â Esse filho da puta tem a pica dura mesmo... â disse ele me olhando e soltando cada palavra com suavidade.
Enfiou meu pau entre os peitos dela e me bateu uma punheta, depois soltou, prendeu de novo entre as tetonas dela, sĂł pra soltar de novo... eu tava no cĂ©u, o RaĂșl batendo uma.
- Faz assim, puta. TĂĄ me deixando com muito tesĂŁo - dizia Raul.
â Com certeza esse filho da puta quer que eu chupe ele, Raul â disse ela.
- Seguro - ele disse.
â Mas nĂŁo vou fazer.
E dizendo isso, se afastou de mim.
A filha da puta queria me matar de tesĂŁo e putaria.
Ela sentou do outro lado do sofĂĄ, tava falando com o RaĂșl de novo, no ouvido, aquele joguinho me deixava louca. E eu que achava que podia ter eles na minha mĂŁo... e eles Ă© que me tinham, tinham aprendido tudo que eu tinha contado pra eles...
Depois de meio minuto, RaĂșl sorriu e disse:
- Perrito - ele se dirigia a mim -, vocĂȘ vai fazer o que os cachorrinhos sabem fazer de melhor...
â O quĂȘ? â perguntei, morrendo de tesĂŁo.
Os dois se olharam.
â VocĂȘ vai lamber â disse Eva.
QuĂȘ?" â eu disse.
Ajoelha" â ordenou meu amigo. "No chĂŁo.
Fiz o que ela mandou e me coloquei na frente do sofĂĄ. A Eva sentou e apoiou os quadris na borda do sofĂĄ, recostando as costas nele. Abriu as pernas... Vou comer a buceta da Eva, pensei na hora. Tava a dois palmos. Ela sorria.
Cachorros como vocĂȘ tĂȘm que lamber com gosto" â ela disse.
- Costumo lamber até não sobrar nada... mas tenho certeza que essa buceta aà eu não vou dar conta de saciar... - falei olhando pra ela.
Enquanto isso, RaĂșl tinha se levantado no sofĂĄ, depois de joelhos, pra que a pica dele ficasse na altura do rosto da mulher dele.
- Minha mulher vai chupar minha pica enquanto vocĂȘ come a buceta dela. Vai, filho da puta, come a buceta dela. Mas começa devagar, com a ponta da lĂngua.
Acatei a ordem e fui aproximando minha boca da buceta da Eva, ela estava pulsante, gostosa... totalmente depilada, nĂŁo tinha nada que impedisse de chegar aos lĂĄbios maiores e menores. Aspirei o aroma, olhei pra cima, ela me olhava enquanto a pica do RaĂșl passava pelo rosto e pelos lĂĄbios dela, ela começou a colocar a lĂngua pra fora e lamber a pica do marido enquanto eu colocava a minha e finalmente passei pelos arredores da buceta dela. Ela estremeceu e tremeu.

- NĂŁo vacila agora, puta - disse RaĂșl pra ela. - O cachorro vai te lamber, mas nĂŁo descuida da minha pica, que no fim das contas Ă© ela que vai te foder, e eu tenho que gozar na sua boca, nĂŁo esquece.
Ao ouvir aquilo, eu soube que tinham decidido que eu nĂŁo ia foder a Eva, que seria sĂł ele... e que eu seria espectador. Eu precisava fazer qualquer coisa pra mudar isso hoje. Enquanto pensava, me concentrei em lamber a buceta da Eva, o sabor dela era forte, intensificado pelo tesĂŁo, sem dĂșvida.
Entre gemidos, ela me deu a ordem pra enfiar a lĂngua na buceta dela e esfregar a boca, enquanto eu fazia isso, ela mexia a buceta pra encaixar nos meus lĂĄbios. Olhava pra cima e via o pau do meu amigo entrando na boca da Eva, agora ela tinha fechado os olhos, concentrada no que tinha na frente.
â CĂȘ tĂĄ gostando? â perguntei. â TĂĄ com uma pica na boca e eu tĂŽ chupando tua buceta. CĂȘ deve tĂĄ morrendo de tesĂŁo.
- Responde - ordenou meu amigo -. VocĂȘ gosta, gostosa?
â TĂŽ gostando, tĂŽ gostando pra caralho, seus filhos da puta â ela disse. â Agora acelera, Rober.
E coloquei as mãos nos joelhos dela e acelerei o ritmo, ela começou a gritar enquanto tirava a pica do marido da boca.
- Aaaaahhh, aaaahhh, porra que delĂcia, se continuar assim vou gozar - ela disse.
âJĂĄ vai gozar? â disse Raul â tĂĄ bom... mas nĂŁo cai mole nĂŁo, porque vocĂȘ tem que aguentar umas paradas primeiro.
Parei um pouco e falei:
â RaĂșl, vou falar umas coisas no ouvido da sua gostosa.
Ela me deu permissĂŁo e eu sentei do lado dela enquanto Eva continuava batendo punheta e lambendo a pica do meu amigo. Me aproximei do ouvido dela pra que o RaĂșl nĂŁo ouvisse o que eu ia falar e sussurrei:
- Vem cĂĄ, putinha, agora vou descer de novo, vou te lamber essa buceta, sabia que vocĂȘ tava morrendo de vontade, igual da primeira vez que me viu na minha casa com aquela amiguinha minha, a coroa gostosa.
- Sim, siiiim - disse Eva bem alto.
- Quero que vocĂȘ goze na minha boca, putinha - continuei sussurrando pra ela- e que me peça pra te foder, vocĂȘ vai me pedir depois, na frente do seu marido.
- Aahhhh - ela gemia enquanto lambia a rola e se tocava na buceta.
- Que merda vocĂȘ tĂĄ dizendo pra deixar ela a mil, filho da puta? - disse RaĂșl.
â Continua comendo minha buceta, filho da puta â ordenou ela.
Desci de novo sem dizer nada e comecei uma das comidas de buceta mais selvagens que jĂĄ dei numa mina. Eva passou dos gemidos pros gritos, e jĂĄ nem chupava mais a pica do RaĂșl, que segurava ela com uma mĂŁo sĂł e olhava pra baixo.
Notei que empurravam minha cabeça por trås, pressionando minha boca na buceta da Eva. Pensei que era ela, mas não!!! Era o Raul!!
Eu tava me esfregando na buceta da mulher dele enquanto ouvia, no meio dos gritos dela, a voz do meu amigo:
Chupa a buceta da minha mulher gostosa, chupa ela, cachorro.
