EstĂĄvamos Ă s portas do Natal. Por causa de toda essa putaria que tinha rolado com o RaĂșl, e que eu depois montei com a Eva, decidi nĂŁo encher o saco dela com esse assunto e deixar ela mais excitada, embora ela jĂĄ se excitava sozinha, haha. Ela jĂĄ devia estar era muito na pilha, hehe. Se tudo desse certo... eu poderia conseguir uma nova sessĂŁo com a Eva e o RaĂșl na casa dela durante o Natal, antes que ele fosse embora no começo do ano. Essa era a minha missĂŁo.
Jå me encontrei uma vez com a Glória, minha coroa gostosa pra caralho. Fodemos como leÔes na minha casa e a tia me perguntou se eu jå tinha decidido aquilo que falei uma vez, de trazer uma amiga pra nos ver transando. Pelo visto ela ainda lembrava daquilo que eu disse uma vez enquanto a Eva nos observava escondida do quartinho debaixo da escada, sem ela saber. Eu jå tinha esquecido, hahaha. Falei que minha amiga estava pensando (era mentira, claro, não tinha falado mais com a Eva sobre o assunto, nem sondado, mas precisava fazer isso) mas que se rolasse alguma coisa, ela colocaria como condição a Glória estar de olhos vendados pra não ser reconhecida. A Glória disse que podia ser, que teria que pensar, hehe. A ideia de ter a Glória vendada e a Eva pelada se tocando no meu sofå... me deixava louco de tesão.
Nos dias de semana, mandei uns WhatsApp pra Eva, sĂł pra sondar e falar umas paradas tipo:
Vou contar pro seu marido que vocĂȘ ficou comigo hoje de manhĂŁ
vou falar pra ele que fui na sua casa
E depois ligava pro Raul pra dar as notĂcias, que a mulher dele era uma santa, que tinha me rejeitado toda vez que eu me insinuava na brincadeira e prometia que ninguĂ©m ia ficar sabendo de um simples deslize comigo. Que ela vivia me dizendo como Ă© que eu tinha coragem de sugerir uma traição daquelas, que ficava puta...
Finalmente chegou a sexta-feira e marquei com o RaĂșl pro dia seguinte, dia 22, na hora do aperitivo.
Entramos num dos nossos bares de tapas favoritos e lĂĄ comecei a contar pra ela o que jĂĄ tinha adiantado por telefone nas mensagens.
- Pois que alĂvio, cara. Que alĂvio - ela me dizia.
- O que eu te falei, RaĂșl. Olha, vocĂȘ conhece sua mulher uns trĂȘs ou quatro anos antes de mim, e casou, e mora com ela, buceta, vamos... Ă© sua mulher. Pois Ă©, a mina Ă© toda fiel, hahaha.
- Sim, sim... mas porra, Ă© normal eu ter dĂșvidas.
- Claro. EntĂŁo, como eu te falei, uma brincadeira. E depois, tudo de boa. E como ela ficava dura quando via nĂłs dois pelados no seu sofĂĄ - falei bem baixinho no ouvido dele.
- Uf, jĂĄ viu, mano. Isso me deixa louco.
- Me deixou a mil vocĂȘ dar sua permissĂŁo tĂŁo rĂĄpido e por baixo dos panos pra ela me tocar, jĂĄ viu... nĂŁo aguentei nada, um minuto e pouco. NĂŁo lembro de ter gozado tanto em muito tempo.
Jå vi, filho da puta. Deixou ela toda arrombada. Mete com uma força...
E vocĂȘ continuava de pau duro. BĂȘbado pra caralho, mas de pau duro atĂ© nĂŁo poder mais.
- TĂŽ te falando, o que acontece Ă© que depois me deu aquela bad, mas se nĂŁo tivesse bebido tanto...
- Se nĂŁo tivesse bebido tanto, RaĂșl... vocĂȘs teriam transado juntos na minha frente. E eu batendo uma de novo, implorando pra vocĂȘ deixar a Eva fazer alguma coisa comigo.
- Pra essas ocasiÔes é melhor não beber, mas a euforia me pegou.
â VocĂȘ jĂĄ sabe que nĂŁo precisa beber quando pretende fazer essas coisas... â soltei, olhando sĂ©rio na cara dele.
- Quando vocĂȘ tiver pensado nisso?
- Ă, cĂȘ sabe, vai querer que isso aconteça de novo, mas dessa vez vocĂȘs podem foder, que dure atĂ© esses momentos. CĂȘ tĂĄ com tesĂŁo acumulado, parceiro.
- Sim, Ă© exatamente isso, tĂŽ acumulando. Mas, Rober, agora preciso falar com ela. Contar o que rolou comigo e ver como ela reage.
- Tio, mas se vocĂȘ fizer isso... fala pra ela primeiro, por favor, pra nĂŁo ficar brava. Nem com vocĂȘ nem comigo, que eu fiz isso sĂł por vocĂȘ, porque vocĂȘ pediu. Porque nĂŁo quero que ela pense agora que nĂŁo confio nela, sei lĂĄ, ou que sou um aproveitador e que nĂŁo tenho respeito por vocĂȘs. Ela quase mandou eu ir pra merda e pediu pra eu me afastar de vez da sua casa e parar de ser amigo de vocĂȘs.
- Porra. Fica tranquilo, parceiro, que vou fazer com jeito. Essa noite com certeza eu como alguém, hahaha.
- Kkkkk, claro.
- Sim, porque alĂ©m disso, desde que vocĂȘ esteve com a gente no salĂŁo... nada de nada. E jĂĄ faz um tempinho.
- Porra, jĂĄ passou mesmo.
Pensei que a sementinha do tesĂŁo no meu amigo jĂĄ tava plantada. SĂł precisava esperar ele conversar com a mulher dele, eles trocarem uma ideia e tocarem no assunto... de uma nova noite de suruba.
- E aĂ, entĂŁo pode ficar tranquilo e ir trabalhar fora esses dois ou trĂȘs meses - falei.
- Com certeza - disse ele enquanto pedia mais uma cerveja.
- Isso sim, me conta tudo o que rolar essa noite, sabe, não quero que a Eva fique puta comigo ou que isso estrague nossa amizade e confiança. Quero saber de tudo!! - falei todo animado.
- Valeu. Vou fazer assim.
Chegaram as fĂ©rias, eu tinha que trabalhar na manhĂŁ do dia 24, mas depois teria mais de uma semana de folga, igual ao RaĂșl. E compromissos de famĂlia, claro, tĂpico dessas festas. No dia 26, falei por telefone com meu amigo.
AtĂ© entĂŁo, sĂł trocĂĄvamos felicitaçÔes pelo WhatsApp e mandei umas mensagens curtas pra Eva sĂł pra confirmar que tudo tinha saĂdo como a gente tinha planejado.
Oi!!! Feliz Natal... como Ă© que tĂĄ tudo?
Beeeem, parabĂ©ns" â respondeu.
Ei, foi tudo bem na conversa?
Tudo como vocĂȘ disse" â ela me respondeu. "Ela vai falar com vocĂȘ.
Tava morrendo de vontade de saber mais coisas, pela boca dos dois, mas fiquei de falar com o Raul no dia 26 e avisei a Eva pelo WhatsApp pra me escrever quando o Raul nĂŁo estivesse por perto. Ela disse que ia fazer isso.
No dia 26 encontrei o Raul de novo, pra ele me contar.
â Foi tudo numa boa, parceiro â ele me disse. â Contei com todo tato o que tinha rolado... meu plano. Ela ficou meio pistola, mas depois se acalmou. Foi quase como vocĂȘ tinha falado.
â NĂŁo entendi, quase do jeito que eu tinha falado?
- Ă, porque a gente nĂŁo transa.
- Porra, e por que nĂŁo?
â Ela me disse que foi bem sacana o que eu fiz, que entendia, mas que nĂŁo achava certo. Que eu tinha colocado a fidelidade dela Ă prova, e que ficou claro que ela nĂŁo faria nada sem meu consentimento, que nunca me trairia.
- EntĂŁo foi o que eu te disse - respondi.
- Sim. EntĂŁo ele me castigou.
- Vamos, vocĂȘs nĂŁo transaram, e no dia seguinte tambĂ©m nĂŁo?
- Nada, jĂĄ estamos hĂĄ duas semanas.
- Porra, cara, e isso por quĂȘ? - perguntei.
â Como castigo. Ele disse que eu tinha que pagar por isso.
- E aĂ... vocĂȘ se aliviou sozinho, ou com a Susana, aquela gostosa do teu trampo...
- NĂŁo, nem isso, mano.
- RaĂșl, entĂŁo cĂȘs tĂŁo esperando o quĂȘ?
- No dia 28
â Sexta-feira... VocĂȘs decidiram assim â eu disse.
- Sim. Meu castigo, entre aspas, Rober, porque também não considero isso um castigo, é fazer tudo o que ela mandar, dentro de uns limites que a gente estabeleceu e que não vão ser ultrapassados.
- Ah, e o que que sĂŁo essas linhas vermelhas, hein?
â Vem na sexta Ă noite lĂĄ em casa se nĂŁo tiver nada pra fazer... e vocĂȘ vĂȘ â disse ela, enquanto um frio na barriga me tomava e eu sentia a rola começando a endurecer...
- Isso aĂ Ă© o quĂȘ? uma pegadinha que vĂŁo fazer comigo? hahaha - falei.
- A gente podia te dar, sim - disse meu amigo. - Mas nĂŁo, haha. VocĂȘ vem, jĂĄ tĂĄ.
Eu disse que sim, que iria jantar, porque a gente ia comer primeiro antes do que rolasse depois. Tava morrendo de vontade de saber do que tinham falado, como nĂŁo quis perguntar pro Raul, resolvi mandar um zap pra Eva assim que me despedi do meu amigo. E foi o que fiz.
JĂĄ falei com o Raul... ele me falou um negĂłcio de umas linhas vermelhas... me adianta alguma coisa, vai" - escrevi.
Depois de cinco minutos, ela me mandou uma mensagem:
NĂŁoo, nĂŁo vou te contar nada, haha
vem, porra... alguma coisa. Vamos repetir o que a gente fez duas semanas atrĂĄs?
Vamos ver o que sai..." - escreveu Eva, e eu jĂĄ comecei a ficar de pau duro sĂł de pensar em ver ela pelada no sofĂĄ de novo... e com o Raul na frente.
uma das linhas vermelhas Ă©... nĂŁo te tocar?" eu soltei.
Pois Ă©... melhor eu nĂŁo te contar
porra, Eva, tĂŽ muito tarado
Pois jĂĄ somos dois, ou trĂȘs se incluirmos meu marido...
hehe, pois Ă©. Vamos ver como Ă© que vai ser entĂŁo... acho que o Raul vai querer terminar o que o outro dia nĂŁo conseguiu... foder vocĂȘs dois enquanto eu olho e me masturbo, nĂ©?" escrevi tentando arrancar alguma coisa.
NĂŁo vou te falar nada, Rober. SĂł espera com paciĂȘncia.
TĂĄ bom, sra. Grey, kkkkk
E nĂŁo se toca na pica, vem com o bote acumulado

