A gostosa peituda do meu amigo😈

EstĂĄvamos Ă s portas do Natal. Por causa de toda essa putaria que tinha rolado com o RaĂșl, e que eu mesmo tinha armado com a Eva depois, decidi nĂŁo encher o saco dela com esse assunto e ir esquentando mais ela, embora ela jĂĄ se esquentasse sozinha, haha. Ela jĂĄ devia estar era bem a fim, hehe. Se tudo desse certo... eu podia conseguir uma nova sessĂŁo com a Eva e o RaĂșl na casa dela durante o Natal, antes que ele fosse embora no começo do ano. Essa era a minha missĂŁo.

Eu me encontrei uma vez com a Glória, minha coroa gostosa pra caralho. A gente trepou igual leão na minha casa e a tia me perguntou se eu jå tinha decidido aquela parada que falei uma vez, de trazer uma amiga pra nos ver transando. Pelo visto ela ainda lembrava daquilo que eu falei uma vez enquanto a Eva nos observava escondida do quartinho debaixo da escada, sem ela saber. Eu jå tinha até esquecido, hahaha. Falei que minha amiga tava pensando (era mentira, claro, não tinha falado mais com a Eva sobre o assunto, nem sondado, mas precisava fazer isso), mas que se rolasse alguma coisa, ela ia exigir que a Glória ficasse de olhos vendados pra não ser reconhecida. A Glória falou que até podia ser, que ia pensar no assunto, hehe. A ideia de ter a Glória vendada e a Eva pelada se tocando no meu sofå... me deixava louco de tesão.

Nos dias de semana, mandei uns WhatsApp pra Eva, sĂł pra testar ela e falar umas paradas tipo:
Vou contar pro seu marido que hoje de manhĂŁ eu marquei um encontro com vocĂȘ.
vou falar pra ele que fui na sua casa
E depois ligava pro RaĂșl pra dar as notĂ­cias, que a mulher dele era uma santa, que tinha me rejeitado toda vez que eu me insinuava de boa e prometia que ninguĂ©m ia ficar sabendo de um simples deslize comigo. Que ela vivia me dizendo como Ă© que eu tinha coragem de sugerir uma traição daquela, que ficava puta...
Finalmente chegou a sexta e marquei com o RaĂșl pro dia seguinte, dia 22, na hora do aperitivo.

Entramos num dos nossos bares de tapas favoritos e lĂĄ comecei a contar pra ela o que jĂĄ tinha adiantado por telefone nas mensagens.

- Pois que alĂ­vio, cara. Que alĂ­vio - ela me dizia.
- O que eu te falei, Raul. Olha, vocĂȘ conhece sua mulher uns trĂȘs ou quatro anos antes de mim, e casou, e mora com ela, buceta, vamos... Ă© sua mulher. Pois Ă©, a mina Ă© toda fiel, hahaha.
- Sim, sim... mas porra, Ă© normal eu ter dĂșvidas.
- Claro. EntĂŁo, como eu te falei, uma brincadeira. E depois, tudo de boa. E como ela ficava dura quando via nĂłs dois pelados no seu sofĂĄ - falei bem baixinho no ouvido dele.
- Uf, jĂĄ viu, mano. Isso me deixa louco.
- Me deixou a mil vocĂȘ dar sua permissĂŁo tĂŁo rĂĄpido e na surdina pra ela me tocar, jĂĄ viu... nĂŁo aguentei nada, um minuto e pouco. NĂŁo lembro de ter gozado tanto em muito tempo.
Jå vi, filho da puta. Deixou ela toda arrombada. Mete com uma força...
E vocĂȘ continuava de pau duro. BĂȘbado pra caralho, mas de pau duro atĂ© nĂŁo poder mais.
- Pois Ă©, o que acontece Ă© que depois me deu aquela bad, mas se nĂŁo tivesse bebido tanto...
- Se nĂŁo tivesse bebido tanto, RaĂșl... vocĂȘs teriam transado juntos na minha frente. E eu batendo uma de novo, implorando pra vocĂȘ deixar a Eva fazer alguma coisa comigo.
- Pra essas ocasiÔes é melhor não beber, mas a euforia me venceu.
— VocĂȘ jĂĄ sabe que nĂŁo precisa beber quando pretende fazer essas coisas... — soltei, olhando sĂ©rio na cara dele.
- Quando vocĂȘ tiver pensado nisso?
- É, jĂĄ sabe, vai querer que aconteça de novo, mas dessa vez vocĂȘs podem foder, que dure atĂ© esses momentos. TĂĄ com tesĂŁo acumulado, parceiro.
- Sim, Ă© exatamente isso, tĂĄ acumulado. Mas, Rober, agora eu preciso falar com ela. Contar o que aconteceu comigo e ver como ela reage.
- Tio, mas se vocĂȘ fizer isso... primeiro pede pra ela, por favor, nĂŁo ficar brava. Nem com vocĂȘ nem comigo, que eu sĂł fiz isso por vocĂȘ, porque vocĂȘ pediu. Porque nĂŁo quero que ela pense agora que nĂŁo confio nela, sei lĂĄ, ou que sou um aproveitador e que nĂŁo tenho respeito por vocĂȘs. Ela quase me mandou tomar no cu e pediu pra eu me afastar de vez da sua casa e parar de ser amigo de vocĂȘs.
- Porra. Fica tranquilo, parceiro, que vou fazer com jeito. Essa noite com certeza eu como alguém, hahaha.
- Kkkkk, claro.
- Pois Ă©, porque desde que vocĂȘ esteve com a gente no salĂŁo... nada, nadinha. E jĂĄ faz um tempinho.
- Porra, jĂĄ passou mesmo.