Meu pau tava estourando de tanto tesĂŁo.
- Vou gozar, tĂŽ gozando, nĂŁo aguento mais... continua, continua, aahhhh, aaaahhhh.
Eva gozou na minha boca, e conforme eu sentia os espasmos dela, eu dava mais lambidas. Fiz um banquete na buceta enquanto ela nĂŁo parava de tremer e gemer. Terminei com metade do rosto cheio de fluidos. Olhei pra cima, o RaĂșl passava o pau duro dele no rosto da Eva, ela continuava de olhos fechados. Exausta.
âLimpa isso aqui, puta â eu disse. â Raul... vocĂȘ dĂĄ a permissĂŁo?
- Claro. Limpa no teu cachorro o que vocĂȘ fez com ele.
Me aproximei do rosto dele e ele levou a boca dele até o meu rosto com uma mão.
- NĂŁo ouviu o seu marido? Limpa ele - falei.
E ela, sem reclamar, começou a me lamber e a beijar os fluidos da buceta dela no meu rosto. Passou a lĂngua nos meus lĂĄbios, sem me beijar, nas bochechas e no queixo, chupou os fluidos, e depois me deu um beijo rĂĄpido. Senti o gosto da pica do meu amigo na boca dela. Falei isso.
- Sua boca tem gosto da pica do seu marido, putinha.
O RaĂșl olhou pra gente.
- Ă minha vez, gostosa - disse enquanto se sentava no sofĂĄ.
Ela encostou as costas no encosto e Eva jĂĄ sabia o que ele estava pedindo.
â Vou foder meu marido, Rober â ela me disse. â Enquanto isso, bate uma punheta aqui perto da gente â falou apontando para um lado do sofĂĄ.
Eva montou em RaĂșl de frente, e ele começou a passar a pica na buceta dela enquanto com a outra mĂŁo amassava as tetonas. Ela apoiou as mĂŁos nos ombros dele e gemia.
- Assim, gatinha, vocĂȘ tĂĄ com tesĂŁo... quer me foder, nĂ©?
- Vou te foder, vou te foder agora mesmo - ele dizia.
Eu tinha me ajoelhado ao lado deles. Subi no sofĂĄ e comecei a bater uma suavemente a dois palmos do rosto da Eva e do torso do meu amigo.
- NĂŁo vai gozar, seu filho da puta - ele disse me olhando enquanto continuava brincando com o pau na entrada da buceta da mulher dele.
- NĂŁo se preocupa que eu aguento, hehe, alĂ©m disso... vocĂȘ me disse que nĂŁo posso fazer nada sem sua permissĂŁo.
- Assim que eu gosto, que vocĂȘ aprende rĂĄpido, haha. Vou enfiar em vocĂȘ...
E Eva se levantou um pouco no colo do meu amigo e ele enfiou a pica de uma vez sĂł, pra dentro. Ela soltou um gritinho. Ele, um mais forte.

Eu me aproximei do ouvido da Eva e sussurrei:
- Isso mesmo, puta, då pro teu marido enquanto olha como eu balanço minha pica na sua frente, då pra ele, rabuda.
Depois desci até o ouvido do meu amigo e falei:
- VocĂȘ gosta de foder a sua puta na minha frente? Gosta, seu filho da puta?
- Sim, sim... Ă© uma gostosa.
- Esfrega minhas tetas, aperta elas.
Ele fez isso e Eva gemeu ainda mais enquanto continuava cavalgando ele sem camisinha.
â VocĂȘ vai gozar dentro dela? â perguntei no ouvido.
- NĂŁo, nĂŁo... vou gozar na cara dela, na boca dela.
- Isso tĂĄ bom... mas nĂŁo tĂŽ vendo vocĂȘ esfregar bem essas tetas, posso? - perguntei.
E vendo que ele fechava os olhos, concentrado no interior da buceta dela... perguntei de novo, pra Eva dessa vez:
â Posso apalpar essas tetas? â enquanto me tocava a piroca.
Ela me olhou e disse bem baixinho.
- Aperta elas, cachorro.
Tava morrendo de tesĂŁo... ia apalpar com força os peitos da Eva enquanto ela comia o marido dela... Levantei de novo e fiquei atrĂĄs dela, nas costas dela, daĂ o RaĂșl mal me via, sĂł os braços, ombro e cabeça. EntĂŁo cheguei o mais perto que pude por trĂĄs, e nessa distĂąncia dava pra esfregar meu pau nas costas da Eva, entĂŁo ela começou a tremer mais, e meu pau ficou, se possĂvel, ainda mais duro. Passei a mĂŁo nos ombros da Eva e comecei a descer pelos braços, enquanto ela continuava cavalgando, cada vez mais rĂĄpido.
- Como Ă© que vai, Raul? NĂŁo vai gozar, hein... olha, sua putinha me deu permissĂŁo pra pegar nos peitos dela, quero que vocĂȘ veja como eu faço.
Ele tirou as mĂŁos dos peitos da mulher dele e eu comecei a apalpar eles... dava vontade de chegar mais perto e enfiar a pica na boca da minha nova gostosa, porque jĂĄ tava considerando ela minha putinha. Mas me segurei e foquei em curtir aqueles peitos fenomenais e em esfregar a pica nas costas dela, coisa que o RaĂșl nĂŁo sabia. Assim, ela ficava cada vez mais piranha, mais safada. Desci atĂ© o ouvido dela e falei sĂł pra ela ouvir:
âQuero te foder, Eva. Olha como eu tĂŽ de pau duro... pega nele, quero te foder.
Ela, sem parar de gemer, e vendo o Raul, torceu o braço dele e o levou para trås das costas até roçar na minha pica.
Aqui estĂĄ o que vocĂȘ procura" â falei pra Raul ouvir.
Ela pegou e ficou movendo a mĂŁo, me masturbando. Como a posição tava difĂcil, soltei um peito dela, o esquerdo, e virei pro lado direito dela.
âSua mulher tĂĄ me batendo uma, amigo â falei. â Sua mulher vai gozar de novo enquanto vocĂȘ come ela e ela bate uma pra mim, nĂ©?
- Sim, sim... acho que vou gozar, seus putos.
- Sai fora, gostosa - disse Raul.
Me agachei de novo e sussurrei pra Eva:
- Vadia, bate nessas tetas com meu pau, faz isso, deixa teu marido ver.