ler isso me deixou a mil...
NĂŁo se preocupa que eu jĂĄ tĂŽ com ela arrebentando, foxy
Assim que eu gosto, me chamar do que eu sou, e ainda mais na frente do meu marido
Vou esperar suas ordens
Deixei ele lĂĄ, nĂŁo mandei mais mensagem.
No dia 28, Ă s 11 da manhĂŁ, recebi um zap da Eva.
Vem pra minha casa daqui a meia hora
Vale" respondi "Ă© que vocĂȘ quer falar comigo?
Vem aqui, a gente te espera aqui
NĂŁo acreditei. De manhĂŁ? NĂŁo era uma brincadeira de mau gosto? Esses filhos da puta me deixaram muito curioso.
TĂĄ bom, vou sim.
Tomei um banho em cinco minutos, me vesti e saĂ pra casa do meu amigo.
Ele que abriu pra mim.
- Entra, Rober. A gente tem umas duas horas - ele disse.
- Um par de horas pra quĂȘ?
â Entra.
Eu fiz. Ele me levou até a cozinha. Da Eva, nem sinal. Ele me ofereceu uma bebida e eu aceitei. Ele jå estava com uma cerveja, assim, tão cedo.
O pequeno tĂĄ com uma das minhas cunhadas. Agora a Eva vem â disse. Ela tĂĄ no quarto.
Eu nĂŁo falei nada, me sentia manipulado, como se fosse um brinquedo dos meus amigos... mas eu gostava, me excitava. RaĂșl continuou falando:
- Rober... vai ver como eu vou comer a minha mulher.

VocĂȘ vai ver como ela vai me foder. Do jeito que vocĂȘ quiser.