Pensei que a sementinha do tesĂŁo no meu amigo jĂĄ tava plantada. SĂł precisava esperar ele falar com a mulher dele, eles conversarem entre si e tocarem no assunto... de uma nova noite de suruba.

- E aĂ­, pode ficar tranquilo e ir trabalhar fora esses dois ou trĂȘs meses - falei.
- Com certeza - disse ele enquanto pedia mais uma cerveja.
- Isso sim, me conta tudo o que rolar essa noite, sabe, não quero que a Eva fique puta comigo ou que isso estrague nossa amizade e confiança. Quero saber de tudo!! - falei todo empolgado.
- Valeu. Vou fazer assim.

Chegaram as fĂ©rias, eu tinha que trabalhar na manhĂŁ do dia 24, mas depois teria mais de uma semana de folga, igual ao RaĂșl. E compromissos de famĂ­lia, claro, tĂ­pico dessas festas. No dia 26, falei por telefone com meu amigo.
Até então, só trocåvamos felicitaçÔes pelo WhatsApp e mandei umas mensagens curtas pra Eva só pra confirmar que tudo tinha saído como a gente planejou.

Oi!!! Feliz Natal... como Ă© que tĂĄ tudo?
Beeeem, parabĂ©ns" — respondeu.
Ei, foi tudo bem na conversa?
Tudo como vocĂȘ disse" — ela me respondeu. "Vai falar com vocĂȘ.

Tava morrendo de vontade de saber mais coisas, pela boca dos dois, mas fiquei de falar com o RaĂșl no dia 26 e avisei a Eva pelo WhatsApp pra ela me escrever quando o RaĂșl nĂŁo estivesse por perto. Ela disse que ia fazer isso.

No dia 26 encontrei o Raul de novo, pra ele me contar.
- Foi tudo numa boa, parceiro - ele me disse -. Contei com todo tato o que tinha rolado... meu plano. Ela ficou meio pistola, mas depois se tocou. Foi quase como vocĂȘ tinha falado.
- NĂŁo entendi, quase como eu tinha dito?
- É, porque a gente não transa.
- Porra, e por que nĂŁo?
— Ela me disse que era bem sacana o que eu tinha feito, que entendia, mas que não achava certo. Que eu tinha posto a fidelidade dela à prova, e que ficou claro que ela não faria nada sem o meu consentimento, que nunca me trairia.
- EntĂŁo foi o que eu te disse - respondi.
- Sim. EntĂŁo ela me castigou.
- Vamos, vocĂȘs nĂŁo transaram, e no dia seguinte tambĂ©m nĂŁo?
- Nada, jĂĄ estamos hĂĄ duas semanas.
- Porra, cara, e isso por quĂȘ? - perguntei.
- Como castigo. Ele disse que eu tinha que pagar por isso.
- E aĂ­... vocĂȘ se aliviou sozinho, ou com a Susana, aquela gostosa do teu trampo...
- NĂŁo, nem isso, mano.
- RaĂșl, entĂŁo cĂȘs tĂŁo esperando o quĂȘ?
- No dia 28
— Sexta-feira... VocĂȘs decidiram assim — eu disse.
- Sim. Meu castigo, entre aspas, Rober, porque também não considero um castigo, é fazer tudo o que ela mandar, dentro de uns limites que a gente estabeleceu e que não vão ser ultrapassados.
- Ah, e o que Ă© que essas linhas vermelhas significam?
— Vem na sexta Ă  noite lĂĄ em casa se nĂŁo tiver nada pra fazer... e aĂ­ vocĂȘ vĂȘ — disse ela enquanto eu sentia um frio na barriga e notava a pica começando a endurecer...