Ele fez isso, eu me masturbava e ele começava a bater com o pau nas tetas dele, eu tava no céu. Daà pra próxima era só um passo. Sussurrei de novo pra ele:
- Chupa minha pica, PromĂscua.
Ela balançou a cabeça negando.
- Vem cĂĄ, foxy, vocĂȘ morre de tesĂŁo... e de vontade - sussurrei de novo.
â O que ela tĂĄ te dizendo? â perguntou RaĂșl enquanto continuava comendo ela.
Ela parou de gemer por um momento e disse:
â Esse filho da puta quer que eu chupe ele â disse ela, se divertindo enquanto eu continuava apalpando as tetas dela.
â E o que vocĂȘ quer fazer? â perguntou Raul.
- Vou gozar - disse ela, quase fora de si.
â Quer chupar minha pica, Eva â apertei eu.
â Vou meter ela na minha boca enquanto eu gozo â ele disse.
Ao ouvir aquilo, peguei na minha pica e bati na teta dela.
â TĂĄ bom pra mim, olha como ela tĂĄ dura â e dei mais umas batidas nela.
- Vai, gostosa - disse RaĂșl acelerando o ritmo da foda.
- Aaahh... ahhhh - ela gemia.
Depois os dois começaram a gemer.
- VocĂȘ nĂŁo vai gozar, Raul, nĂŁo vai gozar - ela dizia.
Peguei bem na minha pica e aproximei do rosto da Eva, tava a centĂmetros da boca dela. Ela gemia, abriu os olhos e olhou pro RaĂșl, pra buscar a aprovação dele, depois olhou pra minha pica, tĂŁo perto, e olhou rĂĄpido pra cima, buscando minha aprovação, e tinha. A minha e a do marido dela.
- Vou gozar de novo, vou gozar, seus putos... - e completou -: traz essa pica pra meter em mim.
EntĂŁo eu soltei ela e puxei ela um pouco mais pra perto. Ela abriu a boca, colocou a lĂngua pra fora... tipo fazendo uma ponte, e enquanto soltava um gemido, aquele gemido tĂpico do orgasmo que tava vindo, enfiou metade da minha pica na boca dela.
Mmm... lembro da primeira vez que enfiou, foi incrĂvel, o calor que a lĂngua e a boca dela soltavam, tava pegando fogo. Eu peguei ela pelo cabelo com a mĂŁo esquerda e empurrei um pouco mais pra entrar. Minha pica era mais grossa e comprida que a do marido dela. EntĂŁo nĂŁo cabia inteira. Os gemidos dela viraram engasgos... no meio de Ăąnsias, enquanto meu amigo mantinha a pica dentro.

ELE disse:
- AĂ estĂĄ, puta, duas rolas, uma na buceta e outra na boca, vai ficar satisfeita...
Ela fez menção de se afastar e, como nĂŁo quis insistir em mais nada, deixei que o fizesse. Ao tirar meu pau da boca dela, soltou um gemido abafado. Tirou o pau do RaĂșl da boca e se deitou de lado no sofĂĄ, exausta.
- caralho... que foda... caralho - ele disse. Eu dei dois passos pra trĂĄs.
RaĂșl se virou para ela, o pau todo melado de fluidos, de gozo feminino.
â E agora? â perguntei com uma cara de safadeza que nĂŁo escondia nada...
Agora vou gozar eu - disse RaĂșl. Devia continuar comendo minha mulher na sua frente mas... acho que ela tĂĄ tĂŁo cansada... que nĂŁo aguentaria.
Eva nos olhou, como quem diz: "Då pra ver que meu marido não me conhece... parece mentira, eu enfiava duas picas até não aguentar mais..." Mas não disse nada.
âTem certeza, amigo? â perguntei. â Acho que sua mulher ainda quer mais.
â Quer mais? â perguntou RaĂșl, se dirigindo a ela.
E Eva respondeu me olhando, e pra mim ela fez isso pra me dar uma lição:
- NĂŁo, tĂŽ bem satisfeita com pica hoje, mas...
â Mas Ă© que... â disse Raul...
- VocĂȘs tĂȘm que gozar - disse ela pegando na pica do marido.
Aquilo fez meu pau endurecer de novo, mesmo que tivesse baixado um pouco desde que tirei da boca dela e ouvi que a foda tinha acabado. Se o RaĂșl ia gozar na cara dela... serĂĄ que eu podia ter a mesma sorte? NĂŁo sabia se devia sugerir algo ou esperar. Vendo que a Eva começava a fazer um novo boquete no marido, fiquei de lado, em pĂ©, enquanto o RaĂșl, tambĂ©m em pĂ©, curtia um boquete da mulher, que agora tinha se sentado na beirada do sofĂĄ e se esfregava as tetas.
â Quero que vocĂȘ me lamba todinha â disse ela, olhando pro marido.
Comecei a me masturbar devagar, olhando pra eles, vendo a boca da Eva dar aquela mamada foda no marido dela. Esperando um sinal, esperando qual seria meu prĂȘmio.
â Eu lavo elas pra vocĂȘ, mas... de forma indireta, vocĂȘ jĂĄ sabe â disse RaĂșl.
Tavam discutindo a gozada, hehe.
âSeu marido nĂŁo viu da outra vez como eu te lambia a cara toda, Eva. DĂĄ esse prazer pra ele agora que vocĂȘ pode... e que jĂĄ sabe e se decidiu a fazer â soltei.
Ela riu e disse:
- TĂĄ bom, vou deixar cair nas minhas tetas...
â Eu mesma dou banho em vocĂȘs â falei enquanto olhava pra elas.
RaĂșl sorriu:
- Como da Ășltima vez...
â Mais ou menos â falei dando um passo Ă frente, e completei: â Vai, enfia na boca da sua mulher.
E na mesma hora ela obedeceu e ele colocou uma mão na cabeça dela, ela abriu a boca e ele começou a meter com estocadas suaves até a garganta. A Eva dava uns engasgos, mas aguentava, não era uma foda de boca nada selvagem, digamos.
â Acho que vocĂȘ precisa aprender â falei pro meu amigo.
â Jaja, eu aprender? â disse ele, surpreso, soltando a cabeça de Eva. â Nosso cachorrinho tĂĄ dizendo que eu tenho que aprender, amor.
Assim que o pau dele saiu da boca da mulher dela, ela disse:
- Acho que nĂŁo preciso te ensinar nada.
- Posso? - perguntei sorrindo.
â Se vocĂȘ pode o quĂȘ? â disse ela.