E soltou aquilo como se dissesse: Rober, mano, toma uma cerveja.
Era bizarro, nunca teria imaginado isso.
- Ah, tĂĄ bom - consegui falar. - VocĂȘs vĂŁo gozar o que nĂŁo conseguiram hĂĄ duas semanas.
- Sim, mas tem mais.
Os nervos e o mistério estavam me devorando.
- Ah, muito bom, muito bom mas...
Parei de falar porque a Eva entrou na cozinha. Tava com a camisola de duas semanas atrås. Ou seja, tava gostosa pra caralho de novo. Como tava um pouco de frio, os bicos dos peitos endurecidos apareciam pelo cetim do pano... Meia-calça... e ela trazia na mão um par de sapatos vermelhos de salto. Se abaixou pra calçar e me deu uma vista espetacular das tetonas dela. Não tava usando sutiã. Nem preciso dizer que fiquei de pau duro na hora.

- Aqui estĂĄ minha mulher -disse Raul - vocĂȘ jĂĄ conhece ela, hehehe, mas o que vocĂȘ nĂŁo sabe Ă© o quĂŁo promĂscua ela pode ser, ainda mais depois de ler aqueles livros... e de ter sido esquentada por vocĂȘ durante uma semana.
Olhei pro Rober e ele continuou falando.
- Acho que tu também tå tarado, parceiro.
Assenti enquanto dava um gole na cerveja.
â Vamos pra sala â disse Eva.
Fomos para a sala e foi o Raul quem fechou as cortinas escuras pra dar mais privacidade e nĂŁo entrar tanta luz. A Eva colocou uma manta no sofĂĄ.
- Minha mulher me disse que vai começar a se tocar na buceta enquanto a gente lĂȘ isso.
E aĂ, tirou do bolso um papel dobrado.
Eva subiu no sofĂĄ, apoiou os pĂ©s nos almofadas e abriu as pernas. Deixou entrever a buceta dela, tinha depilado tudo!!! Ver aquilo me deu uma vontade de me jogar nela e chupar tudo. Olhei pro papel que o RaĂșl tava me oferecendo.
- LĂȘ isso - disse enquanto tirava a camisa e a calça.
Eu tava alucinando, nĂŁo falei nada e comecei a ler. RaĂșl falou de novo:
â Minha mulher e eu combinamos umas regras entre a gente, algumas sĂŁo "barreiras" ou linhas vermelhas, coisas que nem eu nem ela pode pedir ou fazer. Coisas que nĂŁo vamos te contar. Mas aĂ nesse papel estĂŁo as regras que vocĂȘ tem que cumprir e coisas que nĂŁo pode fazer. VocĂȘ tem que jurar que nĂŁo vai passar por cima delas.
- Beleza - falei enquanto lia.
Na lista tinha coisas como:
1) NĂŁo tocar neles a nĂŁo ser que cada um pedisse.
2) Eu podia bater uma punheta, e mais... devia fazer isso. E dar umas sugestÔes, mesmo que nem sempre fossem atendidas.
3) Eu tinha que esquentar elas, principalmente a Eva, podia usar palavras como gostosa, puta, vagabunda, promĂscua... e expor situaçÔes que eu gostaria que ela fizesse comigo pra levar ela ao orgasmo.
4) Fazer exatamente tudo o que eles me mandassem.
5) Levar o segredo comigo pro tĂșmulo.
Não acreditei no que estava acontecendo. Quando levantei a cabeça do papel, vi Raul sentado no sofå ao lado da mulher dele, os dois se masturbando, e Eva jå tinha levado a mão pro pau do marido. Minha pica tava quase rasgando a cueca.
- Qual Ă©, filho da puta? NĂŁo tĂĄ gostando do que vĂȘ? - disse ela, se referindo ao quadro que se apresentava pra mim. - Vai tirando essa calça, que sua pica vai explodir aĂ dentro. E senta do meu lado.

â Se nĂŁo gosto do que vejo? â falei nervoso. â Depois do quanto a gente se divertiu hĂĄ duas semanas... isso vai ser ainda melhor...
Eles sorriram enquanto me viam tirar a roupa. NĂŁo fiz com pressa, tambĂ©m nĂŁo demorei, mas fiz de forma tranquila e escondendo um pouco meu nervosismo, pelo menos tentei disfarçar. Coloquei meu moletom e minha calça numa cadeira da sala e quando me virei pra sentar no sofĂĄ, o RaĂșl tinha acabado de tirar a camisola da Eva, que tinha ficado sĂł com as meias e os saltos e jĂĄ tinha se sentado de novo. Os peitos dela caĂam atĂ© a barriga. Conforme me aproximava, tirei a cueca e meu pau saltou feito uma mola, pra cima.

â Senta aqui â disse Eva no meio do sofĂĄ.
RaĂșl estava Ă direita dela, eu me coloquei Ă esquerda.
- Desta vez vamos até o fim - disse meu amigo. - Pode começar a bater uma, Rober.
Fiz o que meu amigo me pedia sem tirar os olhos dos dois. Principalmente das tetas da Eva, o cheiro de buceta aberta e pronta começava a inundar o sofå.
- Vou começar por isso - ela disse.
E se apressou pra se inclinar no colo do meu amigo, tava chupando a rola dele, mas eu nĂŁo conseguia ver da minha posição. RaĂșl passou a mĂŁo por cima e começou a acariciar as costas da mulher dele.

- Faz isso, Rober, acaricia as costas da minha mulher.
Eu fiz o que ela me pedia e executei outro dos pontos acordados naquele escrito que eu podia e devia fazer. Me abaixei um pouco até o rosto da Eva e falei no ouvido dela, mas de um jeito que meu amigo pudesse ouvir:
Vamos, putinha... chupa a pica do teu marido, passa bem a lĂngua, que tem que entrar inteira nessa buceta molhada que tu tem.
Ela me olhou por um momento, gemeu um pouco e continuou chupando.
RaĂșl se desmanchava em gemidos curtos:
- Aaahhh, porra, como vocĂȘ faz bem, gostosa... que tesĂŁo vocĂȘ me dĂĄ... e como vocĂȘ fica com vontade com esse filho da puta aqui do lado.
Eva começou a gemer um pouco mais, me afastei um pouco e vi que o RaĂșl tinha alcançado a buceta da mulher dele com a mĂŁo, nĂŁo dava pra ver como ele tava mexendo nela, mas dava pra imaginar, a buceta dela tava colada no sofĂĄ.
â Fique na minha frente e se toque na buceta, se masturbe â disse Eva numa pausa do boquete.
Fiz o que ela mandou. Fiquei de pé, a um metro dos dois, e comecei a bater uma punheta de leve. Tinha acabado de me depilar de manhã e me lambuzado com um creme, e meu pau brilhava glorioso na frente deles, kkkkk.
â Ă assim que vocĂȘs querem? â perguntei.
- TĂĄ bom assim - disse meu amigo -. Olha pra ela, puta - continuou se referindo Ă Eva, segurando a cabeça dela por um momento e forçando ela a olhar pra minha rola - cĂȘ gosta dessa rola?
- Sim, sim... - disse com os lĂĄbios colados nos ovos do meu amigo.
â Sabia que vocĂȘ gostava, rabuda â falei.
Meu coração começou a bater desenfreadamente. Depois daquela pergunta... vinha a pergunta do meu amigo... algo como: "e vocĂȘ queria comer ela?" ou "e vocĂȘ queria meter nela, putinha?", "verdade que vocĂȘ queria ter ela dentro da buceta?"... mas nĂŁo veio mais nenhuma pergunta. Foi Eva quem falou:
â Passa a mĂŁo nas minhas tetas na frente do teu amigo, gostosa â disse ela se levantando no sofĂĄ e sentando de novo.
RaĂșl começou a acariciĂĄ-las, os peitos dela subiam e desciam, apertados, um contra o outro, de vez em quando dava uns beliscĂ”es leves e os mamilos dela endureciam entre os gemidos de Eva.