- Isso aĂ­ Ă© o quĂȘ? Uma pegadinha que vĂŁo fazer comigo? hahaha - falei.
— A gente podia te dar, sim — disse meu amigo —. Mas nĂŁo, haha. VocĂȘ vem, jĂĄ era.

Disse que sim, que iria jantar, porque a gente ia comer primeiro antes do que rolasse depois. Tava morrendo de vontade de saber do que tinham falado, como nĂŁo quis perguntar pro Raul, preferi mandar um zap pra Eva assim que me despedi do meu amigo. E foi o que fiz.

Já falei com o Raul... ele me falou um negócio sobre umas linhas vermelhas... me adianta alguma coisa, vai" — escrevi.

Depois de cinco minutos, ela me mandou uma mensagem:
NĂŁo, nĂŁo vou te contar nada, haha
vem, porra... alguma coisa. Vamos repetir o que a gente fez duas semanas atrĂĄs?
Vamos ver o que sai..." - escreveu Eva, e eu jĂĄ comecei a ficar de pau duro sĂł de pensar em vĂȘ-la pelada no sofĂĄ de novo... e com o Raul na frente.
Uma das linhas vermelhas Ă©... nĂŁo te tocar?" eu soltei.
Pois Ă©... melhor nĂŁo te contar
porra, Eva, tĂŽ muito tarado
Pois jĂĄ somos dois, ou trĂȘs se incluirmos meu marido...
hehe, pois Ă©. Vamos ver como Ă© que vai ser entĂŁo... acho que o Raul vai querer terminar o que o outro dia nĂŁo conseguiu... foder vocĂȘs dois enquanto eu olho e me toco, nĂ©?" escrevi tentando arrancar alguma coisa.
NĂŁo vou te falar nada, Rober. SĂł espera com paciĂȘncia.
TĂĄ bom, sra. Grey, kkkkk
E nĂŁo se toca na pica, vem com o leite acumulado



A gostosa peituda do meu amigo😈




ler isso me deixou a mil...

NĂŁo se preocupa que eu jĂĄ tĂŽ com ela arrebentando, foxy
Assim que eu gosto, me chamar pelo que eu sou, e ainda mais na frente do meu marido
Vou esperar suas ordens
Deixei ele lĂĄ, nĂŁo mandei mais mensagem.

No dia 28, Ă s 11 da manhĂŁ, recebi um zap da Eva.

Vem pra minha casa daqui a meia hora
Vale", respondi. "É que vocĂȘ quer falar comigo?
Vem, a gente te espera aqui

NĂŁo acreditei. De manhĂŁ? NĂŁo era uma pegadinha? Esses filhos da puta me deixaram muito curioso.

TĂĄ bom, vou.
Tomei um banho em cinco minutos, me vesti e saĂ­ pra casa do meu amigo.

Ele que abriu pra mim.

- Entra, Rober. A gente tem umas duas horas - ele disse.
- Um par de horas pra quĂȘ?
- Entra.

Eu fiz isso, ele me levou pra cozinha. Da Eva nĂŁo tinha sinal. Ele me ofereceu uma bebida e eu aceitei. Ele jĂĄ tava com uma cerveja, logo cedo assim.

- O pequeno tĂĄ com uma das minhas cunhadas. Agora a Eva vem - falou. - Ela tĂĄ no quarto.

Eu nĂŁo disse nada, me sentia manipulado, como se fosse um brinquedo dos meus amigos... mas eu gostava, me excitava. RaĂșl continuou falando:

- Rober... vai ver como eu vou comer a minha mulher

vadia


VocĂȘ vai ver como ela vai me foder. Do jeito que vocĂȘ quiser.


peitos grandes






E aĂ­ soltou aquilo como se dissesse: Rober, mano, toma uma cerveja.
Era bizarro, nunca teria imaginado isso.

- Ah, tĂĄ bom - consegui falar -. VocĂȘs vĂŁo gozar o que nĂŁo conseguiram hĂĄ duas semanas.
- Sim, mas tem mais.
Os nervos e o mistério estavam me devorando.

- Ah, muito bem, muito bem, mas...