EntĂŁo me virei pro meu amigo e soltei no ouvido dele:
- VocĂȘ dĂĄ permissĂŁo pro seu cachorro comer a boca da sua mulher? Sei que vocĂȘ tĂĄ morrendo de vontade... quer ver, eu sei.
Depois eu me afastei. Eva olhava pra gente, sabendo o que podia rolar. A pica do RaĂșl tava babada, dura... o que eu tinha falado pra ele deixou ele a mil.
- Pode entrar - disse ele, se afastando.
Foi só ouvir isso e me virei pra encarar a Eva. Ela, sem eu falar nada, se ajoelhou no chão. Direto peguei meu pau pelas bolas e enfiei na boca dela, que jå tava aberta, esperando, sem dizer nada, eu também sem falar nada... segurei a cabeça dela com as duas mãos e comecei a meter na boca dela, primeiro devagar.
- Ă assim que se fode uma boca, uma boca quase virgem - eu disse.
E comecei a aumentar o ritmo e a penetração, não demorou pra aparecerem os primeiros engasgos, e os olhos delas ficaram marejados.
- Bate uma punheta na cara dela, Raul. Olha como eu fodo a boca da tua mulher.
Ele se aproximou e começou a bater com a pica no rosto da Eva, nunca tinha visto o pau do meu amigo tão duro desde a outra vez, desde que ele gozou. Quem sabe como a Susana, a colega de trabalho dele, também deixava ele assim.
Acelerei as investidas, e de vez em quando fazia devagar, tirando meu pau por completo, que tava prestes a estourar... Ela aproveitava que meu pau tava fora pra pegar ar pela boca, eu deixava, e depois metia de novo, nĂŁo cabia inteiro dentro dela. Ela fazia sem reclamar, que nem uma profissional.

- Sua mulher faz muito bem, como se estivesse fazendo desde adolescente, hehe. Se continuar assim, vou gozar nela.
- DĂĄ um banho nela, cachorro - disse RaĂșl
Ao ouvir aquilo, fiquei nervoso pra caralho!!! Meu amigo tava tĂŁo fora de si com a cena que me pedia pra gozar na cara e na boca da mulher dele!! Eva nĂŁo falava nada.
- Eu obedeço Ă s ordens, vocĂȘs jĂĄ sabem.
Pensei que tudo isso que tava rolando jå tava mais que conversado e combinado entre eles, seria assim, como me falaram, que jå tinha limites que não ultrapassariam, mas que tinham acertado vårias coisas... e uma delas seria essa. Nada de foder, mas gozar dentro da Eva... e ela me chupar, um puta avanço...
- Ouviu, querida? Esse filho da puta vai te lavar, e depois eu, porque eu... pra falar a verdade, tĂŽ quase lĂĄ - ele disse.
Me lavem, seus putos" â disse Eva abrindo a boca e apontando de novo pro meu pau.
Eu nĂŁo acreditava no que tava ouvindo. Finalmente!!! Finalmente eu ia gozar na cara da Eva, o boquete tava sendo espetacular, mas nĂŁo ia durar muito mais.
- Vou gozar logo, vocĂȘ vai ver o que eu jogo... tĂŽ cheio de porra...
Peguei no meu pau com uma mĂŁo e comecei a bater uma com força na frente da cara da Eva, o RaĂșl fazia o mesmo do lado, na altura da testa dela. Com a outra mĂŁo, puxei o cabelo dela pra deixar o rosto no Ăąngulo perfeito, manejando ela. Batia uma e encostava a cabeça do meu pau na lĂngua e nos lĂĄbios dela, e ela chupava, enquanto me olhava, e olhava pro marido dela.
â JĂĄ vai, jĂĄ vai â eu disse.
Vamos, seu safado, sabia que vocĂȘ queria isso, me dĂĄ essa porra...
Ao ouvir aquilo, nĂŁo aguentei mais.
Comecei a gritar, parei um pouco de me punhetar, apontei meu pau pra testa e pro rosto dela, e o primeiro jato saiu com força, espirrou na testa, numa bochecha... e atĂ© saĂram algumas gotas voando pro chĂŁo, ou pro pau do meu amigo, nĂŁo tenho certeza. O fato Ă© que o segundo jato foi mais abundante, no nariz e nos lĂĄbios da Eva, eu tava no paraĂso, a putinha começou a gemer tambĂ©m. Rapidamente enfiei a cabecinha na boca dela e soltei mais dois ou trĂȘs jatos, ela deu uma engolida e deixou a porra escapar pelos cantos da boca, escorrendo atĂ© os peitos. Me lembrou da brincadeira da pistolinha que a gente tinha feito meses atrĂĄs.
Eu tava gozando dentro e ela tava esguichando nos peitos dela... RaĂșl olhava excitado pra cena enquanto continuava batendo uma, em uns segundos, ainda com meu pau dentro da boca da mulher dele, nĂŁo aguentou mais.
âVou gozar, foxy, vou gozar...
E apontou para o rosto de Eva, e começou a gritar.
- Toma, puta, tomalooo.
A porra dele saĂa sem pressĂŁo, sem força, entĂŁo as gotas foram escorrendo pelo rosto dele enquanto Eva tirava minha pica e na mesma hora enfiava a pica do marido na boca pra provar o sĂȘmen dele. Vi ela engolindo, a putinha... essa aĂ tava engolindo mesmo... embora alguma gota minha deva ter ficado na boca dela.
Sentei no sofĂĄ, tava suando. E depois que gozei, o RaĂșl fez a mesma coisa. A Eva esfregava os restos das gozadas nos peitos, limpava o rosto e passava tudo nos peitos dela.

- Porra, como vocĂȘs me deixaram...
NĂŁo dissemos nada, sĂł recuperĂĄvamos o fĂŽlego.
- Vou ao banheiro. DĂĄ pra ver que vocĂȘs curtiram, hein? - falou e sumiu corredor abaixo em direção ao banheiro.
Assentimos e o RaĂșl disse:
- Bom, vamos ter que nos vestir... porque daqui a pouco temos que sair.
- Ufa -eu disse-, o RaĂșl foi incrĂvel, acho que vocĂȘs se divertiram pra caralho.
- Muito, vocĂȘ tambĂ©m, dĂĄ pra perceber.
- jĂĄ imagino, um tesĂŁo...
â Eu gozei mais do que nunca â ela disse.
- genial, jĂĄ sabe que pode contar comigo pra qualquer parada.
Assim terminou aquela manhĂŁ do Dia da Mentira.