â Meu amigo tambĂ©m ia adorar fazer isso, gostosa... â disse Raul. â O que cĂȘ acha? Deixamos ele?
O tesĂŁo me consumia.
â Acho que esse filho da puta quer pegar nas minhas tetas e no que nĂŁo Ă© teta â disse ela.
â VocĂȘs vĂŁo me deixar fazer isso, seus putos? â perguntei, dando um passo Ă frente.
Senta do meu lado esquerdo, cachorro" â ordenou Eva. Eu ia avançar, mas ela me parou.
- Ah, ah, ah... nĂŁo nĂŁo nĂŁo. Assim nĂŁo. Fica de quatro e vem atĂ© aqui como o que vocĂȘ Ă©, um cachorro.
Fiz isso, que jeito... e temperei com o seguinte: fiquei de quatro, e rastejei até ela, as pernas e joelhos dela estavam na minha frente, dava pra sentir o cheiro da buceta dela dali.
â Sou teu cachorro â eu disse â peço permissĂŁo pra lamber tua perna.
â Concedido âdisse ela.
Passei a lĂngua e lambi o joelho esquerdo, depois o direito.
Ela gemeu.
- Esse cachorro tĂĄ no cio, Raul. TĂĄ bem... senta no sofĂĄ, do meu lado esquerdo.
Eu fiz isso.
- Agora - disse meu amigo -. VocĂȘ vai apalpar um peito da minha mulher gostosa, e eu farei o mesmo com o outro.
Finalmente eu ia pegar com força nos peitos da Eva, na frente do marido dela. Minha pica tava dura que nem mĂĄrmore. Começamos a apalpar os peitos dela juntos, a puta começou a gemer, e o RaĂșl desceu uma mĂŁo atĂ© a buceta dela e começou a tocar, os dois tocavam. Nossas picas tavam duras, prontas.

â NĂŁo vai gozar ainda nĂŁo, putinha â falei no ouvido dela.
- NĂŁo, nĂŁo, nĂŁo - disse ela.
- Isso, nĂŁo goza nĂŁo, que eu tenho que te foder - disse RaĂșl.
Ficamos assim por uns minutos, atĂ© que a Eva chegou perto do ouvido do RaĂșl e falou alguma coisa que nĂŁo consegui ouvir. Ele olhou pra mim e depois perguntou:
- Tem certeza? Acha que ele merece?
Ela me olhou, olhou pro marido dela e disse:
- Acho que sim, vamos dar isso pra ela, igual da Ășltima vez.
â TĂĄ bom â disse meu amigo.
Qual Ă© a?" â perguntei, saindo do meu papel de cachorro submisso punheteiro, haha.
â Minha mulher vai bater uma pra gente â e encostou as costas no sofĂĄ. Eu fiz o mesmo.
Minhas dĂșvidas sobre como ela ia nos bater uma foram logo esclarecidas. Eva escorregou pelo sofĂĄ e se ajoelhou de frente pra nĂłs.
âPeguem um pouco mais â disse ela.
E a gente se aproximou um do outro, sentados, quase colados. Minha boca secou de nervoso. Eva ia bater uma pra nós dois. Ela esticou os dois braços e com a mão direita pegou no meu pau, com a esquerda no do marido dela.
â VocĂȘ tem sorte, filho da puta â disse Raul â minha mulher Ă© destra, haha.
Reimos.
â JĂĄ â ela disse â mas vocĂȘ leva isso tambĂ©m, e esse filho da puta que temos de convidado... nĂŁo.
E aà ela aproximou a cabeça da pica do meu amigo e deu vårias engolidas enquanto me batia uma punheta.
Comecei a gemer ao ver aquilo e sentir a mĂŁo da puta no meu pau. Eva a um passo de me dar um boquete... sĂł precisavam concordar.
Chupa a pica do teu marido enquanto me bate uma, gostosa" â intervim. "Tu deve tar com a buceta pegando fogo.
Ela nĂŁo respondeu e tirou a boca da pica do RaĂșl pra continuar batendo punheta pra nĂłs dois, com as mĂŁos. Ela babava as duas e seguia em frente. A gente tava no limite.
â Minha buceta tĂĄ do jeito que tem que estar â ela disse â. Pronta pra ser comida, Ă© como um pedaço do inferno.

Ouvir ela falar assim me deixava cada vez mais excitado. AĂ ela fez o seguinte: chegou perto dos joelhos do RaĂșl, colocou as tetonas dela nas pernas dele e começou a bater os peitos na pica do marido. Eu continuei batendo uma pra nĂŁo perder o ritmo.
- Querido - disse RaĂșl - seja boazinha com nosso convidado. Pega na pica dele e bate nos teus peitos... vamos ver como ela tĂĄ dura.
Ela sorriu sem dizer nada e não deu bola pra ele. Eu preferi ficar calado e ver a reação do meu amigo, que me deixou ainda mais tarado sabendo que aquilo vinha dele, sem ele pedir.
â NĂŁo quer que eu faça isso em vocĂȘ, Rober? â disse Raul.
- Sim, sim, eu quero, sou um filho da puta, sou o brinquedo de vocĂȘs, quero que sua foxy sinta nos peitos como ela me deixa duro.
- JĂĄ ouviu, sua puta... faz isso - disse Raul.
Caralho, vocĂȘs nĂŁo imaginam o que passou pelo meu corpo. Eva, com um sorriso e bem devagar, se afastou do marido, ficou na minha frente, ajoelhou e colocou os peitos dela nas minhas coxas. A sensação de calor foi inacreditĂĄvel. Ela pegou minha pica com as duas mĂŁos e começou a bater os peitos nela. Eu comecei a gemer.