Parei de falar porque a Eva entrou na cozinha. Tava com a camisola de duas semanas atrås. Ou seja, tava gostosa de novo. Como tava um pouco de frio, os bicos dos peitos endurecidos apareciam pelo cetim do tecido... Meia-calça... e ela trazia na mão um par de sapatos vermelhos de salto. Se abaixou pra calçar e me deu uma vista espetacular das tetas dela. Não tava usando sutiã. Nem preciso dizer que fiquei de pau duro na hora.



Bunda




- Aqui estĂĄ minha mulher - disse Raul - vocĂȘ jĂĄ conhece ela, hehehe, mas o que vocĂȘ nĂŁo sabe Ă© o quanto ela pode ser promĂ­scua, ainda mais depois de ter lido aqueles livros... e ter sido esquentada por vocĂȘ durante uma semana.

Olhei pro Rober e ele continuou falando.

- Acho que tu também tå com tesão, parceiro.

Assenti enquanto dava um gole na cerveja.

— Vamos pra sala — disse Eva.
Fomos para a sala e foi o RaĂșl quem fechou as cortinas escuras pra dar mais privacidade e nĂŁo entrar tanta luz. A Eva colocou uma manta no sofĂĄ.

- Minha mulher me disse que vai começar a se tocar na buceta enquanto a gente lĂȘ isso.

E aĂ­, ele tirou do bolso um papel dobrado.
Eva subiu no sofĂĄ, apoiou os pĂ©s nos almofadas e abriu as pernas. Deixou entrever a buceta dela, tinha depilado tudo!!! Ver aquilo me deu uma vontade de me jogar nela e chupar tudo. Olhei pro papel que o RaĂșl tava me oferecendo.

- LĂȘ isso - disse ele enquanto tirava a camisa e a calça.

Eu tava alucinando, nĂŁo falei nada e comecei a ler. RaĂșl falou de novo:

— Minha mulher e eu combinamos umas regras entre nĂłs, algumas sĂŁo "barreiras" ou linhas vermelhas, coisas que nem eu nem ela pode pedir ou fazer. Coisas que nĂŁo vamos te revelar. Mas aĂ­ nesse papel estĂŁo as regras que vocĂȘ tem que cumprir e coisas que nĂŁo pode fazer. VocĂȘ tem que jurar que nĂŁo vai passar por cima delas.

— Beleza — falei enquanto lia.

Na lista tinha coisas como:
1) NĂŁo tocar neles a menos que cada um pedisse.
2) Eu podia bater uma punheta, e mais... devia fazer isso. E dar umas sugestÔes, mesmo que nem sempre fossem atendidas.
3) Eu tinha que esquentar elas, principalmente a Eva, podia usar palavras como gostosa, puta, vadia, promíscua... e expor situaçÔes que eu gostaria que ela fizesse comigo pra levar ela ao orgasmo.
4) Fazer exatamente tudo o que eles me mandassem.
5) Levar meu segredo pra cova.

Não acreditei no que estava acontecendo. Quando levantei a cabeça do papel, vi o Raul sentado no sofå junto com a mulher dele, os dois se masturbando, e a Eva jå tinha levado a mão na pica do marido. Minha pica tava quase rasgando a cueca.

- Qual Ă©, filho da puta? NĂŁo tĂĄ gostando do que vĂȘ? - disse ela, se referindo ao quadro que se apresentava pra mim. - Vai tirando essa calça, que sua pica vai explodir aĂ­ dentro. E senta do meu lado.



pau


— Se não gosto do que vejo? — falei nervoso. — Depois do quanto a gente se divertiu há duas semanas... isso vai ser ainda melhor...

Eles sorriram enquanto me viam tirar a roupa. NĂŁo fiz com pressa, tambĂ©m nĂŁo demorei, mas fiz de forma tranquila e escondendo um pouco meu nervosismo, pelo menos tentei disfarçar. Coloquei meu moletom e minha calça numa cadeira da sala e quando me virei pra sentar no sofĂĄ, o RaĂșl tinha acabado de tirar a camisola da Eva, que tinha ficado sĂł com as meias e os saltos altos e jĂĄ tinha se sentado de novo. Os peitos dela caĂ­am atĂ© a barriga. Conforme me aproximava, tirei a cueca e meu pau saltou feito mola, pra cima.





infiel


— Senta — disse Eva, no meio do sofá.
RaĂșl estava Ă  direita dela, eu me coloquei Ă  esquerda.
- Desta vez a gente vai até o fim - disse meu amigo. - Pode começar a bater uma, Rober.