CONTINUA...
Enfiou meu pau entre os peitos dela e me bateu uma punheta, depois soltou, prendeu de novo entre as tetonas dela, sĂł pra soltar de novo... eu tava no cĂ©u, o RaĂșl batendo uma.
- Faz assim, puta. TĂĄ me deixando com muito tesĂŁo - dizia Raul.
â Com certeza esse filho da puta quer que eu chupe ele, Raul â disse ela.
- Seguro - ele disse.
â Mas nĂŁo vou fazer.
E dizendo isso, se afastou de mim.
A filha da puta queria me matar de tesĂŁo e putaria.
Ela sentou do outro lado do sofĂĄ, tava falando com o RaĂșl de novo, no ouvido, aquele joguinho me deixava louca. E eu que achava que podia ter eles na minha mĂŁo... e eles Ă© que me tinham, tinham aprendido tudo que eu tinha contado pra eles...
Depois de meio minuto, RaĂșl sorriu e disse:
- Perrito - ele se dirigia a mim -, vocĂȘ vai fazer o que os cachorrinhos sabem fazer de melhor...
â O quĂȘ? â perguntei, morrendo de tesĂŁo.
Os dois se olharam.
â VocĂȘ vai lamber â disse Eva.
QuĂȘ?" â eu disse.
Ajoelha" â ordenou meu amigo. "No chĂŁo.
Fiz o que ela mandou e me coloquei na frente do sofĂĄ. A Eva sentou e apoiou os quadris na borda do sofĂĄ, recostando as costas nele. Abriu as pernas... Vou comer a buceta da Eva, pensei na hora. Tava a dois palmos. Ela sorria.
Cachorros como vocĂȘ tĂȘm que lamber com gosto" â ela disse.
- Costumo lamber até não sobrar nada... mas tenho certeza que essa buceta aà eu não vou dar conta de saciar... - falei olhando pra ela.
Enquanto isso, RaĂșl tinha se levantado no sofĂĄ, depois de joelhos, pra que a pica dele ficasse na altura do rosto da mulher dele.
- Minha mulher vai chupar minha pica enquanto vocĂȘ come a buceta dela. Vai, filho da puta, come a buceta dela. Mas começa devagar, com a ponta da lĂngua.
Acatei a ordem e fui aproximando minha boca da buceta da Eva, ela estava pulsante, gostosa... totalmente depilada, nĂŁo tinha nada que impedisse de chegar aos lĂĄbios maiores e menores. Aspirei o aroma, olhei pra cima, ela me olhava enquanto a pica do RaĂșl passava pelo rosto e pelos lĂĄbios dela, ela começou a colocar a lĂngua pra fora e lamber a pica do marido enquanto eu colocava a minha e finalmente passei pelos arredores da buceta dela. Ela estremeceu e tremeu.

- NĂŁo vacila agora, puta - disse RaĂșl pra ela. - O cachorro vai te lamber, mas nĂŁo descuida da minha pica, que no fim das contas Ă© ela que vai te foder, e eu tenho que gozar na sua boca, nĂŁo esquece.
Ao ouvir aquilo, eu soube que tinham decidido que eu nĂŁo ia foder a Eva, que seria sĂł ele... e que eu seria espectador. Eu precisava fazer qualquer coisa pra mudar isso hoje. Enquanto pensava, me concentrei em lamber a buceta da Eva, o sabor dela era forte, intensificado pelo tesĂŁo, sem dĂșvida.
Entre gemidos, ela me deu a ordem pra enfiar a lĂngua na buceta dela e esfregar a boca, enquanto eu fazia isso, ela mexia a buceta pra encaixar nos meus lĂĄbios. Olhava pra cima e via o pau do meu amigo entrando na boca da Eva, agora ela tinha fechado os olhos, concentrada no que tinha na frente.
â CĂȘ tĂĄ gostando? â perguntei. â TĂĄ com uma pica na boca e eu tĂŽ chupando tua buceta. CĂȘ deve tĂĄ morrendo de tesĂŁo.
- Responde - ordenou meu amigo -. VocĂȘ gosta, gostosa?
â TĂŽ gostando, tĂŽ gostando pra caralho, seus filhos da puta â ela disse. â Agora acelera, Rober.
E coloquei as mãos nos joelhos dela e acelerei o ritmo, ela começou a gritar enquanto tirava a pica do marido da boca.
- Aaaaahhh, aaaahhh, porra que delĂcia, se continuar assim vou gozar - ela disse.
âJĂĄ vai gozar? â disse Raul â tĂĄ bom... mas nĂŁo cai mole nĂŁo, porque vocĂȘ tem que aguentar umas paradas primeiro.
Parei um pouco e falei:
â RaĂșl, vou falar umas coisas no ouvido da sua gostosa.
Ela me deu permissĂŁo e eu sentei do lado dela enquanto Eva continuava batendo punheta e lambendo a pica do meu amigo. Me aproximei do ouvido dela pra que o RaĂșl nĂŁo ouvisse o que eu ia falar e sussurrei:
- Vem cĂĄ, putinha, agora vou descer de novo, vou te lamber essa buceta, sabia que vocĂȘ tava morrendo de vontade, igual da primeira vez que me viu na minha casa com aquela amiguinha minha, a coroa gostosa.
- Sim, siiiim - disse Eva bem alto.
- Quero que vocĂȘ goze na minha boca, putinha - continuei sussurrando pra ela- e que me peça pra te foder, vocĂȘ vai me pedir depois, na frente do seu marido.
- Aahhhh - ela gemia enquanto lambia a rola e se tocava na buceta.
- Que merda vocĂȘ tĂĄ dizendo pra deixar ela a mil, filho da puta? - disse RaĂșl.
â Continua comendo minha buceta, filho da puta â ordenou ela.
Desci de novo sem dizer nada e comecei uma das comidas de buceta mais selvagens que jĂĄ dei numa mina. Eva passou dos gemidos pros gritos, e jĂĄ nem chupava mais a pica do RaĂșl, que segurava ela com uma mĂŁo sĂł e olhava pra baixo.
Notei que empurravam minha cabeça por trås, pressionando minha boca na buceta da Eva. Pensei que era ela, mas não!!! Era o Raul!!
Eu tava me esfregando na buceta da mulher dele enquanto ouvia, no meio dos gritos dela, a voz do meu amigo:
Chupa a buceta da minha mulher gostosa, chupa ela, cachorro.
Meu pau tava estourando de tanto tesĂŁo.