Jå me encontrei uma vez com a Glória, minha coroa gostosa pra caralho. Fodemos como leÔes na minha casa e a tia me perguntou se eu jå tinha decidido aquilo que falei uma vez, de trazer uma amiga pra nos ver transando. Pelo visto ela ainda lembrava daquilo que eu disse uma vez enquanto a Eva nos observava escondida do quartinho debaixo da escada, sem ela saber. Eu jå tinha esquecido, hahaha. Falei que minha amiga estava pensando (era mentira, claro, não tinha falado mais com a Eva sobre o assunto, nem sondado, mas precisava fazer isso) mas que se rolasse alguma coisa, ela colocaria como condição a Glória estar de olhos vendados pra não ser reconhecida. A Glória disse que podia ser, que teria que pensar, hehe. A ideia de ter a Glória vendada e a Eva pelada se tocando no meu sofå... me deixava louco de tesão.
Nos dias de semana, mandei uns WhatsApp pra Eva, sĂł pra sondar e falar umas paradas tipo:
Vou contar pro seu marido que vocĂȘ ficou comigo hoje de manhĂŁ
vou falar pra ele que fui na sua casa
E depois ligava pro Raul pra dar as notĂcias, que a mulher dele era uma santa, que tinha me rejeitado toda vez que eu me insinuava na brincadeira e prometia que ninguĂ©m ia ficar sabendo de um simples deslize comigo. Que ela vivia me dizendo como Ă© que eu tinha coragem de sugerir uma traição daquelas, que ficava puta...
Finalmente chegou a sexta-feira e marquei com o RaĂșl pro dia seguinte, dia 22, na hora do aperitivo.
Entramos num dos nossos bares de tapas favoritos e lĂĄ comecei a contar pra ela o que jĂĄ tinha adiantado por telefone nas mensagens.
- Pois que alĂvio, cara. Que alĂvio - ela me dizia.
- O que eu te falei, RaĂșl. Olha, vocĂȘ conhece sua mulher uns trĂȘs ou quatro anos antes de mim, e casou, e mora com ela, buceta, vamos... Ă© sua mulher. Pois Ă©, a mina Ă© toda fiel, hahaha.
- Sim, sim... mas porra, Ă© normal eu ter dĂșvidas.
- Claro. EntĂŁo, como eu te falei, uma brincadeira. E depois, tudo de boa. E como ela ficava dura quando via nĂłs dois pelados no seu sofĂĄ - falei bem baixinho no ouvido dele.
- Uf, jĂĄ viu, mano. Isso me deixa louco.
- Me deixou a mil vocĂȘ dar sua permissĂŁo tĂŁo rĂĄpido e por baixo dos panos pra ela me tocar, jĂĄ viu... nĂŁo aguentei nada, um minuto e pouco. NĂŁo lembro de ter gozado tanto em muito tempo.
Jå vi, filho da puta. Deixou ela toda arrombada. Mete com uma força...
E vocĂȘ continuava de pau duro. BĂȘbado pra caralho, mas de pau duro atĂ© nĂŁo poder mais.
- TĂŽ te falando, o que acontece Ă© que depois me deu aquela bad, mas se nĂŁo tivesse bebido tanto...
- Se nĂŁo tivesse bebido tanto, RaĂșl... vocĂȘs teriam transado juntos na minha frente. E eu batendo uma de novo, implorando pra vocĂȘ deixar a Eva fazer alguma coisa comigo.
- Pra essas ocasiÔes é melhor não beber, mas a euforia me pegou.
â VocĂȘ jĂĄ sabe que nĂŁo precisa beber quando pretende fazer essas coisas... â soltei, olhando sĂ©rio na cara dele.
- Quando vocĂȘ tiver pensado nisso?
- Ă, cĂȘ sabe, vai querer que isso aconteça de novo, mas dessa vez vocĂȘs podem foder, que dure atĂ© esses momentos. CĂȘ tĂĄ com tesĂŁo acumulado, parceiro.
- Sim, Ă© exatamente isso, tĂŽ acumulando. Mas, Rober, agora preciso falar com ela. Contar o que rolou comigo e ver como ela reage.
- Tio, mas se vocĂȘ fizer isso... fala pra ela primeiro, por favor, pra nĂŁo ficar brava. Nem com vocĂȘ nem comigo, que eu fiz isso sĂł por vocĂȘ, porque vocĂȘ pediu. Porque nĂŁo quero que ela pense agora que nĂŁo confio nela, sei lĂĄ, ou que sou um aproveitador e que nĂŁo tenho respeito por vocĂȘs. Ela quase mandou eu ir pra merda e pediu pra eu me afastar de vez da sua casa e parar de ser amigo de vocĂȘs.
- Porra. Fica tranquilo, parceiro, que vou fazer com jeito. Essa noite com certeza eu como alguém, hahaha.
- Kkkkk, claro.
- Sim, porque alĂ©m disso, desde que vocĂȘ esteve com a gente no salĂŁo... nada de nada. E jĂĄ faz um tempinho.
- Porra, jĂĄ passou mesmo.
Pensei que a sementinha do tesĂŁo no meu amigo jĂĄ tava plantada. SĂł precisava esperar ele conversar com a mulher dele, eles trocarem uma ideia e tocarem no assunto... de uma nova noite de suruba.
- E aĂ, entĂŁo pode ficar tranquilo e ir trabalhar fora esses dois ou trĂȘs meses - falei.
- Com certeza - disse ele enquanto pedia mais uma cerveja.
- Isso sim, me conta tudo o que rolar essa noite, sabe, não quero que a Eva fique puta comigo ou que isso estrague nossa amizade e confiança. Quero saber de tudo!! - falei todo animado.
- Valeu. Vou fazer assim.
Chegaram as fĂ©rias, eu tinha que trabalhar na manhĂŁ do dia 24, mas depois teria mais de uma semana de folga, igual ao RaĂșl. E compromissos de famĂlia, claro, tĂpico dessas festas. No dia 26, falei por telefone com meu amigo.
AtĂ© entĂŁo, sĂł trocĂĄvamos felicitaçÔes pelo WhatsApp e mandei umas mensagens curtas pra Eva sĂł pra confirmar que tudo tinha saĂdo como a gente tinha planejado.
Oi!!! Feliz Natal... como Ă© que tĂĄ tudo?
Beeeem, parabĂ©ns" â respondeu.
Ei, foi tudo bem na conversa?
Tudo como vocĂȘ disse" â ela me respondeu. "Ela vai falar com vocĂȘ.
Tava morrendo de vontade de saber mais coisas, pela boca dos dois, mas fiquei de falar com o Raul no dia 26 e avisei a Eva pelo WhatsApp pra me escrever quando o Raul nĂŁo estivesse por perto. Ela disse que ia fazer isso.
No dia 26 encontrei o Raul de novo, pra ele me contar.
â Foi tudo numa boa, parceiro â ele me disse. â Contei com todo tato o que tinha rolado... meu plano. Ela ficou meio pistola, mas depois se acalmou. Foi quase como vocĂȘ tinha falado.
â NĂŁo entendi, quase do jeito que eu tinha falado?
- Ă, porque a gente nĂŁo transa.
- Porra, e por que nĂŁo?
â Ela me disse que foi bem sacana o que eu fiz, que entendia, mas que nĂŁo achava certo. Que eu tinha colocado a fidelidade dela Ă prova, e que ficou claro que ela nĂŁo faria nada sem meu consentimento, que nunca me trairia.
- EntĂŁo foi o que eu te disse - respondi.
- Sim. EntĂŁo ele me castigou.
- Vamos, vocĂȘs nĂŁo transaram, e no dia seguinte tambĂ©m nĂŁo?
- Nada, jĂĄ estamos hĂĄ duas semanas.
- Porra, cara, e isso por quĂȘ? - perguntei.
â Como castigo. Ele disse que eu tinha que pagar por isso.
- E aĂ... vocĂȘ se aliviou sozinho, ou com a Susana, aquela gostosa do teu trampo...
- NĂŁo, nem isso, mano.
- RaĂșl, entĂŁo cĂȘs tĂŁo esperando o quĂȘ?
- No dia 28
â Sexta-feira... VocĂȘs decidiram assim â eu disse.
- Sim. Meu castigo, entre aspas, Rober, porque também não considero isso um castigo, é fazer tudo o que ela mandar, dentro de uns limites que a gente estabeleceu e que não vão ser ultrapassados.
- Ah, e o que que sĂŁo essas linhas vermelhas, hein?
â Vem na sexta Ă noite lĂĄ em casa se nĂŁo tiver nada pra fazer... e vocĂȘ vĂȘ â disse ela, enquanto um frio na barriga me tomava e eu sentia a rola começando a endurecer...
- Isso aĂ Ă© o quĂȘ? uma pegadinha que vĂŁo fazer comigo? hahaha - falei.
- A gente podia te dar, sim - disse meu amigo. - Mas nĂŁo, haha. VocĂȘ vem, jĂĄ tĂĄ.
Eu disse que sim, que iria jantar, porque a gente ia comer primeiro antes do que rolasse depois. Tava morrendo de vontade de saber do que tinham falado, como nĂŁo quis perguntar pro Raul, resolvi mandar um zap pra Eva assim que me despedi do meu amigo. E foi o que fiz.
JĂĄ falei com o Raul... ele me falou um negĂłcio de umas linhas vermelhas... me adianta alguma coisa, vai" - escrevi.
Depois de cinco minutos, ela me mandou uma mensagem:
NĂŁoo, nĂŁo vou te contar nada, haha
vem, porra... alguma coisa. Vamos repetir o que a gente fez duas semanas atrĂĄs?
Vamos ver o que sai..." - escreveu Eva, e eu jĂĄ comecei a ficar de pau duro sĂł de pensar em ver ela pelada no sofĂĄ de novo... e com o Raul na frente.
uma das linhas vermelhas Ă©... nĂŁo te tocar?" eu soltei.
Pois Ă©... melhor eu nĂŁo te contar
porra, Eva, tĂŽ muito tarado
Pois jĂĄ somos dois, ou trĂȘs se incluirmos meu marido...
hehe, pois Ă©. Vamos ver como Ă© que vai ser entĂŁo... acho que o Raul vai querer terminar o que o outro dia nĂŁo conseguiu... foder vocĂȘs dois enquanto eu olho e me masturbo, nĂ©?" escrevi tentando arrancar alguma coisa.
NĂŁo vou te falar nada, Rober. SĂł espera com paciĂȘncia.
TĂĄ bom, sra. Grey, kkkkk
E nĂŁo se toca na pica, vem com o bote acumulado