Fiz o que meu amigo me pedia sem tirar os olhos dos dois. Principalmente das tetas da Eva, o cheiro de buceta aberta e pronta começava a inundar o sofå.

— Vou começar por isso — disse ela.
E se apressou pra se inclinar no colo do meu amigo, tava chupando a rola dele, mas eu nĂŁo conseguia ver da minha posição. RaĂșl passou a mĂŁo por cima e começou a acariciar as costas da mulher dele.





cornudo


- Faz isso, Rober, acaricia as costas da minha mulher.

Eu fiz o que ela me pedia e cumpri outro dos pontos combinados naquele escrito, que eu podia e devia fazer. Me abaixei um pouco até o rosto da Eva e falei no ouvido dela, mas de um jeito que meu amigo pudesse ouvir:

Vamos, putinha... chupa a pica do seu marido, passa bem a lĂ­ngua, que ela tem que entrar inteira nessa buceta molhada que vocĂȘ tem.

Ela me olhou por um momento, gemeu um pouco e continuou chupando.

RaĂșl se desmanchava em gemidos curtos:
- Aaahhh, porra, como vocĂȘ faz bem, amor... que tesĂŁo vocĂȘ me dĂĄ... e como vocĂȘ fica gostosa com esse filho da puta aqui do lado.

Eva começou a gemer um pouco mais, me afastei um pouco e vi que o RaĂșl tinha alcançado a buceta da mulher dele com a mĂŁo, nĂŁo dava pra ver como ele tava mexendo nela, mas dava pra imaginar, a buceta dela tava colada no sofĂĄ.

— Fique na minha frente e se toque na buceta, se masturbe — disse Eva numa pausa do boquete.

Fiz o que ele mandou. Fiquei de pé, a um metro dos dois, e comecei a bater uma punheta de leve. Tinha acabado de me depilar de manhã e me lambuzado com um creme, e meu pau brilhava glorioso na frente deles, kkkkk.

— É assim que vocĂȘs querem? — perguntei.
- Assim tĂĄ bom - disse meu amigo-. Olha pra ela, puta - continuou se referindo Ă  Eva, segurando a cabeça dela por um momento e forçando ela a olhar pra minha pica-, vocĂȘ gosta dessa pica?
- Sim, sim... - disse com os lĂĄbios colados nos ovos do meu amigo.
— Eu sabia que vocĂȘ gostava, rabuda — falei.

Meu coração começou a bater desenfreadamente. Depois daquela pergunta... vinha a pergunta do meu amigo... algo tipo: "e vocĂȘ queria comer ela?" ou "e vocĂȘ queria meter nela, puta?", "verdade que vocĂȘ queria ter ela dentro da buceta?"... mas nĂŁo veio mais nenhuma pergunta. Foi Eva quem falou:

— Passa a mão nas minhas tetas na frente do teu amigo, gostoso — disse ela se levantando no sofá, sentando de novo.

RaĂșl começou a passar a mĂŁo nelas, os peitos dela subiam e desciam, apertados, um contra o outro, de vez em quando ele dava um beliscĂŁo leve e os bicos dela endureciam entre os gemidos de Eva.



A gostosa peituda do meu amigo😈

— Meu amigo tambĂ©m ia adorar fazer isso, gostosa... — disse Raul. — O que cĂȘ acha? Deixamos ele?

O tesĂŁo me consumia.

— Acho que esse filho da puta quer pegar nas minhas tetas e no que nĂŁo Ă© teta — disse ela.
— VocĂȘs vĂŁo me deixar fazer isso, seus arrombados? — perguntei, dando um passo Ă  frente.
Senta do meu lado esquerdo, cachorro" — ordenou Eva. Eu ia avançar, mas ela me parou.
- Ah, ah, ah... nĂŁo nĂŁo nĂŁo. Assim nĂŁo. Fica de quatro e vem atĂ© aqui como o que vocĂȘ Ă©, um cachorro.

Fiz isso, que jeito... e temperei com o seguinte: fiquei de quatro, e caminhei até ela, tinha as pernas e joelhos na minha frente, dava pra sentir o cheiro da buceta dela dali.

— Sou teu cachorro — eu disse — peço permissão pra lamber tua perna.
— Concedido —disse ela.

Passei a lĂ­ngua e lambi o joelho esquerdo, depois o direito.
Ela gemeu.

- Esse cachorro tĂĄ no cio, Raul. TĂĄ bem... senta no sofĂĄ, do meu lado esquerdo.