- Vou gozar, tĂŽ gozando, nĂŁo aguento mais... continua, continua, aahhhh, aaaahhhh.
Eva gozou na minha boca, e conforme eu sentia os espasmos dela, eu dava mais lambidas. Fiz um banquete na buceta enquanto ela nĂŁo parava de tremer e gemer. Terminei com metade do rosto cheio de fluidos. Olhei pra cima, o RaĂșl passava o pau duro dele no rosto da Eva, ela continuava de olhos fechados. Exausta.
âLimpa isso aqui, puta â eu disse. â Raul... vocĂȘ dĂĄ a permissĂŁo?
- Claro. Limpa no teu cachorro o que vocĂȘ fez com ele.
Me aproximei do rosto dele e ele levou a boca dele até o meu rosto com uma mão.
- NĂŁo ouviu o seu marido? Limpa ele - falei.
E ela, sem reclamar, começou a me lamber e a beijar os fluidos da buceta dela no meu rosto. Passou a lĂngua nos meus lĂĄbios, sem me beijar, nas bochechas e no queixo, chupou os fluidos, e depois me deu um beijo rĂĄpido. Senti o gosto da pica do meu amigo na boca dela. Falei isso.
- Sua boca tem gosto da pica do seu marido, putinha.
O RaĂșl olhou pra gente.
- Ă minha vez, gostosa - disse enquanto se sentava no sofĂĄ.
Ela encostou as costas no encosto e Eva jĂĄ sabia o que ele estava pedindo.
â Vou foder meu marido, Rober â ela me disse. â Enquanto isso, bate uma punheta aqui perto da gente â falou apontando para um lado do sofĂĄ.
Eva montou em RaĂșl de frente, e ele começou a passar a pica na buceta dela enquanto com a outra mĂŁo amassava as tetonas. Ela apoiou as mĂŁos nos ombros dele e gemia.
- Assim, gatinha, vocĂȘ tĂĄ com tesĂŁo... quer me foder, nĂ©?
- Vou te foder, vou te foder agora mesmo - ele dizia.
Eu tinha me ajoelhado ao lado deles. Subi no sofĂĄ e comecei a bater uma suavemente a dois palmos do rosto da Eva e do torso do meu amigo.
- NĂŁo vai gozar, seu filho da puta - ele disse me olhando enquanto continuava brincando com o pau na entrada da buceta da mulher dele.
- NĂŁo se preocupa que eu aguento, hehe, alĂ©m disso... vocĂȘ me disse que nĂŁo posso fazer nada sem sua permissĂŁo.
- Assim que eu gosto, que vocĂȘ aprende rĂĄpido, haha. Vou enfiar em vocĂȘ...
E Eva se levantou um pouco no colo do meu amigo e ele enfiou a pica de uma vez sĂł, pra dentro. Ela soltou um gritinho. Ele, um mais forte.

Eu me aproximei do ouvido da Eva e sussurrei:
- Isso mesmo, puta, då pro teu marido enquanto olha como eu balanço minha pica na sua frente, då pra ele, rabuda.
Depois desci até o ouvido do meu amigo e falei:
- VocĂȘ gosta de foder a sua puta na minha frente? Gosta, seu filho da puta?
- Sim, sim... Ă© uma gostosa.
- Esfrega minhas tetas, aperta elas.
Ele fez isso e Eva gemeu ainda mais enquanto continuava cavalgando ele sem camisinha.
â VocĂȘ vai gozar dentro dela? â perguntei no ouvido.
- NĂŁo, nĂŁo... vou gozar na cara dela, na boca dela.
- Isso tĂĄ bom... mas nĂŁo tĂŽ vendo vocĂȘ esfregar bem essas tetas, posso? - perguntei.
E vendo que ele fechava os olhos, concentrado no interior da buceta dela... perguntei de novo, pra Eva dessa vez:
â Posso apalpar essas tetas? â enquanto me tocava a piroca.
Ela me olhou e disse bem baixinho.
- Aperta elas, cachorro.
Tava morrendo de tesĂŁo... ia apalpar com força os peitos da Eva enquanto ela comia o marido dela... Levantei de novo e fiquei atrĂĄs dela, nas costas dela, daĂ o RaĂșl mal me via, sĂł os braços, ombro e cabeça. EntĂŁo cheguei o mais perto que pude por trĂĄs, e nessa distĂąncia dava pra esfregar meu pau nas costas da Eva, entĂŁo ela começou a tremer mais, e meu pau ficou, se possĂvel, ainda mais duro. Passei a mĂŁo nos ombros da Eva e comecei a descer pelos braços, enquanto ela continuava cavalgando, cada vez mais rĂĄpido.
- Como Ă© que vai, Raul? NĂŁo vai gozar, hein... olha, sua putinha me deu permissĂŁo pra pegar nos peitos dela, quero que vocĂȘ veja como eu faço.
Ele tirou as mĂŁos dos peitos da mulher dele e eu comecei a apalpar eles... dava vontade de chegar mais perto e enfiar a pica na boca da minha nova gostosa, porque jĂĄ tava considerando ela minha putinha. Mas me segurei e foquei em curtir aqueles peitos fenomenais e em esfregar a pica nas costas dela, coisa que o RaĂșl nĂŁo sabia. Assim, ela ficava cada vez mais piranha, mais safada. Desci atĂ© o ouvido dela e falei sĂł pra ela ouvir:
âQuero te foder, Eva. Olha como eu tĂŽ de pau duro... pega nele, quero te foder.
Ela, sem parar de gemer, e vendo o Raul, torceu o braço dele e o levou para trås das costas até roçar na minha pica.
Aqui estĂĄ o que vocĂȘ procura" â falei pra Raul ouvir.
Ela pegou e ficou movendo a mĂŁo, me masturbando. Como a posição tava difĂcil, soltei um peito dela, o esquerdo, e virei pro lado direito dela.
âSua mulher tĂĄ me batendo uma, amigo â falei. â Sua mulher vai gozar de novo enquanto vocĂȘ come ela e ela bate uma pra mim, nĂ©?
- Sim, sim... acho que vou gozar, seus putos.
- Sai fora, gostosa - disse Raul.
Me agachei de novo e sussurrei pra Eva:
- Vadia, bate nessas tetas com meu pau, faz isso, deixa teu marido ver.
Ele fez isso, eu me masturbava e ele começava a bater com o pau nas tetas dele, eu tava no céu. Daà pra próxima era só um passo. Sussurrei de novo pra ele:
- Chupa minha pica, PromĂscua.