ler isso me deixou a mil...
NĂŁo se preocupa que eu jĂĄ tĂŽ com ela arrebentando, foxy
Assim que eu gosto, me chamar do que eu sou, e ainda mais na frente do meu marido
Vou esperar suas ordens
Deixei ele lĂĄ, nĂŁo mandei mais mensagem.
No dia 28, Ă s 11 da manhĂŁ, recebi um zap da Eva.
Vem pra minha casa daqui a meia hora
Vale" respondi "Ă© que vocĂȘ quer falar comigo?
Vem aqui, a gente te espera aqui
NĂŁo acreditei. De manhĂŁ? NĂŁo era uma brincadeira de mau gosto? Esses filhos da puta me deixaram muito curioso.
TĂĄ bom, vou sim.
Tomei um banho em cinco minutos, me vesti e saĂ pra casa do meu amigo.
Ele que abriu pra mim.
- Entra, Rober. A gente tem umas duas horas - ele disse.
- Um par de horas pra quĂȘ?
â Entra.
Eu fiz. Ele me levou até a cozinha. Da Eva, nem sinal. Ele me ofereceu uma bebida e eu aceitei. Ele jå estava com uma cerveja, assim, tão cedo.
O pequeno tĂĄ com uma das minhas cunhadas. Agora a Eva vem â disse. Ela tĂĄ no quarto.
Eu nĂŁo falei nada, me sentia manipulado, como se fosse um brinquedo dos meus amigos... mas eu gostava, me excitava. RaĂșl continuou falando:
- Rober... vai ver como eu vou comer a minha mulher.

VocĂȘ vai ver como ela vai me foder. Do jeito que vocĂȘ quiser.

E soltou aquilo como se dissesse: Rober, mano, toma uma cerveja.
Era bizarro, nunca teria imaginado isso.
- Ah, tĂĄ bom - consegui falar. - VocĂȘs vĂŁo gozar o que nĂŁo conseguiram hĂĄ duas semanas.
- Sim, mas tem mais.
Os nervos e o mistério estavam me devorando.
- Ah, muito bom, muito bom mas...
Parei de falar porque a Eva entrou na cozinha. Tava com a camisola de duas semanas atrås. Ou seja, tava gostosa pra caralho de novo. Como tava um pouco de frio, os bicos dos peitos endurecidos apareciam pelo cetim do pano... Meia-calça... e ela trazia na mão um par de sapatos vermelhos de salto. Se abaixou pra calçar e me deu uma vista espetacular das tetonas dela. Não tava usando sutiã. Nem preciso dizer que fiquei de pau duro na hora.