Eu fiz isso.
- Agora - disse meu amigo -. VocĂȘ vai apalpar um peito da minha mulher gostosa, e eu farei o mesmo com o outro.

Finalmente ia pegar nas tetas da Eva Ă  vontade, e na frente do marido dela. Minha pica tava dura feito mĂĄrmore. Começamos a apalpar as tetas dela juntos, a puta começou a gemer, e o RaĂșl desceu uma mĂŁo atĂ© a buceta dela e começou a tocar, os dois tocavam. Nossas picas subiam duras, prontas.




vadia




— Não vai gozar ainda não, putinha — sussurrei no ouvido dela.
- Não, não, não — disse ela.
- Isso, nĂŁo goza nĂŁo, que eu tenho que te foder - disse Raul.

Ficamos assim por uns minutos, atĂ© que a Eva chegou perto do ouvido do RaĂșl e falou alguma coisa que eu nĂŁo consegui ouvir. Ele olhou pra mim e depois perguntou:
- Tem certeza? CĂȘ acha que ele merece?
Ela me olhou, olhou pro marido dela e disse:

- Acho que sim, vamos dar isso pra ela, igual da Ășltima vez.
— Tá bom — disse meu amigo.
O que foi?" — perguntei, saindo do meu papel de cachorro submisso tarado, haha.
— Minha mulher vai bater uma pra nós — e encostou as costas no sofá. Eu fiz o mesmo.

Minhas dĂșvidas sobre como ela ia nos bater uma foram embora rĂĄpido. A Eva escorregou pelo sofĂĄ e ficou de joelhos, de frente pra gente.

—Pega um pouco mais — ela disse.
E aí a gente se aproximou um do outro, sentados, quase colados. Minha boca secou de nervoso. A Eva ia bater uma pra nós dois. Ela esticou os dois braços e, com a mão direita, pegou no meu pau, com a esquerda, no do marido dela.

- VocĂȘ tem sorte, filho da puta - disse Raul - minha mulher Ă© destra, haha.
Reimos.
— JĂĄ — disse ela — mas vocĂȘ leva isso tambĂ©m, e esse filho da puta que temos de convidado... nĂŁo.
E aí ela aproximou a cabeça da pica do meu amigo e deu vårias engolidas enquanto me batia uma punheta.

Comecei a gemer ao ver aquilo e sentir a mĂŁo da puta no meu pau. Eva a um passo de me dar um boquete... sĂł precisavam combinar.

Chupa a pica do teu marido enquanto me bate uma, gostosa" — intervim —. "Tu deve estar com a buceta ardendo.

Ela nĂŁo respondeu e tirou a boca da pica do RaĂșl pra continuar batendo punheta pra nĂłs dois, com as mĂŁos. Ela babava as duas e seguia em frente. A gente tava no limite.

— Minha buceta tĂĄ do jeito que tem que estar — ela disse —. Pronta pra ser comida, Ă© como um pedaço do inferno.






peitos grandes
Ouvir ela falar assim me deixava cada vez mais excitado. AĂ­ ela fez o seguinte: chegou perto dos joelhos do RaĂșl, colocou as tetonas dela nas pernas dele e começou a bater os peitos na pica do marido. Eu continuei batendo uma pra nĂŁo perder o ritmo.

- Querido - disse Raul - seja boazinha com nosso convidado. Pega na pica dele e bate nos teus peitos... pra ver como ela tĂĄ dura.

Ela sorriu sem dizer nada e não deu bola pra ele. Eu preferi ficar calado e ver a reação do meu amigo, que me deixou ainda mais tarado sabendo que aquilo vinha dele, sem ele nem pedir.

— NĂŁo quer que eu faça isso em vocĂȘ, Rober? — disse RaĂșl.
- Sim, sim, eu quero, sou um filho da puta, sou o brinquedo de vocĂȘs, quero que sua foxy sinta nos peitos como ela me deixa duro.
- JĂĄ ouviu, sua puta... faz isso - disse Raul.

Caralho, vocĂȘs nĂŁo imaginam o que passou pelo meu corpo. Eva, com um sorriso e bem devagar, se separou do marido, se colocou na minha frente, se ajoelhou e apoiou os peitos nas minhas coxas. A sensação de calor foi inacreditĂĄvel. Ela pegou meu pau com as duas mĂŁos e começou a bater os peitos nele. Comecei a gemer.




Bunda









3 comentários - A gostosa peituda do meu amigo😈

No tardes tanto es subir las continuacion ya lei los 3 nuevos y van los puntos
Estas historias hacen que quiera que me pase lo mismo