidos cada vez más desesperados. —¡Me voy a venir! ¡No pares, por favor, no pares! —suplicó ella, clavando las uñas en su espalda. Él sintió cómo se apretaba a su alrededor, y eso lo llevó al límite. Con un último empujón profundo, ambos se vinieron juntos, uniendo sus cuerpos en un espasmo de placer. Ella cayó sobre el colchón, jadeando, con una sonrisa de satisfacción en los labios. —Carajo, eso fue increíble —susurró él, besándole el hombro. —Siempre es increíble contigo —respondió ella, acariciándole el cabello.Confissões dele¡Ay, caramba! ¡Qué rico! ¡Dame más, papi! ¡Así, así! ¡No pares! ¡Me encanta sentirte dentro de mí! ¡Duro, más duro! ¡Quiero sentirte hasta el fondo! ¡Ay, Dios mío, me voy a venir! ¡Sí, sí, sí! ¡Contigo, siempre contigo! ¡Eres tan grande! ¡Lléname, papi, lléname toda! ¡Qué delicia! ¡No me sueltes! ¡Sigue, sigue, que no pare! ¡Ay, qué rico! ¡Te quiero sentir correrte dentro de mí! ¡Dame tu leche, papi! ¡Toda, quiero toda!Noite louca pra caralho¡Claro! Por favor, proporciona el texto en español que deseas que traduzca al portugués brasileño.Tudo confessado.

Coleção de contos curtos
A garota do tremE aí, gostosa, como cê tá?Por um erro—¡Ay, caramba! ¡Qué rico! ¡Dame más, duro! —gritó la mujer, su cuerpo sudoroso brillando bajo la luz tenue.Me pediram um favor.¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:

"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne SOMENTE a tradução, nada mais.Fantasia dela, fantasia dos dois—¡Puta merda! Que buceta gostosa!Duas gerações—¡Ay, mami! ¡Qué rica estás!
—Ay, mami, que gostosa tu é!Férias no hotel¡Claro! Aquí tienes la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña cuando sea apropiado:

"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne SOMENTE a tradução, nada mais.Três não é multidão, quatro é prazer—¡Ay, caramba! ¡Qué rico! ¡Dame más, papi! —gimió ella, arqueando la espalda mientras él la penetraba más profundo. El sudor brillaba en sus cuerpos entrelazados, y el sonido de sus jadeos llenaba la habitación. —Así, así, no pares… —suplicó ella, mordiéndose el labio mientras sentía cómo él la llenaba por completo.A gostosa do estágio.¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:

"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.A garçonete que mora no andar de baixo da minha casa.—¡Mira quién llegó! —dijo una voz femenina desde la entrada del salón de clases.

—¡Parece que la princesita por fin se dignó a aparecer! —se burló otra chica.

—¿Qué pasó, dormiste hasta tarde otra vez? —preguntó una tercera con sarcasmo.

—Cállense, todas ustedes —respondí con desprecio mientras caminaba hacia mi asiento—. No tengo por qué darles explicaciones.

—Claro, claro, la diva siempre tiene la razón —dijo la primera chica, rodando los ojos.

—Si tienen tiempo para hablar mierda, mejor aprovechen para estudiar —respondí sin siquiera mirarlas, sentándome en mi lugar.

—Ay, mira a la sabelotodo —se burló otra—. ¿Crees que porque te acuestas con el director eres especial?

Me giré lentamente y la miré fijamente.

—Repite eso si tienes valor.

El salón quedó en silencio. La chica tragó saliva y desvió la mirada.

—Eso pensé —dije con una sonrisa burlona, y me di la vuelta.—Opa, olha quem chegou! —disse uma voz feminina da entrada da sala de aula.

—Parece que a princesinha finalmente se dignou a aparecer! —zombou outra garota.

—O que foi, dormiu até tarde de novo? —perguntou uma terceira, com sarcasmo.

—Cala a boca, todas vocês —respondi com desprezo enquanto caminhava até meu lugar—. Não tenho que dar satisfação pra ninguém.

—Claro, claro, a diva sempre tem razão —disse a primeira garota, revirando os olhos.

—Se vocês têm tempo pra falar merda, melhor aproveitar pra estudar —respondi sem nem olhar pra elas, sentando no meu lugar.

—Ai, olha a sabichona —zombou outra—. Acha que porque dá pro diretor você é especial?

Virei devagar e encarei ela.

—Repete isso se tiver coragem.

A sala ficou em silêncio. A garota engoliu seco e desviou o olhar.

—Foi o que pensei —falei com um sorriso debochado, e virei de costas.A convidada

1 comentários - Después de un susto nocturno