- Aqui estĂĄ minha mulher -disse Raul - vocĂȘ jĂĄ conhece ela, hehehe, mas o que vocĂȘ nĂŁo sabe Ă© o quĂŁo promĂscua ela pode ser, ainda mais depois de ler aqueles livros... e de ter sido esquentada por vocĂȘ durante uma semana.
Olhei pro Rober e ele continuou falando.
- Acho que tu também tå tarado, parceiro.
Assenti enquanto dava um gole na cerveja.
â Vamos pra sala â disse Eva.
Fomos para a sala e foi o Raul quem fechou as cortinas escuras pra dar mais privacidade e nĂŁo entrar tanta luz. A Eva colocou uma manta no sofĂĄ.
- Minha mulher me disse que vai começar a se tocar na buceta enquanto a gente lĂȘ isso.
E aĂ, tirou do bolso um papel dobrado.
Eva subiu no sofĂĄ, apoiou os pĂ©s nos almofadas e abriu as pernas. Deixou entrever a buceta dela, tinha depilado tudo!!! Ver aquilo me deu uma vontade de me jogar nela e chupar tudo. Olhei pro papel que o RaĂșl tava me oferecendo.
- LĂȘ isso - disse enquanto tirava a camisa e a calça.
Eu tava alucinando, nĂŁo falei nada e comecei a ler. RaĂșl falou de novo:
â Minha mulher e eu combinamos umas regras entre a gente, algumas sĂŁo "barreiras" ou linhas vermelhas, coisas que nem eu nem ela pode pedir ou fazer. Coisas que nĂŁo vamos te contar. Mas aĂ nesse papel estĂŁo as regras que vocĂȘ tem que cumprir e coisas que nĂŁo pode fazer. VocĂȘ tem que jurar que nĂŁo vai passar por cima delas.
- Beleza - falei enquanto lia.
Na lista tinha coisas como:
1) NĂŁo tocar neles a nĂŁo ser que cada um pedisse.
2) Eu podia bater uma punheta, e mais... devia fazer isso. E dar umas sugestÔes, mesmo que nem sempre fossem atendidas.
3) Eu tinha que esquentar elas, principalmente a Eva, podia usar palavras como gostosa, puta, vagabunda, promĂscua... e expor situaçÔes que eu gostaria que ela fizesse comigo pra levar ela ao orgasmo.
4) Fazer exatamente tudo o que eles me mandassem.
5) Levar o segredo comigo pro tĂșmulo.
Não acreditei no que estava acontecendo. Quando levantei a cabeça do papel, vi Raul sentado no sofå ao lado da mulher dele, os dois se masturbando, e Eva jå tinha levado a mão pro pau do marido. Minha pica tava quase rasgando a cueca.
- Qual Ă©, filho da puta? NĂŁo tĂĄ gostando do que vĂȘ? - disse ela, se referindo ao quadro que se apresentava pra mim. - Vai tirando essa calça, que sua pica vai explodir aĂ dentro. E senta do meu lado.

â Se nĂŁo gosto do que vejo? â falei nervoso. â Depois do quanto a gente se divertiu hĂĄ duas semanas... isso vai ser ainda melhor...
Eles sorriram enquanto me viam tirar a roupa. NĂŁo fiz com pressa, tambĂ©m nĂŁo demorei, mas fiz de forma tranquila e escondendo um pouco meu nervosismo, pelo menos tentei disfarçar. Coloquei meu moletom e minha calça numa cadeira da sala e quando me virei pra sentar no sofĂĄ, o RaĂșl tinha acabado de tirar a camisola da Eva, que tinha ficado sĂł com as meias e os saltos e jĂĄ tinha se sentado de novo. Os peitos dela caĂam atĂ© a barriga. Conforme me aproximava, tirei a cueca e meu pau saltou feito uma mola, pra cima.

â Senta aqui â disse Eva no meio do sofĂĄ.
RaĂșl estava Ă direita dela, eu me coloquei Ă esquerda.
- Desta vez vamos até o fim - disse meu amigo. - Pode começar a bater uma, Rober.
Fiz o que meu amigo me pedia sem tirar os olhos dos dois. Principalmente das tetas da Eva, o cheiro de buceta aberta e pronta começava a inundar o sofå.
- Vou começar por isso - ela disse.
E se apressou pra se inclinar no colo do meu amigo, tava chupando a rola dele, mas eu nĂŁo conseguia ver da minha posição. RaĂșl passou a mĂŁo por cima e começou a acariciar as costas da mulher dele.

- Faz isso, Rober, acaricia as costas da minha mulher.
Eu fiz o que ela me pedia e executei outro dos pontos acordados naquele escrito que eu podia e devia fazer. Me abaixei um pouco até o rosto da Eva e falei no ouvido dela, mas de um jeito que meu amigo pudesse ouvir:
Vamos, putinha... chupa a pica do teu marido, passa bem a lĂngua, que tem que entrar inteira nessa buceta molhada que tu tem.
Ela me olhou por um momento, gemeu um pouco e continuou chupando.
RaĂșl se desmanchava em gemidos curtos:
- Aaahhh, porra, como vocĂȘ faz bem, gostosa... que tesĂŁo vocĂȘ me dĂĄ... e como vocĂȘ fica com vontade com esse filho da puta aqui do lado.
Eva começou a gemer um pouco mais, me afastei um pouco e vi que o RaĂșl tinha alcançado a buceta da mulher dele com a mĂŁo, nĂŁo dava pra ver como ele tava mexendo nela, mas dava pra imaginar, a buceta dela tava colada no sofĂĄ.
â Fique na minha frente e se toque na buceta, se masturbe â disse Eva numa pausa do boquete.
Fiz o que ela mandou. Fiquei de pé, a um metro dos dois, e comecei a bater uma punheta de leve. Tinha acabado de me depilar de manhã e me lambuzado com um creme, e meu pau brilhava glorioso na frente deles, kkkkk.
â Ă assim que vocĂȘs querem? â perguntei.
- TĂĄ bom assim - disse meu amigo -. Olha pra ela, puta - continuou se referindo Ă Eva, segurando a cabeça dela por um momento e forçando ela a olhar pra minha rola - cĂȘ gosta dessa rola?
- Sim, sim... - disse com os lĂĄbios colados nos ovos do meu amigo.
â Sabia que vocĂȘ gostava, rabuda â falei.
Meu coração começou a bater desenfreadamente. Depois daquela pergunta... vinha a pergunta do meu amigo... algo como: "e vocĂȘ queria comer ela?" ou "e vocĂȘ queria meter nela, putinha?", "verdade que vocĂȘ queria ter ela dentro da buceta?"... mas nĂŁo veio mais nenhuma pergunta. Foi Eva quem falou:
â Passa a mĂŁo nas minhas tetas na frente do teu amigo, gostosa â disse ela se levantando no sofĂĄ e sentando de novo.
RaĂșl começou a acariciĂĄ-las, os peitos dela subiam e desciam, apertados, um contra o outro, de vez em quando dava uns beliscĂ”es leves e os mamilos dela endureciam entre os gemidos de Eva.