Ela balançou a cabeça negando.
- Vem cĂĄ, foxy, vocĂȘ morre de tesĂŁo... e de vontade - sussurrei de novo.
â O que ela tĂĄ te dizendo? â perguntou RaĂșl enquanto continuava comendo ela.
Ela parou de gemer por um momento e disse:
â Esse filho da puta quer que eu chupe ele â disse ela, se divertindo enquanto eu continuava apalpando as tetas dela.
â E o que vocĂȘ quer fazer? â perguntou Raul.
- Vou gozar - disse ela, quase fora de si.
â Quer chupar minha pica, Eva â apertei eu.
â Vou meter ela na minha boca enquanto eu gozo â ele disse.
Ao ouvir aquilo, peguei na minha pica e bati na teta dela.
â TĂĄ bom pra mim, olha como ela tĂĄ dura â e dei mais umas batidas nela.
- Vai, gostosa - disse RaĂșl acelerando o ritmo da foda.
- Aaahh... ahhhh - ela gemia.
Depois os dois começaram a gemer.
- VocĂȘ nĂŁo vai gozar, Raul, nĂŁo vai gozar - ela dizia.
Peguei bem na minha pica e aproximei do rosto da Eva, tava a centĂmetros da boca dela. Ela gemia, abriu os olhos e olhou pro RaĂșl, pra buscar a aprovação dele, depois olhou pra minha pica, tĂŁo perto, e olhou rĂĄpido pra cima, buscando minha aprovação, e tinha. A minha e a do marido dela.
- Vou gozar de novo, vou gozar, seus putos... - e completou -: traz essa pica pra meter em mim.
EntĂŁo eu soltei ela e puxei ela um pouco mais pra perto. Ela abriu a boca, colocou a lĂngua pra fora... tipo fazendo uma ponte, e enquanto soltava um gemido, aquele gemido tĂpico do orgasmo que tava vindo, enfiou metade da minha pica na boca dela.
Mmm... lembro da primeira vez que enfiou, foi incrĂvel, o calor que a lĂngua e a boca dela soltavam, tava pegando fogo. Eu peguei ela pelo cabelo com a mĂŁo esquerda e empurrei um pouco mais pra entrar. Minha pica era mais grossa e comprida que a do marido dela. EntĂŁo nĂŁo cabia inteira. Os gemidos dela viraram engasgos... no meio de Ăąnsias, enquanto meu amigo mantinha a pica dentro.

ELE disse:
- AĂ estĂĄ, puta, duas rolas, uma na buceta e outra na boca, vai ficar satisfeita...
Ela fez menção de se afastar e, como nĂŁo quis insistir em mais nada, deixei que o fizesse. Ao tirar meu pau da boca dela, soltou um gemido abafado. Tirou o pau do RaĂșl da boca e se deitou de lado no sofĂĄ, exausta.
- caralho... que foda... caralho - ele disse. Eu dei dois passos pra trĂĄs.
RaĂșl se virou para ela, o pau todo melado de fluidos, de gozo feminino.
â E agora? â perguntei com uma cara de safadeza que nĂŁo escondia nada...
Agora vou gozar eu - disse RaĂșl. Devia continuar comendo minha mulher na sua frente mas... acho que ela tĂĄ tĂŁo cansada... que nĂŁo aguentaria.
Eva nos olhou, como quem diz: "Då pra ver que meu marido não me conhece... parece mentira, eu enfiava duas picas até não aguentar mais..." Mas não disse nada.
âTem certeza, amigo? â perguntei. â Acho que sua mulher ainda quer mais.
â Quer mais? â perguntou RaĂșl, se dirigindo a ela.
E Eva respondeu me olhando, e pra mim ela fez isso pra me dar uma lição:
- NĂŁo, tĂŽ bem satisfeita com pica hoje, mas...
â Mas Ă© que... â disse Raul...
- VocĂȘs tĂȘm que gozar - disse ela pegando na pica do marido.
Aquilo fez meu pau endurecer de novo, mesmo que tivesse baixado um pouco desde que tirei da boca dela e ouvi que a foda tinha acabado. Se o RaĂșl ia gozar na cara dela... serĂĄ que eu podia ter a mesma sorte? NĂŁo sabia se devia sugerir algo ou esperar. Vendo que a Eva começava a fazer um novo boquete no marido, fiquei de lado, em pĂ©, enquanto o RaĂșl, tambĂ©m em pĂ©, curtia um boquete da mulher, que agora tinha se sentado na beirada do sofĂĄ e se esfregava as tetas.
â Quero que vocĂȘ me lamba todinha â disse ela, olhando pro marido.
Comecei a me masturbar devagar, olhando pra eles, vendo a boca da Eva dar aquela mamada foda no marido dela. Esperando um sinal, esperando qual seria meu prĂȘmio.
â Eu lavo elas pra vocĂȘ, mas... de forma indireta, vocĂȘ jĂĄ sabe â disse RaĂșl.
Tavam discutindo a gozada, hehe.
âSeu marido nĂŁo viu da outra vez como eu te lambia a cara toda, Eva. DĂĄ esse prazer pra ele agora que vocĂȘ pode... e que jĂĄ sabe e se decidiu a fazer â soltei.
Ela riu e disse:
- TĂĄ bom, vou deixar cair nas minhas tetas...
â Eu mesma dou banho em vocĂȘs â falei enquanto olhava pra elas.
RaĂșl sorriu:
- Como da Ășltima vez...
â Mais ou menos â falei dando um passo Ă frente, e completei: â Vai, enfia na boca da sua mulher.
E na mesma hora ela obedeceu e ele colocou uma mão na cabeça dela, ela abriu a boca e ele começou a meter com estocadas suaves até a garganta. A Eva dava uns engasgos, mas aguentava, não era uma foda de boca nada selvagem, digamos.
â Acho que vocĂȘ precisa aprender â falei pro meu amigo.
â Jaja, eu aprender? â disse ele, surpreso, soltando a cabeça de Eva. â Nosso cachorrinho tĂĄ dizendo que eu tenho que aprender, amor.
Assim que o pau dele saiu da boca da mulher dela, ela disse:
- Acho que nĂŁo preciso te ensinar nada.
- Posso? - perguntei sorrindo.
â Se vocĂȘ pode o quĂȘ? â disse ela.