â Meu amigo tambĂ©m ia adorar fazer isso, gostosa... â disse Raul. â O que cĂȘ acha? Deixamos ele?
O tesĂŁo me consumia.
â Acho que esse filho da puta quer pegar nas minhas tetas e no que nĂŁo Ă© teta â disse ela.
â VocĂȘs vĂŁo me deixar fazer isso, seus putos? â perguntei, dando um passo Ă frente.
Senta do meu lado esquerdo, cachorro" â ordenou Eva. Eu ia avançar, mas ela me parou.
- Ah, ah, ah... nĂŁo nĂŁo nĂŁo. Assim nĂŁo. Fica de quatro e vem atĂ© aqui como o que vocĂȘ Ă©, um cachorro.
Fiz isso, que jeito... e temperei com o seguinte: fiquei de quatro, e rastejei até ela, as pernas e joelhos dela estavam na minha frente, dava pra sentir o cheiro da buceta dela dali.
â Sou teu cachorro â eu disse â peço permissĂŁo pra lamber tua perna.
â Concedido âdisse ela.
Passei a lĂngua e lambi o joelho esquerdo, depois o direito.
Ela gemeu.
- Esse cachorro tĂĄ no cio, Raul. TĂĄ bem... senta no sofĂĄ, do meu lado esquerdo.
Eu fiz isso.
- Agora - disse meu amigo -. VocĂȘ vai apalpar um peito da minha mulher gostosa, e eu farei o mesmo com o outro.
Finalmente eu ia pegar com força nos peitos da Eva, na frente do marido dela. Minha pica tava dura que nem mĂĄrmore. Começamos a apalpar os peitos dela juntos, a puta começou a gemer, e o RaĂșl desceu uma mĂŁo atĂ© a buceta dela e começou a tocar, os dois tocavam. Nossas picas tavam duras, prontas.

â NĂŁo vai gozar ainda nĂŁo, putinha â falei no ouvido dela.
- NĂŁo, nĂŁo, nĂŁo - disse ela.
- Isso, nĂŁo goza nĂŁo, que eu tenho que te foder - disse RaĂșl.
Ficamos assim por uns minutos, atĂ© que a Eva chegou perto do ouvido do RaĂșl e falou alguma coisa que nĂŁo consegui ouvir. Ele olhou pra mim e depois perguntou:
- Tem certeza? Acha que ele merece?
Ela me olhou, olhou pro marido dela e disse:
- Acho que sim, vamos dar isso pra ela, igual da Ășltima vez.
â TĂĄ bom â disse meu amigo.
Qual Ă© a?" â perguntei, saindo do meu papel de cachorro submisso punheteiro, haha.
â Minha mulher vai bater uma pra gente â e encostou as costas no sofĂĄ. Eu fiz o mesmo.
Minhas dĂșvidas sobre como ela ia nos bater uma foram logo esclarecidas. Eva escorregou pelo sofĂĄ e se ajoelhou de frente pra nĂłs.
âPeguem um pouco mais â disse ela.
E a gente se aproximou um do outro, sentados, quase colados. Minha boca secou de nervoso. Eva ia bater uma pra nós dois. Ela esticou os dois braços e com a mão direita pegou no meu pau, com a esquerda no do marido dela.
â VocĂȘ tem sorte, filho da puta â disse Raul â minha mulher Ă© destra, haha.
Reimos.
â JĂĄ â ela disse â mas vocĂȘ leva isso tambĂ©m, e esse filho da puta que temos de convidado... nĂŁo.
E aà ela aproximou a cabeça da pica do meu amigo e deu vårias engolidas enquanto me batia uma punheta.
Comecei a gemer ao ver aquilo e sentir a mĂŁo da puta no meu pau. Eva a um passo de me dar um boquete... sĂł precisavam concordar.
Chupa a pica do teu marido enquanto me bate uma, gostosa" â intervim. "Tu deve tar com a buceta pegando fogo.
Ela nĂŁo respondeu e tirou a boca da pica do RaĂșl pra continuar batendo punheta pra nĂłs dois, com as mĂŁos. Ela babava as duas e seguia em frente. A gente tava no limite.
â Minha buceta tĂĄ do jeito que tem que estar â ela disse â. Pronta pra ser comida, Ă© como um pedaço do inferno.

Ouvir ela falar assim me deixava cada vez mais excitado. AĂ ela fez o seguinte: chegou perto dos joelhos do RaĂșl, colocou as tetonas dela nas pernas dele e começou a bater os peitos na pica do marido. Eu continuei batendo uma pra nĂŁo perder o ritmo.
- Querido - disse RaĂșl - seja boazinha com nosso convidado. Pega na pica dele e bate nos teus peitos... vamos ver como ela tĂĄ dura.
Ela sorriu sem dizer nada e não deu bola pra ele. Eu preferi ficar calado e ver a reação do meu amigo, que me deixou ainda mais tarado sabendo que aquilo vinha dele, sem ele pedir.
â NĂŁo quer que eu faça isso em vocĂȘ, Rober? â disse Raul.
- Sim, sim, eu quero, sou um filho da puta, sou o brinquedo de vocĂȘs, quero que sua foxy sinta nos peitos como ela me deixa duro.
- JĂĄ ouviu, sua puta... faz isso - disse Raul.
Caralho, vocĂȘs nĂŁo imaginam o que passou pelo meu corpo. Eva, com um sorriso e bem devagar, se afastou do marido, ficou na minha frente, ajoelhou e colocou os peitos dela nas minhas coxas. A sensação de calor foi inacreditĂĄvel. Ela pegou minha pica com as duas mĂŁos e começou a bater os peitos nela. Eu comecei a gemer.

3 comentĂĄrios - A gostosa peituda ( . )( . ) da mulher do meu amigođ