EntĂŁo me virei pro meu amigo e soltei no ouvido dele:
- VocĂȘ dĂĄ permissĂŁo pro seu cachorro comer a boca da sua mulher? Sei que vocĂȘ tĂĄ morrendo de vontade... quer ver, eu sei.
Depois eu me afastei. Eva olhava pra gente, sabendo o que podia rolar. A pica do RaĂșl tava babada, dura... o que eu tinha falado pra ele deixou ele a mil.
- Pode entrar - disse ele, se afastando.
Foi só ouvir isso e me virei pra encarar a Eva. Ela, sem eu falar nada, se ajoelhou no chão. Direto peguei meu pau pelas bolas e enfiei na boca dela, que jå tava aberta, esperando, sem dizer nada, eu também sem falar nada... segurei a cabeça dela com as duas mãos e comecei a meter na boca dela, primeiro devagar.
- Ă assim que se fode uma boca, uma boca quase virgem - eu disse.
E comecei a aumentar o ritmo e a penetração, não demorou pra aparecerem os primeiros engasgos, e os olhos delas ficaram marejados.
- Bate uma punheta na cara dela, Raul. Olha como eu fodo a boca da tua mulher.
Ele se aproximou e começou a bater com a pica no rosto da Eva, nunca tinha visto o pau do meu amigo tão duro desde a outra vez, desde que ele gozou. Quem sabe como a Susana, a colega de trabalho dele, também deixava ele assim.
Acelerei as investidas, e de vez em quando fazia devagar, tirando meu pau por completo, que tava prestes a estourar... Ela aproveitava que meu pau tava fora pra pegar ar pela boca, eu deixava, e depois metia de novo, nĂŁo cabia inteiro dentro dela. Ela fazia sem reclamar, que nem uma profissional.

- Sua mulher faz muito bem, como se estivesse fazendo desde adolescente, hehe. Se continuar assim, vou gozar nela.
- DĂĄ um banho nela, cachorro - disse RaĂșl
Ao ouvir aquilo, fiquei nervoso pra caralho!!! Meu amigo tava tĂŁo fora de si com a cena que me pedia pra gozar na cara e na boca da mulher dele!! Eva nĂŁo falava nada.
- Eu obedeço Ă s ordens, vocĂȘs jĂĄ sabem.
Pensei que tudo isso que tava rolando jå tava mais que conversado e combinado entre eles, seria assim, como me falaram, que jå tinha limites que não ultrapassariam, mas que tinham acertado vårias coisas... e uma delas seria essa. Nada de foder, mas gozar dentro da Eva... e ela me chupar, um puta avanço...
- Ouviu, querida? Esse filho da puta vai te lavar, e depois eu, porque eu... pra falar a verdade, tĂŽ quase lĂĄ - ele disse.
Me lavem, seus putos" â disse Eva abrindo a boca e apontando de novo pro meu pau.
Eu nĂŁo acreditava no que tava ouvindo. Finalmente!!! Finalmente eu ia gozar na cara da Eva, o boquete tava sendo espetacular, mas nĂŁo ia durar muito mais.
- Vou gozar logo, vocĂȘ vai ver o que eu jogo... tĂŽ cheio de porra...
Peguei no meu pau com uma mĂŁo e comecei a bater uma com força na frente da cara da Eva, o RaĂșl fazia o mesmo do lado, na altura da testa dela. Com a outra mĂŁo, puxei o cabelo dela pra deixar o rosto no Ăąngulo perfeito, manejando ela. Batia uma e encostava a cabeça do meu pau na lĂngua e nos lĂĄbios dela, e ela chupava, enquanto me olhava, e olhava pro marido dela.
â JĂĄ vai, jĂĄ vai â eu disse.
Vamos, seu safado, sabia que vocĂȘ queria isso, me dĂĄ essa porra...
Ao ouvir aquilo, nĂŁo aguentei mais.
Comecei a gritar, parei um pouco de me punhetar, apontei meu pau pra testa e pro rosto dela, e o primeiro jato saiu com força, espirrou na testa, numa bochecha... e atĂ© saĂram algumas gotas voando pro chĂŁo, ou pro pau do meu amigo, nĂŁo tenho certeza. O fato Ă© que o segundo jato foi mais abundante, no nariz e nos lĂĄbios da Eva, eu tava no paraĂso, a putinha começou a gemer tambĂ©m. Rapidamente enfiei a cabecinha na boca dela e soltei mais dois ou trĂȘs jatos, ela deu uma engolida e deixou a porra escapar pelos cantos da boca, escorrendo atĂ© os peitos. Me lembrou da brincadeira da pistolinha que a gente tinha feito meses atrĂĄs.
Eu tava gozando dentro e ela tava esguichando nos peitos dela... RaĂșl olhava excitado pra cena enquanto continuava batendo uma, em uns segundos, ainda com meu pau dentro da boca da mulher dele, nĂŁo aguentou mais.
âVou gozar, foxy, vou gozar...
E apontou para o rosto de Eva, e começou a gritar.
- Toma, puta, tomalooo.
A porra dele saĂa sem pressĂŁo, sem força, entĂŁo as gotas foram escorrendo pelo rosto dele enquanto Eva tirava minha pica e na mesma hora enfiava a pica do marido na boca pra provar o sĂȘmen dele. Vi ela engolindo, a putinha... essa aĂ tava engolindo mesmo... embora alguma gota minha deva ter ficado na boca dela.
Sentei no sofĂĄ, tava suando. E depois que gozei, o RaĂșl fez a mesma coisa. A Eva esfregava os restos das gozadas nos peitos, limpava o rosto e passava tudo nos peitos dela.

- Porra, como vocĂȘs me deixaram...
NĂŁo dissemos nada, sĂł recuperĂĄvamos o fĂŽlego.
- Vou ao banheiro. DĂĄ pra ver que vocĂȘs curtiram, hein? - falou e sumiu corredor abaixo em direção ao banheiro.
Assentimos e o RaĂșl disse:
- Bom, vamos ter que nos vestir... porque daqui a pouco temos que sair.
- Ufa -eu disse-, o RaĂșl foi incrĂvel, acho que vocĂȘs se divertiram pra caralho.
- Muito, vocĂȘ tambĂ©m, dĂĄ pra perceber.
- jĂĄ imagino, um tesĂŁo...
â Eu gozei mais do que nunca â ela disse.
- genial, jĂĄ sabe que pode contar comigo pra qualquer parada.
Assim terminou aquela manhĂŁ do Dia da Mentira.
CONTINUA...
1 comentĂĄrios - A gostosa peituda do meu amigođ13